VIOMUNDO

Diário da Resistência


Agressor de Lindbergh violou proibição de frequentar restaurantes; sua empresa de segurança tem contrato de R$ 1,5 mi com o MPF
Denúncias Falatório

Agressor de Lindbergh violou proibição de frequentar restaurantes; sua empresa de segurança tem contrato de R$ 1,5 mi com o MPF


27/09/2016 - 22h02

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Lindbergh Farias identifica o fascista que o atacou na saída de um restaurante

Trata-se de um homem com vasto histórico de agressões e violências

por Jornalistas Livres

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) reconheceu o sujeito que o ameaçou na noite de sexta-feira (23/09) na saída de um restaurante.

O nome dele é Claudio Roberto Baldaque Guimarães, um valentão que já se envolveu em ocorrências policiais por embriaguês, disparos de arma de fogo e agressão.

Baldaque Guimarães estava no mesmo restaurante em que jantava o senador, acompanhado da mulher e de amigas.

Sentado em uma mesa próxima da de Lindbergh, o fascista passou a insultar o petista, gritando: “Quem apoia Lula não pode jantar aqui”.

Quando Lindbergh saía do local, Baldaque Guimarães seguiu-o –sempre gritando e ofendendo.

Ridículo, além de violento e covarde, o provocador ainda tirou a camisa, para mostrar sua disposição de partir para o confronto físico.

Empurrou a mulher do senador, que caiu no chão, ferindo-se nos braços e pernas.
Lindbergh registrou queixa contra o agressor.

E publicou nota na sua página de facebook, pedindo ajuda para que o homem fosse identificado, o que ocorreu nesta tarde (27/9) quando amigos receberam a informação de que o agressor era o Baldaque e o senador o identificou por fotos postadas no facebook.

Em 14 de julho do ano passado, o mesmo Claudio Roberto Baldaque Guimarães apareceu no noticiário policial, por causa de uma sessão de exibicionismo com arma de fogo.

Ele e um amigo, José Daltro Queiroz de Magalhães Junior, foram presos em flagrante depois de fazer selfies com uma pistola automática. 380 na varanda do Lagoon, centro gastronômico de luxo na Lagoa, Zona Sul do Rio.

Segundo o gerente do restaurante, ambos os homens haviam passado horas embriagando-se no local.

Quando a PM chegou para dar um paradeiro na loucura, os amigos fizeram de seis a sete disparos para o alto, com o propósito de assustar os policiais. Havia mulheres e crianças no local.

Não para por aí. Baldaque também foi denunciado por comportamento violento em 28 de julho de 2010…

Na ocasião, por causa de uma discussão de trânsito, arremessou seu carro contra o do policial Gilmar Pasquini.

Na denúncia que fez contra o valentão, Gilmar Pasquini afirmou: [Depois disso, ele] “fugiu em marcha a ré em alta velocidade, tendo derrubado um pedestre de nome Marcio”.

O badboy abandonou no local a mulher que o acompanhava, e ela disse que o havia conhecido naquela noite, sendo que ele se identificou como “Claudio, delegado da polícia federal”.

A mulher disse ainda que ele tinha bebido duas garrafas de vinho.

Jornalistas Livres procuraram Claudio Baldaque numa empresa de segurança que aparece ligada a seu nome. Também enviaram mensagem pela página de facebook de sua irmã. Ele não foi localizado.

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Mulher de Lindbergh diz que vídeos de ataques foram editados

Maria Antonia afirma ter sido jogada no chão e machucado os joelhos e os antebraços

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

RIO – A educadora Maria Antonia Goulart, mulher do senador Lindbergh Farias (PT), afirmou na segunda-feira, 26, que os vídeos que estão circulando com o registro das agressões sofridas por ela e o marido na noite de sexta-feira, 23, na saída de um restaurante na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, foram editados, e não mostram toda a discussão.

As imagens mostram Lindbergh sendo xingado de “ladrão” e “pilantra” por um homem e uma mulher, ambos bastante alterados. A agressão a Maria Antonia, que diz ter sido jogada no chão e machucado os joelhos e os antebraços, foi retirada na edição, ela disse.

A educadora se submeteu a exame de corpo de delito. O caso foi registrado na delegacia da Gávea, onde fica a residência do casal. A polícia não informou se o agressor já foi identificado.

Maria Antonia e Lindbergh estavam com três amigas, com quem ela havia estado no evento Educação 360, um encontro internacional sobre temas relacionados à educação.

Durante o jantar, o grupo notou que um rapaz o filmava com um celular. Eles não trocaram palavras então. Na saída, deu-se o ataque. Maria Antonia confirmou que o senador reagiu ao ser insultado e ao vê-la derrubada no chão.

“Na calçada, quase entrando no carro, ele e a mulher vieram como loucos, bem alterados, nervosos, agressivos. Jamais na vida passei por uma situação como essa, alguém chegar do nada, tirar a camisa no meio da rua. Uma coisa completamente gratuita”, contou.

