VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Filme-denúncia: “O Brasil está perdendo a soberania” em Libra


17/10/2013 - 17h53

Trailer do novo filme de Peter Cordenonsi, via Facebook

”Greve dos petroleiros não tem prazo para acabar”, diz FUP

Coordenador na Federação Única dos Petroleiros afirma que trabalhadores só voltarão ao trabalho se reivindicações forem atendidas

Por Keila CÂNDIDO, na IstoÉ Dinheiro

A cinco dias do maior leilão de petróleo já realizado pela Petrobras, trabalhadores paralisaram as atividades nas refinarias e plataformas em vários estados brasileiros.

A ação dos petroleiros pode ameaçar a realização do leilão do Campo de Libra, localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, marcado para a segunda-feira 21. A suspensão do leilão é o principal motivo da greve.

“Não vamos voltar ao trabalho enquanto o governo não atender ao nosso pedido”, diz João Antônio de Moraes, coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

De acordo com a entidade, até às 14h desta quinta-feira 17, 39 plataformas da Bacia de Campos, responsável por 80% da produção da Petrobras, aderiram ao movimento.

Três exigências compõem a lista de reivindicações dos petroleiros. A primeira delas é de que o leilão não aconteça.

Segundo Moraes, ações movidas pela entidade pedindo a suspensão da rodada tramitam no judiciário e no legislativo. Na semana passada, sindicados filiados à FUP também entraram com a mesma ação.

Moraes justifica a tentativa de impedir que o leilão aconteça: “O petróleo é da população brasileira e vamos lutar para que a governo não deixe isso nas mãos de empresas estrangeiras.”

Os trabalhadores querem ainda que o Projeto de Lei 4330, que permite a terceirização de todas as atividades da empresa, seja arquivado. “A terceirização torna precárias as condições de trabalho”, afirma.

De acordo com Moraes, uma pessoa morre, em média, por mês em acidentes de trabalho na Petrobras. De acordo com levantamento feito pela FUP, desde 1995, mais de 300 pessoas morreram em operações da companhia e muitos deles eram prestadores de serviço.

Procurada, a Petrobras não quis se manifestar sobre o assunto, apenas disse, em comunicado, que o Projeto de Lei 4330, não cabe seu posicionamento.

Outra reivindicação é a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho de 2013 (ACT 2013), que rege as condições de trabalho da categoria. O acordo inclui o reajuste salarial que repõe a inflação, com 5% de ganho real.  A Petrobras, disse, em nota, que “realizou uma série de reuniões com as entidades sindicais e apresentou sua proposta ao longo das últimas semanas.”

Segundo a companhia, foi feita uma proposta de reajuste de 7,68% e uma gratificação equivalente a uma remuneração e que as propostas também inclui cláusulas sociais relacionadas ao plano de saúde, benefícios educacionais, segurança, condições de trabalho etc.

“A Petrobras afirma que está aberta ao processo de negociação com as entidades sindicais sobre o ACT  2013”, diz o comunicado.

Na manhã desta quinta-feira, em São Paulo, a FUP cobrou da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), a suspensão do leilão de Libra.

Segundo a diretora-geral da entidade, Magda Chambriard, a rodada não será adiada. “Não existe nenhuma possibilidade de ser adiado o leilão”, afirma. De acordo com Magda, haverá forte esquema de segurança.

Participam da greve trabalhadores filiados à FUP, que é ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e também operários ligados a cinco sindicatos independentes.

Cerca de 150 manifestantes, pertencentes a movimentos sociais e trabalhadores do setor de petróleo, ocuparam a entrada do prédio do Ministério de Minas e Energia (MME).

A Petrobras disse, em nota, que “tem como prática nesse tipo de mobilização tomar todas as medidas necessárias para garantir suas operações de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia.”

