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Porta-voz de Israel ironiza o 7 a 1 e chama Brasil de “anão diplomático”

24 de julho de 2014 às 22h03

porta-voz de Israel

‘Desproporcional é perder partida por 7 a 1’, ironiza porta-voz de Israel

Resposta foi em reação à nota do Ministério das Relações Exteriores, que condenou o “uso desproporcional da força pelos israelenses” em Gaza.

  do JN, via G1

O Brasil votou, na quarta-feira (23), na Comissão de Direitos Humanos da ONU, a favor de uma investigação sobre a ocorrência de supostos crimes de guerra por Israel na Faixa de Gaza.

Em nota, o Ministério Brasileiro das Relações Exteriores condenou o que chamou de “uso desproporcional da força pelos israelenses”. E ainda chamou de volta a Brasília, para consultas, o embaixador brasileiro em Tel-Aviv. O governo israelense reagiu.

Os sites dos principais jornais israelenses deram destaque à decisão brasileira, e estamparam a irritação da diplomacia do país.

“Israel bate no anão diplomático Brasil por chamar seu enviado em protesto contra a operação de Gaza”, diz a matéria do Jerusalem Post.

Quem chamou o Brasil de “anão diplomático” e também de “criador de problemas” foi o porta-voz do ministério de Relações Exteriores de Israel, que ao falar ao Jornal Nacional usou de mais ironia.

“A resposta de Israel é perfeitamente proporcional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional, e quando é 7 a 1 é desproporcional. Mas não é assim na vida real e sob a lei internacional”, declarou o porta-voz.

“A única razão por não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimísseis. E não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema, haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?”, afirmou.

Perguntamos ao diplomata israelense se ele vê chance de cessar-fogo com a iniciativa liderada pelos Estados Unidos.

“Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos”, ele respondeu e provocou mais uma vez: “Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador, mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas”.

No Brasil, o ministro das Relações Exteriores falou sobre o confronto em Gaza.

Em São Paulo, onde participou de reuniões, o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, falou sobre a nota divulgada na quarta-feira, na qual o Brasil critica a atuação de Israel, mas sem mencionar os ataques a cidades israelenses promovidos pelo grupo radical Hamas, que controla Gaza.

“Nós temos plena consciência do direito que Israel tem de se defender. Não é isso que está em jogo. O que está em jogo é a proporcionalidade. Porque ao fazê-lo com a morte de número alto de crianças, mulheres e idosos, isso, sim, nos parece desproporcional”, afirmou o ministro.

O ministro lembrou que, em uma nota anterior, o Itamaraty já mencionava os dois lados do confronto. Na nota, do dia 17, o Itamaraty condenava os bombardeios israelenses a Gaza e também o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra o território israelense.

O ministro reafirmou nesta quinta-feira que o Brasil defende um cessar-fogo imediato dos dois lados. Ele também disse que acha natural países amigos, como Brasil e Israel tenham discordâncias, desde que se respeitem. Mas evitou falar sobre a crítica do porta-voz do governo israelense, que chamou o Brasil de “anão diplomático”.

“O governo brasileiro não usa termos que desqualifiquem governo de países amigos. Portanto, eu não tenho como comentar isso. Posso dizer que o Brasil é um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros das Nações Unidas. E quando falamos nas Nações Unidas somos ouvidos. Portanto, é isso posso dizer”, declarou o ministro.

Leia também:

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Coração de estudante, composta para Jango, se tornou hino de Tancredo Neves do Eu Quero Um Samba Quero falar de uma coisa / Adivinha onde ela anda / Deve estar dentro do peito / Ou caminha pelo ar. A música Coração de Estudante, composta por Milton Nascimento e Wagner Tiso, ganhou as rádios do País […]

 

136 Comentários escrever comentário »

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abolicionista

31/07/2014 - 14h30

Por essas e por outras é que todo país, dentro do cenário atual, precisa ter bombas atômicas. É uma questão básica de soberania. Ou todos terão, ou que nenhum país as tenha. Mas é certo que, se o Irã tivesse armas atômica, Israel iria pensar dez vezes antes de praticar esse tipo de carnificina. Uma pena, inclusive, o Brasil ter desistido de seu projeto atômico. Precisamos garantir nossa soberania.

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Vitor hugo

30/07/2014 - 23h44

O que eles fala e pensa do nosso pais não vai mudar o que nós somos. Mais podemos mudar a nossa opniao sobres eles. doctor House
obs…achei bacana essa frase do DH por isso eu dei uma modificada nela abraços

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Euler

30/07/2014 - 00h07

Ante ao silêncio covarde de muitos, uma carta aberta do ator espanhol Javier Bardem:

“En el horror que está sucediendo en Gaza NO cabe la equidistancia ni la neutralidad. Es una guerra de ocupación y de exterminio contra un pueblo sin medios, confinado en un territorio mínimo, sin agua y donde hospitales, ambulancias y niños son blancos y presuntos terroristas. Difícil de entender e imposible de justificar. Y vergonzosa la postura occidental de permitir tal genocidio. No entiendo esta barbarie que los horribles antecedentes del pueblo judío hacen aún más cruelmente incomprensibles. Sólo las alianzas geopolíticas, esa máscara hipócrita de los negocios -por ejemplo, la venta de armas- explican la posición vergonzosa de USA, UE y España.

Sé que los de siempre deslegitimarán mi derecho a la opinión con temas personales, por eso quiero aclarar los siguientes puntos:

Sí, mi hijo nació en un hospital judío porque tengo gente muy querida y cercana que es judía y porque ser judío no es sinónimo de apoyar esta masacre, igual que ser hebreo no es lo mismo que ser sionista, y ser palestino no es ser un terrorista de Hammas. Eso es tan absurdo como decir que ser alemán te emparenta con el Nazismo.
Sí, trabajo también en USA donde tengo amigos y conocidos hebreos que rechazan tales intervenciones y políticas de agresión. “No se puede invocar la auto defensa mientras se asesina a niños” me decía uno de ellos por teléfono ayer mismo. Y también otros con los que discuto abiertamente sobre nuestras encontradas posturas.

Sí, soy Europeo y me avergüenza una comunidad que dice representarme con su silencio y su nula vergüenza.

Sí, vivo en España pagando mis impuestos y no quiero que mi dinero financie políticas que apoyen esta barbarie y el negocio armamentístico con otros países que se enriquecen matando a niños inocentes.

Sí, estoy indignado, avergonzado y dolido por tanta injusticia y asesinato de seres humanos. Esos niños son nuestros hijos. Es el horror. Ojalá que haya compasión en los corazones de los que matan y desaparezca este veneno asesino que sólo crea más odio y violencia. Que aquellos israelíes y palestinos que sólo sueñan con paz y convivencia puedan un día compartir su solución.

Os animo a leer estos links:

http://www.msf.es/noticia/2014/gaza-israel-debe-dejar-bombardear-civiles-atrapados

http://iniciativadebate.org/2014/07/21/santiago-auseron-juan-perro-radio-futura-el-horror-que-se-disfraza-de-creencia/

http://www.elmundo.es/salud/2014/07/25/53d0dbc7e2704ebc108b4584.html

Javier Bardem.”

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/mundo/ator-espanhol-javier-bardem-critica-israel-em-carta-aberta-1.891141

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Eudes Sampaio

29/07/2014 - 21h37

Não concordo com toda essa violência e o Yigal Palmor esqueceu que o Brasil também é anão na saúde,segurança,educação,salário mínimo.igualdade social e etc.,proporcionado por políticos extremamente gigantes na corrupção que roubam do país fora as falcatruas cerca de 9,5 bilhões de reais todos os anos pagos por todos nois com esse dinheiro poderíamos construir 190.000 casas populares

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Eduardo

28/07/2014 - 17h29

E cômico! Só mesmo um judeu sem nome,reacionario, diria que nossa diplomacia é anã e que o Brasil é criador de problemas” A diplomacia de Israel é uma ” Gigante” guerreira que menospreza a vida especialmente de crianças e inocentes.Construtores e mantenedores do ódio humano! Falsos anjos, sedentos de vingança imposta ao semelhante seja quem for!

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Patricio

26/07/2014 - 18h02

Se você disser: “preto safado!” para um negro, você será chamado, e com razão, de racista. Se você achar que todo alemão é nazista, você estará cometendo uma grande injustiça. Se disser “judeu …” (preencha aqui você mesmo), olhe a sua volta. O MoSSad estará no seu pé. Todos sabem que Israel é muito zeloso quando se trata de preservar sua própria imagem.
Agora, chamar de anão – como se um anão tivesse a mesma estatura de um sionista – isso pode. Pode, porque os arianos de Sion permitem.

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hc

26/07/2014 - 16h18

Essa tática de desqualificar, não funciona mais, o caminho da noticia não é mais canalizado e muita gente sabendo de muito. VIVA A INTERNET.

“Israel esta a caminho de pega a taça do holocausto, esta treinando muito.”

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Marcelo Starmedia

26/07/2014 - 02h28

O Brasil, nesta quinta-feira, retirou seu embaixador em Israel para consultas em protesto contra a operação da IDF na Faixa de Gaza. Uma declaração emitida em nota pelo Ministério das Relações Exteriores brasileiro disse que o Brasil considera a “escalada de violência entre Israel e Palestina” como inaceitável. “Nós condenamos fortemente o uso desproporcionado da força por parte de Israel na Faixa de Gaza.”