“Se ele estivesse em grupo, Lindbergh estaria na UTI. Ele brigou também, ou então ficaria apanhando. A gente estava tentando entrar no carro e o cara ainda chutou, amassou a lataria. Não se pode naturalizar uma coisa dessa, é muito grave. Se for assim, a gente entra na barbárie. Então passa o Eduardo Cunha na rua, e a gente vai espancar ele e a mulher dele?”

No Facebook, o senador contara que o homem gritava a frase “quem apoia Lula não pode jantar aqui”.

“Não serei intimidado pelos porta-vozes do ódio. É lamentável que as ideias sejam substituídas pela violência, que algumas pessoas sintam-se no direito de perseguir, ofender, ameaçar e agredir fisicamente quem pensa diferente, e que tal episódio tenha ocorrido na presença de meus familiares.”

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Foto reprodução da TV Globo

Da Redação

Por causa dos tiros para o alto que deu em um dos restaurantes do complexo Lagoon, no Rio, Claudio Roberto Baldaque Guimarães havia sido proibido de frequentar bares, restaurantes e festas pelo juiz Roberto Camara Lace Brandão, do Rio de Janeiro, em decisão de 17.07.2015.

O julgamento está marcado para 07.03.2017.

A dica foi de um leitor do Viomundo:

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Em outra ação, esta em São Paulo, Claudio Roberto Baldaque Guimarães perdeu em primeira instância a ação movida por Gilmar Pasquini Contrera, a quem chamou de “policial de merda”. Foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização.

Segue a sentença do juiz João Omar Marçura:

GILMAR PASQUINI CONTRERA ajuizou ação de indenização por danos morais em face de CLAUDIO ROBERTO BALDAQUE GUIMARÃES, porque em 28.07.2010, por volta das 22h07, o autor chegava em sua residência e encontrou um veículo estacionado de fronte à garagem, impedindo o acesso; o autor sinalizou a manobra e o veículo saiu, permitindo que o autor estacionasse defronte sua casa para descarregar malas e objetos.

Nesse momento, o condutor do outro veículo, modelo Captiva, ficou parado no meio da rua e impediu o autor de ingressar na garagem, passando a ameaçar o autor, intitulando-se policial, dizendo que poderia prender o autor, coagindo o mesmo a descer do veículo.

O autor desceu de seu carro e identificou-se como policial. Neste momento, o réu exibiu um brasão da polícia federal mas não desceu do carro.

Subitamente o réu e sua acompanhante desceram do carro, tentaram agredir o autor, gritavam para que o autor atirasse se fosse homem, chamaram o autor “policial de bosta” e amassaram o capo do veículo do autor.

O autor acionou a polícia militar, o réu entrou no veículo Captiva, avançou contra a porta esquerda do veículo Corolla do autor e fugiu em marcha a ré em alta velocidade, tendo derrubado um pedestre de nome Marcio.

O réu abandonou no local a mulher que o acompanhava e esta disse que o havia conhecido naquela noite, sendo certo que o réu se identificou como Claudio, dizendo-se delegado da polícia federal e informou que ele tinha bebido duas garrafas de vinho.

A ocorrência foi registrada no 96º Distrito Policial e apurou-se que o veículo usado pelo réu é de uma empresa.

O autor pretende a condenação do réu ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$57.500,00. Com a inicial vieram os documentos de fls. 16/74.

Citado, o réu apresentou contestação (fls. 80/85, com os documentos de fls. 86/90). Disse que a versão do autor é falsa. Afirmou que estava parado na frente da garagem do autor e ao ouvir uma buzina deu-se conta de tal fato e retirou o veículo de lá mas foi surpreendido com a atitude do autor que desceu com arma em punho exigindo explicações.

Disse que ele réu foi ameaçado pelo autor. Negou tivesse se apresentado como delegado da polícia federal, negou ter se evadido do local em alta velocidade, impugnou o valor pretendido pelo autor.

Réplica a fls. 92/102, com os documentos de fls. 103/104. Determinada a especificação de provas, o autor pediu depoimento pessoal do réu e prova testemunhal e juntada posterior de laudo pericial ainda não concluído no inquérito policial (fls. 107/108) e o réu silenciou (fls. 109).

Decisão saneadora irrecorrida a fls. 110/113. Na audiência de instrução e julgamento foram tomados os depoimentos pessoais das partes e inquirida uma testemunha do autor, cuja procuradora desistiu da inquirição das demais, o que foi homologado, encerrando-se a instrução. A pedido das partes, os debates foram substituídos pela apresentação de memoriais (fls. 170/178).

O autor apresentou alegações finais (fls. 188/191) e o réu também (fls. 182/186). É o relatório. Fundamento. DECIDO. O pedido é parcialmente procedente.

O réu negou enfaticamente ter ofendido o autor e em suas alegações finais afirmou que sentiu-se ameaçado pelo autor, que estava de arma em punho, de forma que ele réu, permaneceu no interior do veículo e apresentou seu documento de identificação, que o autor supôs ser de delegado federal mas em seguida o réu foi embora.

