Ângela Carrato: Globo mente, manipula e omite sobre Moraes e Irã e se dá mal

Tempo de leitura: 10 min

Por Ângela Carrato*, especial para o Viomundo

A edição do Jornal Nacional desta sexta-feira (6/3) foi cuidadosamente preparada para funcionar como um exocet. O objetivo era consolidar a narrativa que joga o ministro do STF, Alexandre de Moraes, no centro do escândalo de corrupção do banco Master, além de incluir o próprio governo Lula na história.

Não deu certo.

Na cobertura internacional, o objetivo era continuar com as manipulações e mentiras que tentam vender para a opinião pública que os Estados Unidos e Israel, para o bem da humanidade, estão vencendo a guerra contra o Irã.

Igualmente não deu certo.

Para piorar, a omissão de que Trump convocou todos os presidentes de direita e extrema-direita da América Latina para uma reunião neste sábado em Miami, explicitou o lado da família Marinho e deixou claro que ela faz de tudo para sabotar o governo Lula.

O EXOCET QUE FLOPOU

Há muitas maneiras para se construir e editar uma reportagem.

A escolhida pelo JN sobre o banco Master, nesta sexta-feira, foi a “didática”: aparentemente apoiada em informações e relatos, induz a opinião pública a chegar à conclusão desejada pelos donos da Globo.

Vamos aos fatos.

A reportagem sobre “o escândalo do banco Master” durou 20 minutos e ocupou todo o primeiro bloco.

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Começou apresentando, com riqueza de detalhes, a transferência do ex-poderoso banqueiro Daniel Vorcaro de uma prisão em São Paulo para outra em Brasília.

São mostradas imagens dele antes e agora, com cabeça raspada, uniforme de presidiário e sua nova rotina: cela de pouco mais de seis metros quadrados, duas horas de banho de sol e seis refeições diárias.

A mensagem é clara e serviu para exaltar o trabalho da Polícia Federal e do ministro do STF, André Mendonça, que determinou a sua nova prisão e transferência para a capital federal.

A ordem foi emitida no âmbito da Operação Compliance Zero, focando em suspeitas de fraude e obstrução da justiça, além de supostas ameaças contra jornalistas.

Delimitava-se, assim, quem era o bandido e quais os mocinhos.

Na sequência, a reportagem tenta desqualificar o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e jogá-lo contra a Polícia Federal, dizendo que ele teria argumentado “tempo exíguo” para analisar profundamente as informações da PF antes da operação, o que levou a críticas sobre sua suposta “leniência”.

O JN insinua tolerância de Gonet para com a corrupção e bandidos, ao passo que a Polícia Federal novamente seria a encarnação do bem.

Vale lembrar que houve proximidade absoluta entre setores da PF e a Globo durante a Operação Lava Jato (2017-2021).

Foram vazadas com exclusividade para a emissora informações que interessavam a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol, apresentadas como expressão da verdade e utilizadas para justificar e prender, sem quaisquer provas, durante 580 dias, o então ex-presidente Lula.

André Mendonça ocupa no momento o espaço que no passado recente o JN dedicou a Moro.

Após este enquadramento, a reportagem passa ao que realmente interessa à família Marinho: provar que a colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar, estava certa quando denunciou em off e sem provas, que o ministro Alexandre de Moraes interferiu junto ao Banco Central para salvar Vorcaro, por sua esposa, a advogada Viviane Barci, ter contrato milionário com o banco Master.

O tal contrato que, até agora, apenas Malu Gaspar viu, se trata de uma minuta digital, sem assinatura, localizado pela PF num dos celulares de Vorcaro.

O fato de Alexandre de Moraes não ter se pronunciado sobre o assunto, fez com que o grupo Globo transformasse seu silêncio em prova de que ele, por interesses pecuniários, teria interferido junto ao Banco Central para salvar o Master da liquidação extrajudicial, que aconteceu em 18 de novembro do ano passado.

Se Moraes já era alvo das críticas do Centrão e da extrema-direita pela posição inflexível com que conduziu o julgamento e prisão dos que tentaram dar um golpe em 8 de janeiro de 2023, as novas “evidências” justificariam o descrédito do ministro e abririam caminho para o seu impeachment.

