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Cartas de Minas
Cartas de Minas

“Milagres” de Minas: Escolas estaduais diminuem, despesas crescem

26 de julho de 2011 às 19h15

por Bia Cerqueira*

Os problemas da rede estadual de Minas Gerais vão além dos baixos salários enfrentados pelos profissionais da educação.

Uma breve análise do Censo Escolar revela uma situação pouco discutida, mas preocupante.

Embora a rede estadual seja responsável por 48% das matrículas na educação básica, está em curso uma política de diminuição sistemática do funcionamento das escolas estaduais.

Analisando o período de 2005 a 2011, o Censo Escolar aponta um decréscimo do número de escolas estaduais em atividade de 4%.

Já a rede particular é a que mais expandiu em Minas Gerais com uma taxa de 8% de crescimento no mesmo período.

O interessante é que enquanto a rede estadual diminuiu, o número de pagamentos vinculados à Secretaria de Estado de Educação aumentou.

A rede estadual diminuiu o número de escolas, não houve concurso público, mas analisando o Demonstrativo de Despesa com Pessoal do primeiro trimestre de 2011, constatamos que o número de pagamentos aumentou. Isso significa que o Governo pagou mais pessoas mesmo não aumentando a oferta de vagas na educação básica.

Em janeiro de 2010 o número de pagamentos foi de 361.873. Em janeiro de 2011 o número de pagamentos foi de 414.952. Analisando todo o 1º trimestre o Governo do Estado aumentou em 6,9% o número de pagamentos em 2011 comparando o mesmo período de 2010.

Outro dado interessante é o acréscimo de despesas que não existiam em 2010 e passaram a existir em 2011 como os exemplos abaixo:

Casa Civil e Relações institucionais                    R$607.538,46

Secretaria de Trabalho e Emprego                      R$206.346,03

Escritório de Prioridades Estratégicas                R$158.085,69

Contratos Administrativos na Defesa Social       R$728.842,65

Contratos Administrativos na Seplag                   R$662.785,58

Contratos Administrativos na Saúde                    R$656.013,24

Além de criar novas despesas, o governo mineiro investiu mais em alguns setores como é o caso da Advocacia Geral do Estado. Comparando o mesmo período de 2010 e 2011, a despesa desta pasta aumentou 41,2% e a da Auditoria Geral do Estado 21,5%. O Gabinete Militar do Governo aumentou suas despesas em 15,7% .

A análise destes números indica que o Governo de Minas priorizou pagamentos de profissionais que não trabalham em unidades escolares, criou novas despesas e investiu recursos em setores que não respondem por políticas públicas. Enquanto isso, os profissionais da educação em greve desde o dia 08 de junho recebem vencimentos básicos de R$369,00 para formação em Magistério e R$550,00 para formação em licenciatura plena. Minas cresce mas o bolo continua concentrado, impondo o empobrecimento a uma categoria essencial ao desenvolvimento de uma sociedade, o professor.

Fontes: Censo Escolar, Jornal Minas Gerais, Dieese Subseção.

Bia Cerqueira (Beatriz da Silva Cerqueira) é professora e coordenadora Geral do Sind-UTE MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais)

 

87 Comentários escrever comentário »

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Aida Carla

04/08/2011 - 18h44

Precisamos ter coragem para enfrentar este governo tucano em Minas e espero que a categoria tenha aprendido a ver o traste que é o governador e devendo mostrar nas urnas sua indignação.

Responder

Antônio Jerônimo

04/08/2011 - 10h00

Gostaria de saber onde é que aquela kombi com os professores da família está indo.
Se alguém souber qual é a cidade que tem o professor da família, por favor, me informe.
Acha que é mais uma grande mentira do desgoverno anastazista.
E está usando o dinheiro público de nossos impostos para propaganda enganosa na mídia, no horário nobre.

Responder

dinalva

03/08/2011 - 20h39

A greve é lícita, pois a remuneração do professor de MG faz com que se pratique uma educação medíocre com professores desmotivados,sem perspectiva , pode-se tomar como base qualquer uma das formas de pagamento que dá para sentir-se envergonhada de dizer que se é professora, que cursou uma faculdade, que fez uma pós graduação e que tem que aprovar alunos de qualquer jeito e se der que eles desenvolvam as capacidades para alcançar a meta estabelecida pelo governo sem levar em conta as diversidades dentro da escola.Parabéns ao Sindicato dos professores pela luta.

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Professora

01/08/2011 - 18h08

Vejam o post do blog do Euler Conrado. O contracheque acaba de sair e é a prova de que o governo de Minas NÃO PAGA O PISO! Vale a pena ler.
http://blogdoeulerconrado.blogspot.com/2011/08/ca

Responder

monge scéptico

29/07/2011 - 10h47

Sr. AZENHA. O blog continua excelente. Prossiga!!.
O BRASIL terá jeito? desejo que sim mas, temos que remover esses políticos
da vida nacional……………
monge scéptico de passagem

Responder

tAIGUARA

29/07/2011 - 08h11

Azenha, isso merece destaque em "garrafais". http://www.youtube.com/watch?v=CVOAW6T8A5o
O PERIGO MORA EM MINAS.