O Ministério das Relações Exteriores de Israel imediatamente reagiu ao ato brasileiro. “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um “anão diplomático”, disse o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor.

Palmor acrescentou: “O relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, aquele que cria problemas em vez de contribuir para soluções.”

O ministério israelense está certo! O Brasil, sob o comando do PT, virou mesmo um “anão diplomático”. O Itamaraty virou um braço ideológico do partido, sempre do lado errado nas disputas internacionais. Os exemplos são infindáveis e preencheriam um livro todo (que, aliás, deveria ser escrito por algum diplomata corajoso).

Quando o avião comercial da Malásia caiu com quase 300 pessoas na fronteira da Ucrânia, a presidente Dilma logo repetiu a tese esdrúxula de que o alvo poderia ser o próprio Putin, sendo que a comunidade internacional levantava sérias suspeitas de que o líder russo era justamente quem estava por trás do ataque, treinando e armando os separatistas ucranianos na região. Essa foi apenas a bola fora mais recente. A lista é longa.

O governo brasileiro se aproximou nos últimos anos do que há de pior na geopolítica mundial. Virou aliado de ditadores africanos, de líderes islâmicos extremistas, ofereceu apoio incondicional ao regime cubano assassino, tomou o partido de Chávez e depois Maduro na Venezuela, apoiou e abrigou em nossa embaixada Manuel Zelaya em Honduras, deposto constitucionalmente em seu país, intrometeu-se em questões internas do Paraguai, agindo contra o Congresso do país, protagonizou o vergonhoso episódio com Roger Molina, que foi mantido prisioneiro em nossa embaixada boliviana por mais de um ano, etc.

Como eu disse, a lista não teria fim, mas o leitor já entendeu o ponto. O nosso governo, quando se trata de política externa, é tão incompetente e ideológico como nas questões internas. O estrago tem sido enorme. Ninguém sério nos leva mais a sério. O Brasil virou piada de salão, um país que emite opinião apenas para defender a escória internacional.

A última nota emitida sobre o conflito em Gaza não menciona uma única vez os mísseis lançados pelos terroristas do Hamas. O tom é totalmente contra Israel, como se fosse um país invasor e colonizador, sem motivo algum para entrar em Gaza e perseguir os membros do Hamas.

O nosso governo condena o “uso de força desproporcional”, mas não tem opinião sobre a “moral desproporcional” entre um governo que tenta defender o próprio povo e um grupo terrorista que usa o seu, incluindo crianças, como escudo humano.

Ironicamente, a nota contra Israel vem em um momento em que os próprios países árabes da região, especialmente o governo do Egito, estão mais silenciosos e tolerantes com os avanços israelenses, pois repudiam as práticas do Hamas e sua aliança com a Irmandade Muçulmana.

Ninguém pode ficar feliz com a tragédia humanitária dos palestinos. Mas somente alguém muito parcial apontaria o dedo apenas para Israel, sem levar em conta o que faz o Hamas. Essa foi a postura de nosso governo. Um “anão diplomático

Responder

    Aldair

    26/07/2014 - 16h29

    Seu texto é longo e chato. Control c control v.
    O Brasil só apareceu no mapa internacional depois de Lula. Fato! Antes de Lula, pensavam que a capital aqui era Buenos Aires.

    Vitor hugo

    30/07/2014 - 23h24

    cara eu não sou a favor do pt mais foi o Lulala que ajeitou um poucos as coisa para o Brazil no Mundo a fora abraços

    Patricio

    26/07/2014 - 18h05

    Interessante. Por que será que todo cabra da direita é sionista também?

    Nelson

    26/07/2014 - 23h50

    “[…] comunidade internacional levantava sérias suspeitas de que o líder russo era justamente quem estava por trás do ataque […]”

    Vê-se que você acredita que os que acessam o sítio do Azenha formam um bando de tabacudos que nada enxergam, que de nada se dão conta, Starmedia.

    A tal “comunidade internacional”, à qual você quer atribuir honorabilidade e credibilidade, é a mesma que insistiu na tentativa de nos convencer de que o governo de Sadam Hussein possuía as tais ADM, armas de destruição em massa.

    Na verdade, as armas de destruição em massa chegaram ao Iraque com a invasão/ocupação iniciada pelos EUA em 2003. Mais de um milhão de iraquianos mortos e uma horrorosa epidemia de câncer, que só faz crescer entre os que conseguiram sobreviver à carnificina perpetrada por essa honorável “comunidade internacional”, atestam isso. Sem falar na disparada da incidência de nascimentos de crianças com deformações.

    Antonio Carlos

    27/07/2014 - 17h27

    Marcelo, talvez você não tenha ficado tão eufórico, quando a Segurança dos aeroportos nos EUA obrigou o diplomata brasileiro, Celso Lafer, a tirar os sapatos por três vezes, quando esteve naquele país quando o presidente era o FHC. Você é igual a grande maioria dos direitistas. É Raivoso e Subserviente.

    Mauro Assis

    28/07/2014 - 10h13

    No governo do PT mudou tudo: agora quem revista brasileiro é o Evo Morales…

    geraldo maciel

    27/07/2014 - 23h39

    este texto é seu? ou é cópia do Arnaldo jabour?

    Vitor hugo

    30/07/2014 - 23h27

    kkkkkkkkkkkkkkk

    Mauro Assis

    28/07/2014 - 10h14

    Parabéns pelo texto, Marcelo!

    A diplomacia anã do lulismo sistematicamente atravessa a rua para escorregar na casca de banana do outro lado…

Edgar Rocha

26/07/2014 - 00h08

E minha mãe, mineira-católica quase medieval, me xingava dizendo que eu tinha “cara de judeu errante”. Coitada. Ela não conhecia os sedentários.

Responder

Regina Fe

25/07/2014 - 22h03

Israel terá paz quando eliminar todos os Palestinos? Não. Olhará para o horizonte e escolherá a próxima vítima. Porque Israel sofre de psicose. Certamente seus vizinhos não devem gostar muito da proximidade. Chamar o justo de anão é uma demonstração de recalque de quem sabe que não é capaz de amar o próximo. Lamento pelo povo Palestino. Algo precisa ser feito e já.

Responder

    Aldair

    26/07/2014 - 16h39

    Não é recalque. Em psicologia chamamos de “projeção”. Israel, em termos de população, é comparável à CIDADE do Rio de Janeiro. (por favor, não compare mais nada além da quantidade de pessoas, seria muito desproporcional). É uma birosquinha. Não chega a ser nem um estado, quem dirá uma país! Nanico em tamanho. Quanto à questão diplomática, Brasil é amigo de todos, Israel só tem um “amigo”. Quem é irrelevante? Nanico diplomaticamente. ENFIM, Israel projetou no Brasil seu próprio complexo de inferioridade pois sabe que é pouco mais que uma base militar americana no meio de um maldito deserto.

Renato

25/07/2014 - 21h31

Vamos ver se vocês serão a favor dos Palestinos, quando eles começarem a explodir homens e mulheres bombas em ônibus escolares israelitas?
Apoiar doutrinas que diminuem a mulher como um objeto.

Cade a Dilma para tomar uma posição contra a Rússia e Separatistas Ucranianos que derrubaram um avião civil cheio de passageiros? Que juntos estão eliminando provas do crime de guerras que a nação terrorista Russa praticou a patrocinar a divisão da Ucrânia?

Responder

    Nelson

    26/07/2014 - 13h55

    Uala! Eis que, finalente temos um cara bem informado. Só resta dizer-nos, Renato, de onde você tirou esta convicção de que foi a Rússia e os separatistas ucranianos que derrubaram o avião malaio.

    Então, a tal divisão da Ucrânia, a que tu te referes, não foi causada pelo golpe de Estado patrocinado pelos EUA, em fevereiro?

    A saída da Crimeia, da jurisdição da Ucrânia, não se deu via plebiscito popular entre os crimeios, foi por um ato terrorista da terrorista Rússia, sr Renato?

    Renato. Você poderia tentar, ao menos, trazer algum argumento, minimamente convincente, que possa justificar essa tua defesa intransigente dos atos – estes sim, de terror – praticados pelo governo de Israel. E sabe porque você não traz estes argumentos?

    É porque não há argumentos que possam explicar, quanto mais justificar, a postura racista, terrorista, genocida e, por que não dizer, covarde, do governo de Israel.

    Aldair

    26/07/2014 - 16h54

    Renato, O povo palestino é refém do Hamas e mais ainda de Israel! Não creio que alguém aqui apoie atos do Hamas contra civis ou mulheres. Não tente confundir o problema para levar a razão no grito.

    Quanto aos separatistas, como vc sabe que estão destruindo provas? (não seria área não preservada?) A região lá não está inacessível? Como vc descobriu isso? Vc se teleportou pra lá, verificou o fato, e depois teleportou pra cá de volta? Sabe, acho que não. Acho que vc deve ter lido em alguma revistinha que vc considera como se fosse fonte primária dos fatos.

    Quem entregou a caixa preta (que na verdade é laranja) às autoridades?

    Acho saudável desconfiarmos que estão destruindo provas, mas afirmar como fato e, pior, tentar usar isso para ferrar o povo brasileiro é ir longe demais.

