VIOMUNDO

Estudante de Direito é vítima de racismo na PUC de São Paulo

19 de novembro de 2010 às 20h17

da Radioagência NP

A estudante do último ano de direito da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) Meire Rose Morais sofreu ofensas com conteúdo racista de uma colega de sala. De acordo com ela, as agressões se deram em uma lista de e-mails. Meire relata que é comum os bolsistas negros do Prouni serem tratados de maneira preconceituosa.

“Ela manda os e-mails com vários contextos que discriminam a questão racial: ‘esse creme que você usa para emplastar seu cabelo’.  Ela faz uma ofensa pelos elementos raciais que eu possuo. Eu tenho o cabelo crespo, cacheado e para ele não armar muito eu passo bastante creme.”

Meire é solteira e mãe de três filhos. Dentro de um mês se formará aos 46 anos de idade. Ela conta que foram feitas referências até mesmo a um problema no pé que a obriga a usar sandálias.

“Ela deixa bem claro o que ela entende das pessoas negras, que é tudo bandido, ladrão. Eu nunca imaginei que pudesse causar tanto problema. Eu passei cinco dias chorando na faculdade. Eu não conseguia me vestir direito, eu tinha medo de sair de casa e as pessoas rirem de mim. Eu tive dificuldades para colocar de novo a minha sandália.”

O advogado Cleyton Wenceslau Borges, que acompanha o caso, acionará o conselho universitário para pedir apuração. Depois de encerrada a sindicância, poderão ser abertos processos na Justiça. Meire revela que também será solicitado ao Ministério da Educação que oriente as universidades a implementarem fóruns de discussão e combate ao racismo como exigência para a concessão do título de filantropia.

“Às vezes aquela pessoa é tão tímida que não consegue se colocar. Então, teria que existir um comitê de combate a todos os tipos de discriminação. Não adianta apenas ter um psicólogo para atender aqueles que sofrem preconceito na PUC ou em outras universidades particulares que adotam ações afirmativas.”

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

19/11/10

Confira trechos de um dos e-mails:

“Fico feliz, pq agora, posso, sem peso na consciência, dizer: VAI SE
FUDER!!!”

“Ah, já que estamos falando de campanhas e tal, queria te apresentar uma
que só depende de vc, ela se chama: Meire, botas já!! É baseada no fato
de que estamos cansados de ter que ver o seu pé grotesco!! Sério! Vc
devia consultar um podólogo, tenho certeza que o SUS tem um, pq aquilo
não pode ser só um joanete, com certeza é uma forma alienígena de vida
que se acoplou ao seu pé!! Na boa, pela sua própria saúde, consulte um
médico!”

“Além disso, tbm acho que está na hora de vc trocar o produto que vc
usa para emplastar seu cabelo, pq esse já venceu, e o cheiro…. Na
boa….É insuportável!”

“Ah! Mas espero que vc não leve para o lado pessoal sabe?! Gosto muito
de vc! Vc alegra o meu dia e me faz dar muitas risadas, principalmente qnd
vc vem com meia calça estampada, saia de bolinhas e sapatos caramelo!
Uhaha! Hilário!”

“Ha, e só para fechar com chave de ouro, queria saber se vc não tem
nada mais pra fazer da vida dq propaganda política? Pq pessoalmente acho q
vc deveria se dedicar mais aos estudos, não?!

Mas hey! Oq eu estou falando vc já está bem encaminhada! Afinal, vc
pratica a profissão mais antiga do mundo (É a prostituição caso vc nao
saiba!)

Ou melhor.. acho que não Né?Pq, citando um político:

‘Vc nem pra prostituta serve pq é muito feia’ “

“Ufa! Obrigada mais uma vez por permitir esse meu desabafo! Com certeza
sairei mais leve desta faculdade!”

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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jul

18/10/2011 - 14h26

https://www.facebook.com/meirerose.morais

Olhaí o facebook da aproveitadora…
Quem participava da lista de emails sabe o quanto essa oportunista nojenta subdesenvolvida é mal educada, e não por ser negra…é por ser escrota mesmo. Aliás, ela queima o filme dos negros…zuada!

Responder

César Ricardo

08/01/2011 - 06h07

As pessoas precisam ser informadas de quem começou tudo foi a estudante Meire Rose Morais, a suposta "vítima" (ou melhor, que se faz de vítima) xingando a outra de FDP…

Depois, ao sofrer uma reação, ela acusou a outra estudante, leviana e hipocritamente, de racismo.

Qualquer um pode ver, por si mesmo, que não houve referência racial no e-mail apresentado…

Mas os oportunistas de plantão viram uma chance de aparecerem na imprensa e se posarem como guardiões da moral e como donos da verdade.

Simplesmente lamentável..

Responder

Puquiano

24/11/2010 - 11h26

Parece que esse email foi enviado em Outubro…porque a Meire Rose só o divulgou no dia da consciência negra? Isso me cheira a oportunismo…

Responder

    Mariana

    27/11/2010 - 18h21

    Como algumas pessoas, possivelmente brancos e brancas, querem dizer se a Sra. Meire sofreu ou não agressão e discriminação? Só ela pode dizer. Sem dúvida é RACISMO. Aqueles que negam fazem como todos na história do brasil que negam a discriminação racial e querem impor a idéia de raça unica. Raça é conceito político, não biológico. É racismo porque a jovem branca se sente superior, acha que pode inferiorizar a outra, diz que a outra tem traços físico e culturais de menor valor… É racismo pois a menina da PUC, branca e de classe rica, não consegue aceitar uma negra no mesmo nível dela. Racismo é essa crença de que brancos e europeus são melhores em tudo, na beleza, no direito, no trablaho, no estudo. É racismo pois expressa um preconceito de quem está acostumado a ver preto só na cozinha e na faxina. Parabéns Meire por denunciar, parabéns ao advogado por questionar a universidade, elitista e desigual. A burguesia brasileira fica mais rica a cada vez que explora negros e mulheres. Não silenciem! Punição aos racistas e repação a pop. afro.

    PUC-RS

    05/12/2010 - 19h49

    Evidente que é oportunismo. É o velho vitimismo. Eu vou processar o Lula porque ele disse que a culpa da crise é das "pessoas louras, de olhos azuis". RACISTA MALDITO"

Raquel c.

24/11/2010 - 00h09

DEFINIÇÃO DE RACISMO: É a convicção de que existe uma relação entre as características físicas hereditárias, como a cor da pele, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais.

Responder

Gleisson Neves

23/11/2010 - 18h07

Mais uma paulista de lingua comprida!!
Até pouco tempo atrás, algumas mulheres mal falavam. Agora, já estão falando até demais!!
Eu disse: "algumas".

Responder

pedro

23/11/2010 - 12h02

Ridiculo isso dai, sou do quinto ano da PUC e não conheço nenhuma das duas…mas aqui a gente só teve acesso a um dos e-mails, foi a própria Meire que começou isso tudo chamando a mãe da menina de PUTA…depois ficou querendo se vitimizar e fez esse estardalhaço procurando a midia e tudo mais.

E o Azenha, parcial como é, colocou apenas o ponto de vista da aluna supostamente ofendida.

Tanto a matéria quanto a noticia são toscas.

Responder

    ocator

    23/11/2010 - 17h50

    não conhece nenhuma das duas. Mas já que uma é branca e a outra negra, mesmo que não existam e pela via das dúvidas, vamos discriminar a negra. Babaca!!

    Neves

    23/11/2010 - 18h08

    Não há ofensa que justifique racismo!!

    Rafael Camara

    24/11/2010 - 10h56

    Mas onde está o racismo aí? Há um preconceito sim, mas não racismo

    Mariana

    24/11/2010 - 11h17

    Também sou estudante da PUC e concordo com o Pedro…essa ''notícia'' está muito tendenciosa e sinto uma certa parcialidade aqui. Divulguem todos os emails para que as pessoas tirem suas próprias conclusões!
    Só acredito em fatos quando as fontes são verídicas e não visivelmente manipuladas como estão aqui!

    PUC-RS

    05/12/2010 - 19h52

    não conhece nenhuma das duas. Mas já que uma é branca e a outra negra, mesmo que não existam e pela via das dúvidas, vamos discriminar a negra. Babaca!!

    Não! Tendo uma branca e uma negra, a culpa é da branca sempre! Ignorante!

    Matheus Barreto Coelho

    08/10/2015 - 02h29

    Rapaz , essa que vc está falando é minha mãe , e ela chegou chorando em casa ! Só eu achei que minha mãe tinha feito algo de errado no início pois hj estudo uma universidade e sei bem do que ela passou ! Pensa bem vc vendo sua mãe chorando!

João Ferreira

23/11/2010 - 12h02

Meire, minha solidariedade

Processo nessa "aluna".
Não se deve passar em branco nenhuma agressão, de qualquer tipo, pois amanhã o preconceito vai ser por usar roupa de lã ou oculos, ou ter as unhas pintadas, etc

Responder

Rafael Camara

23/11/2010 - 10h34

Pessoal, me desculpe pelo que vou escrever agora mas.. atentem ao texto. Imaginem se a Meire fosse branca. As ofensas poderiam ser ditas da mesma forma.

Também achei um absurdo o que foi escrito por uma universitária. Com certeza ela se acha superiora aos outros mas NÃO é melhor do que a Meire do que eu ou vocês. Vejo isso como um preconceito SOCIAL e não RACIAL. Ou uma antipatia pessoal a Meire que mesmo assim não justificam as agressões. Porém que elementos do email remetem ao fato dela ser negra????

Pessoas de qualquer cor podem passar pelo que ela passou, certo?

Sou totalmente anti-racismo, podem acreditar, desde que ele seja comprovado! Mas nesse caso o que impera aqui é a HIPOCRISIA.

Responder

flavio marcio

23/11/2010 - 09h58

Meire Rose, receba minha plena, irrestrita e infinita solidariedade.
A ofensa de sua colega de turma me ofende igualmente.
O deboche dela debocha de mim também.
O racismo dela contra você do mesmo modo é contra mim.
Sou judeu, pele branquela alguns diriam, que, a exemplo dos seus ancestrais, teve centenas de parentes assassinados, no caso, em campos de concentração nazistas.
Não tenho quase dúvida que se estivesse ali em http://www.youtube.com/watch?v=6q7bHktD8Qk sua coleguinha entonaria também o grito: "Pegaram o tarado".
Que esta alma mesquinha, intolerante e discriminatória, que se repete em corpos diferentes (minha tese muito telúrica), seja combatida com energia!

Responder

roberto garcia

22/11/2010 - 19h37

Nao tem conversa….Um mes limpando banheiro de delegacia e a superioridade dela volta a niveis aceitaveis.

Responder

Cansadas? Não! «

22/11/2010 - 15h10

[…] e negra foi alvo de racismo e preconceito de classe em uma das listas de turma daquele curso. O Vi o Mundo deu destaque ao caso e me assusta alguns comentários dizendo que os emails da agressora não são […]

Responder

Marcia Costa

22/11/2010 - 11h43

O que vi contra a pessoa, ser humano humano Meire foi assédio moral da mais baixa classe. Que pessoa desumana! Que pessoa sem qualquer qualificação de bondade e generosidade em uma instituição católica que deveria obrigatoriamente primar pelos preceitos cristãos! O silêncio da PUC diante de mais esta "chacina" demonstra sua hipocrisia (outro comentarista já relatou a ocorrência de evento semelhante).

Responder

MirabeauBLeal

22/11/2010 - 08h18

. http://assediomoralcrimehediondo.blogspot.com/
.

Responder

Elaine P. da Silva

22/11/2010 - 02h06

Vou dizer apenas que vejo, claramente, dois tipos de preconceito nas mensagens dirigidas à aluna. Há preconceito racial e social. E, como todo preconceito, deve ser combatido seriamente, criminalizado e punido. Penso que este é o grande modo de coibi-lo, aliado às ações de demonstração pela raça negra (que é a minha) de que temos, sim, valores morais, culturais e éticos. Temos de mostrar, pelos nossos atos, que também temos valor, como qualquer outra raça. Somos todos da raça humana! Um dos comentários aqui (de Adolfo Neto) indicou meu livro autobiográfico "Pérola Negra – História de um Caminho". Quem quiser conhecer a história de uma mulher negra, pobre, que venceu uma lesão cerebral e formou-se médica na Unicamp, tendo enfrentado e vencido todos os tipos de preconceito, acesse meu site: http://www.doutoraelaine.com e, se estiver em banda larga, poderá assistir à minha entrevista a Jô Soares, em 2006, ano de lançamento do livro. Pelo site, também poderão me escrever. Obrigada. Dra. Elaine Pérola Negra

Responder

César Ricardo

21/11/2010 - 22h54

Sinto muito, mas não vi nenhuma referência RACIAL nos trechos de e-mails mencionados…

Se a aluna fosse branca e tivesse sofrido os mesmos comentários, isso não teria virado manchete…

Vocês querem fazer um carnaval em cima disso, apenas para parecer que todo mundo é racista, menos vocês…

Mas, enfim: existe a luta do errado contra o errado e existem lobos em pele de cordeiro.

Responder

    tcpsilva

    22/11/2010 - 12h25

    CR, ou é má fé sua ou é ignorância completa. Ou ambos! Talvez vc nunca tenha sofrido preconceito e não saiba a dor que isso causa. Daí não enxergar o mal onde ele existe – ou fechar os olhos, o que dá no mesmo.

    Na boa cara, o silêncio, seu silêncio, valeria muito mais do que essa defesa precipitada da humilhação que a Meire sofreu.

    Mas tenho certeza que vc continuará pensando assim para o resto da sua vida, uma lástima. Depois prestará contas – com sua própria consciência.

    César Ricardo

    08/01/2011 - 05h27

    Não, vocês é que nunca sofreram preconceito nenhum e querem ser idolatrados o tempo inteiro…

    Querem ofender todo mundo, mas não aceitam serem ofendidos de volta…

    Arrogância, pura arrogância..

    Kami

    22/11/2010 - 21h58

    Bom saber que ainda existem pessoas sinceras,que não foram corrompidas pela hipocrisia pós constituição de 88. Concordo com você, César!

    João Carlos

    27/11/2010 - 18h26

    Pra entender melhor, leiam

    Nosso racismo é um crime perfeito
    Quando a Folha de S. Paulo fez aquela pesquisa de opinião em 1995, perguntaram para muitos brasileiros se existe racismo no Brasil. Mais de 80% disseram que sim. Perguntaram para as mesmas pessoas: "você já discriminou alguém?". A maioria disse que não.

    Clique em http://www.revistaforum.com.br/noticias/2009/08/1

Mario F. S.

21/11/2010 - 19h29

Porque sou racista:

Não sou um cara inteligente, mas pelo menos não sou judeu.
As mulheres riem de mim, mas pelo menos não sou negro.
Não consigo fazer amizade com ninguém, mas pelo menos não sou nordestino.
Sou ridicularizado por quase tudo que faço, mas pelo menos não sou gay.
Não consigo ler um livro inteiro, e mesmo se lesse, não entenderia, mas pelo menos posso falar mal de quem consegue.
Posso não ter alcançado nenhum grande objetivo na vida, mas pelo menos me sinto superior aos outros.

Responder

    Mariele

    21/11/2010 - 21h33

    Eu não sou racista e, mesmo assim, sinto-me superior.

Gerson Carneiro

21/11/2010 - 19h09

[youtube Jom5SoPp9fY&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=Jom5SoPp9fY&feature=related youtube]

Responder

MEIRE ROSE

21/11/2010 - 18h42

Esclarecimentos

:As ofensas me foram feitas "antes" pela "jovem" através do envio para meu e-mail de 33 artigos ou "spams" em sua grande maioria preconceituosos, contrários: à minha religião, a cultura brasileira, ao acesso de negros às universidades. Essa jovem nunca nem me cumprimentou em sala de aula e eu nem sabia seu nome até então. Contudo parece que ela se incomodava mto com minha presença, pois tinha conhecimento de detalhes da minha anatomia e do meu guarda roupa, que muitos colegas da PUC sequer tinham reparado. Para quem ainda não sabe, dentre esses 33 e-mails, a "jovem" me enviou três, muito parecidos, questionando a veracidade dos institutos de pesquisas. Em dois deles a mãe dela era a presidente da república eleita e somente em um deles supostamente seria a mãe de um eleitor. Foi ela quem me mandou, totalmente individualizado, escolheu a dedo cada e-mail que me enviou, pois abriu e limpou quem havia endereçado a ela, para só então me enviar, as pessoas não sabem que ela sabia, ou pelo menos deveria saber, que havia e-mail, cuja mãe supostamente eleita era a dela e não a do eleitor. Por isso perguntei a ela qual das mães ia receber os votos dos 1253 eleitores, (mãe dele ou a sua?), pois eu ia questionar que o método dela era tão falho qto o dos institutos de pesquisa que ela questionava.

Mas essas provas de que eu não tive dolo de ofender no momento em que respondí serão feitas em instância adequada. Aqui, me coloco apenas para passar informações que não são de conhecimentos de todos que tiveram acesso ao e-mail, que contém as ofensas que sofrí, porém, não aos que contém as ofensas à minha religião, aos ngros e pobres que vivem em favelas, a minha posição ideológica, à cultura brasileira com chacotas preconceitusas.

Se uma provocação justifica reações, a minha reação às ofensas que sofrí, ao responder um e-mail da "jovem preconceituosa", está mais do que justificada, pois não xinguei ninguém e apenas questionei as informações que ela me passou, com certa ironia, porém sem o mesmo grau de chacota, pois achava que ia dar pra ela uma lição de bom-humor. Hoje sei que o intuito dela desde o princípio foi de fazer "chacota e humilhar", alguém com quem ela não tinha a menor intimidade. Basta observar quando fala ufa (que desabafo). Queria muito te dizer td isso. Saio da faculdade mais leve. Com o quê? Poxa fez terapia comigo e não me pagou pelo serviço?

Contudo não acho que temos que execrá-la mas sim sua atitude, por isso peço que atenham os comentários contra a atitude dessa jovem e não contra a pessoa dela, para não corrermos o risco de cometer os mesmos erros que ela cometeu.
Entendo que ela deve ser responsabilizada na mesma medida de suas atitudes, contudo só com a participação de todos e com um amplo debate, vamos poder quantificar o que seria uma reparação justa, seja para mim ou principalmente para a sociedade.

Meire Rose

Responder

    Gerson Carneiro

    21/11/2010 - 19h05

    Iurúúúúúú´…. !!!

    dizer mais o que?

    Lisa

    21/11/2010 - 19h41

    Meire Rose, mande essa demente a PQP e siga sua vida. Nao se deixe levar por palavrinhas tão baixas, tão infames e sujas. Esta moleca não sabe o que diz, ela é ignorante e não será um diploma que a fará melhor que vc ou outro. E o que adianta uma imunda como esta se formar em direito quando ela msma não entende porra nenhuma de direitos civis??? O que ela estudou na constituição não serviu pra NADA! O que esta retardarda leu sobre isonomia!
    Meire Rose, siga firme e feliz. Nada que se diga sobre sua pele, cabelo ou pé, valem para faze-la menor que outros. Se poupe de tanta burrice. Isso não pertence a vc! Deixe ela em paz! Esta moça sofre muito com a sua felicidade, com a sua simplicidade. Não se lamente nem pense em chorar novamente! Siga firme e feliz. Vc é vitoriosa e merece!