Todavia, essa versão destoa do que restou decidido em demanda ajuizada pelo autor em face do réu para receber os danos materiais que o réu causou no veículo do autor. Ora, se o réu danificou o veículo do autor é porque desceu de seu veículo e não permaneceu dentro dele como alega e mais, se agiu com tamanha agressividade mesmo estando o autor armado, é verossímil que tenha ofendido o autor, desafiando-o a atirar e proferindo a ofensa moral, chamando-o de “policial de bosta”, fato corroborado pela única testemunha ouvida, ainda que essa testemunha possuísse no passado parentesco com o autor (ex-cunhado).

Os danos materiais no veículo autor estão comprovados a fls. 68/72, o que demonstra o comportamento agressivo e truculento do réu.

Assim, tenho por caracterizado o dano moral experimentado pelo autor, que foi ofendido em sua honra objetiva e subjetiva perante terceiros. A expressão utilizada pelo réu é depreciativa e ofensiva. Resta quantificar a indenização.

Considerando-se as pessoas envolvidas, a natureza e extensão do dano, bem como a finalidade da indenização, fixo-a em R$20.000,00. A condenação em valor inferior ao pleiteado não importa sucumbência recíproca.

Neste sentido a Sumula 326 do STJ: “Na ação de indenização por dano moral, a condenação no montante inferior ao postulado na inicial, não implica sucumbência recíproca”. Posto isso, julgo PARCIALMENTE PROCEDENTE o pedido e condeno o réu a pagar ao autor, a título de indenização por danos morais a importância de R$20.000,00 (vinte mil reais) corrigidos monetariamente pela tabela prática do TJSP a partir de hoje e acrescidos de juros de 1% ao mês a partir da citação. A ré arcará com as custas, despesas processuais e honorários advocatícios arbitrados em 10% sobre o valor da condenação. P.R.I. São Paulo, 15 de outubro de 2.012.

JOÃO OMAR MARÇURA Juiz de Direito Certifico e dou fé que o valor das custas de preparo para eventual interposição de recurso importa em R$ 400,00 e o porte de remessa e retorno dos autos em R$ 25,00 por volume. (consta (m) 01 volume (s)). — ADV ROSA ZELINDA PASQUINI CONTRERA OAB/SP 135027 — ADV FERNANDO REZENDE ANDRADE OAB/RJ 153186.

DONO DE EMPRESA DE SEGURANÇA NO RIO DE JANEIRO

A “coragem” de Baldaque Guimarães ir para cima de Maria Antonia, mulher de Lindbergh, e do próprio senador agora está explicada.

Graças à dica de Daniel Valença, outro leitor do Viomundo, descobrimos que o metido a machão ferrabrás é dono de uma empresa de vigilância e segurança armada e desarmada na cidade do Rio de Janeiro.

Chama-se  BMC, foi aberta em 10 de março de 2011. Tem capital social de R$ 400 mil.

baldaque 3

Baldaque 1

Outra coincidência fantástica. A BMC tem, pelo menos, um contrato com o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

Ele foi publicado no Diário Oficial da União de 9 de março de 2016, página 46.

Vigência: 1 de março de 2016 a 22 de fevereiro de 2017.

Valor: R$ 1,599 milhão.

Baldaque Guimarães e Haydee Valdemar Pulcherio (advogada dele em vários processos) assinam o contrato pela BMC.

Diante disso, a pergunta óbvia: como alguém com vasto histórico pessoal de violência e agressões pode cuidar da segurança de empresas e instituições?

baldaque 3-001

PS do Viomundo: O Movimento Brasil Livre publicou um vídeo editado do episódio, colocando o agressor de Lindbergh como “vítima”.

Leia também:

Ministro vazou Lava Jato ao lado de político que recebeu doação através de laranjas da Odebrecht





32 comentários

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roxana aguilera

29 de setembro de 2016 às 12h42

Esse “valentão” naõ entra a favela sem camisa !!!! Esse valentão ” de anabolisantes na comunidade nos presidios e’ reduzido pelas costas . Esse “valentaõ” fecho seu Fb o como frota não da entrada a “fãs” por medo a serem convidados a tirara camisa com iguais . Quero mandar este recado pra este tipo de personajes descrito em Psicologia São COVARDES ARMADOS DE VALENTONES .

Responder

FrancoAtirador

29 de setembro de 2016 às 05h36

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Diria o Grande Sambista de Morro Carioca,
Bezerra da Silva, o Gênio do Partido Alto:

Canalha é Canalha,
Malandro é Malandro
E Mané é Mané…

https://twitter.com/RegisGalo_13/status/781325231331938304
https://twitter.com/Beta22/status/781333013145747456
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Responder

    FrancoAtirador

    29 de setembro de 2016 às 05h51

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    Mas, Porém, Todavia,
    Contudo, Entretanto:

    Dá Poder ao Malandro
    E Ele Vira Mané.

    Dá Poder ao Mané
    E Ele Vira Canalha.