Responder

afonsobaiao

28/07/2011 - 20h20

MILAGRES POSSÍVEIS

Vai fazer cinquenta anos que Arthur Penn, no filme “O milagre de Anne Sullivan”, recriou em dimensão estética um drama real: aquele vivido por Helen Keller e Anne Sullivan.
Imagine uma menina muda. Não só muda, mas também surda. E que, como se não bastasse, era cega. Essa era Helen Keller. Anne Sullivan foi a persistente professora que assumiu o desafio de ajudar aquela menina a interagir com o mundo, adquirindo meios de interpretá-lo e modos de expressar-se.
De um ente selvagem e inválido, Helen Keller se transformou, pela mão afetuosa mas firme de sua mestra, num ser humano em plenitude, vindo a ser mais tarde uma escritora, filósofa e conferencista de renome internacional, que sempre militou em favor das pessoas portadoras de deficiências.
A lembrança do milagre de Anne Sullivan me faz pensar nos mestres e mestras que, hoje, em Minas Gerais, enfrentam um outro desafio: o de se fazer ouvir por um governo surdo, cujos ouvidos moucos não percebem suas justas reivindicações, mesmo quando feitas através de manifestações públicas, numa greve que já dura meses; o de fazer com que um governo cego consiga ler e entender a lei federal do piso salarial; o de fazer com que um governo insensível, anestesiado pela frieza burocrática, abrace a causa da educação, condição de todo progresso.
Será que, para vencer esse desafio, os profissionais da educação de Minas precisarão fazer um milagre?
Esse milagre poderia acontecer se o governo de Minas aprendesse com os nossos mestres uma lição: a de que é preciso ter a coragem, a ousadia de seguir um sonho e lutar por ele, superando o imobilismo conservador.
Cumprir a Lei Nacional do Piso é um perigo para as contas do governo?
Vamos abrir nossos ouvidos para a voz de Helen Keller:
“Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada”.

Afonso Guerra-Baião http://blogdosbaiao.zip.net

Responder

Rogério Perdigão

28/07/2011 - 14h59

Não se iludam!
Minas, em verdade, é a Grande Corleone!

Responder

Taiguara

28/07/2011 - 07h55

Toda vez que leio alguma notícia envolvendo o desgoverno de Minas, me vem à mente a fuça do Baladeiro do Baixo Leblon pronunciando a palavra que, para mim, sintetiza o seu caráter e modus operandi: ESCÁRNIO.
O PERIGO MORA EM MINAS E, pior:….dirige bêbado.

Responder

    Gilmar

    28/07/2011 - 09h01

    Força Beatriz , estamos juntos (Andradas-MG) .

    helena

    28/07/2011 - 12h36

    Aécio Winehouse passa bem? Desejamos que em breve ele se junte à sua irmã em adiccão.

    Taiguara

    28/07/2011 - 15h47

    Mais uma tragédia a lamentar, dentre tantas e recentes. O Baladeiro do Baixo Leblon foi encontrado VIVO em seu apartemento, hoje pela manhâ.

Clayton Coelho

27/07/2011 - 21h48

Ah!!! Lembra do déficit “ZERO”, propaganda do Governo Aécio Neves??? A dívida de Minas com a União já ultrapassa os 67 bilhões de reais. Isso se chama transparência e eficiência do CHOQUE DE GESTÃO no serviço público.

Responder

PROFª SIM, DROG Ñ !

27/07/2011 - 16h53

Ainda aguardo a execução do Governo do Estado DE MINAS GERAIS na justiça, cadê o departamento jurídico do Sind-UTE/MG que até hoje não o fez? – NELSOM JOBIM MINISTRO DA DEFESA NACIONAL RESPONDE SOBRE CUMPRIMENTO DE DECISÃO JUDICIAL Parte do texto da entrevista à Folha e ao UOL

Folha/UOL: O senhor gostou da sentença? – " As pessoas institucionalmente comprometidas têm que cumpri-las e pronto! Nelson Jobim: Fernando, eu sou juiz. Eu fui juiz.SENTENÇA NÃO SE DISCUTE, OU CUMPRE OU NÃO SE CUMPRE. QUANDO NÃO SE CUMPRE, SE EXECUTA. integra da entrevista aqui:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/poder_e_politi… –> JURÍDICO DO SIND-UTE/MG E DIRETORES, ACORDEM!

Responder

Eudes H. Travassos

27/07/2011 - 14h49

Este tipo de coisa tem nome e faz tempo, desde o glorioso Paulo Renato, que se foi uma dia destes, e que por tudo que este homem fez pela educação no Brasil Deus lhe pague, quando sucateou as universidades, o país pagou os piores salários da história aos professores em todos os níveis, quem não lembra?, o nome de educação pública no Brasil confundia-se com o de educação em greve, não houve um ano que não tivesse uma greve, era uma lástima, alem disso não construiu uma universidade, uma escola tecnica…nada!
A forma como a dupla tucanospefelê administraram , é incrível, mesmo depois de tantos problemas e fracassos deixou escloa entre eles que ainda seguem a risca o modelito como se ver em neste caso de Minas, um exemplo inconteste de fidelidade ao que tambem é conhecido como modo tucano de governar.

Responder

    JORGE - CARATINGA

    27/07/2011 - 16h26

    Beatriz, sindicato, colegas de trabalho e demais pessoas que ainda preservam em suas almas algum sentimento de justiça. Hoje infelizmente fiquei sabendo que estarei desempregado no segundo semestre. Graças aos avanços desta Lei 100. Sinto-me desamparado, por todos. A Lei é inconstitucional e ninguém faz nada. Por fim o governo inventa um concurso de faz de conta disponibilizando esta miséria de vagas. Isso tudo é muito desmotivador. Sou pai de família e não sei o que farei a partir do mês de Agosto. Do que adiantou tanto lutar? Infelizmente, estou morrendo na praia. Sou formado, gastei o que tinha e o que não tinha para me formar, e agora perco meus dois cargos para um efetivado na Lei 100 que nem habilitação possui. Isso é o fim do mundo. É a prova de que não existem leis que garantam a justiça, nem no Estado nem neste país. Desculpem o desabafo, mas eu precisava me aliviar um pouco. Pois tenho filhos para tratar e a partir de setembro não terei nenhum vencimento para garatir isso. Quem olhará por nós?