Leia também:

Virgínia Barros: Desmilitarizar polícia é prioridade do movimento estudantil





43 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Denúncias. Petroleiros em greve explicam oposição ao leilão de Libra | andradetalis

20 de outubro de 2013 às 11h45

[…] e ao fim do governo tucano, felizmente, só perdermos o acento.  (Transcrito do Viomundo) Veja vídeo  Share this:CompartilharImprimirTumblrEmailDiggGoogleCurtir isso:Curtir […]

Responder

Requião se diz perplexo com uso do Exército e leilão sem debate no Senado - Viomundo - O que você não vê na mídia

18 de outubro de 2013 às 16h26

[…] O novo filme-denúncia em defesa do petróleo […]

Responder

francisco.latorre

18 de outubro de 2013 às 13h31 Responder

FrancoAtirador

18 de outubro de 2013 às 11h54

.
.
Entenda as principais regras do leilão e contrato de Libra

Por Sabrina Lorenzi, Reuters

RIO DE JANEIRO, 16 Out (Reuters) – O governo separou a maior descoberta de petróleo já realizada no Brasil para leiloar na segunda-feira, em regime que garante à União a gestão das reservas.

A primeira rodada de licitações do pré-sal licitará Libra, uma área com volume de 8 bilhões a 12 bilhões de barris recuperáveis de óleo na bacia de Santos.

Veja a seguir as principais regras para a licitação e o contrato de Libra:

REGIME DE PARTILHA – Para regiões consideradas estratégicas como a do pré-sal de Santos, o atual regime de concessão foi substituído pelo modelo de partilha da produção, pelo qual as empresas se comprometem a compartilhar com a União uma parcela no volume de óleo produzido no campo.

ESTATAIS NA GESTÃO – Seja qual for a empresa ou consórcio vencedor da área de Libra, terá de se aliar à Petrobras e à Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), estatal criada para representar a União na gestão das áreas da partilha.

PETROBRAS OPERADORA – A Petrobras será operadora da área de Libra com no mínimo de 30 por cento de participação no consórcio que ficar com a área.

DISPUTA – As empresas ou consórcios interessados no primeiro leilão do modelo de partilha disputarão os 70 por cento restantes da participação de Libra segundo o critério da oferta de maior excedente em óleo para a União. Quem oferecer a maior parcela de óleo à União, descontados os custos para viabilizar a produção, ganhará a licitação.

ROYALTIES – Os royalties serão pagos no montante correspondente a 15 por cento do volume total da produção de petróleo e gás.

PISO DO LEILÃO – As ofertas dos concorrentes ao bloco de Libra deverão respeitar o percentual mínimo de 41,65 por cento do petróleo, após o desconto dos custos de produção (que incluem os royalties).

BÔNUS DE ASSINATURA – O governo determinou que o consórcio vencedor de Libra pagará um bônus de assinatura fixo de 15 bilhões de reais, dos quais 50 milhões de reais ficarão com a Pré-Sal Petróleo (PPSA).

PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO – A fatia do governo nos ganhos obtidos com Libra poderá chegar a 75 por cento ou mais, incluindo o excedente em óleo, tributos e o bônus de assinatura, na avaliação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

CONCORRÊNCIA – Um mesmo grupo societário não pode participar de consórcios concorrentes na licitação, o que foi avisado a duas estatais chinesas que se inscreveram para participar do leilão, CNOOC e CNPC . Outras nove empresas estão inscritas para participar do leilão: a japonesa Mitsui, a indiana ONGC, a malaia Petronas , a colombiana Ecopetrol, a Petrogal (da portuguesa Galp e da chinesa Sinopec), a Petrobras, a hispano-chinesa Repsol Sinopec Brasil (da Repsol com a Sinopec), a anglo-holandesa Shell e a francesa Total.

PRAZOS – O contrato de partilha para a área de Libra terá duração de 35 anos, dos quais 4 anos serão voltados para a fase de exploração e o restante destinado ao desenvolvimento e produção.

PARTILHA – A União e o consórcio vencedor partilharão mensalmente o volume de petróleo e gás natural produzido em Libra. A parcela do excedente em óleo que caberá à União deverá variar de acordo com a média do preço do petróleo tipo Brent e a média da produção diária de petróleo dos poços produtores do campo.

