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Médica, ativistas e parlamentares repudiam fala de Bolsonaro de que pessoa com HIV é despesa para todos: “Absurda, preconceituosa, na contramão do mundo”
Os ativistas Moysés Toniolo e Silvia Almeida condenam a declaração de Bolsonaro
Blog da Saúde

Médica, ativistas e parlamentares repudiam fala de Bolsonaro de que pessoa com HIV é despesa para todos: “Absurda, preconceituosa, na contramão do mundo”


06/02/2020 - 09h09

por Conceição Lemes

Nessa quarta-feira (05/2), ao sair em defesa da campanha da ministra do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que prega a abstinência sexual para prevenir a gravidez precoce, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou:

— “Uma pessoa com HIV, além de ser um problema sério para ela, é uma despesa para todos aqui no Brasil”.

Foi enquanto falava sobre uma história contada pelo jornalista Alexandre Garcia, sobre a experiência da sua esposa, que é obstetra:

— O próprio Alexandre Garcia, ele fala que a esposa dele, que é obstetra, atendeu uma mulher que começou com o primeiro filho com 12 anos de idade. Outro com 15, e no terceiro, que a esposa dele atendeu, ela já estava com HIV. Uma pessoa com HIV, além do problema sério para ela, é uma despesa para todos no Brasil.

Bolsonaro disse ainda que há uma “depravação total” e responsabilizou as administrações do PT por isso:

— Essa liberdade que pregaram ao longo (do governo) do PT todo, que vale tudo, se glamoriza certos comportamentos que um chefe de família não concorda, chega a esse ponto, uma depravação total. Não se respeita nem sala de aula mais”.

“Em 32 anos de trabalho com epidemia de HIV-AIDS, eu nunca imaginei viver um momento triste como este”, afirma a médica sanitarista Maria Clara Gianni, Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP

“A declaração do presidente da república é inaceitável e absurda”, avalia.

“Culpabiliza as pessoas que vivem com HIV-Aids, reforça o preconceito, não contribui para que a Aids possa ser considerada como uma doença como outra qualquer”, acrescenta Maria Clara.

“A Saúde das pessoas que vivem com HIV e Aids é um direito garantido pela Constituição Federal. Eu não sou despesa!”, rebate Moysés Toniolo, representante da Articulação Nacional de Luta Contra a Aids (Anaids) no Conselho Nacional de Saúde (CNS).

O conselheiro nacional de saúde denuncia:

“Dizer que somos despesa para todos aqui no Brasil é distorcer informações e manipular a opinião pública.

Demonstra preconceito e total desconhecimento da política de HIV/Aids do nosso país, que é referência para o mundo. É com tristeza e indignação que vemos essa tentativa de retrocesso e discriminação. Investir na Saúde é investir na vida”.

Em rede social, a ativista Silvia Almeida, vivendo com o HIV há 30 anos, observa:

 O Sr presidente deve saber que “toda doença” e que toda epidemia é para o SUS (existente neste país) uma responsabilidade!

Algumas doenças são previsíveis, outras não, mas para que esta prevenção seja eficiente, é necessário saber quais ações são necessárias e eficazes, não olhar para a Saúde Sexual e Reprodutiva como um todo não vai resolver a questão do HIV.

Ao Governo um pedido: “vamos falar sobre isso”?

Não é à toa que, em notas, movimentos de luta contra a Aids e parlamentares repudiam veementemente as declarações de Bolsonaro.

Leia-as, na íntegra, abaixo.

NOTA DE REPÚDIO DO MOVIMENTO DE LUTA CONTRA A AIDS

O Movimento de Luta Contra a Aids, aqui representado pela ANAIDS, RNP+Brasil, MNCP e RNTTHP, REPUDIA as declarações do presidente da República, na manhã de hoje [quarta-feira, 05/02], afirmando que as pessoas com HIV/Aids são uma “despesa” à sociedade.

Destacamos que a resposta brasileira à epidemia de Aids é uma política de Estado, não uma política de governos ou partidos, ancorada nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e na garantia dos direitos humanos, com reconhecimento e destaque internacional.

Expressamos nossa repulsa para a abordagem desrespeitosa, superficial e preconceituosa dispensada às pessoas que vivem com HIV/Aids.

As declarações ofendem e rotulam quase um milhão de cidadãos e cidadãs nesta situação, além de seus familiares, amigos e entorno social.

Não podemos tolerar que depois de décadas de conquistas e de luta contra a discriminação, discursos ancorados em preceitos equivocados e preconceituosos, potencializem estigmas e processos de exclusão sociais ainda presentes no cotidiano das pessoas que vivem com HIV/Aids no Brasil.