    Professora

    27/07/2011 - 21h36

    Número do processo: 1.0024.08.942689-4/002(1)Númeração Única: 9426894-02.2008.8.13.0024
    Processos associados:clique para pesquisar
    Relator:Des.(a) ALEXANDRE VICTOR DE CARVALHO
    Relator do Acórdão:Des.(a) ALEXANDRE VICTOR DE CARVALHO
    Data do Julgamento:23/03/2011
    Data da Publicação:29/04/2011

    INCIDENTE DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTIGO 7º, INCISO V DA LEI COMPLEMENTAR 100/07 DO ESTADO DE MINAS GERAIS. PROFESSOR. FUNÇÃO PÚBLICA. TITULARIZAÇÃO EM CARGO EFETIVO. INCLUSÃO NO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO. AFRONTA AOS ARTIGOS 37, II E 40, §§ 13 E 14 DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. INCONSTITUCIONALIDADE DA NORMA DECLARADA INCIDENTALMENTE. – Ao transformar em titular de cargo efetivo, sem submissão a concurso, servidor ocupante da denominada ""função pública"", o artigo 7º, inciso V, da Lei Complementar nº 100/07 viola frontalmente o artigo 37, II, da Constituição Federal, que estabelece depender a investidura em cargo ou emprego público de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas, apenas, as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. – Noutro vértice, se o dispositivo pretende incluir no regime próprio de previdência do Estado servidor não titular de cargo efetivo, afronta o artigo 40, §§ 13 e 14 da Constituição da República, que vincula os servidores ocupantes, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público, ao Regime Geral de Previdência Social – Rel. Des. Herculano Rodrigues, publicação em 12 de fevereiro de 2010).

    Colega, observe este parecer. Já foi julgado inconstitucional desde 2009 o artigo 7º, inciso V, da Lei Complementar nº 100/07. Pesquise pelo número do processo e encontrará na Net.
    Veja com um advogado, pois este artigo fala da efetivação sem concurso. Enfim, não sei nada de direito, mas creio queo Governo está enganando os efetivados prometendo direitos que eles não possuem.
    Não desanime nem acredite em tudo que o governo publica. Busque seus direitos.

    JORGE - CARATINGA

    28/07/2011 - 15h34

    Obrigado, vou dar uma olhada sim. Será que alguém já conseguiu reverter tal situação? Se alguém souber de mais alguma informação a este respeito, por favor, entre em contato.

    Professora

    28/07/2011 - 23h23

    Não sei se alguém conseguiu reverter, mas vou procurar advogado para me orientar e sugiro que todos os prejudicados façam o mesmo, ainda que pela justiça gratuita. Se esperarmos, neste aspecto, pelo sindicato, nada vai acontecer. Acredito que o sindicato não vai entrar contra a LC 100, pois há muita pressão dos efetivafos.
    Se eu souber de algo, comento aqui.
    Um abraço.

    elma

    28/07/2011 - 07h21

    Jorge isso é um dos maiores problemas que vejo no ambito educacional, pois a lei 100 veio para concretizar o sucateamento da educação. Sou EFETIVA em dois cargos e vi tbem meu lugar ocupado por um amparado pela lei 100. Por 4 anos seguidos pedia minha remoção e não conseguia pois as vagas estavam ocupadas pelo EFETIVADO pela lei 100. Um ano apos conseguir a remoção uma escola da cidade foi municipalizada ( ai foi que começou o sucateamento ) e a escola onde fui lotada ficou com professores efetivos em sala de aula e efetivados dando voltinhas no patio pois estava um em cima do outro . Não sei mais até que ponto pode-se contar com sindicato. Acredito terem eles dois pesos e duas medidas.

governo anastasia: escolas estaduais diminuem, despesas crescem | histórias pra boi acordar

27/07/2011 - 14h41

[…] Vi o Mundo 26 de julho de 2011 às […]

Responder

Augusto

27/07/2011 - 14h19

O dia que esses sindicatos pararem de mostrar o salário básico como remuneração total do professor (quando se sabe que a remuneração total inclui diversas verbas além do salário básico) , quem sabe a socidade e até mesmo os próprios políticos os levem a sério. Por enquanto, sindicatos que usam de fraude para tentar ganhar apoios, vão continuar como sempre foram: irrelevantes e desmoralizados.

Responder

    Euler Conrado

    27/07/2011 - 14h59

    Embora eu não seja dirigente sindical, mas sou educador, não me contive em responder a este infeliz comentário. Vencimento básico não é sinônimo de salário total e ninguém tenta "ganhar apoio" em cima dessa informação. Se você fosse uma pessoa da área (ou quem sabe é até alguém do governo) saberia que o piso salarial é exatamente o sinônimo de vencimento básico, salário inicial. Então quando se cobra a aplicação do piso, que é lei federal, cobra-se de fato o reajuste do VENCIMENTO BÁSICO ao valor determinado pela lei. Quando se mostra qual é o valor deste vencimento básico – que em Minas é R$ 369,00 para o professor com ensino médio – procura-se demonstrar que o governo não está pagando o piso. E que, ao contrário, criou uma outra lei estadual, a do subsídio, somando o básico e as gratificações em parcela única e diz que já paga o piso com este valor total. O próprio STF, ao julgar a ADI 4167, que pedia justamente para que o piso fosse considerado soma total do salário, rejeitou tal ADI considerando a Lei do Piso plenamente constitucional. Logo, o governo de Minas está na ilegalidade sim, e a categoria não precisa que os políticos façam qualquer favor para ela, mas que cumpram a lei, e paguem o piso. Finalmente, quem carece de credibilidade nessa história são os políticos profissionais (a maioria, pelo menos) e seus acólitos.

    El Cid

    27/07/2011 - 18h58

    … bom Augusto, algo a declarar ?