COMPENSAÇÃO POR INVESTIMENTOS – O consórcio vencedor poderá recuperar mensalmente o custo em óleo –entre investimentos realizados para explorar e desenvolver a área–, respeitando o limite de 50 por cento do valor da produção nos dois primeiros anos de produção e de 30 por cento do valor da produção nos anos seguintes, para cada sistema produtivo do bloco. No entanto, se os gastos não forem recuperados neste período, havendo necessidade, o consórcio poderá ficar com o percentual de 50 por cento do valor da produção até que os respectivos gastos sejam recuperados.

RECONHECIMENTO DE GASTOS – Os gastos para a área de Libra terão de ser aprovados pelo Comitê Operacional, responsável pelos planos da área petrolífera, formado pelas empresas (inclusive Petrobras) e pela PPSA, estatal que representa a União, e posteriormente chancelados pela PPSA individualmente.

PODER GOVERNAMENTAL – A Pré-Sal Petróleo (PPSA) terá 50 por cento do poder de voto no Comitê Operacional, enquanto a Petrobras terá no mínimo 15 por cento dos votos. Desta forma, o governo terá pelo menos 65 por cento do poder de voto na gestão da área do pré-sal, com possibilidade de este percentual crescer caso a Petrobras entre com participação no consórcio acima do mínimo exigido por lei.

CESSÃO – A área de Libra poderá ser objeto de cessão por parte das empresas, mediante prévia anuência do governo, ouvida a ANP.

EXPORTAÇÕES – As empresas que participarem do consórcio de Libra poderão dar o destino que quiserem ao petróleo de sua cota na partilha, ficando livres para exportá-lo. No entanto, em situações de emergência que possam colocar em risco o abastecimento nacional de petróleo, bem como de seus derivados, a ANP poderá determinar ao contratado que limite suas exportações.

(http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3011387/entenda-principais-regras-leilao-contrato-libra)
.
.
Petrobras terá ‘ajuda’ no leilão de Libra

JOÃO VILLAVERDE – Agencia Estado

BRASÍLIA – As empresas estatais chinesas devem pagar parte do valor que cabe à Petrobras no bônus de assinatura dos contratos do leilão do pré-sal no bloco de Libra (SP).

Isso é dado como “líquido e certo” em Brasília, onde autoridades do governo avaliam ser praticamente impossível para a Petrobrás bancar, “em cash”, os R$ 4,5 bilhões que ela deve pagar, no mínimo, ao Tesouro.
Essa parcela refere-se a 30% do bônus total de R$ 15 bilhões.

O pagamento ocorre no momento de assinatura do contrato entre a União e o consórcio que vencer o leilão, previsto para o próximo dia 21.

Como a Petrobras terá, por lei, pelo menos 30% em todos os consórcios, um pagamento de R$ 4,5 bilhões já está dado.

A reportagem apurou que as chances de a parcela da Petrobras superar o patamar mínimo são grandes.

Uma fonte graduada afirmou que a companhia brasileira pode chegar a 40% do total, “o que seria ainda melhor, de uma perspectiva de negócio, mas também exigiria mais capital no pagamento do bônus”.

As negociações entre a Petrobras e as outras 10 companhias que vão participar do leilão estão a todo o vapor, e o governo acompanha de perto.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou na semana passada que participarão do leilão de Libra, que vai ocorrer no próximo dia 21, de dois a quatro consórcios.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,petrobras-tera-ajuda-no-leilao-de-libra,167289,0.htm)
.
.

Responder

Diogo Costa

18 de outubro de 2013 às 11h22

O REGIME DE PARTILHA É CORRETO – Lembro perfeitamente da intensa discussão que se instalou no Brasil a partir do ano de 2006, quando foi confirmada a existência de grandes jazidas de petróleo no pré-sal.