Acreditamos que estas manifestações, panfletárias, são estratégias adotadas pelo governo para desviar a atenção da população de questões e problemas emergentes que o país vive.

Além disto, o exemplo ilustrativo apresentado pelo presidente, evidência a falta de programas/políticas públicas de educação sexual, voltadas a adolescentes e jovens, articuladas com ações de prevenção e que considerem os contextos de vulnerabilidade social dos adolescentes e jovens brasileiros.

Mas isto se contradiz nas ações do governo brasileiro, que investe em ações com mera valoração moral, sem evidência científica.

Ampliaremos nossa mobilização pela garantia de direitos e de políticas públicas inclusivas, plurais, fundamentadas em evidências científicas e construídas com participação social.

Somente com engajamento social conseguiremos impedir que que o obscurantismo e ideias fundamentalistas predominem.

A saúde é direito de todos e dever do Estado.

As pessoas que vivem com HIV/Aids exigem respeito!

ANAIDS – Articulação Nacional de Luta contra a Aids

RNP+ Brasil – Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids

MNCP – Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas

RNTTHP – Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/ Aids

NOTA DE REPÚDIO DA ABORDA

Diante das declarações do presidente Bolsonaro, na manhã de hoje [quarta-feira, 05/02], afirmando que as pessoas que vivem com HIV e Aids são “ despesas” para todo o Brasil, a Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda) manifesta seu profundo repúdio a total falta de empatia com o sofrimento alheio que o discurso do mandatário apresenta.

Nossos mobilizadores, em todo o país, convivem diariamente com pessoas a margem do acesso social, vivendo o preconceito em suas diversas formas, tentando superar as limitações com esforço imenso.

Dentre estes grupos  estão muitas pessoas com HIV/Aids, empurrados para a marginalidade e a exclusão e por eles que nossa luta ganha sentido e força.

Não podemos tolerar que afirmações deste tipo reforcem o apartamento social que vivemos e que agrave, com seu discurso de ódio, o estigma a quem pensa ou age diferente do padronizado.

O avanço do obscurantismo atual exige posições de luta e ampliação de nossa mobilização, expondo o horror cultivado por um governo sem compromisso com os mais necessitados, mas parceiro de poderosos cujo lucro é a vontade maior.

Sigamos na luta pela construção de um mundo novo, sem medo de fantasmas, que podem durar uma noite mas se desmancham na luz do sol da verdade.

Diretoria Colegiada da Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda)

NOTA DE REPÚDIO DA FRENTE PARLAMENTAR DE PREVENÇÃO AO HIV/AIDS 

A Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), do HIV/Aids e Hepatites Virais no Congresso Nacional repudia com veemência a declaração desrespeitosa do presidente Jair Bolsonaro contra as pessoas vivendo com HIV/aids no país, onde afirmou: “Uma pessoa com HIV é uma despesa para todos aqui no Brasil”.

O presidente Bolsonaro mais uma vez escolhe mentir e, ainda, revela preconceito tentando estigmar as políticas públicas aplicadas nos últimos anos, preconizadas por órgãos multilaterais e reconhecidas mundialmente no combate ao HIV.

Bolsonaro demonstra, também, profundo desrespeito contra a população brasileira e com a história da ciência no país, desenvolvida de forma eficiente e precisa por milhares de pesquisadores e servidores públicos da área.

Mas, Bolsonaro prefere implantar e incentivar ações não comprovadas cientificamente, que já demostraram não estabelecer resultados efetivos, indo, mais uma vez, na contramão do mundo.

O preconceito, a mentira, o estímulo à ignorância, a segregação e estigmatização por parte do chefe do Poder Executivo não pode ser tolerada, pois ofende a dignidade da pessoa humana, avilta milhares de cidadãos e cidadãs brasileiros e aprofunda, ainda mais, a tragédia do nosso tempo.

O estigma pode levar a morte, e estudos realizados pela Unaids Brasil demonstra que mais de 64% das pessoas entrevistadas e que vivem com HIV já sofreram alguma discriminação.

Por isso a agência da ONU criou a campanha “zero discriminação”. E é preocupante que ela seja realizada pelo próprio chefe do poder executivo.

Deputados federais Alexandre Padilha (PT-SP), Erika Kokay (PT–DF), Alexandre Frota (PSDB – SP), Camilo Capiberibe (PSB – AP), Chico D Ângelo (PDT –RJ), Fernanda Melchiona (Psol – RS)

 

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10 comentários

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lulipe

06 de fevereiro de 2020 às 22h57

O que o Viomundo acha das declarações de José de Abreu sobre Regina Duarte?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    07 de fevereiro de 2020 às 14h06

    Regina Duarte é acessório do fascismo.