    Aldair

    26/07/2014 - 17h05

    Todos os países têm sua cota de pecados, Rússia também. Mas pra vc que gosta de ser curvar aos EUAs e a seu 51º estado (tendo-os como santos), tenho más notícias: A aliança militar e econômica Brasil, Rússia, Índia e China em contraponto aos EUA é uma realidade irreversível. Não gosta? Mude-se pra lá. Tenho certeza que vão te receber de braços abertos.

    Patricio

    26/07/2014 - 18h32

    Muito curiosa sua observação sobre as muçulmanas. Toda a vez que há o apedrejamento de uma delas, seja por que motivo for, todos ficamos revoltados. Nunca devemos aceitar uma barbaridade como essa. Faz lembrar a covardia dos mísseis israelenses contra civis árabes. Faz lembrar também uma peculiaridade bíblica, quando Jesus (se é que esse grande cara existiu mesmo) teve um papel importante. É o episódio em que, para salvar Maria Madalena, o homem se levantou contra o antigo hábito judeu de apedrejar mulheres, conclamando a atirar a primeira pedra quem não tivesse nenhum pecado. Mais ou menos assim. 600 anos depois dessa passagem apareceu o primeiro muçulmano, Maomé. Oportuno dizer: o costume de apedrejar mulheres é judeu, mas se isso for dito aqui, os sionistas pensamento pronto vão dizer que este comentarista é anti-semita.

mineiro

25/07/2014 - 18h49

primeiramente o diplomata bundao deveria ter respondido a altura desse escroque assassino dessa forma. o brasil cediou uma copa e uma das melhores da historia e tem um time pentacampeao. e israel tem o que? nao tem nem seleçao para levar de 7 a 1 e nem peito para um dia se quer pensar em cediar uma copa. a unica coisa que eles tem peito e covardia é assassinar gente e criança inocentes , com a conivencia do pais mais desgraçado do mundo os eua. fora isso , anao sao eles que ficam escondido debaixo da saia dos eua e o brasil ta no bric e eles ta no branco sem nada. para uma gente que sofreu de um genocidio terrivel ,um dos piores da historia. deveria no minino pensar nisso , na hora de assassinar os polestinos, porque se continuar dessa forma vamos todos pensar que eles erdaram isso dos fascinoras dos nazistas.

Responder

    Mauro Assis

    28/07/2014 - 10h22

    Israel tem um dos povos melhor educados do mundo. Lá não tem gente que escreve sediar com c, por exemplo…

    mineiro

    29/07/2014 - 18h46

    é cediar com com c sim e dai , se voce é o tal e concorda com essa brutalidade ou é nazista , facista ou da elite golpista que apoia tudo quanto é tipo de violencia. se sentiu ofendido palhaço e dai, israel é um pais assassino sim e nao tem moral nenhuma para criticar o brasil e muito menos falar em futebol. agora eu te pergunto o israel é o que mesmo no futebol?

Marelo

25/07/2014 - 18h26

Preconceito por preconceito .Perdemos uma partida de futebol por 7×1 para os alemães, vcs perderam de 6 milhões x 0.

Responder

    mineiro

    29/07/2014 - 18h52

    isso é outra imbecilidade , comparar o que esse imbecil de israel falou do brasil com essa outra imbecilidade, do holocausto nazista. nao tem nada a ver uma coisa com a outra , o que aconteceu no holocausto ninguem merecia aquilo , muito menos o povo judeu. agora o que esta acontecendo na palestina é reflexo no mesmo nazismo que um dia dizimou a sua propria gente. e esse sujeito que falou mal do brasil com certeza é um nazista disfarçado.

Marcio Ramos

25/07/2014 - 18h17

Mauro Santayana

http://www.maurosantayana.com/2014/07/de-cegos-e-de-anoes.html

25/07/2014

DE CEGOS E DE ANÕES

(Jornal do Brasil) – Se não me engano, creio que foi em uma aldeia da Galícia que escutei, na década de 70, de camponês de baixíssima estatura, a história do cego e do anão que foram lançados, por um rei, dentro de um labirinto escuro e pejado de monstros. Apavorado, o cego, que não podia avançar sem a ajuda do outro, prometia-lhe sorte e fortuna, caso ficasse com ele, e, desesperado, começou a cantar árias para distraí-lo.

O anão, ao ver que o barulho feito pelo cego iria atrair inevitavelmente as criaturas, e que o cego, ao cantar cada vez mais alto, se negava a ouvi-lo, escalou, com ajuda das mãos pequenas e das fortes pernas, uma parede, e, caminhando por cima dos muros, chegou, com a ajuda da luz da Lua, ao limite do labirinto, de onde saltou para densa floresta, enquanto o cego, ao sentir que ele havia partido, o amaldiçoava em altos brados, sendo, por isso, rapidamente localizado e devorado pelos monstros que espreitavam do escuro.

Ao final do relato, na taverna galega, meu interlocutor virou-se para mim, tomou um gole de vinho e, depois de limpar a boca com o braço do casaco, pontificou, sorrindo, referindo-se à sua altura: como ve usted, compañero… con el perdón de Dios y de los ciegos, aun prefiero, mil veces, ser enano…

Lembrei-me do episódio — e da história — ao ler sobre a convocação do embaixador brasileiro em Telaviv para consultas, devido ao massacre em Gaza, e da resposta do governo israelense, qualificando o Brasil como irrelevante, do ponto de vista geopolítico, e acusando o nosso país de ser um “anão diplomático”.

Chamar o Brasil de anão diplomático, no momento em que nosso país acaba de receber a imensa maioria dos chefes de Estado da América Latina, e os líderes de três das maiores potências espaciais e atômicas do planeta, além do presidente do país mais avançado da África, país com o qual Israel cooperava intimamente na época do Apartheid, mostra o grau de cegueira e de ignorância a que chegou Telaviv.

O governo israelense não consegue mais enxergar além do próprio umbigo, que confunde com o microcosmo geopolítico que o cerca, impelido e dirigido pelo papel executado, como obediente cão de caça dos EUA no Oriente Médio.

O que o impede de reconhecer a importância geopolítica brasileira, como fizeram milhões de pessoas, em todo o mundo, nos últimos dias, no contexto da criação do Banco do Brics e do Fundo de reservas do grupo, como primeiras instituições a se colocarem como alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, é a mesma cegueira que não lhe permite ver o labirinto de morte e destruição em que se meteu Israel, no Oriente Médio, nas últimas décadas.

Se quisessem sair do labirinto, os sionistas aprenderiam com o Brasil, país que tem profundos laços com os países árabes e uma das maiores colônias hebraicas do mundo, como se constrói a paz na diversidade, e o valor da busca pacífica da prosperidade na superação dos desafios, e da adversidade.

O Brasil coordena, na América do Sul e na América Latina, numerosas instituições multilaterais. E coopera com os estados vizinhos — com os quais não tem conflitos políticos ou territoriais — em áreas como a infraestrutura, a saúde, o combate à pobreza.

No máximo, em nossa condição de “anões irrelevantes”, o que poderíamos aprender com o governo israelense, no campo da diplomacia, é como nos isolarmos de todos os povos da nossa região e engordar, cegos pela raiva e pelo preconceito, o ódio visceral de nossos vizinhos — destruindo e ocupando suas casas, bombardeando e ferindo seus pais e avós, matando e mutilando as suas mães e esposas, explodindo a cabeça de seus filhos.

Antes de criticar a diplomacia brasileira, o porta-voz da Chancelaria israelense, Yigal Palmor, deveria ler os livros de história para constatar que, se o Brasil fosse um país irrelevante, do ponto de vista diplomático, sua nação não existiria, já que o Brasil não apenas apoiou e coordenou como também presidiu, nas Nações Unidas, com Osvaldo Aranha, a criação do Estado de Israel.

Talvez, assim, ele também descobrisse por quais razões o país que disse ser irrelevante foi o único da América Latina a enviar milhares de soldados à Europa para combater os genocidas nazistas; comanda órgãos como a OMC e a FAO; bloqueou, com os BRICS, a intervenção da Europa e dos Estados Unidos na Síria, defendida por Israel, condenou, com eles, a destruição do Iraque e da Líbia; obteve o primeiro compromisso sério do Irã, na questão nuclear; abre, todos os anos, com o discurso de seu máximo representante, a Assembleia Geral da Nações Unidas; e porque — como lembrou o ministro Luiz Alberto Figueiredo, em sua réplica — somos uma das únicas 11 nações do mundo que possuem relações diplomáticas, sem exceção – e sem problemas – com todos os membros da ONU.

Finalmente, lembremos ao Senhor Yigal Palmor, uma marcante diferença entre nossos dois países, com um último exemplo da “irrelevância” brasileira no contexto geopolítico: enquanto Israel depende em quase tudo – incluindo sua sobrevivência militar – dos norte-americanos, o Brasil é o quarto maior credor individual externo do tesouro dos Estados Unidos.

Responder

    Objete

    29/07/2014 - 09h02

    Lindo, lindo esse texto de Mauro Santayana, citado em boa hora pelo Sr. Marcio – ele diz tudo sobre o tema.

roberto

25/07/2014 - 17h18

No dia em Israel ao invés de mandar bomba,jogar futebol,ir a pelo menos uma copa do mundo e levar 20 x 0, vai haver festa no país, que estará finalmente virando gente.