    Leider_Lincoln

    21/11/2010 - 23h16

    Não, sem essa de "deixar em paz". Como assim, a moleca fascista fala o que quer, xinga, ofende, injurie e você "segue em paz"? Paz sem voz, disse já uma canção, não é paz, é medo. Processe, no cível e no criminal, essa infeliz. Só assim ela vai, de fato, aprender.

    Geysa Guimarães

    21/11/2010 - 19h45

    Meire:
    Quem desdenha quer comprar, querida. Isso é inveja da mais pura.
    Com tanta coisa boa nesse mundo pra se fazer, e essa nativa (nasceu ignorante e não tem conserto) se incomodando com seus cabelos e seus pés? A ponto de gastar tempo e energia num longo e-mail?
    Você deve desconhecer e ela é que não vai contar, mas algum motivo há para que ela se importe tanto com você.
    Não dê confiança para essa medíocre, Black is beautiful e ela mesma tá dizendo. Se você fosse insignificante, ela nem teria notado.
    Nota – sou branquésima, queria viver sob o sol pra ficar mais escura. Fico parecendo crioula quando vou a Salvador e me acho linda! Manda ela pra lá, ver afrodescendentes que parecem deuses de ébano.

    Gerson Carneiro

    21/11/2010 - 21h36

    Geysa,

    Não manda essa mala sem alça pra Salvador, não.
    Nem sei pra qual lugar essa burra merece ir.
    É isso, ela não merece ir a lugar nenhum.
    Deixa ela no mundinho de patricinha dela.

    Luci

    21/11/2010 - 20h16

    Parabéns Meire Rose. Minha solidariedade e que voce seja muito feliz com a conclusão do curso. Há de chegar o dia que as pessoas neste país compreenderão que temos que "descobrir" um caminho de respeitabilidade às diferenças.
    Já é tempo de líderes políticos deixarem o deslumbramento com o mercado/ financeiro e voltarem suas preocupações com o ensino de uma nova mentalidade sem preconceitos, para fortalecer a democracia. O que está acontecendo atualmente é uma divisão semprecedsentes e que poderá prejudicar a Nação. A PUC toma conhecimento que algo não anda bem naquele campus.

    Fabio_Passos

    21/11/2010 - 20h51

    Parabéns, Meire.
    Belíssimo exemplo de que nenhum cidadão brasileiro deve se intimidar com as ofensas raivosas daqueles que se julgam superiores. Já passou da hora de se dar um basta a todo esse preconceito.

    ana

    21/11/2010 - 21h27

    Meire, seus esclarecimentos me fazem admirar-te. antes dele, não teria elogios a fazer, simplesmente constataria que vc foi um ser humano ferido em sua dignidade por ofensas violentas e despropositadas mas ao ler seus esclarecimentos fico muito feliz pois este forum de comentarios realmente me assusta. Pessoas que "para te defender" dizem coisas como: mulher, branca e advogada, parece que há um padrão", nativa (como sinonimo de ignorante), ou "siliconada, com progressiva e deve ficar parada na cama". O precconceito e discriminação estão tão enraizados na nossa sociedade que nem quando um assunto serio como este vem a tona e podemos debater, as pessoas conseguem transcender as ofensas pessoais para realmente organizarem um argumento decente que nos ajude a cmeçar a entender e extirpar essa chaga da nossa sociedade.
    Quanto a responsabilização, entendo sim que vc faz a coisa certa procurando as instancias necessarias e lutando por seus direitos, com força e sabendo que isso é também uma ação política, pois como vc mesma diz, buscar a justa reparação p si e para a sociedade.
    Abraços

    Marco Túlio

    21/11/2010 - 21h31

    Isso mesmo, Meire Rose !
    Reparação justa já !!!

    RSilva

    22/11/2010 - 13h35

    No dia 1º de dezembro de 1955, Rosa Parks se negou a ceder a um branco o seu assento num ônibus. O ato foi um marco no movimento anti-racista nos Estados Unidos.

    A maneira melhor de se combater isso Meire Rose é você não cedendo seu lugar de Advogada de Juíza de Doutora a ninguém.

    Forme-se e faça Leis para que o preconceito seja inibido neste país.

    Entendo quando você diz que a atitude ruim desta moça é maior do que o ser humano que ela é, mas que ela continua sendo um ser humano, falta-lhe educação, respeito e responsabilidade, mas se os pais não a deram cabe a lei e a justiça faze-lo, será doido…Talvez, mas ela entrou em uma lei que não é o homem que decide a lei do retorno da ação e reação. Ela que suporte as conseqüências sem nenhum passar de mãos pela cabeça.

    Renato Gimenez

    22/11/2010 - 16h06

    Meire, não sei se você se lembra de mim, mas nós cursamos os dois primeiros anos juntos na turma MD.
    Minha namorada ainda está na PUC e me encaminhou os emails (que se tornaram notórios entre os alunos). Não sei como descrever a minha revolta. Também tive a bolsa do PROUNI e conheço o preconceito (social, ao menos) que há na PUC. Não esquente a cabeça com essas patricinhas hipócritas e vazias. Faça valer os seus direitos.
    Deixo aqui o meu apoio total a você nesta questão.

    Everton A Henriques

    22/11/2010 - 18h33

    É uma moleca!

    Va fundo Meire! Não por ti, nem por esta babaca desclassificada, mas por todos nós, que temos menos acesso ainda….e sofremos todos os dias….

    Além do mais, este tipo de comportamento deveria ser melhor observado pela OAB, mesmo se tratando de uma aluna…. Como ela defendera algo que vai contra? Pq para a constituição não somos todos iguais?

    César Ricardo

    08/01/2011 - 05h16

    Você xingou ela e não queria ser xingada de volta?

    Via criar vergonha na cara…

    Quer se fazer de vítima? Mas a canalha aqui é você.

augustodafonseca13

21/11/2010 - 18h34

Por falar nisso, amanhã (22/11): Audiência Pública da Campanha Ponto Final pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas
http://migre.me/2nMNx

Semana pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas

***

Responder

Giovanni

21/11/2010 - 18h31

A pessoa que escreveu este e-mail tem todos os requisitos para ser uma excelente membro do Ministério Público paulista. Vai lá, minha filha, que você vai sentir-se em casa!

Responder

Luci

21/11/2010 - 17h10

Aos que sentem-se discriminados por serem brancps! Não esqueçam que africanos e negros brasileiros foram escravizados 350 anos, foram brutalmente torturados, enquanto construiam o Brasil e patrocinavam a possibilidade de se formar riquezas, esta mesma que possibiltou que fazendeiros mandassem os filhos estudar na Europa. É preciso uma nova descoberta do Brasil aprendendo a história dso africanos e dos afrodescendentes.Os livros de Lasurentino Gomes são um ótimo começo. Os negros tiveram bolas de ferro nos pés, foram chicoteados em pelourinhos.É impossível comparar histórias. É melhor ter o cabelo até com excesso de creme, do que ser neta de quatrocentão/fazendeiro ter todas as portas das oportunidades abertas, mas não ser preparada para ser um ser humano com qualidade, os negros estão se preparando para melhorar o mundo, porque ainda tem sonhos, ainda lutam contra as injustiças como este email, carregado de ódio/Serra, ainda lutam pelo ideal de liberdade no seu próprio país. Vai acontecer.

Responder

circe

21/11/2010 - 16h38

Assustador, o nível de agressividade. Assustador como alguém se propõe a escrever barbaridades dessas, e escrever em seu nome!! Uma energúmena dessas não merece nem meu espanto. Triste triste.

Responder

Vitor

21/11/2010 - 16h34

Normalmente não posto comentários, mas desta vez terei que abrir uma exceção: estou chocado, não consigo acreditar que uma pessoa possa atacar outra desta forma. Ultimamente tenho sentido bastante vontade de me enfiar num buraco e [tentar] esquecer que vivo em sociedade.

Responder

aurica_sp

21/11/2010 - 15h29

Tudo o que a Meire descreve é real, tenho amigos que já passaram por isso na PUC. Infelizmente é o que mais tem nesses lugares (imbecis e pobres de espírito).Meire querida corra atrás dos seus direitos, e que sirva de exemplo, para que outras pessoas também o façam. VIVA A REVOLUÇÃO DAS SENZALAS, ROMPEMOS OS GRILHÕES, AGORA SÓ PRECISAMOS ACABAR COM ESSE PENSAMENTO E COMPORTAMENTO MEDIEVAL DESSE BANDO DE IGNORANTES. VÃO FICAR SEM CAFEZINHO NA BANDEJA.

Responder

Margarida

21/11/2010 - 14h28

O racismo contra os brancos não existe no brasil? Quem pensa q alguem nunca foi excluída por ser branca, ou chamada de branquela esta enganado.
O que esta menina escreveu foi uma antipatia pessoal, não foi racismo.
Agora acho tb que para tudo ser igual devemos ter tb, mas 8 anos de cotas para os brancos, pobres deste pais e termos tb que ter dia da consciência branca, porque estamos correndo o risco de ficarmos acéfalos.
Me façam uma garapa, agora tudo que se falar para uma pessoa se ela for negra, vai se tornar racismo? Quer dizer que elas podem nos ofender e se a pessoa for branca do olha azul, cabelos loiros ao se defender seja, da forma que for vai se considerar como racismo? Senhores tenham senso critico e saibam julgar, para não correrem o risco de serem injustos. Somos todos humanos independente de cor de pele.

Responder

    Odete

    21/11/2010 - 22h14

    Realmente!!!! Coitadinhos de nós branquinhos!!!! Como somos discriminados pelos negros !!!!
    Realmente!!! Nós fomos historicamente massacrados, aprisionados, escravizados, humilhados!!

    Ah…me poupe!! Tem coisa que não aguento ler. Depois da tristeza de ler um e-mail de um ser humano humilhando de forma terrivelmente cruel a outro ser humano, ler estes argumentos ridículos de racismo às avessas, não dá. É o argumento da direita contra as cotas. É dose!!!!!

    mara

    21/11/2010 - 23h17

    Olá Margarida.

    Devo lhe dizer que não se trata só de pensar no racismo em si. Basta saber o que é o preconceito e a discriminação social, racial, religiosa. Se você tem dificuldades em enxergar o preconceito pode ser pq ele não exista no seu modo de agir e pensar, Parabéns Margarida vc é um ser humano acima da média!
    Por outro lado, pode ser tb que vc não seja capaz de se indignar quando ouvir alguém ofendendo um judeu, um negro, um crente, um umbandista, um asiático, ou, botando fogo em um índio que dorme na praça. Contudo atitudes de intolerância (sejam configuradas como racismo ou não, não importa) não podem ser aceitas em nossa sociedade, hj sei disso.

    Talvez vc conheça a jovem, talvez vc seja até a mãe dela, pois vc fala: Quer dizer que elas (elas quem Margarida as pessoas negras?) podem nos ofender (ofendeu vc Margarida? como?) e se a pessoa for branca do olha azul, cabelos loiros ao se defender seja, da forma que for vai se considerar como racismo? da forma que for? como assim? E se ela desse um tiro na Meire, tá valendo Margarida?).

    Acontece que essa "moça" já é uma mulher, que pretende seguir a carreira pública, segundo os mais íntimos, (juíza ou promotora, ou seja, sonha em ser uma "servidora pública") e não pode ser tratada como uma criancinha que brigou no jardim de infância.
    Pode ser que as ofensas que ela fez para a Meire, não sejam configuradas como racismo. (Não cabe a nós decidirmos isso). Assusta muito né? Afinal é um crime inafiançável e imprescritível.

    Então, vamos transformar isso em uma simples antipatia a uma pessoa que com certeza deve ser a culpada pela pobrezinha ter realizado tamanha grosseria. E vamos pensar que o repúdio de estudantes, funcionários e professores, é contra a falta de amizade nos campus da PUC São Paulo.

    Tá bom assim pra voce? E para a sociedade será que vai ser bom?
    Ah e caso vc não saiba todo dia é dia de branco, e para ter igualdade nao precisa de ter 8 anos da oferta de cota para brancos não.
    Você assim como ela, também é contra as cotas? Saiba que promover ações que impeçam os negros de entrar em espaços públicos ou privado é racismo punido por lei, viu? Cuidado com as plavras Margarida, pois nelas podem conter preconceito velado que talvez vc não consiga perceber pois pode achar que o preconceito é natural.

    Mari

    22/11/2010 - 00h21

    Concordo plenamente,Margarida! Falou tudo!Fui muito discriminada já por ser branca,''de elite'',etc etc… Estamos sendo cada vez mais reprimidos por essas minorias (que de minoria não tem nada)…não podemos nos expressar,mas eles podem nos discriminar. Eles estão rebatendo o que lhes foi feito no passado..revidando violência com violência..sendo tão repressores quanto seus ''agressores''. O movimento negro hoje é tão autoritário quanto os senhores de engenho eram no século XVII…os gays,tão autoritários quanto os nazistas na década de 40… Pensem nisso! Lutem pelos seus direitos,mas não rebatam agressividade com mais agressividade…e parem de er hipócritas!

Marcia

21/11/2010 - 14h03

Será que já uma vez formado este advoagado (a) quando tiver o privilégio de defender uma cliente rica que use saia de bolinhas com meia calça estampada e sapatos caramelo e que use um produto no cabelo, mesmo que não goste do cheiro, e tenha joanete não vai pegar a causa?

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Renato Lira

21/11/2010 - 13h58

E o Ali Kamel, este ícone da "análise social, política, histórica, antropológica, psicológica e jornalística brasileira" que produziu um arrazoado que tem como título "Não Somos Racistas".

Como fica o moço agora?

É um "Jenio", não é mesmo?

Responder

    José Manoel

    21/11/2010 - 20h34

    Falar nisso, onde está o Diogo fujão?????????????????

Renato Lira

21/11/2010 - 13h54

Meire deveria processar essa demente, mesmo que seja para expô-la publicamente como doente, racista e cretina.

Responder

    Meire Rose

    21/11/2010 - 16h25

    Poxa Renato, eu sei que a reação é de revolta, mas agora menos dolorida eu posso afirmar com toda a propriedade.

    A idéia não é execrá-la, mas sim sua atitude, não quero que ela sofra vilência como as que me fez, pois somos mto melhor do que isso. Quero providências para que na PUC ou em outras instituições privadas, atitudes como as dela e de muitas (os) outros alunos, (na mesma sala tem outra jovem tão preconceituosa quanto ela que a estimula o tempo todo a continuar sendo assim, como se fosse uma briguinha entre coleguinhas) não sejam tratadas mais como mera questão de afinidades. Reconheço que sofrí várias discriminações na PUC (algumas positivas), mas confesso que errei ao tolerar as discriminações negativas em nome da salubridade acadêmcia, da paz mundial.

    Saio com um estágio prático do que é um dano moral, pois até então só sabia o que era abstratamente. Hj sei que se encaixa perfeitamente em vários conceitos que tantas vezes citei em seminários. O mérito é da PUC, reconheço.

    Porém não acho que a didática deva ser multiplicada para mais ninguém.

    Contudo acho sim, que a pessoa deve ser responsabilizada por suas atitudes na medida de suas agressões. Gostaria mto que ela entendesse que o modo como pensa e se manifesta. (Não foi só comigo que ela manifestou preconceito), não deve ser tolerado pela sociedade (embora ainda o seja), pois ainda é muito praticado, defendido e absolvido pela justiça, porém quanto se torna público é claramente rejeitado pelas pessoas que integram essa sociedade.

    Acho que devemos rejeitar a sua atitude e a atitude de todas as pessoas que defendem, ou apoiam, comportamentos semelhantes.

    Por isso peço a todos que se atenham em seus comentários as atitudes da jovem e não à sua pessoa para não cometermos o mesmo erro que ela.

    Obrigada a todos pelo apoio e solidariedade que deram, mesmo sem terem conhecimento de todos os elementos desse acontecimento lamentável.

    Abs,
    Meire Rose

    Conceição Lemes

    21/11/2010 - 17h06

    Meire Rose, parabéns por ter feito a denúncia. Cidadania. Nossa solidariedade. POr favor, nos mantenha informados dos desdobramentos. beijo

Bruno

21/11/2010 - 13h40

Em tempo: Quanto à PUC, de fato ela está decadente, como todas as universidades históricas do Brasil, públicas e privadas. Faz parte de um efeito colateral da shoppinização do ensino, que tirou qualidade por razões competitivas até às escolas que nunca precisaram competir com ninguém, como USP, Mackenzie e PUC-SP.

Responder

Bruno

21/11/2010 - 13h38

Não vi os outros e-mails e não posso comentar, mas ofensa racista em si, neste e-mail mostrado, não houve. O que houve foi um ataque absurdo, exagerado e injustificado. O que me parece é que a denunciante, além de bolsista do ProUni (algo que incomoda muita gente, sem dúvida), deve ter mostrado uma veia pró-governo Lula, e isto com certeza incomoda mais gente ainda. Minha opinião é que este tipo de ofensa – falar dos pés da mulher, associá-la à prostituição, falar do creme colado no cabelo, tudo isso é de uma baixaria sem tamanho, e a moça tem todo direito a correr à justiça para ganhar uma gorda indenização. Racismo, em si, creio que não se mostra NESTA mensagem e, portanto, a priori não se observa.

Responder

    Raquel c.

    21/11/2010 - 13h59

    Bruno, no meu entender houve sim ofensa racista na medida em que a aluna que enviou o email (aliás, por qual motivo não divulgam o nome da ofensora???) utiliza com o intuito de ofender aspectos próprios da cultura negra, como o cabelo crespo.
    Dona Meire, não tenha medo, não se intimide, não deixe vencer por esse bando de ratos.

    Leider_Lincoln

    21/11/2010 - 23h19

    Engraçado, Bruno era o nome de um troll que andava meio sumido…

    Marcus

    22/11/2010 - 10h44

    Pra mim, Bruno, o racismo está implícito na motivação – ou falta dela – de uma agressão tão grave à colega, simplesmente por ela existir. O que teria levado a isso? Esse ódio gratuito contra alguém tem fundamento único no preconceito social e racial. É a raiva de quem não é igual. Aí se assenta a base racista do que, em outra situação e outro contexto (e com devida motivação), poderia ser uma mera antipatia.

isaias ximenes

21/11/2010 - 13h18

Esta senhora deveria ir a polícia e levar uma reclamação por racismo na polícia e também levar uma representação a Promotoria pelo mesmo motivo .

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Marcia

21/11/2010 - 13h06

Que futuro advogado(a) será esta ou este que tem tempo para mandar e-mail para uma pessoa que detesta só pela sua aparência? Eu mesmo respondo: pasteurizado, bestializado, idiotizado. Lamentável!

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O_Brasileiro

21/11/2010 - 13h00

Um dos maiores exercícios que fazemos nos comentários dos blogs é tolerarmos a hipocrisia uns dos outros.
E o auto-controle que temos que ter para não ofender aqueles que têm opiniões absurdas.
Mas vamos lá…
Quantas "patricinhas de elite" já foram sujeitadas a só poderem trabalhar como empregadas domésticas por sua cor de pele ou pelo seu jeito de se vestir???
Quantas "patricinhas de elite" já foram estupradas por seus senhores, inclusive patrões somente por serem de classe social "inferior"???
Quantas "patricinhas de elite" já foram chicoteadas, humilhadas e ofendidas pela cor de sua pele e pelo seu jeito de se vestir???
Admiro a liberdade de expressão, que é o que me dá direito de também poder falar. Mas, como disse a "patricinha de elite" é preciso ter "estômago" para aguentar tanta hipocrisia!!!