Como aconteceu na Operação Lava Jato, a sua versão 2.0 em curso se valeria da pressão da opinião pública, “indignada diante de tanta corrupção”, para desacreditar Moraes e enfraquecer o STF.

O exocet viria em seguida, com a mesma Malu Gaspar, dando outro “furo” de reportagem, ao divulgar que nas mensagens trocadas entre Vorcaro em um dos seus celulares periciados pela Polícia Federal, constavam conversas nada republicanas entre o então banqueiro e Moraes, inclusive em 17 de novembro, quando foi preso, tentando fugir para a ilha de Malta, no mar Mediterrâneo, na véspera da liquidação do seu banco.

As conversas teriam começado cedo, pouco depois das 7h, e tinham como teor pedidos de Vorcaro para que Moraes o ajudasse, pois dizia estar concluindo negociações para vender o Master.

As conversas, em tom informal, terminavam às 19h48, uma hora antes de Vorcaro ser preso no aeroporto de Guarulhos, tentando fugir. Sua última pergunta ao ministro teria sido: “alguma novidade?”

As informações divulgadas por Malu Gaspar pareciam incontestáveis.

Só que não.

As mensagens trocadas entre Vorcaro e o suposto ministro, não tinham respostas. Para a reportagem do JN a explicação era de que não foram redigidas no WhatsApp, mas no bloco de notas, valendo-se de dispositivo que, uma vez lidas, desaparecem automaticamente. Explicação que o JN deu para não se ter acesso às respostas de Moraes.

Tudo bastante coerente para incriminar o ministro, exceto por um detalhe.

Nenhum dos números utilizados para o contato coincidem com os de Moraes. Além disso, a inclusão de um nome na agenda do celular é um ato unilateral.

O JN acabou tendo que divulgar, no final da própria reportagem, que Moraes havia, em nota, desmentindo o contato com Vorcaro, ao mesmo tempo em que o STF divulgava comunicado à imprensa, desqualificando tecnicamente a reportagem do JN.

Outro detalhe que a reportagem omitiu é que não existe um só A.M., iniciais que o JN cravou como sendo do ministro.

Resultado da lambança: a nova acusação sem provas contra um ministro do STF dificilmente não redundará em processo contra Malu Gaspar.

Se o telejornal da família Marinho quisesse se aprofundar na investigação sobre a corrupção do Master, o caminho seria ir fundo na atuação de governadores de extrema-direita como Cláudio Castro, do Rio de Janeiro, Clécio Luis, do Amapá, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, que usaram fundos de pensão de funcionários de seus estados para capitalizar o Master.

Ibaneis fez ainda pior. O BRB adquiriu cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito possivelmente fraudadas do banco Master, gerando prejuízos bilionários para a instituição.

O telejornal da família Marinho poderia, por exemplo, noticiar os R$ 3 milhões que o cunhado e operador de Vorcaro, Fabiano Zettel, doou para Jair Bolsonaro, e os R$ 2 milhões igualmente doados para Tarcísio de Freitas, durante as eleições de 2022.

A denúncia foi feita por Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, agremiação do próprio Bolsonaro e, claro, despertaria muito interesse.

Curiosamente, o JN não se interessou pelo assunto. Como dizia o patriarca Roberto Marinho, tão importante quanto divulgar um fato é esconder a sua existência.

Também passou longe desta edição do JN, as denúncias de que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), se valeu por 10 vezes de jatinho do Master para fazer campanha para si e para Bolsonaro em 2022.

A absurda resposta de Nikolas de que não sabia a quem pertencia a aeronave, associada a não ter declarado a sua utilização, constitui crime eleitoral, passível de cassação de mandato.

A família Marinho parece considerar que o assunto não é de interesse público.

Também deve ter considerado como não possuindo interesse público, o fato do pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, não precisar ter seu sigilo bancário quebrado, mesmo diante de tantas acusações e suspeitas que pairam sobre ele. A quebra de seu sigilo tem sido barrada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS.

Mesmo havendo evidente elo entre a corrupção no INSS nos governos Temer e Bolsonaro e a corrupção do banco Master, o JN prefere desconhecer o assunto e endossar todas as irregularidades perpetradas por Vianna e parlamentares de extrema-direita que integram a CPMI. Parlamentares que vem impedindo que requerimentos envolvendo Nikolas e a quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro sejam aprovados.