Responder

Eugenio C Rebelo

25/07/2014 - 16h40

De certo modo, é bem feito para o Brasil: quem mandou não ter uma (pelo menos uma!) Bomba Atômica; não precisamos utilizá-la ( o próprio Estado fascista de Israel tem e nunca a utilizou), mas é necessário tê-la. Poder de Dissuasão. Inclusive contra idiotas que gostam de falar no J.N.

Responder

    Aldair

    26/07/2014 - 17h12

    Brasil tem a tecnologia.

    Nelson

    26/07/2014 - 23h35

    Não, Rebelo. Ali no JN não tem idiotas, não.

    O que tem ali é espertalhão, gente que quer levar vantagem em tudo, de qualquer maneira, doa a quem doer.

    “Vence na vida quem diz sim”, diz a letra do Chico. E é isso o que eles fazem. Dizem sim ao sistema dominante, sem prurido algum, e têm necessidade de continuar assentindo sempre; sabem que, do contrário, suas gordas remunerações, com as quais são pagos para mentirem para nós e nos desinformarem, iriam “pro brejo”.

Francisco

25/07/2014 - 15h13

D. Pedro II ofereceu – sem pedido de qualquer contrapartida financeira – uma parte do território do Brasil para sediar o Estado de Israel, durante o Brasil Império. Sua oferta acabou não sendo aceita.

Um Secretário Geral das Nações Unidas brasileiro (o primeiro da recém criada ONU), Oswaldo Aranha, foi um dos principais articuladores da criação de um Estado de Israel.

Israel tem uma imensa competência diplomática para fazer amigos…

De agora por diante sou inteiramente favorável que o Estado de Israel viva à merce dos inúmeros “amigos” que costuma fazer. Que tenha muita sorte na vida. E sempre mais dos “amigos” que sabe fazer tão bem, sempre ao seu redor, 24 horas por dia, sete dias por semana, quatro semanas por meses, doze meses por anos, secula seculorum…

PS 1. Brasil e Alemanha são os dois únicos países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os demais povos do mundo. Comparativamente, a Alemanha vai deixando de ser tão “antipática” quando sempre o cinema me fez parecer..

Responder

marcio ramos

25/07/2014 - 14h32

Israel é um ANÃO MORAL, uma teocracia, governado por sionistas fundamentalistas apoiados pelos EUA e países europeus antissemitas. Judeu é aquele que acredita e segue o Judaísmo, é cultura e não etnia. O Estado de Israel foi construído de forma arbitrária, com o uso da força bélica estadunidense e europeia com os extremistas sionistas. Pois bem, o Estado de Israel é uma mentira gigante, Israel é gigante em ditadura, em massacre de pessoas inocentes, uma vergonha aos seres humanos e a toda comunidade judaica que ama sua tradição e busca compreender as palavras dos profetas.

Responder

    Aldair

    26/07/2014 - 17h17

    Grã-Bretanha, não EUA.

    Objete

    29/07/2014 - 09h09

    Antes foi mesmo, depois vieram os Ianques pra coloca-los como cabeça de ponte pra arrebatar o petróleo da região.

lulipe

25/07/2014 - 14h13

A indignação seletiva da diplomacia brasileira, sob o governo do PT, segue desmoralizando o Brasil perante o mundo. Gostaríamos de ver esse arroubo de indignação contra a violência sofrida pelas mulheres no Irã, contra o assassinato de civis na Síria, contra a “invasão” russa na Ucrânia, contra os ditadores sanguinários africanos etc. Israel pegou pesado, sim, mas não disse nenhuma mentira, a importância da diplomacia do Brasil nos conflitos internacionais relevantes é a mesma de uma opinião do lula a respeito da Teoria da Relatividade Restrita de Einstein, ou seja, nenhuma.

Responder

    Julio Silveira

    25/07/2014 - 14h51

    Para seu governo a Presidenta Dilma manifestou opinião sobre esse assunto, gerando até um afastamento diplomatico de nosso país ao Irã.
    Você quando escrever o que pensa também deveria disponibilizar algo para podermos higienizar a tela, tamanha as porcarias que deixa.

    Francisco

    25/07/2014 - 15h16

    Você se lembra qual era a opinião de FHC ou do PSDB sobre a condição da mulher ou dos homossexuais na Arábia Saudita?

    Nem eu.

    Nelson

    25/07/2014 - 16h35

    “Invasão russa na Ucrânia”.

    A quem você quer enganar, Lulipe? Pelo que sabemos, quem invadiu o país foi a corja de fascistas assassinos treinados pela CIA com o objetivo de derrubar um governo havia sido eleito democraticamente.
    Quando digo democraticamente, é porque Yanukovich foi eleito dentro daquilo que a direita e os liberais dizem que seja uma democracia perfeita: com muito e muita corrupção, por supuesto.
    Mas, mesmo dentro desse simulacro de democracia, esses facistas teriam o direito de disputar as eleições apenas alguns meses depois do golpe. Era só esperar e ganhá-las, então.
    Porém, como os planos do Sistema de Poder que domina os EUA eram urgentes, não dava para esperar; era preciso dominar a Ucrânia para cutucar a Rússia o quanto antes. E aí, veio o golpe.

    Nelson

    25/07/2014 - 16h40

    Então, Lulipe, o governo Dilma deveria se indignar também com o “assassinato de civis na Síria”.

    Concordo. O governo Dilma deveria ter passado uma carraspana no Obama. Afinal, os mercenários que levaram o inferno ao povo sírio são treinados pela CIA e financiados pelo governo Obama.

    Mas, receio que não é bem esta a resposta que você gostaria que a Dilma desse, Lulipe.

    Você gostaria que, como um capacho, um sabujo, um bajulador, um sevandija, o governo de Dilma Roussef fizesse coro com o de Obama na condenação a Assad.

    É isso, né Lulipe?

    Aldair

    26/07/2014 - 17h28

    Parafrazeando Obama “Lulipe tem o direito de divulgar sua ignorância”! A diferença entre a importância diplomática de Brasil e Israel, lulipe, pode ser ilustrada com fatos, invisíveis aos seus olhos seletivos: Netanyahu, o neonazista, foi a Washington querendo uma audiência com Obama. Obama NÃO O RECEBEU! Obama tinha um encontro com Dilma. Dilma CANCELOU O ENCONTRO.
    Lulipe, se eu recebesse uma resposta dessas que estou de dando, eu ficaria uns 20 dias sem comentar na internet. Fica a dica.

    Aldair

    26/07/2014 - 17h34

    E outra coisa, não venha com essa história de que o Lula não entende a Teoria da Relatividade não! Isso é pura falácia! Sabe por quê? Por que vc também não entende. Vc, todas as pessoas que vc já conheceu na vida e todas as que vc vai conhecer, nenhuma delas, aposto todo o meu mísero dinheirinho, não entende a Teoria da Relatividade. Vc está tentando humilhar injustamente o Lula, cobrando um conhecimento que nenhum de seus professores têm.

    Ricardo Rodrigues

    27/07/2014 - 13h12

    Sr. lulipe,estude sobre o papél da mulher e sua importante inserção social no Irã, antes de somente repetir propaganda norte americana que sai na veja.

    No mundo mulçumano é no Irã em que a mulher exerce de forma mais ampla seus direitos.

anac

25/07/2014 - 14h09

Vixe, e o cara faz piada em coisa séria.
Perder de 7 x 1 é do jogo mesmo não sendo comum tratando-se de uma pentacampeã mundial. Mas nada que não possa ser revertido com um HEXA por exemplo.

Agora, sendo sério, 6 milhões é um numero muito pior.

Responder

Carlos Ribeiro

25/07/2014 - 13h20

O Bin está fazendo falta!!

Responder

    Vitor hugo

    30/07/2014 - 23h16

    kkkkkkkkkkkkkkk

Mário SF Alves

25/07/2014 - 12h48

Acho que entendi essa coisa aí do “anão diplomático”. É ato falho.

Tal adjetivo pode ter bases “psicológicas e culturais” que remontam ao bíblico embate entre Davi e Golias. E… como já sabido por todos, Davi se transmutou no gigantesco e medonho Golias de hoje… aí tem.
_______________________________________
Agora, dito isto, pausa pra meditação:

“O espírito [científico, inclusive] é o mais excelso produto da matéria.” F. Engels

Com relação a isso, alguém poderia dizer: ah, mas, isso é coisa de materialista; é coisa de quem não acredita em Deus. Será???

A esse alguém eu retrucaria: você sabe dizer o que é realmente a matéria?

Não, não me digam sobre matéria [terra, água, ar e fogo] percebida pelo senso comum. Pois não é essa. A matéria à qual me refiro é aquela investigada cientificamente à procura da partícula subatômica denominada Bóson de Riggs, curiosa, mercadologica e convenientemente também chamada de partícula de Deus.

E aí, ainda assim, será que alguém condenaria o Engels? E detalhe: ele afirmou isso em meados do Século XIX e sem sequer o recurso de simples microscópio eletrônico.

E aí? Alguém ousaria descrever o instrumento utilizado pelo Engels?

Responder

Urbano

25/07/2014 - 12h21

E a grandeza da imoralidade deles está bem representada…

Responder

Elias

25/07/2014 - 12h12

O Sionismo é uma forma de racismo e é irmão mais velho do Nazismo.

(1) Esse senhor, porta-voz do sionismo, chama-se Yigal Palmor. Seu nome não aparece no texto do G1 e nem no vídeo da entrevista no JN. Seu nome é citado apenas pelo locutor que traduz seus argumentos arrogantes. Achei curioso a ausência de seu nome em texto e em vídeo.

