VIOMUNDO

Show de Skaf na Paulista, que gera imagens para o golpe, tem pato, acampamento e estelionatário como porta-voz

28 de março de 2016 às 02h37

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De camiseta preta, à direita, o homem que se fez passar por jornalista para atrair modelos

Da Redação, com LCAC

No acampamento da Paulista, ironicamente diante do número 1313 da avenida, um homem aparece com um crachá em que está escrito Júnior.

É Agnaldo Santos Pereira Júnior.

O acampamento do qual ele participa até recentemente tinha bonecos enforcados do ex-presidente Lula e da presidente Dilma e uma faixa com os dizeres “Mexeu com Moro, mexeu com a Nação“.

Os acampados não comem mortadela, mas presunto e queijo. Dia desses, comeram filé mignon oferecido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

O presidente da FIESP, Paulo Skaf, é um dos apoiadores do impeachment de Dilma. A entidade patrocina uma campanha contra a volta da CPMF que usa um pato amarelo como símbolo.

O pato frequenta manifestações pelo impeachment.

Depois que Lula foi ao Palácio do Planalto para o anúncio oficial de que se tornaria ministro da Casa Civil, o juiz Sérgio Moro vazou gravações de conversas telefônicas do ex-presidente.

Nas palavras do ministro Teori Zavascki, do STF, algumas foram vazadas ilegalmente, por envolver autoridades com foro privilegiado.

A TV Globo disseminou o conteúdo recebido do juiz Moro freneticamente, inicialmente através de sua emissora de notícias. Passou a transmitir ao vivo protestos em Brasília e em São Paulo.

A FIESP não decepcionou: nem bem os manifestantes chegaram à Paulista e foram saudados com um “Renúncia Já” estampado no letreiro que cobre o prédio da entidade.

Foi um show de luzes!

Em 1964, segundo o coronel reformado do Exército Erimá Pinheiro Moreira, a FIESP usou dólares para convencer o general Amaury Kruel, comandante do II Exército, a trocar de lado e abandonar João Goulart, o que consolidou a quartelada (veja na reportagem clicando aqui). Sem São Paulo, restou apenas Porto Alegre para resistir — Jango preferiu o exílio.

Ecos daquele golpe são ouvidos hoje na Paulista. Alguns dos 70 acampados apoiam a intervenção militar para “limpar a política”.

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Instrumentos do golpe: bonecos infláveis, Júnior e a demonização alheia

O acampamento na calçada da FIESP seria inimaginável sem autorização da entidade empresarial.

Assim como o pato de plástico e o letreiro gigantesco na fachada do prédio, é um eficaz chamariz para a mídia.

Montar acampamentos ou incentivá-los não é propriamente uma novidade. Aconteceu em várias “revoluções” recentes, do Cairo a Kiev, a capital da Ucrânia.

Na crise política da Venezuela, acampados também tiveram um papel de destaque.

A tarefa foi desempenhada por estudantes universitários, que simularam acorrentamento e fizeram greve de fome diante da sede local da Organização dos Estados Americanos (OEA) para denunciar o então presidente Hugo Chávez.

Foi um grande atrativo para a mídia, principalmente para os correspondentes internacionais.

Alguns dos estudantes eram do grupo denominado Javu, Juventude Ativa Venezuela Unida. Via internet, eles disseminaram os famosos “198 pontos de ação” da desobediência civil.

Os pontos constam do livro de Gene Sharp chamado A Política da Ação Não Violenta.

Sharp, do Instituto Albert Einstein, em Boston, inspirou as chamadas “revoluções coloridas” no entorno da Rússia, no Oriente Médio e no norte da África.

“Revoluções” que mobilizaram jovens, usaram intensamente as redes sociais e foram precedidas por “penetração” da sociedade civil através de organizações privadas ou públicas dos Estados Unidos.

A advogada e jornalista investigativa Eva Golinger há anos denuncia que Washington tenta provocar um “golpe suave” na Venezuela.

Com a falência dos partidos tradicionais, como o democrata cristão Copei e a social democrata AD, era preciso criar novas agremiações naquele país.

Dois deles, o Primero Justicia e o Un Novo Tiempo, foram resultado da aplicação de métodos importados dos Estados Unidos. É um investimento de longo prazo.

Um telegrama secreto vazado pelo Wikileaks em 2006 definiu os objetivos do Escritório de Iniciativas de Transição, o OTI, da United States Agency for International Development, a USAid, para a Venezuela.

O texto do telegrama revelou que o OTI ajudou mais de 300 entidades da sociedade civil a se organizar, com financiamento de U$ 15 milhões.