    Antonio

    27/07/2011 - 15h35

    É Augusto ou você trabalha para o Governo de Minas, diretamente para o Anastasia ou é tucano sorrateiro anônimo. Para seu conhecimento, o salário básico do servidor público é para toda vida. Quando ele se aposenta, vai receber o salário básico acrescido dos quinquenios. No entanto, como esse saláro básico é vergonhoso e abaixo do salário mínimo vigente, o aposentado só poderá receber R$ 545,00 de aposentadoria e você vem com essa conversa burra e mole?

    Augusto

    27/07/2011 - 17h28

    Você mente! O salário do professor aposentado também não é composto apenas do salário básico. As únicas verbas salarias que não entram na aposentadoria são o auxílio transporte e o auxílio alimentação, as quais são pagas somente ao pessoal da ativa.

    Paula

    27/07/2011 - 22h42

    Meu Deus! Que falta de informação… Mas eu não recebo este auxílio alimentação. Alguém recebe?

    Elma

    28/07/2011 - 07h28

    Augusto estou na ativa há 30 anos e nunca recebi esses auxilio . Será que alguem recebeu por mim? Agora o que quero é preservar as minhas vantagens pois o salario basico de Minas é vergonhoso. Eu fiz greve, apanhei da policia, ganhei jato de spray de pimenta , fui intimidada pelo pelotão de choque para consegui-los, piada o governo chaga e sem meu consentimento passa a mão em tudo . E olha que essa PORQUEIRA DESSE ANASTACIA é professor e a diferença tá ai eu sou EDUCADORA.

edmil

27/07/2011 - 14h17

azenha estão sensurando os votos do #forateixeira,porque será?

Responder

guilherme

27/07/2011 - 13h36

Não dá pra discutir, já passou da hora deste governo assumir a responsabilidade e pagar o piso de fato. Se mais de 85 mil já regressaram a carreira anterior,dando um não ao subsídio, o que ele está esperando, o ACÓRDAO? Piso e educação pública de qualidade já!

Responder

edmil

27/07/2011 - 12h35

MUITO BOA A REPORTAGEM AZENHA ! mas quando é que voçê vai fazer uma materia dessas aqui no Rio de Janeiro que já se encontram a dois messe de GREVE!

Responder

Luana

27/07/2011 - 12h24

Enquanto isso o Governo de Minas gasta horrores com propaganda em horário nobre, divulgando o tal do Programa Professor da Família. Uma farsa!

Responder

Mauro A. Silva

27/07/2011 - 12h22

[youtube hlNrPn4ErrM http://www.youtube.com/watch?v=hlNrPn4ErrM youtube]

publicado em 21/07/2011 às 20h48:

Estudante é agredido por professor
de artes marciais dentro da escola

Docente foi preso, mas alegou que estava se defendendo
Do R7

Um estudante de 13 anos foi agredido dentro da escola municipal onde estuda, na cidade de Cariacica, no Espirito Santo.

O mais chocante da situação é que o agressor é o professor de ates marciais da instituição, o incidente aconteceu nesta quinta-feira (21).

P.S.:
– O nome da escolinha é Escola Municipal Angelo Zani, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
– A "ula vaga" era por conta da falt do professor de matemática.

Responder

    Sergio Barbosa

    27/07/2011 - 17h56

    Sr. Mauro Silva não generalize o ato praticado por um desequilibrado culpando toda uma categoria profissional pessimamente remunerada.Isto chama-se preconceito e ignorãncia.

    Sergio Barbosa

    27/07/2011 - 18h35

    Além disso este sujeito é mais lobo disfarçado de carneiro,Atenção Professores e comunidade escolar,olho nele.

    Mauro A. Silva

    28/07/2011 - 11h59

    Sr. Sergio Barbosa,
    A corporação pede aumento linear e generalizado para todos os "professores", independentemente do desempenho de cadda um…
    No caso em questão, mesmo o professor-lutador não fazer parte do quadro regular da escola, ainda assim a direção escolar tentou abafar o caso.
    A questão b´sica é: o que fazer com os maus professores que existem nas escolas públicas? se dependermos do espírito corporativismo, estes maus profissionais continuarão mandando nas escolas por todo o sempre.

    Antonio

    27/07/2011 - 19h34

    Senhor Mauro, o que alhos têm a ver com bugalhos? Tá maluco? O assunto tratado é salário de professor do Estado de Minas Gerais, não sobre artes marciais no Espírito Santo, nem sobre sandices de um educador. Tem doido em toda profissão. O diretor do jornal O Estado de São Paulo, jornalista Pimenta Neves matou sua ex namorada, também jornalista, com um tiro nas costas. E o que isso tem a ver com o restante da categoria?

    Mauro A. Silva

    28/07/2011 - 11h55

    Senhor Antonio,
    A reportagem diz que este professor-lutador fazia parte de um projeto extracurricular… e era pago para isso…
    O aluno estava sem professor de matemática… em aula vaga….
    Esta é uma forma de aumentar as despesas das escols sem contraatar professores capacitados: cria-se um projetinho lorota, reiamente pago, e continuamos enganan os alunos, pais e comunidade.

    No caso do salário, a corproração só aceita aumento linear de salários, independentmente do desempenho de cad professor… até messmo um professor-valentão teria direto ao noveo salário… e com as bençãos do dorportivismo (veja que a escola tentou abafar o caso).

    Gerson Carneiro

    28/07/2011 - 07h45

    Violência gera violência.

    Estamos acostumados a ver alunos bater em professor e até matar (só lembrando dois casos: em Minhas Gerais um professor de Educação Física foi assassinado e no Rio Grande do Sul uma diretora teve os dois braços quebrados, por alunos). Chegar um momento em que os professores também vão começar a reagir com violência.

    De fato é irritante mesmo tentar dar aula e aluno encher a paciência com celular.