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benedito carvalho

21/11/2010 - 12h55

Essa moça talvez seja produto dessa mercantilização, dessa imbecilização que predomina nas universidades públicas e particulares do Brasil. Imbecilização, ausência de valores e discussões que preparem o aluno para a vida dá nisso, principalmente nos tempos de hoje onde, no mundo todo, vemos a intolerância, o racismo e a xenofobia se disseminando , inclusive no chamado Primeiro Mundo. Esse é o preço do pragmatismo pucquiano, que, junto com o retrocesso da Igreja vem criando os pequenos " monstros" intolerantes. Saudades da antiga PUC.

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benedito carvalho

21/11/2010 - 12h52

Recordo que nos anos 70-80 ela tinha uma disciplina chamada Problemas Filosóficos e Teológicos do Homem Contemporâneo. Ou, seja, o aluno que entrava na PUC, depois de toda aquela lavagem que sofria dos cursinhos pré vestibulares, das morais e cívicas da vida, das ospb chegavam imbecilizados, alienados do mundo. Para suprir essa deficiência criou-se essa disciplina, onde se discutia desde o existencialismo às questões ligadas ao seu país, nesse época em plena ditadura militar. Ou seja, as aulas eram verdadeiras discussões sobre a vida, cidadania, compromissos com o mundo. Para onde foi isso?

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benedito carvalho

21/11/2010 - 12h51

. Então em me pergunto: para onde foi aquela capacidade de se indignar? Para onde foi aquele clima contestador e criativa que tornava o dia à dia tão prazeroso, com seus anarquistas, com suas libelus, com seus petistas em formação e, também, com seus direitistas incrustados no curso de Direito? O que vem acontecendo na PUC é resultado de muitos fatores que não cabe aqui analisar. Um dos fatores é a mercantilização do ensino, pois ela vem sendo administrada dentro dos principios da racionalidade capitalista. Ou seja, a PUC -SP se tornou " realista, pragmática para poder sobreviver no mercado educacional e, por isso, descuidou da formação de seus alunos.

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Benedito Carvalho

21/11/2010 - 12h50

No passado, nos anos 70,80 a PUC-SP era uma referência libertária no país. Quem se recorda da invasão da PUC pelo DOPS paulista, tendo à frente o não saudoso Coronel Erasmo Dias? Quem não se lembra os eventos no TUCA, alguns violentamente censurados, como a peça Morte e Vida Severina e tantos outros acontecimentos. Eu fiz minha graduação em ciências sociais naqueles anos dourados, onde prevalecia a irreverência, o sonho de um país democrático e libertário. Parece que as coisas ainda não morreram de todo. O TUCA foi palco de um significativa manifestação à favor de Dilma nessas últimas eleições, quando o preconceito e a baixaria dava a tônica do momento político

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LUIZ AUGUSTO MIRANDA

21/11/2010 - 12h21

Se esses imbecis soubessem um pouco de História não seriam tão preconceituosos! Nossos ancestrais são africanos, temos no nosso DNA a África, aliás, muita coisa na História teria sido diferente! Não teríamos visto aberrações como a Eugenia, o nazismo, a ku klux klan e outras besteiras mais… olha, sou branco mais não sou imbecil!

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Regina

21/11/2010 - 11h56

Continuando…Foi o Governo Militar que escondeu Mengele no Brasil,a pedido do Governo Americano…Depois de sair do Sul,mora em Saõ Paulo…Morre afogado no Guarujá,enterrado em Perus…Descoberto por Romeu Tuma e identificado por Badan Palhares ( o mesmo que comprovou a morte passional do PC Farias )…Se o Anjo da Morte trocava pesquisa e conhecimento com a Cia,o que ele fez em Sampa? Onde trabalhou ? Que pesquisas desenvolveu ? Sua especialidade era reproduçaõ humana…Brasil,é conhecido como um País de turismo Reprodutivo …Dr.Roger Abdelmassih é suspenso- O Médico especialista em reproduçaõ é preso por acusações sexuais(FSP 20/08/2009)…o mais grave o médico selecionava o sexo da criança (manipulaçaõ genética,MESMO)…maior parte das fertilizações teve como resultado,Gêmeos. Parece que nada está acontecendo ao acaso…Queria respostas do Governo ou de Jornalistas.

Responder

Regina

21/11/2010 - 11h39

Entaõ ,Azenha…O que dizer quando:Alunos da Unesp agridem colegas ao simular rodeio-Universitários criam competiçaõ no qual pulam sobre estudantes obesas(FSP 27/10/2010 )…Parece que tudo está virando preconceito…e se eu for baixa ou tiver uma pinta? Mas a intolerância é muito antiga,diraõ alguns? Tenho certeza que é…Mas ela está sendo fomentada,sistemáticamente…Sabe a notícia do New York Times – Cia recrutou nazista na segunda guerra(09/11/2010),porque ninguém quer saber o que Joseph Mengele ( Anjo da Morte ) fez no Brasil?Sabe que têm um livro que gerou polêmica na Cidade dos Gêmeos – Cidade gaúcha de Candido Godói,teve uma alta taxa de nascimento de gêmeos- Publicado no livro- O ANJO DA MORTE NA AMÉRICA DO SUL.. Quem escondeu Mengele ? Por que no Brasil? Porque o Mossab naõ o sequestrou como fez com Eichmann na Argentina(1960) – Mossab descobriu Mengele no Brasil,mas naõ o deteve( FSP 31/10/2010).

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Luci

21/11/2010 - 11h10

A PUC Pontifícia Universidade Católicaforma profissionais intolerantes, agressores ou profissionais cidadãos do mundo? Qual é a realidade dasd relações sociais na PUC. Com a palavra o Presidente da Fundação São Paulo -mantenedora da PUC – Dom Odilo Pedro Scherer. Educar , ensinar para transformar mentalidades é um caminho que teremos de percorrer, para construção de uma Nação, mais justa e igualitária. A escola/universidade é o espaço mais importante para transformar uma realidade que nos envergonha o Brasil é um dos dez países mais desiguais do mundo. No Brasil o racismo torna invisível metade de sua população. É preciso que os agressores sintam na pele o que é ser negro neste país.
Este email indica que a aluna utiliza seu precioso tempo para ações destrutivas, e vai aos poucos desumanizando-se, o que compromete a comunidade do campus universitário e a sociedade.

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Sérgio Arce Gomez

21/11/2010 - 10h44

Certo está o Dunga. A propósito da comparação dele (Dunga) com Dilma (feita por Serra) no sentido de que ela também fracassaria – tal como o técnico, por fata de experiêcia – Ele se expressou aproximadamente assim: "Quando fui campeão da Copa das América, ele (Serra) me elogiou; quando campeão da Copa das conferações, idem.
Agora, para depreciar a Dilma êle faz essa comparação; sóque também diziam que o candidato Lula era inexperiente e, por isso, poderia fracassar na presidência, mas o LULA FEZ MAIS PELO PAÍS, EM OITO ANOS, QUE TODOS OS OUTROS FIZERAM DUANTE 100 ANOS". Vida longa ao Dunga, ao Lula e à Dilma e viva esse maravilhoso país e seu magnífico povo.

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ed.lima

21/11/2010 - 09h19

MIS,com certeza és lourinha,lindinha,olhinhos azuis,perninhas bem torneadas, proporcionadas,bumbum arribitadinho,andar rebolante,falas inglês fluentemente,francês provocante,frequentas nas noite Paulistanas, os bares dos Mauricinhos,tomas todas necessàrias e suficientes,já provastes de tudo e de todos ,no fundo no fundo ¨és uma dama na sociedade e uma prostituta na cama¨. DEIXA PRECONCEITO,SE ASSUMA!!!!

Responder

    vera oliveira

    21/11/2010 - 14h07

    ed lima,a senhorita mis se for lourinha de verdade com olhinho azul com certeza o bumbum arrebitadinho ela não tem,nem as pernas torneadas,porque isso é característica genetica das negras,se ela possuir esse "tempero" com certeza tem sangue negro

ed.lima

21/11/2010 - 08h56

Se fosse eu Reitor, desta Entidade,reiniciaria todos os cursos destas ANTAS,retocedendo à 1948,à Declaração dos Diretos da Humanidade.Os faria estudarem ítem por ítem, escrevê-los mil vêzes por dia,como lição de casa,até decorarem, na ponta da lingua,os conceitos mais elementares da convivência Humana.Meu Deus!!! Quanta INGNORÂNCIA,quanta INTOLERÂNCIA.

Responder

Cícero

21/11/2010 - 04h49

Vamos votar no AZENHA no site:
http://www.whopopular.com

Para votar: ACESSE o site acima, CLIQUE em "brasil" (bandeirinha no lado direito), PROCURE a lista de "jornalistas", CLIQUE em "show all", LOCALIZE o nome Luiz Carlos Azenha, CLIQUE no nome, depois CLIQUE em "+ 1 vote". Pronto. Vamos lá. Vamos votar no Azenha.

Você pode votar de hora em hora (a cada 1 hora), quantas vezes quiser. Não há limite.

Responder

ellen

21/11/2010 - 03h12

Meus amigos,

As leis brasileiras sempre foram feitas com viés seletivo em termos de classe social. A função social da propriedade da terra só atinge latifúndio improdutivo, Como se a grande empresa agrapecuária, o grande latifúndio produtivo não agissem contra o interesse social _ trabalho escravo, trabalho infantil, exploração do trabalho, crimes ambientais…
A mesma coisa a definição estrita de racismo como crime, para disfarçar outras especies de preconceito.
Como o preconceito racial aqui é dissimulado, como já diise Darcy Ribeiro, é mais difícil de ser enfrentado!!!
Desculpem os que não concordam, mas na fala da dita cuja do email, há sim, um racismo dissimulado.

Responder

Lucas J. Hoffmann

20/11/2010 - 23h57

É esse tipo de coisa, entre outras como a da Dna Mayara Petruso, que podem complicar a vida dos turistas paulistas que vierem se bronzear nas praias do nordeste durante as férias. Triste quadro. Triste Brasil.

Responder

Mis

20/11/2010 - 23h42

Sou estudante da PUC,e ano passado aconteceu um caso semelhantíssimo no curso de História…a menina que escreveu o email foi acusada,julgada e quase perdeu seu diploma…final da história? Foi absolvida, pois foram reúnidas inúmeras provas de que não houve racismo,e inclusive a menina que acusou (e provocou) admitiu não haver racismo no email. Acho engraçado,que tudo é motivo para as pessoas serem acusadas de racismo contra negros,homofobia contra gays e xenofobia contra nordestinos. Mas,quando fui discriminada logo no primeiro dia de aula simplesmente pelo fato de ser considerada aparentemente uma ''patricinha de elite'',não saí por aí me vitimizando e procesando ninguém. Ninguém processa um negro quando ele trata com racismo um branco, ou um nordestino quando ofende um gaúcho…acho tudo isso uma grande hipocrisia. Deixem de ser tendenciosos,procurem saber da situação toda,pois pelo que já ouvi na PUC,essa Meire já era conhecida por arrumar encrenca com todo mundo. E na minha humilde opinião, NÃO HOUVE RACISMO NO EMAIL! E agora,vão me chamar de fascista,racista,reacionária também? Chamem…mas nada muda o fato de o Brasil ser cada dia um país mais e mais hipócrita!

Responder

    Ana

    20/11/2010 - 23h46

    O que voce chama de hipócrita é um convite ao enfrentamento.
    Se a aluna é encrenqueira é uma questão que a direção da PUC tem a capacidade de resolver. Julgamentos sobre condutas de alunos não é para ser resolvido com eamils racista.

    Fui

    20/11/2010 - 23h52

    Você é uma pobre coitada sem escrupulos e com certeza será um a péssima profissional recalcada e frustada. Também acho que você deveria ir morar no Haiti, já que aqui as coisas vão de mal a paaior.

    Herbert

    21/11/2010 - 00h54

    Querida "nada patricinha" Mis… vou lhe explicar pequenos conceitos que fazem parte do patrimônio histórico-cultural do Ocidente. Racismo diz respeito à prática preconceituosa que se refere a aspectos específicos de um grupo humano considerado enquanto "raça". Estes aspectos podem ser tanto culturais e políticos, quanto corporais ou físicos (tais como o cabelo "emplastado" citado no email-pérola de sua amiga, referência clara ao cabelo "crespo", tido como típico de indivíduos negros). (…)

    Herbert

    21/11/2010 - 00h54

    Ainda, o pior tipo de racismo é aquele que permanece nas entrelinhas, sub-entendido, pois no fundo ele está muito-bem-entendido por todos. Por isso sugiro, e prefiro, que a sra. em sua toda esplêndida aura de "não patricinha" diga realmente o que pensa às claras e sem rodeios… seria menos ridículo e deprimente. Toda a sua colocação se baseia na frase final, sobre a "hipocrisia" crescente deste país… deixe claro então quais são os pressupostos históricos de sua "análise" e diagnóstico da crescente hipocrisia deste país. Não seja hipócrita e DIGA! Será que consegue dizer sem ser " fascista,racista,reacionária"?

    Mis

    22/11/2010 - 00h28

    Não…qualquer coisa que eu disser,será mal entendida e serei processada…tempos de hipocrisia e censura! Fazer o que?

    otavio

    21/11/2010 - 03h01

    outro lixo! já ouviu falar no conceito de marginais da história? ninguem discrimina alguem da classe dominante! justamente porque é dominante! "100% branco" "sua patricinha de merda" ou qualquer outra coisa é fichinha quando seus antepassados foram açoitados em praça, estupradas e aviltadas! é realmente vergonho tudo isso!
    Contribuição de Serra a posteridade: emergiu o que há de mais podre na burgusia nacional!
    Cazuza, além de poeta era filósofo! " a burguesia f…"

    Andre

    21/11/2010 - 07h48

    Tambem ja ouvi coisas dela, ano passado ai na PUC.

    O problema e que, os "Negros", podem ofender como bem entenderem os "Brancos", e isso nao e discutido, e nem noticiado.

    Mais quando um Branco, manda um Negro " Se Foder", ja se diz em Racismo e Preconceito.

    Isso e a hopocrisia da nossa sociedade!

    Mara

    21/11/2010 - 16h44

    OI André, vc conhece essa moça, Meire? Já ouviu falar dela? O que? Era bom ou ruim? Ela é uma pessoa que fala com todos na PUC. Já te cumprimentou descendo ou subindo as rampas da PUC. Diga pra nós quem é ela?

    Mas meu jovem, aqui ninguém tá falando que mandar se "…" é racismo. De forma alguma. A discussão é muito maior do que essa .
    Abs,

    Conceição Lemes

    21/11/2010 - 17h11

    Mara, aproveite e debata com "essa moça, Meire". A Meire postou um comentário pouco antes de vc, agradecendo a solidaridade dos leitores. abs

    Carmen

    21/11/2010 - 22h59

    O que se observa em pessoas como você, André, é a pobreza de argumentos e raciocínio na colocação da opinião. Não diria que você é ignorante, apenas sem educação e com produção cerebral limitada. Certamente você não pertence ao extrato social que está defendendo…quando muito um "agregado" buscando autoafirmação. Vai ler um pouco…ajuda a formar um vocabulário e aprender a se expressar adequadamente.

    Hélio

    21/11/2010 - 09h43

    pessoas como vc deveriam ser extirpadas do convívio em sociedade, são atitudes como a sua que estimula a intolerãncia, o racismo, o ódio e o preconceito que fatalmente levará a violência inclusive contra vc e seus filhos brancos, o racismo ele só se consagra quando uma classe social se sobrepõe a outra, por isso é absolutamente impossível existir racismo contra brancos, pois não haveria prejuízo psicológico ou moral para estes e muito menos financeiro, sua posição é lastimável, é inacreditável que pessoas como vc tenham o direito de respirar…

    francisco.latorre

    21/11/2010 - 09h53

    tadinha..

    tão frágil..

    que bom que o brasil te incomoda cada vez mais.

    sinal que o rumo tá certo.

    ..

    Jeff

    21/11/2010 - 11h16

    É óbvio que hipócrita é vc. Aliás, duvido que isso seja real, é só de provocação né? Dizer que não houve racismo no email é demais. E, se vc está falando sério, acorda pra vida guria. Aposto que vc viu "muuuitos" casos em que um negro tratou um branco com racismo e em que um nordestino ofendeu um gaúcho, rs.

    El Cid

    21/11/2010 - 11h16

    …quando achar que não há racismo no Brasil, olhe para as mesas ao lado nos restaurantes e, também, olhe para os 'garçons'. observe a fila dos cinemas e dos teatros. observe os alunos das escolas particulares , das universidades, seus colegas de trabalho, os motoristas de carros particulares, os passageiros dos aviões, na sua próxima viagem para qualquer lugar e os pacientes dos hospitais e clínicas particulares. enfim, olhe a sua volta e conte o número de pessoas negras perto de você!

    Karime

    21/11/2010 - 11h18

    Meu sonho é ser discriminada logo no primeiro dia de aula numa faculdade bacana por parecer uma patricinha de elite! Posso até imaginar…. sapatos de cento e tantos reais, jeans legal, cabelo progressivado e altas mechas… ir pra faculdade com carrinho que papai me deu… hum…
    Se eu sofresse esse tipo de discriminação não ia também ficar vitimizada. Não ia chamar a polícia nem abrir inquérito. Ia pegar minha bolsa (não é do Prouni não…), sair pra balada, e esquecer a infortunada discriminação.
    Parabens Mis (Miss?) pela sua resposta!

    @serginholisboa7

    21/11/2010 - 12h30

    "Patricinha de elite"… "E agora,vão me chamar de fascista,racista,reacionária também?"… ainda bem que o teu próprio inconsciente diz muito bem quem vc é!!__

    Marcia

    21/11/2010 - 12h38

    Ao sua excelente e profunda análise (sic) insere vc brasileira bem e bem hipócrita.

    andy

    21/11/2010 - 12h41

    Pelo menos vc já sabe quem vc é…..

    Kanhotão

    21/11/2010 - 13h04

    Vou lhe pedir uma coisa.:
    Passe apenas um dia na pele de um negro ou uma negra. Não vou lhe pedir 400 anos, apenas um único dia e depois venha até o VIOMUNDO e relate sua experiência.
    Verás quão dificíl foi e é ser negro neste país e no mundo.
    Tem coisas que o ser humano só saberá vivenciando, "estando na pele".
    Sou capaz de acreditar que quando lhe chamaram de "Paty", voce tenha se sentido lisonjeada e não constrangida.

    Renato Lira

    21/11/2010 - 13h46

    Querida Mis.

    Vocêse sentiu ofendida quando foi chamada "patricinha de elite"?

    Imagine se você fosse chamada de "negra feia, fedorenta, prostituta, de pé grotesco, burra,,,"

    É a mesma coisa, né mesmo?

    P.S.: Ah, agora é a Meire que é "encrenqueira". Tá bom.

    Sempre tentando inverter o fato e se fazer de vítima, não é? Essa turma preconceituosa não tem jeito.

    Mas numa coisa eu concordo com você. Vivemos em um país hipócrita. E o supra-sumo da hipocrisia é dizer que não há racismo o email acima e, pior, dizer que não há racismo aqui.

    Os grandes hipócritas são os que acham normal tratar as pessoas com os "adjetivos" citados pela futura "adevogada" , dirigidos à Meire.

    Você pode até não se admitir ser chaada de fascista, racista, reaça. Porém me permita tratá-la como hipócrita.

    Odete

    21/11/2010 - 22h30

    Estou desconfiada que esta Mis é a própria autora dos e-mails ofensivos.