    Dá Poder ao Canalha
    E Ele Se Multiplica.
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FrancoAtirador

29 de setembro de 2016 às 01h11

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Pregar a Discriminação Preconceituosa e a Exclusão Sócio-Econômica

Não É Exercício do Direito Humano à Liberdade de Expressão. É Crime!

https://pbs.twimg.com/media/CsvG1ZkWYAA0ZPh.jpg
https://twitter.com/Prof_Viaro/status/777933989445242880
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Responder

    FrancoAtirador

    29 de setembro de 2016 às 03h09

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    https://pbs.twimg.com/media/Ctfyn4JWYAAC2mv.jpg
    https://twitter.com/QueileSoares/status/781359829545787392
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FrancoAtirador

28 de setembro de 2016 às 23h20

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Conceição/Azenha: Põe aí, os Procuradores da República na Galeira dos Hipócritas:

http://geneall.net/pt/titulo/6160/cavaleiros-da-ordem-de-cristo/#fam-18427
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Segundo a PGR, é Imoral que a Petrobras e as Demais Empresas Públicas
façam Sucessivos Termos Aditivos de Contratos Decorrentes da Licitação.

Entretanto, a Procuradoria Regional da República no Rio de Janeiro (PRR2) do MPF
já realizou, desde a Assinatura do “Contrato Nº 01/2014 – BMC” (“Pregão 30/2013”),
8 ADITIVOS com a Empresa de Vigilância do Referido Meliante Baldaque Guimarães,
sendo que, nos Termos da Cláusula Sexta do Contrato Original, o Prazo Vigência
de 12 Meses (1 Ano) poderá ser sucessivamente prorrogado, até 60 Meses (5 Anos),
e os Valores podem ser Reajustados, em cada Alteração Contratual, SEM LICITAÇÃO.

A Importância Atual, PAGA PELA UNIÃO, é de R$ 125,5 Mil/Mês (R$ 1,5 MILHÃO/Ano).

http://www2.prr2.mpf.gov.br:8083/intranet/transparencia/contratos/2014/contrato-nb001-2014-bmc/8o%20TERMO%20ADITIVO%20ASSINADO.pdf

http://www.mpf.mp.br/regiao2/transparencia/contratos/2014-1/contrato-nb001-2014-bmc/contrato%20assinado%20-%20publicacao.pdf
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http://www2.prr2.mpf.gov.br:8083/intranet/transparencia/contratos/2014/contrato-nb001-2014-bmc/contrato%20social.pdf
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Responder

clodoaldo

28 de setembro de 2016 às 19h33

Ele é petista ou de alguns partido de esquerda? Se não for “não vem ao caso”. Só vai haver intervenção do poder público quando houver o revide. Esses que hoje agridem um dia podem beijar o chão.

Responder

Elia beth pretel

28 de setembro de 2016 às 17h16

O sujeito tem antecedentes. A justiça vai fazer o que? Mandar pagar alguma indenização? E o sujeito vai continuar livre? Acredito que vai acontecer isso, até o momento que esse indivíduo cometa algum crime muuuiiito grave. Aí quem sabe a justiça deste país resolva “funcionar”. Será tarde, com certeza.

Responder

roberto

28 de setembro de 2016 às 16h39

A empresa de segurança dessa besta quadrada, deve ser daquelas que “vende” proteção, ou seja, se o empresário não quiser contratar, receberá uma visitinha de alguns bandidos,que o convencerão de que ele deve utilizar os serviços do canalha vagabundo, para ter “tranquilidade”.

Responder

RONALD

28 de setembro de 2016 às 15h55

Não ficaria admirado se o rambinho de quinta fizesse parte da milícia que infesta o Rio. Pobre Rio !!!!

Responder

Daniel

28 de setembro de 2016 às 15h41

Eu imagino que todos aqui devem saber como se lida com um cachorro louco…

Responder

Joao Luiz Pereira Tavares

28 de setembro de 2016 às 15h33

TODAS as DOAÇÕES foram feitas dentro da LEGALIDADE E DECLARADAS À JUSTIÇA.
TODAS as DOAÇÕES foram feitas dentro da LEGALIDADE E DECLARADAS À JUSTIÇA.
De novo:
TODAS as DOAÇÕES foram feitas dentro da LEGALIDADE E DECLARADAS À JUSTIÇA.
TODAS as DOAÇÕES foram feitas dentro da LEGALIDADE E DECLARADAS À JUSTIÇA.
De novo:
Todas as doações foram feitas dentro da legalidade e declaradas à Justiça.
Todas as doações foram feitas dentro da legalidade e declaradas à Justiça.

