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Diário da Resistência


CPTM: Alckmin se diz “vítima” de ação pela qual também é responsável
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CPTM: Alckmin se diz “vítima” de ação pela qual também é responsável


08/12/2014 - 16h12

CPTM e Alckmin

Mário Bandeira, presidente atual da CPTM e também em 2005, quando o aditivo foi fraudado. Alckmin era governador naquela época

2 - 12440 foto alstom trem

Em 6 de fevereiro de 2006, Alckmin foi à Alstom para autorizar o início da fabricação de 12 trens da CPTM

por Conceição Lemes

Há um ano o Viomundo denunciou: O dia em que Alckmin foi à Alstom e autorizou trens que seriam superfaturados.  

A reportagem referia-se ao fraudulento aditivo do contrato 00/95 celebrado entre Cofesbra  – o Consórcio Ferroviário Espanhol-Brasileiro, integrado pela Alstom Brasil, Bombardier e CAF Brasil e respectivas matrizes –, e CPTM — Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.  Ele visava à compra de 12 trens por R$ 223,5 milhões.

alston e alckmin3

O aditivo foi publicado no Diário  Oficial do Estado de São Paulo em 28 de dezembro de 2005.

Só que, segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCESP), houve superfaturamento. A decisão foi tomada em 2 de outubro de 2007 no processo nº TCE 5408/026/1995.

E em 2008,  a bancada do PT entrou com representação contra este superfaturamento e a prorrogação ilegal do contrato.

Em 2013, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) identificou “grave irregularidade no sexto aditamento, verdadeira fraude à licitação e desvirtuamento total do contrato inicial”.

alston e alkmin 2

Relembrando, já que há leitores novos chegando ao Viomundo.

A concorrência foi feita em 1995 e o contrato fechado no mesmo ano por Mário Covas (PSDB), o governador à época.

O aditamento foi considerado ilegal, pois havia sido assinado quase 10anos  depois do contrato original. Era o sexto do contrato 00/95!

A investigação mostrou aumento de 73,69% no valor da compra dos trens. Ou seja, superfaturamento de R$ 160 milhões, que em valores corrigidos chegam a  R$ 430 milhões. Isto foi possível descobrir devido a uma proposta mais barata da  Mitsui, que se encontra em poder do Ministério Público do Estado de São Paulo.

O presidente da CPTM em 2005 era o mesmo dos dias atuais: Mário Manuel Seabra Bandeira.

Ele é um dos 33 indiciados pela Polícia Federal (PF) no inquérito que investigou o cartel metroferroviário paulista, entre 1998 e 2008, nos governos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB. A CPTM tem outro diretor indiciado: José Luiz Lavorente.

O inquérito da PF sobre a ação do cartel – conhecido como trensalão, ou propinoduto tucano — foi presidido pelo delegado Mílton Fornazari Júnior.

Em seu relatório final, Fornazari afirma que Mário Bandeira cometeu fraude; ele deveria ter aberto nova licitação já que tinham se  passado quase 10 anos da celebração do contrato inicial; e que ele foi o principal idealizador do sexto aditivo.

CPTM 1

cptm3

cptm4-001

Na sexta-feira, 5 de dezembro, o promotor Marcelo Milani, do Ministério Público do Estado de São Paulo  (MPE-SP), defendeu o afastamento de Mário Bandeira:

“Eu não acho, eu tenho certeza (de que Bandeira deveria ser afastado). Mas eu não sou o governador do Estado. Eu sou promotor”. Milani é o autor da ação que pede a dissolução de 11 empresas sob suspeita de cartel e o ressarcimento de R$ 418,3 milhões aos cofres públicos.

Apesar de a PF indiciar Bandeira e o MP pedir o seu afastamento, Alckmin saiu em defesa do presidente da CPTM.

O governador disse ao Estadão que “o doutor Mário Bandeira é pessoa extremamente respeitada” e que é é preciso “cuidado para não fazer injustiça com as pessoas”.

