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Seminário discutido por Lula em “grampo” com executivo foi promovido pelo Valor Econômico

15 de agosto de 2015 às 02h15

Captura de Tela 2015-08-15 às 02.11.50

Norberto, Emilio e Marcelo Odebrecht

Da Redação

Um opositor poderia estranhar, sim, o nível de intimidade de um ex-presidente da República com o executivo de uma empreiteira. Como observou sarcasticamente a psolista Luciana Genro no twitter, se Lula disputar o Planalto em 2018, “será o candidato da Odebrecht”.

O comentário foi feito a propósito de mais um vazamento da Polícia Federal/Ministério Público, feito através do porta-voz dos vazamentos da Lava Jato, o Estadão: o grampo de uma conversa entre Lula e o executivo Alexandrino de Salles Alencar.

alexandrino-alencar-lj-lula alexandrino-alencar-lj-lula-2A conversa foi gravada no dia 15 de junho de 2015. Para criar suspeição, O Globo diz que foi “às vésperas” da prisão de Alexandrino, que na verdade aconteceu dia 19.

Mas, afinal, do que trataram os dois na conversa? Basicamente, de um seminário promovido pelo jornal Valor Econômico no mesmo dia 15: Uma Agenda para Dinamizar a Exportação de Serviços.

Do seminário participaram, entre outros, o presidente da Odebrecht, o presidente do TCU, Rodrigo Azeredo — diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério das Relações Exteriores — e o “tucano de primeira plumagem” Gianetti da Fonseca.

O que disse Gianetti no evento?

O economista e sócio da Kaduna Consultoria, Roberto Gianetti da Fonseca, criticou nesta segunda-feira, 15, o caráter ideológico que passou a envolver as discussões acerca dos financiamentos públicos às exportações de serviços de engenharia. “Temos de acabar com essa demonização do financiamento às exportações de serviços”, disse o economista, ex-secretário de Comércio Exterior do governo FHC. “Que história é essa de se chegar no Senado e falar mal destes financiamentos por eles terem sido criados pelos presidentes Lula e Dilma? Isso tem que se tornar um projeto de Estado”, disse o economista, durante participação de evento sobre exportações de serviços, em São Paulo.

Ora, se a intenção é dizer que Lula fez lobby pela Odebrecht podemos dizer o mesmo de Gianetti e do próprio Valor Econômico, que promoveu o seminário e convidou Marcelo Odebrechet para falar?

Quanto ao elogio que Emilio Odebrecht teria feito ao “documento de vocês”, sublinhado pelo delegado da PF como se fosse algo sinistro, aparentemente se refere à resposta que o Instituto Lula deu a uma reportagem da revista Veja que denunciou contribuições de empreiteiras ao instituto. 

Não há nada de extraordinário ali.

Nada mais grave que Fernando Henrique Cardoso ter recebido 500 mil reais para seu instituto da Sabesp!

Aqui, você pode ver quem foram os participantes do seminário do Valor Econômico e fazer o download de algumas falas.

O interesse da Odebrecht no assunto é óbvio: a empresa é uma das maiores exportadoras brasileiras de bens e serviços.

Porém, o delegado da Polícia Federal Eduardo Mauat da Silva, em seu relatório, parece ter lido coisas demais no diálogo. Não é de estranhar: assim funciona a mente policial.

Às vezes vê coisas onde há. Ou onde não há. Por exemplo? No relatório, o delegado diz que logo depois da prisão Alexandrino conversou com Marta Pacheco Kramer, identificada como funcionária do Instituto Lula. Só que não. Na verdade, ela trabalha para a Odebrecht. Um erro, vamos dizer, grosseiro!

É justamente por isso que, nos Estados Unidos, como escrevemos aqui, nem o FBI nem o Ministério Público vazam informações de inquéritos em andamento à imprensa. O risco, além de atrapalhar as próprias investigações, é de comprometer publicamente pessoas inocentes.

Como em “Marta Pacheco Kramer funcionária do Instituto Lula”. Ou em Marice, a cunhada do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que segundo “prova fotográfica” indiscutível da PF era Giselda, a esposa de Vaccari.

O motivo dos vazamentos do MP e da PF é simples: criar comoção pública que justifique condenações mesmo sem provas absolutamente consistentes. É o tal do julgamento midiático, defendido tanto pelo juiz Moro quanto pelos promotores da Lava Jato.