Responder

José Fernandes

28 de setembro de 2016 às 13h03

Está semente de ódio,preconceito,foi lançada pelo serra e hoje temos várias mudas ..algumas bastantes crescidas.. onde isso vai parar,dai vem um governo ogolpista que joga mais adumo e água nessa plantação ………

Responder

Edgar Rocha

28 de setembro de 2016 às 12h37

A classe média sempre foi assim.Basta dar costas quentes a um burguês qualquer pra ele perder a linha e virar machão. Democracia, Estado de direito, civilidade, respeito são coisas que incomodam este tipo de gente. Eles não sabem viver de outra forma. Ficam ruminando sentimentos até que alguém abra a porta do inferno pra eles saírem. Alimentam aparência de normalidade, desopilando seus fígados em pequenas vilanias, testando o espaço a sua volta, criando rede de relações até que possam sair de uma vez da casca que os mantém enrolados no subterrâneo da sociedade. Falam tanto atualmente em ovo de serpente, mas a gente não percebe que o ninho aqui no Brasil costuma ser em estilo neo colonial, com jardim na frente e um carrinho pra lavar no fim de semana. O ninho tem cheirinho de lavanda e spray desodorizante. As cobrinhas comem cookie, pão com manteiga e tomam Coca-cola todo dia no almoço. Não dormem sem o achocolatado e são embalados todos os dias pelas discussões intensas sobre os gastos com cartão de crédito, aquela vizinha vagabunda que dá encima do macho provedor, a vontade de matar o filho da puta do lado que comprou um carro novo e fica se exibindo todo dia; a bicicleta que ficou jogada na garagem pode valer uma surra terrível porém sem marcas, pra ninguém ver; o sono com barbitúrico e o mal humor disfarçado com o beijinho antes do serviço… que vida bela, que vida ideal. Uma série de TV.
A melhoria de vida vem com aquele esquema na empresa, a sujeira que só faz aumentar e a certeza de oportunidade e impunidade com a propina nossa de cada dia. Quando menos se espera, Deus ajuda e aquele ministro cai do céu com uma pequena, mais pomposa licitação. A vida é assim mesmo. São escolhidos pelo divino pra crescer na vida e dar o testemunho da felicidade de se estar acima do mundo, desde que se mantenha intacta a imagem da hipocrisia às custas de muito sofrimento. Mas, tudo bem. Até o sexo melhorou e aquele vizinho já morre de inveja. No face, o filhinho tá bombando como o bonitão da vez, azarando a menininhas e mostrando que é também o macho alfa. O ódio engasgado pelas amarras de uma vida auto-repressora agora pode vazar pelos poros. Ninguém há de mexer com o amigo do ministro, agora desembargador, amanhã, quem sabe?

Responder

    gil

    29 de setembro de 2016 às 06h30

    Foi extremamente preciso no comentario

FrancoAtirador

28 de setembro de 2016 às 12h18

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Entrementes, na Casa dos Corruptos…

Advogados e Representantes da FEBRABAN e da FIESP,
reunidos na Casa do Presidente da Câmara Rodrigo Maia,
mudaram a Lei de Repatriação para anistiar de Impostos
Dinheiro, Imóveis e outros Ativos no Estrangeiro
Não Declarados por Empresários à Receita Federal.
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Valor Econômico · 27 Sep 2016 ·
(Colaborou Marta Watanabe, de São Paulo)
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Deputados decidiram alterar a Lei da Repatriação para impedir a tributação
sobre a movimentação financeira dos que omitiram bens e ativos no exterior
e aderirem ao programa de regularização.

O texto, acertado entre parlamentares, advogados e entidades
como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
e a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp)
na Casa do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ontem,
será levado aos líderes partidários hoje.

https://www.pressreader.com/brazil/valor-econ%C3%B4mico/20160927/282071981386961
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Responder

    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 12h21

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    .
    https://twitter.com/cartamaior/status/781109828689223681
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    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 12h28

    .
    .
    https://twitter.com/cartamaior/status/781095289528676352

    https://twitter.com/cartamaior/status/781097711206539265
    .
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FrancoAtirador

28 de setembro de 2016 às 11h53

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Não diz que o Azenha não avisou…

https://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/caiu-o-nosso-muro-de-berlim-e-agora.html
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Responder

    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 12h36

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    https://twitter.com/purassih/status/781147826755600384
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Mauricio

28 de setembro de 2016 às 09h43

Espero que o Lindbergh vá até o fim e não faça como o Mantega e o Suplicy que preferiram contemporizar com essa escumalha fascista. Aliás, já passou da hora também de alguém investigar seriamente esse grupelho fascista chamado MBL e seu líder Kim Becil.

Responder

clodoaldo

28 de setembro de 2016 às 09h35

Tratando-se de um fascista, nunca o confrontem de mãos vazias.

Responder

Pedro Lemus

28 de setembro de 2016 às 09h27

Tó chegando a conclusão que é melhor morrer lutando, do que viver no mesmo país que essas carniças… tipo mbl.

Responder

Julio Silveira

28 de setembro de 2016 às 08h32

Vou iniciar aqui com um pedido de campanha, “CADEIA PARA O CELERADO”. Por que se isso não parar agora estarão alimentando a barbárie civilizatório. Por que não demora o outro lado vai se prevenir e reagir.