    Nadja

    22/11/2010 - 12h02

    Ô Tchutchuuu
    Se sentiu ofendidinha por ter sido chamadinha de "Patricia de elite" foiiii?

    Acorda criatura!!! Nem por sonho é a mesma coisa… Pelo menos valoriza o curso de HISTÓRIA. Mostra que já leu e entendeu alguma coisa… Boraa lá menina, você consegue!

    PATRICINHA DE ELITEEEE SIM!!! E de pouquuíssima compreensão da história.
    Que ofensa enorrrrme "MÂNHEEEE ela me chamou de patricia de eliteeee buááá´"
    Poupe-me Além de patricinha é mimada.

Adilson

20/11/2010 - 23h36

Em pleno século XXI ler um email de uma acéfala como esse lixo de garota chega a embrulhar o estomago. Realmente, como Paulistano estou a cada dia pegando mais e mais nojo de morar nessa cidade comandada por esses demotucanos que com seus jornais e revistas estão tornando os Paulistas em analfabetos funcionais. Os Paulistas estão a cada dia sendo vistos como pessoas insuportáveis, intolerantes, desinformadas e desumanas. Acho que se nós, os bons Paulistas e Paulistanos, não reagirmos contra essas pessoas preconceituosas, vai ser melhor mesmo isolar São Paulo para o bem e o futuro do Brasil.

Responder

    francisco.latorre

    21/11/2010 - 09h56

    basta isolar alphaville. e o leblon.

    e os equivalentes em bh poa e por aí afora.

    que tal?..

    ..

Alaor

20/11/2010 - 23h30

A meu ver não tem nada de racismo aí nesse e-mail.
Se se sentiu ofendida e tem razão de sobra, porque os termos são insultantes, que procure a polícia e dê queixa, e contrate um advogado e peça indenização por danos morais, como faria qualquer um de nós.
Basta qualquer incidente envolvendo um negro ou pardo que trata-se como racismo.
A panacéia vai terminar como?
Eu posso imaginar.

Responder

    Marcia

    21/11/2010 - 12h46

    Pode não ter um racismo expicíto… Mas é um PRECONCEITO nojento. Se vc nunca foi vítima de preconceito, meus parabéns! Talvez por ter nascido aqui ou acolá, por ser isso ou aquilo…Mas quem já foi sabe como doi. Alaor, doi na alma e e quem é vítima se pergunta "o que foi que eu fiz?

    Mario.

    21/11/2010 - 13h53

    Você está 100 % certo.

Osmilda

20/11/2010 - 22h57

Quando eu penso que gente como esse Bolsonaro, aquele Caiado, e outras criaturas indesejáveis conseguiram a re-eleição e o nosso querido, decente, competente, fantástico Brizola Neto não conseguiu, eu sinto um abalo no coração.
Obrigada, Azenha, pelo seu ótimo blog. Apesar de nunca ter comentado antes, sempre o li.

Responder

yacov

20/11/2010 - 22h09

DIscordo totalmente do racismo!!! E acho que os negros brasileiros merecem ações afirmativas, pois passaram séculos abandonados em nosso país. No entanto, essa proteção pode ser uma "faca de dois legumes". Alguns negros partem para uma auto-afirmação sem sentido e às vezes truculenta . Outro dia, do nada, um colega de trabalho negro, me desrespeitou e ainda me chamou de elitista, pois, apesar de nunca ter sido, nem de longe, rico, sou branco de olhos azuis. No fim, a turma do deixa prá lá colocou panos quentes e o caso foi abafado. Mas fiquei passado com o seu "revanchismo", que nada mais é que o mesmo racismo que combatemos. O respeito às diferenças deve ser comum a todos os diferentes. Ninguém é melhor do que ninguém, pelo que quer que seja, muito menos, pela cor de sua pele.

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

Antoninni Antonioni

20/11/2010 - 22h06

Azenha, sabe o que pior? "Futuramante, teremos de chamar um imbecil desses de colega". Espero que não seja aprovado no exame de ordem…

Responder

    mara

    21/11/2010 - 16h55

    Ela já foi aprovada no exame da Ordem, e pelo que dizem na PUC, fez opção por Direito Penal, pois pretende seguir carreira pública, como juíza ou promotar, ou seja… poderá vir a ser uma "servidora pública"

francisco.latorre

20/11/2010 - 21h47

pra entender a reação da mauriçada..

Em 5 anos, só o ProUni colocou mais negros nas universidades do que nos últimos 100 anos

Para o fundador da ONG Educafro, frei David Raimundos Santos, a maior conquista da população negra no governo Lula foi o ProUni (Programa Universidade para Todos), criado em 2004. "Em cinco anos, só o ProUni colocou mais negros nas universidades do que os últimos cem anos de Brasil. E nós, negros, temos a consciência de que o que vai provocar a mobilidade social do povo negro é o acesso à educação de qualidade".
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010

..

Responder

José Manoel

20/11/2010 - 21h36

Azenha: esses vagabundos preconceituosos, de classe média metida à besta, estão se proliferando, no Brasil, como coelhos! Está na hora de começarmos a fazer algo, e rápido, para coibir o que pode ser um desastre social em nosso país!!!!!!!!! Cabe uma ação preventiva e punitiva a esses dejetos humanos!!!!!! Pau direto neles!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Márcio

20/11/2010 - 21h34

Imagine você uma garota dessas passando em concurso para Juíza.

Responder

Guilherme Milani, SP

20/11/2010 - 21h11

Isso é SP. É esse o tipo de gente que vota em tucanos.

Responder

José Mendes

20/11/2010 - 20h40

Admito que tenho um preconceito enorme contra racistas.

Responder

Rita

20/11/2010 - 20h20

Será que as faculdades de Direito de sp são tão fracas que não ensinam nem o básico da CF aos seus alunos?? Será que nas faculdades de direito em sp o artigo 5º da CF é diferente dos demais?? Tem que processar essa fulana, ensinar a ela como ser um ser humano, porque para mim ela é um BICHO, com todo respeito aos animais. Ela deve estar com medo que essa aluna negra do Prouni arrume um emprego melhor do que o dela, porque ignorante do jeito que ela é não vai servir nem para lavar o chão que a estudante negra pisa.

Responder

vera oliveira

20/11/2010 - 20h19

a classe merdia só está mostrando a cara feia,sabe que o Brasil está mudando,e que eles estão ficando pra trás,estão desesperados em saber que terão que disputar as oportunidades de igual pra igual,falam em meritocracia mas isso é o que eles mais temem,só se garantem no dinheiro do papai.Eu acho que as pessoas atacadas tem que aprender à devolver os ataques com salto alto,uma boa gargalhada na hora do ataque (verbal no caso) é uma boa resposta,o preconceituoso iria ficar sem chão se achando um idiota e que o preconceito está dentro dele e só ele pode sofrer com isso,é como a inveja que corrói o invejoso,se for o caso de um ataque físico aí sim arrumar um advogado e ir até o fim,mas sempre de salto alto,olhando de cima para baixo o "doente".

Responder

Andre

20/11/2010 - 19h52

(CONTINUACAO – PARTE FINAL)

( cito o caso do Chanceler da Mackenzie, que divulgou uma carta no site da universidade em contrario a criminalizaçao da Homofobia), e que por serem ditas por pessoas que a sociedade ve como homens serios, sao apoiados por uma parte da massa.

Encerro aqui as minhas humildes palavras, com o unico desejo os nobres leitores deste site nao me enterpretem mal, e considerem minha opiniao como simples e puramente academica.

Responder

    Cícero

    21/11/2010 - 05h11

    Andre,

    seu comentário é de ser respeitado sim porque você comentou com estilo, ponderando sobre o assunto com urbanidade e com moderação. É assim que deve ser o debate sobre o preconceito. Cada qual tem direito de expor sua posição a respeito do tema, mas sem sentimento de superioridade de um em relação a outro, como certos comentários postados acima. Tem que ser de igual para igual. Ninguem é melhor que ninguém.

Andre

20/11/2010 - 19h51

(CONTINUACAO )

Sou Branco, Aluno da Pontificia Universidade Catolica do Estado do Rio de Janeiro, no Curso de Relaçoes Internacionais, sou Homosexual, e sou muito feliz e orgulhoso em ser um Filho da PUC.
Coisas estranhas acontecem dentro daquela universidade, como em todos os outros lugares, mais posso afirmar com toda a certeza do mundo, a grande maioria dos estudantes da rede PUC, nao corresponde em nada ao esteriotipo que e pregado contra nos: " Riquinhos, que nao pensao, inconsequente, e que nao querem nada na vida."
Isso e bastante mentira, e as coisas dentro de nossos Campis nao funcionam dessa forma.
Brutalidades como essa, acontecem sim dentro da PUC, mais como tbem acontencem em todos os outros lugares da sociedade, e as vezes em proporçoes maiores, tendo o alarde muito menor, …..

Responder

    mara

    22/11/2010 - 05h43

    Outros lugares da sociedade, onde ocorrem preconceito e discriminação devem causar indignação nas pessoas. Mesmo que esses locais não se proponham a formar indivíduos com o status de ser uma das melhores universidades privada do Brasil.

    Taí André a grande diferença e porque a discussão passa a ser mais intensa. É claro que nas Instituições de ensino. como no caso a puc. os microcosmos da sociedade se reproduzem, mas uma vez na PUC deveria haver apreensaão mínima de valores sociais e de respeito ao próximo.

Andre

20/11/2010 - 19h48

Pessoal,

Falar de fora, e muito facil.
Acho que devemos ter um pouco mais de lucidez, e analizarmos os fatos de maneira a olhar os dois lados.
No trexo dos e-mails publlicados, existe sim violencia verbal e incitaçao ao odio, mais em nenhum momento ,
isso pode ser visto como uma maneira de racismo.
Essa mossa nao e tratada da maneira que foi, pelo simples fato de ser negra, mais sim, por ser diferente do ciclo
social da mairia das pessoas que estudam com ela, e isso é bullying.
Nao quero parecer de maneira alguma, quem apoia tal crime, mas, devemos pensar em todos os lados da agressao.
O que nao pode, e que o nosso passado historico, volte como odio na cabeca daqueles que foram menosprezados, e humilhados, e usem isso como uma arma para a guerra contra os "Brancos."

Responder

    Edson

    20/11/2010 - 21h32

    Nao tem nada de falar de fora…. trata-se de racismo e preconceito. -ps. moça se escreve com cedilha e nao com dois "esses". e a guerra nao eh contra brancos, eh contra idiotas.

    Luiz Carlos

    20/11/2010 - 22h07

    Pelo pontuação, acentuação e as palavras escritas corretamente (analiZarmos, treXo, moSSa) no seu texto, dá para se perceber claramente que você é um "expert" em preconceito.

    Carlos

    21/11/2010 - 10h33

    De ter estudado na PUC também, esse aí…

    Viram como ele escreve corretamente? Eheheheheh…..

    Vinícius

    21/11/2010 - 23h19

    Eu já tive opiniões como a do André. Na medida que fui me informando fui mudando de opinião. Talvez o André, se informando e refletindo, ao longo do tempo, mostre uma opinião mais aprofundada. Com certeza, vai diminuir os erros de português com o tempo também. Mas quem vai te ensinar não ser preconceituoso nem ridicularizar os outros? Ou seja, no médio prazo, vejo mais potencial de ter uma conversa interessante com o André que com você, Carlos.

    Já aprendi muito com gente que não escreve corretamente ou nem escreve. Por sinal, já aprendi muito com gente mal informada também. Mas com gente arrogante, até hoje só consegui me estressar. Tudo de bom pra você, meu caro Carlos. Tomara que eu esteja errado sobre você.

vanraz

20/11/2010 - 19h33

Azenha, pelo espaço sedido aqui,
Esse caso também não pode ficar impune. É preciso divulgar o nome de uma pessoa tão grossa como esta. Ela é mais uma Mayara. Meu blog vai ficar investigando na internet. assim que eu souber o nome dela eu divulgo para o Brasil. http://www.vanraz.wordpress.com

Responder

Pedro Marin

20/11/2010 - 19h25

Acho que não é Meire que tem de procurar um médico, e sim essa outra estudante DOENTE.

Responder

    Osmilda

    20/11/2010 - 22h35

    E eu concordo com você, Pedro. Quem é incapaz de conviver com seres humanos é a autora dos e-mails. A Meire é mais uma vítima da insanidade dessa gente. (Gente?)

Heloiza Pereira

20/11/2010 - 19h15

Azenha vale a pena lembrar artigo aqui publicado em 09 / 11 / 2010 sob o título " Elites controlam o sistema judicial " , doutorado " A nobreza togada : as elites jurídicas e a política de justiça no Brasil " . Acredito que são matérias pertinentes e correlatas , tipo corda e caçamba , difícil desvincular as duas questões .

Responder

Mirian

20/11/2010 - 19h15

Socorro!!!!! Minha reflexão atual é que a campanha suja do Serra prestou um serviço ao BRasil, ao abrir a caixa de pandora onde estavam todos esses demônios. Estamos tendo a oportunidade de nos depararmos com a sombra que estava oculta.

Responder

    Cícero

    21/11/2010 - 16h09

    Concordo, Mirian: "… a campanha do Serra prestou um desserviço ao Brasil…"

    A caixa de pandora foi aberta e, de dentro dela, esplende em forma de preconceito todo o mal que se achava adormecido no ego dos preconceituosos.

valmir marques

20/11/2010 - 19h10

o que mais me espanta é o espanto de muitos..como temos Polyanas perdendo a inocencia…

Responder

Rafael

20/11/2010 - 17h39

Brasileiro é racista mesmo, o mineiro então é "hors concours" nesse quesito, aqui a coisa é tão introjetada no DNA q os negros mais claros chamam os mais retintos de 'negões'. Dizem q é cultural, coisa 'curtida' durante séculos. Para coisa de tanto tempo o remédio tem q ser drástico (prisão e multa) como deveria ser tb para casos como aquele dos delinquentes da Av. Paulista. Até a Dilma sofre preconcento, olha só um pasquin de portugal hoje: "Guerrilheira Dilma venceu mas ainda não convence", o (pííííí) q escreveu isso quer q a mulher 'convença' antes de tomar posse e pegar a caneta, o q convenhamos nem david copperfield nos seus melhores momentos no fantástico seria capaz!!

Responder

    bernardo

    20/11/2010 - 18h55

    Mas Rafael, você não acha que está sendo preconceituoso ao afirmar que o brasileiro é racista mesmo, ou seja, você está generalizando da mesma maneira?

    Pablo

    21/11/2010 - 13h27

    Concordo com o Bernardo. Muitas opiniões aqui expostas revelam o contrário (ainda que muitas confirmem o racismo introjetado do "brasileiro" ou de uma grande parte deles…)

valmir marques

20/11/2010 - 17h39

paulistanas, mulheres, advogadas…parece que tem um padrão não é??

Responder

    Vanessa

    21/11/2010 - 12h12

    Nossa, você está sendo mais que preconceituoso, vc não acha??
    eu sou mulher, paulistana, e durante muito tempo quis fazer faculdade de direito!!!
    não o fiz pq vi o quão suja pode ser essa profissão!!! decide mudar o mundo pelo viés da educação,
    e da unica disciplina que pode educar as pessoas como cidadãos (sob o meu ponto de vista) : História.

    Não generalize, nem todo paulistano é demotucano, nem toda mulher é idiota!

    Idiota tem em qualquer lugar do Brasil e do mundo. independe de classe, cor da pele, religião, estado ou cidade, sexo, opção sexual e por aí vai.

Cristiana Castro

20/11/2010 - 17h30

Eu quero ver o que vai acontecer, qdo todos esses grupos humilhados,vilipendiados, etc… Começarem a dar o troco. Nossa elite não tem a dimensão de seu tamanho.

Responder

    francisco.latorre

    20/11/2010 - 20h35

    a volta do cipó..

    no lombo de quem mandou dar.

    ..

Rita

20/11/2010 - 17h04

O senhor Prates se esqueceu de um político aí do Sul, com pinta de galã, cheirosinho que encheu a cara com vinho caro num restaurante chique e depois (não porque estava "frustrado", mas pra provar que ele "pode") saiu bêbado em alta velocidade e matou dois jovens.

Essas senhoras, filhas da PUC deveriam se olhar no espelho.

A senhora ofendida,não deveria ser tímida,não. Mostre seu cabelo crespo, sua joanete. você é você. Não se intimide.
A mocinha que a ofende provavelmente é mal resolvida e está morrendo de inveja. Também não deve ser paulista. As paulistas que conheço estão rvoltadas com esse clone da juventude hitlerista.

Responder

Rosa Avelar

20/11/2010 - 16h54

Realmente não tem palavras pra descrever uma atitude dessas, vinda de qualquer pessoa, mas em uma estudante e de direito é revoltante, tem de ser feito alguma coisa agora para essa onde de ataques a pobres, negros, nordestinos, enfim a qualquer ser humano pare, senão a coisa pode ficar séria. Providencias e punições devem ser tomadas.

Responder

Mc_SimplesAssim

20/11/2010 - 16h20

Olá, Azenha e demais amigos leitores e comentaristas,

Compreensível a reação dos colegas de classe da estudante Meire.

Afinal, as crianças aprendem desde cedo, tanto na escola quanto na TV que pobres são sujos, escuros, fedorentos e transmitem doenças.

A vida boa é a vida antisséptica, limpa e ordeira, longe de tudo o que seja popular.

A vida boa é aquela que sonhou Hitler para a Alemanha, um império de gente limpa, culta e ordeira, que duraria pelo menos mil anos.

É público e notório que o mau cheiro de uma negra de pés sujos não combina com o leve odor de jasmim de uma sala de aula diariamente desinfetada, para uso exclusivo de bonitos brancos cheirosinhos de roupa lavada.

O que fazer para que todos sejam aceitos como são, sem precisar clarear a pele nem mostrar a carteira de vacinação no elevador social?

Respostas para a redação.

Abraços

Responder

El Cid

20/11/2010 - 16h15

http://esquerdopata.blogspot.com/2010/11/carta-lu

Carta a Luiz Carlos Prates
Fonte: http://www.twitlonger.com/show/72n68h

Caro Sr. Luiz Carlos Prates,

Me chamo Plínio, sou professor de História e, como tantos outros das camadas mais baixas da sociedade, consegui comprar um automóvel nos últimos anos devido à facilidade de crédito implantado pelo governo Lula. Assim como tantos outros, adquiri um carro popular, já com 4 anos de uso e sem qualquer acessório que produza maior conforto ou coisa do tipo.

Porém, gostaria de relatar algo que o Sr. provavelmente não sabe, ou tenta evitar saber, ao expor seus comentários ao vivo na TV. Da mesma forma que o governo do presidente Lula me permitiu adquirir um carro popular, também me permitiu continuar meus estudos. Durante este governo, graças aos investimentos em educação e apoio à pesquisa, foi possível a uma pessoa como eu, vinda de família pobre e do interior do estado de Minas Gerais, fazer o mestrado e hoje cursar o doutorado numa instituição pública federal de ensino superior.

Mais ainda, Sr. Luiz Carlos Prates, este mesmo governo me permitiu ascender socialmente e obter estabilidade ao ampliar as instituições de ensino comprometidas com a oferta de cursos técnicos e superiores, como as Universidades e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, numa das quais hoje sou professor efetivo. Foram inúmeros concursos e a efetivação de milhares de docentes e técnicos nestas instituições. E é exatamente sobre este aspecto que gostaria de avançar na minha discussão.