Abaixo, o artigo de Delfim Netto ao qual o ex-presidente Lula faz referência na conversa:

Exportação de serviços e o ‘complexo de vira-lata’

Antonio Delfim Netto, no Valor Economico

O Brasil vive o resultado de uma combinação trágica de eventos gestados pelo governo em 2014 para conseguir a reeleição: 1) um laxismo fiscal que duplicou o déficit fiscal (6,2% do PIB contra a média de 2,7% entre 2009 e 2013); 2) um déficit primário de 0,6% do PIB (o primeiro desde a ida ao FMI no primeiro mandato de FHC); 3) intervenções pontuais para controlar a inflação, que levaram o setor industrial à regressão de 1,2% e que 4) deixaram uma inflação “reprimida” da ordem de 2% a 3%; e 5) um aumento da dívida bruta/PIB de 2% (de 56,9% do PIB em 2013 contra 58,9% do PIB).

O mais importante ingrediente da campanha eleitoral foi a insistência da oposição na necessidade de um “ajuste fiscal”, o que o governo negou peremptoriamente: tudo estava em “ordem” e, portanto, se prosseguiria com a mesma política.

Pois bem. Antes mesmo da nova investidura, a presidente reconheceu implicitamente a realidade. Enviou ao Congresso algumas medidas que haviam sido preparadas pelo ilustre e mal compreendido ministro Guido Mantega. Tranquila e dialeticamente, negando a negação, o governo, como São Paulo na estrada de Damasco, sofreu uma conversão de 180º na sua política econômica.

Os eleitores, tanto os que preferiram Dilma (pouco mais do que 1/3) como os que a rejeitaram (pouco menos de 2/3) receberam, uns com enorme desilusão, outros com enorme ceticismo, o incontornável “ajuste fiscal”. E o PT, o principal beneficiário do “desajuste fiscal”, o recebeu com os dois. A essa gigantesca confusão política somou­se a econômica, o que inibiu uma coordenação sólida e confiável entre o Executivo e a sua base “virtual”, agora em reconstrução devido à competência e habilidade do vice-­presidente Michel Temer.

Isso deu margem para que, ao lado do aumento do desejável protagonismo do Legislativo, importante fator de aperfeiçoamento do processo democrático, se propagassem no Congresso mitos insensatos, como é o caso, por exemplo, de sugerir que os empréstimos para exportação de serviços de engenharia do BNDES são um “prejuízo nacional” e expô-­lo a uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Mesmo competente e com a melhor boa intenção, ela pode prejudicar a significativa exportação de tais serviços que vimos construindo com paciência e algum sucesso desde 1966.

Não é porque a “transparência” seja má, mas porque nossos competidores no mercado internacional de serviços de engenharia são a Espanha, os Estados Unidos, a China, a Alemanha, a França, a Itália e a Coreia, que estão sempre atentos a qualquer informação que lhes dê alguma vantagem, inclusive usando os seus serviços oficiais de espionagem.

É abusivo dizer que o BNDES é uma “caixa preta” e é erro grave afirmar que deve dar publicidade às minúcias das suas operações, o que, obviamente, revelaria detalhes dos contratos de seus clientes que seriam preciosas informações para nossos concorrentes e, portanto, contra o Brasil. É preciso perguntar por que o Ex­Im dos EUA não aguenta a concorrência dos insondáveis subsídios do Ex­Im chinês, a despeito da regulação da OMC?

É claro que o BNDES deve “prestar contas” aos órgãos reguladores, mas sob a proteção do absoluto sigilo. É lamentável que não se entenda que os recursos do chamado BNDES-­Exim não são remetidos para o país onde se faz o investimento. São usados como pagamentos em reais no Brasil, para centenas de empresas médias e pequenas, com milhares de operários, que fornecem produtos “exportáveis”, sem serem diretamente exportadoras. Elas jamais o seriam se não houvesse um “epecista” que as estimula e, não raramente, as ajuda a promover a incorporação de desenvolvimentos tecnológicos exigidos na dura competição internacional. O pagamento dos serviços, este sim, é em dólares que entram no país.

O Brasil tenta qualificar­-se como um exportador de serviços de engenharia há muito tempo. De acordo com informações internacionais confiáveis (“Engineering News Record”), ainda ocupamos uma participação muito modesta no setor: sete vezes menor do que a Espanha, EUA e China e quatro vezes menor do que a da Alemanha, França e Coreia. Somados, esses competem ­ com subsídios ­ por 2/3 de um mercado da ordem de US$ 550 bilhões por ano.