Já em 2007, o então Presidente Lula interrompeu às licitações, pois ainda vigorava o regime de concessão.

Houveram ácidas críticas contra o governo federal por parte da oposição e da ‘grande mídia’. A acusação era de que Lula estava prejudicando os interesses do Brasil ao interromper às licitações sob o regime de concessão.

Iniciou-se, ainda em 2007, vários estudos comparativos e análises técnicas sobre qual seria o melhor modelo para explorar o pré-sal brasileiro. Em 2009, Lula apresentou o projeto de lei que instituía o regime de partilha para a exploração do pré-sal.

A esquerda brasileira comemorou efusivamente o enterro do regime de concessão e o surgimento do regime de partilha!

Depois de intensas disputas no Congresso Nacional, finalmente aprovou-se, em dezembro de 2010, o regime de partilha.

Essa discussão foi feita, inclusive, na campanha eleitoral de 2010, com Dilma defendendo o regime de partilha e Serra e a ‘grande mídia’ criticando e dizendo que o melhor era retornar ao regime de concessão dos tucanos.

O Wikileaks chegou a publicar a promessa de Serra aos norte-americanos (de acabar com a partilha e retornar ao regime de concessão…).

O regime de partilha é utilizado na Rússia (Putin não é nenhum liberal), e na Venezuela de Chávez e Maduro (que possui a maior reserva de petróleo do globo terrestre) para a exploração da faixa do Orinoco.

Várias empresas internacionais exploram as jazidas da faixa do Orinoco, em parceria com a PDVSA.

Por tudo isto (e tem vários outros argumentos) é que sou a favor da licitação do Campo de Libra. A quem interessa interromper esta licitação? Vamos esperar até que Eduardo Campos ou Aécio Neves vençam uma eleição presidencial e acabem com o regime de partilha?

Nem mesmo a questão da espionagem norte-americana é ainda um argumento contra a licitação. Nenhuma empresa norte-americana ou inglesa participará desse processo licitatório!

Para mim, a discussão principal no que se refere à Petrobrás não é sobre a licitação atual, mas sim sobre a ‘apertura petrolera’, feita por FHC em 1997.

Porque os sindicatos não lutam de forma decidida para retomar as ações da empresa, que os tucanos venderam em 1997? O problema não é o regime de partilha, nunca foi. Enfim, é mais ou menos isto.

Responder

Bernardino

18 de outubro de 2013 às 10h46

Apesar de termos uma elite empresarial atrasada, que ainda não chegou sequer a Adam Smith e até hoje não se mostrou competente para produzir sequer um veículo nacional!
Quer dizer que entrgando o nosso petroleo as multinacionais iremos produzir nosso primeiro automovel, sr FRANCISCO DUARTE que genio você!!
Vai ser cara-de-pau assim la na COCHICHINA.Você,o PT e a D DILMA vao convencer as elites atrasadas a se converterem pra garantir mais oito anos no poder pra vocês detonarem a economia NACIONAl e desnacionaliza-la vendendo 200 empresas por ano ao capital estrangeiro como vem ocorrendo nos ultimos anos.Isso é dado comprovado e já publicado na imprensa.Aliás imprensa que voces petista abastecem de dinheiro pra permanecer no poder e receber apois pelas PRIVATARIAS que vem fazendo.
Chegamos ao auge da Corrupçao e Covardia da Cultura Portuguesa como esse LEILAO!!!!

Responder

Mardones

18 de outubro de 2013 às 10h32

Os defensores do leilão agem como os tucanos e mostram uma série de planilha e vantagens que nem mesmo o TCU apontou. É assim, no papel tudo é uma maravilha. A pergunta que não quer calar é a seguinte: se é tão bom para o país por que não atender às reivindicações dos petroleiros em termos salariais, por exemplo?

E mais: Fernando Brito e Paulo Henrique Amorim não falam quem são os ilustres mentores do leilão. São os mesmos que queriam fundar a Petrobrax. Vão fazê-lo por meio de leilões. E com o exército na rua. Na marra.