“Penetrar e dividir a base do chavismo” era um dos objetivos. Segundo o texto do telegrama, com U$ 1,1 milhão foram organizados 3.000 fóruns nos quais lideranças da oposição podiam se aproximar de defensores de Hugo Chávez “com o efeito desejado de afastá-los lentamente do chavismo”.

Na Venezuela, a organização Javu adotou o mesmo símbolo — e as mesmas técnicas  — de um grupo denominado Otpor: a mão direita cerrada.

A Otpor, com apoio dos Estados Unidos, organizou a campanha de desobediência civil que antecedeu a intervenção da OTAN na Sérvia.

Veja aqui um documentário sobre o tema. E aqui um texto da Natália Viana sobre as “revoluções coloridas”. Todas, aliás, resultaram em desestabilização política e econômica, geraram grande ressentimento, quando não mortes e guerra civil.

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Ratos diante do MP em Caracas, correntes cenográficas do Javu e cenas hip do Otpor na Sérvia:  é preciso gerar imagens dramáticas, mesmo que desprovidas de conteúdo, para comunicar ao mesmo tempo desafio, vitimização e idealismo dos jovens. Quem poderia ser contra eles?

Na Venezuela, um das ações dos estudantes da Javu foi soltar ratos diante da sede do Ministério Público, que acusavam de ter se corrompido para defender o chavismo.

No Brasil, ratos foram soltos no plenário da CPI da Petrobras durante depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Estas ações espetaculosas geram imagens e vídeos de grande impacto. Na era da informação superficial, carregam mensagens visuais poderosas.

É nisso que pensava o juiz Sérgio Moro quando autorizou a condução coercitiva do ex-presidente Lula até o aeroporto de Congonhas para dar depoimento.

Produzir imagens para a mídia é o que estava, também, por trás da malhação de Judas com bonecos de Lula e Dilma, promovida no último sábado pelos acampados na Paulista.

O mesmo vale para o boneco inflável do ministro Teori Zavascki, que desautorizou Moro e agora se junta a Dilma e Lula diante da FIESP.

Tudo isso atrai atenção — e atenção é com Agnaldo Santos Pereira Júnior, o Júnior Pereira, que por motivos desconhecidos também se identifica como Júnior de França.

No Facebook, ele incentiva a adesão às páginas do Acampamento Patriótico.

Numa recente entrevista ao portal R7, da Record, foi descrito assim:

O produtor de eventos Junior de França, de 28 anos, é uma das pessoas que ajudam a organizar o acampamento, por ser um dos primeiros a chegar no acampamento. França conta que a ideia era chamar a atenção para a causa, mas confessa que as pessoas pararem para fotografar foi uma surpresa.

— Quando montamos as barracas, o objetivo era mesmo chamar a atenção, mas não esperávamos que conseguiríamos virar atração turística. Tem gente que quer tirar foto com a gente, além dos ‘gringos’, que param para fotografar também.

Júnior é muito ativo no acampamento.

Ele também estrelou uma reportagem da TV portuguesa SIC, a campeã de audiência em Portugal.

Júnior, vestindo crachá, também aparece em fotos e em pelo menos um vídeo participando da malhação e queima de bonecos de Lula e Dilma, no sábado de Aleluia.

Uma das fotos saiu em O Globo.

Ele se apresenta como empresário, dono da Absolute Eventos. No Facebook, recruta homens e mulheres para participar de feiras.

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Golpe das sub-celebridades: Júnior, na TV portuguesa, dá um ar popular à “revolução do Skaf”, o industrial que vive de aluguéis; Alane foi ameaçada pelo porta-voz do acampamento

Mas, depois de ter corruptos na liderança de uma campanha pelo impeachment contra uma presidente que não é acusada de crime, o Brasil corre o sério risco de esculhambar de vez os golpes suaves.

É que Júnior de França, o militante que posou de porta-voz do acampamento da FIESP, já foi acusado de ser estelionatário.

A acusação não partiu de qualquer um.

Foi da TV Record e do portal R7. 

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A reportagem foi publicada em julho de 2015.

Júnior se passou por jornalista de TV, usou um e-mail como se fosse funcionário da emissora e tentou fazer sexo com modelos que contratava.

Por telefone, ameaçou Alane Pereira, a musa do América de Natal, em conversa que foi gravada por ela:

“Alane, você toma cuidado, toma cuidado! Cara, se você tivesse amor na tua vida, cara, você não me desafiaria. Eu sou louco quando eu quero. Você toma cuidado! É sério. Você não sabe quem eu sou e com quem eu ando, Alane”, disse Pereira Junior à modelo, por telefone. “Para mim, você é merda! Para mim, seu corpo só serve para ser utilizado mesmo para transar. Não tem outra utilidade”, continuou o falsário. 