O desenvolvimento econômico depende de dois vetores: do investimento e da exportação. Os dois produzem efeitos multiplicadores parecidos, mas, sem a sólida expansão das exportações, o desenvolvimento pode ser abortado pelos déficits em conta corrente. A exportação de serviços de engenharia estimula o investimento nacional e a incorporação da melhor tecnologia, porque eles têm que estar no “estado da arte” para vencer a dura competição. Lamentavelmente o saldo dessa conta tem diminuído. Depois de passar por um máximo de US$ 4,3 bilhões em 2012, hoje anda às voltas de US$ 2 bilhões, com viés de baixa…

Não há maior afirmação do famoso “complexo de vira­-lata” do que demonizar o suporte do BNDES quando financia despesas em reais que geram produção e emprego no Brasil e não financia a despesa da instalação externa. E não há maior miopia do que não enxergar que “exportar é o que importa”.

*****

Nota oficial do BNDES sobre o grampo:

O BNDES lamenta tentativas, na imprensa e em redes sociais, de manipular e distorcer informações buscando envolver o Banco em algo supostamente nebuloso a partir da divulgação de um diálogo entre o ex-presidente Lula e um executivo da Odebrecht. A conversa não faz referência direta ao BNDES e tratou de um seminário sobre exportação que teve ampla participação do público interessado e cobertura da imprensa.

*****

Finalmente, já que estamos falando em grampo, que tal relembrar de um realmente comprometedor, do período da privataria das teles?

Deu na Folha, sem maiores consequências jurídicas, apesar de se tratar de um leilão no qual o Estado não deveria interferir:

No diálogo mais importante, [o então ministro] Lara Resende diz ao presidente [FHC] que é necessário forçar o fundo de pensão estatal Previ a entrar no consórcio do Opportunity e da Stet. O presidente concorda. Considera arriscado manter o “aventurismo” que seria representado por um outro consórcio. Como representante do “aventurismo”, o presidente cita nominalmente o empresário Carlos Jereissati.

Depois disso, já que FHC concordava com a operação, Lara Resende pede explicitamente para usar o nome do presidente como forma de pressão. Os dois discutem como acertar a entrada da Previ, no consórcio do Opportunity com o grupo italiano. A Previ também negociava com o consórcio Telemar, de Carlos Jereissati. Eis o trecho da conversa entre os dois:

André Lara Resende – Então, o que nós precisaríamos é o seguinte: com o grupo do Opportunity, nós até poderíamos turbiná-lo, via BNDES Par. Mas o ideal é que a Previ entre com eles lá.
Fernando Henrique Cardoso – Com o Opportunity?
Lara Resende – Com o Opportunity e os italianos.
FHC – Certo.
Lara Resende – Perfeito? Porque aí esse grupo está perfeito.
FHC – Mas… e por que não faz isso?
Lara Resende – Por que a Previ tá… tá do outro lado.
FHC – A Previ?
Lara Resende – Exatamente. Inclusive com o Banco do Brasil que ia entrar com a seguradora etc. que diz, não, isso aí é uma seguradora privada porque…
FHC – … Não.
Lara Resende – Então, é muito chato. Olha, quase…
FHC – …Muito chato.
Lara Resende – Olha, quase…
FHC – Cheira a manobra perigosa.
Lara Resende – Mas é quase explícito.
FHC – Eu acho.
Lara Resende – Quase explícito.
FHC – Eu acho.
Lara Resende – Então, nós vamos ter uma reunião aqui, estive falando com o Luiz Carlos, tem uma reunião hoje aqui às 6h30. Vem aqui aquele pessoal do Banco do Brasil, o Luiz Carlos etc. Agora, se precisarmos de uma certa pressão…
FHC – …Não tenha dúvida.
Lara Resende – A idéia é que podemos usá-lo aí para isso.
FHC – Não tenha dúvida.
Lara Resende – Tá bom.

Leia também:

Marcelo Zero: A quem interessa detonar o BNDES?

 

25 Comentários escrever comentário »

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Eduardo

17/08/2015 - 14h13

Os delegados, agentes e funcionários da PF que grampeiam, articulam, selecionam e vazam, estão todos sob suposto comando e subordinação à autoridade do Ministro da Justiça! Nenhum vazamento foi identificado desde às vésperas das eleições. Fico intrigado! Quase desconfiado! Quando me darão certeza que sou um bôbo?