Roberto Weber

06 de fevereiro de 2020 às 20h07

Esperavam o que de um anencéfalo funcional?…

Responder

Zé Maria

06 de fevereiro de 2020 às 19h45

O PIOR DE TODOS OS VÍRUS

É AQUELE QUE MATA O ÂNIMO;
É AQUELE QUE MATA A REVOLTA;
É AQUELE QUE MATA A CIÊNCIA;
É AQUELE QUE MATA A IMPACIÊNCIA;
É AQUELE QUE MATA A INFÂNCIA;
É AQUELE QUE MATA A INSUBMISSÃO;
É AQUELE QUE MATA A RAZÃO;
É AQUELE QUE MATA A INCONFORMIDADE;
É AQUELE QUE MATA A CRIATIVIDADE;
É AQUELE QUE MATA A LIBERDADE;
É AQUELE QUE MATA A ARTE;
É AQUELE QUE MATA O SONHO;
É AQUELE QUE MATA A VERDADE;
É AQUELE QUE MATA A JUSTIÇA;
É AQUELE QUE MATA O AMOR;
É AQUELE QUE MATA A UTOPIA;
É AQUELE QUE MATA O ESPÍRITO.

Responder

Eric Merlon

06 de fevereiro de 2020 às 19h42

Ou seja, a gente so interessa para empresas qdo estamos com boa saude para a CNI sugar ao maximo.
Depois o Bozo e a CNI irão dizer isso dos funcionarios com cancer ou qualquer outra doença grave.
É de uma desumanidade colossal.
Esse é o mito que votaram, um escroque sem coraçao. Mais uma dele em menos de 7 dias. Ja nao queria buscar os brasileiros “aprisionados” na china pelo coronavirus.
Vejam que pessoa humana que é o Bolsonazzi.
Para os empresarios TUDO, para os empregados NADA e para os desempregados o DEBOCHE ” minha primeira empresa “.
Parabens vc que votou nesse traste sem coração.
Eles querem so governar para empresario e banqueiro.
Será que nao dá despesa muito maior ficar pagando pensao para filha de militar sendo que muitas sao ricas ou casadas com rico ou com pessoas com boa profissao.
Quem votou no bozo parabens, o cara nao tem emprego e os militares foram imensamente favorecidos na reforma da previ deles.
Votaram no bozo em troca de uma arma. PQP. Tem que se foder mesmo pra deixar de serem trouxas.
O governo precisa autorizar uma arma para o cidadao defender-se a si mesmo e a sua familia ?
Tenha a santa paciencia.

Responder

Marcos Videira

06 de fevereiro de 2020 às 17h19

Nenhuma surpresa. Os nazistas eliminavam alemães com deficiência física ou mental.

Responder

Marilene Valério Diniz

06 de fevereiro de 2020 às 15h24

Em minhas mais de 7 décadas de vida, tendo já passado por dois golpes, um aos oito anos, vendo meus pais lamentarem a morte de Getúlio Vargas, aos 18 anos, o golpe militar de 1964, nunca pensei que pudéssemos sofrer mais um terrível golpe como este. É um pesadelo pensar que, mais uma vez, o Império Norteamericano colocou o Brasil sob suas botas e com a ajuda da Mídia, do STF, do Exército, dos empresários e da burguesia em geral e, o que é pior, de uma grande parcela do povo pobre. Após um golpe terrível à Presidenta Dilma, o STF e o STE referendaram uma pseudo democracia, numa eleição cheia de fake news, aliás, uma fake eleição para referendar uma fake democracia. Esse grupo que assaltou e capturou nossa Pátria nos enche de vergonha a cada fala desse Presidente e de seus assessores. Meu Deus, que pulhas, quanta idiotice! Quanta perversidade! Tratam problemas sérios como a AIDS, gravidez precoce, Educação com uma irresponsabilidade de meter medo. Jogaram nossa Pátria na cloaca mais fétida de um submundo ao qual eles pertencem.

Responder

Zé Maria

06 de fevereiro de 2020 às 15h01

Com Bolsonaro/Guedes/Moro, atingiu-se aquele Ponto Máximo do “Horror Econômico”(*),
previsto pela Escritora Francesa Viviane Forrester que aconteceria na Europa, no Fim do Século 20.

