VIOMUNDO

Dos beneficiários do Bolsa Família, 40% já deixaram o programa

17 de outubro de 2011 às 10h56

Desistência do Bolsa Família por iniciativa própria chega a 40%

por Luciano Máximo,  do Valor, via blog do Nassif

Desde a criação do Bolsa Família, no fim de 2003, até setembro deste ano, 5,856 milhões de famílias deixaram de receber as transferências de renda do governo federal.

Os motivos para a saída do programa são os mais variados, mas cerca de 40% dos ex-beneficiários fazem parte de núcleos familiares que aumentaram sua renda per capita e não se enquadram mais na atual faixa de pagamento do benefício, destinado a grupos com renda mensal de até R$ 70 por pessoa ou rendimento individual mensal na faixa que vai de R$ 70 a R$ 140.

Outras dezenas de razões justificam o cancelamento da transferência no período, como por exemplo o não cumprimento de condicionalidades na área de educação e saúde (117 mil famílias), revisão cadastral não concluída (613,1 mil famílias) e até mesmo decisão judicial (20 mil famílias).

Nas contas do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o estoque de famílias que tiveram as transferências canceladas por aumento de renda per capita é de 2,227 milhões nos últimos oito anos. Esse universo é composto principalmente por pessoas dentro do grupo que foram beneficiadas pela atual política de valorização do salário mínimo. Ao conseguir um trabalho formal elas podem ser identificadas pelos gestores municipais ou a partir da base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. Além disso, também se destacam pequenos empreendedores que montaram negócios e quem foi alcançado pela aposentadoria rural ou pelo Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), que pagam um salário mínimo para ex-trabalhadores rurais, idosos e deficientes.

Tiago Falcão, secretário nacional de renda de cidadania do MDS, explica que as saídas não podem ser atribuídas somente aos benefícios pagos pelo Bolsa Família, que hoje variam de R$ 32 a R$ 306, dependendo do número de filhos, mas sustenta que o programa contribui para aumentar a renda. “Além disso, o Bolsa e outros programas de transferência de renda [previdência rural e BPC] chegaram definitivamente aos mais pobres, permitindo principalmente o aumento da renda do trabalho de forma combinada. Por isso tivemos efeitos interessantes na saída da pobreza”, comenta Falcão.

Ele ressalta que os dados de saída do Bolsa Família precisam ser vistos com cautela por se tratarem de um estoque. “Há sempre famílias entrando e saindo. E quem saiu pode ter retornado. E mesmo aqueles que alcançam o mercado formal de trabalho permanecem muito pouco tempo nessa situação, e para os grupos mais vulneráveis a rotatividade no emprego é ainda maior”, acrescenta Falcão.

A especialista no estudo da pobreza Lena Lavinas, professora do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lembra que os cancelamentos do Bolsa Família justificados pelo aumento da renda per capita dos beneficiários não tiveram impacto global na folha de pagamento e no número de famílias assistidas, que há três anos varia entre 12,3 milhões e 12,8 milhões.

“Dados do Censo indicaram que o país tem mais de 16 milhões abaixo da linha de indigência [renda per capita mensal de R$ 1 a R$ 70], o que revela que a cobertura do Bolsa Família está aquém da demanda. Esse grupo está sempre entrando e provavelmente quem saiu não deveria ter saído por causa do alto grau de vulnerabilidade. O importante é que o governo federal reconheceu que o número de indigentes é maior do que se pensava e nem todos recebem o benefício”, diz Lena.

Para gestores municipais do Bolsa Família, o programa precisa ter políticas complementares mais eficientes em larga escala para garantir melhorias na qualidade de vida dos beneficiários e uma eventual inserção produtiva, como política de emprego, cursos de qualificação, ações de transferência de renda complementar. “Essas ações estão integradas entre União, Estados e municípios, mas essa integração aqui em São Paulo, onde temos uma grande estrutura e capacidade de gestão, é completamente diferente da de uma cidade do interior do Nordeste. Além disso, elas precisam ter um acompanhamento mais próximo, que é o que deve ocorrer com o Brasil sem Miséria”, opina Luis Fernando Francisquini, coordenador de gestão e benefícios da Secretaria Municipal de Assistência Social de São Paulo.

Leia também:

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Investigação VIOMUNDO

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Em defesa do Bolsa Família - Eu Que Acho!

