VIOMUNDO

Diário da Resistência


Direita surta com obra de Marx para crianças e ataca editora nas redes sociais: “Não vamos recuar”, avisa Ivana
Denúncias Falatório

Direita surta com obra de Marx para crianças e ataca editora nas redes sociais: “Não vamos recuar”, avisa Ivana


22/02/2018 - 19h17

REACIONÁRIOS ENRAIVECIDOS ATACAM EDITORA NAS REDES

Direita surta com lançamento de obra do Marx para crianças pela Boitempo

por Redação, do Esquerda Diário 

Em celebração ao bicentenário de Karl Marx em 2018, a editora Boitempo, conhecida por publicações marxistas, lançou o livro “O Capital para crianças”, com ilustrações de Joan R. Riera e Liliana Fortuny, com o objetivo de apresentar algumas ideias de Marx às crianças de forma lúdica.

Mas parece que a direita não suportou a ideia de que as crianças pudessem saber um pouco sobre a realidade que vivem desde pequenas, descobrindo que a riqueza é produzida pelos seus pais que saem para trabalhar todos os dias, mas concentrada nas mãos dos patrões.

Ivana Jinkings, que é editora da Boitempo, publicou uma foto divulgando a obra, e logo recebeu mensagens e ligações com ofensas, dizendo para que “ensine o comunismo para crianças na PQP” e a xingando de “nojenta”, como podemos ver argumentos que só a direita mais ridícula, reacionária e misógina, a que vê o comunismo na cor do tomate, poderia usar.

Ivana registrou um boletim de ocorrência contra as ofensas e disse que existe um momento “regressivo no país”, com “perdas de direito”, mas que “Não vamos recuar, que ameaças como essas não nos intimidam e serão respondidas com firmeza”.

A Boitempo elegeu esse ano como o “Ano Marx” e lançará diversas obras sobre o autor, parece que a direita vai ter muito o que chorar neste ano.

Nós do Esquerda Diário nos solidarizamos com a Editora Boitempo, contra os ataques da direita reacionária que quer proibir e censurar todo tipo de debate através de ameaças e perseguições.

Leia também:

Com o Brasil rumo ao Mapa da Fome, de volta a Guaribas, a cidade-simbolo do Bolsa Família





23 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Nicole

27 de fevereiro de 2018 às 14h16

Não sei se eu daria esse tipo de livro para uma criança ler. Creio que as crianças devem ser expostas a vários pontos de vista e serem educadas sobre moral, ética e bons princípios, além de história, geografia, filosofia e sociologia aí sim elas podem tomar uma escolha ideológica coerente no futuro. Mas também não daria livros religiosos para elas lerem, coisa que muitos que criticam o Capital para Crianças com certeza fazem. A direita também luta pelo “direito” de cada um educar os próprios filhos como bem entender, querendo retirar as “ideologias” dos colégios, achando que o papel de educar sobre questões políticas e religiosas é dos pais. Porém quando os pais querem educar seus próprios filhos com materiais de esquerda, eles também surtam. Liberdade de ensino para os pais, para a direita, é só a liberdade de ensinar que existem homens invisíveis no céu e que ser gay é algo abominável.

