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Cartas de Minas

Requião: Dilma entrega setores estratégicos da economia

29 de maio de 2013 às 10h55

do blog do Requião

Volto hoje ao meu tema de eleição, o tema que nesses dois anos e meio de mandato trouxe-me com frequência à tribuna. É a economia, senhoras e senhores senadores. Ela é o sal de nossas vidas. E as nossas vidas, a vida nacional têm andado um tanto quanto sensabor nos últimos meses.

Eu não diria que estamos repetindo o prato de feijão-com-arroz de Mailson da Nóbrega, que aquela mediocridade dificilmente alguém seria capaz de duplicar, mil anos vivêssemos. Mas estamos no ritmo da mesma toada, de idêntico cantochão, marcando passos que não atam e nem desatam.

A idéia parece ser esta mesmo: enrolar até a eleição de 2014; empurrar com barriga e fazer figa para que nada atrapalhe a manobra. Isso de uma banda; de outro lado, aprofundam-se, radicalizam-se as medidas de desnacionalização da economia e de privatização de setores estratégicos, como portos e energia.

Quer dizer, são dois movimentos: a deslocação das encrencas pelo bandulho, para que tudo fique no mesmo lugar, e a aceleração das privatizações, arrancando ciúmes do PSDB, do DEM e do PPS, tal a desfaçatez desse desbaratamento dos bens e das riquezas dos brasileiros.

Na trágica sessão desta Casa do dia 16 de maio, quando foi aprovada a famigerada e pouco cheirosa MP dos Portos, o senador José Agripino, cujas posições em favor das privatizações são claras, transparentes, sem disfarces ou truques, avaliou com acuidade a pantomima:

–Isso parece uma coisa surrealista!”, afirmou.

E emendava:

–Veja bem (…) : qual é a nossa praia, senador Aloísio? A nossa praia são as concessões, as privatizações, o prestígio ao capital privado. Votar uma matéria como essa é a nossa praia!. Está no nosso DNA!

O que o senador Agripino não aceitava, com toda razão, era essa forma de agir com a mão de gato. Afinal, não havia qualquer divergência de fundo entre os defensores do modelo neoliberal e o governo, quanto à privatização dos portos. Assim sendo, qual a necessidade de tratorar a tudo e a todos?

Sem mais aquela, sem pedir desculpas pela falseta, o governo invade a praia do PSDB, do DEM e do PPS com uma ousadia de penetra, espalhando areia e inconveniências no espaço alheio.

Mas eu que aos 72 anos imaginava ter visto tudo, vi mais. Vi, senadores eu ví, naquela constrangedora sessão, ví o líder do governo no Congresso, nosso prezado senador José Pimentel, em um gesto de magnanimidade e reconhecimento, agradecer a senadora Kátia Abreu pela “contribuição fundamental” para que a MP dos Portos fosse aprovada nesta Casa.

Os meus botões agitaram-se ao ouvir a homenagem. Não que a senadora não merecesse a deferência. Pelo contrário, pois igualmente ao senador Agripino, a senadora é transparente, tem posições claras e defende-as com vigor. Pode-se discordar delas, mas não há como desconhecê-las.

Por que então os meus botões inquietaram-se, sacudiram-se? Porque me veio à memória, ressoaram-me aos ouvidos o parecer do senador Jorge Viana, emitido no dia 1º de novembro de 2011, na Comissão de Assuntos Econômicos, contra projeto da senadora Kátia Abreu que, em sua essência, foi reproduzido pela Medida Provisória aprovada neste 16 de maio de 2013.

Entenderam?

A MP, de cuja autoria a Casa Civil orgulha-se e medalha-se pelo feito é, em seus pressupostos básicos, o Projeto de Lei do Senado nº 118 de 2009 da senadora Kátia Abreu repudiado pelo PT et alia na CAE, no dia 1º de novembro de 2011, Dia de

Todos os Santos, dia de todos os milagres, e véspera de Finados, dia de todos os mortos.

Estraçalhada na CAE, a proposta da senadora ressurge um ano e sete meses depois, sob o patrocínio de seus algozes. A alma da proposta da senadora reproduz-se na MP. E os que foram vigorosamente contra, na CAE, foram agora vigorosamente a favor, neste plenário.

Assim, o agradecimento do líder Pimentel à senadora equivaleu a um constrangido pedido de desculpa.

Mas, vamos lá, vamos ao relatório do senador Jorge Viana.

O senador começa rebatendo a argumentação da senadora de que o poder público não tinha recursos para investir nos portos, devendo, portanto, privatizá-los.

Agora, o governo argumenta que o poder público não tem dinheiro para investir nos portos, devendo, portanto, privatizá-los.

Depois de destacar o caráter público dos serviços portuários, o relatório defende a chamada “Lei dos Portos”, de 1993, agora execrada como se fosse a origem de todos os males praianos; assim como cerra guarda, apresenta armas ao decreto de 2008 do presidente Lula, agora também exposto à pancadaria pública.

A senadora pretende que as instalações portuárias de uso privativo misto possam destinar-se, “independente do percentual ”, à movimentação de carga própria e de terceiros.?

Calma, pois lá está o governo vigilante, bombardeando essa idéia.

A senadora considera que “em face do contraste entre as vastas e urgentes necessidades do País (…) e as escassas possibilidades de investimento do setor público, não mais se justifica a vedação (…) à implantação de portos (…) privados para movimentação de cargas de terceiros, “com ou sem a participação de cargas próprias”?