10/07/2013 - 08h00

[…] Cerca de 10 milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família de 2003 a 2011: http://www.istoe.com.br/assuntos/edit… http://www.viomundo.com.br/voce-escre… […]

Responder

jose ignacio

03/03/2013 - 12h32

uma única duvida tenho sobre este assunto:
destes 40% que saíram, quantos estarão chateados por terem perdido essa boquinha?
gostaria de ver uma pesquisa que entrevistasse os excluídos do programa para saber a realidade dos fatos.. o que fazia antes do programa, o que fez durante o programa e o que faz depois do programa…

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Dos beneficiários do Bolsa Família, 40% já deixaram o programa | Inclusive

11/12/2011 - 22h52

[…] por Luciano Máximo,  do Valor, via blog do Nassif via Viomundo […]

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Francisco

17/10/2011 - 20h36

Por qual razão saiu do programa bolsa Familia? Não importa. Saiu.

O êxito do brasileiro precisa ser comemorado. Parece que cada brasileiro que se supera tem que passar por uma CPI, acareação e pau-de-arara. "Como pode esse povo mestiço ser honesto? Como pode se superar? Como pode ganhar dinheiro honestamente?" Comemoramos medalhas no esporte, títulos em Copas.

Adoro comemorar o povo brasileiro. Eu me adoro, adoro minha mãe, adoro meus irmãos e tenho capacidade de adorar até voc~e que não me conhece, nem eu conheço.

Mais Darcy e menos Weber!!!

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    zé botox

    26/03/2014 - 11h10

    Como o motivo não importa? Mais de 730 mil famílias saíram por causa de inépcia e decisões judiciais!! Ou seja mal administração do programa. Sejam coerentes

Ricardo JC

17/10/2011 - 20h26

O problema aqui é que os rentistas não querem competição. Querem o dinheiro do contribuinte só para eles, via uma política de juros suicida (é só ver a gritaria histérica da mídia comprada quando o Copom abaixa a Selic…). No mais, se temos, de fato, famílias deixando o Bolsa Família por causa do aumento da renda (eu não esperaria que isso ocorresse em pouco tempo, visto que a qualificação para o trabalho dos beneficiários é, em geral, muito baixa, e isto leva tempo para consertar), já é uma boa notícia. Que o número de atendidos permaneça constante, também é uma boa notícia, pois prova a boa vontade do governo em atender aos que precisam. Temos ainda 16 milhões de miseráveis no país e o Bolsa Família é, sem dúvida, a principal ferramenta para contornar este problema, de imediato. Aposto que quem reclama do Bolsa Família tira o seu quinhão todo ano no IR com desconto do plano de saúde, da escola particular dos filhos…isto quando não sonegam o imposto!!!

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Almir

17/10/2011 - 20h08

O Bolsa-Família estimula a vadiagem? Nem tanto, se considerarmos que mais da metade dos beneficiários são menores de 18 anos. O dinheiro ´gasto com cachaça? Não é o que nostra a realidade, in loco.Exemplo: um turista dinamarquês (quem nem sabe do que se trata o BF) dava um giro pelo interior do Nordeste, passando pela cidade de Princesa Isabel (PB), achou interessante um grande aglomerado de pessoas (bolsistas, quase todas mulheres) num mercadinho fazendo compras, e tirou uma foto. Se fosse um bar lotado. ele também teria feito a foto. Vejam: http://www.brasilfotos.de/album/displayimage.php?…

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EUNAOSABIA

17/10/2011 - 19h56

"" Ceiça Araújo · 8 horas atrás
Pois é… E falam que a bolsa família fomenta a vadiagem."""

Rapaz vai te informar velho, quem falava isso era o Lula, acha que alguém aqui não conhece os fatos???

Vocês não enganam é ninguém…

Quem dizia que esse programas incentivavam a vadiagem era o The Doctor… ou eu tô ficando doido rapaz?

Lembra daquela papo de que… ""Pois é Ciro Gomes, agora que todo mundo recebe essa miséria do governo, a gente não vê mais ninguém querendo plantar mandioca""""…

Vocês não enganam é ninguém.

Responder

    Lulu

    17/10/2011 - 21h00

    Voce eh um imbecil completo. Tenho pena de voce.

    M. S. Romares

    17/10/2011 - 23h02

    Não, ele ainda não é completo. Faltam algumas partes, mas ele chega lá.

    Polengo

    17/10/2011 - 23h34

    Claro que você não vê ninguém querendo plantar mandioca.
    Não passou na globo nem saiu matéria na veja sobre os plantadores de mandioca, então você não viu.