Responder

Pafúncio Brasileiro

25 de fevereiro de 2018 às 22h56

É bom saber que há uma pessoa (Lucas Almeida), que se colocou de direita, mas fez colocações serenas, educadas e de forma competente, valorizando o debate. Se todos de direita fossem assim, não iríamos ter pessoas espalhando ódio e desinformando. Parabéns, Lucas Almeida, mas vou tentar colocar aquí algumas possíveis respostas às suas interessantes indagações:
1 – A questão deve ser observada a cultura existente em Cuba. Creio que pela cultura capitalista, já impregnada nas mentes aquí, tudo deve ter solução pela perspectiva da cultura nossa. O que acho um erro. Será que lá eles tem essa necessidade nossa de “almejar” que o conhecimento adquirido se transforme em riqueza pessoal ? Isto não seria uma criação do próprio capitalismo, para indicar que o ser humano é movido a isto ?
2 – A outra questão sobre a tal burocracia estatal. Isso é um fato, mas também a própria situação do País estar sob uma pressão por décadas dos EUA (embargo economico, base militar em seu próprio território), faz com que o País se sinta acuado e isto faz com que haja um fortalecimento da burocracia estatal e os seus consequentes prejuízos a todos. Como o País deveria se comportar de forma diferente, com n planos de sabotagens externas ?
3 – Se houvesse o respeito a auto-determinação dos povos, creio que não haveria regimes duros, mas acontece que a cultura de imperialismo não quer que isso ocorra. O imperialismo é regido pelo sistema financeiro junto com a indústria armamentista. Ganha-se muito dinheiro e faz-se girar setores economicos com litígios e guerras.
4 – Nós aquí no Brasil, temos um Estado esquadrinhado por diversos tipos de saqueadores, impregnados na máquina pública, não temos este tal livre arbítrio para nos desenvolvermos, somos explorados de forma perversa.

Responder

Julio Silveira

25 de fevereiro de 2018 às 21h03

O Brasil não tem direita, tem corruptos que se afirma direita para justificar para os ignorantes a perseguição a todo aquele que busca melhorias sociais, e distribuição economica mais humana e assim enquadrá-los. Com seu poder economico, tornado militar pelo poder de compra, criaram estigmas para essas pessoas, rotulando-as, hoje são esquerdistas, como já foi comunista, os inimigos numero um do elisões, da corrupção e do sistema venal criado a longa data para servir na formação dessas panelas cleptocraticas, que calcam fundo no erário, sem pudor, e tocam auê quando correm risco de verem suas mamatas expurias sendo questionadas. Querem é um futuro para continuar a saga de expoliação e decadencia que vem impondo ao país a longa data, com seu entreguismo desbragado, fruto dessa maldita associação capitalista mundial que cria desnacionalizados poderosos em nome do capital sem patria, e trairas que fazem tudo por dinheiro, bem a feição do controlador mundial da moeda da base economica, que a usa para criar seus zumbis assassinos de futuro humano.

Responder

Eduardo

25 de fevereiro de 2018 às 19h01

O justo é prender as juízas e juízes que enriquecem com a venda dr de sentenças

Responder

Nelson

24 de fevereiro de 2018 às 23h55

Meu caro Lucas Almeida. Creio que um texto escrito no ano passado, pelo uruguaio Jorge Majfud, responde bem melhor do que eu a várias das tuas indagações ao mesmo tempo em que também questiona algumas das tuas afirmações.

Majfud é filósofo e escritor e, radicado nos EUA, leciona na Universidade da Geórgia, Atlanta. Eu não sei se tu estás acostumado a ler em espanhol e, por isso, peço desculpas por não ter tido tempo para traduzir o texto. A seguir, reproduzo alguns trechos do artigo:

“Na llegada del hombre a la Luna no fue simple consecuencia del capitalismo. Para empezar, ni las universidades públicas ni las privadas son, en sus fundamentos, empresas capitalistas (excepto algunos pocos ejemplos, como el fiasco de Trump University). La NASA tampoco fue nunca una empresa privada sino estatal y, además, se desarrolló gracias a la previa contratación de más de mil ingenieros alemanes, entre ellos Wernher von Braun, que habían experimentado y perfeccionado la tecnología de cohetes en los laboratorios de Hitler, quien invirtió fortunas (cierto, con alguna ayuda económica y moral de las grandes empresas norteamericanas). Todo, el dinero y la planificación, fueron estatales. La Unión Soviética, sobre todo bajo el mando de un dictador como Stalin, ganó la carrera espacial al poner por primera vez en la historia el primer satélite, la primera perra y hasta el primer hombre en órbita doce años antes del Apollo 11 y apenas cuarenta años después de la revolución que convirtió un país atrasado y rural, como Rusia, en una potencia militar e industrial en unas pocas décadas. Nada de eso se entiende como capitalista.”

