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Moro acredita que salvadores da Pátria devem fazer reforma política; na falta de provas, condenação ao ostracismo público

21 de março de 2016 às 20h37

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Moro the savior, a “revolução” das Mãos Limpas no La Stampa — que acabou no Mãos Sujas Berlusconi — e os intocáveis na Folha de S. Paulo

por Luiz Carlos Azenha

Internautas irresponsáveis andaram espalhando inverdades sobre o juiz Sérgio Moro nas redes sociais: que ele é filiado ao PSDB, que o pai fundou o PSDB de Maringá, que a esposa é advogada do PSDB.

Se fosse uma campanha política, poderíamos até especular que trata-se de contra-informação: mentiras conscientemente disseminadas para que a verdade, finalmente estabelecida, absolva o injuriado de qualquer outra crítica.

Na verdade, não sabemos quais são as posições políticas do juiz Sérgio Moro e as falsas acusações contra ele apenas turvam o entendimento de onde o juiz federal do Paraná pretende chegar.

Considerá-lo tucano sem provas factuais não é apenas mentiroso, é um desserviço à informação.

Num evento recente, Moro se disse apartidário, mas é significativo que tenha atendido a convite feito pelo agora candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Dória Jr. Mais não é possível inferir a partir disso.

Porém, é claríssimo que Moro acredita no ativismo judicial. Isso fica claro nas palavras que ele mesmo escreveu, ao avaliar a operação Mãos Limpas, na Itália.

Moro resumiu a Mani Pulite, com seus erros e acertos, como “um momento extraordinário na história contemporânea do Judiciário”. Ele parece determinado a repetí-la no Brasil.

O parágrafo abaixo pode ser revelador da ambição do juiz federal do Paraná:

Dois anos após, 2.993 mandados de prisão haviam sido expedidos; 6.059 pessoas estavam sob investigação, incluindo 872 empresários, 1.978 administradores locais e 438 parlamentares, dos quais quatro haviam sido primeiros-ministros. A ação judiciária revelou que a vida política e administrativa de Milão, e da própria Itália, estava mergulhada na corrupção, com o pagamento de propina para concessão de todo contrato público, o que levou à utilização da expressão “Tangentopoli” ou “Bribesville” (o equivalente à “cidade da propina’) para designar a situação. A operação mani pulite ainda redesenhou o quadro político na Itália. Partidos que haviam dominado a vida política italiana no pós-guerra, como o Socialista (PSI) e o da Democracia Cristã (DC), foram levados ao colapso, obtendo, na eleição de 1994, somente 2,2% e 11,1% dos votos, respectivamente.

É, de fato, algo muito ambicioso: deslegitimar o sistema político seria a melhor forma de reformá-lo. Moro descreveu como foi na Itália:

A deslegitimação do sistema foi ainda agravada com o início das prisões e a divulgação de casos de corrupção. A deslegitimação, ao mesmo tempo em que tornava possível a ação judicial, era por ela alimentada: A deslegitimação da classe política propiciou um ímpeto às investigações de corrupção e os resultados desta fortaleceram o processo de deslegitimação. Conseqüentemente, as investigações judiciais dos crimes contra a Administração Pública espalharam-se como fogo selvagem, desnudando inclusive a compra e venda de votos e as relações orgânicas entre certos políticos e o crime organizado. As investigações mani pulite minaram a autoridade dos chefes políticos – como Arnaldo Forlani e Bettino Craxi, líderes do DC e do PCI – e os mais influentes centros de poder, cortando sua capacidade de punir aqueles que quebravam o pacto do silêncio.

Moro, o incendiário! O revolucionário! Segue o texto:

Uma nova geração dos assim chamados “giudici ragazzini” (jovens juízes), sem qualquer senso de deferência em relação ao poder político (e, ao invés, consciente do nível de aliança entre os políticos e o crime organizado), iniciou uma série de investigações sobre a má-conduta administrativa e política . A independência judiciária, interna e externa, a progressiva deslegitimação de um sistema político corrupto e a maior legitimação da magistratura em relação aos políticos profissionais foram, portanto, as condições que tornaram possível o círculo virtuoso gerado pela operação mani pulite.

Isso mais parece texto de um anarquista dissimulado.

Abaixo todo o sistema político! Fim dos conchavos de bastidores! Extinção da modernização conservadora que rege o Brasil desde sempre, com nomes trocados: UDN-PSDB x PTB-PT, com PSD-PMDB fiel da balança! Abaixo o monopólio da Rede Globo!