Conceição Lemes

17/10/2011 - 18h28

Atendendo a pedidos, mudamos o título. Obrigada pela colaboração. Abs

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Marcio H Silva

17/10/2011 - 17h42

Estas elites tinham que se mirar nos pobres e pegar o exemplo. Há seculos sabemos que pobre honra dívida, tem vergonha de ser devedor ( inadimplente ). Há seculos sabemos que pobre é extremamente mais honesto que rico. E os Ricos ficam falando besteira por aí, atacando a honra e costume dos pobres. Principalmente alguns políticos de Brasilia, que não honram o ar que respiram.
Cade o Alvaro Dias, ator de filme classe B, para se pronunciar.
É mais facil um pobre devolver o bolsa família do que o Álvaro Dias abrir mão de sua aposentadoria indigna.

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Klaus

17/10/2011 - 17h20

Como outros notaram, o que o texto diz é que dos que foram excluídos do bolsa-família, 40% o foram por não estar mais nas condições que permitem receber o benefício. Em nenhum momento se diz que estas pessoas pediram espontaneamente para sair do programa. Acho que se tentou dar um viés populista à matéria, fazendo parecer que 40% dos benficiários ao se verem foram dos pre-requisitos de recebimento do benefício solicitaram a exclusão.

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    Conceição Lemes

    17/10/2011 - 17h59

    Klaus, é o título original do Valor. Mas concordo que enviesa, embora não tenha sido a nossa intenção. abs

    Klaus

    17/10/2011 - 18h28

    Entendido. Mas como você bem sabe, a gente não deve engolir acriticamente tudo que vem do PiG, né, nem mesmo o título de uma reportagem. ;)

LUIZ EDUARDO

17/10/2011 - 15h12

Certamente o FHC, o Cerra, o Alvaro Dias, o Nanico ACM, Agripino Maia e outros do mesmo naipe dirão que os 40% moreram de fome, dai a desistência da Bolsa Familia.

Responder

O_Brasileiro

17/10/2011 - 14h09

Pena que os bancos não desistem do bolsa-banqueiro (juros da dívida) na mesma proporção…

P.S.: É bom a população se manifestar contra a corrupção, assim a Globo vai mais rápido para a falência!

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Carlos Nunes

17/10/2011 - 14h06

O título não parece bater com o texto:
– São 40% (do universo) que desistiram do bolsa família ( como diz o titulo), ou
– São 40% ( do total das saídas do programa) que saíram por aumento de renda ( como está no texto).
??

Responder

Supertramp68

17/10/2011 - 13h31

Se esta havendo uma diminuição dos beneficiarios do Bolsa Compra Voto, porque o Brasil tomou emprestimo no Bird para expandir a referida Bolsa? Brasil, um pais de tolos

Responder

    Eduardo

    17/10/2011 - 16h44

    Na Alemanhã o Sozialhilfe também é "compra voto"?
    E nos países que há mais de seis possuem programas de seguridade social, tipo… > Reino Unido em 1948, seguido pela Finlândia em 1956 e Suécia em 1957 ??

    Supertramp68

    18/10/2011 - 14h38

    Tá, mas porque mesmo o governo fez emprestimo para turbinar o Bolsa Esmola (palavras de Lula) se o Brasil da Propaganda registrado em Cartorio pelo Lula, credor do FMI, está tão bem financeiramente?

    Julio Silveira

    17/10/2011 - 17h23

    Oh tramposo, depois de longo e tenebroso inverno voltas a nos divertir né. Voce e seus amigos, Robo(eunemsei), João Bastos,( o americanofilico John) e a ninfeta vampira Carmem macho pra xuxu, gostam de fazer rodizio? ou será mais um daqueles problemas trolls de multiplas personalidades?

    Polengo

    17/10/2011 - 23h36

    Brasil, um país de tolos, mas cada vez menos, pois tipos como você estão tendendo a diminuir.

    Iva

    18/10/2011 - 15h47

    Não é correto dizer bolsa compra voto. O Serra disse que iria aumentar o Bolsa Família e mesmo assim perdeu.

Eduardo Raio X

17/10/2011 - 13h26

Que boa notícia essa! Agora que vai sobrar mais dinheiro pode muito bem o governo escancarar os cofres para os ricos e milionários começar a investir em seus condomínios de alto luxo, resorts, spars, compra seus carros iates e jatinhos sofisticados, construir marinas e aeroportos exclusivos, cercar seus bairros modernoídes, charmosos e limpinhos e assim deixar de fora os diferenciados, ceder crédito de pai para filho para eles comprarem joias, roupas, obras de artes, mansões, palacetes, ilhas, fazendas e poder jogar nos cassinos de Monte Rey, Atlanta, Las Vegas, Mônaco, Nassau e Macau. O berreiro sempre foi gritante e não foi somente no caso do Bolsa Família do governo Lula em todas as épocas da história do Brasil sempre aconteceu dos favorecidos ir contra algum benefício para os mais carentes e desfavorecidos. Ia acontecer na mentalidade deles que o povo tornaria uma multidão de vagabundos e malandros?!?! A mentalidade vem dos tempos do Brasil colonia e senzala. O que pode acontecer é uma acomodação e não essa situação de criar vagabundos e malandros, que aliás hoje pelo mundo existe manifestações em muitos países mundo afora apontando que os verdadeiros malandros e vagabundos são quem manobra as finanças bancarias e econômicas em bolsas e câmaras do comercio para levar e ganhar vantagens indecentes e imorais com lucros nas roletas do vale tudo das especulações sem criar , produção, desenvolvimento, progresso, crescimento pelo trabalho.