O Sr. afirma que este governo permitiu a quem “nunca tinha lido um livro” adquirir um carro através do crédito fácil. Porém, esquece-se o Sr. de mencionar que este governo “espúrio” investiu mais em educação do que qualquer outro. Este mesmo governo deu acesso às camadas mais baixas da população aos bancos das universidades e permitiu a diversos jovens estudarem e terem uma profissão ao ampliar as escolas técnicas por todo país.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, estas pessoas que compram carros hoje não são tão “miseráveis” e “desgraçadas” quanto o Sr. pensa. Pelo contrário, estas pessoas compreendem melhor a sociedade em que vivem e os grandes ganhos que tiveram nos últimos anos.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, estes indivíduos não passeiam de carro para amenizar os conflitos entre maridos e esposas. Estes indivíduos saem para celebrarem, juntos, a felicidade de uma nova vida que se constrói. Não são pessoas frustradas, pelo contrário, são indivíduos REALIZADOS. Na verdade, frustrada é a elite que sempre teve este país nas mãos e que agora não consegue aceitar que as camadas mais pobres ascendam e passem a ter acesso àquilo que era tido como exclusividade dos grupos privilegiados economicamente.

Não, Sr. Luiz Carlos Prates, os acidentes nas rodovias não acontecem por causa destes “miseráveis” e “desgraçados”. São diversos os motivos dos acidentes, entre eles, o excesso de velocidade daqueles que podem adquirir os modelos de automóveis mais luxuosos e velozes e que, mesmo com toda a tecnologia de seus carros, também não conseguem “vencer as curvas” e outras barreiras que possam aparecer – entre elas, veículos de indivíduos inocentes.

Por fim, caro Sr. Luiz Carlos Prates, gostaria de informar-lhe que consegui trocar de carro. Ainda circulo por aí, nas tão movimentadas estradas do país, com um automóvel popular, mas já mais novo e com algum conforto a mais que o primeiro. Eu, minha esposa e minhas lindas filhas estamos felizes com o nosso automóvel, com a nossa casa ainda alugada e com as viagens que podemos fazer. Espero que o Sr. reflita sobre o quão preconceituoso e desvinculado da realidade foi o seu comentário que ganhou repercussão por todo o país.

Sem mais, despeço-me aqui. Um cordial cumprimento deste homem proprietário de um humilde carro popular comprado graças ao crédito fácil com parcelas a perder de vista, mas feliz.

Guanhães/ MG, 19 de novembro de 2010.

Plínio Ferreira Guimarães

@mestrekohl

Responder

    ana

    20/11/2010 - 17h18

    obrigada, Plínio

    V

    20/11/2010 - 19h59

    Muito bom! Tomara que ele leia.
    O Prates é superficial, incivilizado e atrasado. Mas torço para que ele leia.

    Fui3252

    21/11/2010 - 00h08

    Meu cara amigo El Cid, esse elemento não tem condições de refletir, afinal vermes não pensam e ele não é nada mais do que isso, um verme qaue rasteja a aprocura de migalhas deixadas pela família MARINHO. Esse acéfalo é muito burro, ignorante a acima de tudo um estúpido de primeira grandeza. Talvez um frustado com o seu casamento, mal amado e mal resolvido na vida. Eu sou Professor de Matemática e Física meu caro El Cid, troquei meu Celta por um Pálio 1.4 Completo só para desfilar na frente da TV onde esse quadrúpede trabalha para ver que nós não aprecisamo da Elite para nada, mas eles sim, pois se deixarmos de trabalhar eles é que vão morrer de fome. Um abraço.

El Cid

20/11/2010 - 16h05

BOLSONARO VOLTA A POLEMIZAR E DEFENDE AGRESSÃO A "FILHO MEIO GAY" – http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) já é conhecido no meio político como polemizador. Conservador e reacionário, ligado aos saudosistas da ditadura, ele vive causando polêmica com suas declarações contra os direitos humanos. São tantas declarações polêmicas que Bolsonaro nem é mais levado a sério entre os colegas. Desta vez, o comentário infeliz do deputado teve como alvo os homossexuais. Bolsonaro sugeriu que os pais deveriam bater nos filhos com tendências homossexuais.

A declaração foi feita durante o programa "Participação Popular", da TV Câmara. Os deputados Jair Bolsonaro e Paulo Henrique Lustosa (PMDB/CE), presidente da Frente Parlamentar da Criança e do Adolescente, discutiam sobre a Lei da Palmada, quando Bolsonaro disse: "O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem".

O telespectador Alexandre, de Minas Gerais, que denunciou a declaração do deputado ao Vermelho, ficou indignado com o preconceito escancarado do parlamentar: "O deputado afirma que palmada corrige a orientação sexual de uma pessoa, sugerindo que ser gay seria algo anormal e motivo sufiente para ser agredido", protesta Alexandre.

Ataque de militar a homossexual é condenado pelo Exército

A declaração escandalosa de Bolsonaro –que tem sua principal base eleitoral entre as famílias de militares do Rio de Janeiro– acontece no mesmo dia em que o comandante do Forte de Copacabana, coronel Afonso Henrique Pedrosa, teve que vir a público condenar a atitude do sargento do exército Ivanildo Ulisses Gervásio que atirou contra um jovem de 19 anos, após Parada Gay no Rio de Janeiro, na última segunda-feira (15).

Em entrevista nesta sexta-feira ao RJTV, Pedrosa disse que o Exército brasileiro não admite em seus integrantes qualquer conduta homofóbica ou discriminação ao ser humano.

Responder

    paulo rafael pizarro

    20/11/2010 - 23h09

    O Bolsonaro deve ter levado umas palmadinhas, portanto é um gay enrustido.

    francisco.latorre

    21/11/2010 - 10h00

    apanhava do pai. e gostava.

    hum..

    ..

Adolfo Neto

20/11/2010 - 15h37

Sugiro que todos leiam este livro: Pérola Negra http://bit.ly/cg72pr

Trata, em parte, de preconceito sofrido por uma aluna de medicina na Unicamp!

Responder

    Elaine P. da Silva

    22/11/2010 - 01h46

    Olá, Adolfo! Quanto tempo!!! Agradeço muito sua indicação do meu livro! Veja você – eu só soube desta página porque um professor universitário de Sampa, aluno de Pós-Graduação lá, encontrou sua indicação, acessou, e me escreveu. Está interessado em ler meu livro, e indicá-lo em sua faculdade! Muito obrigada!!! Fico feliz por saber que você ainda se lembra de mim! E sua mulher – já se formou médica? Grande abraço! Lãlã.

Adriano Cruz

20/11/2010 - 15h25

Pensem o que quiserem, mas uma coisa eu digo pra vcs.
A discriminação contra os bolsistas e cotistas é grande.
Às vezes a ofensa racista é usada para que doa mais, mas o que vejo é uma segregação e preconceito contra os que entram por cotas ou são bolsistas do PROUNI.
Mesmo sendo branco, a gente sofre com piadas diariamente, mesmo por parte de mulatos e japoneses riquinhos que nunca pegaram um ônibus na vida.
O ódio é contra os pobres, que os estudantes de classe média não se conformam estarem lado a lado com eles nos bancos da faculdade.

Responder

    sergio

    20/11/2010 - 17h32

    O preconceito contra o negro bolsista é maior. Isso é histórico no Brasil. Não podemos esconder ou mascarar dizendo que o preconceito é contra o pobre por que isso não ajuda em nada. O caminho é a justiça mesmo.

    Vinícius

    21/11/2010 - 23h11

    No Brasil existe preconceito contra pobre.

    Não mascare isso!!

alfredo

20/11/2010 - 15h19

Ela cita um belo éxemplo de político: Bolsonaro. Que nojo

Responder

Maria Carvalho

20/11/2010 - 15h19

Entendo que esse e-mail retarata a intolerância de algumas pessoas que não suportam outras que não se "adequam" ao "padrão" que a mídia capitalista e fútil propaga: o que é "da hora" é usar, ter e ser aquilo que sai nos comerciais; ser "branca/loira" para ser aceita; ser "magra" para ser linda; senão… você é diferente, é esquisita, precisa ser mudada!

Responder

Rogério

20/11/2010 - 15h18

Nossa, quanta ignorância. É lamentável ver que ainda existe gente com este tipo de pensamento. Infelizmente a pessoa que está ofendendo a estudante deve no mínimo ser filha de juiz, desembargador ou coisa do tipo que irá livrá-la de uma eventual punição. O que deveria ser feito é tornar público o nome da pessoa e abrir um processo contra ela, nada de buscar a universidade para resolver esta questão, já que nada será feito, a justiça deve ser acionada.

Responder

Habacuque A R

20/11/2010 - 14h54

Isto não pode e não deve passar despercebido e sem punição!

Está na hora de darmos um basta nestas atitudes racistas e de maneira exemplar para que as pessoas que pensam em demonstram e agem com racismo reflitam e entendam que não se pode aceitar tais atitudes racistas.

Responder

Scan

20/11/2010 - 14h49

Às vezes me pergunto se não seria caso de eutanásia…
Tentar "ensinar" cidadania para um rebotalho intelectual desses é perda de tempo, sai caro e no final das contas teremos, no máximo, meio ser humano.

Responder

    juli

    22/11/2010 - 14h14

    Talvez a "mocinha limpa" mereça uma lobotomia… é melhor ela ficar em estado vegetativo de pensamento do que expressar essas opiniões idiotas!!! Meire, nem todos são nobres como você!! Parabéns pela sua atitude!!

Sebastião Ferreira

20/11/2010 - 14h46

Li, pasmei, refleti, parei e chorei. Essa manifestação de ninguendade mameluca é típica de quem não sabe o que é, ou melhor, sabe, mas não quer assumir, que na alma traz o estigma e o atavismo recorrente, de ter sido preador de índio e de negros. Uma descendendente direta do bandeirante Domingos Jorge Velho, o algoz de Zumbi e de Iracema.

Responder

Paulo

20/11/2010 - 14h13

Paulistanos de classe média! Voces perderam, felizmente para o Brasil, a "Revolução de 32", Não discutiram isso ainda!? Discutam, pois vocês estão ainda no século XIX. Chega de racismo!!

Responder

andré

20/11/2010 - 13h55

Então… Pra mim, essa moça pode ter sido vítima de injúria com uso de elementos racistas, não de racismo.
São crimes diferentes.
Em todo caso, é grave.

Responder

Lau Cariri

20/11/2010 - 13h43

Já me contaram que nas filas de estudantes que vão se matricular na Unicamp, todo começo de ano, há uma galera que distribui uns panfletos cuja mensagem, em resumo, é a seguinte: você não acha que o número de aprovados nos vestibulares das universidades estaduais paulistas que são de descendência oriental (nipônica) é proporcionalmente maior ao número de pessoas dessa descendência existentes no próprio Estado?

Eu queria saber de onde vem essa tendência de São Paulo se achar mais Brasil que o resto do Brasil… Alfredo Ellis Jr. e Alcântara Machado devem responder, eu acho…

Responder

antonienko

20/11/2010 - 13h28

“Fico feliz, pq agora, posso, sem peso na consciência, dizer: VAI SE
FUDER!!!”

E agora, José?

Esta frase acima iniciou o violento texto.
Qual é o significado da frase?
O que liberou o monstro que estava contido dentro deste elemento das trevas?
Será o José? A grande imprensa do preconceito? OPUS DEI? TFP? O PAPA? Integralismo? CNBB? Dra, Maia?
Pelo legado de seus atos na vil campanha tucana, então, a esses todos, dirijo-me ,fazendo do resto do texto, minhas as palavras!

Responder

    Meire Rose

    21/11/2010 - 15h55

    Esclarecimento: As ofensas me foram feitas "antes" pela "jovem" através do envio para meu e-mail de 33 artigos ou "spams" em sua grande maioria preconceituosos, contrários: à minha religião, a cultura brasileira, ao acesso de negros às universidades.

    Essa jovem nunca nem me cumprimentou em sala de aula e eu nem sabia seu nome até então. Contudo parece que ela se incomodava mto com minha presença, pois tinha conhecimento de detalhes da minha anatomia e do meu guarda roupa, que muitos colegas da PUC sequer tinham reparado. Para quem ainda não sabe, dentre esses 33 e-mails, a "jovem" me enviou três, muito parecidos, questionanado a veracidade dos institutos de pesquisas. Em dois deles a mãe dela era a presidente da república eleita e somente em um deles supostamente seria a mãe de um eleitor. Foi ela quem me mandou, totalmente individualizado, escolheu a dedo cada e-mail que me enviou, pois abriu e limpou quem havia endereçado a ela, para só então me enviar, as pessoas não sabem que ela sabia, ou pelo menos deveria saber, que havia e-mail, cuja mãe supostamente eleita era a dela e não a do eleitor. Por isso perguntei a ela qual das mãe ia receber os votos, (a dele ou a sua?), pois eu ia questionar que o método dela era tão falho qto o dos institutos de pesquisa que ela questionava.

    Mas essas provas de que eu não tive dolo de ofender no momento em que respondí um dos e-mails que ela enviou ofendendo as mães, serão feitas em instância adequada. Aqui, me coloco apenas para passar informações que não são de conhecimentos de todos que tiveram acesso ao e-mail, que contém as ofensas que sofrí, porém, não aos que contém as ofensas à minha religião, aos negors, a minha posição ideológica, à cultura brasileira com chacotas preconceitusas. Se uma provocação justifica reações, a minha reação às ofensas que sofrí, ao de responder um e-mail da "jovem preconceituosa", está mais do que justificada, pois não xinguei e apenas questionei as informações que ela me passou, com certa ironia, porém sem o mesmo grau de chacota, pois achava que ia dar pra ela uma lição de bom-humor. Hoje sei que o intuito dela desde o princípio foi de fazer "chacota e humilhar", alguém com quem ela não tinha a menor intimidade. Basta observar quando fala ufa (que desabafo). Queria muito te dizer td isso. Saio da faculdade aliviada. Com o quê? Poxa fez terapia e não me pagou os serviços?

    Contudo acho que não é ela que tem que ser execrada, mas sim sua atitude. Não acho que ela precisa ser exposta publicamente e nem sofrer violências das pessoas, apenas deve ser responsabilizada na medida de sua ações, assim como conscientizada de que esse não é o melhor caminho para expressar "antipatias" como estão interpretando alguns.

ines

20/11/2010 - 13h28

A PUCSP foi universidade cujo corpo docente e discente era caracterizado por ideias e comportamento progressistas. Hoje, infelizmente, é mais uma universidade caça niqueis, com o que há de pior do comportamento intolerante e fascista.

Responder

Renata

20/11/2010 - 13h15

Nossa Senhora da Aparecida! Santo Expedito! Jesus! Como pode isso acontecer? Como tem gente ruim neste mundo!

Responder

O_Brasileiro

20/11/2010 - 13h15

Dia da Consciência Negra!
Daqui a 5, 10 anos, as Meire Roses serão juízas ou promotoras. E darão orgulho aos negros, como Joaquim Barbosa!

Responder

vera oliveira

20/11/2010 - 13h10

que nojo,e pensar que esse ser pode chegar à ser advogada,pra advogar o que???direito??de quê??pra quem??Vamos ver como a universidade vai se comportar diante disso.Não adianta vir com o mesmo papo furado,se desculpar ,se lamentar e não tomar uma atitude.A universidade tem que zelar pela sua reputação.

Responder

Erick Genival

20/11/2010 - 13h05

Ela é filha de "expoente" catarinense Luiz Carlos Prates? Vivemos numa geração mal educada, preconceituosa, racista; composta por alguns seres que, com o perdão da palavra, comem ovo e arrotam peru. São pessoas que se acham "superiores" às outras ou porque são abastardas, ou brancas, ou que pensam que são intelectuais. Maldita pseudointelectualidade brasileira.

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Mazinha

20/11/2010 - 12h57

Tá…mas cadê o racismo? Não tô vendo…

Responder

Liz

20/11/2010 - 12h50

Se durante meses as pessoas se acostumaram a extravazar livremente seus ódios e preconceitos por meio da internet, direcionando-os ao Presidente da República e sua candidata à eleição, não fico espantada agora por ver que a porteira que foi aberta, aberta continuou.

Responder

Mariana Aron

20/11/2010 - 12h34

Covarde.
Tentar se mostrar 'forte', 'superior', com frases tacanhas, para falar o mínimo.
É preciso refletir sobre o papel das instituições 'educacionais' como (de)formadoras. Será que poderiam ser (re)formadoras?
Preocupa-me o 'poder' que o diploma vai outorgar a essa deficiente moral.

Responder

kimparanoid

20/11/2010 - 12h21

Lamentável.
Acho que essa deve ser a visão de mundo dessa Mayara 2: http://www.difusaocultural.ufrgs.br/adminmalestar
Esqueram de avisar os filhos da elite que os tempos de casa-grande e senzala, em que o sinhozinho brincava de açoitar o escravo, já passaram faz tempo. A justiça tem que fazer alguma coisa sobre esse caso de discriminação, pra ver se essa gente se toca!

Responder

Jairo_Beraldo

20/11/2010 - 11h57

Eu passo pelo mesmo tipo de situação na faculdade pela minha idade. E com a "complacencia" dos professores e coordenadores do curso.

Responder

Lucemberg Matoso.

20/11/2010 - 11h56

CHEGA!!!!! O problema maior do racismo,está em certos negros que reagem à discriminação como pobres coitadinhos,frágeis,bebes chorões,etc… eu sou “NEGÃO´´ de Pernambuco,Nordestino,Brasileiro. TEMOS QUE REAGIR Á ALTURA, A ESSE DESRESPEITO PRA LÁ DE IMUNDO,NOJENTO,IMBECIL!!!!! “ DISCRIMINAÇÃO SE COMBATE COM AÇÃO!!!!“ CHEGA!! SÃO 350 ANOS QUE SE ENGOLE ESSA GENTE “`NAZISTA“,SEPARATISTA. TEREMOS QUE ENGOLIR ISSO POR MAIS 350 ANOS??? NÃO,NÃO,NÃO E NÃO!!!! ACABOU-SE O TEMPO DESSA ESCÓRIA. CADEIA NELES. E OS RIGORES DE LEI!!!! TEMOS QUE ENFRENTAR ESSES VERMES DE FRENTE!!!!

Responder

    Peterson

    20/11/2010 - 15h43

    Concordo om vc cara!
    Se vc ñ se respeita primeiro as pessoas a sua volta não irão te respeitar…somos todos iguais e não é o local de origem, cor , altura, peso, tipo de cabelo que diz quem somos, mas o nosso carater.

Bona

20/11/2010 - 11h54

Essa classe media estagnada vendo o pobre se formando numa PUC (catolica?)e ameaçando tirar espaço dos intolerantes filhinhos.Classe media acomodada qeu não tem a minima condição de chegar a classe A, gera na sociedade preconceito cujo é recorrente em capitais mais ditas melhores.

Responder

Arlindo

20/11/2010 - 11h53

Aos negros é dada uma missão ingrata: conviver com um sistema no qual não se pode nem legalmente propor
que nos deixem em paz.. É nos deixem em paz e siguam suas vidas. Mas nem isso podemos propror sobre pena de atentar contra a constiuição do país. Se não gostam da gente que nos deixem em paz, proponham, tenham coragem.

Responder

Sereno

20/11/2010 - 11h48

NURENBERG.

Responder

Klaus

20/11/2010 - 11h45

Viomundo combate o racismo? Por que várias vezes fui chamado de nazista por causa de meu nome alemão e o moderador/moderadora deixou passar o comentário? Azenha e Conceção com a palavra.