No artigo, o juiz do Paraná sustenta que as delações premiadas só poderiam advir de prisão preventiva com base factual. Na Itália, descreve Moro, boatos e isolamento foram ferramentas importantes:

A estratégia de investigação adotada desde o início do inquérito submetia os suspeitos à pressão de tomar decisão quanto a confessar, espalhando a suspeita de que outros já teriam confessado e levantando a perspectiva de permanência na prisão pelo menos pelo período da custódia preventiva no caso da manutenção do silêncio ou, vice-versa, de soltura imediata no caso de uma confissão (uma situação análoga do arquétipo do famoso “dilema do prisioneiro”). Além do mais, havia a disseminação de informações sobre uma corrente de confissões ocorrendo atrás das portas fechadas dos gabinetes dos magistrados. Para um prisioneiro, a confissão pode aparentar ser a decisão mais conveniente quando outros acusados em potencial já confessaram ou quando ele desconhece o que os outros fizeram e for do seu interesse precedê-los. Isolamento na prisão era necessário para prevenir que suspeitos soubessem da confissão de outros: dessa forma, acordos da espécie “eu não vou falar se você também não” não eram mais uma possibilidade.

Para disseminar as informações “sobre uma corrente de confissões” e para manter o assunto permanentemente em debate público, era preciso utilizar uma ferramenta: a mídia.

Escreve Moro, sobre como foi na Itália:

Os responsáveis pela operação mani pulite ainda fizeram largo uso da imprensa. Com efeito: Para o desgosto dos líderes do PSI, que, por certo, nunca pararam de manipular a imprensa, a investigação da “mani pulite” vazava como uma peneira. Tão logo alguém era preso, detalhes de sua confissão eram veiculados no “L’Expresso”, no “La Republica” e outros jornais e revistas simpatizantes. Apesar de não existir nenhuma sugestão de que algum dos procuradores mais envolvidos com a investigação teria deliberadamente alimentado a imprensa com informações, os vazamentos serviram a um propósito útil. O constante fluxo de revelações manteve o interesse do público elevado e os líderes partidários na defensiva. Craxi [Betino, do Partido Socialista], especialmente, não estava acostumado a ficar na posição humilhante de responder a acusações e de ter a sua agenda política definida por outros.

É límpido, portanto, que Moro acredita no ativismo político, a ponto de interferir na agenda dos investigados e deixá-los na defensiva.

Isso é Política com P maiúsculo!

Mas, surge aqui um dado preocupante: Moro propõe o reinado da “meritocracia” sobre a soberania popular.

Expressa um idealismo ahistórico: pressupõe que o Brasil tenha a mesma tradição democrática da Itália, que seja um país do capitalismo central onde é hora de desconcentrar o capital e acabar com os monopólios, que não tenha uma Justiça tão ou mais corrupta que o Legislativo e o Executivo, que o enfraquecimento repentino de suas instituições não beneficie interesses externos, que a mídia não seja corrupta e concentrada.

O juiz do Paraná fala em “apoio da democracia” para o combate à corrupção, mas não observa que nossa democracia é marcada pela concentração de renda e desigualdade social e, portanto, que os mais ricos dispõem de instrumentos que faltam aos mais pobres em todas as esferas da convivência social.

Escreveu Moro, em sua análise francamente favorável à Mani Pulite:

Talvez a lição mais importante de todo o episódio seja a de que a ação judicial contra a corrupção só se mostra eficaz com o apoio da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem condições de avançar e apresentar bons resultados. Se isso não ocorrer, dificilmente encontrará êxito. Por certo, a opinião pública favorável também demanda que a ação judicial alcance bons resultados. Somente investigações e ações exitosas podem angariá-la. Daí também o risco de divulgação prematura de informações acerca de investigações criminais. Caso as suspeitas não se confirmem, a credibilidade do órgão judicial pode ser abalada. Além disso, a ação judicial não pode substituir a democracia no combate à corrupção. É a opinião pública esclarecida que pode, pelos meios institucionais próprios, atacar as causas estruturais da corrupção. Ademais, a punição judicial de agentes públicos corruptos é sempre difícil, se não por outros motivos, então pela carga de prova exigida para alcançar a condenação em processo criminal. Nessa perspectiva, a opinião pública pode constituir um salutar substitutivo, tendo condições melhores de impor alguma espécie de punição a agentes públicos corruptos, condenando-os ao ostracismo.

O que Moro está dizendo, aqui, é ativismo político puro.

Na falta da “carga de prova” exigida para a condenação, o juiz da Lava Jato crê que a opinião pública poderá condenar os acusados ao “ostracismo”, o que é basicamente uma ação política turbinada por réus confessos que se tornam delatores e vazamentos de indícios como se fossem provas.

Isso não pode ser discurso de juiz, mas de um político. Um provável candidato a presidente da República, como observou o jurista Fábio Comparato em evento da USP. Que usa a Justiça agora para se livrar de possíveis adversários? Será?