Responder

leandro

18 de outubro de 2013 às 10h25

O Financial Times diz que, desde janeiro de 2011, a divisão de refinamento da Petrobras teve perdas de R$ 39,7 bilhões, equivalente ao PIB de Honduras. Grande partes das perdas vem dos subsídios à gasolina.
‘É o aspecto mais tóxico do crescente intervencionismo estatal na indústria, que os investidores culpam por destruir mais de US$ 200 bilhões do valor da Petrobras desde 2009, transformando uma das melhores esperanças do Brasil de crescimento futuro em uma bomba-relógio financeira’, escreve o jornal.

Responder

    Diogo Romero

    18 de outubro de 2013 às 12h09

    A lógica privatista e entreguista já vem desmantelando a Petrobrás faz tempo. Isso acontece, inclusive, através de leis absurdas sancionadas por FHC e mantidas pelo PT. Da forma como está hoje, os particulares já estão sendo beneficiados pelos próprios subsídios concedidos que o Financial Times critica, seja pelo comprometimento dos investimentos da e na Petrobrás, seja em detrimento dos consumidores internos.

    A privatização, que é o que o PT pretende, é apenas o passo seguinte da entrega e atende a estratégia defendida pelo Financial Times.

Bernardino

18 de outubro de 2013 às 10h21

sex, 18/10/2013 – 0:50
Sagarana

Calma gente! O PT não privatiza, apenas concede. Daqui a alguns anos será tudo devolvido, na forma de CO2 e água. Então, quando a água do mundo acabar, estaremos ricos, milhonários…VIVA!!!
Responder
Collor assegurou sua eleição garantindo, durante a campanha, que seu adversário confiscaria os depósitos em caderneta de poupança. Que coisa feia, Collor!
Responder
A D DILMA é a COVEIRA da pseudo esquerda Brasileira que alias ja disse aqui nossas esquerdas sao as mais covardes,antipatriotas e oorruptas das americas.OS PETRALAS e esquerdinhas agora se igualam aos bandidos da direitona:PSDB<PMDB e PCs diversos!!
Parece uma ironia o unico patriota do Brasil pra valer foi o DR GETULIO que nem esquerda era e sim um fazendeiro e da elite gaucha.A propósito diz o ditado:ninguem é mais direitista que um esquerdinha no PODER.É isso que estamos assistindo.Faço votos que isso seja um divisor de aguas e a D DILMA a partir disto sofra um processo de pancadaria ate as eleiçoes que nem o LULA e o JOAO SANTANA juntos salvem a pele dela e assitiremos,nao importa quem ganhe,a derrota dela nas urnas como vingaça por ter cuspido no prato que comeu!!!!

Responder

Leandro_O

18 de outubro de 2013 às 08h42

Tudo golpista!!!
Opa, mas tem gente de esquerda ali.

O que ninguém fala, na verdade, é que muitos dos itens acordados com o FMI no governo FHC continuam sendo rigorosamente cumpridos.

Responder

Jayme Vasconcellos Soares

18 de outubro de 2013 às 06h49

A privatização do Campo de Libra, da jazida do Pré-sal está tão bem aceita pelos brasileiros, pelos cientistas e técnicos da Petrobrás, que o malfadado leilão deste campo será protegido pelo exército brasileiro e por forças federais, a quem sempre coube a maior repressão e silenciamento das vozes do povo brasileiro. É o PT, é a traição do governo Dilma aos anseios de liberdade e cidadania do povo brasileiro! Espero que os eleitores desta nossa Nação saibam responder à altura contra esta traição!!!

Responder

Sagarana

18 de outubro de 2013 às 00h50

Calma gente! O PT não privatiza, apenas concede. Daqui a alguns anos será tudo devolvido, na forma de CO2 e água. Então, quando a água do mundo acabar, estaremos ricos, milhonários…VIVA!!!