Responder

Ed

16/08/2015 - 11h06

Combate à perseguição:Basta Moro!

Responder

Dilma Coelho

16/08/2015 - 09h36

observou sarcasticamente a psolista Luciana Genro no twitter, “se Lula disputar o Planalto em 2018, “será o candidato da Odebrecht”.
Não sei por que voces reproduzem comentários idiotas como esse.
Estamos precisando de objetividade.

Responder

    Urbano

    16/08/2015 - 12h22

    O ódio ofusca qualquer consciência; e ainda mais, quando esta existe, obviamente…

    Urbano

    16/08/2015 - 12h29

    Bastante necessário que se reproduza os comentários idiotas, essencialmente de políticos com ares de progressista, porque nos retrógrados da oposição ao Brasil vem a ser coisa de sangue.

    Urbano

    16/08/2015 - 12h34

    Sim! Dilma, eu agradeço por participar do teu comentário. Tudo de bom para ti e família.

Messias Franca de Macedo

15/08/2015 - 22h40

RESCALDO SURREAL!

… E os fatos concretos “não investigados” (sic) pela P(T)F (sic), pasme, desmoralizam o vale-tudo da mesma PTF (‘Polícia Tucana Federal’)!

Responder

Messias Franca de Macedo

15/08/2015 - 22h38

LÁ VEM O MATUTO QUE SENTE CHEIRO DE GOLPE DESDE O DIA EM QUE NASCEU EM PINDORAMA

Confesso: o grau paroxístico de covardia delinquente da impiedosa direitona nos causa vergonha e, sobretudo, depressão.
Depressão que dá vontade até mesmo de desistir da luta, do lídimo e pedagógico confronto!
Depressão exacerbada na medida em que as instituições ditas republicanas deveriam evitar, inibir e punir exemplarmente delitos dessa magnitude.
Absoluto desrespeito!
Não somente em relação à figura de um presidente cujo legado inefável é reconhecido para além das nossas fronteiras e organismos institucionais!
Absoluto, deletério e sórdido desrespeito a todas as pessoas de bem.
Absoluto, deletério e sórdido desrespeito à decência e à essência humana!

******

… diálogos não relativos a fatos criminosos são ‘vazados’ [seletivamente] porque, propositalmente, o estratagema sórdido, covarde e delinquente objetiva, criminosamente, confundir a tal ‘opinião publicada’, produzindo mais desgastes às imagens e reputações do presidente do Lula, da presidente Dilma Rousseff, do
PT e dos setores de esquerda progressistas, nacionalistas e populares…

E o ‘Zé Tucano da Justiça’ com aquela indefectível cara de paisagem!

Ô RRRAAAAIIIIVVVA!

EM TEMPOS NAZIFASCITERRORISTAS:
Um minuto, não!
Uma eternidade de silêncio!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

15/08/2015 - 22h36

Outra questão é:

é justo, ‘nois’ contribuintes – e cidadãos – vivermos submetidos a um regime em que, pasme, a Polícia Federal, simplesmente, não é confiável?!
Desde antanho, aprendemos a não poder confiar na Justiça brasileira!
Nem tampouco na classe política, infame!
Muito menos na “grande” MÉRDIA nativa, o tal PIG!
E mais recentemente no ‘miniSTÉRIO’ Público, “um monstro”, segundo o jurista Sepúlveda Pertence!
E, agora, na Polícia Federal, Tucana!

RESCALDO:
é o tal salve-se quem puder!
Quem (sobre)viver, verá!
A eterna colônia Brasilis festiva!
‘braZ$&l’, segundo a [IMUNDA] Casa Grande [eterna] oPósição ao Brasil – e ao honesto povo trabalhador brasileiro!
Triste ‘braZ$&l’!
Coitados de ‘nois’, bananas!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – matuto ‘bananiense’!

Responder

Messias Franca de Macedo

15/08/2015 - 22h36

… DA SÉRIE ‘A barbárie alcançando outros entes, uma divagação’! I

Paciente ‘fulano de tal’, sexo feminino, 58, foi atendida pelo médico ‘Dr. X’!
Ao tomar conhecimento de que a paciente nutre simpatia pela presidente Dilma Rousseff, o profissional da saúde receitou-lhe uma dieta lauta em carboidratos.
A paciente é diabética tipo I – e a doença lhe acompanha desde a tenra infância!