    É como no trânsito, de tanto fazer gracinha, uma hora vai encontrar um estressado que vai responder com um tiro a provocação feita com o dedo médio.

    Mauro A. Silva

    28/07/2011 - 11h50

    'estamos" quem, cara pálida?
    A regra geral é professor9a) batendo em aluno… ou você também está ignoando a educação infantil?
    Nos dosi caso citados, o aluno era "maior de idade", e não adolescentes de 13 anos. O caso de Minas Gerais acnteceu em uma faculdade. O caso do Rio grande do Sul aconteceu em uma escola técnica particular… e a história não está bem contada…

    No caso em questão, o aluno estava "na quadra", em "aula vaga"!!! E o professro-lutador irritou-se com o estilo de música que o aluno esava ouvindo…

    Será que você está "justificando" a atitude do professor-lutador?

    Gerson Carneiro

    28/07/2011 - 12h19

    Não senhor, a regra é aluno bater em colegas, professores, diretores e demais funcionários das escolas. E em aula, seja aonde for, na quadra ou em sala, não é lugar para aluno displicente permanecer brincando com celular. O professor aí perdeu a paciência mesmo. Se é justificativa não sei, só sei que é fato.

    E mais: "adolescente de 13" já fuma crack, rouba, estupra e mata. Precisamos rever esse conceito.

    Mauro A. Silva

    28/07/2011 - 20h31

    você citou 2 casos e eu os rebati… então vem com um nova falácia…
    Se o seu problema é com a "idade penal", então a discussão muda de figura.
    O professor-lutador pagou fiança de R$ 600 e vai responder em liberdade…
    Se fosse o contrário, o aluno bater no professor, certamente este aluno já estaria apodrecendo nas masmorras da febem local.

    No sado do uso do celular, vale destacar que o aluno estava no pátio , em uma aula vaga!

    Junior Zuba

    01/08/2011 - 14h08

    Em BH um aluno matou um professor, o esfaqueando, em sala de aula. O bandido foi solto, alegando ser esquisofrênico. Mas para entrar na universidade e depois exercer uma profissão ele não era esquisofrênico não né? Hipocrisia! Agora o cara faz uns arranhões no muleque desaforado e um monte caí em cima, por isso temos esse país desmoralizado, violento e corrupto, sempre quem tá errado é quem tá certo e vice-versa!

Graziella

27/07/2011 - 11h39

Fico impressionada com o poder dos gestores estaduais de inventarem despesas e custos que beneficiem sua "quadrilha": Aecio- Anastasia- Vilhena – Gazzola – deputados – senadores – empreiteiros – campanhas – imprensa- governos – Aecio…

Responder

    abc

    27/07/2011 - 12h29

    Ridículo. Kd a prova?

    LUCILENI

    29/07/2011 - 23h41

    È VERDADE, OUTRO DIA LÍ NO ESTADO DE MINAS QUE O SALÁRIO DO SENHOR ANASTASIA, FOI AUMENTADO DEVIDO A RELEVÂNCIA DO SEU CARGO. qUAL SERÁ ENTAÃO A IMPORTA^NCIA DO TRABALHO DO PROFESSOR? a JULGAR PELO SALÁRIO QUE ELE GANHA, NENHUM.

Silvia

27/07/2011 - 11h04

Eu sou professora. Trabalho em escola pública e meus filhos estudam em escola pública. Todos os filhos de funcionários públicos deveriam estudar na escola pública na Educação Básica. "Todos".

Responder

    isabel -Caiana

    27/07/2011 - 17h43

    Realmente, silvia todos deveriam estudar em escola pública como sugere e tramita no senado projeto para tal de autoraia de Cristovam Buarque. Qual sera o motivo de não ser votado?

    Lucilia

    27/07/2011 - 21h48

    Salas cheias, descaso dos governantes em relação a educação,……………..

    Eduardo

    28/07/2011 - 05h12

    As escolas públicas só melhorarão quando os ricos forem obrigados a colocarem seus filhos nela. Aliás, não só as escolas, assim como qualquer serviço público.

    Elma

    28/07/2011 - 07h35

    Acredito isso já aconteça na categoria educaciona pois com esse salario que ganhamos por filho em escola particular de que jeito. Tbem sou professora . Meus filhos estudaram em escola publica agora não podem entrar na faculdade pois o sálario não dá e as federais estão lotadas de filhos de deputados.

Luis

27/07/2011 - 11h03

54 mil pagamentos mensais a mais do que janeiro de 2010?
Ora, há que se explicar a mágica. Não houve concurso. Que pagamentos são esses?
Fala Vilhena, fala Anastasia!
Estranho. Muito estranho.

Responder

Yara Lucia

27/07/2011 - 10h40

Gostaria muito que os senhores PENSADORES da Educação no nosso país se manifestassem em relação a esse tipo de políticas públicas que apenas sucateam e boicotam a educação, utilizando-se de máscaras desgrenhadas e grotescas, banhadas na censura fétida a verdadeira informação!

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    milton

    27/07/2011 - 12h50

    Pessoal, o IDEC está fazendo uma peticão para impedir a aprovacão do AI-5-DIGITAL do Azeredo que está tentando aprovar esse entulho autoritario as pressas, portanto vamos participar e enviar para nossos familiares, amigos, contatos e espalhar via twitter, pra impedir isso enquanto podemos, ele, o Azedo, pode agir na calada da noite como já vimos inúmeras vezes, vamos impedir p não perdermos nossa liberdade na rede! http://boletim.boletimdoidec.org.br/12all/lt/t_go

Jamilton

27/07/2011 - 10h01

Fico indignado com esse situação, pois Minas é o Segundo Estado mais rico do Brasil e está desde 2002 nas mãos desses tucanos que não seguem a Lei 11.738/08. É vergonhoso para um Estado dessa grandeza manter a Educação assim, mas nós sabemos que isso é proposital, é intencional que a Educação fique jogada as baratas, pois assim não formaremos mentes pensantes, e assim eles não venceriam nenhuma eleição, nem para síndico de prédio, pois o povo conseguiriam perceber com clareza o interesse de quem eles políticos defendem.