Agora, Júnior aparentemente está afastado das atividades empresariais — ou as desenvolve a partir de uma barraca na avenida Paulista.

Ele não é filiado à FIESP, mas como militante do impeachment deu um ar ao mesmo tempo popular e bem articulado ao acampamento instalado à sombra de Paulo Skaf.

Os manifestantes poderiam ter montado o acampamento em muitos lugares de São Paulo, mas curiosamente escolheram a entrada de uma entidade empresarial que ajudou a dar o golpe de 64!

Na entrevista à TV portuguesa, depois de aparecer em cenas dentro de uma barraca, Júnior de França acrescentou um sabor econômico amargo à crise brasileira.

É uma crise da qual empresários que nada produzem, como Skaf, pretendem tirar proveito para retirar direitos… de gente como o próprio Júnior.

À repórter da SIC, parceira da TV Globo em Portugal, o porta-voz Júnior de França denunciou o motivo para o impeachment de Dilma:

Antes você ia no mercado, você via aquele chocolate gostoso ali, você comprava. Hoje você não pode comprar porque [o preço] está três vezes, quatro vezes maior. Muita gente não está nem fazendo compra mensal, está comprando o necessário pra comer e vai assim sucessivamente.

Leia também:

Globo mostra Júnior, mas não mostra os nomes da lista da Odebrecht

Guerra psicológica: Embaixador desmente informação furada de Veja

 

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Junior de França

05/04/2016 - 17h49

CONFORME CONVERSADO COM CONCEIÇÃO LEMES VIA TELEFONE, QUERO O DIREITO DE RESPOSTA OU A EXCLUSÃO DA MATÉRIA.

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    Conceição Lemes

    05/04/2016 - 18h42

    Escreva o seu direito de resposta e nos envie. O Viomundo preza a transparência e a verdade.

Joanisbel Amorim - Livreiro

30/03/2016 - 12h05

Olá Paulo, bom dia! faça uma matéria sobre o novo Instituto Golpista, tal de Empiricus, que prega o golpe abertamente, mandando span para cidadãos com postura democrática}

Abraço do,
Joanisbel Amorim

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FrancoAtirador

28/03/2016 - 21h51

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Movimento Reacionário ‘Apartidário’ Pró-Impíxi
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Lançará 123 Candidatos nas Próximas Eleições.
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Membros do MBL (Movimento braZil Livre)*
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filiaram-se a PSDB, DEM, PN, PSD, PSC e PPS.
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*(https://en.wikipedia.org/wiki/Free_Brazil_Movement)
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(http://jornalggn.com.br/noticia/movimentos-pro-impeachment-lancarao-candidatos-nas-proximas-eleicoes)
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Responder

crazy horse

28/03/2016 - 17h21

“O Brasil não é para amadores”

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Sérgio

28/03/2016 - 15h52

O dia D é o 31/03. Todos nas ruas ou a volta com o rabo entre as pernas.

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Jair Fonseca

28/03/2016 - 15h33

Picaretagem pouca é bobagem.

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Roberto

28/03/2016 - 14h23

Quem já assistiu Show de Truman entenderá a comparação: no final, sairão todos se entreolhando e perguntando em pensamento: -“E agora?!” Digo-lhes:-“Agora que a Democracia está a salvo, voltemos ao trabalho pois o País precisa voltar a crescer (prá desespero dos coxinhas simpatizantes da quela nação falida, dominada por banqueiros na qual seu presidente precisa ir todo ao congresso, de pires na mão implorando para aumentarem o teto da dívida)

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Urbano

28/03/2016 - 12h30

Na oposição ao Brasil, falsários vem ser a marca registrada.

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A velha mídia mente descaradamente