Responder

FrancoAtirador

28 de setembro de 2016 às 04h56

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O Programa [ou Pogrom] Judicial de Extermínio de Lulo-Petistas,

foi Acelerado de Há 3 Semanas do Dia da Eleição no Domingo (02/10):

14/9 (4ª-Feira): Show de Convicções Sem Provas do MPF Contra Lula.
16/9 (6ª-Feira): Polícia Federal Indicia Governador Fernando Pimentel.
20/9 (3ª-Feira): Juiz Moro Aceita Denúncia (ppt) Contra Lula e Esposa.
22/9 (5ª-Feira): Prisão de Guido Mantega num Hospital em São Paulo.
26/9 (2ª-Feira): Prisão de Palocci, em São Paulo, Pois Não Há Provas.
27/9 (3ª-Feira): STF Recebe Denúncia Contra Casal Bernardo e Gleisi.

Segue Cena dos Próximos Capítulos da Série Law & Ordem, na Globo…

https://pbs.twimg.com/media/ChYYPTWU4AEN3c5.jpg
https://pbs.twimg.com/media/ClhA8NMVYAERSZN.jpg
https://pbs.twimg.com/media/CsedUwEW8AUIwo3.jpg
https://pbs.twimg.com/profile_images/652544588/law-and-order-logo-.jpg
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Responder

    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 04h59

    .
    .
    E dês do Começo a OLJ (OC-PPP)

    Está Recheada de Coincidências…
    .
    .

Cláudio

28 de setembro de 2016 às 04h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta por sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria) dos e das canalhas direitistas…
::
Desalienando a ma$$ificação coi$ificante
.
É melhor
Ser um, mesmo que zero, à esquerda
Do que, títere-palhaço, a-penas (só) faz-ser nú-mero$$ à direita
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Poema Z
…………………………………………….Para Dilma, Lula e o PT e todas as forças progressistas brasileiras (e mundiais). Sinta-se homenageado/a, também.
.
Penso
Logo(S)
ReXisto
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Sempre
.
A vida
Entre duas pedras:
Sobre
Viver
Ou
Morrer
Sob…
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Tão duro mas tão terno
.
É preciso
Não ter esperança alguma
Para se construir
Da necessidade (de viver, do viver)
Algo melhor
Do que não ter esperança alguma
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Doce conformismo ?
Ou
Da “queda” da poesia para a história
.
As coisas são como são
E não como deveriam ser
Penar por elas é em vão (ou não)
(S)E ultrapassa o próprio viver
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
ReXistência
.
Não deixe que aluguem o seu pensamento:
Simplesmente mude de canal ou desligue a TV
Diga “NãO” à Rede Goebbels
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
(Em la lucha de clases)
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Em la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
…………………………………………….(Paulo Leminski)
::
(Não é a beleza)
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Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
…………………………………………….(Salamah Mussa)
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A existência precede a essência.
…………………………………………….(Jean-Paul Sartre)
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Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lula (sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO) !!!!
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Responder

FrancoAtirador

28 de setembro de 2016 às 01h58

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RECAPITULANDO AS “JUNE JOURNEYS 2013”
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“Descarnamento e Perfeccionismo Moral na Internet:
A Teologia da Violência PseudoPolítica”
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“A Internet e as Redes Sociais Tornaram Possível
a Emergência de uma Teologia Peculiar,
onde a Ausência de Contradições
anda de Mãos Dadas com a Intolerância”
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“O Casamento da Rudeza Intelectual
com a Robusta Ignorância Histórica”
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Katarina Peixoto
Na Carta Maior
Em 07/11/2013
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A situação de penúria política do debate público no Brasil fomenta a ilusão da laicidade e do caráter republicano de nossa vida em sociedade.

De fato, a teologia e a religião vigoram, não apenas nas instituições e nas leis,
mas em muita violência antipolítica, em particular aquela que tem marcado
os protestos de rua no Brasil.

E, com a democratização do acesso à banda larga, na internet e nas redes sociais,
abriu-se um surpreendente espaço para uma nova expressão teológica:
a sacralização das categorias morais e políticas constituídas em imagens
e denúncias descarnadas, no ambiente anti-experiência característico da Internet.

Define-se como teologia por operar duas tendências que requerem
a vigência de um sagrado, imaginariamente originário,
que justificaria algum retorno a uma realidade paralela, superior à atual.

A primeira tendência é a do perfeccionismo moral
e a segunda, a sua correlata irmã gêmea: a intolerância.

Ambas seriam instanciações de um sagrado:
um idílico poder popular em que não se concebe representação,
palavra, organização, agenda, direitos, distinção entre direito e potência,
distinção entre público e privado e qualquer opacidade que instaure
a curiosidade aberta e sincera ou o respeito à diferença.

É um paraíso bizantino, sem profundidade:
tão capaz de espelhar a realidade
como um pedaço de pedra nas mãos o seria.

Estas concepções idílicas de democracia e poder popular
estão para a democracia e o poder popular
na mesma relação que uma banana está para o alicate.

Assim, nas redes sociais e na internet, ser vegetariano, por exemplo, e não ser vegano,
é um problema moral, porque, se você consome leite, obviamente é cúmplice
do abuso de vacas e do assassinato de bezerros. Logo, você é imoral.
Se você come gado, você é um assassino.

Dificilmente se discutirá sobre alguma coisa com você, de qualquer outro domínio,
sem que esse quesito acusatório, subliminar e nem tanto, compareça,
a título de alguma desqualificação sub-reptícia – e nem tanto.