Por outro lado, o JN e toda a mídia corporativa, oligárquica, hereditária e familiar foi para cima do filho do presidente Lula, Fábio Luiz, quebrando seus sigilos bancário e fiscal no período de 2022 a janeiro de 2026.

O objetivo era atingir Lula, que ficaria tão desmoralizado quanto o que pretendia para Alexandre de Moraes. Abriria-se assim caminho para que chovessem pedidos de impeachment de ambos.

Era tanta má-fé que o JN, no dia anterior, apresentou gráficos que “comprovariam” a movimentação milionária de “Lulinha”.

Para tanto somou valores recebidos e pagos para alcançar a cifra de R$ 19,5 milhões, movimentados em quatro anos. Apresentou como suspeita até a transferência, em três parcelas, da antecipação de herança ao filho, depositada por Lula, em função da morte da ex-primeira dama, Marisa Letícia.

Quem não entende nada de contabilidade e desconhece que o faturamento de qualquer empresário médio, bem sucedido, como é o caso de Fábio Luíz, gira em torno de R$ 200 mil a R$ 300 mil mensais, embarcou na mentira.

A jogada foi somar os valores recebidos e os valores pagos para chegar aos tais R$19,5 milhões.

Todas as transações foram feitas via Banco do Brasil e devidamente declaradas à Receita Federal.

Como mentira tem perna curta, o que foi planejado para ser um exocet, deixando o alvo sem condições de reagir, terminou com o JN, se valendo da apresentadora do seu canal pago GloboNews, Natuza Nery, escalada para desmentir o que havia sido dito minutos antes.

Resta saber se o ministro Alexandre de Moraes, depois de tudo isso, vai incluir ou não Malu Gaspar no inquérito sobre Fake News, do qual é relator.

Ela estaria ao lado de jornalistas e influenciadores que receberam dinheiro de Vorcaro para difamar o Banco Central e espalhar mentiras contra Moraes e a Suprema Corte.

Como esta é também uma longa história, prometo abordá-la em outra oportunidade.

MENTIRAS SOBRE A GUERRA CONTRA O IRÃ

O balanço da primeira semana do conflito aponta, por qualquer ângulo que seja observado, para a derrota dos Estados Unidos e de Israel.

Mesmo a guerra tendo sido desencadeada sem nenhum motivo por Donald Trump e Benjamin Nethanyaru, o JN insiste em criminalizar a vítima, o governo do Irã, apresentando-o como “ditatorial”, comandado por aiatolás violentos, sanguinários e retrógrados.

Todas as referências ao Irã o mostram como atacando, ao passo que os Estados Unidos e Israel apenas se defendem.

Só na edição desta quinta-feira, o JN exibiu imagens do bombardeio que matou 165 meninas de uma escola do ensino fundamental no Irã, ocorrido no primeiro dia da guerra.

Até então a narrativa era de que a escola se localizava ao lado de uma “edificação suspeita” e teria sido alvejada por engano. Pior ainda. Mesmo a ONU já determinando investigação sobre este gravíssimo crime, o JN passa pano para Trump e Nethanyaru.

Os Estados Unidos não reconhecem a autoria do ataque e a Casa Branca diz estar “investigando o caso”.

Já Israel informa que não encontrou “nenhuma ligação” do ataque com as operações militares de Tel Aviv.

Como porta-voz informal desses dois governos, o JN repete e endossa a mentira. Atua como assessoria de imprensa para o imperialista Trump e o genocida e colonialista Nethanyaru.

Apesar dos Estados Unidos terem matado o líder espiritual supremo do Irã, aiatolá Khamenei, junto com parte de sua família, incluindo uma netinha de dois anos, todas as reportagens do JN criminalizam o Irã.

Ontem, a coisa foi tão absurda que, mesmo não dispondo de nenhum vídeo para mostrar que os Estados Unidos e Israel estariam levando a melhor, apresentou imagens, criadas por IA, do local onde Khamenei foi morto: um bunker, com vários andares subterrâneos onde se tramava contra o Ocidente.

Mesmo contando com correspondentes próprios, o JN está cobrindo a guerra a partir dos Estados Unidos e da Europa. Possivelmente estes correspondentes que falam com tanta propriedade sobre o que está acontecendo a milhares de quilômetros de distância, não saibam sequer apontar no mapa onde fica o Irã.