É preciso considerar, ainda, que a opinião pública “esclarecida” a que Moro se refere acima, no Brasil, está 1000 vezes mais sujeita à opinião de uma mídia concentrada, repleta de reinaldos e mervais, onipresentes em diversas plataformas, do que à modesta opinião de um blogueiro sujo.

Ou seja, o julgamento público com o qual ele pretende condenar líderes políticos ao ostracismo, na falta de provas, não é um evento necessariamente justo — e olhem que Moro é juiz.

No vazamento dos diálogos do ex-presidente Lula, dos quais retirou oficialmente o sigilo, Moro incluiu duas conversas que, pela lei, deveria ter submetido ao Supremo Tribunal Federal, por prerrogativa de foro.

1. Da presidenta Dilma Rousseff com o ex-presidente Lula.

2. Do ministro Jacques Wagner com o presidente do PT, Rui Falcão, nenhum deles sob investigação na Lava Jato.

Para o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, foi um crime.

Aqui, Moro político atropela Moro juiz.

É possível, repito, possível, que ele tenha considerado que não se faz omelete sem quebrar os ovos.

Podemos supor que Moro pretendia levar a opinião pública “esclarecida” à conclusão de que, aqui como na Itália, o partido no poder age como uma organização criminosa e, portanto, deve ser condenado, se não nos tribunais, pelo menos ao ostracismo.

Seria uma espécie de sentença coletiva para os líderes do PT e milhões de filiados do partido, embora isso não exista no Direito.

Por que Moro trouxe para dentro da coleção de grampos a presidenta da República, um importante ministro de Estado e o presidente do PT, não fosse o objetivo de condená-los publicamente, por associação a Lula?

O Jornal Nacional tratou de acrescentar às falas dos grampeados um jogral com entonação teatral que não permitiu outra interpretação: a da grande conspiração petista. Quase sem direito a contraditório.

O que nos preocupa é que os que ouvem o conjunto das gravações sem a intermediação do JN podem chegar a conclusão diametralmente oposta.

Uma explicação que ouvi: Lula e seus colegas de partido estavam simplesmente fazendo política. Acossado por um juiz que não acreditavam imparcial, por causa da condução coercitiva de quem nunca tinha se negado a depor, especulavam sobre a melhor forma de enfrentá-lo “politicamente”.

Aliás, como político Moro deu um nó em Lula. Arrastou-o humilhado para o aeroporto de Congonhas e autorizou as escutas, para em seguida registrar a indignação do detido. Como descreveu em seu artigo sobre a Mani Pulite, definiu a agenda política do ex-presidente. Um golpe de mestre digno não de um juiz, mas de um candidato.

Sem juízo de valor, fica claro que estamos tratando de um embate político: Moro age sob a proteção de suposta isenção judicial e tem o instrumento da “obstrução de Justiça”  — além de toda a mídia — para usar contra Lula, o PT, militantes do PT e qualquer apoiador do ex-presidente; Lula, por sua vez, tem o governo e parcela da opinião pública.

É por isso que Moro nos deve a mesma transparência que cobra dos políticos.

É urgente que se manifeste publicamente — para todos os que apoiamos a Operação Lava Jato, menos as arbitrariedades, os vazamentos e as indevidas conduções coercitivas — sobre para onde ele, os procuradores do MPF e os delegados da PF pretendem nos levar e ao Brasil. Qual é o plano? Como será a economia? A taxa de juros?

Provavelmente inspirados no ativismo político e judicial de Sérgio Moro, os promotores paulistas — aqueles do Marx&Hegel — alegaram como um dos motivos para a prisão preventiva de Lula o fato de que o ex-presidente teria “incitado” a opinião pública contra autoridades constituídas. Ecos da ditadura militar. Mais um passo e estariam investigando delitos de opinião, como “usar vermelho”. Não duvido que chegaremos a isso.

Não é, no entanto, o caso do juiz Moro. Ele tem uma claríssima proposta de reforma política e está agindo para implantá-la. Você até pode ser contra, mas não pode desconhecer que o projeto encontrou eco numa parcela significativa da sociedade brasileira.

Se um juiz de primeira instância pode ou deve fazer isso… ingressamos em outra discussão.

Em seu artigo sobre a Mani Pulite, Moro registra o paradoxo: depois de toda a “limpeza” na Itália, o corrupto Silvio Berlusconi se tornou primeiro-ministro. Mas nós ainda não chegamos à fase de avaliar as consequências de fazer o mesmo no Brasil.

Para cumprir seus objetivos, Moro fala fora dos autos, descarta como “irrelevantes” fatos que poderiam prejudicar a meta final (por exemplo, o grampo de Dilma e Lula ter sido feito depois de suspensas as interceptações) e acredita numa democracia em que agentes públicos não eleitos atuem em sintonia com uma opinião pública “esclarecida” para fazer valer a “soberania popular”. Ou seja, o voto fica em segundo plano, já que supostamente é fruto de corrupção.