Responder

    Polengo

    18/10/2011 - 02h20

    Os verdadeiros malandros e vagabundos, muitas vezes, ficam postando textos raivosos, sem conteúdo e sem argumentos, pois se roem de inveja e sentem falta da boquinha que já tiveram.

Klaus

17/10/2011 - 12h37

1. Apesar da chamada dizer POR INICIATIVA PRÓPRIA, o próprio texto faz o alerta que a maioria sai porque são identificados na base da RAIS, pelos gestores municipais ou porque passaram a receber aposentadoria.
2.O título do texto dar a entender que do universo de atendidos pelo bolsa família 40% já saíram. Como o próprio texto alerta, uma pessoa que tenha entrado e saído várias vezes terá todas as suas saídas computadas, o que acarreta o número gigantesco de excluídos do bolsa família, apesar de, como o próprio texto diz, ter pouco variado o número de assistidos nos últimos três anos (12,3 a 12,6 famílias).

Responder

Fernando

17/10/2011 - 12h24

Pela manchete do Vi o Mundo pensei que 40% dos beneficiários saíram do programa por terem aumentado de renda.

Mas lendo o texto entendi que, dentre os que saíram do programa, 40% foram porque aumentaram de renda.

Responder

FrancoAtirador

17/10/2011 - 12h23

.
.
"…em São Paulo, onde temos uma grande estrutura e capacidade de gestão…"

Há… O Luciano é o Máximo…
.
.

Responder

El Gordo

17/10/2011 - 12h20

Quedê aquele garçom mencionado por aquele político tucano que abandonou o trabalho de garçom de político tucano para viver de Bolsa-Família?

Responder

    luiz pinheiro

    17/10/2011 - 15h43

    Tucano infiltrado no PMDB de PE, o MaraJarbas Vasconcellos, aquele que acumula aposentadoria do serviço público (onde trabalhou por alguns mseses) com os proventos de senador.

Cássia

17/10/2011 - 12h13

E tem pessoas que ainda criticam o sistema e juram que as famílias assistidas pelo Bolsa Famíliar vão "ter mais filhos" por causa do benefício. Taí a prova contrária…
Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/hora-de-aquecer

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Ceiça Araújo

17/10/2011 - 12h03

Pois é… E falam que a bolsa família fomenta a vadiagem. Que isso sirva de exemplo para os corruptos deste país. E quando digo corruptos, refiro-me a todos que o são: corruptores, "corruptandos" e "corruptados".

Responder

Ceiça Araújo

17/10/2011 - 11h53

Pois é… E falam que a bolsa família fomenta a vadiagem. Que isso sirva de exemplo para os corruptos deste país. E quando digo corruptos, refiro-me a todos que o são: corruptores, "corruptandos" e "corruptados".
Viva o Povo bom e honesto deste país!

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Julio Silveira

17/10/2011 - 11h49

Esses dados só referendam algo que já se sabe a muito tempo cá no Brasil. Nossas elites são piores que as nossas classes menos favorecidas. E que toda aquela pregação acerca de um pretenso bolsa esmola não se sustenta pelo simples fato que os cidadãos, em sua maioria são honrados e se beneficiam desses programas governamentais apenas pelo tempo que se fazem necessários. A imagem canalha com que nossos grupos mais ricos e formadores dominantes de opinião, principalmente midiatica, creditaram a maioria de nosso povo, e que gerou durante bom periodo, até baixa estima em nossa gente, na verdade não passou de simples reflexo de suas personalidades em suas imagens no espelho.

Responder

    GilTeixeira

    17/10/2011 - 13h06

    é que eles julgam os outros pelo que veem no espelho!

    lia vinhas

    17/10/2011 - 13h08

    "…na verdade não passou de um simples reflexo de suas personalidades em suas imagens no espelho." E assim é com todas as suas "denúncias" e acusações sem fundamento, eles acham que todos são corruptos como eles, sonegadores como eles e amealham fortunas de maneira escusa como eles.

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