Responder

    Gustavo

    20/11/2010 - 14h19

    pobrezinho…podemos chamálo de facista? ashuashuashuash só não me diz q tem cruza com italiano….bom, ai posso lhe chamar de mentecapto mesmo….

    Renato Lira

    20/11/2010 - 14h29

    Olha o Klaus, como bom representante da elite branca reaça , se fazendo de v´tima, querendo inverter os fatos.

    É sempre assim.

    É a mesma farofa, Atacam, criticam os outros por ações que eles sim praticam e depois, com as reações, se dizem perseguidos e vitimizados.

    Saco, viu!

    francisco.latorre

    20/11/2010 - 20h44

    ô coitado..

    ..

Johnny

20/11/2010 - 11h37

Meire,
não se deixe abater pelos comentários dessa infeliz preconceituosa. Continue sendo como realmente é, pois todos nós somos únicos. Não se envergonhe dos seus pés, passe o que desejar em seus cabelos, vista as roupas que bem entender. Você é livre. Os verdadeiros encarcerados de nossa sociedade são aqueles cujo espírito está tomado pelo preconceito. Imagine como deve doer a convivência diária com a diversidade para aqueles que não conseguem aceitá-la. Parabéns, querida Meire, siga em frente. Sem conhecê-la já posso dizer que gosto de você.

Responder

augustodafonseca13

20/11/2010 - 11h35

Navio Negreiro – Castro Alves (para ver, ouvir e chorar)

Eu, filho, neto, bisneto, tataraneto de portugueses, neste dia, peço perdão aos negros africanos pelo crime hediondo cometido pelo país de origem dos meus ancestrais.
http://migre.me/2lOPZ

Consciência Negra

***

Responder

    Luci

    20/11/2010 - 17h27

    Augusto eu tataraneta de africanos, filha de afrodescendentes hoje lhe cumprimento para que juntos possamos mudar mentalidades e avançar para construirmos um novo Brasil um país mais justo, mais igual.
    Voce já visitou o Museu Afro Brasil no portão 10 do Parque Ibirapuera. Minhas saudações. Axé.

    francisco.latorre

    20/11/2010 - 20h48

    brasil de todos. para todos.

    axé.

    ..

Duzao

20/11/2010 - 11h25

Isso é bullying. E que como ficou demonstrado, o bullying, não está restrito apenas a escolas de primeiro e segundo grau e nem a pessoas menores ou mais jovens. Podem acontecer casos assim em faculdades e inclusive em Universidades Públicas, video os vários exemplos de trotes violentos e coercitivos que, infelizmente, ainda existem em nossos cursos superiores.

Responder

    juli

    22/11/2010 - 14h19

    Isso é típico do Sudeste, pelo menos aqui no Nordeste eu desconheço algum caso de trote. entrei na UFPE e saí sem conhecer nenhum caso e sem levar porrada.

Carlos

20/11/2010 - 11h22

Ovo podre, por fora parece igual, branquinho , mas……. .

Responder

Julio Silveira

20/11/2010 - 11h21

O pior nessa corja é que agem espreitando quando são descobertos apelam covardimente para a dissimulação visando não serem enquadrados e punidos.
Aposto que ainda vão tentar transferir a culpa para a estudante. Pior é que são bem estruturados e encontram defensores "acima de qualquer suspeita".

Responder

Paulo

20/11/2010 - 10h58

Eu juro pela minha alma que não se trata de bairrismo, mas esse compotamento é sem dúvida alguma coisa de paulista, ainda que aconteça ocasionalmente em outros lugares. Os algozes da estudante negra seriam os mesmos que agrediram uma universitária por estar de mini saia numa aula noturna sexta-feira à noite? Ao menos o espírito reacionário é igual.

Responder

Rsilva

20/11/2010 - 10h55

Meu filho sofreu muito na Uniradial, não por ser negro pois ele não é, apesar da miscigenação a cor branca é predominante.
Ele sofreu por ser de classe inferior aos que lá estudam, inclusive por alguns professores, mas venceu tudo isso e se formou em Administrador de Redes, Tecnólogo em VOIP.
Porque estou escrevendo tudo isso…Pelo simples fato de ter passado os anos alguns que estudavam com ele e o humilhavam hoje solicitam para ele uma vaga de emprego, "Tem jeito de você me dar uma força". Na verdade quem estudava realmente era meu filho eles só se divertiam humilhando aos mais carentes, negros e afins.

Então Meire Rose Morais continue firme e forte seja uma Juiza deste país pois com certeza um dia ainda ira julgar esta racista por crimes piores do que este e será com muita sabedoria a tua decisão.

Responder

Victor

20/11/2010 - 10h30

Se o preconceito sempre existiu, o posição confortável para externá-los está sendo assumida agora, curiosamente após uma campanha presidencial suja e intolerante tocada pelo partido da oposição. Isso que é assustador. Vídeos mostram desde um rapaz sendo agredido com uma lâmpada, em razão da sua opção sexual, até um "jornalista" da Rede Globo destilando seu puro ódio e ressentimento contra as classes mais pobres. Se a campanha do Serra serviu para alguma coisa, foi para trazer esse importante debate à tona.

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Tania Guimaraes

20/11/2010 - 10h28

Temos de ragir com mais firmeza e com mais determinacao. Este verme nao pode seguir impune porque estas humilhacoes estao atingindo muitas pessoas. As pessoas a quem estao atingindo ja veem de um passado cheio de traumas emocionais e psicologicos. E nao, um psicologo (a) nao e suficiente. O governo deveria de exigir uma medida bem forte das universidades que recebem os beneficios do prouni, e retirar os que nao demonstram compromisso moral e etico com a inclusao social.

Responder

Julio_De_Bem

20/11/2010 - 10h07

“Ufa! Obrigada mais uma vez por permitir esse meu desabafo! Com certeza
sairei mais leve desta faculdade!”
Sairá mais leve sim…depois que esvaziar o lixo do seu carrinho prestando serviços comunitários. Aposto que é uma patricinha com silicone, cabelos bonitos, cheirosa que, nua na cama, fica igual a uma estátua.

Responder

Mauro Silva

20/11/2010 - 10h06

"peralá"
Essa fulana aí que escreveu tais comentários pode até se diplomar, mas pelo crime de racismo, não pode advogar segundo a OAB.
É só o MP tpmar as providências cabíveis e que não apareça o pai da fulana a dizer que "foi um mal entendido" e que Meire é que" agrediu a filha dele" por ser negra e freqüentar o mesmo curso.

Responder

Eli

20/11/2010 - 10h03

Outro dia, um psicólogo explicou numa reportagem que bullyng é coisa de criança, adolescente, que ainda estao na fase da formação do caráter.
Em adultos, esse tipo de atitude é perversão pura e simples.
Uma perversão que, se estava adormecida, foi despertada pela campanha calhorda de José Serra.

Responder

Regina

20/11/2010 - 09h57

Que lamentável!!!
A todas as Meires brasileiras uma grande força e cabeça erguida. Vistam-se como vocês desejam. Não se importem com os deboches. Olhem para a frente, concentrem-se nos estudos e sigam vitoriosas.

Mas, não se calem. Denunciem os abusos!!!

A autora do e-mail não percebe que feiura é o que ela tem. Uma feiura fedorenta, que isala um odor insuportável em nosso meio ambiente.

Responder

Elton

20/11/2010 - 09h51

Azenha, uma sugestão:
Dê uma pesquisada nos grandes "jornalões" de hoje, 20 de novembro, que como sabemos é o Dia Nacional de Consciência Negra e verifique qual o DESTAQUE dado à data histórica, o que se escreveu sobre o negro no Brasil ou similares. Vejamos qual a "relevância" da data para a "grande imprensa" conservadora e preconceituosa………….

Responder

Cezar

20/11/2010 - 09h45

Não é só em São Paulo. Aqui em Brasília, precisamente na UnB, o racismo é evidente. Nos banheiros há xingamentos nas paredes e portas contra os negros que entraram na Universidade por meio das cotas… A república para os negros vindo de fora já foi alvo de incêndio criminoso….

Enquanto isso, o jogador Kaká apela contra o racismo nos campos de futebol contra jogadores negros. http://br.esportes.yahoo.com/noticias/esportes-ka

Acho q está na hora de todos nós, negros ou não, levantarmos a cabeça e mostrar toda nossa indignação.

Responder

E Serra abriu a caixa e não foi a de Pandora | Maria Frô

20/11/2010 - 09h44

[…] no Viomundo uma denúncia de uma aluna negra, do PROUNI que estuda direito na PUC/SP é vítima de racismo e […]

Responder

Edson

20/11/2010 - 09h17

Este tipo de atitude merece punição, infelizmente a justiça deste país não consegue ser coerente e acho que este monstro não sofrerá nenhum tipo de punição.

Responder

Rodrigo Leme

20/11/2010 - 09h16

Lamentável toda essa mensagem, mas racismo me parece uma forçação de barra. Meu cabelo é cresco e cacheado, mas não sou negro. E o pé não tem nada a ver com raça. É mais uma pessoa estúpida? Sim, conheci várias que me mandaram msgs semelhantes por conta do meu peso, mas racismo não.

Pode haver preconceito de classe ou raça por trás da motivação dessas msgs? Não descarto, mas tbm não descarto ser ódio, inveja e outros que passam longe de classe ou cor. Seria interessante ouvir as duas partes tbm pra saber onde começou essa estória, se tem um fundo de conflito pessoal entre elas e se há mensagens do mesmo teor por parte da moça que acusa a outra.

Precisamos tomar cuidado nesses tempos para não banalizar essa acusação de racismo, porque de duas uma: ou ridicularizarão as acusações sérias ou tornarão sérias as acusações ridículas, e nenhum dos dois seria bom.

Responder

    Armando P. Silva Jr.

    20/11/2010 - 13h06

    Por favor amigo, me poupe, se o que essa moça escreveu não é racismo, é o que.
    Achar que isso pode ter sido um conflito pessoal, é um absurdo. Mesmo que tenha sido, ela tem o direito de escrever o que escreveu.

    Bruno

    21/11/2010 - 13h44

    Eu respondo: racismo seria fazer alusão direta à INFERIORIDADE da sua cor, do seu tipo de cabelo, etc. o máximo que acontece é uma citação ao tipo de cabelo, como escada para o ataque – não racista, mas ainda assim estúpido – quanto ao creme que "emplasta" o cabelo da moça. Simples, não?

    liliana

    20/11/2010 - 19h24

    O conflito pessoal da mocinha lindinha é com o cabelo, o pé, tudo o que é diferente do que ela espera da vida que sai da tela da rede globo. Sua mensagem é ridícula e usa DE NOVO do argumento pessoal de que você é igual à vitima para tirar o peso da ofensa. eca!

    Rodrigo Leme

    21/11/2010 - 12h09

    Não sou igual à vítima, eu sou branco. Aliás, megabranco, pq não tomo muito sol. Não estou me igualando a ninguém, só estou questionando se o papelão de tirar sarro de cabelo ruim e joanete é racismo ou apenas um comportamennto cretino.

    Bruno

    21/11/2010 - 13h45

    Eu voto pela cretinice.

    Luci

    21/11/2010 - 13h44

    Quem é discriminado tem que começar a ser ouvido com mais respeitabilidade e crédito neste país.A mensagem que Meire recebeu é racita, intolerante.É apenas uma das várias mensagens grotescas, desqualificadas, desestabilizadoras.Quem le este texto, fica desconcertado, imagienm o que sofreu a Meire.Imaginem, se for possível. A reiteração das mensagens é para demonstrar que ali não éra um lugar apropriado para ela frequentar. A aluna branca acredita que é "superior" -racismo_ e que não deve respirar o mesmo ar que os negros. A mensagem é secular e subliminar. A herança da mentalidade escravocrata desenvlvveu métodos sutis e possíveis de confusão para possibiltar defesa. Eu jamais ficarai ao lado de quem não se prepara para viver em sociedade.
    Se nós apoiarmos ou tentarmos justificar esta ação estamos avalizando uma atitude desqualificada, pesada e violenta.

    ana

    21/11/2010 - 19h40

    considero cretinice… concordo com vc . e já que uma das discussões que considero pertinente foi a ofensa direta a dignidade de outro ser humano pode-se acionar os mecanismos legais tanto na esfera criminal (injuria) quanto cível (danos morais). de toda forma considero seu ultimo paragrafo uma boa questão p estarmos todos atentos…

Olho na oPósição

20/11/2010 - 08h54

Preconceito nesse nível é psicose!

Responder

Norberto

20/11/2010 - 08h29

Pelo menos nesse trecho aí, não tem nada que seja específico de uma raça.Ter um alien no pé, usar um creme que fede ou ir pra aula pra fazer propaganda política, qualquer pessoa pode ter isso, independente de raça.Tem muita vítima profissional por aí querendo ver racismo em tudo.

Responder

    Mara

    21/11/2010 - 15h38

    Não sei se a pessoa que foi ofendida afirma ser vítima de racismo. Pelo meu entendimento ela afirma ter sido vítima de preconceito e discriminação. A interpretação de racismo pode não ser dela.

    Seja de que tipo penal for a agressão sofrida por ela, esta será apenas a vítima. Foi nela que doeu ou ainda dói.

    Portanto acho nem vc nem ninguém deveria interpretá-la como uma vítima profissional, a menos que também queira se tornar seu personal de CARREIRA. Como faz a "jovem" quando busca ofender dizendo que ela já exerce a profissão mais antiga do mundo.

Armando P. Silva Jr.

20/11/2010 - 08h21

Isso mostra que a escrotidão humana não tem limites. Essa moça tem que ser presa, e temos que saber quem é, seu nome
principalmente. Essa história não pode ficar só neste relato, tem que ter desdobramentos, tem que ter punição, estou indignado. Esta história me doeu no estômago.

Responder

Henrique

20/11/2010 - 07h55

É chocante ler tais palavras pois penso se essa pessoa que escreveu o e-mail tivesse o poder em suas mãos já teria assassinado à estudante negra apenas para desafogar o seu ódio. Então o que se passa é revoltante, mas mesmo nessa revolta não posso deixar de pensar como cristão. Quem escreveu tem de pagar o que fez, isto é certo: ou (1) com pena judiciária cumprida em cadeia pública ou (2) com pena de penitência pedindo perdão em público à estudante negra e em público fazer obras de penitência para reparação do mal causado.

Responder

jgomes

20/11/2010 - 07h40

É inaceitável este tipo de comportamento, principalmente nas escolas e universidades, afinal de contas, a população brasileira não é "branca" e mesmo que fosse não justificaria. Alguma coisa precisa ser feita urgentemente antes que "este mal" se expalhe. Não seria o caso de punição exemplar para este tipo de crime?

Responder

Leider_Lincoln

20/11/2010 - 06h42

Mais uma vez uma faculdade de direito, mais uma vez uma universidade paulista… Estamos bem com esta gente!

Responder

crisolito

20/11/2010 - 06h36

Meire, continue firme, estude e ocupe o lugar, que essa doente mental ocuparia se você não estivesse aí, essa é a raiva dela, vai perder o lugar pra você.

Responder

Bernardo Felsenfeld

20/11/2010 - 05h35

Primeiramente Meire meu imenso respeito por você , pela sua coragem e tenacidade.Somente de ouvir o que você conta , meu interior sangra.O que está acontecendo com o ser humano?Convido a ler um poema , acessando o link: http://bernardoalerta.blogspot.com/2009/08/poemas

Responder

FrancoAtirador

20/11/2010 - 04h09

.
Isso é, no mínimo, assédio moral gravíssimo.

Não precisa esperar sindicância alguma.

Cabe ajuizamento imediato contra a ofensora e a Universidade, ambas respondem solidariamente pelas ofensas.

Isto se aplica também nos casos de bulling contra crianças nas escolas.

O ASSÉDIO MORAL É UMA DAS PIORES TORTURAS PSICOLÓGICAS.

Esta prática está desgraçando as relações humanas principalmente nas escolas e universidades, mas também ocorrem no ambiente de trabalho.

É CASO DE POLÍCIA.
.

Responder

    Bruno

    21/11/2010 - 13h46

    Assédio moral é racismo ou é assédio moral? Se for o segundo, que seja tratado como tal. Chega de procurar pelo em ovo.

D.O.P.

20/11/2010 - 03h32

Tem que haver condeñação.
Não é multa, nem trabalhos sociais.
Estas pessoas tem que cumprir pena em prisão.
Tem que haver exemplos no rigor da lei para inibir estas manifestações proto-nazistas no BRASIL.

Responder

    Bruno

    21/11/2010 - 13h49

    E encher a cadeia com mais gente que não representa um perigo direto à vida e à propriedade, se alimentando às minhas custas? I don't think so.

    Não se trata da discussão do tópico, mas na minha opinião cadeia é apenas para estes casos. Além dos crimes contra a vida, apenas roubo, furto, corrupção, sonegação fiscal e crimes eleitorais – pelo atentado à democracia que representam.

pedro

20/11/2010 - 03h22

Basta o MP entrar no jogo que a garota se esconde morrendo de medo.

Vimos o que ocorreu com a tal da Mayara.

MP nela e ponto. Indenização por danos morais para a Meire.

Papai vai ter de abrir a carteira, aí eu quero ver.

Responder

pedro

20/11/2010 - 03h20

A cidadã não tem nome?

Responder

Cláudia M.

20/11/2010 - 02h30

Sou paulistana de terceira geração, petista da primeira hora, do tipo que comprava estrelinha do PT pra financiar o partido recém-nascido, e me considero habilitada pra opinar. De modo geral, o pensamento majoritário (aquele que detém o poder e, portanto, o que realmente importa) deste meu triste Estado é racista, classista, sexista e machista. A maioria dos paulistas é conservadora e preconceituosa, carregando em seu DNA um enorme, e aparentemente intransponível, complexo de casa grande e sensala em relação a todos os brasileiros nascidos ou residentes acima da divisa com o Rio de Janeiro. Guardam, os daqui, um sentimento de superioridade fantasioso, fascista e pestilento, e sempre constrangedor e triste, em relação ao resto do Brasil. Esse modus operandi contamina a massa e faz o respeito como regra social esboroar como uma velha casa em ruínas. Às vezes me sinto como se vivesse na América profunda, aquela em que os fundamentalistas religiosos da extrema direita norte-americana tornam o ar rarefeito, sufocante. Mais do que um vexame, este pensamento vivo do conservadorismo e preconceito, instalado no centro da vida política e social de São Paulo, é desolador.

Responder

paulo gimenes

20/11/2010 - 02h10

Olha . Tem que dá um basta em SP. O caso dos moleques da Paulista hj está ai as imagens. Agressão homofóbica e covarde. A PUC CONFISSIONAL deve estar contaminada pela SEITA ÓPUS DEI de orientação nazi-facista que saiu fortalecida nas eleições estaduais de SP. Ou toma-se medidas fortes como investigação policial federal da orientação pedagógica e mudança de todos do setor pedagógico, ou vamos nos lamentar como os judeus. Tolerância zero contra preconceito.

Responder

O_Brasileiro

20/11/2010 - 01h57

Imagina o que acontecerá se um dia a agressora da Meire Rose vier a se tornar juíza ou promotora e tiver que julgar ou acusar um pobre, ou simplesmente, uma pessoa "feia"… ela já os pré-julgou desde o ventre de sua mãe!