28/03/2016 - 12h17

Pesquisas somente possuem um objetivo apenas, o famoso fator “rebanho”. Do popular, o alienado sempre segue a maioria, ou a pretensa maioria. Por exemplo, se você realiza uma pesquisa numa área “nobre”, com um ínfimo numero de participantes, terá um resultado completamente oposto à uma pesquisa realizada em um bairro suburbano, no centro ou na periferia. O que se dirá quando você generaliza. A questão, quem fará uma pesquisa com duzentos milhões para contestar?Em suma, pesquisas são tendenciosas e financiadas , principalmente em nações multiculturais quanto o Brasil, são tão eficazes quanto as “verdades” da velha mídia. Deviam ser proibidas, aqui por que.
Por que a mídia mente?
Num colégio qualquer a professora marca a entrega de um complicado trabalho para daqui a uma semana e os alunos estão aflitos pois acreditam que o tempo é escasso . No dia da entrega os trabalhos não ficaram tão bons, cada um fez o que podia, a professora percebeu que um dos alunos faltou: Joãozinho.
Uma semana depois da data da entrega do trabalho, Joãozinho aparece no colégio:
Joãozinho:
– Professora, eu infelizmente tive que faltar essa semana toda,mais hoje eu trouxe meu trabalho.
A professora percebe que o trabalho dele é superior aos outros pois obviamente teve muito mais tempo para faze-lo.
Professora:
– Infelizmente não posso aceitar seu trabalho Joãozinho, o prazo para entrega era uma semana atrás.
Joãozinho:
– Mas professora eu não faltei atoa, é que …minha vó morreu…
E AGORA ?
E se a professora acusar o Joãozinho de mentira e realmente a avó dele morreu? Além de despedida ela pode ser processada. Claro que com o passar dos dias e semanas a professora pode tentar descobrir se a avó dele realmente morreu, mais eu pergunto naquele momento, quem venceu , o Joãozinho ou a professora? Obviamente o Joãozinho.
A professora então aceita o trabalho do Joãozinho e mesmo se descobrir no futuro que ele estava mentindo o trabalho já foi aceito por ela, devolver daria grande confusão, a única coisa que lhe resta é tentar não cair em tal plano do joãozinho de novo.
– o “terrorista” que matou.
– o Saddam Hussein que tem armas de destruição em massa e vai matar.
– o ebola que está matando milhares.
– a gripe suína que está matando e vai matar.
– a Rússia que vai anexar todo o planeta e matar as populações locais.
– a Coreia do Norte que mata as criancinhas e as mulheres, vai matar todo mundo.
E não importa se descobrimos no futuro que essa coisas são mentiras: hoje sabemos que o Saddam Hussein não tinha armas de destruição em massa, assim como a professora tivemos que aceitar o trabalho, mais hoje a guerra já foi feita.

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Bacellar

28/03/2016 - 12h06

Para se defender de um golpe suave e da desestabilização (dia 16 a Rede Globo efetivamente tentou dar start, a meu ver de maneira atabalhoada, na “Revolução Amarela”) só levando em conta todo o ferramental do tipo G.Sharp para pensar medidas contra-revolucionárias, melhor dizendo; contra-desestabilizadoras.

-Ampla divulgação e criação de consenso entre as forças de esquerda ou democráticas sobre o peso externo real contido na desestabilização. Não podemos mais especular se acontece ou não no Brasil: Acontece.
-Fim de todo sectarismo de esquerda.
-Criação de grupos de diferentes áreas (comunicação, jurídica, empresarial, ativista) para executar ações específicas em moldes semelhantes aos executados pelos adversários.
-Denúncias cotidianas das movimentações golpistas.
-Ações diretas dos meios institucionais (Prefeito Haddad; tire os caras da Plta).
-Dedicação por parte dos grupos intelectuais de esquerda para pensar e criar formas de atuação contra-desestabilizadoras.
-Demonstrações de massa nas ruas em repudio ao impeachment. Mobilização junto aos setores populares e camadas desfavorecidas economicamente.
-Pressão direta sobre agentes golpistas.
-Serenidade para evitar incidentes violentos e ao mesmo tempo firmeza contra provocações dos pequenos grupos de caráter fascista.

Quem tiver mais sugestões…

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Democracia é fazer valer seu voto, levando a justiça para as ruas

28/03/2016 - 11h54

Exclusivo e urgente; iminente e privilegiado.
Depois de tentar assaltar a democracia, golpistas tentaram assaltar a gramática. Grupo criminoso, armado de ignorância e insensatez, ousou à luz do dia um assalto ao sentido da palavra GOLPE. Com clara estratégia de descontextualizarão e desqualificação, para aferir disso lucro, apesar do registro intelectual de outrem, foram deflagradas ofensivas rápidas e veladas para assaltar o indefesa palavra. Fontes próximas , e outras ainda mais próximas, especulam se tratar de uma ação orquestrada pela policia das ideias; que me perdoe Orwell. Intelectuais e juristas opinaram com a crença de ser desespero. Por fim, os assaltantes conseguiram escapar ilesos, com penas informais de exposição ao ridículo e ao sarro. Jornais sensacionalistas divulgaram uma possível lista de alvos futuros deste grupo criminoso. Alguns nomes de peso, como liberdade, privacidade, saúde, educação, manifestação, imprensa , soberania , nação, independência ,dentro outros, aparecem na suposta lista.