Responder

    Eduardo

    17 de outubro de 2013 às 23h43

    Em rebate ao texto do Fernando Brito, que é um ótimo jornalista mas que surpreendentemente defende o leilão, eu deixo link a seguir:

    http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1510

    Um trecho, em especial:

    “a ANP e o governo enganam a nação quando dizem que a União ficará com, no mínimo, 75% do petróleo. Ora, o produtor fica com 40% do petróleo para remunerar seu custo de produção (esse custo é cerca de US$ 40 por barril); o contrato prevê que os royalties, de 15%, serão também ressarcidos ao produtor. Sobram 45% para a partilha. Se o vencedor oferecer 60%, a União ficará com 60% de 45%, ou seja, 27% do petróleo produzido. E o consórcio, este sim, ficará com 73% do petróleo. Absurdo!”

Matheus

17 de outubro de 2013 às 21h53

Dilma, a Pinochet de Saias, decretou que o EXÉRCITO BRASILEIRO fará a “segurança” do leilão de Libra… Isso mesmo!

Foi declarada a guerra ao povo brasileiro. O crime de lesa-pátria será protegido por um exército de ocupação que ainda não saudou a sua dívida com o povo.

Se a privatização do pré-sal fosse tão boa assim, para que usar o Exército para quem protestar contra?

Isso é DITADURA NEOLIBERAL escancarada.

Quem não denuncia é cúmplice e covarde. Não há meio termo. Ou você cerra fileiras com o que restar do Estado democrático de Direito, ou você é mais um bajulador da Pinochet de Saias.

Responder

    Narr

    17 de outubro de 2013 às 23h10

    Um democrata liberal é melhor do que um Pinochet de saias.

José X.

17 de outubro de 2013 às 21h36

“Se até o PSDB, DEM (ambos votaram contra o regime da partilha) são a favor de cancelar o leilão é porque o leilão tem que ser feito agora.”

Acho que isso mata a questão.

Responder

    Antenor

    18 de outubro de 2013 às 05h09

    Matou a charada. Eu vou me posicionar assim. Se o PIG está contra, eu me posiciono a favor.

    Nelson

    18 de outubro de 2013 às 09h29

    Não foi o que eu vi ontem à noite, Antenor.

    A Globo, através de um de seus ventríloquos, a elogiar a Dona Dilma como cumpridora da lei por convocar o Exército para proteger o leilão. O mesmo ventríloquo ainda chamou os que são contra o leilão de burros.

Francisco Alves de Pontes

17 de outubro de 2013 às 21h35

A desvairada privataria tucana não é nada em comparação com a privataria dessa enganadora, inimiga declarada do povo brasileiro. Ela se elegeu com a mentira, prometendo não privatizar, e agora entrega a principal riqueza do país aos especuladores! Desgraça de um povo que não sabe reagir diante de tantos desmandos e diante de tanto entreguismo! Infelizmente, essa impostora não encontra oposição no Congresso nem no Supremo Tribunal Federal [ou melhor, Supremo Tribunal do PT]. Os vendilhões da pátria estão aí. Foram comprados pelo dinheiro do PT!

Responder

J Souza

17 de outubro de 2013 às 21h25

Em 2014 o PT não terá mais o discurso contra as privatizações do PSDB…
Nem o discurso contra as precarizações das relações de trabalho…
Só restará ao PT o “mais médicos” e o bolsa-família… Ah, e a Copa que nem inglês pode ver, de tão cara!

Responder

J Souza

17 de outubro de 2013 às 21h19

<>

Responder

J Souza

17 de outubro de 2013 às 21h16

<>

Responder

Marat

17 de outubro de 2013 às 21h05

Ao menos algumas coisas neste governo me dão alento. Uma delas (espero não estar enganado!) e a possibilidade de compra e fabrico de caças de quinta geração russos… Espero que isso não seja uma manobra, uma fingida aproximação com os malvados russos, de modo que os bonzinhos estadunidenses nos ofereçam um pouquinho mais barato, caças obsoletos e que, em caso de conflito, possam ser neutralizados via satélite… De inocentes úteis nosso país está saturado!