QUANDO A VIDA SE TORNA UM DIREITO RELATIVO
Se as Pessoas não são “Rentáveis”, por não produzirem Lucro, são “Elimináveis”:

“Qualquer que tenha sido a História da Barbárie ao Longo dos Séculos,
o Conjunto dos Seres Humanos sempre se Beneficiou de uma Garantia:
ele era tão Essencial ao Funcionamento do Planeta como à Produção,
à Exploração dos Instrumentos do Lucro, do qual Representava uma Parcela.
Elementos que o preservavam.”
“Pela primeira vez, a massa humana não é mais necessária materialmente, e menos ainda economicamente, para o pequeno número que detém os poderes e para o qual as vidas humanas que evoluem fora de seu círculo íntimo só têm interesse, ou mesmo existência – isso se percebe cada dia mais –, de um ponto de vista utilitário.

A relação de forças, até aqui sempre latente,
se anula por completo.
Desaparecem as barreiras de proteção.
As vidas não são mais de ‘utilidade pública’.
Ora, é precisamente em razão de sua ‘utilidade’
em relação a uma economia agora autônoma
que elas são avaliadas.
Vê-se bem onde reside o perigo,
ainda virtual mas absoluto.

Ao longo da história, a condição humana
foi muitas vezes mais maltratada que nos dias de hoje,
mas a era por sociedades que, para subsistir,
precisavam dos vivos.
E de vivos subalternos em grande número.

Já não é esse o caso.
É por isso que hoje é grave –
em plena democracia, numa época
em que se tem a experiência do horror e,
como nunca, os meios de ser socialmente lúcida –,
sim, é tão grave observar a rejeição inexorável
daqueles que não são mais ‘necessários’,
não aos outros homens,
mas a uma economia de mercado
para a qual não são mais
uma fonte potencial de lucro.”

“Para obter a faculdade de viver,
para ter os meios para isso,
as Pessoas precisariam responder
às necessidades das redes
que regem o Planeta,
as Redes dos Mercados.

Ora, elas não respondem
– ou antes, são os Mercados
que não respondem mais
à sua presença e não precisam delas.
Ou precisam muito pouco e cada vez menos.

Sua vida, portanto, não é mais ‘legítima’, mas ‘tolerada’.

Importuno, o lugar delas neste mundo lhes seria consentido
por pura indulgência, por sentimentalismo, por reflexos antigos,
por referência ao que por muito tempo foi considerado ‘sagrado’
(teoricamente, pelo menos).
Pelo medo do ‘escândalo’.
Pelas vantagens que os mercados ainda poderiam tirar disso.
Pelos jogos políticos, pelas jogadas eleitorais
baseadas na impostura de ver em curso uma ‘crise provisória’
que cada campo pretende ser capaz de estancar.

E depois, determinado Bloqueio Atávico das Consciências
impede de aceitar de imediato uma tal Implosão.

É difícil admitir, impensável declarar que a presença
de uma multidão de humanos se torna ‘precária’,
não pelo fato inelutável da morte,
mas pelo fato de que, enquanto vivos,
sua presença não corresponde mais à lógica dominante,
uma vez que ‘já não dá lucro’,
mas, ao contrário, revela-se ‘dispendiosa’,
demasiado dispendiosa.

Ninguém ousará declarar,
numa Democracia,
que a Vida não é um Direito,
que uma Multidão de Vivos
está em ‘Número Excedente’.

Mas, num Regime Totalitário,
será que não se ousaria?
Já não se ousou?”

“O que aconteceria se o ‘mérito’,
do qual dependeria mais do que nunca o direito de viver,
e esse direito de viver, ele próprio, fossem argüidos
e administra­dos por um regime autoritário?

Já não ignoramos, não podemos ignorar
que ao horror nada é impossível,
que não há limites para as decisões humanas.
Da exploração à exclusão,
da exclusão à ‘eliminação’,
ou até mesmo a algumas inéditas
‘explorações desastrosas’ …

será que essa seqüência é impensável?

Sabemos, por experiência própria,
que a barbárie, sempre latente,
combina de maneira perfeita
com a placidez daquelas maiorias
que sabem tão bem amalgamar o pior
com a monotonia ambiente.”
.
(*) Íntegra do Livro “O Horror Econômico”. VIVIANE FORRESTER. UNESP. 1997.

Em Português: (http://abre.ai/livro_o-horror-economico_viviane-forrester)
Em Espanhol: (http://www.ddooss.org/libros/Viviane_Forrester.pdf)
.

Responder

    FABRICIO NUNES BACCHI

    08 de fevereiro de 2020 às 23h50

    Mi mi mi do caraleo o Bolsonaro não falou nenhuma mentira quem paga a conta são os pagadores de impostos mesmo, e ele não falou que ia parar de pagar esse benefício para ninguém, vamos parar de ideologizar tudo e ver o contexto da fala do presidente ele está certíssimo se investirmos mais em prevenção e conseguir reduzir o número de infectados com certeza o dinheiro que é investido em tratamentos da doença será reduzido e poderá ser destinado a outras áreas também necessitadas.


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