Isso, partindo do único dos Três Poderes que não é submetido aos eleitores, pode muito bem ser interpretado como o primeiro passo rumo ao fascismo judicial.

Porém, num país em que Eduardo Cunha comanda o processo de impeachment, não é de estranhar que Moro tenha se transformado numa espécie de herói do deserto nacional.

Ele me parece um revolucionário sincero, mas corre o mesmo risco de outro voluntarista, George W. Bush, com o agravante de que Moro não foi eleito.

Bush, que se tornou evangélico para escapar do alcoolismo, consultou Deus antes de atacar os diabólicos políticos iraquianos, com suas inclinações sanguinárias e ditatoriais. Colheu 150 mil mortos, 2 milhões de refugiados, a fratura do Iraque e a ascensão do ISIS. Danos meramente colaterais para um homem que encarnava o Salvador.

No Brasil, o plano de Moro é menos ambicioso. Como se viu no 13 de março, embora com português claudicante, ele tem ao seu lado a Força — ou pelo menos a parte branca dela:

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Leia também:

Marco Aurélio, sobre Moro: “Simplesmente deixou de lado a lei”

O livro da blogosfera em defesa da democracia - Golpe 16

Golpe 16 é a versão da blogosfera de uma história de ruptura democrática que ainda está em curso. É um livro feito a quente, mas imprescindível para entender o atual momento político brasileiro

Organizado por Renato Rovai, o livro oferece textos de Adriana Delorenzo, Altamiro Borges, Beatriz Barbosa, Conceição Oliveira, Cynara Menezes, Dennis de Oliveira, Eduardo Guimarães, Fernando Brito, Gilberto Maringoni, Glauco Faria, Ivana Bentes, Lola Aronovich, Luiz Carlos Azenha, Maíra Streit, Marco Aurélio Weissheimer, Miguel do Rosário, Paulo Henrique Amorim, Paulo Nogueira, Paulo Salvador, Renata Mielli, Rodrigo Vianna, Sérgio Amadeu da Silveira e Tarso Cabral Violin. Com prefácio de Luiz Inácio Lula de Silva e entrevista de Dilma Rousseff.

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33 Comentários escrever comentário »

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Hudson

27/03/2016 - 19h11

Entrevista de ex-juiz italiano que atou na Mani Pulite:

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/quem-acabou-com-a-m%C3%A3os-limpas-foi-o-cidad%C3%A3o-comum-1.1268595

“O problema é que medidas relacionadas à prescrição dos crimes (diminuição do tempo de prescrição), à falsificação de balanço de empresas (que deixou de ser crime) e outras foram aceitas pelos cidadãos. Exceto no caso do decreto Biondi (conhecido como ‘salva ladrão’, ele acabava com a prisão preventiva nos casos de corrupção, mas acabou rejeitado pelo Parlamento), os cidadãos progressivamente se desinteressaram dessas coisas, pois começamos a incomodar também as pessoas comuns.”

Responder

José Carlos Vieira Filho

22/03/2016 - 19h12

O que pode estar por trás dessa quadrilha golpista (em inglês): http://journal-neo.org/2016/03/22/is-isis-a-scam/

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Urbano

22/03/2016 - 16h51

A opinião é pertinente, pois ele e outros iguais já estão consolidando a reforma da justiça.

Responder

FrancoAtirador

22/03/2016 - 13h03

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EDUARDO CUNHA QUER INCLUIR DEPOIMENTO DE MITÔMANO NO PROCESSO DE IMPÍXI
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(http://jornalggn.com.br/noticia/oposicao-quer-incluir-delacao-de-delcidio-sem-adiar-rito)
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Responder

Matheus

22/03/2016 - 12h00

Azenha, o Luís Nassif afirma que o núcleo da conspiração golpista não é Moro, e sim os procuradores. Moro é um juiz-xerife-demagogo que está servindo a propósticos que talvez ele mesmo, burocrata medíocre e de visão curta, desconhece a fundo.

Responder

    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 12h22

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    Com Certeza, Caro Matheus.
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    Assim como aconteceu no Mentirão 1,
    a Tese Jurídico-Penal do Mentirão 2
    é do Ministério Público Federal (MPF).
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FrancoAtirador

22/03/2016 - 11h32

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Encontro de Juristas, pela Legalidade e em Defesa da Democracia,
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com a Presidente da República do BraSil, Dilma Vana Rousseff,
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Assista agora, ao Vivo, direto do Palácio do Planalto em Brasília.
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http://conteudo.ebcservicos.com.br/streaming/nbr
https://twitter.com/TVNBR/status/712284949534138368
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Responder

