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Diário da Resistência


Veja o que os ex-ministros Temporão e Chioro falam do futuro da saúde no Brasil
Blog da Saúde

Veja o que os ex-ministros Temporão e Chioro falam do futuro da saúde no Brasil


17/01/2022 - 17h31

CEBES DEBATE

Dois ex-ministros da Saúde do Brasil são os convidados do primeiro programa Cebes Debate de 2022.

Temporão e Chioro ajudaram na construção do SUS, sistema que provou ao atual governo que a ciência é mais forte que o negacionismo e está salvando o país da pandemia.

Mas o debate vai além disso: quer levantar questões que possam desvendar o futuro da saúde em 2022 e pensar as bases de um programa de governo democrático e popular.

O Cebes Debate será ao vivo, na próxima segunda-feira (17), às 17h, no canal do Cebes no youtube.              

JOSÉ GOMES TEMPORÃO

Médico. Doutor em Saúde Coletiva. Professor e pesquisador titular aposentado da Fundação Oswaldo Cruz. Foi Diretor Geral do Instituto Nacional do Câncer (2003-2005) e Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (2005-2007). Ministro de Estado da Saúde (2007-2010). Membro Titular da Academia Nacional de Medicina.

ARTHUR CHIORO

Médico. Doutor em Saúde Coletiva. Professor-adjunto do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina. Foi secretário municipal de saúde de São Vicente-SP (1993-1996) e de São Bernardo do Campo-SP (2009-2014). Foi presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) por três mandatos. Foi Diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde (2003-2005) e Ministro de Estado da Saúde (2014-2015).

LUCIA SOUTO

Presidenta do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), Médica sanitarista, pesquisadora do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz).

JOSÉ NORONHA / Mediação

Diretor do Cebes





2 comentários

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Zé Maria

20 de janeiro de 2022 às 19h17

Desde a Derrubada da Presidente Dilma Rousseff, em 2016, houve
um Tsunami Neoliberal – Privatista, Desregulamentador – no Brasil
que arrasou o País de tal forma que atingiu destrutivamente todas
as Áreas Fundamentais ao Desenvolvimento Sócio-Econômico que,
nos Governos do PT, estavam alavancando o Brasil à Posição de
Destaque em Nível Mundial.

Primeiro, os Golpistas (Tucanos e Pemedebistas) limitaram o uso das
Verbas Orçamentárias em Saúde e Educação, com a Emenda do Teto;
iniciaram o processo de desmonte da Petrobras, invertendo a Política
de Preços dos Combustíveis, abrindo caminho para a Privatização das
Refinarias e Subsidiárias da Petrolífera Estatal; e deixaram a Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT) em Retalhos com a “deforma” Trabalhista.

Depois, vieram o Guedes-Offshore e o Energúmeno-Genocida com o
Programa Ultra-Neoliberal para:

aprofundar o Desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS), privatizando
a Saúde Pública, que foi salva pela necessidade de combater a Pandemia.
Por outro lado, procuraram cercear de todos os modos a Atuação da
Pesquisa Científica, na Busca por Vacinas contra a Covid-19.

intervir no Ensino Público, especialmente o Médio e o Universitário;

Interferir nas Manifestações Culturais e até Censurar Produções Artísticas,
por meio de Atos Arbitrários do Poder Executivo;

extinguir as Normas de Proteção e Fiscalização Ambientais, privilegiando
o Agronegócio Predador, o Garimpo Ilegal, o Desmatamento Irregular por
Madeireiros e a Invasão de Florestas e Terras Indígenas, além de Queimadas
na Amazônia e no Pantanal. Some-se a esses Crimes a Liberação Indiscriminada
de Venenos aos Latifundiários pra Uso nas Lavouras de Grãos.

– continuar privatizando a Petrobras e desfazendo o Sistema encadeado de
Extração, Produção, Refino e Distribuição de Derivados do Petróleo, que foi
o Maior Responsável pela Geração de Empregos, até o golpe da Lava-Jato.

Sem contar as “deformas” Constitucionais, notadamente a Previdenciária,
que desfiguraram o Caráter Social da Constituição Federal de 1988, e, enfim,
a Extinção do Bolsa-Família, Programa Assistencial que deveria ser Ampliado,
não reduzido, sobretudo diante do Aumento Clamoroso da Miséria e da Fome.
Ou seja, o “desgoverno” atual prejudicou de todas as formas possíveis a População
Trabalhadora Pobre, em especial os Negros (Pretos e Pardos) que representam
a Maioria dos Habitantes do Brasil e são a Etnia mais Sacrificada no Trabalho.

LULA LÁ, AQUI E EM TODO LUGAR!

Responder

    Zé Maria

    23 de janeiro de 2022 às 16h13

    “O Caso de Moro e Dallagnol
    não era de Exoneração.
    Era de Demissão.”

    Eugênio Aragão, no DCM:

    https://youtu.be/qY-wlit_GKM?t=501


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