Tamanho absurdo confirma, mais uma vez, o que é relatado na obra clássica do jornalista australiano Phillip Knightley (1929-2016) autor de “A Primeira Vítima”. O livro mostra como a mídia e correspondentes de guerra submetidos aos interesses ocidentais e dos patrões sempre agiram como propagadores de mentiras e de mitos.

Isto explica ainda como, contra todas as evidências, os correspondentes do JN conseguem afirmar que Estados Unidos e Israel estão levando a melhor.

Como não dá para mentir impunemente o tempo todo, o JN relatou que os ataques a bases militares em países como Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Arábia Saudita, Bahrein e Jordânia estão se revertendo contra o Irã.

Nada mais mentiroso. O Irã não está atacando seus vizinhos. Os ataques são dirigidos a bases militares dos Estados Unidos neles existentes, o que faz toda a diferença.

Ao invés de apontar que tais ataques estão levando os dirigentes destes países a defender o fim da guerra, o JN diz que o Irã está piorando a sua situação junto aos vizinhos.

Outra tática vitoriosa do Irã, fechar o estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo, é descrita como uma ação muito arriscada.

Arriscada para quem, cara pálida? A pergunta se justifica uma vez que este fechamento já provocou o aumento no preço do petróleo, de US$ 60 a barril, para US$ 90.

Toda uma parte da reportagem foi dedicada ao assunto, com gráficos, infográficos e depoimentos de especialistas. Mais um subterfúgio para esconder o óbvio. Ao fechar Ormuz, o Irã atinge toda a economia mundial, o que pressionará os Estados Unidos e Israel.

Incapaz de esconder as dimensões do que está em jogo, a reportagem do JN muda de assunto e mostra Trump ameaçando o Irã, ao afirmar que vai escolher o novo dirigente do país e que “pouco importa que seja ditador ou democrata”, desde que “defenda os interesses dos Estados Unidos, de Israel e dos países da região”.

Tamanha arrogância foi imediatamente naturalizada com o telejornal da família Marinho dizendo que Trump pretende aplicar no Irã a mesma solução que adotou na Venezuela: retirar do poder um governo adversário e emplacar alguém que lhe seja dócil e submisso.

Acredite se quiser, mas o JN endossou esta fala absurda justificando que os Estrados Unidos querem controlar as reservas de petróleo no mundo, começando pela Venezuela, o segundo maior produtor mundial, e Irã, o terceiro.

Como se tamanhos absurdos não bastassem, a reportagem apresenta uma série de números e dados para justificar que ação dos Estados Unidos coloca contra a parede a China e já jogou para baixo a sua previsão do crescimento do seu PIB.

A reportagem aborda as enormes perdas que o Irã tem tido em termos de pessoas, foguetes e drones, mas não faz qualquer comparação com as mortes de soldados estadunidenses e israelenses.

Não há menção à destruição que o Irá está provocando em Tel Aviv, ao desespero que toma conta de sua população e nas manifestações nos Estados Unidos e na Europa contra Trump.

Pesquisas indicam que apenas 27% dos estadunidenses apoiam a guerra, dado que o telejornal possivelmente considera irrelevante.

Como igualmente deve ser irrelevante a informação de que Israel, “a maior democracia do Oriente Médio” impõe censura férrea a tudo o que se refere aos danos sofridos pelo país nesta guerra.

Tamanhas mentiras, que não começaram agora, explicam como parcela da população brasileira apoia os Estados Unidos e Israel e considera postura “patriótica” participar de manifestações contra o governo Lula embrulhada em bandeiras do Tio Sam e do genocida Israel.

Como nenhuma guerra dura para sempre, haverá, em algum momento, o acerto de contas. O JN dificilmente escapará de um novo tribunal de Nuremberg, específico para a mídia.

As mentiras que ela divulga, provocam tanta ou maior destruição do que bombas.

A OMISSÃO SOBRE A REUNIÃO DE TRUMP EM MIAMI

Definitivamente, o JN não é o local para se informar sobre qualquer assunto envolvendo a América Latina.

Na edição desta sexta-feira, não há qualquer menção à reunião de Trump com todos os dirigentes de direita e de extrema-direita da América Latina, agendada para este sábado.

Lula não foi convidado.