    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 11h39

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    Flavio Dino abre o Evento pela Democracia Contra o Golpe
    .
    com um Discurso Demolidor contra o Fascismo Judicial
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    *Flávio Dino de Castro e Costa (São Luís-MA, 30/04/1968)
    é Advogado, Professor de Direito, ex-Juiz Federal,
    atual Governador do Estado do Maranhão,
    Filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
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    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 11h51

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    Flavio Dino* fez o que o Juiz Sérgio Moro deveria ter feito:
    .
    Exonerou-se do Cargo de Juiz, para seguir Carreira Política.
    .
    *No Ano de 1994, Aprovado em Primeiro Lugar, por Concurso,
    .
    foi Nomeado Juiz Federal, Cargo que exerceu por 15 anos.
    .
    Presidiu a Associação Nacional de Juízes Federais (AJUFE)
    .
    E foi Secretário-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Abandonou a Magistratura Federal, aos 38 anos de Idade,
    .
    para ingressar na Vida Política Partidária, filiando-se ao PCdoB.
    .
    .

    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 11h53

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    Flavio Dino* fez o que o Juiz Sérgio Moro deveria ter feito:
    .
    Exonerou-se do Cargo de Juiz, para seguir Carreira Política.
    .
    *No Ano de 1994, Aprovado em Primeiro Lugar, por Concurso,
    .
    foi Nomeado Juiz Federal, Cargo que exerceu por 15 anos.
    .
    Presidiu a Associação Nacional de Juízes Federais (AJUFE)
    .
    E foi Secretário-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
    .
    Abandonou a Magistratura Federal, aos 38 anos de Idade,
    .
    para ingressar na Vida Política Partidária, filiando-se ao PCdoB.
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    .

FrancoAtirador

22/03/2016 - 11h12

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Moro é uma Fraude Midiática
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“Lista de ‘apoio’ a Moro foi Malandramente Inchada com a Repetição de Nomes
que, Reagrupados em Ordem Alfabética, Reduzem-na à Metade”
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(https://twitter.com/cartamaior/status/712267447567564800)
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Responder

FrancoAtirador

22/03/2016 - 11h00

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ESQUADRÃO MILITAR DO GENERALCKMIN
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BAIXOU O SARRAFO [email protected] ESTUDANTES
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QUE SE MANIFESTAVAM CONTRA O GOLPE
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(https://twitter.com/j_livres)
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Responder

FrancoAtirador

22/03/2016 - 10h00

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“Não Verás País Nenhum”
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E, já que a Maioria da População escolheu manter o mesmo Partido no Governo por 16 Anos,
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os Líderes do PPSDemB, aproveitando-se do Messianismo Punitivo dos Santos Inquisidores,
.
com o Apoio Incondicional da Mídia Empresarial Jabáculê, Corrupta, Comprada e Vendida,
.
Financiados pelas Mais Funestas Corporações que a Monarquia produziu na História do País,
.
resolveram abreviar, pela Via Judicial, o Mandato da Presidente, em Nome da Alternância no Poder.
.
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Responder

Leonardo M. G.

22/03/2016 - 09h46

Por isso, Azenha, sinto que o que vai acontecer é o seguinte: Sergio Moro vai continuar com os abusos ilegais, será exonerado, sairá atirando em todo mundo (deve ter MILHARES de conversas não só do Poder Executivo, mas do Legislativo e do STF também em suas mãos) e, com as bênçãos da Globo, sairá candidato em 2018. Ele será seu próprio Berlusconi.

Responder

José Fernandes

22/03/2016 - 09h35

desculpa corrigir-lo ,mas ele tem o lado negro da força,que não pequena.

Responder

César

22/03/2016 - 09h18

Acho que mais um trecho do artigo merecia destaque:

“Há sempre o risco de lesão indevida à honra do investigado ou acusado. Cabe aqui, porém, o cuidado na desvelação dos fatos relativos à investigação, e não a proibição abstrata de divulgação, pois a publicidade tem objetivos legítimos e que não podem ser alcançados por outros meios”

Não há nenhum cuidado na desvelação dos fatos e toda a pressa na publicidade. Tudo que é levantado, vira primeira página, capas, manchetes. Porém, se e quando desmentido, não tem o mesmo espaço publicitário/impacto, sendo no máximo, uma notinha de rodapé> “Opa, foi mal aí, erramos…”

Responder

FrancoAtirador

22/03/2016 - 08h23

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“Os responsáveis pela operação…
fizeram largo uso da imprensa”
.
“Nessa perspectiva, a opinião pública
pode constituir um salutar substitutivo,
tendo condições melhores de impor
alguma espécie de punição…
condenando-os ao ostracismo”
.
Juiz Sérgio Fernando Moro
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 08h35

    .
    .
    OLJ: OC-PPP
    .
    “A Investigação… vazava
    como uma Peneira”
    .
    “Tão logo Alguém era Preso,
    Detalhes de sua Confissão
    eram veiculados no[s]… jornais
    e revistas simpatizantes”
    [e na Rede Globo de Televisão]
    .
    “Apesar de não existir nenhuma sugestão
    de que algum dos procuradores
    mais envolvidos com a investigação
    teria deliberadamente alimentado
    a imprensa com informações,
    os vazamentos serviram a um propósito útil”
    .
    “O constante fluxo de revelações
    manteve o interesse do público elevado
    e os líderes partidários na defensiva”
    .
    Juiz Sérgio Fernando Moro
    .
    .