… DA SÉRIE ‘A barbárie alcançando outros entes, uma divagação’! II

Senhor Felisberto é um latifundiário eleitor de Aécio ‘Never’!
Como de costume, foi à barbearia do Juvenal!
Juvenal, petista roxo, cravou a navalha afiada na jugular do cliente!
Na delegacia, o barbeiro Juvenal alegou legítima defesa:
ouviu do ancião Felisberto que “a ‘veja’ disse que Lula é um ladrão”!

… E a nossa contemporânea pré-Idade Média!
Mantida com os nossos impostos – suor e sangue!

Responder

Messias Franca de Macedo

15/08/2015 - 22h34

O valetudo da Polícia Federal contra Lula.

Por conspícuo e impávido jornalista Paulo Nogueira

Postado em 15 ago 2015

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-valetudo-da-policia-federal-contra-lula-por-paulo-nogueira/

Responder

C.Paoliello

15/08/2015 - 19h04

Se qualquer blog resolver transcrever a quantidade de conversas comprometedoras da época da Privataria Tucana não haveria espaço. E os diálogos que não foram gravados, que devem ser muito piores? Lembram-se das estripulias do tal Ricardo Sérgio? A tucanalha e seus instrumentos, como a Milícia Tucana, são de um caradurismo admirável ao tentar explorar conversas onde não há nada de crimes contra o patrimônio brasileiro depois do que fizeram na Privataria.

Responder

Julio Silveira

15/08/2015 - 12h12

Julio Silveira
15/08/2015 – 12:09
Tenho muitas criticas ao ex Presidente Lula, todas politicas, todas por acreditar ter sido ele irresponsavel no trato com a direita, quando, acredito eu, deveria ter tomado medidas legais cabiveis dentro da sua vasta popularidade para democratizar e até mesmo melhorar, em prol da cidadania, o padrão da relação politicos-empresa mas também por seu comportamente de negação as esquerdas, que evidentemente passa camuflado pelos seus partidários. Mas, apesar de minhas criticas não sou idiota. sei que ele é o melhor candidato para esse país no proximo momento de eleições. Terá novamente meu voto. E, justamente por isso que o texto mostra. A direita se trai, mostra a todos que há um claro frenesi para lhe acompanhar, lhe criar dificuldades, e isso só demonstra suas qualidades como adversário, que é o que me interessa. Desdenham-no a todo instante, criam-lhe alcunhas jocosas, fazem o que pode chamar de bulling marquetizado, tudo para revelar o que lhes vem no mais intimo de seus seres, primeiro o temor, e segundo o respeito ao adversário, por que ninguem se engane só se teme o que se respeita. E na relação com o ex presidente isso é sintomatico. E, para mim, se ele e tão temido por seus adversários mais a direita é por me serve. Por tudo que aprendi e até constatei na vida e dificil servir a dois senhores e está claro o Senhor do Lula é o povo, a seu modo, mas serve ao povo. Para mim basta, é uma questão de posição, de visão cultural. Ele pode até não sair candidato por sua escolha, mas não tenho dividas, o Lula, faz cumprir algum destino para o Brasil, e ainda vai cumprir seu papel para mudança cultural do Brasil, e não sou eu quem diz isso, é a leitura feita no temor da direita, e quem sou eu para lhe impedir o caminho.
Seu comentário está aguardando moderação

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Julio Silveira

15/08/2015 - 12h09

Tenho muitas criticas ao ex Presidente Lula, todas politicas, todas por acreditar ter sido ele irresponsavel no trato com a direita, quando, acredito eu, deveria ter tomado medidas legais cabiveis dentro da sua vasta popularidade para democratizar e até mesmo melhorar, em prol da cidadania, o padrão da relação politicos-empresa mas também por seu comportamente de negação as esquerdas, que evidentemente passa camuflado pelos seus partidários. Mas, apesar de minhas criticas não sou idiota. sei que ele é o melhor candidato para esse país no proximo momento de eleições. Terá novamente meu voto. E, justamente por isso que o texto mostra. A direita se trai, mostra a todos que há um claro frenesi para lhe acompanhar, lhe criar dificuldades, e isso só demonstra suas qualidades como adversário, que é o que me interessa. Desdenham-no a todo instante, criam-lhe alcunhas jocosas, fazem o que pode chamar de bulling marquetizado, tudo para revelar o que lhes vem no mais intimo de seus seres, primeiro o temor, e segundo o respeito ao adversário, por que ninguem se engane só se teme o que se respeita. E na relação com o ex presidente isso é sintomatico. E, para mim, se ele e tão temido por seus adversários mais a direita é por me serve. Por tudo que aprendi e até constatei na vida e dificil servir a dois senhores e está claro o Senhor do Lula é o povo, a seu modo, mas serve ao povo. Mpara mim basta, é uma questão de posição, de visão cultural. Ele pode até não sair candidato por sua escolha, mas não tenho dividas, o Lula, faz cumprir algum destino para o Brasil, e ainda vai cumprir seu papel para mudança cultural do Brasil, e não sou eu quem diz isso, é a leitura feita no temor da direita, em quem sou eu para lhe impedir o caminho.