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    maria

    27/07/2011 - 12h33

    Já é a TERCEIRA vez que o funcionalismo ajuda a reeleger os tucanos em Minas, e professores tem o poder de orientar seus alunos e familiares dos alunos quanto ao mal que tucanos fazem à educacão quando estão no poder, tucanos e direita em geral são especialmente cruéis com professores. Agora é aguentar o tranco, já que vcs ajudaram a colocá-los no poder pela TERCEIRA vez em MG, em SP então é a milionésima vez e ainda não cansaram de apanhar dentro e dora das escolas, fazer o que né?

    @sergiobio

    27/07/2011 - 22h36

    Maria, ou você não é servidora pública ou não é mineira. Falou uma bobagem de dar dó.

JODSON

27/07/2011 - 02h29

ESSA MULHER ME ENCHE DE ORGULHO DE SABER QUE MINAS TEM GENTE DE FIBRA E GUERREIRA, SABE TUDO E MAIS UM POUCO. SOU FÃ INCONDICIONAL DO SEU TRABALHO. GRANDE ABRAÇO LINDA!!!!

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Rodolfo

27/07/2011 - 01h34

Força Beatriz!

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Rafael Toledo

27/07/2011 - 00h47

Os governos fazem propagandas lindas para se elegerem, enchendo o bolso dos publicitários e depois cobrando do erário, ou seja, sempre priorizam as mega-obras, as construções faraônicas, pois assim é mais fácil retribuir aos amigos banqueiros e empreiteiros. Submeter a classe trabalhadora a condições sub-humanas é consequência da falta de políticas em educação, em saúde pública, em assistência social. Os jovens dessa camadas sociais sofrem na pele por todas as omissões do Estado. Aula de cidadania dão os Educadores que, superando o comodismo, a insegurança, a desinformação se posicionam contra as mazelas desses Governos. A lei 11738/08, julgada pelo STF em abril do corrente como Constitucional é uma esperança de valorização dessa Categoria que tem o papel de dar sustentação aos rumos do País. Oxalá que muitas outras oportunidades apareçam para cobrar do Governo de Minas que ele cumpra o que promete em suas propagandas alienantes, que ele mude o foco de seus gastos, que faça investimentos em obras sociais, que tenha vergonha na cara e pare com a balela de dizer que agora haverá o Professor da Família no Estado. Não sei quem esse governo planeja eleger, mas sou mau pago para contribuir com ele e o faço há pelo menos cinco governadores, com zelo e dedicação. Mas exijo o simples cumprimento de uma lei contra a qual não cabe mais recurso e já estou há 50 dias esperando que o Governo diga como vai cumprir-la. Até agora só vi jogo de cena e ameaças baratas. Será que nenhum desembargador vai dizer que o Governo está certo em descumprir a Lei? No ano passado o Sind-UTE foi multado, e agora a multa fica para quem? Chega de jogo de palavras senhores: que o Governo reúna-se com os professores, diga a verdade para a Sociedade e pare de tentar vingar o tal subsídio. Além dos Agentes Públicos, porque somente os professores teriam que se submeter a esse método de remuneração que desestimula por completo a continuidade na Carreira?

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Rafael Toledo

27/07/2011 - 00h44

Os governos fazem propagandas lindas para se elegerem, enchendo o bolso dos publicitários e depois cobrando do erário, ou seja, sempre priorizam as mega-obras, as construções faraônicas, pois assim é mais fácil retribuir aos amigos banqueiros e empreiteiros. Submeter a classe trabalhadora a condições sub-humanas é consequência da falta de políticas em educação, em saúde pública, em assistência social. Os jovens dessa camadas sociais sofrem na pele por todas as omissões do Estado. Aula de cidadania dão os Educadores que, superando o comodismo, a insegurança, a desinformação se posicionam contra as mazelas desses Governos. A lei 11738/08, julgada pelo STF em abril do corrente como Constitucional é uma esperança de valorização dessa Categoria que tem o papel de dar sustentação aos rumos do País. Oxalá que muitas outras oportunidades apareçam para cobrar do Governo de Minas que ele cumpra o que promete em suas propagandas alienantes, que ele mude o foco de seus gastos, que faça investimentos em obras sociais, que tenha vergonha na cara e pare com a balela de dizer que agora haverá o Professor da Família no Estado. Não sei quem esse governo planeja eleger, mas sou mau pago para contribuir com ele e o faço há pelo menos cinco governadores, com zelo e dedicação. Mas exijo o simples cumprimento de uma lei contra a qual não cabe mais recurso e já estou há 50 dias esperando que o Governo diga como vai cumprir-la. Até agora só vi jogo de cena e ameaças baratas. Será que nenhum desembargador vai dizer que o Governo está certo em descumprir a Lei? No ano passado o Sind-UTE foi multado, e agora a multa fica para quem? Chega de jogo de palavras senhores: que o Governo reúna-se com os professores, diga a verdade para a Sociedade e pare de tentar vingar o tal subsídio. Além dos Agentes Públicos, porque somente os professores teriam que se submeter a esse método de remuneração que desestimula por completo a continuidade na Carreira?
A Lei do piso é uma das minhas últimas esperanças de mudar os rumos da Educação Pública no Brasil e garantir o mínimo de interesse pela profissão de Professor. O Governo não ignora a Lei, sabe e afirma que não a cumpre, mas sorrateiro, e pretendendo afundar mais ainda a Educação Pública em nosso Estado e trazer esse modelo nefasto para o País, onde Professor é confundido com peão, tendo que rodar em três, quatro ou cinco lugares para viver com o mínimo de dignidade. Quantos colegas meus não têm como sair de casa porque sobrevivem apenas das migalhas que a rede pública se dispõe a “gastar”? Mesmo trabalhando atualmente em cinco locais, dois no Estado e três “bicos”, e já trabalhando há dezoito anos como Professor, nunca tenho dinheiro para ir ao cinema, ao teatro ou comprar um bom livro.
Há uma prática hereditária em Minas – o não cumprimento das obrigações Constitucionais – como a realização de Concursos Públicos periodicamente e o cumprimento das leis federais. É esse tipo de lógica que precisamos inverter se quisermos um país que possa no futuro esboçar um perfil de nação. Temos que começar pelo salário, mas o que deve ser transformado nas Escolas deve ser discutido com toda a Sociedade, mas não apontando o dedo indicador para os heróis que lutam pela Educação.