    FrancoAtirador

    22/03/2016 - 09h32

    .
    .
    “O que Moro está dizendo, aqui, é Ativismo Político Puro.
    .
    Na falta da “carga de prova” exigida para a condenação,
    o juiz da Lava Jato crê que a opinião pública
    poderá condenar os acusados ao ‘ostracismo’,
    o que é basicamente uma ação política
    turbinada por réus confessos que se tornam delatores
    e vazamentos de indícios como se fossem provas.
    .
    Isso não pode ser Discurso de juiz, mas de um Político.
    .
    É preciso considerar, ainda, que a Opinião Pública
    ‘esclarecida’, a que Moro se refere acima,
    está 1000 vezes mais Sujeita à Opinião de uma Mídia Concentrada,
    repleta de ‘reinaldos’ e ‘mervais’, onipresentes em diversas plataformas,
    do que à modesta opinião de um ‘blogueiro sujo’.
    .
    Ou seja, o Julgamento Público com o qual ele, na Falta de Provas,
    pretende Condenar Líderes Políticos ao Ostracismo
    não é um evento necessariamente justo — e olhem que Moro é juiz.”
    .
    Jornalista Luiz Carlos Azenha
    .
    .

Sérgio

22/03/2016 - 03h26

Megalomaníaco e paranoico. Dom Quixote messiânico e malfeitor. Nada romântico, astuto e mais do que pragmático. E vaidoso, essa qualidade não pode faltar a um paranoide travestido de moralista e hipócrita salvador da pátria. Não sei porque, mas sempre me lembra algum herói de revistas em quadrinhos. Qual seria?

Responder

Ninguém

22/03/2016 - 00h01

Ou não entendi o seu artigo ou você está completamente maluco, Azenha! Esse arremedo de juiz é um bandido togado. É muita ingenuidade achar que o camicia nera age de maneira apartidária. Se assim fosse, por que tamanha perseguição ao Lula, à Dilma e ao PT (que não vem de hoje, diga-se de passagem, haja vista o voto “porque a literatura” permitiu, que preparou para Rosa Webber e que condenou sem provas José Dirceu na AP470)? Por que nem um pio sobre o hexacitado agressor de mulher, por exemplo? Por que não move uma palha em relação ao Eduardo Cunha, comprovadamente dono de milhões de dólares não declarados no exterior? Por que a seletividade nos vazamentos? Por que o grampo ilegal seguido por vazamento ainda mais ilegal? Esse bandido togado deveria estar atrás das grades. Passamos mais de duas décadas sob o jugo de um regime de exceção, nos quais os direitos civis não eram respeitados. No entanto, temos visto diuturnamente, a execução de atos por parte desse bandido togado que se dão ao completo arrepio da lei, numa ousadia que nem os golpistas de 1964 ousaram, tendo culminado com a condução coercitiva ilícita do ex-presidente Lula e os grampos e seu respectivo vazamento. Não tenho o menor interesse em saber qual é a proposta “política” de um golpista raso que exibe a arrogância típica dos protofascistas. O que ele busca é instalar de direito uma ditadura do judiciário que parece já ter-se instalado de fato.

Responder

Cesar

21/03/2016 - 23h27

Apóio a questão de buscar corruptos, mas é nitída a ação de Moro e sua equipe em buscar apenas uma banda podre da política, ora, e a outra banda, se também é cancerígna, por que a protege? Sabemos as histórias, que certos promotores da Lava Jato, em seu passado e do processo mal sucedido do Banestado, das ligações de certos procuradores envolvidos com destruição de provas. Não creio que essa Lava Jato tenha esse objetivo de limpeza, mas de preparar caminho para a direita. Esse processo foi bem calculado, como demonstra o texto, Moro é apenas o testa de ferro para alguém maior que está para surgir. Logo ele desaparecerá de cena como Joaquim Barbosa, não existem salvadores, o que existem são oportunistas e delituosos pelo poder.

Responder

olivires

21/03/2016 - 23h27

“Internautas irresponsáveis andaram espalhando inverdades sobre o juiz Sérgio Moro nas redes sociais: que ele é filiado ao PSDB, que o pai fundou o PSDB de Maringá, que a esposa é advogada do PSDB.”