(2) Faz-se necessário acabar com um equívoco chamado antissemitismo. Eduardo Galeano, frisou, aqui no Viomundo: “Porque a caça aos judeus foi sempre um costume europeu, mas desde há meio século essa dívida histórica está a ser cobrada dos palestinos, que também são semitas e que nunca foram, nem são, antissemitas.”

(3) Então, que fique bem claro, essa carnificina, esse infanticídio, é coisa do sionismo que é irmão do nazismo, é o Caím do Abel.

Responder

Fernando

25/07/2014 - 12h06

Ao invés de nosso militares estarem no Haiti matando negros miseráveis deveriam estar no Oriente Médio duelando contra esses sionistas.

Responder

    lulipe

    26/07/2014 - 17h30

    Voce realmente está falando sério, Fernando??Colocar o exército do brasil para competir com o melhor exército do mundo???Voce parece ser daqueles que gosta de ser humilhado, não???Ou então é um brincalhão…Quer faer média com quem???

    Patricio

    26/07/2014 - 19h29

    Por que o seu exército seria melhor que o nosso, paga-pau?

Gonçalves

25/07/2014 - 12h05

Interessante ninguém menciona os 56000 homicídios por ano no gigante diplomático (Brasil).

Responder

    Edgar Rocha

    25/07/2014 - 18h53

    Eu menciono! O tráfico de drogas e o crime organizado, ancorado financeiramente nos bancos americanos que lavam o dinheiro sujo e ficam com quase todo o lucro obtido com a morte dos 56.000 brasileiros, cresce com a inércia e benevolência de governos estaduais corruptos e coniventes, cuja filosofia administrativa permite transferir ao próprio crime a gestão dos presídios e as e4scolinhas de formação de bandidos financiadas com dinheiro público. Satisfeito?

    Edgar Rocha

    25/07/2014 - 18h55

    Ah, sim! Esqueci de dizer que estes governos estaduais se alinham com os interesses externos e praticam o entreguismo de nosso patrimônio e de nossas vidas, em benefício de um Império que se baseia na espionagem e na infiltração de agentes nos movimentos sociais. Agora está completo.

    Mário SF Alves

    25/07/2014 - 22h59

    Muito bem, prezado Edgar Rocha. Muito bem.

G B

25/07/2014 - 11h37

e o pessoal critica Hitler

Responder

    anac

    25/07/2014 - 14h10

    Hitler era a serpente, o ovo Israel.

Andre

25/07/2014 - 11h19

Uma vergonha, seria interessante os israelenses lembrarem que na criação do seu Estado, Graça Aranha, diplomata brasileiro, foi de fundamental importância, um vivo defensor da criação de Israel da ONU. O Brasil se colocou do lado certo da história e Israel continua a tomar a via de um Estado terrorista e submisso aos EUA.

Responder

Mário SF Alves

25/07/2014 - 11h01

Não nos iludamos: somos todos palestinos!

Salvo, claro, a pior elite do mundo, cujos interesses publicamente inconfessáveis, são amiudamente reverberados pela mídia fora dos rigores lei [aplicável apenas a políticos do PT].

Responder

Nelson

25/07/2014 - 10h59

Por derrubarem um ditador financiado e apoiado pelo governo dos Estados Unidos, os cubanos já padecem mais de 50 anos de um bloqueio econômico-político-cultural. Além disso, foram alvo de inúmeras ações terroristas cuja responsabilidade recai também sobre o governo dos EUA.

Enquanto isso, ao governo de Israel, que vem reprimindo, torturando e matando palestinos que nem moscas há bem mais que 50 anos, não é imposta pena alguma.

São os modelos de justiça e de democracia “made in USA” imperando no planeta.

Responder

Nelson

25/07/2014 - 10h53

O governo da Dona Dilma deveria deixar sua postura pusilânime – que já fora adotada pelo governo Lula – em relação ao terrorista, racista, genocida e covarde governo de Israel.

Dilma tem que romper, já, com qualquer acordo comercial firmado com aquele governo.

Responder

ZePovinho

25/07/2014 - 10h50

Pior Israel,que mente sobre os judeus que morreram em campos de concentração nazistas na Alemanha(iguais co Campo de Concentração da Faiza de Gaza) pra arrancar dinheiro da Alemanha e outros países europeus-segundoa Norman Finkelstein:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-genocidio-nao-e-uma-opcao-a-filosofa-judia-que-se-tornou-a-inimiga-numero-1-de-israel/

Industria do holocausto– de Norman Finkelstein.
Escrita
por um professor judeu americano da Universidade de Nova York, filho de judeus
egressos do Gueto de Varsóvia e sobreviventes do campo de concentração de
Maidanek e Auschwitz, o livro é uma denuncia da exploração política, ideológica
e financeira do Holocausto pelas grandes organizações judaicas internacionais.
Para Norman G. Finkelstein, …as atrocidades nazistas transformaram-se num
mito americano que serve aos interesses da elite judaica, sendo que nesse
sentido, o holocausto transformou-se em Holocausto (com h maiúsculo), ou seja,
numa indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem sucedido dos
Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das maiores
potências militares do mundo, que oprime os não judeus em seu território e em
áreas de influência. Nesse seu último livro, Norman Finkelstein mostra que o
extermínio de judeus durante a Segunda Guerra foi transformado em uma
representação ideológica que defende interesses de classe e sustenta políticas.
O número de sobreviventes nos campos de concentração é exagerado segundo o
autor, para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste
Europeu em busca de indenizações financeiras. A luta feroz por indenizações
teria como efeito colateral insuflar o anti-semitismo na Europa. Israelenses e
judeus americanos são hoje a grande força de opressão, perseguindo palestinos e
negros americanos. Finkeltein não nega e existência do holocausto como fato
histórico, denunciando porém o Holocausto, como uma submissão dos fatos a uma
interpretação interessada, no caso a política de autoconservação do Estado de
Israel apoiada pelos Estados Unidos.

Responder

sergioa

25/07/2014 - 10h23

Vamos supor que somos “anões e irrelevantes” na diplomacia internacional, apesar de ser muito, mas muito fácil mesmo de refutar tal afirmação estapafurdia.

Mas é certo que não somos assassinos e nem criminosos de guerra, coisa difícil, para não dizer impossível, de refutar no caso de Israel.

Responder

Gersier

25/07/2014 - 10h15

Esse panaca,lacaio dos terroristas norte americanos, esquece que foi um grande brasileiro,Graça Aranha,que presidiu a criação do estado de israel.Esquece que o Brasil participou e ainda participa com seu exército,da pacificação de vários países.Esquece pricipalmente que o Brasil esteve presente no Oriente Médio exatamenmte para impedir uma carnificina entre os paises árabes e israel.Portanto ANÃO DIPLOMÁTICO é israel cujas tropas NUNCA tiveram participação na propagação da PAZ entre as nações.Esse panaca deveria ter discernimento para saber que o Brasil não defende o tal hamas,mas é contra matança indiscriminada de crianças,idosos e mulheres inocentes.

Responder

    Mário SF Alves

    25/07/2014 - 13h25

    E aí, Locatelli, que sugestão é essa? Eu, hein, não entendi nada. Você tá em parafuso, companheiro?

    Mário SF Alves

    25/07/2014 - 13h41

    Sei que pode ser algo elementar e trivial para você, ainda assim arrisco-me a sugerir:

    https://www.youtube.com/watch?v=oKw0buQYW98

    Abs.

    Mário.

vitor

25/07/2014 - 09h57

em relação a jogar bombas em crianças e civis, o Brasil é anão mesmo! ou melhor, nem existe!

Responder

manoel

25/07/2014 - 09h45

Se o Brasil é um anão em diplomacia, Israel é um gigante genocida.
Ouvi esta frase de Lino Ramos da Rádio Paiquere – AM, Londrina PR.

Responder

Aroeira

25/07/2014 - 08h58

SE A COPA DO MUNDO TIVESSE SIDO EM ISRAEL, e a Alemanha tivesse derrotado a seleção de casa por 7 x 1, Israel teria ordenado imediatamente o bombardeio de Belin. E a argumentação seria a seguinte: PERDEMOS, MAS ELES NÃO COMEMORAM.

Não brinquem com este PSICOPATA CHAMADO Benjamin Netanyahu. Ele é capaz de tudo. Hitler, comparado a ele, era um Gentleman.

Responder

    Narr

    25/07/2014 - 09h58

    Como é que é? Existe circunstância em que Hitler estadista era um “gentleman”?

    BIP BIP NEONAZI DETECTADO…

    Lukas

    25/07/2014 - 10h50

    A Lei de Godwin, conhecida também como A Regra das analogias nazistas de Godwin (ou ainda em inglês Godwin’s law ou Godwin’s Rule of Nazi analogies, como é mais conhecida no meio virtual), tem por base uma afirmação feita em 1990 por Mike Godwin,1 um advogado americano conhecido por formular essa “lei”,que diz :
    “ À medida em que cresce uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou o nazismo aproxima-se de 1 (100%). ”
    Há uma tradição em listas de discussões e fóruns segundo a qual, se tal comparação é feita, é porque quem mencionou Hitler ou os nazistas ficou sem argumentos. Portanto, considera-se que perdeu a discussão quem usou essa comparação num argumento.
    Tais comparações costumam aparecer em discussões políticas e religiosas.