Se você se preocupa com a situação de cães e gatos, você é um covarde e cúmplice
com a situação de crianças abandonadas e a dos refugiados do norte da África.

É o reino da impostura normativa vestida de perfeccionismo moral.

Ora, não é exigido muita escolaridade para saber que o princípio de não contradição
é uma condição de sentido do pensamento e da inteligibilidade do que se diz,
e não da realidade.

O único domínio absolutamente carente de contradições
é o domínio da Aritmética (e olhe lá);

Não precisa muita reflexão para saber que Política Sem Palavra
é como um Círculo Quadrado: Não É Pensável.

E a questão então é esta:
por que a complacência e a tolerância com a violência e a intolerância
encontram amparo e força na internet e nas redes sociais?

O que tornou esses ambientes terreno fértil e estímulo à violência física?

Que um adolescente não saiba o que foi a ditadura civil-militar
e que a tortura policial e armada nunca foi punida, no Brasil,
é um problema da sua escola e família.
Ambas fracassaram neste quesito, que é um quesito de cidadania elementar.
Afinal, para quem é democrático, andar na rua e dizer o que pensa
não são trivialidades, mas conquistas.

Isso é claro, mas a impostura do perfeccionismo moral associado à intolerância, descarnados na internet e nas redes sociais, transformaram
condutas delituosas em movimentos de radicalização.

Esse delírio, carregado de má-fé e imposturas intelectuais e desavisados políticos,
já está custando caro…

Se levarmos em conta uma conjuntura de 15 anos
de lutas populares ou de manifestações de rua,
poderemos compreender algumas peculiaridades esclarecedoras.

A luta contra as grandes corporações, a finança desregulada, o desfazimento
do estado de bem estar social e contra o desemprego e o precariado
marca as manifestações de rua e da juventude, sobretudo,
tanto na América do Norte como na Europa.

Nos países do Magreb ainda não está claro como se articulou
o enfrentamento às ditaduras na Tunísia e no Egito.

O terreno em que as lutas e as mobilizações se dão, no entanto, é o mesmo:
a internet e as redes sociais. Foi assim possível um movimento
como o Fórum Social Mundial, hoje falecido.

A velocidade e a dinâmica de sua criação andam de par
com a de sua destruição e desmobilização.

E a direita e sua agenda seguem avançando, retirando direitos
e aumentando o esfacelamento do mundo do trabalho.

Onde há ou houve violência anômica (Espanha, França em 2005, Itália),
houve uma reação regressiva da extrema direita (Rajoy, Sarkozy, Berlusconi).

Nada se acumula nem se produz e, pior, nada se conquista.

No Brasil, embora não haja nem tenha como haver, ainda, um diagnóstico
e pesquisas sobre as lutas que explodiram desde junho , há um outro contexto.

A mera transposição dessas realidades, portanto, a fim de diagnosticar o que se passa aqui
constitui, na melhor das hipóteses, uma impostura.

No entanto, a articulação, o fomento e o acolhimento, na internet e nas redes,
do que está se passando, sobretudo na sua faceta anômica e niilista, são os mesmos.

E, ao contrário do que se passou a dizer, de maneira um tanto ligeira,
que estaríamos a viver uma crise de representação,
o que se passa é o avesso disso: há uma intolerância
com qualquer ideia mesma de representação,
mediação, castração, contenção, reflexão.
Não é uma questão geracional, tampouco.
O problema, no Brasil, é político, fundamentalmente político…

A “rua” em que se transformou a internet parece cumprir a função de desaguadouro
de insatisfações e críticas de deserdados da experiência Lula.

Junte-se a isso a paulatina pedagogia midiático-monopólica,
de que todo mundo é bandido, de que ninguém responde pelos crimes
e de que nenhuma instituição pública é séria e tempere com fotografias,
tiradas em smartphones e instagramizadas.

O problema, no entanto, é que a internet não é a rua.
E, na rua, as coisas, a luta, ganham carne.

E é aí que os militantes online revelam a moralidade descarnada
do perfeccionismo moral e da intolerância que navega
sem atrito nem obstáculo, sem crítica nem debate algum, nas redes e sites.

A pergunta pelas origens dessa anomia passa longe de uma explicação suficiente, agora.

No entanto, pode-se e deve-se fazer algumas questões:
o que a ausência de corporeidade consciente, no que aparece e é divulgado,
em altíssima velocidade, na internet, implica, para a experiência da democracia brasileira?

Por que o terreno fértil para o perfeccionismo moral e a intolerância
foram recepcionados por soi disant militantes ou intelectuais?

Como se chegou a embarcar num ambiente paralelo, cravejado de sagrados,
que mais parece apontar para um mito do eterno retorno, nos termos formulados
por Micea Eliade, do que para uma arena da experiência histórica, do discurso,
do debate, da escuta e da fala, num contexto afetivo?

Vale dizer que a duplicação do real, constitutiva dos mitos do eterno retorno,
segundo Eliade, é característica de sociedades pré-estatais, em acepção moderna da palavra.