Responder

JURIDICO

15/08/2015 - 11h20

Quando será combatida a Republica Fascista do Paraná – RPR???

Responder

FrancoAtirador

15/08/2015 - 09h36

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“A Crise vai acabar no dia em que Lula aparecer algemado na capa da Veja”
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O escritor, jornalista e dramaturgo Mário Prata criou uma imagem de impacto para resumir a crise política atual.
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Segundo ele, o clima de ódio só será superado se e quando o ex-presidente Lula aparecer preso e algemado, numa capa da revista Veja.
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“O que vai acontecer?
A situação atual é a seguinte: não tem crise política, não tem crise econômica, tem crise do ódio.
Vai acabar no dia em que sair a foto na capa da Veja do Lula algemado entrando no camburão.
Na segunda-feira, no dia seguinte, todos os empregados que foram demitidos vão ser readmitidos,
o dólar vai cair, o mundo inteiro vai investir no Brasil, o Brasil vai voltar a jogar futebol bem,
vai acabar tudo. Pode marcar com a Alemanha lá na Alemanha. Vamos dar de sete neles”
ironiza Prata, em entrevista ao jornalista Alex Solnik.
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(http://caviaresquerda.blogspot.com.br/2015/08/a-crise-acaba-quando-lula-aparecer.html)
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Responder

FrancoAtirador

15/08/2015 - 09h00

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Sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Portal do Supremo Tribunal Federal
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Ministro Gilmar Mendes recebe Ordem do Mérito Industrial São Paulo
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes,
foi homenageado nesta sexta-feira (12) com a Ordem do Mérito Industrial São Paulo,
em cerimônia realizada na capital paulista.
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A comenda é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp),
destinada a condecorar personalidades e instituições nacionais ou estrangeiras
dignas do reconhecimento e admiração da indústria.
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Em seu discurso, o ministro Gilmar Mendes enalteceu o papel social desempenhado pela Fiesp.
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“Essa preocupação dos empresários com a responsabilidade social, visível nas ações da Fiesp,
gera salutar efeito retroalimentador da cidadania sob qualquer ângulo examinado”, afirmou.
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O ministro foi condecorado pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
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A cerimônia teve, ainda, a participação do governador de São Paulo, José Serra,
e contou com a presença de autoridades do Judiciário e de diretores da Fiesp.
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A Ordem do Mérito Industrial São Paulo, criada em 2007, foi concedida anteriormente
ao presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e ao presidente peruano, Alan Garcia.
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Os presidentes da Coréia, Lee Myung Bak, e o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong,
também foram agraciados com a medalha.
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O ministro Gilmar Mendes foi a quinta autoridade a receber a comenda.
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(http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=100907)
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Responder

José Caetano

15/08/2015 - 08h48

Certo, o Delegado, fazer essa leitura das entrelinhas de uma conversa, formal ou não. Assim funciona o tirocínio policial. Se a polícia trabalhasse apenas com confissões prontas e assinadas, com certeza, as cadeias estariam vazias e políticos ou empresários corruptos jamais seriam pegos. A polícia, se quiser lograr êxito em seu trabalho, tem de ser capaz de antecipar às ações criminosas, tem que saber trabalhar com resquícios de provas.

Responder

    Luiz (o outro)

    17/08/2015 - 08h58

    Bons policiais não vazam informações sigilosas… principalmente seletivamente…

FrancoAtirador

15/08/2015 - 03h18

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A Polícia Federal do Paraná está cumprindo à risca a Agenda Globo.
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Responder

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