Responder

Bernardo Felsenfeld

20/11/2010 - 01h56

Vamos Respeitar Os Contrastes http://bernardoalerta.blogspot.com/2010/11/contra

Responder

RODRIGO SÉRVULO

20/11/2010 - 01h44

VÍDEO: ODE À CLASSE MÉDIA
http://midiacaricata.blogspot.com/2010/11/video-o

SAUDAÇÕES DEMOCRÁTICAS

Responder

SérgioFerraz

20/11/2010 - 01h43

Meire Rose Morais, Parabéns !!!
Não desista nunca de sua luta e de seus sonhos.
Este tipo de fascistinha (remetente do e-mail) não tem lugar no novo Brasil que conquistamos.

Responder

Luciana

20/11/2010 - 01h24

A Meire faz uma denuncia que a Reitoria deveria tomar providências, isto não pode acontecer na terceira maior cidade do país. Alunos bolsistas serem atacados na sua honra por serem bolsistas.
E dizem que o Brasil não tem terremoto.
Aluna de Ciências Jurídicas e Sociais, ela está demonstrando que tipo de profissional será, e o que irá praticar nas relações sociais.
A elite decadente perdeu o controle sobre a educação dos filhos.

Responder

Luciana

20/11/2010 - 01h17

Se ela não sabe conviver com o diferente que pague a faculdade para que ela tenha uma sala exclusiva para ela, os filhos da elite decadente de São paulo, não convivem com o diferente.Instalara a intolerância em São Paulo e se as autoridades não derem um basta, será dificl controlar.
O grwande problema é a mentalidade escravocrata, atrasada e ignorante, fazer faculdade não acrescentou nada a estes agressores que não conhecem a hist´poria da própria origem pobre de pais e avós. Lamentável justo neste momento que o Brasil elegeu uma presidenta, tenhamos que presenciar mulheres no comando de grosserias e racismo.

Responder

Caio

20/11/2010 - 01h16

O email é horrível, tremendamente grosseiro. Que pessoa desagradável! Não duvido que essa pessoa seja racista e que seja capaz de expressar isso. Mas não acho que há no email qualquer ofensa racista. O único "elemento racial" a que se fez referência foi o cabelo, mas isso não é suficiente pra dizer que houve racismo; até pq não há nada no resto do email que indique isso. Provavelmente o ódio tem um fundo racista, mas não acho que isso apareça nesse email específico. Temos que ter cuidado para não condenar as pessoas de maneira leviana. Inclusive é possível que, tendo sido vítima de racismo durante a vida inteira (como geralmente acontece com os negros que ousam transitar entre a nossa classe-média), essa moça tenha enxergado algo que não ocorreu nesse caso específico. Enfim, temos que ter cuidado.

Responder

    Bruno

    21/11/2010 - 13h42

    Boa leitura. E, como esperado, seu post tem avaliações negativas, apenas por discordar da teoria imposta pelo dono da voz – a Radioagência NP – de que houve racismo claro e inegável na mensagem. Seria curioso se não fosse a regra.

Luciana

20/11/2010 - 01h06

20 de Novembro Dia da Consciência Negra, em memória a luta e resistência de Zumbi contra a opressão e em defesa da liberdade.
Interpretem como quiser, esta provocação ultrapassa todos os limites do bom senso, carregada de grosserias e ofensas à dignidade humana de Meire Rose Morais. Estas Instituições de Ensino de São Paulo, que não fazem o dever de casa quando o assunto é racismo, espero não se omitam quando um caso como este aocntece.É vergonhoso para a PUC este episódio preconceituoso e intolerante.É o efeito pós Serra.
Dom Odilo Scherer que anda tão calado poderia manifestar-se e fazer uma visitinha a aluna agressora.

Responder

Paulo

20/11/2010 - 00h56

Esse tipo de comportamento demonstra como parte da elite "letrada" age, ou seja, o que esperar de futuros advogados, juizes, promotores, defensores públicos, delegados que saem da universidade sem compreender o que é o respeito ao outro, ou utilizando do jargão sociológico, sem um pingo de auteridade.

Responder

    ROnaldo Dantas

    20/11/2010 - 10h34

    Essa estudante deve processar essa bandida e receber boa idenização, alem do processo criminal

Marcelo de Souza

20/11/2010 - 00h31

Isso tudo é medo da Meire pegar o lugar de um deliquente desse! Força Meire, o Brasil do bem esta com vc. Nunca abaixe a cabeça pra ninguém, principalmente para um lixo desse!

Responder

João

20/11/2010 - 00h20

Estamos criando monstros! E não me refiro ao Neymar, mas sim a estes jovens de classe média que não têm consciência nenhuma sobre o que é pluralidade….
Triste fim para este jovem: ser processado e, se tudo correr bem, condenado (será que daí ele pode ter OAB ou se candidatar em algum concurso público? Espero que não).

Responder

    roberto

    20/11/2010 - 10h00

    Caro João, me desculpe, mas aquí em casa não estou criando monstros, mas tentando criar uma filha cidadã, respeitadora, e que entenda e respeite não só as semelhanças mas principalmente as diferenças.
    Creio que, da mesma forma, você e milhões de internautas que navegam nesses maravilhosos "blogs sujos" (ainda que o jornalista seja "inepto", conforme disse Itagiba) pensam e agem igualmente.
    Minha filha ainda não vota, mas tentei fazer com que acompanhasse toda campanha eleitoral, conversando sobre tudo aquilo que víamos e ouvíamos.
    Embora a campanha do "candidato da treva" tenha sido pesadíssima, conversamos de forma leve e amena, sem ódio nem imposições.
    Nunca deixei de responder uma pergunta sequer ou tirar qualquer dúvida, sempre mostrando que é preciso consultar várias fontes de informação antes de tirarmos qualquer conclusão acerca de qualquer assunto.
    Acho que para uma menina de apenas 9 anos de idade, minha filha se saiu muito bem.
    Abraços.

    João

    20/11/2010 - 22h03

    Roberto, quando disse "estamos criando monstros" referi-me à sociedade como um todo, que está assistindo, atônita, a este processo sem se indignar.
    Logicamente que há excessões: pais responsáveis, sabedores de como educar seus filhos frente a uma sociedade plural.
    Tenho dois filhos: o menino, já formado em Engenharia, trabalha, é responsável, tem visão de mundo. Enfim, foge dos padrões para um "menino" de 25 anos.
    MInha filha vai fazer medicina, não pelo dinheiro, mas para se dedicar a causas humanitárias como os "Médicos sen fronteiras". O maior sonho de minha filha é servir, ajudar o próximo que necessita. Ela, depois de formada, deve ir para alguma Vila do Amazonas, Pará, nordeste, ou mesmo alguma cidade carente aqui do Sul/sudeste trabalhar para o próximo. E, nas férias, irái para os Médicos Sem Fronteiras. Sinto um enorme orgulho dos meus filhos.
    Desculpe-me se lhe ofendi. Nâo foi esta a intenção.
    Só pensei na frase do Rene Simões quandou houve o caso Neymar. Ressalto, quando falo "estamos criando" é porque estas atitudes discriminatórias estão acontecendo na sociedade em que nós vivemos.
    Mais uma vez desculpe.

    Jairo_Beraldo

    20/11/2010 - 11h51

    Sinto muito desapontá-lo, João. Essa "fábrica" de monstros, não é exclusividade da elite!

Antonio Lopes

20/11/2010 - 00h20

A PUC já era mesmo ! Afundou junto com a igreja católica……

Responder

    Jairo_Beraldo

    20/11/2010 - 11h54

    A religião matou os anjos. Hoje são os demônios que falam em nome de Deus.

easonnascimento

20/11/2010 - 00h14

O todo poderoso Ali Kamel, o cara que decide o que muita gente deve saber e o que não deve tomar conhecimento, pela telinha da Globo, afirma que no Brasil não tem racismo. Só sendo da Globo mesmo. Não devemos deixar passar. Racismo é crime e deve ser denunciado. Polícia e processo criminal pra cima desta estudante e de quem se associa a ela nestas idéias e ações preconceituosas.
http://easonfn.wordpress.com

Responder

Cris

20/11/2010 - 00h10

Me revolto com qq tipo de preconceito, fico imaginando o coração e a auto estima dessa mulher, com certeza em pedaços…não há processo, indenização que apague todas essas palavras ofensivas lançadas por essa IMBECIL !!!!!

Responder

Edson Gomes

20/11/2010 - 00h04

Além de preconceituoso(a), essa pessoa que exala o bodum do preconceito – estudante de Direito (?) – escreve e "assina" sua "declaração ariana de superioridade". Quem fala o que quer, ouve o que não quer. Quem escreve e registra o que quer, fica comprometido – positiva ou negativamente – inclusive ante a legislação penal, como é o caso. Punição nele (a)!!!

Responder

Vitor Eduardo

20/11/2010 - 00h01

Só tenho uma palavra, triste. Muito triste mesmo, cada dia que passa eu alimento a certeza de que alguns seres humanos deveriam aprender a serem humanos antes de sair pela porta de casa.

Responder

JOACIL CAMBUIM

19/11/2010 - 23h59

Espero que essa infeliz nunca ingresse no Ministério Público. Aliás, nunca deveria exercer qualquer atividade na área jurídica, já que demonstra não ter qualquer formação moral. Que horror de pessoa! Que vergonha devem sertir os pais de tão resprezível criatura! O mínimo que a faculdade deve fazer, se for uma instituição minimamente séria, é expulsar essa idiota.

Responder

Flávia

19/11/2010 - 23h59

Tanto o alunos egresso do PROUNI, como de Cotas nas Universidades Federais, mesmo depois de passar no vestibular , coisa muito difícil, tem que passar por todo o tipo de pressão para ser (talvez) aceito como um igual entre os demais. Pensando bem, até o nosso atual presidente e a nossa presidente eleita, mesmo com a consagração nas urnas e na popularidade tbm enfrentam todo o tipo de ressalva. Alguma coisa tá fora da ordem!

Responder

Cornélius/Londrina

19/11/2010 - 23h48

Meire Rose Morais, em 1° lugar parabéns pela sua formatura próxima.
Em 2º lugar enfrente a situação de cabeça erguida e olhe com firmeza para essa formanda que não cresceu e não aprendeu nada aí na Pontifícia Universidade Católica.
Em 3º lugar, esqueça dessa moça sem sonhos e corra atrás dos seus…OAB, pós-graduação, mestrado, doutorado.
Boa sorte!

Responder

Alana

19/11/2010 - 23h47

Alguém me empreste o óculos.
Não achei a frase racista no e-mail.

Buylling, evidentemente.

Responder

    daniel

    20/11/2010 - 00h55

    Este é apenas um dos emails. Acredito que deva ter coisa pior, por causa desta frase: “Ela deixa bem claro o que ela entende das pessoas negras, que é tudo bandido, ladrão.". Devia estar em outro email.

    André LB

    20/11/2010 - 04h44

    Bullying pesadíssimo, principalmente por constante e ainda mais se tiver o endosso de outros colegas. Quanto ao racismo, também não vi necessariamente isso no e-mail. Provavelmente a moça, melhor estudante (último ano) que a Mayara Petruso, não inseriu nada inequivocamente racista nas mensagens para não produzir provas, deixando isso para ataques verbais, pelo que entendi da notícia.

    dukrai

    20/11/2010 - 08h49

    "Alana", vc não precisa de óculos, só de neurônios. vc mesma está tão impregnada de preconceitos, que fica "natural" e vira buylling.

    Cícero

    21/11/2010 - 15h37

    Parabéns. Falou pouco, mas disse tudo.

    parte1

    20/11/2010 - 11h16

    Alana, creio que você precisa rever seus conceitos acerca do termo "civilidade". Está claro que você também não teve uma formação ética e moral das melhores.

    Saudações e sinceros votos de melhor raciocínio sobre os fatos do mundo que a cerca.

    priscila presotto

    20/11/2010 - 14h04

    Sabe o que é Alan?
    As pessoas acham melhor ficarem na superfície.
    O e-mail é criminoso!

    Rafael, BHte

    20/11/2010 - 17h55

    óbvio q é racista, é uma clara referencia ao fato dela não ter o tal do 'cabelo bom' , como dizem! Vc pode imaginar se fariam isso se ela fosse um clone da Xuxa ou da Angélica,por exemplo, será q perderiam tempo fazendo citações sobre o cabelo dela?! Óbvio q não, óbvio q é mais q bullying! Acho normal q brancos achem isso normal, só quem sofre na pele é q sabe (e olha q eu estou longe de ser negro mas tenho olhos e faço bom uso deles!)

Fabio_Passos

19/11/2010 - 23h41

O que será que incomoda tanto esta colega da Meire?
Aliás, não tem nome esta colega da Meire?

"O crescimento da renda dos negros" http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-cresci

"
A massa de renda da população negra brasileira atingiu, este ano, R$ 544 bilhões, segundo pesquisa do Data Popular. Desde 2007, a renda média per capita do negro cresceu 38% – o dobro da renda média do branco, que teve alta de 19% no mesmo período.

Segundo Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisa, o crescimento é resultado do aumento da renda da população da base da pirâmide de renda do país.

(…)

Apesar do crescimento da renda da população negra, a disparidade no país segue grande. Na classe A, apenas 17,6% são negros. Na classe C, essa fatia corresponde a 39, 3%, enquanto na E os negros compõem 70,7% do total.
"

O fim do Apartheid Social está deixando a "elite" afrikaaner com os nervos a flor da pele.
Na falta de Pieter Botha… eles que vão chorar no ombro do jose serra!

Responder

    Orlando

    20/11/2010 - 09h01

    Fabio_Passos

    Comemorar o que?

    Não tinhamos televisão, não tinhamos, geladeira, máquina de lavar ou telefone ou computador – agora temos. Grande coisa! Grosso modo, no Brasil, a população não negra sempre teve esses bens de consumo básicos. Não são luxo. Se mantidas as condições estáveis da economia, talvez, em 50 anos estejamos chegando perto da igualdade. É muito pouco para quem [negros] não tinha quase nada.

    Da classe A [R$ 14.000,00], que já é diminuta, os negros são – apenas – 17%. No entanto, na elite desse país, ou seja, os que não têm salário mas, dobretudo, polpuda renda – isso aos milhões de reais, aí, nessa faixa da população, os negros são praticamente inexistentes. Logo esse suposto crescimento da renda dos negros no Brasil, é piada de péssimo gosto.

    Fabio_Passos

    20/11/2010 - 13h25

    Não são luxo nenhum, Orlando. Mas são importantes para aqueles que antes não tinham acesso a estes bens.
    De qualquer forma, se a desigualdade de renda ainda hoje é abissal… imagine a desigualdade de patrimônio acumulado? Será que existem dados mensurados a respeito? Penso que a reação furibunda dos racistas será ainda mais explícita caso finalmente ocorram ações concretas para distribuir patrimônio acumulado (roubado!) pela "elite" branca e rica durante séculos de exploração. Por ex: Limite a propriedade da terra. Imposto pesado sobre herança.

    Tomara que este avanço na distribuição da renda seja mesmo apenas a espoleta de um processo de transformação muito mais rápido.
    Não há sombra de dúvida: A melanina ainda é uma pré condição para definir quem pode e quem não pode ter acesso a riqueza produzida e acumulada no Brasil.

Davi Lemos

19/11/2010 - 23h36

Todo esse preconceito tem a ver com uma coisa: MEDO. Antes, não havia concorrencia, era mais facil. Agora não, agora esses tipos mediocres, ex-privilegiados, disputam vaga DE VERDADE. Ficou mais dificil, é sinal de que estão acabando os privilegios, as cartas marcadas já não estão mais marcadas. Vão ter que aceitar. Não vai mais parar. Aceitem (claro, teremos problemas junto ao nosso terrivel judiciario, mas quem disse que a luta seria facil?).

Responder

Elizete

19/11/2010 - 23h34

Essa moça que escreveu essas ofensas será uma advogada jumenta, pois será que não advinhou que vai levar um belo de um processo. Aliás deveria ser presa.

Responder

    Baixada Carioca

    20/11/2010 - 18h53

    E vai tentar ser promotora para tentar acabar com os futuros Enens do Brasil.

Baixada Carioca

19/11/2010 - 23h31

Ih, gente! Ó. Numa boa. Não tem nada crescendo. Esse preconceito contra branco pobre e negro, sendo pobre ou classe média, é grande há muito tempo. As manifestações estão nas mídias agora, mas antes estavam aí todos os dias. Eu, 47, branco e bolsista do ProUni na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, já fui vítima de preconceito; sofri buylling e já fui por algumas vezes excluídos de atividades de grupo por ser o que sou.
O que deve nos espantar é a complacência da JUSTIÇA e midiática com esses grupos racistas preconceituosos.

Responder

    Adolfo Neto

    20/11/2010 - 15h40

    Eh verdade. Tem varios tipos de preconceito. Inclusive contra a idade.

Gerson Carneiro

19/11/2010 - 23h30

[youtube avqmsE38Kpo http://www.youtube.com/watch?v=avqmsE38Kpo youtube]

Responder

Elizete

19/11/2010 - 23h29

Gostaria de dizer para essa estudante que não dê poderes para essas pessoas preconceituosas desmotiva-las, ao contrário pegue todas as prdras que lhe foram atiradas coloque-as no chão, pois servirão para o seu caminhar, caminhar vai levá-la ao caminho da igualddade, pois a educação tem esse poder de nos tornar iguais.

Responder

Luana

19/11/2010 - 23h25

Gente, que horror! Vou te contar, viu? Tem uns e outros em SP que estão realmente revelando a cara.

Azenha, abaixo um debate interessante sobre a Consciência Negra.

http://www.irdeb.ba.gov.br/tve/catalogo/media/vie

Responder

Fabio_Passos

19/11/2010 - 23h19

Olha só como é nossa "elite"…

Além de não ser branca e rica, tem um problema no pé, se atreve a discutir política e ainda tem a pachorra de frequentar uma universidade? Onde já se viu?
Imperdoável!

Frank Zappa mandando muito bem.
Saca só…

"
There will come a time when every evil that we know will be an evil… that we can rise above

Who cares if hair is long or short or sprayed or partly grayed…
We know that hair ain't where it's at

(…)

Who cares if you're so poor you can't afford
To buy a pair of mod a go-go stretch-elastic pants…

There will come a time when you can even
Take your clothes off when you dance
"

[youtube 3gtcouz1dDo http://www.youtube.com/watch?v=3gtcouz1dDo youtube]

Responder

Mariana Andrade

19/11/2010 - 23h12

Onde está o ator pornô da globo pra dizer que no Brasil não existe racismo???!!!

Responder

andre i souza

19/11/2010 - 23h06

Mal sabe essa racista infeliz que há volta. Nada garante que ela continuará bonita(?).

Sei que não devia, mas esses acontecimentos estão me provocando ódio.

Não dá nem pra continuar. Deus tenha pena dessa racista infeliz., e de mim por este ódio.

Responder

Jairo_Beraldo

19/11/2010 - 23h04

Como eu, é mais discriminada pela idade, que pela cor, credo ou raça. Essa juventude está moldando um mundo tão ruim para eles…que recebam os creditos que depositam hoje em bonus da mesma especie.

Responder

Márcio

19/11/2010 - 23h01

Mayara Petruso
Gayse Arruda
Rodeio de Gordas
Ataques com lâmpadas fluorescente em gays
Xenofobia
Reporter de SC com ódio de pobre.
E essa agora, eu hein.

Responder

    Peterson

    20/11/2010 - 16h32

    Na boa cara em relação a Geyse Arruda acho que foi uma falta d noção dela e ir trajando roupas daquele tipo para uma faculdade, uma vez que não condizem com o local, é o mesmo que ir vestido de roupas de carnaval em um enterro entretanto o resto das suas citações concordo com voçê.