PE; se possuem a ousadia de tentar roubar até nossas ideias , o que se dirá do resto…
O povo consciente , o patrimônio humano de uma nação, de confiar em si mesmo e exigir a democracia nas ruas. Residi ai nossa esperança e confiança.

Responder

Antonio

28/03/2016 - 11h21

A cada dia o golpe se aproxima cada vez mais, Paulo Skaf a exemplo que Henry Boilisen, que o inferno o tenha, e Theobaldo de Nigris como legítimos representantes da aristocracia escravocrata, está em campanha aberta pelo impeachment.
O “ex-ministro da justiça” foi omisso, não se manifestou nem exigiu que a Fiesp não patrocinasse esse tipo de ação… – Será que ele conserva alguma ligação com Daniel Dantas de quem foi defensor?
Paulo Skaf é um empresário falido que conseguiu ascender à presidência da entidade.
Ao que dizem, reuniu a nata do empresariado para arrecadar uma fortuna destinada à campanha de Eduardo Cunha que firmou compromisso de apresentar projeto de lei permitindo a terceirização de todas as atividades, na indústria e no comércio.
Paulo Pereira da Silva que é cria do outro pulha, Luiz Antonio Medeiros, ao que dizem recebeu vultuosa quantia do Daniel Dantas para si e outra para criar seu próprio partido que tem no seu programa o apoio à terceirização.
Os membros desse sindicato andam em veículos Fiat novos e mais parecem gangsters do que sindicalistas, como pude constatar em uma das minhas viagens, quando verdadeiros guarda-roupas estavam hospedados no mesmo hotel. Tinham ido lá para participar ou forçar a eleição porque na época era a data-base dos metalúrgicos naquela cidade.
Se o incontável número de boçais, muitos deles jovens, outros com filhos carregando os balões distribuídos gratuitamente pelo Paulo Skaf foram cegados pela mídia, Folha de São Paulo é a maior disseminadora dessa proposta.
Não se dão conta que o falido Paulo Skaf que preside a FIESP que em nada mudou em relação àquela que era presidida por Henry Boilesen quer e vai enterrar a CLT.
Quem quer saber ou conhecer o que nossos empresários agem fazem, entre eles João Dória Jr, dê um pulinho no Fórum Trabalhista da Barra Funda e examine os processos, o dele inclusive.
Hoje na primeira página, a Folha trás a seguinte notícia na primeira página: Trabalhadores que estudaram têm as maiores perdas salariais.

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Jorge Luiz

28/03/2016 - 11h10

Grande bosta!
Solta um track perto deles que sai todo mundo correndo.

Responder

maria do carmo

28/03/2016 - 07h38

Os estudantes ou jovens desinformados se deixam iludir pela fiesp, que e a favor da terceirizacao, que vai contra a CLT que foi legado de Getulio Vargas, pois querem escravos, pobres jovens que se deixam iludir com luzes e que tristeza se venderem com sanduiche de presunto e queijo e filet mignom, aos vendilhoes da patria, Skaf ficara na historia como o capataz dos escravos ignorantes, o pequeno Skaf e o retrato dos exploradores, liderando a massa de pequenos trabalhadores a insultar o Mnistro Teori que com coragem defendeu o estado de direito em brilhante manifestacao nao aos jornais e sim no Supremo, sem holofotes, Skaf nao respeita o Brasil, ao incentivar desodem, nao respeitando os poderes, estejam certos, as industrias com esse Skaf so perderam, pois nem todos operarios se deixam manobrar e contaminar pelos ignorantes marcha de manobra de Skaf, e as industrias em breve sentiram de verdade nos bolsos e nao tera volta, Skaf e um agitador sem escrupulos, pondo em risco as industrias de SaoPaulo! Acordem! Skaf e golpista!

Responder

FrancoAtirador

28/03/2016 - 03h24

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O Golpe do Movimento dos Espertalhões e Sociopatas Paranóides (MESP)
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A Comissão de Frente do Impíxi está dando o que falar ao Mundo Inteiro:
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Empresários Estelionatários, Banqueiros Agiotas, Promotores Psicopatas,
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Juízes Fascistas, Policiais Bandidos, Políticos Corruptos, Médicos Mercadores,
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Advogados Mercenários, Muares com a LogoMarca da Ladroagem do Futebol,
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Templários Esquizofrênicos, à Paisana, tirando Selfie com Nazistas Fardados
.
e fazendo Pose para as Câmeras da Mídia Jabáculê do Mercado Financeiro…
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Responder

    Wilhelm

    28/03/2016 - 14h11

    VIDA LONGA A DILMA

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