“La llegada a la Luna como la creación de Internet y las computadoras que se atribuyen al capitalismo fueron básicamente (y, en casos, únicamente) proyectos de gobiernos, no de empresas como Apple o Microsoft. Ninguno de los científicos que trabajaron en esos revolucionarios programas tecnológicos lo hizo como empresario o buscando hacerse ricos. De hecho, muchos de ellos eran ideológicamente anticapitalistas, como Einstein, etc. La mayoría eran profesores asalariados, no los ahora venerados entrepreneurs.”

“A esta realidad hay que agregar otros hechos y un concepto básico: nada de esto surgió de cero en el siglo XIX o en el siglo XX. La energía atómica y las bombas son hijas directas de las especulaciones y los experimentos imaginarios de Albert Einstein, seguido de otros genios asalariados. La llegada del hombre a la Luna hubiese sido imposible sin conceptos básicos como la Tercera ley de Newton. Ni Einstein ni Newton hubiesen desarrollado sus maravillosas matemáticas superiores (ninguna de ellas debidas al capitalismo) sin una plétora de descubrimientos matemáticos introducidos por otras culturas siglos antes. ¿Alguien se imagina el cálculo infinitesimal sin el concepto del cero, sin los números arábigos y sin el algebra (al-jabr), por nombrar unos pocos?”

“Los algoritmos que usan las computadoras y los sistemas de internet no fueron creados ni por un capitalista ni en ningún período capitalista.”

“[…]el tan vanagloriado “vertiginoso progreso” del periodo capitalista no es ninguna novedad. Salvo periodos de catástrofe como lo fue la peste negra durante el siglo XIV, la humanidad ha venido acelerando la aparición de nuevas tecnologías y de recursos disponibles para una creciente parte de la población, como por ejemplo lo fueron las diferentes revoluciones agrícolas. No es necesario ser un genio para advertir que esa aceleración se debe a la acumulación de conocimiento y a la libertad intelectual.”

Bem, Almeida. A íntegra do artigo “¿Realmente debemos la modernidad al capitalismo?-La narratura del capitalismo”, de Jorge Majfud, você pode ler acessando o link http://rebelion.org/noticia.php?id=229647.

De resto, quero agradecê-lo pela instigação ao debate, sereno e sem ofensas, fraterno e sem agressões, única forma de chegarmos a algum consenso para a construção de um país e um mundo melhores onde caibam todos, onde cada ser humano possa viver a vida digna a que tem direito.

Responder

C.C.F.

24 de fevereiro de 2018 às 00h56

Não se ensina aquilo que criança não tem idade e mentalidade suficiente para entender (de forma objetiva). Fazem isso porque os pais devem ensinar aos seus filhos, desde a infância e filhas valores, princípios e educação em casa dos quais a criança entenderá de forma objetiva. Os esquerdistas querem impregnar essa visão nas crianças desde cedo para que fique tudo subjetivo para elas. Porque eles sabem que desde cedo o papel dos pais e da escola de ensinar as coisas acerca do mundo do jeito que elas e são tomam uma forma construtiva para as crianças nas vidas delas conforme o tempo passa. E esquerdistas não fazem isto, eles investem no oposto a isto. Se eu colocasse anunciasse e colocasse nas prateleiras o livro ” Mein Kampf ” de Adolf Hitler apenas para o público jovem (crianças e adolescentes) e desde que fossem descendentes da raça ariana e falasse que seria para eles tomarem apenas conhecimento de seus antepassados, o que vocês imaginariam que eu estivesse almejando?! Se fosse apenas mais uma edição de O Capital para o jovens de universidades e adultos curiosos com mais história e mais revelações sobre o que Marx afirmava, aí tudo bem, se despertar interesse pegue o livre, dê uma lida, gostou compre, se não devolva na prateleira, aí tudo bem…mas não direcionado para crianças. Não se ensina coisas das quais não fazem parte do mundo da criança. Toda criança tem a sua hora e seu tempo para ler, se interessar e fazer as coisas que ela deseja fazer e não por força de qualquer adulto.