Não se preocupem, o governo está atento para garantir “que o terminal de uso privativo, exclusivo ou misto, deve ter sua construção e exploração vinculadas e justificadas por sua carga própria”.

Preservados esses princípios, como se fossem pétreos, inamovíveis, o relatório do governo dá-nos preciosos ensinamentos.

A citação é longa, mas esses argumentos, que agora são abominados, malditos precisam ser trazidos à memória pois eles não perderam sua validade, apesar da apostasia do governo e de sua base.

Diz o relatório do representante do governo da presidente Dilma Rousseff:

“Decorre desses dispositivos legais que a instalação de terminais privativos destina-se precipuamente à movimentação de carga própria, admitindo-se, adicionalmente, a movimentação de cargas de terceiros, de molde a permitir o aproveitamento econômico da capacidade ociosa desses terminais.

Diferentemente das instalações de uso público, os terminais privativos configuram-se como atividade econômica regida pelas normas do direito privado, para a qual não se aplica a vinculação aos mencionados princípios de continuidade, universalidade, isonomia e modicidade. Constitui prerrogativa das empresas privadas a faculdade de escolher os serviços que prestam, o que exclui, por exemplo, as atividades consideradas não lucrativas. Nesses casos, incumbe ao Poder Público exercer tão somente sua função regulatória, estabelecendo, entre outros, requisitos relativos à segurança e à qualidade dos serviços prestados.

Desse ponto de vista, qual seja o do interesse público, não parece apropriado, como pretende o projeto sob exame, estender às instalações portuárias de uso privativo função idêntica àquela essencialmente reservada aos terminais de uso público.

Como os terminais de uso privativo não estão sujeitos aos princípios gerais de interesse público, porque voltados para a movimentação de suas próprias cargas e, subsidiariamente, de algumas cargas de terceiros, haveria importantes assimetrias de custos de operação e de encargos regulatórios entre os terminais localizados nos portos públicos e os de uso privativo, caso se admitisse a indiscriminada movimentação de cargas de terceiros pelos portos de uso privativo.

Nesse sentido, se tornaria extremamente desigual a concorrência entre os operadores desses dois modelos de terminais — o concessionário de um porto público e o operador privado de seu próprio porto —, com notórias desvantagens para os terminais públicos em relação aos de uso privativo.

Não por acaso, portanto, é rara no mundo a circunstância da privatização total das atividades portuárias, só havendo registro dessa experiência em alguns portos do Reino Unido e na Nova Zelândia, segundo o estudo Port Reform Toolkit, do Banco Mundial, publicado em 2001.

No mencionado documento, especialistas afirmam que a grande maioria dos países considera a privatização total de portos, compreendendo a exploração e a operação a cargo do investidor privado e segundo seus próprios interesses, incompatível com os objetivos nacionais e regionais. São diversas as razões apresentadas para tal diagnóstico, entre elas as de que: (i) a privatização abrangente pode colocar em risco os benefícios macroeconômicos de grandes complexos portuários para a economia nacional ou regional; (ii) há risco de tratamento discriminatório entre clientes; e (iii) a privatização total pode comprometer a competição no ambiente econômico.”

E assim, diante do exposto, coerentemente, o governo pede a rejeição da proposta as senadora Kátia Abreu.

Ah, sim! O projeto da senadora foi distribuído com exclusividade à Comissão de Infraestrutura, a quem caberia decisão terminativa. Temendo vê-lo aceito lá, a então senadora Ideli Salvatti, agora uma das campeãs do esforço em favor da MP dos Portos, fez aprovar requerimentos para que ele fosse discutido e votado em mais duas comissões, a de Infraestrutura e a de Desenvolvimento Regional.

A citação que o relatório do Governo faz das duas únicas experiências, nada bem sucedidas, do modelo agora adotado pela MP dos Portos, as experiências Inglaterra e da Nova Zelândia, para mim é paradigmática, é um clássico! Depois de lançar um anátema, depois de excomungar o modelo, depois de abominá-lo e amaldiçoá-lo, o governo adota-o! Desaconselhados pelo Banco Mundial, os modelos portuários inglês e neozelandês têm agora a companhia brasileira. Alvíssaras! Nunca é tarde para aderir ao atraso!

Risca-me a memória as frases iniciais de um famoso discurso de Rui Barbosa: “Diante disso, depois disso não sei como principie…..”

Diante disso, depois disso, não sei como continue. Talvez a perplexidade do senador José Agripino sintetize a intrujice: “Isso tudo é surreal!”.

Mas aquela infeliz semana reservou aos brasileiros outra grande desgraça: os leilões da Petrobrás. Poucas vezes ouvi e li argumentos tão oportunistas, tão antinacionais, tão frágeis e tão pouco honestos a favor de alguma coisa, como os em defesa dos leilões do dia 14 de maio.

Ao ouvir e ler fiquei triste porque vi mais companheiros abandonando posições na barricada em defesa dos interesses populares e nacionais. Que tantos tenham desertado de antigas defesas, comprova-se todos os dias. Mas não esperava que a desistência ampliasse tanto.

Meu Deus! Como defender, como justificar mais esta rodada de leilões de petróleo?