    Guilherme

    20/11/2010 - 21h12

    Cala a boca!

Armando do Prado

19/11/2010 - 22h55

Espero que a estudante em questão tenha feito BO preventivo, afinal estuda direito. É preciso sim um basta a esse crescente nazismo idiota e deslocado no tempo.

Responder

    parte1

    20/11/2010 - 12h42

    "Você é idiota, ou se faz de, para comer milho?? "
    O comentário acima é do Armando Prado que, num repente de racionalidade, postou o comentário que permito-me comentar agora, depois da agressão garatuita a que fui submetido.
    Lamentável meu caro. Faça-se de racional e civilizado sempre, é melhor assim. O comentário que ousou postar sobre o meu comentário revela uma pessoa menor do que até mesmo você consegue ser.

    P.S.
    Lobato e todos os escritores racistas e intolerantes são sim meu alvo predileto. Assim como racistas e intolerantes enrustidos. Isto te incomoda. Sou capaz de incomodá-lo muito mais. Os "mornos", na acepção biblica, também são o meu alvo.

    Saudações de um democrata radical.

Fabio_Passos

19/11/2010 - 22h52

Uma coisa é certa.
Esta colega da Meire… é horrenda.

… já nos mostrava Frank Zappa & The Mothers of Invetion:

"
What's the ugliest
Part of your body?
Some say your nose
Some say your toes
But I think it's
YOUR MIND
"
[youtube qXCvZ0cWM-w http://www.youtube.com/watch?v=qXCvZ0cWM-w youtube]

Responder

PEDRO HOLANDA

19/11/2010 - 22h50

Só tem um jeito. Eu já me decidi. Quem não aceitar as diferenças, tá fora!!! Não me relaciono. Minoria ou maioria, não importa, Não se trata de tolerancia, trata-se de aceitação.

Responder

    andre i souza

    20/11/2010 - 10h34

    Concordo, Pedro. E também há algo que está muito em desuso hoje: O respeito.

    O pior, que se não tomamos cuidado, essa gente nos tira do sério e vão-se a tolerância, a aceitação e o respeito. E fica o desprezo e o mais terrível: o ódio. Como eu disse acima, esses preconceituosos só fazem florescer (pelo menos em mim, que sou fraco) o ódio, um equívoco.

    Será que esses racistas encarcerados na pequeneza de suas mentes não se colocam numa situação de exóticos num desses países onde estrangeiros (principalmente os latino-americanos), estudantes ou não; brancos ou não; ricos ou não, não têm valor algum e que, provavelmente, receberão emails como o acabamos de ler e que nos deu um intenso desprazer?

    Esses acontecimentos me fazem perder a esperança na humanidade. Outro equívoco?

    Antigamente, "tudo bem", a ignorância por falta de conhecimento científico e a desinformação eram o cerne das trevas, e sobrava às religiões (sempre capengas e corruptíveis) a tarefa de trazer luz às mentes. Mas hoje, qualquer adolescente com o mínimo de escolaridade sabe que as diferenças são externas e irrelevantes. E alguém com um pouco mais de instrução, como a universitária racista, aí, sabe que muitas vezes um parente não pode nos doar um órgão qualquer, no entanto, pode-se achar pessoas compatíveis em qualquer lugar do globo. Fico imaginando esses racistas abjetos num leito de hospital entre a vida e a morte precisando desesperadamente de um transplante para seguirem com as suas existências mesquinhas, será que irão exigir que se selecione entre os prováveis doadores somente aqueles que lhes parecerem equivalentes em classe social e raça? Não, tenho certeza que não.

    Perdoe-me pelo longo desabafo.

    Um abraço.

    parte1

    20/11/2010 - 11h24

    Permita-me Pedro, "…trata-se de aceitação" e civilidade conformada ao século 21!

    Abraços e parabéns pelo modo correto de encarar os "sobreviventes" do fim do século 19.

Elton

19/11/2010 - 22h47

E isso não é nada perto dos crimes de racismo nunca denunciados, deve ter muito mais para aparecer, precisamos ENCORAJAR as pessoas a fazê-lo e PRESSIONAR pelo fim da impunidade!!!!

Responder

Cristiana Castro

19/11/2010 - 22h45

São os futuros juízes, promotores, procuradores… O tipo preferido da OAB, é para esses tipos que a Ordem patrocina a reserva de mercado. Lamentável.

Responder

Silvio

19/11/2010 - 22h45

Azenha:
PUC=Pontifícia Universidade Católica. Não necessita disser mais nada. Geralmente os alunos, de essa Universidade, vêm de famílias católicas. Esses estudantes freqüentarão colégios católicos. E nos colégios católicos, onde e primordial o dinheiro, aprendem a ser racistas, e contra todo pobre. O digo, com conhecimento de causa.

Responder

    Adolfo Neto

    20/11/2010 - 15h38

    Discordo. Os alunos das PUCs são de todas as religiões. São majoritariamente católicos porque a maioria da população brasileira é católica. Só isso.

    Andre

    20/11/2010 - 19h21

    Concordo Plenamente com o Adolfo,

    Isso nao existe dentro da PUC.
    Sou Filho da PUC-RJ com Orgulho,
    e ja estudei por um ano na PUC-SP.

    Voce andando pelo patio, ve muitoo Judeu, Ateu, Catolico, …., Tudo.

    Na hora de se matricular, nao se pergunta se voce e Catolico ou nao,
    basta apenas ter passado no Vestibular e ter o Dinheiro para pagar a mensalidade.

    Alias, levando em conta o cheiro de machonha que temos dentro do campi,
    aliados as festas maravilhosas que fazemos, onde o Alcool e o LSD sao os Reis,
    confirmado pela Pluralidade Cultura, politica e Religiosa da Universidade,
    vemos que a PUC so e catolica, na hora de receber os nossos cheques.

ANDRÉ

19/11/2010 - 22h43

Sem comentários…………..

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Daniel

19/11/2010 - 22h40

Safernet e MP já!

Responder

Henri

19/11/2010 - 22h38

A juventude de São Paulo está perdida. Só isso.

Responder

Mary Wilza da Silva

19/11/2010 - 22h35

Que coisa mais feia,onde ja se viu ,uma pessoa que se acha inteligente e superior dizer tanta asneira,isso é coisa de criança,cresça pessoinha,isso não existe,nem de criança é pois a criança é inocente acho que coisa de gente burra mesmo,,que sofre na vida por não existir no mundo e não sabe como chamar a atenção,será que achou engraçado escrever isso e mostrar aos amigos??que será que pensam de vc agora heim??Não reconhece um ser humano ?Só posso te dizer uma coisa cresça e apareça…será que vai entender isso?Isso não se acha nas vitines não viu?

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Paulo

19/11/2010 - 22h35

E se isso vira Juíza, promotora …

Responder

    Baixada Carioca

    19/11/2010 - 23h33

    Vai caçar os futuros tiriricas e cancelar os futuros Enens.

    Norberto

    20/11/2010 - 08h33

    vai fazer um bem então, enem é a palhaçada da década

    Fabio_Passos

    19/11/2010 - 23h33

    Aí vai procurar prejudicar o ENEM de qualquer maneira.

    Ou vai assistir palestras da katia abreu montada numa propininha paga pelo CNA.

    Ou vai tentar cassar um candidato "analfabeto" como o Tiririca por ousar se eleger.

    Ou ainda vai mandar soltar covardes que agridem pessoas que julgam ser gays.

    E se for realmente bem sucedida… vai ter a honra de soltar um mafioso do nível de gilmar dantas.

    Leonardo Câmara

    20/11/2010 - 00h25

    Vai querer cancelar o ENEM, o PROUNI, o bolsa-família… alegando que é tudo inconstitucional. É bom que eles ponham a cara de fora, assim é mais fácil de pegá-los. Lei neles!

    MirabeauBLeal

    20/11/2010 - 20h04

    .
    Pior!

    PODE VIR A SER PROCURADORA ELEITORAL.
    .

Fátima Sousa

19/11/2010 - 22h31

Que email escroto, essa aluna que ofende a colega de classe deveria se tratar porque esse tanto de ódio no coração já é uma anomalia. Uma pessoa que se sente tão incomodada com a presença de outra a ponto de escrever essas barbariedades, deve ter um necessidade de humilhar o próximo que beira as raias da loucura.

Responder

Nadja

19/11/2010 - 22h28

Sabe Azenha…
Eu ia comentar mas as palavras não vieram pois por enquanto a indignação é maior.
Que retrocesso é esse que estamos vivendo?
Que danado está acontecendo com a nossa juventude?

E por que raios não tem punição exemplar pra esse tipo de comportamento?

Responder

Ed Döer

19/11/2010 - 22h26

Considerando parte do conteúdo do e-mail, acredito que a vítima tenha feito propaganda política (ou algum comentário ligado a campanha) em prol da Dilma na tal lista, o que desagradou a possível eleitora do Serra.

Responder

ma.rosa

19/11/2010 - 22h20

esta estudante nao e so racista nao, ela e psicopata!!! e cruel de mais!! qta. canalhice!! cadeia pra ela e pouco

Responder

Alvaro

19/11/2010 - 22h18

Com certeza, este email enviado à Sra Meire faz parte dos mais "preconceituosos e imorais" já enviados até hoje. Nem de longe poderia evocar um diálogo saudável: percebe-se o ironismo nas palavras da "formanda" (este não é o termo correto? desculpe pelo português fraco, sou parte desta classe C que tanto faz sucesso no mundo cibernético e no mundo real. Apesar que ao pensar sobre minha colocação social, a julgar que TODOS os brasileiros vivem atualmente um "goela=abaixo" com o lixo expelido pelos "barões da mídia", o que dizer de um "infrutífero ser que nada sabe" que não lê ao menos um jornal estrangeiro? ELES estão no mesmo barco. Só que é muito difícil admitir isso. Por isso esta onda de racismo "abundante", frutos de uma campanha suja e sem escrúpulos.)
Já que o MP está tomando as medidas cabíveis (era suposto isso acontecer, para que serve o MP?) para que tais "infrutíferos" sejam de certa formas condenados por seus atos de preconceito e intolerância) o importante é aguardar o julgamento. E ver os "moralistas-sem-moral-pra-falar-de-um-vírus-mortal" serem condenados "de forma justa e imparcial", diga-se de passagem. É esperar prá ver.

Responder

Nathália de Tarso

19/11/2010 - 22h13

Precisamos urgentemente ler sobre coisas boas vindas de SP senão vamos começar a acreditar que aí só tem FDP. Quanto ao racismo, acho bom essa moça parar de chorar e se preparar porque isso é só o começo. Tem aquele discurso hipocrita que o racismo é social e que quando o negro ascende, ele se torna um igual. Mentira: aí é que o bicho pega pois ele passa a ocupar espaços que "não lhe pertecem" e a galera não perdoa. Falo por experiência própria: sou mulher, negra, de família camponesa/operária, nordestina, formada e pós graduada em universidade federal, professora universitária. Fui muito mais longe do que meus avós jamais sonhariam.E quero mais. Esse espaço também é meu.

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    Baixada Carioca

    19/11/2010 - 23h24

    Se não fosse por alguns blogueiros e internautas que sabemos são de São Paulo, poder-se-ia afirmar que sim.

    Cleidoca

    20/11/2010 - 13h18

    Natália, concordo com vc quanto a SP. Sinto-me profundamente envergonhada com essa onda de racismo e xenofobismo paulista, mas tenha certeza de que aqui tb há muita gente inteligente . A lei da física mostra que, para toda força existe outra reativa. Os brasileiríssimos paulistas conscientes já começam se mobilizar para colocar essa corja em seu devido lugar: o esgoto. Brasil: um país de todas as cores, gêneros, credos, idades, regiões! SP só é um pedaço desse país de todos, nem mais, nem menos. Mas o que eu não me conformo é com a demora da justiça em punir exemplarmente esse tipo de gente.

Luiz Fernando

19/11/2010 - 22h00

Estamos assistindo crescer passo a passo o fascismo na classe média brasileira, vamos dar o um basta nisso, chega cercar essas faculdades de milhares de lutadores sociais, é UNE, onde EStá A UNE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Marc

19/11/2010 - 21h54

Meu Deus,

Inacreditável, isto é uma epidemia.

Responder

@vivamandela

19/11/2010 - 21h44

Estou a ponto de vomitar, sentir ódio? Faço esforço p ñ senti-lo, o q nos difere desses monstros é o nosso modo de agir.

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dukrai

19/11/2010 - 21h43

véi, estarrecedor, isto vai dar um longo processo, que tal divulgar o nome da agressora racista?

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Martinha

19/11/2010 - 21h41

O e-mail é, sem dúvida, ofensivo, estúpido e próprio de espíritos fúteis .
Mas, até que laguém me convença do contrário, não vi racismo algum nele.
Aí já é síndrome de perseguição.
Sou mulata, curso 3º ano de faculdade pública e nunca tive nenhum problema com colegas ou professores.
Muito pelo contrário. As colegas que tem que fazer bronzeamento para não ficarem parecendo bichos-de-goiaba morrem de inveja do tom da minha pele.
O fato é que tem muita gente que se aproveita da situação e leva tudo pro lado do racismo. É uma defesa contra o bullying.

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Oas

19/11/2010 - 21h41

Deve ser da familia da mayara petruso

Responder

Maria

19/11/2010 - 21h41

Lamentável. A "patricinha" poderá ser acusada de assédio moral além do racismo? Que saudades do tempo em que os relacionamentos nas universidades não reproduziam esses shows insanos de Big Brothers. O mundo era bem mais interessante, com todo conflito existente, com debates vivos, assuntos reais que afetavam ou poderiam afetar nossas vidas. .Que cabeça oca essa criaturinha tem!! Pena, muita pena….

Responder

paulo5

19/11/2010 - 21h41

Sempre que nos e apresentada uma situacao como essa, acho importante que tenhamos o nome completo das pessoas ofensivas, se possivel com fotos e endereco, pois, assim saberemos se porventura nao somos vizinhos de tal lixo humano.

Responder

nadja

19/11/2010 - 21h38

Azenha

Li , e não consigo acreditar no que li.
Como essa Sra. conseguiu conviver com isso !!!
Que absurdo.

Responder

jane

19/11/2010 - 21h34

um absurdo ,a revolta é tanta que não da nem para comentar.

Responder

    Jairo_Beraldo

    20/11/2010 - 11h55

    Essa atitude vem comprovar mais uma vez que o cristianismo seqüestrou Jesus.

Aline C Pavia

19/11/2010 - 21h31

Outra Mayara Petruso. Estamos voltando aos neandertais.

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Maria de Souza rocha

19/11/2010 - 21h31

A cada dia eu me convenço mais de que as pessoas Todas deviam se tornar PETISTAS para saber e sentir a sensação de como é bom ser FELIZ!!!!!!!!!!!!!!! Maria Rocha, baiana, 55 anos.

Responder

Vili Beck

19/11/2010 - 21h30

Que nojo, que asco! Nem um ser vivo, nem mesmo uma bactéria patológica me causa tanto nojo e desprezo como gente do tipo dessa "fulaninha"fútil. A elite tá descendo do salto e mostrando o que realmente tinha por baixo dos seus perfuminhos e maquiagens importados e caros, o que pra maioria de nós não é novidade alguma. Espero que ela e todos que como ela tenham atitudes semelhantes recebam punições exemplares! Não podemos tolerar mais discriminação de qualquer tipo. Meire, parabéns pela atitude, vale a pena sempre buscarmos por justiça! Vai ser denunciando caso a caso que vamos colocar essas pessoas no seu devido lugar!

Responder

jose

19/11/2010 - 21h30

Que horror! Cadê Ministério Público?

Responder

    Baixada Carioca

    19/11/2010 - 23h32

    Tá tentando com que o tiririca faça uma segunda prova.

Marcio

19/11/2010 - 21h26

Que se aplique a legislação penal contra a "colega" da Meire! Está na hora do Brasil cumprir leis, de enfrentar casos grotescos de racismo explicíto como este. Chega de passar as mãos nas cabeças dessa juventude quase perdida, de dar aval a meliantes do ódio.

Responder

Maxwell B. Medeiros

19/11/2010 - 21h11

Vc nem pra prostituta serve pq é muito feia’ “ – Quem escreveu isso, não serve para atuar na área de direito.

Responder

Rossini

19/11/2010 - 21h07

Tamos muito mal. Um dia é uma estudante de direito que defende o afogamento de nordestinos, no outro uma chama uma colega de classe de prostituta e muito mais. Que espécie de advogados vamos ter assim?

Responder

Fabio H. Amaral

19/11/2010 - 20h58

Esse tipo de pessoa dá nojo!

Responder

parte1

19/11/2010 - 20h55

A agressora, não temo em dizer, é certamente uma aguerrida leitora e defensora da sub-literatura lobatiana. Será que agora os enfáticos defensores do eugenista Monteiro vão entender o alcance das "inocentes" historinhas do autor paulista? Duvido!

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    Armando do Prado

    19/11/2010 - 22h57

    Você é idiota, ou se faz de, para comer milho??

    parte1

    20/11/2010 - 11h31

    Bem… para mostrar-se como de fato se é, nada melhor que as palavras e, sobretudo o tom que se usa. Um pouco de imersão nos novos tempos que se vive no mundo -não digo nem no país- lhe farão bem. No mínimo lhe mostrará que bons modos e um pouco de erudição -não me entenda como pretencioso- lhe farão bem. Você também me parece um legítimo resultado da má literatura lobatiana, exalas intolerância meu filho. Vê se cresce!

    Leider_Lincoln

    20/11/2010 - 06h45

    É idiota, prezado Armando do Prado. Daquelas pessoas que ainda teimam em acreditarem qualquer porcaria que a mídia vomita. Sobre a VERDADE do caso Lobato, sugiro dar uma lida nos textos do Professor Doutor Idelber Avelar: http://www.idelberavelar.com/ .

    Sônia Maria

    20/11/2010 - 08h03

    Olha essa aí não é leitora de Monteiro Lobato. Com certeza não deve ler nem os livros que precisaria para o curso. Se lesse teria o entendimento que isso é crime. Li muito Monteiro Lobato, o problema não é esse!!! Ela deve ser mais para leitora de Veja, Folha etc e ainda assistir ao Jornal Nacional. Nesses lugares há muito mais discriminação velada ou explícita e ainda, o que é pior, não é ficção. A ideologia dominante nos livros didáticos é bem pior do que a ficção de Monteiro Lobato. Os que estão em contato com o despeja a grande mídia são bem, mais numerosos do que os que lêem. Aliás, leitura hoje em dia é raro. Sou professora e sei o que estou falando.

Carlos Noel Mazia

19/11/2010 - 20h51

Acredito que já demorou demais para colocar esta dita cuja no xilindró por crime de racismo.

Responder

turmadazica

19/11/2010 - 20h49

Sanfran, mack e puc só dá Mussolinizitos… Da GV nuca conheci um, com a graça de jebuis!

Responder

Murillo Leal

19/11/2010 - 20h42

Preconceito não, é mais grave… è buylling!
Não é de hoje que há preconceito nas universidades.
A Idade avançada para o padrão dos estudantes comuns das universidades, negra, que nao se veste com sapatos de grife?isso é um alvo perfeito de preconceito.
Infelizmente ,é peixe fora d'agua,os tubarões "Mauricinhos" se alimentam disso diariamente. LAMENTAVEL!

Espero que a reitoria esteja ciente que nao se pode coloca rum advogado deste nas ruas.

Responder

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