Responder

    Ruy Mauricio de Lima e Silva Neto

    24 de fevereiro de 2018 às 13h02

    Sei, agora crianças podem (e devem) desde cedo, só sintonizando a Grobo e alhures, assistir ao Capitão América, ao Rambo, ao Cobra, ao Rocky, ao Batman, ao Super-Homem e quejandos, não é mesmo? Muito benéficos para a sua futura concepção de Capitalismo e Democracia, não é mesmo? Tá certo…

    qwert

    24 de fevereiro de 2018 às 15h48

    Bem, meu caro.
    Percebo que ninguém aqui está falando em ensinar. Educar uma criança não é um adestramento ou pelo menos não deveria. Um livro que possui um formato direcionado ao público infantil apenas possui uma linguagem compatível com a maturidade intelectual esperada para esta faixa etária e isto independe da complexidade do tema abordado. Devemos também considerar que as crianças possuem uma variância quando esta capacidade e que a maioria dos adultos estacionam seu desenvolvimento na adolescência. Cada um tem o seu ritmo e se você já está preparado para “aprender” alguma coisa, você na realidade não precisa mais aprendê-la. Não existe uma idade certa para aprender algo e espero que se tiveres um filho/a e se algum dia ele se esticar para pegar um livro na prateleira mais alta você não o impeça. Tenho certeza que se o livro despertar sua curiosidade isto poderá ser uma porta para um mundo novo a ser descoberto.

    Hudson

    24 de fevereiro de 2018 às 16h03

    Diga isso a quem defende “Bíblia para crianças”.

Nelson

23 de fevereiro de 2018 às 22h13

Lembro que o sociólogo e filósofo alemão, Robert Kurz – ele nos deixou cedo tinha apenas 68 anos – já alertava que os neoliberais estão convencidos de que se o sistema deles não der certo, nenhum outro dará. É por isso que eu acho que se trata de fundamentalismo, e fanático, ou fanatismo fundamentalista.

Os caras estão vendo – está claro demais – que o sistema deles está levando o planeta à destruição e seguem insistindo com as mesmas receitas.

E não se trata do pipoqueiro ou vendedor de churros ali da esquina, que, a princípio, não tem a capacidade necessária para entender o que está se passando. Não. Eles são graduados, pós-graduados, mestres, doutores, PHDs em Economia, Administração, Sociologia e o escambau. Portanto, não podem se escusar com a desculpa de não estarem sabendo das coisas.

Então, amigo, só pode ser fanatismo e fundamentalismo.

Responder

ari

23 de fevereiro de 2018 às 19h32

Ué, nas existem livros de religião para crianças?

Responder

Jose Roberto de Paula Barreira

23 de fevereiro de 2018 às 19h28

Essa esquerda nao deveria se incomodar com o que desconhecem, pois basta perguntar para todos aqueles que malharam a editora se alguma vez na vida leram O Capital, para concluir que todos, sem exceção, jamais se interessaram pela leitura, sabendo somente dizer que comunista comem criancinhas, cuja informação tiveram acesso oela.rede “grobo”.

Responder

enganado

23 de fevereiro de 2018 às 15h26

Vou fazer uma cartilha com os constrangimentos / roubos / falcatruas / . . . etc que Direita pratica, dando como exemplo a rede globo, e gostaria de saber se seria xingado pelos mesmos ofensores .

Responder

Maria Thereza

23 de fevereiro de 2018 às 15h23

estamos sob o jugo de um bando de trogloditas que ainda tem seguidores. Faço minhas as palavras dos comentaristas. Parabéns à editora e vou comprar o livro assim que sair.