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Rafael Toledo

27/07/2011 - 00h32

Sobre o Comentário de Mauro A. Silva: medíocres são as políticas educacionais que desestimulam pessoas supostamente dotadas de capacidade superior, como o senhor se imagina, e muitos dos supostos jovens bons comunicadores e líderes são levados a nem avaliarem para a possibilidade de se tornarem Professor. Discriminatória é sua postura de lançar comentários ridicularizantes, sem pelo menos avaliar que valor é dado ao trabalho e às necessidades dos Educadores: todos que conheço e não têm ascendência em classes privilegiadas (e mesmos esses), se submetem a trabalhar em três, quatro, cinco lugares… se arrimos de suas famílias forem. E o senhor quer que a qualidade deste trabalho seja excelente! Posso garanti-lo que está nesta situação é por ter excesso de competência… Quem não a tem não se estabelece…
Ridícula é sua preocupação com um cargo supostamente pretendido por um Político quando ele se omite e todos os outros entes da federação não cumprem a lei 11738/08. Medíocre é sua preocupação com o presente e o passado, quando é cada vez mais difícil encontrar jovens com educação, conhecimento, talento e disposição para se tornarem professores.
Pelo que observo o senhor é um desses comentaristas que se preocupam com que partido os políticos estão alinhados, quais são suas ambições futuras, quando o futuro a ser discutido agora é como estimular jovens a voltarem a ambicionar se tornarem professores e, por conseguinte, mestres. Como trazer Educação e Esperança às camadas que formam a base de sustentação da Sociedade brasileira? Como oferecer de novo às nossas crianças o sonho da ascensão social? Do seu escritório, consultório (?) paulistano é muito simples colocar-nos todos como seres inferiores, pois talvez o senhor seja autodidata e nunca tem necessitado de nosso trabalho, junto com os seus. Sua origem talvez não o tenha obrigado a fazer grandes esforços para superar as adversidades que 95% da população precisam para promover a própria capacitação em qualquer tipo de atividade e necessitam da intervenção dos “medíocres” como eu. Provavelmente o senhor seja defensor do Aparthaid social,do aumento do abismo entre as classes sociais, que a polícia seja melhor forma de superar toda a violência urbana que perpetua e espalha. Pelo que vejo, o exemplos do Japão e da Coréia do Sul, recentemente destruídos e hoje grande potências econômicas não passam por sua cabeça. Será que tomaram os rumos do Brasil? O senhor defende a manutenção desse modelo que ora vigora, em que educação pública é apenas um grande calo para os cobradores de impostos? Usurpar os direitos estabelecidos em lei são permitidos a todos simplesmente pela outorga do poder? Caminhamos para a Venezuela? Prefiro ficar por aqui e fazer meu trabalho “medíocre”, mas exigir e lutar sempre que o citado pelo senhor, os demais governantes e toda a Sociedade acorde desse pesadelo da reprodução dos erros do passado.

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Mineira consciente

26/07/2011 - 23h46

Esta é a "minas" de "ouro" do psdb. Estas despesas são os contratos(designações) de apaniguados que no caso da educação (falo, porque faço parte dela) são designados profissionais, em sua maioria sem competência profissional para exercerem as funções pelo qual recebem até o dobro de salário dos servidores efetivos legalmente (por concurso). Se seguissem a LDB, estes profissionais não poderiam exercer estas funções – o Art. 67 §1ª da LDB não é respeitado. Se assim o fosse não teríamos supostos analistas educacionais que nunca passaram por uma sala de aula , querer "ensinar" estratégias pedagógicas de ensino a um profissional com às vezes quase 25 anos de sala aula, e alfabetizando, pode???? Em Minas Gerais pode…..

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    JOANA

    27/07/2011 - 07h30

    MINAS PODE TUDO,ATÉ EFETIVAR 96 MIL PROFISSIONAIS SEM CONCURSO.

Dri

26/07/2011 - 23h38

Será que o Klaus acha essa "enorme" cifra suficiente para uma categoria responsável pela educação de um estado inteiro?

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Eduardo

26/07/2011 - 22h40

Alem desse milagre existem também os milagres dos professores que conseguem bom desempenho mesmo submetendo-se a jornadas de trabalho escorchantes. Esse "milagre" não advém de políticas públicas de incentivo, ocorrem pelo comprometimento de certos setores dessa categoria tão vilipendiada pelas práticas do PSDB em Minas Gerais desde 2003 e apesar do PSDB ( Pior Salário Do Brasil).

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Mauro A. Silva

26/07/2011 - 21h25

<img src="http://movimentocoep.files.wordpress.com/2011/07/haddad_cenoura3.jpg&quot; title="haddad_cenoura3" class="size-full wp-image-1666" height="428" width="468" />

O ministro da Educação fez um pacto da mediocridade com o mau corporativismo que reina nas escolas públicas brasileiras: ele decidiu não divulgar as medíocres notas que as escolas tiraram no ENEM 2010 (Exame Nacional do Ensino Médio).