Na verdade não é só o leilão do petróleo; e nem é fortuita, ocasional a coincidência que a privatização dos portos tenha sido aprovada no dia seguinte ao dos leilões. Como disse o Partido Comunista Brasileiro, o PCB, em uma corajosa e militante nota política: estamos vendo o maior processo de privatizações na história do Brasil.

Diz o PCB: privatizam-se estradas, aeroportos e portos; privatizam-se o petróleo e hidrelétricas; e, ao se colocar recursos financeiros e humanos das estatais, como o BNDES, a Petrobrás, a Caixa e o Banco do Brasil, a serviço de entes privados, temos as chamadas “privatizações brancas”.

O que é a política de formação dos tais “campeões nacionais”, cevando um mega especulador como Eike Batista, se não uma “privatização branca”?

Meu Deus! Quando esse tempo passar, quando um dia, lá na frente, alguém nos perguntar: “E naqueles tempos, o que vocês fizeram?”. Constrangidos, envergonhados, vamos responder: “Naqueles tempos criamos Eikes Batistas”.

Lembra ainda o PCB: também é uma forma de privatização a desoneração de seis bilhões de reais em impostos, beneficiando as empresas de telecomunicações para que elas possam atingir as metas que elas prometeram cumprir por contrato com o Estado brasileiro.

Não foi suficiente o escândalo das teles, passadas de mão beijada para o capital privado. Agora vamos livrá-las de pagar seis bilhões em impostos, para que elas, pobrezinhas, possam cumprir o que assinaram.

E não vejo ninguém vociferando contra o não cumprimento do contrato. Não ouço os jornalões e a Globo exigindo que os contratos sejam cumpridos.O princípio tão caro para os liberais do “pacta sunt servanda” serve apenas para o Estado, como se vê. Seis bilhões de impostos perdoados para que a teles cumpram as obrigações que assumiram e não honraram.

E, agora, como lembra a nota do PCB, a “cereja do bolo”: foram entregues à iniciativa privada, a um capitalismo claudicante, baleado pela crise, 289 blocos para a exploração de petróleo, com potencial, segundo cálculos moderadíssimos, de se produzir até 14 bilhões de barris ou quem sabe até 19 bilhões.

Com os leilões, a Agência Nacional do Petróleo espera arrecadar cerca de um bilhão de reais, uma quantia que representa zero vírgula vinte e cinco por cento do valor dos blocos. A nota do PCB fala que é menor ainda, cerca de um milonésimo do valor total.

Fantástico, não?

Nada, nada, avalia o economista Adriano Benayon, citando o químico Roldão Simas, dá para reformar um estádio de futebol para a Copa; ou como diz o PCB, dá para pagar a reforma do Maracanã, com o devido ágio à corrupção.

A ANP, talvez das agências reguladoras a mais querida da mídia e do mercado, disse que nos blocos licitados deverão ser descobertos 19 bilhões de barris de petróleo e gás, que serão exportados!

Especialistas de verdade como Fernando Siqueira e Paulo Metri, e não aqueles especialistas de fancaria que frequentam, os noticiários globais, peritos como Siqueira e Metri, citados por Benayon, perguntam: “Quem definiu que a exportação desse petróleo é a melhor opção para o Brasil?”.

Enquanto os Estados Unidos proíbem a exportação de petróleo, olhando para frente, nós fechamos os olhos à trágica experiência de países exportadores, que queimaram suas reservas por nada, para nada.

Discute-se muito hoje na Europa, com a falência do modelo neoliberal, junto do qual se enterraram os partidos ditos de esquerda, discute-se muito uma refundação da esquerda. A exaustão dos partidos trabalhistas, socialistas e socialdemocratas, abduzidos pelo neoliberalismo e campeões na aplicação das políticas de austeridade, fez espocarem novos agrupamentos de esquerda por toda a Europa. Na Inglaterra, o cineasta Ken Loach lança apelo por um novo partido, considerando definitiva, irrecuperável, a guinada do Partido Trabalhista para a direita.

Por cinco vezes, não uma ou duas, e sim por cinco vezes acompanhei o PT nas eleições presidenciais. Nas circunstâncias de hoje, fossem esses que se anunciam os candidatos, acompanharia o PT pela sexta vez. No entanto, parece claro que o PT está à deriva, distancia-se da esquerda. Como já não é mais possível classificar como de esquerda os partidos da base, que ainda assim se dizem, em que pese as posições hoje assumidas.

É à esquerda, pela esquerda, que construiremos o país e a sociedade que anelamos há tanto tempo. Não há outra saída. Boa parte da esquerda tradicional, como a camélia, caiu do galho, depois murchou, depois morreu.

Vamos estão, mais uma vez, recomeçar.

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46 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

30/05/2013 - 22h44

Responder

Fabio Passos

30/05/2013 - 15h21

O Requião foi Prefeito de Curitiba e 3 vezes Governador do Paraná.

Sempre teve de administrar “correlação de forças”.
Sempre fez governos de Esquerda.

Nada de privataria.
Sem distribuir benesses a cias transnacionais.
E principalmente… nunca afinou diante do PiG.

Requião é a grande opção da esquerda nacionalista para governar o Brasil.