A tal reunião tem como objetivo alinhar estes países à política de “quintal” defendida por Trump.

Lula obviamente é contra e ao informar, o JN inevitavelmente suscitaria comparações entre ele e o capacho dos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro.

Se não conseguir emplacar um candidato “de centro”, a família Marinho apoiará Flávio e justificará qualquer ação de Trump contra o Brasil.

Então, caro leitor (a), se quiser estar minimamente informado e não engolir gato por lebre, desligue a TV Globo, esqueça o JN e se valha da mídia independente.

*Ângela Carrato é jornalista, professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG e membro do Conselho Deliberativo da ABI

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Comentários

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Zé Maria

Não se surpreendam se daqui a uns dias o
Arquivo M. Graeff aparecer mort@ suicidad@.

Zé Maria

“Já falei com umas 9 [jornalistas] hoje”, diz Vorcaro.
“Entre donos de jornais e tv”, emenda,
para espanto da namorada:
“Wow. Que canseira”
https://revistaforum.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-62.jpg

[Vide link para Reportagem em Comentário Abaixo]

Zé Maria

https://revistaforum.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-60.jpg

Vorcaro Cita Conversas com “Donos de Jornais e TV”
e pessoa “municiando” a Guerra Midiática com Esteves

Guerra Midiática com o “senhor dos Exércitos”, como o Dono do Marca trata André Esteves, do
BTG Pactual, é Narrada por Daniel Vorcaro em
trocas de Mensagens e revelam uma paisagem
obscura e pouco abordada sobre o fio que liga
a Sanha Neoliberal da Faria Lima aos Interesses
Econômicos dos Clãs que dominam os Grandes
Grupos Empresariais de Comunicação no País.

[ Reportagem: Plinio Teodoro | Revista Fórum ]

Íntegra em:
https://revistaforum.com.br/politica/vorcaro-cita-conversas-com-donos-de-jornais-e-tv-e-pessoa-municiando-na-guerra-midiatica-com-esteves/
.

Zé Maria

.
Será que ninguém pensou que esses Magnatas
da Mídia Canalha, Donos dos Grandes Grupos
de Comunicação do PaíZ, de alguma forma estão
ou em algum momento estiveram Envolvidos em
Negócios com o Banco Master, do Vorcaro Falcatrua?
.

Zé Maria

.

Desta vez a Testinha-de-Ferro dos Herdeiros

Bilionários do Roberto Marinho Não Escapa.

.

Norma Gerusa da Silva Mota

A. Carrato fantástica como sempre. Vamos todos parar de perder tempo com a Globo e ler, escutar e refletir sobre o que realmente interessa. Viva a mídia alternativa. Viva a verdade. Abaixo as fake-news! Abaixo a Globo e Band!

marcio gaúcho

Judeu protege judeu! Não se pode esperar nada diferente disso. A Globo é sionista. Trump, também. A elite norte-americana é maçônica e judia. O Irã vai virar um monte de escombros, mas morrerá de pé. Está causando alvoroço em todo o Oriente Médio e na economia mundial. Israel e os USA vão pagar alto preço pela ignomínia.

Fernando B Costa

A globo não recebeu dezena de milhões do will bank, que faliu esse ano, ligado ao master?

Antônio Batista Neto

Já faz algum tempo que não ouço o JN eos canais fechado dos Marinhos. Chega de tanta hipocrisia e mentiras.

Zé Maria

Excerto

Como mentira tem perna curta, o que foi planejado
para ser um exocet, deixando o alvo sem condições
de reagir, terminou com o JN, se valendo da apresentadora
do seu canal pago GloboNews, Natuza Nery, escalada
para desmentir o que havia sido dito minutos antes.

Resta saber se o ministro Alexandre de Moraes,
depois de tudo isso, vai incluir ou não Malu Gaspar
no inquérito sobre Fake News, do qual é relator.

Ela estaria ao lado de jornalistas e influenciadores
que receberam dinheiro de Vorcaro para difamar
o Banco Central e espalhar mentiras contra Moraes
e a Suprema Corte.

Como esta é também uma longa história, prometo
abordá-la em outra oportunidade.
.
.
[Contagem Regressiva para Lançamento
do Contra-Torpedo: 10,9,8,7 …]
.
.

OSVALDO SOARES DE MORAES

Candidata do PT

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