    Até que para uma discussão que envolve Israel demorou a aparecer Hitler na história, quase 11 horas.

    anac

    25/07/2014 - 14h15

    A criatura (israel)pelo genocídio promovido contra os palestinos não nega sua origem, seu DNA, seu criador(HITLER). Puxou ao criador. Então são assuntos indissolúveis. Um lembra o outro e vice versa ainda mais quando usam os mesmos atos para dominar.

    Edgar Rocha

    25/07/2014 - 14h46

    E tu confia num advogado americano????? Hitler não seria tão idiota.

    Patricio

    26/07/2014 - 15h51

    Se for por essa “Lei”, os primeiros a não terem argumentos são os próprios nazistas de Israel. Quem mais usa a palavra Hitler e Nazi são os jornalecos dos fundamentalistas judeus. Essa mídia doente é a única fonte de inspiração para os sionistas locais. Ocasionalmente podem não mencionar as palavras. Mas elas já estão implícitas no raciocínio dos malucos.

    Aldair

    26/07/2014 - 17h55

    Lukas, esta lei é interessante. Mas como a maioria das regras, comporta exceção. Justamente esta. Bibi é um Hitler moderno, mas muito menos ingênuo. Hitler parecia acreditar em sua própria loucura. Bibi é um pragmático sanguinário. Além disso, as atrocidades de Israel se dão já depois da declaração dos direitos do homem, da mudança do Zeitgeist e com o único objetivo de roubar terras e atrair dinheiro. Neste caso Hitler e Nazismo são sim parâmetros perfeitos. Talvez até já qualitativamente superados.

    Quanto ao fascismo(pai do nazismo) é possível sim mensurar o grau fascista de cada um. Até o meu próprio. Dependendo do enquadramento neste “fascistômetros” o sujeito já passa a ser um sociopata, uma ameaça às minorias e à paz.

    Lembre-se: Todos nós pertencemos a alguma minoria em algum aspecto da vida.

Murdok

25/07/2014 - 08h56

Palhaços.

Responder

alemao

25/07/2014 - 08h12

Quantos comentários de vira-latas complexados! Incrível! Continuamos a ser um país de terceiro mundo, nada mudou.

O governo agora está dissimulando, é conivente com o Hamas sim.

É sempre assim, a prosperidade dos outros gera a inveja dos progressistas. A prosperidade dos outros é sempre alcançada pela tragédia dos incapazes, sei…

Cresçam e apareçam!

Responder

    Wladimir

    25/07/2014 - 10h46

    Junta sua troxinha, põe nela um pacote de “Pedrigree Champs” e muda pra Israel; lé pelo menos vc será vira-latas de um país do, digamos, “primeiro mundo”!

    alemao

    25/07/2014 - 12h10

    Prefiro continuar no meu amado país combatendo o pensamento dos vira-latas com a esperança de que um dia esse pensamento seja apenas renegado à minoria fora do poder, e não a que está no comando do país.

    anac

    25/07/2014 - 14h17

    Com esse comentário, o senhor só falta latir e abandonar o rabo.

    anac

    25/07/2014 - 14h18

    abanar

    Edgar Rocha

    25/07/2014 - 14h42

    Que coisa mais confusa, Alemão. E você? De que lado está? Um alemão com peninha de Israel, dizendo que temos inveja da prosperidade de uma nação que ‘prospera’ no território alheio… uma nação que até hoje acusa outra nação (a alemã, diga-se) de ser algoz de sua civilização, mas que age da mesma forma que o Hitler no tratamento com seus irmãos de sangue. Vejamos: você é um alemão sionista,alguém que consegue fundir a suástica com a estrela de Davi e ainda mora num país de cafusos e mamelucos que sequer sabem a origem, e que gostam de ser assim. Tem inveja de Israel por isto e ainda acha que os outros é que têm complexo de vira-latas. Vixi! Isto não é ideologia. É hidrofobia. Que crise identidade desgraçada, hein? Mas, eu acho que você não passa de um podengo crioulo com mania de pastor alemão.

    Horridus Bendegó

    25/07/2014 - 17h52

    …mas também já houve um Alemanha 6.000.000 X 0? Israel

    Aldair

    26/07/2014 - 18h12

    Alemão, deixemos a ingenuidade de lado. Imagine se do dia para a noite todos os vizinhos de Israel se tornassem grandes amigos. O que aconteceria? Será que os bilhões e bilhões americanos continuariam caindo na conta dos sionistas?
    Bem, se esta é a sua medida de sucesso e prosperidade…

    Patricio

    26/07/2014 - 19h57

    Você chama os outros de vira-latas e levanta a bola do exército sionista?
    Puxa-saco de covarde não valem os dejetos deixados pelos vira-latas.

Ivonildo Dourado

25/07/2014 - 07h26

Iinaceitavel o que está acontecendo , e o mundo assiste calado ao massacre que Israel está promovendo , matando crianças e inocentes .
Realmente 7×1 foi desproporcional , mas a vida seguiu seu rumo, e nenhuma criança morreu ou foi assassinada

Responder

Romanelli

25/07/2014 - 07h06

Não tem jeito, a coisa é pensada, de ano em ano os líderes daqueles povos plantam a semente que irá irrigar por dezenas de anos ainda maias ódio.

Evidente que esta havendo crime de GUERRA por parte de Israel.

O Hamas não é um governo, não representa um Estado.

Centenas de inocentes, indefesos, despreparados, desarmados, usados como ESCUDO, em abrigos, centenas de reféns estão sendo EXECUTADOS por um Estado estabelecido, por um exército profissional ..isso não se pode permitir ..isso é um genocídio SIM

Claro que a pena para estes crimes tem que ser PROPORCIONAL a agressão sofrida.

e com as partes tentando constantemente a ANIQUILAÇÃO da outra, paradoxalmente a solução seria a intervenção internacional, seguida duma dissolução e UNIFICAÇÃO geopolítica da Região. ..e quem tem forças ?!

Responder

clodoaldo

25/07/2014 - 06h55

Quando o representante de um país que é mero ponta-de-lança dos EUA no oriente médio e não tem uma seleção de futebol decente fala da forma que falou o melhor é ignora-lo.

Responder

Julio César

25/07/2014 - 05h50

ISRAEL NUNCA FOI ANÃO, POIS DOMINA 98% DE TODA A MIDIA DO MUNDO. É DAÍ, MEUS AMIGOS QUE VEM SEU ENORME PODER. VAMOS CONSTRUIR UMA PODEROSA REDE DE COMUNICAÇÃO, BASEADA NUMA COOPERATIVA, COM MILHÕES DE SÓCIOS E VAMOS AÍ SIM COMBATER ESSE CANCER. ENQUANTO FICARMOS CHORAMINGANDO E RECLAMANDO, NADA ACONTECERÁ. AZENHA, DEIXEMOS DE LADO O ORGULHO, A SOBERBA, A VAIDADE E FAÇAMOS OS BLOGUEIROS A SEMENTE DESSA REDE MUNDIAL! ENQUANTO FICAR O BLOGUEZINHO DO AZENHA, DO PHA, DO ATTUCH NADA MUDARÁ! CHEGA DE AMADORISMO! VAMOS FUNDAR UMA COOPERATIVA COM MILHÕES DE SÓCIOS, A PARTIR DA POPULAÇÃO DOS BRICS QUE É METADE DA POPULAÇÃO HUMANA!!!! DEIXEM DE PERDER TEMPO, AS CRIANÇAS ESTÃO MORRENDO EM TODO MUNDO PORQUE NÓS, NÃO TEMOS A HUMILDADE DE FAZER ALGO REALMENTE GRANDE E FCAMOS CADA UM CUIDANDO DO SEU BLOGUEZINHO…

Responder

    Conceição Lemes

    25/07/2014 - 09h06

    Júlio César, letras minúsculas nos comentários, por favor. abs

    Narr

    25/07/2014 - 09h59

    “Israel domina mídia de 98% do mundo”?

    BIP BIP NEONAZI DETECTADO…

    Gabriel Braga

    25/07/2014 - 13h40

    A velha muleta de Israel.Qualquer um que critica Israel é logo tachado de antissemitismo.

    Patricio

    26/07/2014 - 19h24

    zzzz. Um nazi-sionista se revelando…

    Mário SF Alves

    25/07/2014 - 10h49

    Dai a Cézar o que de fato for [realmente] de Cézar.

    Ou seja, se Cézar tomou, agrediu, surripiou, usou a mão grande, expulsou, concentrou, humilhou, matou, assassinou, seja de que modo for, e/ou, inclusive, faz guerra genocida sob pretexto de combater ataques do Hamas, que, de acordo com o Romanelli, não é um governo, e por isso não representa um Estado, e sobre o qual pairam suspeitas de possível jogo sujíssimo na região, então, que se julgue penal e internacionalmente Cézar.

    Ou ainda, se Cézar se transformou na própria encarnação do Hitler, então, que se julgue Cézar em Nuremberg, o mesmo local onde se julgou os crimes de guerra do Hitler.

    <a href="” rel=”nofollow”>

    É isso, prezado Júlio. É disso que se trata: de como o pequeno e valoroso Davi aos poucos vem se transformando no bíblico gigante Golias.

    Assim, interessa saber:

    O que é e quem representa o PODER bélico e político em Israel?