Alckmin disse ainda que, no caso do cartel, o governo de São Paulo “é vítima”.

CPTM 5

Já os diretores da CPTM, segundo nota da estatal,  “não irão se manifestar, uma vez que não tiveram acesso ao conteúdo do processo em razão do segredo de Justiça.”

Além disso, os “executivos negam veementemente qualquer prática irregular na condução dos processos licitatórios, desconhecendo completamente qualquer acusação”.

Viveriam Bandeira e Lavorente em Marte, já que dizem desconhecer completamente qualquer acusação?

Ou estaria faltando óleo de peroba para ambos, assim como para o governador?

Aparentemente Alckmin quer tirar do foco Mário Bandeira e seus subordinados diretos, que são os diretores. E de quebra esconder nomes como  Mário Covas, José Serra e dele próprio, Geraldo Alckmin.

Dizer que o governo é “vítima” do cartel é muita desfaçatez.

Em fevereiro de 2006, antes de se desincompatibilizar para disputar a Presidência da República, o então governador  Alckmin (PSDB) foi à  sede da Alstom, no bairro da Lapa, na capital,  para autorizar o  Consórcio Cofesbra a dar início à fabricação dos 12 trens contemplados no sexto aditivo com a CPTM.  Teve até plateia de funcionários, empresários e executivos.

4 - 12442 foto visita fabrica alstom

1 - 12439 foto alstom geraldo 2006

O evento foi notícia no portal do governo paulista.

alckmin na alston

Ou será que um clone do governador  Alckmin foi à Alstom?

Como em 20 anos de governos tucanos de Covas, Alckmin e Serra nunca perceberam a ação dos cartéis ?

Como explicar os corruptores sem corrompidos no alto escalão? Não cola colocar barnabés bagrinhos no papel de bodes expiatórios.

Como explicar que as empresas do cartel deram milhões de reais para as campanhas de todos esses governos do PSDB paulista?

E mais ainda. Como essas empresas do cartel continuam tendo contratos e ganhando licitações no governo paulista,  como já começa a mostrar a Operação Lava Jato ao revelar que elas atuaram também no Metrô de São Paulo e na Sabesp?

Muitas perguntas e nenhuma resposta convincente de Geraldo Alckmin.

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24 comentários

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Maria

10 de dezembro de 2014 às 17h25

http://geraldoalckminpsdb.blogspot.com.br/2013/12/dinheiro-de-propina-de-trens-abasteceu.html

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Nelson Sales e Silva.

09 de dezembro de 2014 às 22h01

É lamentavel ver pessoas revestidos de autoridade , usando dela para fazer politica partidária

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andre

09 de dezembro de 2014 às 20h07

Documento apreendido na Camargo Corrêa traz nova planilha com nomes de políticos tucanos
A PF apreendeu na sede da empreiteira uma tabela dos anos 1990 que relaciona políticos, obras e valores em dólar – entre eles, o então senador tucano por São Paulo, Mario Covas, o vice-presidente da República e o tucano José Aníbal, suplente do senador José Serra, também do PSDB

Em 2009, a empreiteira Camargo Corrêa foi alvo da operação Castelo de Areia, que apurava suspeitas de corrupção e pagamento de propina a políticos para a obtenção de contratos com o governo. Na casa de um diretor da empresa, a PF apreendeu uma planilha cheia de siglas, nomes e números. Na ocasião, muitos atribuíram àquela planilha o caráter de prova definitiva de como o caixa dois da Camargo era gerido, interpretavam siglas e nomes como se fossem políticos a quem se destinava propina. Isso nunca foi comprovado, e a Castelo de Areia não durou muito. O Superior Tribunal de Justiça suspendeu a investigação em 2010 e anulou todas as provas, entre elas a tal planilha. A Procuradoria-Geral da República recorreu ao Supremo Tribunal Federal, mas o STF ainda não se manifestou.

Há três semanas, no curso das investigações da operação Lava Jato, a Polícia Federal prendeu três diretores da Camargo Corrêa, acusados de participar de um esquema de corrupção na Petrobras. Na ocasião, apelidada pela PF de “Juízo Final”, os investigadores também apreenderam na sede da Camargo uma outra planilha. Desta vez, uma tabela impressa, com nomes por extenso, em letra de forma. No documento, os executivos da Camargo registram seis colunas: município, tipo de obra, valor estimado, projeto, edital e parlamentar. Na coluna de parlamentares, surgem nomes de políticos e valores em dólares. Na coluna de obras, aparecem 12 delas, todas em São Paulo, ordenadas por prioridade. Os números somam, segundo o documento, US$ 260 milhões. Sete políticos são citados ao lado de valores. A PF suspeita que esses valores se refiram a propina paga a esses políticos, provavelmente entre 1990 e 1995. Não há, porém, nenhuma confirmação substantiva disso até o momento.

Entre os políticos relacionados na planilha, então o governador de São Paulo entre 1994 e 2001, Mario Covas (1930-2001); o atual vice-presidente da República, Michel Temer, deputado pelo PMDB nos anos 1990; o então deputado e depois prefeito de Araçatuba pelo então PFL, Jorge Maluly Netto (1931-2012); e o então deputado e atual suplente de senador eleito por São Paulo José Aníbal (PSDB).

O documento relaciona Temer a dois pagamentos de US$ 40 mil (o nome dele está grafado incorretamente, como “Themer”). Um dos projetos citados com o nome de Temer envolve uma obra de pavimentação em Araçatuba. Estimava-se o projeto em US$ 18 milhões. Ele estava listado como “contratado”. Uma segunda menção a Temer está associada à duplicação de uma rodovia em Praia Grande. O projeto também era estimado em US$ 18 milhões. Nessa obra, contudo, a situação do projeto aparece como “em elaboração”. Por escrito, Temer negou ter recebido valores da Camargo Corrêa. “As questões levantadas são completamente desvinculadas da atividade pública e sem nexo com o histórico do então deputado Michel Temer no parlamento”, disse. “O vice-presidente da República jamais recebeu, em qualquer tempo, valores da construtora Camargo Corrêa.” Temer disse ainda que não apresentou emendas parlamentares para obras de canalização e pavimentação em Araçatuba, ou para duplicação de rodovia em Praia Grande.

Na década de 1990, contratos da Prefeitura de Araçatuba com a Camargo Corrêa foram firmados, depois cancelados, por suspeita de superfaturamento. Em 1995, a área técnica do Tribunal de Contas de São Paulo encontrou falhas nos procedimentos para os pagamentos à Camargo, mas o contrato foi julgado regular pelos conselheiros. Dez anos depois, o então prefeito de Araçatuba, Maluly Netto, resolveu pagar o que a Camargo não recebera pela obra, já que ela cobrava na Justiça pelo serviço. Maluly era deputado na década de 1990 e aparece na tabela ao lado da cifra de US$ 150 mil e do nome de Temer.

O então deputado tucano José Aníbal, hoje suplente do senador José Serra, aparece três vezes na lista. Os pagamentos a ele, segundo o documento, somam US$ 90 mil. O primeiro, de US$ 40 mil, relacionado a um projeto de “canalização, pavimentação e ponte” em Botucatu. O segundo pagamento (US$ 30 mil) e o terceiro (US$ 20 mil), a um projeto que envolvia canalização, pavimentação e a construção de uma barragem em Jundiaí.

José Aníbal negou veementemente qualquer relação com pagamentos da Camargo. Disse ainda que o documento é uma armação. “Não tenho o menor conhecimento disso, posso até levantar com minha equipe se é alguma emenda parlamentar. Mas meu nome referido a algum valor é uma difamação. Isso é um nojo, é absolutamente forjado. Não tenho relações dessa natureza. É uma fraude total. É preparado por alguém, com objetivo de prejudicar a oposição. Não ter datas dos projetos é um indicativo muito forte de que é uma armação. Tem muita gente interessada em embaralhar todas as cartas”, afirmou.

Uma das hipóteses para os pagamentos descritos na tabela da Camargo envolve emendas parlamentares, um instrumento em que deputados e senadores destinam verbas do orçamento a projetos públicos, sobretudo obras. Em sua defesa, Aníbal pediu a seu advogado que mostrasse a ÉPOCA todas as emendas parlamentares de sua autoria, desde os anos 90. Nas emendas parlamentares de Aníbal, há uma de R$ 200 mil, em 1995, para uma barragem em Jundiaí, como descrito na tabela da Camargo Corrêa. Naquele momento, o sistema de acompanhamento de emendas ainda era precário, portanto não é possível saber se o valor foi mesmo desembolsado. No sistema, todas as emendas de Aníbal aparecem zeradas em 1995. A assessoria de José Aníbal afirmou que, em 1995, não houve desembolso de emendas em razão da troca da moeda para o real. Nos anos seguintes, não há emendas similares aos projetos descritos na tabela.

Em nota, a Camargo Corrêa afirmou que “desconhece a referida planilha, razão pela qual não pode comentar”.

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Paulo Brasil

09 de dezembro de 2014 às 16h51

Nunca vi criminoso assumir a culpa.

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Marat

09 de dezembro de 2014 às 16h17

Os trigêmeos (PSDB-PIG-judiciário) padecem do mesmo mal: Ojeriza à verdade!

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Fernando Cesar Ferreira

09 de dezembro de 2014 às 13h03

Que diferença do artigo, no O Globo, do militante tucano Marco Antônio Villa. Ele faz as mesmas perguntas para o Lula em relação a Petrobrás, mas lá é só histeria sem fatos ou provas. Neste artigo da Conceição Lemes a informação, os fatos e as relações são cristalinas.

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Marcelo Gaúcho

09 de dezembro de 2014 às 10h45

O criminoso sempre dirá que é vítima.

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Eduardo Lima

09 de dezembro de 2014 às 08h55

Nas batalhas de antigamente, e creio que até hoje, seja uma legião, ou os regimentos, ou mesmo exércitos inteiros que perdiam seus estandartes sofriam a pior humilhação imposta pelos inimigos. As tropas de César que desembarcaram na Britânia (Inglaterra) recusavam-se a descer dos navios até que o porta estandarte pulou na água, obrigando todos os demais a segui-lo, pois se ele fosse capturado, a legião ficaria humilhada. Depois que o governo vencer o 3º turno, a prorrogação e a cobrança de pênaltis, será hora de impor aos raivosos adversários a derrota definitiva, tomando-lhes as Bandeiras, os símbolos, os estandartes. Óbvio que a intenção, neste caso, não é humilhar ninguém, mas deixá-los sem discurso.

BANDEIRAS DA DIREITA. Algumas delas encontram eco nos medos e anseios da Classe C, que precisa ser reconquistada pelo governo, especialmente a do Centro-Sul do país. O governo pode se apossar de algumas delas como já fez antes? Como fazê-lo? É importante debater a questão? É o que o texto do link abaixo procura fazer: refletir a respeito.

http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR5.html

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Romanelli

09 de dezembro de 2014 às 08h00

Acho que a situação de Alckimin seria muito mais séria se ele tivesse sido membro do Conselho da CBTM à época, ou se apresentado como técnico capacitado pro país ..quem sabe então se tivesse sido secretário da pasta estadual responsável pela área.

Da foram como foi colocado, prum país como o nosso que ainda solta mesmo diante da mentira e da confissão se não dado em flagrante, é difícil ligar-se tuto (ou então LULA tb deveria ter sido responsabilizado pelo mensalão, não ?! ..penso que há limites de bom senso e de onipresença pros administradores públicos)

no mais é aquilo, o desvio, parece, não foi além do de igual montante para DOIS gerentes da Petrobrás ..isso é troco de pinga, diriam ..OU, se eles podem, pq nós não, dirão os bicudos ..pois é..

Gente por favor, afiem suas foices com a ética e o justo, se pra UM pra todos ..o corte tem que ser raso cumpadi, ou então, então continuaremos inseridos neste imenso circo chamado BRASIL

Responder

Ubiratan Rosa Passos

09 de dezembro de 2014 às 05h07

Companheiros, que nos conformemos: a Dilma não assume ou, se assumir, será cassada!
PF (pontoo final)+PIG+GILMAR “DANTAS”=…

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jose carlos lima

08 de dezembro de 2014 às 23h11

Ah se fosse o PT,,..o pig estaria em festa dizendo que o governador sabia…rsss

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Sta. Catarina

08 de dezembro de 2014 às 22h07

Pior é que não acredito que esta investigação dará algum resultado. Logo,logo darão um cala boca neste promotor “atrevido” e uma vez mais o processo irá para uma caixa para dormir seu sono eterno.

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Francisco

08 de dezembro de 2014 às 21h17

Ele fez, faz e fará.

A mim me cabe calar a boca, sem reclamar.

Ele pode. Ele é tucano.

PS. Quem não pode é petista. E eu.

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Ana Maria

08 de dezembro de 2014 às 21h12

O cara de pau cínico não sabe de nada oh!!!!inocente, a justiça principalmente em SP e no país só serve para investigar e condenar se o alvo for do PT,ai sim se condena até mesmo pelo domínio do fato sem provas mesmo, vale tudo. Estou muito revoltada com tanta injustiça,o PSDB e essa mídia golpista tem que acabar.

Responder

FrancoAtirador

08 de dezembro de 2014 às 21h06

.
.
Se os Marinho, os Mesquita, os Frias e os Civita

disserem aos paulistas que a culpa é do Haddad,

do Lula, da Dilma, do PT ou do Fórum Bolivariano,

indiscutivelmente e inquestionavelmente será.
.
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Responder

Julio Silveira

08 de dezembro de 2014 às 21h00

Kkkkkkkkkkk, e tem gente que defende esses caras. Os experts no plantio de bombas de efeito retardado para carcomer seus opositores e aonda lucrarem se fazendo de vitimas.

Responder

Jader

08 de dezembro de 2014 às 20h29

Não duvido da responsabilidade do Alckmin pelo cartel do metrô. Não ponho a mão no fogo por ninguém.
Mas a mesma analogia deveria ser usada por este site quando se trata do cartel da Petrobras. Ou seja, também é responsabilidade de Lula e Dilma. Certo?

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    marco

    09 de dezembro de 2014 às 05h58

    Petrobras é uma S/A a qual o sócio maior é o governo brasileiro, seus contratos devem e podem ser auditados sempre por seus acionistas. é caso do metro e da cptm de são paulo?

Giusepe

08 de dezembro de 2014 às 20h22

Esse caso do metro de SP só virá a luz, quando aparecer algum envolvimento de alguém do PT.

Responder

Mário SF Alves

08 de dezembro de 2014 às 19h20

“Como explicar os corruptores sem corrompidos no alto escalão? Não cola colocar barnabés bagrinhos no papel de bodes expiatórios.

De fato.

Importante agora é saber o tamanho do rombo.

Assim fica mais fácil estimar o quanto pode ter sido utilizado para animar o silêncio/conivência de certas empresas do ramo das comunicações seletivas, criminosas e/ou ilegalmente partidarizadas.

Responder

Edgar Rocha

08 de dezembro de 2014 às 19h12

Chumbo trocado. Como sempre, acuam o Governo Federal e ele truca. No fim, a Globo abafa. Pra ambos.

Responder

renato

08 de dezembro de 2014 às 19h11

Cara de pau…meu!!!
Mas vai cair.

Responder

    renato

    08 de dezembro de 2014 às 19h12

    Tinha o Dominio do Fato, no cabresto.

vera Nilce

08 de dezembro de 2014 às 17h21

Só mesmo a impunidade desses tucanos permite tanto cinismo conosco

Responder

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