Responder

Morvan

23 de fevereiro de 2018 às 14h44

Boa tarde. A iniciativa da editora é louvável e, como enuncia o artigo, a direita vai ter muito trabalho para colocar no Index Libroum Prohibitorum o que vem por aí, quando, como lembra nosso amigo Nelson, talvez fosse mais simples mostrar as virtudes do capitalismo (deve haver, uma que seja, sei lá). Lembra, tal trabalho editorial, inclusive, para os jovenzinhos, os “Cadernos de Política”. Saudades dos “Cadernos”.
Muito bom. Parabéns, Boitempo, editora que não se limita a tratar de gado bovino ou de simples efemérides.

Saudações “#ForaTemerGolpsista; Eleger o ‘Jara’, recobrar o país das mãos dos destruidores. Reformas do Golpiciário e midiática, urgente. Com esta curriola togada, jamais teremos democracia“,
Morvan, Usuário GNU-Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use GNU-Linux.

Responder

Guilherme

23 de fevereiro de 2018 às 13h33

Um certo velhaco oportunista, belicista, agente infiltrado da CIA e sofista já deve estar esfregando as mãos:

– Vou lançar o livro “Lições do Vovô Olavo para Crianças”.

Responder

Nelson

23 de fevereiro de 2018 às 11h27

Eu fico me perguntando. O capitalismo não é o melhor – muito melhor – sistema sócio-econômico-produtivo, como quer nos fazer crer essa direita fanática e fundamentalista?

Se a coisa é como quer essa direita, qual a razão de ela “se pelar” de medo? Não seria simples colocar as coisas em um debate franco e aberto? As virtudes superiores, supostas, do capitalismo não sobrepujariam facilmente as apresentadas pelo comunismo?

Não ficaria simples também convencer as pessoas, as crianças, nesse caso, de que teriam tudo a perder enveredando pelo preconizado por Marx?

Ou a direita não tem tanta certeza assim de que o sistema por ela adorado é superior e procura, como sempre procurou, “tapar o sol com a peneira”?

Responder

Rosemario Porfirio

23 de fevereiro de 2018 às 10h58

A impressão é que se vê duas platéias no jogo democrático, fisicamente bem definidas. Mas essas platéias não percebem que tudo o qual se trata da esquerda é pelo social, suprapartidário. Enquanto o que se vê na direita, são excessos, incluindo tudo relativo a imposição ditatorial. Ou seja, eu entendo, que não há essa falácia de esquerda e direita, mas democracia e ditadura, sejam elas quais foram, simples assim.

Responder

David

23 de fevereiro de 2018 às 10h49

Nada de recuar.
Temos que peitar esses ignorantes fedorentos.
Já estou providenciando a compra da publicação para dar de presente para o meu neto.
A editora tem que promover uma ampla campanha de divulgação.

Responder

Luiz Carlos P. Oliveira

23 de fevereiro de 2018 às 10h06

O que poderíamos esperar de gente cuja única argumentação é “vai prá Cuba”? Tenho dó dessa gente alienada.

Responder

    qwert

    23 de fevereiro de 2018 às 15h33

    Costumo responder com uma outra pergunta. Você prefere ir para Cuba ou para o Haiti? Apenas 100Km separam as duas nações. Ou talvez prefira Honduras? Bem, no mundo não faltam países capitalistas que poderiam ser citados para o comparativo. Muitos desses que mencionam Cuba esquecem que este país está em 4 lugar no IDH Americano e o Brasil em 15. Pois é, ironicamente, em muitos países o seu povo tem toda a “liberdade” para viver na miséria e ser “prisioneiro” neste status social. Acham que o Brasil poderia seguir o exemplo dos EUA e se iludem que este repartiria o bolo da riqueza em partes iguais solidariamente. Afinal, qual capitalista quer perder algo para outro?

Antonio Claudio de Jesus

23 de fevereiro de 2018 às 08h21

Vamos celebrar a estupidez humana / A estupidez de todas as nações / O meu país e sua corja de assassinos / Covardes, estupradores e ladrões / Vamos.

Responder

a.ali

22 de fevereiro de 2018 às 23h12

direita merdinha… tem de recuar, não! damos a maior forca a boitempo.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding