VIOMUNDO
O VIOMUNDO só é possível também através de anunciantes, e detectamos que você utiliza um AdBlock, bloqueador de anúncios.
Por favor considere ajudar o VIOMUNDO desativando o bloqueador para este site.
Cartas de Minas

Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa

25 de junho de 2013 às 16h19

por Nilton Viana, no Brasil de Fato

“É hora do governo aliar-se ao povo ou pagará a fatura no futuro”. Essa é uma das avaliações de João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST sobre as mobilizações em todo o país.

Segundo ele, há uma crise urbana instalada nas cidades brasileiras, provocada por essa etapa do capitalismo financeiro. “As pessoas estão vivendo um inferno nas grandes cidades, perdendo três, quatro horas por dia no trânsito, quando poderiam estar com a família, estudando ou tendo atividades culturais”, afirma.

Para o dirigente do MST, as redução da tarifa interessava muito a todo o povo e esse foi o acerto do Movimento Passe Livre, que soube convocar mobilizações em nome dos interesses do povo.

Nesta exclusiva ao Brasil de Fato, Stedile fala sobre o caráter dessas mobilizações, e faz um chamamento: devemos ter consciência da natureza dessas manifestações e irmos todos para as ruas disputar corações e mentes para politizar essa juventude que não tem experiência  da luta de classes. “A juventude está de saco cheio dessa forma de fazer política burguesa, mercantil”, constata.

E faz um alerta: o mais grave foi que os partidos de esquerda institucional, todos eles, se moldaram a esse métodos. Envelheceram e se burocratizaram. As forças populares e os partidos de esquerda precisam colocar todas as suas energias para ir à rua, pois está ocorrendo, em cada cidade, em cada manifestação, uma disputa ideológica permanente da luta dos interesses de classes. “Precisamos explicar para o povo quem são seus principais inimigos”.

Como você analisa as recentes manifestações que vem sacudindo o Brasil nas últimas semanas? Qual é base econômica para elas terem acontecido?

Há muitas avaliações de porque estarem ocorrendo estas manifestações. Me somo à analise da professora Erminia Maricato, que é nossa maior especialista em temas urbanos e já atuou no Ministério das Cidades na gestão Olivio Dutra.

Ela defende a tese de que há uma crise urbana instalada nas cidades brasileiras provocadas por essa etapa do capitalismo financeiro. Houve uma enorme especulação imobiliária que elevou os preços dos alugueis e dos terrenos em 150% nos últimos três anos.

O capital financiou sem nenhum controle governamental a venda de automóveis, para enviar dinheiro pro exterior e transformou nosso trânsito um caos. E nos últimos dez anos não houve investimento em transporte público. O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, empurrou os pobres para as periferias, sem condições de infraestrutura.

Tudo isso gerou uma crise estrutural em que as pessoas estão vivendo num inferno nas grandes cidades, perdendo três, quatro horas por dia no trânsito, quando poderiam estar com a família, estudando ou tendo atividades culturais.

Somado a isso, a péssima qualidade dos serviços públicos, em especial na saúde, e mesmo na educação, desde a escola fundamental, ensino médio, em que os estudantes saem sem saber fazer uma redação. E o ensino superior virou lojas de vendas de diplomas a prestações, onde estão 70% dos estudantes universitários.

E do ponto de vista político, por que aconteceu?

Os quinze anos de neoliberalismo e mais os últimos dez anos de um governo de composição de classes transformou a forma de fazer política refém apenas dos interesses do capital. Os partidos ficaram velhos em suas práticas e se transformaram em meras siglas que aglutinam, em sua maioria, oportunistas para ascender a cargos públicos ou disputar recursos públicos para seus interesses.

Toda juventude nascida depois das diretas já não teve oportunidade de participar da política. Hoje, para disputar qualquer cargo de vereador, por exemplo, o sujeito precisa ter mais de 1 milhão de reais. Deputado custa ao redor de 10 milhões de reais. Os capitalistas pagam, e depois os políticos obedecem. A juventude está de saco cheio dessa forma de fazer política burguesa, mercantil.

Mas o mais grave foi que os partidos da esquerda institucional, todos eles, se moldaram a esses métodos. Envelheceram e se burocratizaram. E, portanto, gerou na juventude uma ojeriza a forma dos partidos atuarem. E eles tem razão. A juventude não é apolítica, ao contrário, tanto é que levou a política às ruas, mesmo sem ter consciência do seu significado.

Estão dizendo que não aguentam mais assistir na televisão essas práticas políticas, que seqüestraram o voto das pessoas, baseadas na mentira e na manipulação. E os partidos de esquerda precisam reapreender que seu papel é organizar a luta social e politizar a classe trabalhadora. Senão cairão na vala comum da história.

E porque as manifestações eclodiram somente agora?

Provavelmente tenha sido a soma de diversos fatores de caráter da psicologia de massas, mais do que alguma decisão política planejada. Somou-se todo o clima que comentei, mais as denúncias de superfaturamento das obras dos estádios, que é um acinte ao povo. Vejam  alguns episódios. A Rede Globo recebeu do governo do estado do Rio e da prefeitura, 20 milhões de reais de dinheiro público para organizar o showzinho de apenas duas horas, no sorteio dos jogos da Copa das Confederações.

O estádio de Brasília custou 1,4 bilhão de reais e não tem ônibus na cidade! A ditadura explícita e as maracutais que a FIFA/CBF impuseram e os governos se submeteram. A reinauguração do Maracanã foi um tapa no povo brasileiro. As fotos eram claras: no maior templo do futebol mundial não havia nenhum negro ou mestiço!

E aí o aumento das tarifas de ônibus foi apenas a faísca para ascender o sentimento generalizado de revolta, de indignação. A gasolina para a faísca veio do governo Gerlado Alckmin, que protegido pela mídia que ele financia e acostumado a bater no povo impunemente, como fez no Pinheirinho, jogou sua polícia para a barbárie. Aí todo mundo reagiu.

Ainda bem que a juventude acordou. E nisso houve o mérito do Movimento Passe Livre, que soube capitalizar essa insatisfação popular e organizou os protestos na hora certa.

Por que a classe trabalhadora ainda não foi à rua?

É verdade, a classe trabalhadora ainda não foi para a rua. Quem está na rua são os filhos da classe média, da classe média baixa, e também alguns jovens do que o André Singer chamaria de sub-proletariado, que estudam e trabalham no setor de serviços, que melhoraram as condições de consumo, mas querem ser ouvidos. Esses últimos apareceram mais em outras capitais e nas periferias.

A redução da tarifa  interessava muito a todo povo e esse foi o acerto do MPL. Soube convocar mobilizações em nome dos interesses do povo. E o povo apoiou as manifestações e isso está expresso nos índices de popularidade dos jovens, sobretudo quando foram reprimidos.

A classe trabalhadora demora a se mover, mas quando se move, afeta diretamente ao capital. Coisa que ainda não começou a acontecer. Acho que as organizações que fazem a mediação com a classe trabalhadora ainda não compreenderam o momento e estão um pouco tímidas. Mas acho que enquanto classe, ela também está disposta a lutar. Veja que o número de greves por melhorias salariais já recuperou os padrões da década de 80.

Acho que é apenas uma questão de tempo, e se as mediações acertarem nas bandeiras que possam motivar a classe a se mexer. Nos últimos dias, já se percebe que em algumas cidades menores, e nas periferias das grandes cidades, já começam a ter manifestações com bandeiras de reivindicações bem localizadas. E isso é muito importante.

E vocês do MST e camponeses também não se mexeram ainda.

É verdade. Nas capitais onde temos assentamentos e agricultores familiares mais próximos já estamos participando. E inclusive sou testemunha de que fomos muito bem recebidos com nossa bandeira vermelha, com nossa reivindicação de Reforma Agrária e alimentos saudáveis e baratos para todo povo.

Acho que nas próximas semanas poderá haver uma adesão maior, inclusive realizando manifestações dos camponeses nas rodovias e municípios do interior. Na nossa militância  está todo mundo doido para entrar na briga e se mobilizar. Espero que também se mexam logo.

Na sua opinião, qual é a origem da violência que tem acontecido em algumas manifestações?

Primeiro vamos relativizar. A burguesia através de suas televisões tem usado a tática de assustar o povo colocando apenas a propaganda dos baderneiros e quebra-quebra.  São minoritários e insignificantes diante das milhares de pessoas que se mobilizaram.

Para a direita interessa colocar no imaginário da população que isso é apenas bagunça e, se no final se tiver caos, colocar a culpa no governo e exigir a presença das forças armadas. Espero que o governo não cometa essa besteira de chamar a guarda nacional e as forças armadas para reprimir as manifestações. É tudo o que a direita sonha!

Quem está provocando as cenas de violência é a forma de intervenção da Policia Militar. A PM foi preparada desde a ditadura militar para tratar o povo sempre como inimigo. E nos estados governados pelos tucanos (SP, RJ e MG), ainda tem a promessa de impunidade.

Há grupos direitistas organizados com orientação de fazer provocações e saques. Em São Paulo atuaram grupos fascistas e leões de chácaras contratados. No Rio de Janeiro atuaram as milícias organizadas que protegem seus políticos conservadores. E, claro, há também um substrato de lumpesinato que aparece em qualquer mobilização popular, seja nos estádios, carnaval, até em festa de igreja tentando tirar seus proveitos.

Há então uma luta de classes nas ruas ou é apenas a juventude manifestando sua indignação?

É claro que há uma luta de classes na rua. Embora ainda concentrada na disputa ideológica. E o que é mais grave, a própria juventude mobilizada, por sua origem de classe, não tem consciência de que está participando de uma luta ideológica.

Vejam, eles estão fazendo política da melhor forma possível, nas ruas. E ai escrevem nos cartazes: somos contra os partidos e a política? Por isso tem sido tão difusa as mensagens nos cartazes. Está ocorrendo em cada cidade, em cada manifestação, uma disputa ideológica permanente da luta dos interesses de classes. Os jovens estão sendo disputados pelas idéias da direita e pela esquerda. Pelos capitalistas e pela classe trabalhadora.

Por outro lado, são evidentes os sinais da direita muito bem articulada, e de seus serviços de inteligência, que usam a internet, se escondem atrás das mascaras e procuram criar ondas de boatos e opiniões pela internet. De repente, uma mensagem estranha alcança milhares de mensagens. E ai se passa a difundir o resultado como se ela fosse a expressão da maioria.

Esses mecanismos de manipulação foram usados pela CIA e o departamento de estado Estadunidense na primavera árabe, na tentativa de desestabilização da Venezuela, na guerra da Síria. E é claro que eles estão operando aqui também para alcançar os seus objetivos.

E quais são os objetivos da direita e suas propostas?

A classe dominante, os capitalistas, os interesses do império Estadunidense e seus porta-vozes ideológicos que aparecem na televisão todos os dias, tem um grande objetivo: desgastar ao máximo o governo Dilma, enfraquecer as formas organizativas da classe trabalhadora, derrotar qualquer propostas de mudanças estruturais na sociedade brasileira e ganhar as eleições de 2014, para recompor uma hegemonia total no comando do estado brasileiro, que agora está em disputa.

Para alcançar esses objetivos eles estão ainda tateando, alternando suas táticas. As vezes provocam a violência, para desfocar os objetivos dos jovens. As vezes colocam nos cartazes dos jovens a sua mensagem. Por exemplo, a manifestação do sábado em São Paulo, embora pequena, foi totalmente manipulada por setores direitistas que pautaram apenas a luta contra a PEC 37, com cartazes estranhamente iguais e palavras de ordem iguais.

Certamente a maioria dos jovens nem sabem do que se trata. E é um tema secundário para o povo, mas a direita está tentando levantar as bandeiras da moralidade, como fez  a UDN (União Democrática Nacional) em tempos passados. Isso que já estão fazendo no Congresso, logo logo, vão levar às ruas.

Tenho visto nas redes sociais controladas pela direita que suas bandeiras, além da PEC 37, são a saída do Renan do Senado, CPI e transparência dos gastos da Copa, declarar a corrupção crime hediondo, e fim do Foro especial para os políticos. Já os grupos mais fascistas ensaiam Fora Dilma e abaixo-assinados pelo impechment.

Felizmente essas bandeiras não têm nada ver com as condições de vida das massas, ainda que elas possam ser manipuladas pela mídia. E objetivamente podem ser um tiro no pé. Afinal, é a burguesia brasileira, seus empresários e políticos que são os maiores corruptos e corruptores. Quem se apropriou dos gastos exagerados da Copa? A Rede Globo e as empreiteiras!

Quais os desafios que estão colocados para a classe trabalhadora e as organizações populares e partidos de esquerda?

Os desafios são muitos. Primeiro devemos ter consciência da natureza dessas manifestações, e irmos todos para a rua, disputar corações e mentes para politizar essa juventude que não tem experiência da luta de classes. Segundo, a classe trabalhadora precisa se mover. Ir para a rua, manifestar-se nas fábricas, campos e construções, como diria Geraldo Vandré. Levantar suas demandas para resolver os problemas concretos da classe, do ponto de vista econômico e político.

Terceiro, precisamos explicar para o povo quem são seus principais inimigos. E agora são os bancos, as empresas transnacionais que tomaram conta de nossa economia, os latifundiários do agronegócio, e os especuladores.

Precisamos tomar a iniciativa de pautar o debate na sociedade e exigir a aprovação do projeto de redução da jornada de trabalho para 40 horas; exigir que a prioridade de investimentos públicos seja em saúde, educação, Reforma Agrária.

Mas para isso o governo precisa cortar juros e deslocar os recursos do superávit primário, aqueles 200 bilhões de reais que todo ano vão para apenas 20 mil ricos, rentistas, credores de uma dívida interna que nunca fizemos, deslocar para investimentos produtivos e sociais. E é isso que a luta de classes coloca para o governo Dilma: os recursos públicos irão para a burguesia rentista ou para resolver os problemas do povo?

Aprovar em regime de urgência para que vigore nas próximas eleições uma reforma política de fôlego, que no mínimo institua o financiamento público exclusivo da campanha. Direito a revogação de mandatos e plebiscitos populares auto-convocados.

Precisamos de uma reforma tributária que volte a cobrar ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) das exportações primárias, penalize a riqueza dos ricos e amenize os impostos dos pobres, que são os que mais pagam.

Precisamos que o governo suspenda os leilões do petróleo e todas as concessões privatizantes de minérios e outras áreas públicas. De nada adianta aplicar todo royalties do petróleo em educação, se os royalties representarão apenas 8% da renda petroleira, e os outros 92% irão para as empresas transnacionais que vão ficar com o petróleo nos leilões!

Uma reforma urbana estrutural, que volte a priorizar o transporte público, de qualidade e com tarifa zero. Já está provado que não é caro e nem difícil instituir transporte gratuito para as massas das capitais. Controlar a especulação imobiliária.

E finalmente, precisamos aproveitar e aprovar o projeto da Conferência Nacional de Comunicação, amplamente representativa, de democratização dos meios de comunicação. Para acabar com o monopólio da Globo e para que o povo e suas organizações populares tenham ampla acesso a se comunicar, criar seus próprios meios de comunicação, com  recursos públicos. Ouvi de diversos movimentos da juventude que estão articulando as marchas, que talvez essa seja a única bandeira que unifica a todos: Abaixo ao monopólio da Globo!

Mas para que essas bandeiras tenham ressonância na sociedade e pressionem o governo e os políticos, somente acontecerá se a classe trabalhadora se mover.

O que o governo deveria  fazer agora?

Espero que o governo tenha a sensibilidade e a inteligência de aproveitar esse apoio, esse clamor que vem das ruas, que é apenas uma síntese de uma consciência difusa na sociedade, que é hora de mudar. E mudar a favor do povo.

E para isso o governo precisa enfrentar a classe dominante, em todos os aspectos. Enfrentar a burguesia rentista, deslocando os pagamentos de juros para investimentos em áreas que resolvam os problemas do povo. Promover logo as reformas políticas, tributárias. Encaminhar a aprovação do projeto de democratização dos meios de comunicação. Criar mecanismos para investimento pesados em transporte público, que encaminhem para a tarifa zero. Acelerar a Reforma Agrária e um plano de produção de alimentos sadios para o mercado interno.

Garantir logo a aplicação de 10% do PIB em recursos públicos para a educação em todos os níveis, desde as cirandas infantis nas grandes cidades, ensino fundamental de qualidade, até a universalização do acesso dos jovens à universidade pública.

Sem isso, haverá uma decepção, e o governo entregará para a direita a iniciativa das bandeiras, que levarão a novas manifestações visando desgastar o governo até as eleições de 2014. É hora do governo aliar-se ao povo, ou pagará a fatura no futuro.

E que perspectivas essas mobilizações podem levar para o país nos próximos meses?

Tudo ainda é uma incógnita. Porque os jovens e as massas estão em disputa. Por isso que as forças populares e os partidos de esquerda precisam colocar todas suas energias para ir à rua. Manifestar-se, colocar as bandeiras de luta de reformas que interessam ao povo, porque a direita vai fazer a mesma coisa e colocar as suas bandeiras conservadoras, atrasadas, de criminalização e estigmatização das idéias de mudanças sociais.

Estamos em plena batalha ideológica que ninguém sabe ainda qual será o resultado. Em cada cidade, cada manifestação, precisamos disputar corações e mentes. E quem não entrar, ficará de fora da história.

Leia também:

Zé Dirceu: “DNA tucano elitista” teme soberania popular

 

37 Comentários escrever comentário »

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

William Blum, que viu os golpes por dentro: "Fiquem de olho no dinheiro" - Viomundo - O que você não vê na mídia

01/07/2013 - 21h49

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Reuters: Se eleição fosse hoje, iria para o segundo turno - Viomundo - O que você não vê na mídia

29/06/2013 - 19h18

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Folha diz que aprovação a Dilma despencou; pesquisa seletiva, diz leitor - Viomundo - O que você não vê na mídia

29/06/2013 - 11h04

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Facebook, Google e You Tube tem lado. O do Departamento de Estado - Viomundo - O que você não vê na mídia

29/06/2013 - 07h06

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Ronaldo França

28/06/2013 - 23h43

Quando se observa que os manifestantes resistem a presença de sindicalistas e partidários ,fica claro que o discurso conservador das elites burguesas está implícito e que essas massas continuam sendo tremendamente manipuladas pelas direitas,o que precisamos é dar norte político organizativo a eles e de fato mostrar-lhes que são tantos pontos de pauta indispensáveis de se discutir,como a reforma da previdência social que nos desgraçará a todos etc.quando vemos o dito “movimento” em SP,declarar que estão satisfeito com a volta do valor das passagens ao valor anterior e que por isso não farão mais convocação, entendemos totalmente sua origem e podemos afirmar que não tem noção do que seja luta de classes,tenho visto ainda endeusarem Joaquins e afirmarem que com o exército e ele os corruptos iriam para a cadeia pelo País afora,e recomendam importar políticos da Suécia para moralizar a nossa, devemos recomendar também trazerem as Per cápitas dos Suécos que são trinta e nove vezes maior,é lamentável ainda que não se criem condições para debater e propor o controle social dos meios de comunicações e do próprio judiciário,falam como se só no executivo e legislativo houvesse corrupção,temos de estar atentos a essas tentativas de golpe sim, conscientizar esses participantes de qual é o movimento social que queremos e nisso João estamos de pleno acordo.
A luta continua.

Responder

Ao mandar nas cadeias paulistas, PCC garante "paz" ao governo Alckmin - Viomundo - O que você não vê na mídia

28/06/2013 - 23h08

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Marilena Chauí: O inferno urbano e a política do favor, clientela, tutela e cooptação - Viomundo - O que você não vê na mídia

27/06/2013 - 15h38

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Irineu

27/06/2013 - 10h29

Conceicao,Azenha e leitores, vou compartilhar algo importante sobre o MPL, espereo que ganhe mais dimensao.Fiz esse comentario no face.
_______________________
Irineuamorim Irineuamorimpublicou emMovimento Passe Livre SP
há 10 horas ·

*
Pessoal do passe livre, vocês estão sem noção.
Onde já se viu transporte de graça sem custo, podemos pedir a redução mas zerar não tem como.
Se o pai de vocês tivesse uma frota de ônibus o transporte seria gratuito? Quem iria pagar os custos?
Nem parece que fazem faculdade,
Parece que tem a cabeça só pra separar as orelhas.
Curtir ·
o
Celso Cordeiro Falou tudo caro Irineu, esse pessoal do passe livre ta brincando com assunto serio, eles ficam la nas praças da USP fazendo brincadeiras com a situação do País, que na verdade precisa de muito mais coisas que mudem de verdade a NAÇÃO, e não brincar de fazer manifestação como fizeram essa moçada do passe livre, onde ja se viu uma coisa dessas, porque eles não fazem movimento para zerar os gastos que eles tem com celular?
há 34 minutos · Curtir

Responder

J Souza

27/06/2013 - 09h24

O povo brasileiro está sendo MANIPULADO mais uma vez! O problema não é só a corrupção.

Os serviços públicos estão ruins, ou caros, ou ambos porque foram PRIVATIZADOS!

A origem da inflação é a INDEXAÇÃO dos preços dos serviços públicos PRIVATIZADOS!

Transportes, energia, água, telefonia, internet, escolas e planos de saúde, tudo PRIVATIZADO! E quase tudo com aumento anual sempre acima da inflação, principalmente escolas e planos de saúde!

Responder

Pedro

26/06/2013 - 22h54

Gastos, gastos com estádios, mas que história pra boi dormir! Esses “jovens” que estão se manifestando nas ruas contra os gastos com a construção e reformas de estádios jamais iriam para as ruas, se fossem americanos, se manifestar contra os gastos americanos nas guerras, que, segundo Stiglitz, dariam para que todos os americanos tivessem um plano de saúde durante 50 anos. Stiglitz não é tão estúpido para concluir que se tais gastos não tivessem sido feitos, todos os americanos passariam a ter um plano. Mas a esquerda brasileira, fazendo eco ao que apregoa mentirosamente essa “juventude” que protesta, acha que a Dilma devia ter usado esse dinheiro na construção de hospitais. Não diria que é burrice divulgar tal coisa, mas não diria também que seja uma manifestação inteligente.

Responder

Pedro

26/06/2013 - 21h31

Stédile, me surpreendeu muito, muito mesmo que você tenha caído nessa armadilha com nome de jovens. Todos nós fomos jovens, e nunca a direita nos respeitou por isso. Para ela, sempre fomos aqueles que queriam mudar a sua ordem capitalista, a melhor de todas. Não vou dizer que duvido porque não duvido coisa nenhuma. Tenho absoluta certeza que se a juventude do PT for para a rua e levantar palavras de ordem contra a mídia, de jovens não são chamados. O seu MST tem um monte de jovens. De que mesmo são chamados esses jovens? A riqueza vocabular que usam contra vocês nunca inclui essa categoria: jovens. Vocês são, segundo eles, desordeiros, tenham vinte, trinta, quarenta, cinquenta, oitenta anos.
Não sei, Stédile, como você não vê que esses “jovens” que estão nas ruas estão obedecendo ao que há de mais decadente atualmente existente na sociedade mundial. Eles são o fruto mais pobre desta sociedade em profunda crise, a sociedade capitalista. Estão desesperados, como está o patrão deles, o império, exatamente porque, ao que parece e segundo o que tudo indica, essa crise está anunciando a necessidade de uma profunda mudança nos rumos sociais, em termos globais. É isto que está nas ruas.
Falam em mudanças radicais, como, por exemplo, educação universal. Tal palavra de ordem, muito fácil de ser alardeada, está aí apenas para confundir a esquerda. Melhoria na saúde, e medicina de boa qualidade. Mas como seria isso possível, se a sociedade que eles defendem, a capitalista, vive precisamente da miséria do povo e, portanto, de suas péssimas condições de vida? Dos capitalistas só restou essa face, que é atualmente a dominante, a de produtores de mazelas.
O que me surpreende é que estejam confundindo a esquerda com tanta facilidade. A esquerda esqueceu até daquilo que em certos momentos ela lembra à direita: a existência de classes sociais e de sua inevitável luta pela divisão da riqueza entre aqueles que produzem e aqueles que vivem do lucro. Não será que essa sua juventude está nas ruas protestando precisamente contra a incursão que o PT está fazendo na parte da riqueza que ela considera sua de direito, de direito sancionado por aqueles que falam em nome da divindade? Um partido que está no poder, e cujo programa principal é o fome zero, é, por sua natureza, inimigo. Fome zero, Stédile, é coisa muito perigosa para esses filhinhos de mamãe que estão se manifestando nas ruas. Não querem dividir sua farta mesa com o povo, e é por isso que estão organizados, organizadíssimos pelo inimigo da humanidade, o império americano, ou melhor, o capitalismo altamente concentrado, que não vê senão na destruição da riqueza material e dos homens a única saída para prolongar sua condição de moribundo.
Essa sua posição, Stédile, me desculpe te dizer, com todo o respeito que você merece, vai redundar numa forma de desmobilização da luta necessária neste momento contra essa sociedade decadente. Nós homens, ou melhor, a humanidade, não precisamos mais do capitalismo. A sociedade que o capital criou está enferrujada. A juventude que está nas ruas do Brasil é parte dessa ferrugem.

Responder

    Valdo Vieira

    27/06/2013 - 08h39

    Espero que este movimento seja vencedor e derrube esse nosso Governo. Afinal esse é objetivo. O grande erro desse governo foi apenas se preocupar com o bem estar fisico da população, esquecendo de preparará-la justamente para estas situações. Muitos dos que entraram na nova classe média estão nas ruas macaqueando a burguesia. Portanto, é preciso que a direitona retome a parte do poder que perdeu, só assim, daqui há muitos anos, já nos livros de historia, esse “!jovem de hoje”! se envergonhe da merda que fez. Diferentemente da verdadeira juventude dos anos 60, onde enfrentar o sistema era risco de morte. Afinal, na verdade, estamos presenciando a decadência humana, onde a ignorância é o grande capital.

Aton Fon Filho: A direita sai de casa pela porta da esquerda - Viomundo - O que você não vê na mídia

26/06/2013 - 15h35

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa #changebrazil: Leitores estranham conexões do “movimento” […]

Responder

Urbano

26/06/2013 - 15h13

E os da oposição ao Brasil conseguem fazer algo diferente do desvirtuamento da dita oportunidade de negócio?

Responder

Mário SF Alves

26/06/2013 - 14h52

Ainda sobre Einstein, Lula e Mandela:

https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/p480x480/544264_269236893210802_1066510470_n.jpg

E agora toda a sutileza do veneno da ideologia capitalista:
África do Sul lembra 50 anos da prisão de Mandela. Ela é feita de 50 barras de metal cravadas em base de concreto.

Responder

    Mário SF Alves

    26/06/2013 - 15h07

    E agora toda a sutileza do veneno da ideologia capitalista:
    África do Sul lembra 50 anos da prisão de Mandela. Ela é feita de 50 barras de metal cravadas em base de concreto.
    _________________________________
    A dúvida é:
    Ainda que reconhecendo que a dita “homenagem” é iniciativa daquele País, por que se concedeu a ele o Nobel da Paz? Não seria muito mais justo?

Maria Rita

26/06/2013 - 14h29

Ao ver o manifesto do pessoal da Rocinha e do Vidigal, a gente entende melhor o que está por trás de tudo: especulação imobiliária, silenciar os movimentos sociais da periferia e muito mais. Realmente, para que serve um teleférico e para quem servem as obras de saneamento básico. Estão limpando a área, tal qual dona Sandra Cavalcanti sonhara um dia no governo lacerdista. Será que teremos fôlego para chegar ao dia 11 de julho? Sintomas de risco: descartada pela base de apoio (que apoio!) a reforma partidária, afastada a hipótese de criação de uma lei que torne a corrupção um crime hediondo, os manifestantes apartidários vão hoje chutar umas tantas bolas simbolizando os políticos e seus partidos no congresso. Vão prender um deputado desconhecido por prevaricar, enquanto a ‘purissima vestal do Paraná” Álvaro Botox, propõe a cassação nominal de políticos.Nem imagina que chegará a ele. Isso tudo para oferecer ao povo nas ruas, um Cristo no lugar de Barrabás. E mais uma vez atropelar o processo da ação contra o PT. Enquanto isso, o império internacional das grandes corporações já estão mais do que satisfeitas. Vão eliminar de uma só tacada, seus antigos intermediários e malandros carissimos, contratados para aprovar leis que as favoreçam. Talvez nem para o poder midiático vai sobrar seu quinhãozinho de lucro.

Responder

Mário SF Alves

26/06/2013 - 14h23

E agora, a pergunta que não foi feita e que não convém calar: e se a direta, mediante essa estratégia cada vez mais suja, cada vez mais globalizada, ditada pelo capital financeiro, vencer? Quais as consequências disso? Como será o Brasil depois disso?
_____________________________________
1) Retrocederemos a algo similar ao AI-5, resultante do golpe de 1964?
2) Quantos milhares ou milhões de brasileiros serão violentados e mortos unicamente para – mais uma vez – prevalecerem os interesses dos traidores, dos oportunistas e dos políticos de carreira, eleitos para defender interesses exclusivamente contrários ao interesse do povo brasileiro?
_______________________________________________
Retrocesso, não! O Brasil para os brasileiros! Lutaremos pelo “Brasil Um País de Todos”. Tudo contra o BraZil com Z, produto de uma minoria traidora, estúpida, covarde, oportunista e socialmente insensível! E viva a verdade, a maior arma contra o ódio e ambição desmedida.
_____________________________________________________
O que fazem com o Brasil agora é pura covardia. Já vimos isso antes. A História e as cicatrizes deixadas não nos deixam esquecer. Mais uma vez a covardia; mais uma vez querem impedir o progresso do Brasil; mais uma vez estarão escondidos, dissimulados, atrás do manjado, irreal e anacrônico discurso da AMEAÇA COMUNISTA.
_____________________________________________________________
Não sobrevivem sem a manipulação ordinária. Não sobrevivem sem seus políticos ordinários. Não sobrevivem sem uma mídia igualmente ordinária e fora-da-lei. São covardes e, quando a plenos poderes, são assassinos! Tudo em nome do lucro fácil. Tudo em nome da subserviência. Tudo dissimuladamente em nome dos EUA. Sua forma de agir ficou expressa desde o maldito e tenebroso 64.
__________________________________________________________________
E, respeitosamente, sugiro que quando tudo parecer perdido, nós e todos os que querem um Brasil os brasieiros, não nos esqueçamos deles. O primeiro é aquele que fugindo de um certo nazismo foi forçado a migrar para os EUA; o outro é o Nelson Mandela, um herói e cidadão do mundo, que teve contra si todo o ódio de classe traduzido na forma do secular apartheid sul-africano; e o último, é o nosso Lula, aquele que igualmente, desde criança, teve contra si todo o ódio de classe traduzido na forma da secular exclusão social brasileira. Os três estiveram muito mais próximos da verdade do que muitos de nós:

<a href="” rel=”lightbox”><img src="” class=”comment-img” title=”clique para ampliar”>

<a href="” rel=”lightbox”><img src="” class=”comment-img” title=”clique para ampliar”>

http://nla.gov.au/nla.pic-an23381561-v




Responder

Emir Sader: Governo paga caro por não ter democratizado os meios de comunicação - Viomundo - O que você não vê na mídia

26/06/2013 - 11h46

[…] Stedile: Empreiteiras e Globo se apropriaram de gastos exagerados da Copa […]

Responder

Rose PE

26/06/2013 - 10h18

Stédile é um cara sensato, saber refletir muito bem sobre o momento, eu também tenho visto esses manifestos com certa desconfiança, pois a quanto tempo os profissionais da educação e saúde fazem greve e clama pelo apoio da população e não vejo ninguém saindo de casa e indo se juntar as essas manifestações, vejo sim, xingando-os de vagabundos e dizendo que eles estão só atrás de salários, o quê não é verdadeiro. Não me dou o trabalho de participar dessas manifestações que já se tomou uma cara de golpistas internacionais com ajuda de uma classe brasileira que ganha com isso.

Responder

Mardones

26/06/2013 - 09h03

Conversa para boi dormir.

“Acho que as organizações que fazem a mediação com a classe trabalhadora ainda não compreenderam o momento e estão um pouco tímidas”.

E mais:

“E vocês do MST e camponeses também não se mexeram ainda.

É verdade. Nas capitais onde temos assentamentos e agricultores familiares mais próximos já estamos participando. E inclusive sou testemunha de que fomos muito bem recebidos com nossa bandeira vermelha, com nossa reivindicação de Reforma Agrária e alimentos saudáveis e baratos para todo povo.

Acho que nas próximas semanas poderá haver uma adesão maior, inclusive realizando manifestações dos camponeses nas rodovias e municípios do interior. Na nossa militância está todo mundo doido para entrar na briga e se mobilizar. Espero que também se mexam logo.”

Os líderes sindicais – salvo raríssimas exceções – foram cooptados pelo governo federal e tentam sair com desculpas como a do Stedile.

Responder

    Wagner

    26/06/2013 - 14h17

    Desacreditar dos sindicatos, é tudo que a classe trabalhadora não pode fazer. Já estou recebendo alguns boletins do Conlutas convocando início de uma possível mobilização, logo, o sindicato terá que se manifestar, impossível prever o que virá.

    Mário SF Alves

    26/06/2013 - 14h30

    E agora, diz aí, prezado Mardones, qual seria a sua conversa pra boi não dormir.

    Atenção: Só não vale uma nova e pior versão da dita conversa de ninar e pra fazer o boi dormir.

Remidio Pereira

25/06/2013 - 21h37

agora é a hora de DILMA!convocar o povo a ir as ruas contra os golpistas e a rede globo! assim como propõs collor antes do impeachment,mas DILMA É DILMA!!!

Responder

Bonifa

25/06/2013 - 20h31

Sinceramente, depois de ouvirmos os discursos dos heroicos representantes do DEM, do PPS e do PSDB na Câmara dos Deputados, que se autodeclararam os legítimos representantes dos jovens que protestam nas ruas, estamos renunciando ao encontro marcado no tradicional bar para assistirmos o jogo do Brasil, tomando a tradicional cervejinha. Temos medo de sermos apedrejados. Temos certeza de que o povo, assistindo ao jogo clandestinamente na surdina de suas casas, tal como as resistências europeias faziam ouvindo a BBC de Londres em território ocupado pelos nazistas, vão abafar na garganta com um travesseiro o grito de um eventual gol. Ou poderão ser apedrejados.

Responder

Márcio Pereira

25/06/2013 - 20h09

Me desculpe, Stédile, mas com todo respeito, eu me “atrevo” a dizer que você está errado na sua análise.

As manifestações do MPL, antes da operação psicológica da direita para levar gente pra rua durante a Copa das Confederações e promover o caos, eram um fenômeno restrito a São Paulo, e não chegaram a reunir nem perto da mesma quantidade de gente que reuniu depois que começou a operação psicológica da direita, com vídeos profissionais na internet, e a grande imprensa passando a falar em “manifestações cívica e pacíficas”.

As manifestações do MPL tiveram relativo sucesso porque tinham uma bandeira específica que calou fundo no caos urbano da megalópole que é São Paulo. Sem contar que sempre foi fácil mobilizar secundaristas contra aumento de passagens, isso é uma tradição nacional.

Mas manifestações gigantescas que se espalharam por todo o país a partir da abertura da Copa das Confederações, não foram obra do MPL. Foram uma conspiração da direita e da grande mídia, com objetivo de desgastar ou mesmo derrubar o governo Dilma. E o sucesso delas se deu, em parte pelo “modismo” nas redes sociais, o desejo de “estar na moda”.

Responder

J Souza

25/06/2013 - 19h55

A questão da luta ideológica é ainda maior nas escolas, porque a direita está tomando o controle do material didático do ensino fundamental e médio, e até mesmo da docência em muitas universidades, principalmente particulares, que são a maioria.

Isto, aliado ao fato de as cada vez mais utilizadas redes sociais estarem nas mãos dos burgueses, e utilizadas ainda predominantemente pelos conservadores, torna o desafio da esquerda ainda maior.

Estes são alguns dos motivos que vem tornando a sociedade brasileira cada vez mais conservadora.

Concordo com Stédile. É hora de lutarmos por corações e mentes!

Responder

    Luiz Moreira

    25/06/2013 - 22h30

    Não use esta frase infame. Esta foi a frase que iniciou o enterro americano no Vietname. O governo tem de sofrer uma depuração muito grande e o PT, mais ainda. É melhor morrer com honra. Chega destas maquinações com gabinetes cheios de pessoal da QUINTA COLUNA. Madrid está indo para o brejo.Acordem. Nada de recuos. O ataque é pelo menos, um ato de coragem, mesmo que suicida.

FrancoAtirador

25/06/2013 - 18h55

.
.
Meus amigos e minhas amigas,

A Verdade é esta:

Enquanto a Saúde e o Ensino não forem 100% públicos no Brasil,

e não houver Pluralidade nos Meios de Comunicação de Massa,

não haverá mudança radical na estrutura social deste País.

A ‘Nobreza Real’ continuará subjugando a ‘Plebe Ignara’

que continuará esperando a Justiça e a Salvação no Messias

[não o Matuto Bananiense, nosso grande guerrilheiro virtual,
mas o Salvador da Pátria e Redentor da Alma e do Espírito]

“God save the Queen or King for save the People…”
.
.

Responder

alex

25/06/2013 - 18h49

ENQUANTO ISSO EM BH, POLICIAL MILITAR DIZ:

“ME FILMA QUE EU TE REGAÇO”

A censura tá brava em Minas. Quem quiser se inteirar o que rola em BH,

leia o NovoJornal (só colocar no Google). Bicho tá pegando por lá.

http://www.youtube.com/watch?v=rPa12gdx8uk

Responder

jaime

25/06/2013 - 18h43

Uma descrição lúcida e bem abrangente da situação.
Tomara que eu me engane estrepitosamente, mas não vejo na Dilma capacidade política para capitalizar esse movimento das ruas. Vejo uma economista e ainda assim com muitas restrições, tipo PPPs, leilões de petróleo, confiança na mídia tradicional, ou seja, um grande engano.
Minha esperança é de que os próprios manifestantes, pelo menos a maioria deles, saibam quem de fato os está roubando. No caso do transporte público é fácil, todo mundo grita e fala da máfia dos donos de transportadoras, mas e nos outros casos?
Acho que deveria ser incluído na Constituição um artigo dizendo clara e explicitamente que não é função do governo, via dinheiro público, garantir o lucro de capitalista nenhum, seja no transporte, nas comunicações, na agricultura, na dívida pública, em qualquer setor da economia.
A não ser, claro, que a direita consiga inserir uma cláusula dizendo que está instituído oficialmente o Socialismo Empresarial. O Eike gosta. E o governo tem praticado.

Responder

Fabio Passos

25/06/2013 - 18h27

Stedile está coberto de razão.

E se a Dilma acredita mesmo que a nossa “democracia” deve representar os cidadãos e não o poder econômico… está na hora de levar o governo para a esquerda!

O governo precisa rejeitar totalmente a pauta atrasada do PiG e deixar os conchavos com congressistas reacionários de lado.

Responder

trombeta

25/06/2013 - 18h05

É sempre bom ouvir um cara como Stédile, umas das coisas que chama a atenção na bandeira da contrariedade à PEC 37 é que os mesmos grupos que são contra não se importam com a obscenidade das férias de 60 dias dos membros do ministério público.

É estranho ou não é?

Responder

renato

25/06/2013 - 17h24

Outra coisa aqui é o PROCON, que não esta funcionando a contento.
Há processos de agosto /2012. Prefeitura é responsável, eu vi a Dilma cobrando qualidade e participação dos Procons, aqui na minha cidade
a coisa é direita…de partido.

Responder

    Remidio Pereira

    25/06/2013 - 21h28

    não é só em sua cidade renato! as cidades do brasil,estão com procons submissos a grandes empresas,principalmente de âmbito de comunicação! somos reféns de empresas que desobedecem contratos e vivem impunes! quem poderá nos defender?

Donizeti - SP

25/06/2013 - 17h23

A comunicação do governo federal é um desastre, a SECOM funciona como uma verdadeira 5a. coluna dentro do governo Dilma.

Porque a SECOM deixou a mídia conservadora criar a mentira que a Copa do Mundo de 2014 vai tirar recursos da educação e da saúde e só vai dar prejuízos para o Brasil, turbinando as manifestações e colocando o governo nas cordas?

Fonte da informação: Época Negócios.

Despesas com a Copa: R$ 22,46 bilhões. Lucro:Copa 2014 trará R$ 142 bilhões ao Brasil

Mais do que um campeonato internacional, a Copa do Mundo de 2014 irá mudar a cara do Brasil nos próximos anos. E não apenas das 12 cidades-sede. O mundial deve injetar R$ 142 bilhões na economia brasileira de 2010 a 2014, segundo o estudo Brasil Sustentável – impactos sócio-econômicos da Copa do Mundo de 2014, realizado pela consultoria Ernst & Young em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. A avalanche de recursos irá criar 3,63 milhões de empregos, além de adicionar R$ 63,48 bilhões à renda da população.

Somente em investimentos para garantir a infraestrutura e a organização do campeonato serão gastos R$ 22,46 bilhões. O setor de mídia será o que demandará mais recursos, R$ 6,5 bilhões. Na seqüência, aparecem os gastos com a construção de estádios (R$ 4,6 bilhões), parque hoteleiro (R$ 3,16 bilhões), segurança (R$ 1,7 bilhão) e Tecnologia da Informação (R$ 309 milhões).

Para coordenar tamanho empreendimento, o Brasil precisará de muito planejamento. “Este é um desafio inédito para o país. Será necessário muita governança, gestão, monitoramento, controle e transparência”, afirma José Carlos Pinto, sócio de assessoria de riscos da Ernst & Young.

Além dos investimentos diretos na Copa, outros R$ 112,8 bilhões serão injetados na economia através do crescimento de setores como construção civil, turismo e comércio.Os turistas estrangeiros trarão para o país nos próximos anos uma quantidade significativa de recursos. No período 2010-2014, o número de turistas internacionais deve crescer em 2,98 milhões, alcançando 7,4 milhões no ano da Copa, em 2014. Nestes quatro anos, deverão ser geradas receitas adicionais de R$ 5,94 bilhões. Para o ano do campeonato, serão nada menos do que US$ 8,73 bilhões trazidos ao países com gastos de turistas.

O setor mais beneficiado pelo fluxo de estrangeiros será o de hotelaria – cerca de 19,5 mil unidades hoteleiras devem ser construídas – , que deverá receber R$ 2,1 bilhão dos visitantes, seguido pelo de alimentação com R$ 902,8 milhões e pelo comércio com R$ 831,6 milhões.

Cidades-sede
As cidades-sede – Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo – da Copa do Mundo 2014 irão receber de investimento em infraestrutura cerca de R$ 14,54 bilhões. O montante investido deve adicionar aos PIBs municipais R$ 7,18 bilhões. Somente na reurbanização e embelezamento das cidades serão gastos R$ 2,84 bilhões.

Dos municípios escolhidos para acolher os jogos da Copa do Mundo 2014, o Rio de Janeiro será o que precisará de mais investimentos para sua preparação, R$ 1,97 bilhão. Em compensação, também será a cidade que terá mais recursos injetados em sua economia: serão 987,4 milhões “O Rio será um dos destaques, porque está com a estrutura hoteleira muito defasada e o Maracanã terá que passar por reformar, mas todas as sedes serão fortemente impactadas”, diz José Carlos.

Natal, com investimentos previstos em R$ 1,5 bilhão, e São Paulo, em R$ 1,45 bilhão, são as outras cidades com o maior orçamento. O retorno previsto para elas é de R$ 758,6 milhões e R$ 723,3 milhões, respectivamente.

-Fonte: época negócios-

Responder

renato

25/06/2013 - 17h21

Estou com Stedille.
É Rua…..
Aqui em Ponta Grossa querem o julgamento da vereadora
do PT, que foi sequestrada no dia da posse…
Não sei o que o PT esta fazendo? Mas era reividicação
do gurizada… Foi fiasco dos feios….e o pior que eu
PT nada sei…

Responder

Deixe uma resposta