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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Em notas, Psol, PT, PCdoB, PCB e MST exigem apuração rápida da bárbarie; em todo o País, espalham-se atos de repúdio

15 de março de 2018 às 12h33

Da Redação

Em repúdio à barbárie executada contra a vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e o motorista Anderson Gomes, espalham-se atos em todo o País nesta quinta-0feira (15/03) (veja o cartaz acima).

Em notas, partidos de esquerda manifestaram seu pesar, exigindo apuração rápida desses crimes hediondos. Confira:

NOTA  DO PSOL

O Partido Socialismo e Liberdade vem a público manifestar seu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Estamos ao lado dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ nesse momento de dor e indignação.

A atuação de Marielle como vereadora e ativista dos direitos humanos orgulha toda a militância do PSOL e será honrada na continuidade de sua luta.

Exigimos apuração imediata e rigorosa desse crime hediondo. Não nos calaremos!

Marielle, PRESENTE!

Executiva Nacional do PSOL

14 de março de 2018.

NOTA DA BANCADA DO PT NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara manifesta profundo pesar pela morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista que a acompanhava, Anderson Gomes,  ambos assassinados na noite desta quarta-feira (14) na cidade do Rio de Janeiro.

Marielle foi executada no momento em que vinha denunciando os abusos de autoridade e a violência contra moradores das favelas e bairros pobres da cidade, por parte de integrantes de um batalhão da Polícia Militar.

Militante dos direitos humanos e ardorosa defensora da igualdade social, Marielle deixa um exemplo para aqueles que lutam por um Brasil mais justo, solidário e desenvolvido.

As circunstâncias em que o crime ocorreu ainda são nebulosas, e a Bancada do PT alia-se a todas as forças democráticas que exigem neste momento uma rápida e rigorosa apuração do crime pelas autoridades da área de segurança

À família de ambos e aos companheiros do PSOL expressamos nossas sinceras condolências e solidariedade neste momento de dor.

Brasília, 14 de março de 2018

Paulo Pimenta (PT-RS), líder do partido na Câmara dos Deputados

NOTA DO PT NACIONAL 

PT nacional 

O brutal assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, é um crime que atinge diretamente a cidadania e a democracia.

Marielle foi executada no momento em que vinha denunciando os abusos de autoridade e a violência contra moradores das favelas e bairros pobres da cidade, por parte de integrantes de um batalhão da Polícia Militar.

O Partido dos Trabalhadores exige imediata e rigorosa apuração deste crime, que desafia abertamente a política de intervenção federal na área de segurança do Rio de Janeiro.

Nossa solidariedade aos familiares e amigos da companheira Marielle.

Vamos prosseguir com sua luta contra a violência e os abusos contra os pobres.

Gleisi Hoffmann

Presidenta nacional do PT

NOTA PCdoB CARIOCA

A notícia da morte de Marielle Franco deixa a todos consternados.

Uma jovem mulher, vereadora, lutadora dos direitos humanos, da juventude e na defesa das mulheres.

Era presidente da comissão de direitos das mulheres da Câmara de Vereadores do Rio.

Recentemente vinha denunciando a violência policial nas comunidades.

Marielle deixa um exemplo de luta e que nos serve de inspiração, mostrando que suas ideias continuam.

É preciso uma apuração rigorosa, que apure e puna os executores.

Que não seja mais um caso da violência cotidiana que assola a cidade.

Nos colocamos ao lado da família, dos amigos e companheiros do PSOL.

Rio de Janeiro, 14 de março de 2018

NOTA DO PCB/RJ

O Partido Comunista Brasileiro se solidariza integralmente com os companheiros, a militância e a direção do Psol, por conta do brutal e lamentável assassinato da companheira Marielle Franco.

Embora não tenham sido divulgados detalhes de mais esta barbárie ocorrida no Rio de Janeiro, o assassinato da mulher negra, eleita vereadora mais votada pelo município do Rio de Janeiro, amplifica mais fortemente a chaga da violência urbana a que está exposta a população pobre e negra brasileira.

A luta pelos direitos humanos não pode cessar diante desta tragédia, que encontra semelhanças infelizes em cada comunidade pobre e periférica do Brasil.

Apesar das poucas informações até o momento, há fortes elementos para suspeita de crime político, encomendado para tentar calar a voz militante que se ergue contra a repressão e a exploração. Não irão silenciar nossa luta!

Exigimos rigorosa investigação e apuração deste crime sob fiscalização de um comitê democrático que reúna partidos políticos, entidades democráticas e movimentos populares.

NOTA DO MST

Companheira Marielle Franco, Presente!

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vem a público, nesse momento de dor, manifestar profundo pesar diante do assassinato de nossa companheira e vereadora do PSOL Marielle Franco, e do companheiro que a acompanhava.

Marielle uma amiga do MST e militante destacada na defesa dos direitos humanos e da igualdade social, deixa um legado de lutas em favor da classe trabalhadora.

Exigimos a rápida apuração desse crime e nos somaremos às mobilizações para que a luta de Marielle não fique impune.

Aos companheiros e companheiras do PSOL e à família, nosso pêsame e nossa mais irrestrita solidariedade.

Rio de Janeiro, 14 de Março de 2018

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

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Carone: Como e quem rouba o nióbio brasileiro

 

2 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

15/03/2018 - 14h50

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Foi Execução Política, Sim!
Não é Hora de Isenção!

Por Mário Bentes, no GGN

https://jornalggn.com.br/noticia/foi-execucao-politica-sim-nao-e-hora-de-isencao-por-mario-bentes
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Responder

Julio Silveira

15/03/2018 - 13h11

Infelizmente o tempo da civilidade e da justiça já passou no Brasil, agora neste novo país de direita corrupta e tirana que estão reconstruindo, o Brazil, aqueles que estão ao lado das bases sociais perderam espaço e prestigio e portanto viraram alvos da corruptalha camuflada que vivem ocultos nas vias sinuosas do poder. Não duvido se o assassino não for um seguidor de um desses golpistas, quem sabe até do homem que responde pela alcunha de mito.

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