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Cesar Augusto

30/05/2013 - 14h56

os bichos tucanos e os demos são as ratazanas. são espertas, espertalhonas, malandras, eficientes ladrões de ninhos. roubam com a descobertura da mídia global, civital, mesquital e toda o resto da famíglia.

já o pt é um atrapalhado (ou apatralhado), desengonçado. roubam pouco deixando pistas e merdas por todos os lados, tem ampla cobertura midiática, denunciando, inventando. o pt causa prejuízo não pelo pequeno furto mas pela trapalheira que só. se perderam na conversa de “buteco” nas teorias sem sem fim e correndo atrás do próprio rabo.

..enquanto isso, nos bastidores, o brilhante dd carrega o ouro para casa, livre e solto, graças ao operário gilmarzinho, eficazmente plotado no supremo pelo beiço de suvaco Fernandinho, nosso pior presidente do Brasil…
eta nóis com essa democracia tupininquim…

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Paulo

30/05/2013 - 14h21

Um eleitor do Paraná relacionou os escândalos de Requião:

da COHAPAR, das TVS Laranjas; da PAVIBRAS (Pavimentação e Obras); da SANEPAR (Companhia de Saneamento do PR); dos Cartões Corporativos; da compra dos Tratores; da venda de empresa de Secretária para o Estado; escândalo do CEASA; da falta de aumento para professores; do caso Delazari; do pedágio – ou abaixa ou acaba; do Porto de Paranaguá; da direção do Colégio Estadual; das obras paradas; da maquiagem no orçamento para não aplicar em saúde; do aumento da violência no Estado; do não cumprimento da aplicação de 25% em educação; da TV Educativa – com promoção pessoal e a farra com cargos públicos; da aposentadoria dos policiais civis; do dinheiro gasto em viagens; do apoio com dinheiro público à eleição de Fernando Lugo à presidência do Paraguai; do IPVA; da plantação dos transgênicos e transporte no Porto; do caso Botto de Lacerda; da falta de leitos nas UTIs dos hospitais; do caso Délcio Razera x escutas na Casa Civil; do terminal de álcool do Porto de Paranaguá; da contratação do jornal DCI, de Orestes Quércia, para veiculação de atos oficiais em jornais de circulação estadual; de não pagar aposentadoria especial à diretoras e pedagogas; do desembargador Lippmann; da procuradora Josélia desautorizada e humilhada por Requião; do desvio de recursos na Secretaria do Trabalho; do Porto de Antonina; da demissão do procurador Bonatura, que denunciou superfaturamento de leite superfaturado; dos honorários de advogados que a Copel pagou ao escritório Pinheiro Neto onde o filho de Requião era estagiário; do caso Botto de Lacerda; do Colégio caindo em Ponta Grossa; e do aumento de impostos.

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Gerson Carneiro

30/05/2013 - 13h40

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, percorre as instalações da Petrobras com a presidente da estatal Maria Foster, no Rio de Janeiro, na quarta-feira (29/05).

Responder

    Guanabara

    30/05/2013 - 22h33

    Entreguismo tá bizarro…. começou desde o etanol, ainda com o Lula.

Elias

30/05/2013 - 12h44

Não dá pra negar que Requião faz em seus discursos apontamentos que mexem com as vísceras da realidade brasileira. Mas acho precipitado correr para o “colinho” do senador como se fosse ele o grande condutor da esquerda.

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mariazinha

30/05/2013 - 12h34

Tudo muito bom no seu discurso, Requião. Agora difícil é saber se fosse você na presidência se seria capaz de fazer o mínimo do que fala. Falar é muito fácil, basta abrir a bocarra e toma, culpando os outros sem explicar as dificuldades de governar um BRASIL tomado por cafajestes; executar, fazer é que são elas em um país onde cada um puxa a brasa para sua sardinha, enchendo os bolsos e as cuecas com o dinheiro suado do povo. Aposto que vc, Requião, não conseguiria governar um ano completo com esse jeito grosso de falar; ou então, passaria a falar fino, para conseguir governar até o fim sem meter uma bala na cabeça ou morrer de morte misteriosa.

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Bernardino

30/05/2013 - 11h16

È JOSE RICARDO ROMERO,voce fez a anatomia da DDILMA e do sr LULA seu patrono.Nao se iluda os dois estao de comum acordo no que ela faz,ate porque o que conta é manter o poder.O SR LULA nunca foi de esquerda,alias quem melhor o definiu foi CHICO DE OLIVEIRA,sociologo de fundador do PT quando disse: O LULA é um OPORTUNISTA E CINICO,os fatos mostram!!!

REQUIAO,uma voz que CLAMA NO Deserto!É à esquerda, pela esquerda, que construiremos o país e a sociedade que anelamos há tanto tempo. Não há outra saída. Boa parte da esquerda tradicional, como a camélia, caiu do galho, depois murchou, depois morreu.ELE definiu com LUVAS de pelica o que eu sempre penso: ASnossas esquerdas sao as mais COVARDES E CORRUPTAS da Amerca Latina.Comparem o sr LULA E D DILMA com os atuais presidentes da america do Sul:CRISTINA,O marido KICHNEr,O CORREIA,EVO e o CHAVEZ todos guerreiros e pasmem nenhum deles foi torturado.Ao Contrario a D DILMA e o sr MOJICA do Uruguai,dois ex-guerrilheiros sao FROUXOS.HÁ explicaçao : A sindrome de ESTOCOLMO.Pelo que sabemos so o Grande MANDELA foi a EXCEÇAO!!!