Responder

Marat

17 de outubro de 2013 às 21h02

O discurso pré-pronto da tigrada é o de sempre: “o Brasil não tem tecnologia o suficiente para a extração, e por isso precisa de ajuda estrangeira”.
Não podemos nos esquecer também de que Câmara e Senado são dominadas pela fina flor do conservadorismo no país. Conservadorismo este também muito bem representado nas instâncias jurídicas, especialmente o STF.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

17 de outubro de 2013 às 19h38

Dilma está traindo o Brasil e os brasileiros, entregando nosso petróleo para grupos internacionais sedentos de petróleo. Não foi para esse PT que eu dei meu voto. Temos que divulgar a atrocidade que o PT e o Governo Federal estão fazendo de novo com nossas riquezas, entregando aos estrangeiros. Pau neles. Vamos à luta para não entregarem o que é de todos.

Responder

    renato

    17 de outubro de 2013 às 20h19

    Conforme meu Presidente pediu, vou com muita calma a fonte
    quero saber mais, estou esperando Tijolaço , PHA,Amigos do lula,
    e outros vermelhos, bem como a Dilma ( que sabe o que faz), e a
    presidenta da Petrobras, que também sabe mais que eu.
    Por enquanto vivo na confiança ao governo que votei.
    MAS quero saber, o que os funcionários querem e quem esta por traz.

    Eduardo

    17 de outubro de 2013 às 23h26

    Com todo respeito caro amigo, igualmente votei em Dilma e Lula, mas este leilão é um retrocesso, seria um vexame sem tamanho e um atestado de incompetência. Não podemos ser acríticos, nosso governo não pode cometer tal erro.

jaime

17 de outubro de 2013 às 19h30

Collor assegurou sua eleição garantindo, durante a campanha, que seu adversário confiscaria os depósitos em caderneta de poupança. Que coisa feia, Collor!

Responder

    Nelson

    17 de outubro de 2013 às 22h52

    E dá-lhe ironia. Muito boa, Jaime.

Valmont

17 de outubro de 2013 às 19h20

Até o momento, não vi argumentos convincentes a respaldar o ponto de vista desse movimento.

O vídeo mostra assertivas absolutamente equivocadas, risíveis mesmo. Não me convence.

Ninguém está propondo entregar o petróleo a estrangeiros em troca de meros royalties e a Petrobrás é uma SA com 30% de capital estrangeiro. Meias verdades não passam de mentiras.

Agora, o Governo Federal precisa esclarecer a população, apresentar seus argumentos. Mais uma vez, falha na comunicação e dá lugar a confusão.

Responder

    Nelson

    17 de outubro de 2013 às 23h43

    Não, meu caro Valmont. A Dona Dilma não vai tentar esclarecer o povo, porque seus argumentos a favor do leilão não convencem. Sabe aquele dito popular, Valmont, que diz que “em se tratando de merda, quanto mais mexe mais fede”? Então a Dona Dilma prefere que se mexa o menos possível com a coisa toda.

    Nesse sentido, a Dona Dilma vai contar com toda a ajuda da mídia hegemônica e seu patriotismo de araque, de fancaria. Tivesse realmente preocupação com o futuro do país e o bem de seu povo, tanto quanto alardeia, a mídia deveria estar embalando uma grande campanha para que este povo tomasse as ruas para cobrar o fim dos leilões.

Ricardo

17 de outubro de 2013 às 19h14

Outro vídeo extremamente confuso e tendencioso destacando a opinião de indivíduos que, em sua maioria, não têm absolutamente NADA a ver com a questão do petróleo!

Com 75% dos royalties destinados para a educação, que trará avanços incomensuráveis para o país, o leilão irá fazer com que isso se concretize MUITO mais rápido do que se a Petrobrás fosse se equipar e arcar com a exploração sozinha. Se não fosse feito o leilão, as mudanças na educação do país tardariam, e com a imprensa entreguista que temos logo perpetuaria a história que a operação foi um fracasso, porque os resultados não seriam visíveis no curto prazo. Com o leilão as mudanças já serão notadas logo.