FrancoAtirador

25/07/2014 - 04h43

.
.
Jornalistas Norte-Americanos testemunham crueldades contra Palestinos

e são punidos pelas Empresas de Mídia, por falarem a Verdade sobre Gaza

em reportagens para os Órgãos de Comunicação dos United States of America.

Atos de Punição são Mensagens Intimidatórias aos Demais Repórteres:

‘Não conte a verdade sobre o que está acontecendo em Gaza’.

Testemunhas oculares, jornalistas silenciam sobre a barbárie
e se omitem, ao não repassar as informações corretas ao Ocidente,
senão são retirados da Palestina ou sumariamente demitidos…

sexta-feira 18 de julho de 2014
Ciranda Internacional (http://migre.me/kCSWP)

Jornalistas sofrem punição por transmitir informações sobre o massacre de Gaza

Pra cobrir Gaza, jornalista precisa se segurar e não dizer o que vê.
Do contrário, é punido e retirado da Palestina

Por Rita Freire

[NBC]
Ayman Mohyeldin é o jornalista que presenciou e divulgou as mortes de Ismail, Zakaria, Ahed e Mohamed, de idades entre 9 e 11 anos, caçados por radar e finalmente atingidos pelos mísseis de Israel quando brincavam em uma praia de Gaza.

Jornalista americano de origem egípcia, ele é veterano.
Trabalhou na Palestina para a Al Jazeera, para a CNN
e para a NBC, que o emprega atualmente.

Ayman estava jogando futebol na praia com os quatro meninos,
momentos antes de serem assassinados. E foi portanto
o jornalista a relatar com mais detalhes tudo que presenciou.

O mundo recebeu suas notícias (http://migre.me/kCTsb),
as imagens das mães e pais ao saber das mortes,
o testemunho de Moutaz Bakr, o menino ferido levado ao hospital
após ter visto os outros morrerem.

O repórter recebeu elogios nas redes pela cobertura,
e pelas informações que também postou no Twitter e no Instagram.
[(http://imgur.com/XmL75k5) e (http://imgur.com/J3dFToQ)]

Mas em seguida recebeu ordens da direção da NBC para deixar Gaza.

O argumento foi de retirada por “questões de segurança”, mas,
segundo o jornalista Glenn Greenwald, para o The Intercept (http://migre.me/kCTuU),
a NBC enviou outro correspondente para substituí-lo, “Richard Engel,
juntamente com um produtor americano que nunca foi a Gaza
e não fala árabe, para cobrir o ataque israelense em curso”.

A censura foi denunciada na internet, também pela rede norte-americana Jewish Voice for Peace, que condena Israel pela ocupação
e os ataques a Gaza, e que fez um apelo, em sua página do facebook,
para que o jornalista volte ao seu posto, e não seja punido
por fazer um trabalho honesto e corajoso.

[CNN]
A outra vítima da censura é a jornalista jornalista Diana Magnay, da rede CNN, que trabalhava na fonteira entre Israel e Gaza.

Ali, ela presenciou um grupo de israelenses torcendo
e comemorando o lançamento de mísseis sobre Gaza.
Ela relatou o fato em sua conta no Twitter
e chamou o grupo de “escória”,
apesar das ameaças que sofreu.

“Os israelenses no monte acima de Sderot torciam
enquanto bombas caíam em Gaza;
eles ameaçaram destruir nosso carro
se eu falasse alguma palavra errada.
Escória!”, escreveu no Twitter.

A CNN pediu desculpas por Diana Magnay
e transferiu a jornalista para Moscou.

P.S.
A última informação é de que a jornalista Diana Magnay
foi demitida pela CNN.

(http://www.ciranda.net/article7540.html?lang=pt_br)
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Responder

    Mário SF Alves

    25/07/2014 - 11h10

    “A CNN pediu desculpas por Diana Magnay
    e transferiu a jornalista para Moscou.

    P.S.
    A última informação é de que a jornalista Diana Magnay
    foi demitida pela CNN.”
    _______________________________________
    Moral da história: apesar de toda a opressão, apesar de todo o jogo sujo, apesar das desproporções, ainda existem Jornalistas.

    “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo…” Abraham Lincoln.

    Luís Carlos

    25/07/2014 - 11h18

    “Imprensa livre e democrática”. Compromisso com assassinatos de crianças. Imprensa empresarial lixo.

FrancoAtirador

25/07/2014 - 03h18

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24 de julho de 2014 – 16h53
VERMELHO.ORG

Movimentos sociais se unem em solidariedade aos palestinos

Em uma plenária convocada pela Cebrapaz (Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz), mais de 20 entidades do movimento social e sindical da Bahia se reuniram, na última quarta-feira (23/7), em Salvador, para discutir o conflito entre israelenses e palestinos, na Faixa de Gaza.

No encontro, foram anunciadas iniciativas de apoio dos baianos ao povo da Palestina.

Os cerca de 60 presentes, de diferentes entidades, aprovaram a criação do Fórum Internacionalista em Defesa dos Povos Vítimas de Agressão Imperialista e Neocolonialista. Segundo Caio Botelho, integrante da Cebrapaz, o fórum tem por objetivo “tocar de forma mais permanente as lutas relacionadas à solidariedade internacional”.

Além disso, foi aprovada a realização de um ato pela condenação do genocídio praticado pelo governo nazisionista de Israel contra o Povo Palestino e em defesa do estado independente e siberano da Palestina. O ato foi marcado para a próxima quarta-feira (30/7), na Praça da Piedade, às 16h, com caminhada até a Praça Castro Alves.

“A plenária foi vitoriosa e representativa. É uma demonstração de que o povo brasileiro condena as agressões que o Estado de Israel vem promovendo contra o povo palestino. Agora é ocupar as ruas e ampliar o coro mundial contra esse massacre e pelo direito da Palestina existir enquanto Estado livre e soberano”, afirmou Caio Botelho.

Na Praça da Piedade, símbolo das lutas populares, as entidades vão acender velas em memória das vítimas do conflito e realizar intervenções artísticas para denunciar o massacre que já dura três semanas. Os organizadores pedem que os participantes usem roupas nas cores da bandeira da Palestina: branca, verde, vermelha e preta.

Um manifesto elaborado pelos integrantes do fórum será elaborado, além de uma moção de solidariedade, que será estendida a todas as vítimas da opressão de classe e de racismo, na Bahia, no Brasil e no mundo.

De Salvador,
Erikson Walla

(http://www.vermelho.org.br/ba/noticia.php?id_secao=58&id_noticia=246369)
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Responder

FrancoAtirador

25/07/2014 - 01h16

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CANADÁ PRESTA APOIO À PALESTINA

Duas Meninas Canadenses Resolveram Manifestar Apoio Aos Palestinos,

Saindo à Rua com Um Cartaz que dizia: “Abrace Uma Terrorista”.

Jamais Haviam Sido Tão Abraçadas na Calçada, Como Dessa Vez:

(http://youtu.be/dxnRf0ucKhA)
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Vander

25/07/2014 - 00h34

Não há qualquer razão para que o Itamarati se justifique ou dê satisfações a Israel sobre sua posição de objeção – já conhecida da comunidade internacional – contrária à violação sistemática dos direitos humanos através do assassinato de centenas de crianças, mulheres e idosos indefesos e desarmados. A chancelaria israelense é quem deveria – se não fosse tão arrogante, presunçosa e descortês – desculpar-se perante o povo brasileiro por sua declaração falsa e grosseira. Se não por respeito, pelo menos por agradecimento e reconhecimento por tê-los acolhido em nosso país sem expressar nenhum preconceito ou censura em relação a suas crenças e tradições, ainda que salpicadas de elementos xenófobos e excludentes. É triste e lamentável constatar que ao longo de décadas Israel conseguiu atrair a inimizade de todos os seus vizinhos e despertar o desprezo e até ódio de grande parte das nações mundiais. Israel pretende que o Brasil coloque no mesmo patamar a morte de 30 militares fortemente armados e com a missão expressa de exterminar civis covardemente, com o genocídio de mais de 500 civis (até agora!) sem nenhuma relação com o Hamas ou “terroristas”, como os sionistas os chamam. Colocar-se ao lado de pessoas indefesas não é atitude de “anão diplomático” nem tampouco de país irrelevante! O Brasil orgulha-se de ser reconhecido por amar e praticar a paz, por não ter qualquer país como inimigo, por não ameaçar seus vizinhos, nem matar seus filhos ou privá-los de seus pais e irmãos. O Brasil não tem bomba atômica, nem seu PIB é sustentado pela venda de armas e equipamentos sofisticados de espionagem e monitoramento da vida alheia. Somente aqueles anões moralmente desprezíveis confiam que arsenais, ameaças e covardias perpetradas cinicamente à luz do dia poderá lhes garantir soberania e respeito do mundo civilizado! Dia virá em que o isolamento total virá assombrá-los, por descobrirem que não compreendem nem mesmo suas próprias vozes e que ninguém os enxergará, por serem invisíveis e dispensáveis!

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Geraldo do Espirito Santo

25/07/2014 - 00h33

Nanicos são eles que nunca conseguiram passar das oitavas,
somos a sexta economia e possuímos cinco títulos mundial no
no futebol, insignificancia são eles .