Diante de um contexto de obscurantismo e dificuldade, postula-se ou projeta-se,
imaginariamente, um ponto ao qual o retorno é não apenas possível, como devido,
quer dizer, postula-se uma normatividade que torne a experiência moral, linguística
e política possíveis e portadoras, como vai de si, de sentido e de história.

Com o advento e a conquista do estado moderno e das instituições,
e, em seguida, da democracia republicana, a experiência normativa
também se atualizou e a sacralização perdeu, progressivamente, o poder.

É por vivermos ou termos tido aqueles que há duzentos anos fizeram essa travessia,
que figuras fanáticas antirrepublicanas nos agridem ao intelecto e ao gosto.

Por que, então, legitimar e reconhecer tamanha regressão política e histórica?

A lista de irresponsabilidades é longa.

Ninguém discute a irrelevância dos revolucionários de rede social,
cujo compromisso político e histórico se encerra com o computador desligado.

O que é preciso levar a sério é a violência de que esses anjos distópicos, mudos, inexpressivos, não-reconhecidos – talvez até mesmo em suas famílias -, são capazes.
E o quanto essa violência convida a mais regressão.

O que está em jogo é a relevância político-eleitoral dos que seguem surfando
acima e além desses anjos distópicos, desprezando essa teologia descarnada,
a um só tempo perfeccionista e intolerante.

O descompasso entre avanços econômicos e de políticas de combate à miséria,
e a qualidade política e cultural dos avanços do LuloPetismo foi lancinante.

Já que o quadro partidário é lamentavelmente de penúria política sem precedentes, deve-se retomar o terreno perdido para a barbárie descarnada derivada
das portas fechadas à esquerda.

Não é preciso conversar com os crentes que os animam ou abençoam,
como abençoando à própria covardia enquanto seres desejantes.

É preciso conversar e escutar e dialogar e enfrentar os descrentes.

Antes que o casamento da rudeza intelectual
com a robusta ignorância histórica
resolva adotá-los [e os Adotou].
Aí, sim, teríamos um Inferno.
[E Tivemos.]
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http://cartamaior.com.br/?/Coluna/Descarnamento-e-perfeccionismo-moral-na-internet-a-teologia-da-violencia-pseudopolitica/29471
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Responder

    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 03h11

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    PS
    https://www.infoplex.com.br/perfil/13349640000153
    https://br.linkedin.com/in/claudio-roberto-baldaque-guimaraes-01425126
    http://www2.prr2.mpf.gov.br:8083/intranet/transparencia/licitacoes/2013/pregao-eletronico-no-23-2013-2013-contratacao-com-empresa-especializada-na-prestacao-dos-servicos-de-vigilancia-armada-e-desarmada-para-a-procuradoria-regional-da-republica-2013-2a-regiao/PARECER%20ASSJUR%20e%20DECISaO%20SR.pdf
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    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 07h08

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    http://www2.prr2.mpf.gov.br:8083/intranet/transparencia/contratos/2014/contrato-nb001-2014-bmc
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    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2016 às 15h30

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    TEMOS CONVICÇÃO E PROVA.

    http://www2.prr2.mpf.gov.br:8083/intranet/transparencia/contratos/2014/contrato-nb001-2014-bmc/7b0%20TERMO%20ADITIVO%20ASSINADO.pdf
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Serjão

28 de setembro de 2016 às 00h16

El nacimiento de un mundo
Se aplazó por un momento
Fue un breve lapso del tiempo
Del universo un segundo

Sin embargo parecia
Que todo se iba a acabar
Con la distancia mortal
Que separó nuestras vidas

Realizavan la labor
De desunir nossas mãos
E fazer com que os irmãos
Se mirassem com temor

Cunado passaron los años
Se acumularam rancores
Se olvidaram os amores
Parecíamos estraños

Que distância tão sofrida
Que mundo tão separado
Jamás se hubiera encontrado
Sin aportar nuevas vidas

E quem garante que a História
É carroça abandonada
Numa beira de estrada
Ou numa estação inglória

A História é um carro alegre
Cheio de um povo contente
Que atropela indiferente
Todo aquele que a negue

É um trem riscando trilhos
Abrindo novos espaços
Acenando muitos braços
Balançando nossos filhos

Lo que brilla con luz propia
Nadie lo puede apagar
Su brillo puede alcanzar
La oscuridad de otras costas

Quem vai impedir que a chama
Saia iluminando o cenário
Saia incendiando o plenário
Saia inventando outra trama

Quem vai evitar que os ventos
Batam portas mal fechadas
Revirem terras mal socadas
E espalhem nossos lamentos

E enfim quem paga o pesar
Do tempo que se gastou
De las vidas que costó
De las que puede costar

Já foi lançada uma estrela
Pra quem souber enxergar
Pra quem quiser alcançar
E andar abraçado nela

Já foi lançada um estrela
Pra quem souber enxergar
Pra quem quiser alcançar
E andar abraçado nela
https://www.youtube.com/watch?v=Z2JZq7ARat8

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