COM essa CORJA Poolitca que aí está mais a Imprensa Bandida e mamipuladora que temos,acho dificil prosperar uma liderança de ESQUERDA autentica pra atender os anseios de uma NAÇAO Soberana,justa e independente para sua populaçao.Parece que estamos condenados a MAldiçao da CULtura PORtuguesa:CORRUPTA,COVARDE E ANTIPATRIOTA!!!!!

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Julio Silveira

30/05/2013 - 10h27

Tenho que admitir, o Requião no plenário só tem feito discursos bons. Parece até os petistas dos velhos tempos, e nem pode se dizer que esteja traindo o partido, pode-se dizer que quer resgatar a dignidade da politica que o PT esqueceu lembrando-os o que já disseram e foram um dia. Hoje o Requião, e até mesmo o Collor (quem diria) são mais petistas que os próprios, que se tornaram a nova Arena do novo Brasil.

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H. Back™

30/05/2013 - 01h39

Sinto que a esquerda (se é que ainda ela existe) sequestrou a agenda política da direita, deixando-a desnorteada. Essa não sabe qual será o caminho que irá tomar.

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Guanabara

29/05/2013 - 22h47

Detalhe: só falta assinar a ALCA.

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Guanabara

29/05/2013 - 22h41

Essas práticas, mais o Mercadante defendendo a “ditabranda”, só se conlcui uma coisa: PT acabou.

O que Roberto Jefferson, Bornhausen, Agripino Maia, Serra, FHC, Globo e Judiciário tanto tentaram, tanto queriam, a Dilma está fazendo sozinha.

Dilma nunca mais.

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    Pitagoras

    29/05/2013 - 23h42

    acabou desde que Lula chegou lá…

Luiz Paes

29/05/2013 - 21h56

Quem mora na região metropolitana do Rio de Janeiro deveriam ouvir um programa de rádio chamado “Faixa Livre” transmitido pela Band AM, no horário de 8 às 10 da manhã, de segunda a sexta. Lá há muito tempo eles estão cantando esta pedra que o Requião está falando E eles estão também na internet é só procurar por “Programa Faixa Livre”.
E o meu bordão é: quero meus votos de trinta anos de volta. Fui enganado!

Responder

assalariado.

29/05/2013 - 20h53

Ora, internautas, a moda agora não é privatizar, isso é démodé. Esquartejar, desmontar, conceder, vender aos pedaços é mais sutil, em se tratando de ‘esquerda’ envergonhada.

O que é a sanha das privatizações senão o desejo maior do capital, em tempos de crise (ou não), que traz a reboque o seu governo da vez, para roubar e saquear com sua mão invisível, as riquezas das nações construídas com o suor do nosso povo. Afinal, na sociedade de luta de classes, a função do Estado do capital, afora administrar dia/ dia os valores e os interesses do capital, a que veio mesmo?

Ah, mas o Estado está sem dinheiro para fazer a economia navegar, porque tem para pagar seus compromisso ‘sociais’ para com os parasitas especuladores e seus agentes. Sim, o gerente da vez em nome do ‘Estado Republicano’ engana as multidões e escamoteia, que o próprio Estado nada mais é que, um ovo choco, um presente ‘democrático’ que o capital nos autoriza a cada 2 anos eleitorais, exercermos nossa ‘cidadania’. Claro, tudo dentro das regras e limites politico econômico e ideológico do que é ser uma ‘Republica’, no conceito burguês de sociedade.

Na ‘democracia’ burguesa, o governo da vez não governa, apenas administra o capital com seus meios e fins ideológicos definidos, que seja, favorecer a burguesia do campo e da cidade, no amplo sentido de sua ganância de lucros. O que está dentro do ovo, digo, das letras mortas da constituição (que a própria elite fez no legislativo) é só enfeite, para nos dizer que vivemos numa sociedade com ‘direitos e deveres’, e que, o capital tem que transitar livre, leve e solto, sem prejuízos, de quem mesmo? O que vale mesmo na sociedade divida entre (CAPITAL X TRABALHO), é a mão nada invisível e ladra do deus mercado que, a cada dia mais, os governos da vez, travestidos de ‘socialistas’ mundo afora, jogam as nações e os povos a deriva.

Socialismo ou Barbárie.

Responder

Urbano

29/05/2013 - 20h11

É Requião… a coisa está feia. Mais parece o tunganato em módicas prestações…

Responder

Fabio Passos

29/05/2013 - 18h03

Se Requião sair candidato a presidente pelo PMDB o segundo turno em 2014 será Dilma x Requião.

E meu voto será pela esquerda: Requião.

E não tenho a menor sombra de dúvida que o PiG e todo o restante da rataiada privata e neoliberal vai se dependurar na saia da Dilma

Requião é disparado a melhor e mais competitiva alternativa da esquerda nacionalista para uma eleição a Presidente.

É da mesma cepa de Leonel Brizola.

Responder

    Pitagoras

    29/05/2013 - 23h43

    tô dentro!

    Lu Witovisk

    30/05/2013 - 04h44

    É um sonho de anos…

    willian

    30/05/2013 - 07h37

    Requião não chega a 1% dos votos.