Acho injusta essa afirmação, pode até ter havido informação plantada, mas quem caiu não foram internautas irresponsáveis.

Quem circulou a notícia, desde 2014, foram os sites progressistas, como o Carta Maior.

Pareciam informações reais, já que a esposa de Moro aparece em foto com o vice-governador do Paraná (até 2014) e atual Secretário para Assuntos Estratégicos do governo do Paraná (a partir de 2015), Flávio Arns (político do PSDB), e seu nome consta em captura de tela do site da Câmara dos Deputados como “Procuradora das APAEs-PR, representando Flávio Arns”.

Além disso, ainda foi informado que fazia parte do escritório de Advocacia Zucolotto Associados, com captura de tela em que aparece a advogada como integrante do escritório que defende, entre outras petroleiras, a Shell.

Sobre a fundação do PSDB de Maringá:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/retrato-do-juiz-sergio-moro-quando-jovem-por-renan-antunes-de-oliveira/

Sobre Rosangela Wolff Moro, esposa de Moro:

Conversa Afiada:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/12/06/mulher-de-moro-trabalha-para-o-psdb

Carta Maior:
http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Esposa-de-Juiz-da-lava-Jato-e-assessora-juridica-de-Vice-de-Beto-Richa-PSDB-/4/32372

Pragmatismo Político:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/12/esposa-juiz-sergio-moro-e-assessora-psdb.html

O Cafezinho:
http://www.ocafezinho.com/2014/12/05/sergio-moro-e-casado-com-advogada-do-psdb/

Altamiro Borges:
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/12/o-juiz-o-prefeito-tucano-e-o-doleiro.html

Desmentido de Rosangela Wolff Moro:
http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/177695/Esposa-de-Moro-diz-que-nunca-advogou-para-o-PSDB-nem-para-a-PQP.htm

Representação de Moro contra Blogs:
http://www.conjur.com.br/2015-ago-24/moro-jornalistas-noticias-falsas-caluniosas

Site Boatos.org:
http://www.boatos.org/politica-2/pai-de-sergio-moro-foi-fundador-do-psdb-em-maringa.html

Continuo confiando nos sites progressistas como a melhor forma de informação, pois ao contrário da mídia corporativa, são capazes de auto-crítica.

Quanto ao juiz Moro, não vejo a menor capacidade de auto-crítica. Ou está a serviço de algum grupo econômico, ou é um inocente útil.

Um juiz atropelar leis (sigilo obrigatório das interceptações telefônicas) e a Constituição (abuso das prisões cautelares e divulgação de conversa da Presidente) não faz bem para a democracia.

Ainda mais pela celeridade e ocasião em que as conversas foram publicizadas para a Globo, antes do conhecimento do STF, pretendendo incendiar o país.

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Bacellar

21/03/2016 - 23h06

Meu purtugueis também claudidica, quando não rasteja, mas gostaria de disparar uns pitacos ao vento:

-Como ensinou Carlos Markos o poder econômico tende a formação de oligopólios.
-Nos extertores do Século xx tais oligopólios já em configurações transnacionais e intersetoriais, centralizados por núcleos bancários-financeiros, atingem tamanho poderio econômico que passam a rivalizar com os estados nacionais.
-Durante toda a história humana as revoluções tecnológicas sempre impulsionaram grandes transformações e rearranjos de poder.
-A última grande revolução tecnológica, ainda em desenvolvimento, é a da computação e comunicação.
-Os grandes oligopólios econômicos durante todo o século xx avançam sobre os estados nacionais, potências inclusas, inserindo agentes na estrutura estatal nos mais fundamentais cargos administrativos. No início do século XXI a simbiose já é total.
-A maior potência bélica da história da humanidade, os EUA, investem somas bilionárias na criação e manutenção de um gigantesco aparato de comunicação e espionagem, oligopólios de telecomunicação transnacionais com braços em todas as regiões do globo simbioticamente funcionam em consonância com interesses geoestrategicos estadunidenses.
-Repetindo; potências como EUA, Inglaterra, Alemanha, etc, são aparelhadas por agentes oligopolistas.
-Mercados atrativos por possuírem potencial econômico, seja por reservas monetárias e/ou naturais, grandes contingentes de mão-de-obra e/ou de consumidores, cias estatais de grande porte e cias privadas de rentabilidade apreciável, tornam-se, logicamente, alvos preferenciais de predação econômica por parte dos oligopólios.
-A imensa máquina midiática e de espionagem da qual dispõem passa a ser mobilizada na anexação dos referidos mercados.
-Neste contexto insere-se o Brasil.
-Um dos braços da supracitada máquina -a NSA- passa a monitorar algumas das maiores cias brasileiras, com atenção especial à Petrobras.
-Informações sigilosas colhidas através de espionagem são vazadas para agentes regionais cooptados e treinados pela grande máquina oligopolista que domina o estado ianque.
-Os aparelhos midiáticos locais em conluio tais agentes iniciam uma operação de desestabilização do estado nacional alvo, para tanto também contam com a artilharia da máquina midiática transnacional, incluindo novas mídias, e aliados locais conscientes ou não da articulação maior.
-Grampos e vazamentos, assim como coberturas midiáticas e veiculação de notícias, verdadeiras ou não, pouco importa, hiperbólicas naturalmente são inerentes à tal operacionalização da orquestração desestabilizadora.
-Aliados e agentes sempre podem ser descartados de acordo com o momento estratégico.
-Estados nacionais desestabilizados, em guerra civil ou em regimes de emergência ou exceção, não possuem qualquer possibilidade de defesa contra a entrada e anexação total dos oligopólios transnacionais.
-A radicalização de posições dicotômicas, que variam de alvo para alvo, é chave. Confrontos abertos são interessantíssimos para maximizar o cenário de nação colapsada.
-Como canta o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto: Quem não luta tá morto. Apenas demonstrando grande capacidade de mobilização popular e ao mesmo tempo resistência aos quadros de confronto aberto, com pressão sobre os agentes desestabilizadores, e organização das mídias alternativas é possível resistir demonstrando um nível de complexidade social que ponha em cheque as estratégias e táticas da máquina a serviço dos oligopólios.
-Resistir não é uma questão de opção ideológica mas de necessidade prática.
-A grande batalha do século será entre povos e corporações. se nós, os povos, perdermos uma longa e tenebrosa distopia, de consequências inimagináveis estará posta. Se empatarmos a luta continua, e se vencermos poderemos começar a projetar algo menos lastimável do que a atual realidade que se impõe.

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Bruno

21/03/2016 - 23h04

Pior do que um homem mal intencionado é um homem bem intencionado e sem limites apoiado por hipócritas.

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    Miriam Lopes

    21/03/2016 - 23h40

    Por isso o antigo provérbio: “De boas intenções o inferno está cheio.”

Tambosi

21/03/2016 - 22h50

Azenha, brilhante análise.
Acho que o ponto principal da questão é: se quer fazer política, seja um político. É a mesma crítica que se fazia ao Barbosa na época do julgamento da AP 470, vulgo mensalão. Ele se arvorava em criticar o sistema político sem ter jamais se submetido a um escrutínio popular.
Ora, assim é muito fácil. Para usar a metáfora futebolística, é como se ele fosse o juiz da partida e ao mesmo tempo jogasse com a “9” do time adversário (oposição). Aí de saída ele já estabeleceu que o jogo tem que ser 5×0 para eles. Se o time adversário marca um gol, ele anula. Se ele cai na área sozinho, é pênalti.

Uma coisa que me ocorreu hoje é que a Dilma NÃO atendeu a todas demandas do Judiciário por aumento de salário e regalias, e eu fico pensando o quanto isso pode ter ajudado a influenciar não apenas o Moro, mas também o Catta Preta da primeira liminar contra a posse do Lula, e o demais ativismo judicial dos procuradores do MP como um todo.

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    Vivi

    22/03/2016 - 07h22

    A primeira parte do seu comentário, OK. Mas dizer q Dilma não atendeu a todas as demandas dos juízes… Eles saíram de 2015 com bom reajuste salarial (16%) & auxílio moradia (vergonhoso), enquanto os servidores judiciarios saíram com zero reajuste. Aos juízes , tudo. Aos servidores, zero. Mesmo assim ela apanha deles…maldita G (q nem a música)

Eu

21/03/2016 - 22h39

Quem escreveu este texto tá variando, enxergando além da realidade. Moro não passa de um pau mandado da Globo que protege corruptos da direita e só ferra e persegue o PT, além do crime mencionado por MAM. Está à serviço do golpe e será descartado como JB. Além do mais é um louco que se acha deus. Entregar gravação de uma presidente à emissora mais bandida do planeta é um absurdo inominável. Moro é um projeto de déspota, vaidoso, presunçoso e covarde. E parece meio lesado também.

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wendel

21/03/2016 - 20h54

Bom, ele pode estar até bem intencionado, como quer mostrar o autor, mas como diz o ditado – ” De boas intenções o inferno está cheio!!!!!
E tem mais, ao se auto-proclamar o justiceiro, o moralista, o fundador de nova república, o santo guerreiro, etc, etc, etc, fica mais parecendo Nero, o incendiário da Nação !!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Julio Silveira

21/03/2016 - 20h54

Muito boa conjectura, mas eu acho que ele já fez por merecer a cadeia que dá com prazer a seus réus.

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