Sendo assim, os medíocres professores não poderão ser cobrados pelo péssimo serviço que oferecem nas escolas públicas. Os pais somente conhecerão as notas baixas dos filhos, sem poder comparar com o desempenho geral da escola e nem com as outras péssimas escolas brasileiras.

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    peraledo

    27/07/2011 - 07h41

    Queria realmente entender esse seu ódio pela categoria dos professores, Mauro… É patológico ou responde às suas alianças políticas? É muita raiva por apenas 30 moedas de prata.

    Mauro A. Silva

    27/07/2011 - 10h25

    mais uma vez a falácia do "espantalho"….
    Afinal de contas, qual é a justifictiva "pedagógica" para não divugar as notas das escolas no ENEM 2010?

    Gerson Pompeu

    27/07/2011 - 08h01

    Estás com um cheirinho de lobista da educação privada…

    Mauro A. Silva

    27/07/2011 - 10h23

    Memória:
    Este ilustre ministro da educação já foi secretário da ex-prefeita Marta Suplicy, ajudando a maquiar os gastos com educação e reduzir as verbas da educação em 50% (para sobrar dinheiro para o asfalto…). Foi nessa gestão que projetos megalomaníacos impediu que todas as crianças fossem matriculadas em creches ou emeis (ensino infantil).

    M.S. Romares

    28/07/2011 - 02h56

    Não só cheirinho, Gerson. O sujeito é pau mandado do psdb e seu comprometimento com a iniciativa privada é completa.

    Mauro A. Silva

    30/07/2011 - 16h33

    Quando faltam argumentos, sobram leviandades…

    EUNAOSABIA

    27/07/2011 - 13h05

    Esse ministro da educação vai ser mesmo o próximo sparring do PSDB em São Paulo??? cadê a Marta?

    P Pereira

    28/07/2011 - 00h42

    Argh!

    Sebastião Medeiros

    28/07/2011 - 07h26

    Este sujeito,Mauro Silva,fica projetando suas neuroses sobre a Professores.É mais um troll na blogosfera.
    PS:E os estragosque a da dona Rose Neubauer,Secretária da educação do Finado Mario Covas,fez na educação Paulista o SR NÃO FALA NADA,há já sei está de rabo preso com os Demotucanos

    Mauro A. Silva

    30/07/2011 - 16h32

    O mau corporativismo nunca vai perdoar a Rose Neubauer. Ela separou as escolas de ensin fundamenal I (1ª a 4ª) do ensino fundamental II e médio. Essa medida esvaziou as greves, que só repercutiam quando as crianças pequenas ficavam sem aulas, pois tinham uma única professora.

    Sergio Barbosa

    28/07/2011 - 15h33

    Combater Sindicatos que lutam pelos direitos dos Professores ou de qualquer categoria é coisa de Fascista.O Sr. Mauro A. Silva além de um ser pau mandado dos Tucanos e das Escolas Particulares é um Fascista.

    Mauro A. Silva

    30/07/2011 - 16h28

    Diretos, sim.
    Reglias, não.
    Por que não estão divulgando a nota das escolas no ENEM 2010?

Nina

26/07/2011 - 20h28

Minas de Aécio e de Anastasia tem o menor piso do Brasil pra professores: R$360,00 e alguma coisa!!…

Responder

    Klaus

    26/07/2011 - 22h15

    Pode ser o piso. Mas pro bolso vão R$1.122,00, por 24 hs semanais. Minha cunhada é professora. Em greve.

    Clayton Coelho

    26/07/2011 - 23h26

    Caro Klaus: já que sua cunhada é professora, peça a ela para te explicar a diferença entre piso salarial e teto salarial. Talvez ela saiba, aproveita e peça a ela também para explicar a lei 11.738/08.

    Panambi

    27/07/2011 - 18h30

    E ela lá vai perder seu precioso tempo…

    Rita

    27/07/2011 - 13h55

    Caro Klaus,
    Quanto ganha um advogado, um engenheiro, um médico, um contador, um admnistrador, um….
    Esses profissionais têm nível universitário, ou seja, 3º grau, foram à faculdade ( ou universidade ), estudaram por quatro anos ( no mínimo ) e nenhum desses profissionais ganha por 24 h semanais 1120,00. Por que um professor, que também tem nível universitário, pós-graduação, tem de receber esse valor? Qual lei diz que o professor é menos gabaritado que um médico ou engenheiro ou advogado?
    Se conseguir responder sem dizer que o professor é o "lixo" como temos sido tratados, aí concordarei com você.

gabriel

26/07/2011 - 20h13

Aético desviou 4 bilhões de recursos da saúde e da educação para a publicidade de seu desgoverno e o mpe nada fez nada viu, nem se coça…recorrer a quem?

Responder

    Paulo Andrade

    27/07/2011 - 16h28

    Em Minas, infelizmente, a Mídia e a Justiça são vendidas… Esses tucanos fazem o que querem, rasgam a Constituição Federal (via não cumprimento da Lei 11.738 e da "efetivação"[e eu sou um dos beneficiados dessa farsa], que não passa de engodo para dividir a categoria) e a mídia não fala nada, nem a Justiça se pronuncia. Afinal, Minas foi emancipada do Brasil e eu não estou sabendo?

Neila

26/07/2011 - 19h29

Essa é a típica inversão de prioridades tucana. Em Minas usam os pagamentos dos aposentados para prestar contas do "mínimo constitucional" que o estado tem de aplicar na educação. Não me surpreenderia se uma auditoria séria encontrasse outras "mágicas"!

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