José Ricardo Romero

29/05/2013 - 17h33

Dilma é medíocre como administradora e completamente incompetente como política. Está perdida, à deriva. Agora vejo que o Lula errou feio ao indicar a Dilma para a presidência. Errou feio de novo quando tratorou as bases do PT para impor seus candidatos nas eleições passadas exceto São Paulo onde ninguém mais aguentava os governos do PSDB e o outro candidato era o Serra, aquele que perde. Lula perdeu todas as indicações. Foi a maior derrota que o PT já sofreu. E agora ele vai impedir o PT de apresentar candidatos a governador em Minas, São Paulo e Rio para atender a este partido balcão de negócios que é o PMDB, do qual o PT deveria estar longe e não fazer acordo para uma fictícia governabilidade que não há.

Responder

Jayme Vasconcellos Soares

29/05/2013 - 16h37

Requião, a dificuldade hoje é encontras alternativas para a escolha de nossos representantes, no elenco de políticos que se nos oferece para as próximas eleições. O povo paranaense deve orgulhar-se do seu Senador Roberto Requião, que, sem pestanejar, encerra os melhores requisitos ao pleito para Presidente da República deste nosso País. O seu prestígio e sua coragem são elevados; mas sei que tudo vai depender de apoiadores políticos e eleitores comprometidos com um destino promissor para nosso povo

Responder

H. Back™

29/05/2013 - 16h29

Caramba! Se isso for verdade pergunto. Será que a esquerda está sem discurso? Não foi para isso que a esquerda lutou e, segundo seus princípios dogmáticos, devia continuar lutando? Até parece que é a direita retrógrada que está no poder!

Responder

rociclea soares pimentel

29/05/2013 - 16h17

Estamos todos com cara de TACHO.

Responder

lulipe

29/05/2013 - 15h34

Quem mandou acreditar no PT???

Responder

    renato

    29/05/2013 - 20h25

    O Lula!

DARCY BRASIL RODRIGUES DA SILVA

29/05/2013 - 15h25

Requião é um político fundamental, daqueles que andam faltando no Parlamento nacional.Requião busca travar a luta aonde ela se decide, ou seja, no plano das ideias. Requião sabe o quanto se naturalizou entre todos nós o pensamento único neoliberal, a ponto de todos falarem de uma suposta globalização como se fosse algo inexorável, tal como são o nascer e o pôr do Sol. Essa globalização em estado de pureza, de que nos fala o pensamento único neoliberal, jamais existiu como tal, senão no plano da propaganda ideológica. A globalização sempre andou a conviver com o seu contrário, ou seja, com os interesses nacionais ou de blocos nacionais formalizados.Por natureza, o capitalismo sempre foi um sistema em busca de novos mercados, de novas fontes de matérias-primas, e , nos dias de hoje, cada vez mais,à procura de regiões onde as legislações trabalhistas e a remuneração e organização dos trabalhadores estejam em níveis rebaixados. Disto decorreu a sua natureza global. Porém, os Estados jamais foram deixados de lado pelas burguesias nacionais dos países capitalistas centrais, como instrumentos de defesa de seus interesses no jogo concorrencial global. Referir-se à globalização como um dado da realidade irrefutável, é ficar sem poder explicar desde fenômenos simples de negação da globalização, como a existência dos subsídios agrícolas europeus e estadunidenses, até mesmo fenômenos de negação da globalização complexos, como o são os de natureza geopolítica que fazem os EUA pontilhar o planeta com suas mais de 280 bases militares. Não fosse assim, o Brasil não teria levado mais de 15 anos para fazer aprovar na OMC um processo contra o subsídio a uma mercadoria de baixíssimo valor agregado como o algodão, movido contra interesses de plantadores de algodão precisamente na economia que mais benefícios recolheria de uma verdadeira abertura comercial. Desde sempre, a globalização tem sido algo que se defende para os outros. Que se veja como se arrastam as negociações de um acordo comercial entre a União Européia e o Mercosul, por conta dos subsídios agrícolas europeus. Requião sabe que um político de sua envergadura precisa desconstruir o pensamento único neoliberal , sobretudo em seus efeitos contaminantes sobre uma esquerda que cada vez mais se perde de seus princípios. Requião não pode se deixar agir como um político fisiológico, despolitizado e, muitas vezes, alienado, como o é Tiririca. Aliás, ao falar da tribuna, ao postular contra o neoliberalismo, de forma tão límpida e clara, Requião, de certa forma, está ao mesmo tempo, oferecendo uma oportunidade de desalienação a políticos como o próprio Tiririca ( alienação não é sinônimo de burrice e nem de incompetência: o mandato de Tiririca é absolutamente legítimo). Pena que Tiririca seja filiado a um partido que pouco se importa com a sua politização, com a elevação de sua consciência política. Estivesse em um partido preocupado com esse aspecto, Tiririca estaria na galeria do senado , ouvindo atentamente a Requião. Poderia , inclusive, se aproximar do senador em busca de explicações mais detalhadas em ambiente de conversa descontraída e formal. Por último, tenho ouvido dizer que concessão não é privatização. Pode ser que seja verdade. Até já vislumbrei algumas situações em que isso parece ser verdadeiro, como a concessão de frequências do espectro eletromagnético.Porém, falar em concessão não a entendendo como privatização no caso de exploração de um recurso finito, como o petróleo, me parece demonstração de indigência intelectual. Que diferença faz para quem extrai o petróleo se , depois de esgotada a jazida, o poder concessionário vier reaver a posse da jazida concedida? E dessa forma súbita , encerro o meu comentário.

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Elias

29/05/2013 - 14h46

Roberto Requião não é oráculo nem vidente, óbvio, tais qualificações nao cabem a um cérebro racional e pragmático como imagino seja o do senador. Talvez fosse melhor vê-lo como matemático diante de cálculos dificílimos que o levam à conclusões quase exatas. O certo é que da tribuna do Senado ele vem discutindo a realidade brasileira de forma bastante reflexiva, provocante, algo próximo à literatura. Mas como dizia o poeta “o buraco é mais embaixo”. Dilma está no comando de um país que é a pupila dos olhos dos EUA, da Europa e da Àsia. O capitalismo internacional, por mais que se mostre mal das pernas nos últimos anos, ainda é o timoneiro da economia em qualquer parte do mundo. Buscar o socialismo perdido no tempo, sim, é tarefa árdua e lenta. Dilma está ajudando muito nessa reconquista. Engolindo sapos de todos os charcos. Ainda não creio que este governo está se emaranhando em erros. Creio que os acertos do governo Lula não estão se expandindo como desejamos. Por certo, inclusive com vozes com as de Requião, há de se chegar a bom termo. O problema maior está nas camas de gato que os inimigos do Brasil não cansam de armar.

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emerson57

29/05/2013 - 14h29

concordo com o requião.
1 bilhão para que?
isso é NINHARIA.
só para a oi o bndes emprestou 5,4 bi em janeiro de 2013.

cadê o governo do pt?
vendo novela no plim plim?

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Fabio

29/05/2013 - 14h22

Alguem poderia me explicar como é feito este tipo de exploração nos outros paises dos Brics, ex. India , Russia, China, Africa do Sul, lá eles bancam tudo ou tem parcerias? Na America do Sul existe algum pais que banca isto tudo sozinho, talvez a questão ainda é a da autonomia que não existe no pais, por ex. somos auto- suficientes em petroleo ,mas temos a gasolina mais cara da America Latina.

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LEANDRO

29/05/2013 - 14h20

Eu sou o mais novo eleitor do PT. Para que votar no PSDB se o PT bota em prática o programa da oposição? To eliminando o intermediário.

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Dialética

29/05/2013 - 14h02

Em 2011 eu postei na NET que Dilma havia sido engolfada pelos pseudo técnicos, pseudoadvogados,pseudoconselheiros, psudo tudo. Tramaram a limpeza total do Brasil e assim fizeram. Dilma só assinou.

E olhem se não são os bancos privados que estão dando a rasteira do BB e Caixa. Pois assim também parece.

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Jayme Vasconcellos Soares

29/05/2013 - 13h47

Dilma, traíra, traiu a nossa Pátria, e comprometeu o futuro de toda a Nação brasileira!!! Parabéns, mais uma vez, Roberto Requião pelo seu brilhante e rico pronunciamento, que desperta os eleitores brasileiros para a escolha de representantes dignos de seus verdadeiros anseios de cidadania, e de uma vida feliz! O povo brasileiro deve execrar Dilma, sua base aliada, e todos aqueles vendilhões da Pátria, e usurpadores de seus direitos! Não há mais dúvida que Dilma e seus asseclas, aves de rapina das riquezas do povo brasileiro, abraçaram, in totum, o modelo neoliberal, voltado aos interesses capitalistas endo e exógenos imperialistas.

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jaime

29/05/2013 - 13h32

Depois de um elogio desses, partindo de um emissário tão bem caracterizado…

“como negar o sucesso da 11ª licitação de blocos exploratórios de petróleo e gás, feito pela Agência Nacional do Petróleo, que arrecadou quase R$ 3 bilhões em bônus de assinatura de 142 blocos numa área equivalente a 100 mil quilômetros quadrados, depois de cinco anos de espera?

O último fato é mais do que relevante. Mostra como funcionou bem o regime de concessão construído no passado, o que sugere que talvez haja oportunidade para revermos algumas tarefas exageradas impostas à Petrobras no momento da euforia exagerada.” (Antonio Delfim Netto)

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antoniodelfim/2013/05/1282643-os-fatos.shtml

O que nos falta é mídia. Ela é a fonte da formação das opiniões, das idéias que acreditamos “nossas”. Só o Requião falando, por mais lógicos que sejam seus argumentos, é pouco. Essa é daquelas situações em que a quantidade acaba modificando a qualidade. Se até a “esquerda” aderiu… não será um Requião sozinho que fará equilibrar o debate. Lamentável.

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    jaime

    30/05/2013 - 13h56

    Interessante artigo do Paulo Kliass, realçando a importância da mídia no campo econômico e político. Vale a pena conferir.

    http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=6113

    “Os veículos insistem, de forma monotônica, em apresentar uma imagem humanizada à dinâmica econômica, protagonizada pelo capital. Assim, a sensação que passa é de que o “mercado pensa”, o “mercado sugere”, o “mercado exige”, o “mercado se preocupa”. Ao conferir voz e personalidade a esse ente invisível, o que se busca é transformar a implementação de políticas de favorecimento de determinados setores em algo banal, rotineiro, natural e, principalmente, inevitável.”

Leia

29/05/2013 - 13h05

Na campanha de 2010, pedi tanto voto para Dilma, falei tanto sobre o pré-sal com as pessoas, disse que ela era a candidata que iria proteger as nossas reservas, e que Serra era o candidato que iria dar o nosso petróleo de graca para as Multis. E agora ? para 2014 o que vou falar ? Será que dá para trabalhar na proxima campanha ? Creio que näo, vou me recolher e esperar o tsunami passar.

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Daniel

29/05/2013 - 13h00

São tristes as políticas adotadas pela atual Presidenta, bem como a escolha de seus ministros: Cardozo, Afif, Bernardo e outros, onde as principais metas são aparecer nos holofotes globais. Mas, triste mesmo, é o futuro a que se reserva ao Brasil, onde uma das maiores e mais disputadas riquezas se diluirá nas mãos dos poucos grupos exploradores de sempre.

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Ronaldo Silva

29/05/2013 - 12h37

Implacável, certeiro!

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Lu Witovisk

29/05/2013 - 12h07

Requião sim é pedagógico. Ao destrinchar tim tim por tim tim o imbróglio, ajuda a gente a enxergar o que é dificil de acreditar, a surreal situação na qual o governo se colocou.

É triste, mas o assunto tem que ser enfrentado e discutido, assim como a reforma agraria que tb não anda, o marco regulatorio da midia que foi para o tumulo com dedicatória do Bernardo.

E de novo, Requião diz tudo, na atual conjuntura não há opção mais adequada. Mas a esquerda precisa recomeçar.

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Valcir Barsanulfo

29/05/2013 - 12h06

É muito triste, mas, é a realidade.
O Brasil de hoje vive um momento neo liberal autêntico, isso me entrtistece muito, pois votei no PT diversos anos para que houvesse uma mudança política, deveras progressista, assisto estarrecido os petistas concordando com um paradoxo, o avanço para o atraso.
Simplesmente um jogo de interesse próprios e altamente pessoais.

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Marcelo de Matos

29/05/2013 - 11h54

Certas coisas, com o passar dos anos, vão se tornando démodés, ou, obsoletas. Sou do tempo em que havia duas classes de políticos: nacionalistas e entreguistas. Fazer discurso, como o Requião, também está se tornando démodé. Tiririca não faz discursos, mas, não falta a nenhuma sessão e já apresentou sete projetos de lei. Em tese, o parlamentar pode ter uma ótima atuação sem fazer discurso. Os taís “pronunciamentos” só impressionam os incautos, ou aqueles que têm alguma deficiência na formação ideológica. De minha parte dispenso esses pomposos pronunciamentos, não que eu já saiba tudo, mas, tenho receio de aprender algo errado. A economia mundial nos coloca diante de um dilema: ou aceitamos a globalização, ou buscamos um sítio na Serra do Caparaó para iniciar um foco guerrilheiro. A economia brasileira está dando certo: somos a sexta economia do mundo. A estatização é boa como alternativa, em setores como o do petróleo, mas, sem exclusividade. Na telefonia celular foi melhor a nacionalização parcial.

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    PC

    29/05/2013 - 14h43

    Ledo engano, o fato de algo estar melhor agora que antes, não significa que ações ruins vão trazer melhora.
    Por exemplo, há muito os intelectuais Brasucas e outros, atribuem a violência a questões de distribuição de renda.
    Como se os roubos se destinassem apenas a matar a fome,
    como assaltos a mão armada apenas uma consequência da “falta de opções de trabalho”.
    Não é a toa que a área de Ciências Humanas no Brasil é a pior em termos de produção em ciência de qualidade.
    A Melhoria que ocorreu no Brasil, não tem a ver com as privatizações e desnacionalizações, pelo contrário. A grande maioria das privatizações são negativas, pelo menos na forma que foram feitas. Na Alemanha, houve a privatização de metade do País (Parte Oriental), muitas das empresas foram doadas a iniciativa privada alemã, mas estas doações foram feitas de maneira que as empresas ALEMÃS, que receberam, tivessem de gerar empregos e desenvolvimento. E não como aqui, que serviu apenas para dar lucro a poucos acionistas e exportar lucros.

Alexandre Nunis

29/05/2013 - 11h38

É … um Requião só não faz verão, adeus um ilusão de que nossos filhos e netos tenham um País decente pra viverem, que tal uma medida provisória pra aumentar a verba pra EDUCAÇAO, ahhh isso não… pro TREM BALA com certeza não vai faltar empenho e coragem…

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walter

29/05/2013 - 11h31

Não me julgo visionário mas já há um ano e meio atrás, sob o apedrejamento dos crédulos, eu, eleitor e burro de campanha de Dilma Rousseff já anunciava que havia algo de podre no reino da Dinamarca.
Parece que agora que está ficando tarde demais as pessoas estão se dando conta disso.
Se fosse para ter isso que estamos tendo eu preferia ter anulado o meu voto e deixar o Maligno ganhar a eleição. Pelo menos haveríamos de confirmar que o que ele prometeu ele cumpriria. Desnacionalização, entreguismo, arrocho salarial, repressão ao funcionalismo público.
A obra do governo petista se alinha a dos malditos anos FHC.
Se todos são obrantes, em que podemos acreditar?

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renato

29/05/2013 - 11h25

Assisti a tudo isto na TV Senado, faz horas de o Requião anda avisando.
Além de se manter fiel ao Lula e Dilma como Governo.
Mas um homem que tem vivência, em governos, que fica repetindo, toda
vez, e por que ALGO está errado, ele pode não estar certo, mas algo está
ERRADO.
Que venha ROBERTO REQUIÂO, que eu voto em você.
Tira a Gleise de lá e põe você para comandar a casa civil, só cuidado com o golpe.Ou então entra como candidato. Podê?
Arrebenta!

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