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Ricardo CP

25/07/2014 - 00h32

Pessoal, estou chocado. Como esse cara pode brincar com um assunto desses??? É atitude de gente má, muito má! E distorce tudo, como se o Brasil estivesse pregando que a situação seria proporcional só se houvesse mais mortos judeus, que sujeitinho baixo, horrível, nojento! Até quando esse tipo de gente será maioria em Israel, continuando a governá-la??? Quando se intensificou a escalada nazista (com quem Israel cada vez mais se parece, assim como a criança violentada pelo pai muitas vezes se torna um adulto psicopata tarado), os dignos alemães que puderam começaram a fugir de seu país, sobretudo os de ascendência judia (por exemplo Einstein). Sinceramente, ou os bons judeus começam já uma revolução ou já tá na hora de pedir asilo em outros países. Bem, pelo menos eu faria isso, Deus me livre!

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Edgar Rocha

25/07/2014 - 00h31

Anão diplomático??? Que tal um Copa do Mundo em Israel? Vamos ver como tratariam os estrangeiros. Se é que alguém se habilita a mandar delegação.

Responder

    Luís Carlos

    25/07/2014 - 11h21

    Impossível. O exército israelense atacaria todas as delegações, principalmente se tivessem crianças. Não há diplomacia em Israel. Só armas e exército. Não é país da política, mas da guerra e da morte.

Edgar Rocha

25/07/2014 - 00h12

A questão é tão séria e o cara faz brincadeira e ridiculariza um cachorro morto, que nunca o agrediu em nada e que tem a simpatia de boa parte do planeta. Isto não se faz. Quem mata criancinha não pode se dar ao luxo de ser antipático, nem de ferir susceptividades. Israel está pedindo. Se eu fosse judeu, não extrapolaria os limites do politicamente correto com um brasileiro. Vai sair perdendo. Temos munição e não temos vergonha de usá-la. O que eles entendem de provocação e falta de limites?
A propósito, quantos sionistas cabem num Fusquinha?

Responder

    luis antonio

    25/07/2014 - 01h41

    Grande Edgar!

    Assalariado

    25/07/2014 - 09h39

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Marat

25/07/2014 - 00h03

Bem que a ditadura da Arábia Saudita poderia ajudar os palestinos, não é? E a Turquia? E o Irã???

Responder

    alemao

    25/07/2014 - 08h07

    Até o povo árabe esta condenando o Hamas meu caro, em que mundo vives?

    Nelson

    25/07/2014 - 10h46

    Meu caro alemao.

    Você lê a opinião das oligarquias repressoras que dominam a maioria dos países árabes, em favor e com o apoio dos grandes capitalistas dos Estados Unidos, da Europa Ocidental e do Japão, e as fica repetindo como se refletissem o pensamento dos povos árabes.

    É melhor que tu te informes melhor. Se é que tu desejas isso, realmente.

    Luís Carlos

    25/07/2014 - 11h24

    Até o povo judeu está condenando o governo assassino de Netanyahu e seu exército de assassinos de crianças.

Hugo

24/07/2014 - 23h52

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Abrace um terrorista

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dxnRf0ucKhA

Responder

hc

24/07/2014 - 23h47

Eles não conseguem ver que caminhão para situação semelhante ao holocausto, digo de passarem por inimigos da humanidade, se já não forem.
O que se vê pela internet é a crescente revolta, e repulsa ao que se faz com o Palestino.
O Judeu deve se preparar para essa informação na internet, e acredito que quando acordarem será tarde e passaram a ser considerados piores dos que os enclausurou em campos de concentração.

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    anac

    25/07/2014 - 14h39

    É um sentimento que esta se generalizando, mesmo entre os ateus e agnósticos, por todos aqueles que vêm a Bíblia um livro de ficção, um conto de carochinha.

Marat

24/07/2014 - 23h46

Mistura de ignorância, burrice, estupidez, empáfia e estultície. Comportamento típico de um adolescente psicopata, que sabe que seu pai, um beberrão, criminoso e forte, está sempre por perto para ajudá-lo em seus crimes!

Responder

Fábio

24/07/2014 - 23h22

O Brasil pode ser um anão diplomático. Mas é a 6a economia do mundo. E Israel? Está na casa dos 50/51… Israel só é um país conhecido no mundo pelo conflito com os Palestinos (onde já praticou todos os tipos de crimes contra inocentes, diga-se), com o apoio incondicional dos EUA. Senão, também seria um anão diplomático e político. Fora isso, continua sendo um país medíocre.

Responder

Luís Carlos

24/07/2014 - 23h15

O representante do Estado nazista terrorista de Israel usa daquilo que tem a disposição: ironia e violência. Não sobra mais do que isso, diante dos assassinatos de crianças cometidos por Israel. Estado terrorista diz estar se defendendo. Pergunto: como? Matando crianças? É essa a defesa de Israel, armado até os dentes contra crianças, mulheres e homens civis? Atacando e destruindo escola da ONU? Matando servidores da ONU? Somente a Globo e toda mídia empresarial comprometida até a medula com Estado de Israel e com EUA pode silenciar e tentar relatividade genocídio palestino. Ataques e assassinatos de crianças não tem justificativa! Globo calada, escondendo massacre de crianças por Israel.

Responder

Ricardo de Moraes

24/07/2014 - 23h15

Concordo com o Gabriel Braga, o atual governo de Israel é de um nanismo moral flagrante e, considera que tudo vale para superar seu nanismo territorial. Apenas considero que não devemos confundir esse governo com os interesses da totalidade do povo israelense ou a totalidade dos que professam as diversas vertentes do judaísmo, assim como não devemos justificar o modo de ação violento, de grupos como o Hammas, nem confundir os interesses desse grupo com os anseios do povo palestino.
A analogia futebolística do porta-voz foi infantil e irresponsável e, a fala do diplomata brasileiro foi a de um adulto sóbrio. A fala desse porta-voz reflete o baixíssimo nível daqueles que comandam o Estado israelense hoje.

Responder

FrancoAtirador

24/07/2014 - 23h11

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Diante Dessa Tentativa de Extermínio de um Povo Inocente

Por Fascistas Fanáticos da Extrema-Direita de Israel,

Adverte-se aos ‘Cristãos’ Que, Se o Judeu Nazareno Retornasse Hoje,

Seria Condenado e Crucificado Novamente na Própria Terra Natal…
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Responder

Isidoro Guedes

24/07/2014 - 22h42

Quem é Israel, um relés enclave econômico e militar dos EUA no Oriente Médio, para falar do Brasil e tentar nos ridicularizar?
Estados que usam de táticas terroristas em favor do imperialismo norte-americano, que culminam na morte de milhares de civis (crianças, mulheres, velhos…) não tem moral para falar coisa alguma.

Responder

Toga

24/07/2014 - 22h40

Olha… se quiser ser babaca por ser babaca, posso responder que humilhação é perder de 6 milhões contra… quantos dos Alemães mesmo? E depois do jogo ainda caíram para a violência… isso sim que não é legal.

Responder

Euler

24/07/2014 - 22h35

Poderia dizer que desproporcional é a surra política que a diplomacia brasileira dá na “diplomacia” (aspas) de Israel. Mas prefiro dizer duas coisas apenas:

1) parabenizar ao governo brasileiro, pela sua posição clara contra o genocídio que ocorre em Gaza. Uma agressão lesa-humanidade praticada por um dos mais bem armados e treinados exércitos do mundo contra um povo praticamente indefeso;

2) lamentar que mais governos não tenham a mesma postura do Brasil, um gigante na diplomacia, que resolve os problemas com os vizinhos não jogando mísseis e tanques de guerra, mas dialogando, cedendo, às vezes, construindo uma unidade na diferença. Coisa que o estado sionista e nazista de Israel jamais soube fazer. A única linguagem “diplomática” que eles conhecem é o terrorismo de estado, a ocupação de territórios alheios, a destruição de milhares de vidas, a submissão do bravo povo palestino a condições desumanas, vividas no passado por outros povos, inclusive os judeus, cuja história o estado que diz representá-los renega.

Pergunta-se: será que em nenhum momento o “diplomata” israelense não se indagou por que motivo um outro povo lança mísseis caseiros contra Israel? Por que isso não acontece com a maioria dos outros países do mundo? A justifica deles é sempre esta, rasteira, a de que eles se defendem contra os mísseis do Hamas, como se todos fossem idiotas e incapazes de uma leitura mais ampla daquele contexto. 700 mortos do lado palestino, a maioria crianças e idosos, contra 30 do lado israelense, a maioria soldados.

Como se não houvesse história, como se o estado de Israel não tivesse se apropriado dos territórios palestinos e empurrado a população palestina para verdadeiros campos de concentração, submetidos a todo tipo de humilhação de sofrimento.

A humanidade deve se preocupar com o presente e o futuro dos palestinos; mas deve se preocupar também com um estado que detém ogivas nucleares e cujos representantes têm a cabeça voltada para a guerra e para a destruição. Se alguém ainda tem preconceito ideológico em relação aos palestinos, árabes, muçulmanos, pense pelo menos na condição humana, ameaçada, enquanto governos com alta capacidade de destruição continuarem agindo livre e impunemente. Isto vale sobretudo para Israel e seu protetor, o império norte-americano.

Responder

Gabriel Braga

24/07/2014 - 22h18

Melhor ser um anão diplomático do que um anão moral,um estado que pratica um genocídio contra um povo desarmado e que lentamente está apagando a Palestina do mapa.

Responder

    Nelson

    24/07/2014 - 23h56

    Mandou bem, Gabriel, mandou bem!

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