A ignorância é o MAIOR problema que temos nesse país hoje, maior do que TUDO, até mesmo a miséria e a fome. As manifestações de junho foram a prova de como séculos de ignorância imposta e controlada pode ser facilmente acionada para se depor um governo democrático à vontade. Se a nossa jovem democracia está sempre por um fio não é por nenhum outro motivo que não o da ignorância desse povo.

Por quê esperar para usufruir da bênção do petróleo e obrigar um país continental a passar por um calvário absolutamente desnecessário por causa de um nacionalismo egoísta e irracional? Tratam o leilão como se o governo estivesse “dando” o petróleo de graça, como se esse fosse um processo amadoresco, sem o menor controle! Isso é ridículo! Há um abismo na diferença entre vender uma casa e alugá-la, e obviamente não se trata do primeiro caso. Falar em “privatização” nesse caso é uma imbecilidade. Façam seu dever de casa.

Responder

    francisco.latorre

    17 de outubro de 2013 às 20h05

    fazer o que?..

    os caras não sabem fazer conta.

    e é tudo engenheiro.

    ..

    surreal. não fosse hiper real.

    ..

    Nelson

    17 de outubro de 2013 às 23h33

    O petróleo é e continuará sendo, ainda por muito tempo, a principal matéria-prima da economia mundial. Assim, lanço algumas perguntinhas ao nosso emérito comentarista Ricardo:

    Será que senadores da República nada têm a ver com petróleo?

    Será que deputados federais nada têm a ver com petróleo?

    Será que trabalhadores do ramo do petróleo nada têm a ver com petróleo?

    Será que estudantes nada têm a ver com petróleo?

    Em suma, será que o povo brasileiro, verdadeiro dono do petróleo, nada tem a ver com petróleo?

    Diogo Romero

    18 de outubro de 2013 às 12h03

    Recebeu quanto para defender essa ideia absurda?

João

17 de outubro de 2013 às 19h02

E quem está entregando é a Dilma. Vem aí, a Privataria Petista!

Responder

    J Souza

    17 de outubro de 2013 às 21h31

    O que foi construído em décadas será vendido (“concedido”) a preço de banana em poucos meses… Portos, aeroportos, ferrovias e rodovias a serem “concedidas” por décadas para os estrangeiros!
    “Viva” o entreguismo!

Filipe

17 de outubro de 2013 às 18h37

Continuo perguntando: Por quê ninguém protesta contra as concessões dos aeroportos da Dilma???? Algo muito mais grave e entreguista…

O problema da aviação brasileira não é aeroporto, mas companhias aéreas ineficientes.

Voltando ao Pré-Sal. Participação do governo em regime de partilha de produção (RPP)ou Misto (RPP e Regime de concessão) como no Brasil:

Venezuela (RPP) 88% para o governo
China (RPP) 71% para o gov
Rússia (RPP) 69% para o gov
Angola (RPP) 60% para o gov
Cazaquistão (RPP e RC) 82% para o gov
Nigéria (RPP e RC) 62% para o gov
Argélia (RPP E RC)72% para o gov

Responder

    J Souza

    17 de outubro de 2013 às 21h20

    <>

Filipe

17 de outubro de 2013 às 18h15

Se até o PSDB, DEM (ambos votaram contra o regime da partilha) são a favor de cancelar o leilão é porque o leilão tem que ser feito agora.

Querem atrasar para as companhias americanas participarem depois.

Responder

    francisco.latorre

    17 de outubro de 2013 às 19h40

    tá na cara.

    mais que evidente.

    ..

    aliás. e ademais. qual a dúvida.

    querem impedir a estratégica parceria inter-brics.

    e etc etc.

    todo mundo sabe. ou devia saber.

    ..

    o leilão. vai acontecer.

    e será um sucesso

    a caravana passa.

    ..


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding