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Fátima Oliveira: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios

publicado em 2 de abril de 2013 às 10:42

Marco Feliciano tira sarro da cara de todo mundo porque pode

A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE NÃO PERDE BALCÃO DE NEGÓCIOS

Fátima Oliveira, no Jornal O Tempo
Médica – [email protected] @oliveirafatima_

Quando apareceu a manchete “Pastor homofóbico deve presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara” (27.02), ele declarou: “Se tem alguém que entende o que é direito de minorias e que sofreu na pele o preconceito e a perseguição, é o PSC; o cristianismo foi a religião que mais sofreu até hoje na Terra”; complementou que a Comissão se resumia a defender “privilégios” de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais; e que ele defendia um “maior equilíbrio”.

Falo do deputado Marco Antônio Feliciano – empresário, pastor evangélico, conferencista e sócio-proprietário da Kakeka – Comércio Varejista de Brinquedos, Artigos do Vestuário Ltda., da Marco Feliciano Empreendimentos Culturais e Eventos Ltda. e do Tempo de Avivamento Empreendimentos Ltda. Todos em Orlândia (SP). É também pastor presidente da igreja Assembleia de Deus de Orlândia – Ministério Catedral do Avivamento. Ele também crê na “cura gay”, pois vê a homossexualidade como uma doença e a Aids como um câncer gay. Sobre negros disse: “A maldição que Noé lança sobre seu neto, Canaã, respinga sobre o continente africano, daí a fome, as pestes, as doenças e as guerras étnicas” (2011).

Lendo as notícias, entendi que tê-lo na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) era da responsabilidade da Câmara. O movimento social nunca teve força política para definir quem preside uma comissão. O pastor recebeu apoios eloquentes do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do deputado Garotinho (PR-RJ).

“A CDHM é uma das 20 comissões permanentes da Câmara dos Deputados, onde atua como órgão técnico constituído por 18 deputados membros e igual número de suplentes, apoiada por um grupo de assessores e servidores administrativos”. A principal atribuição da CDHM, criada em 1995, como uma ressonância da Conferência da ONU sobre Direitos Humanos, em Viena (1993), é “contribuir para a afirmação dos direitos humanos”. Com poder deliberativo desde 2004, cabe a ela a “formulação de propostas e programas governamentais ligados à cidadania e aos direitos humanos”.

A má notícia, de que presidiria a CDHM uma pessoa sem as qualificações necessárias para o cargo, mereceu o seguinte comentário, no Twitter, do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ): “Ele é confessadamente homofóbico e fez declarações racistas sobre africanos. Está claro que o objetivo do PSC, ao escolher a CDHM, deve ser barrar a extensão da cidadania plena às minorias. É lamentável”. Nilmário Miranda (PT-MG), primeiro presidente da CDHM, soube ser magistralmente grande no Twitter, sem dourar a pílula: “Esse é o resultado do presidencialismo de coalizão. Nosso PT optou por outras comissões mais importantes” (7.3.2013).

Sem mais hipocrisias, tratemos do assunto como ele é e merece. Nos marcos da ética da responsabilidade. O governo cometeu um erro monumental ao abrir mão do que sempre foi “a joia da coroa” do petismo: a CDHM; o PT dormiu no ponto; e os partidos da base aliada, idem. Todos têm culpa no cartório. Não escapa um! Tiremos as viseiras da hipocrisia: o PSC jamais reivindicou a presidência da CDHM; ela sobrou para ele, como o patinho feio das comissões!

A dureza é ter de assistir às escaramuças da esquerda, partidos e militantes de movimentos sociais, agora que “Inês é morta”, fazendo de conta que o pastor é um usurpador (o que não é!) ao expor as vísceras partidárias da esquerda e do governo, tirando o maior sarro da cara de todos nós! Erramos, e a teologia da prosperidade não perde balcão de negócios.

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29 Comentários para “Fátima Oliveira: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios”

  1. [...] Ex-presidentes da CDHM repudiam declaração de Marco Feliciano Fátima Oliveira: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios [...]

  2. [...] Fátima Oliveira: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios [...]

  3. sex, 05/04/2013 - 7:25
    Josélio Brandão

    O que mais gostei é que o artigo é sincero e sem medo. Concordo inteiramente com a análise. O Feliciano fez o que lhe permitiram fazer, agora está deitando e rolando. É ridículo

  4. qui, 04/04/2013 - 13:42
    Sr.Indignado

    A Dra. Fátima expõe as visceras da besta coalizão. Podemos ver os critérios das decisões e a importância da CDHM, e mais alí pode-se observar o verdadeiro papel do PSC.
    Certamente o melhor texto que li sobre o assunto.

  5. qua, 03/04/2013 - 14:08
    Socorro Dantas

    Um artigo esclarecedor. Abriu meus olhos. Agora entendi melhor. Passei a compreender que o PT traiu os direitos humanos. Uma sucessão de descasos. Da ministra Maria do Rosário também. Interessante que ela, a digníssima ministra, da qual até gosto muito, não deu nem um pio até agora. Não deu porque comeu mosca. Sou solidária com a análise de Fátima Oliveira, a quem respeito pela coragem

  6. qua, 03/04/2013 - 10:04
    Ester Bandeira

    Fátima Oliveira escreveu um excelente e corajoso artigo. Colocou em limpidez o que parecia nebuloso. Deixou às claras quem são os responsáveis pela situação que estamos vivendo. Isto é, considerando a conjuntura política, digo que o artigo é ótimo. E sério. E sincero. Nota dez.
    A respeito da Teologia da Prosperidade, eu acho uma senhora enganação, embora respeite quem a defende. Quanto ao pastor Feliciano, é abaixo da crítica

  7. .
    .
    No início do Século 20,
    Rosa Luxemburgo exclamou:
    - Socialismo ou Barbárie!
    .
    .
    No início do Século 21,
    estamos testemunhando
    o caminho escolhido…
    .
    .

  8. qua, 03/04/2013 - 0:36
    Berenice

    Apenas com a intenção de aclarar e desfazer equívocos sobre a Teologia da Prosperidade, recomendo a leitura da Monografia “O Comércio do Sagrado”:
    Conteúdo
    1 – INTRODUÇÃO (1)
    2 – TENSÃO ENTRE O “TER” E O “SER” (1)
    3 – TEOLOGIA DA PROSPERIDADE (1)
    3.1 – RAZÕES ESPIRITUAIS: (1)
    3.2 – RAZÕES NATURAIS: (1)
    4 – ORIGEM DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE (1)
    5 – NEOPENTECOSTALISMO (1)
    6 – O MARKETING DA FÉ (1)
    7 – IGREJA SEM FIDELIDADE BÍBLICA (1)
    8 – CONSIDERAÇÕES FINAIS (1)
    9 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1)

    http://migre.me/dXzdJ

  9. qua, 03/04/2013 - 0:17
    Magui

    INDICO: Raízes históricas da teologia da prosperidade, por Alderi Souza de Matos

    …. Essek W. Kenyon, o pioneiro
    Embora os adeptos da teologia da prosperidade considerem Kenneth Hagin o pai desse movimento, pesquisas cuidadosas feitas por vários estudiosos, como D. R. McConnell, demonstraram conclusivamente que o verdadeiro originador da confissão positiva foi Essek William Kenyon (1867-1948).

    … Conclusão
    Além de apresentar ensinos questionáveis sobre a fé, a oração e as prioridades da vida cristã, e de relativizar a importância das Escrituras por meio de novas revelações, a teologia da prosperidade, através dos escritos de seus expoentes, apresenta outras ênfases preocupantes no seu entendimento de Deus, de Jesus Cristo, do ser humano e da salvação

    Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”.
    [email protected]
    http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/313/raizes-historicas-da-teologia-da-prosperidade

  10. [...] Fátima Oliveira: A teologia da prosperidade não perde balcão de negócios [...]

  11. ter, 02/04/2013 - 22:59
    JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

    Não adianta espernear pois o homi vai ficar !!!!!

    Esqueçam o que ele escreveu, mas não esqueçam o que ele privatizou.

    sen. Roberto Requião

  12. ter, 02/04/2013 - 19:33
    ricardo silveira

    Não gosto de religião porque as acho obscurantistas, de natureza antidemocrática, antipolítica. Não por acaso crescem mais e mais quanto menos espaço público se tem.

  13. ter, 02/04/2013 - 19:04
    Magda Viana Areias

    Até pensei que fossem cair de pau na análise da Fátima. Ao contrário, há um silêncio profundo. Acho que caiu a ficha pra todo mundo. Sim, o governo tem culpa, o PT, principalmente, a ministra Maria do Rosário. Claro que estão todos negando, mas contra fatos não há argumentos. O ex-ministro Nilmário Miranda acertou em cheio e em primeira mão.

  14. ter, 02/04/2013 - 18:56
    Paulo Renato

    Eu acho incrível vcs utilizando as armas da direita que sempre renunciamos.
    Rotular alguém por não concordar com nossa opnião é de uma covardia fenomenal. Foi no militarismo que a imprensa aprendeu esta tecnica da rotulação. Rotulavam para apoiar o sistema ditarial, não foi assim? Pois é, agora vejo os “blogs sujos”usando a mesma tecnica. Quer dizer que um deputado ou cidadão que discorde dos gsys é homofóbico? desde quando? Homofóbia é um desvio psiquico, uma enfermidade. Quer dizer que no minimo 60% da população brasileira está enferma por discordar de uma minoria? Vão rotular lá na Alemanha junto aos nazistas que forma os que mais se utilizaram desta tecnica.

  15. ter, 02/04/2013 - 17:33
    Gerson Carneiro

    O governo petista está acomodado no Poder, e já não vê e nem ouve.

  16. ter, 02/04/2013 - 17:31
    xacal

    O texto é ruim por onde quer que se olhe.

    Primeiro, ao inferir à religiosidade de alguém, a teoria da prosperidade, que não tem nada a ver com negociatas, e supostas práticas escusas do pastor-deputado, de seu partido, ou da sua denominação religiosa, soçobrando, desde a prática ruim do pré-julgamento que condenamos aqui, com a generalização de preconceitos religiosos, que também condenamos.

    Outro, é a manipulação histórica e o desconhecimento da dinâmica da política nacional, e da própria luta dos DH:

    Há muito a abordagem do PT sobre direitos humanos assumiu ares mais, digamos, pragmáticos.

    Direito Humano é dinheiro no bolso, haja vista que rico não apanha em Delegacia, nem morre nas execuções extra-judiciais policiais.

    Assim, o PT entendeu que, embora reconheça que a luta pela universalização dos direitos humanos seja politicamente correto, sua implementação sem um corte de classe, e de inclusão social efetivo, é de efeito nulo, com aliás tem sido historicamente:

    Só há mobilizações quando há eventos dramáticos, mas enquanto dormem nossos vigilantes da esquerda, o pau come nas periferias.

    Só lembramos das condições das cadeias quando o PCC ruge lá de dentro!

    Então o PT deixou a defesa dos DH clássicos, como memória afetiva, com condão de mobilização de certos grupos, e entregou a rapadura aos “ultra-esquerdalóides do piçol e pstu”, e agora, negociou com os evangélicos.

    É uma disputa no mesmo campo moralista da política nacional, mas com polaridades invertidas, em alguns casos.

    A atuação do senador-peter-pan-randolfe, por exemplo, no caso do financiamento dos blogs e da eleição da mesa do senado, autuou com desenvoltura de fazer corar até Renan Calheiros.

    Pelo discurso exclusivista e elitista de fobia a liberdade religiosa deles e da Fátima, aqui neste texto, parece que eles(os evangélicos) vão precisar de alguém na presidência da tal comissão, rs.

    Ora, é preciso atrair este pessoal para o centro do debate, porque eles serão a maioria silenciosa(nem tão silenciosa assim) que ameaçarão os avanços do atual e de futuros governos.

    Lembram dos 20 milhões de votos de marina? Pois é, grande parte deles veio da recém inflada classe C.

    • ter, 02/04/2013 - 23:06
      JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

      Muito sensato seu comentario, e lembremos que os votos da ABGLTS, não elegem um presidente da republica.

    • qua, 03/04/2013 - 0:28
      Magui

      Pelo que entendi Xacal vai escrever uma artigo analítico sobre o assunto. Ele não apenas discordou de tudo como disse que o artigo não presta. Com certeza o dele é pra prestar e eu preciso entender esse caso. Estou esperando.
      Pelo que entendi ele também é um defensor da Teologia da Prosperidade. Está num caminhos duvidoso e pantanoso, mas escolhas são escolhas. Somente gostaria de pedir que ele lesse o artigo abaixo e depois avaliasse. Gostaria de saber se ainda defende a Teologia da properidade, para mim um embuste.

      “As origens e os equívocos da Teologia da Prosperidade e da Confissão Positiva – Conheça as origens e os pressupostos equivocados da TP e da Confissão Positiva

      Já há alguns anos que grassa no Brasil uma doutrina divorciada da Palavra de Deus e que sobrevive justamente da distorção da interpretação do texto bíblico. Infelizmente, ela ainda prepondera no meio evangélico brasileiro, devido à influência midiática das igrejas neopentecostais, principais seguidoras e disseminadoras desses ensinos. Trata-se da Teologia da Prosperidade, que também responde pelo nome de Confissão Positiva, que nada mais é do que o seu arcabouço argumentativo.

      A Teologia da Prosperidade é o ensino de que o cristão verdadeiro tem o direito de obter a prosperidade financeira e está imune a todas as doenças, podendo inclusive exigir tais coisas de Deus durante a vida presente sobre a Terra. Para isso, basta apenas que use o nome de Jesus e “chame a existência aquilo que não existe”, imitando o que Deus fez na criação do mundo….
      http://www.cpadnews.com.br/redacao.php?s=20&i=383

    • qua, 03/04/2013 - 0:38
      Berenice

      Prezado Sr. Xacal: não “teoria da prosperidade” e sim TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, no mínimo um embuste, a mercantilização de Deus.

      • sex, 05/04/2013 - 15:51
        xacal

        Senhores e senhoras.

        Não caminharei pelo terreno pantanoso da análise das teorias ou teologias, e não porque seja ateu.

        Mas porque julgo tal tarefa inútil: crer ou não crer é privado e pessoal. O comentário do(a) Magui é infantil.

        “Verdadeira teologia, ou verdadeiro dogma”? Como assim? Se eu acreditar que deus se expressa no meu órgão genital não tenho este direito? Não será a minha verdade?

        Pois é. Faz pouca diferença se você comprar o copo d’água santa de israel, ou o disco do padre mar(t)elo. Religião é estelionato, SEMPRE! E estelionato tem sempre um esperto, e um otário que se acha mais esperto. Não há vítima!

        Tão nefasto quanto dinheiro por graça alcançada, era a venda das indulgências, ou hoje em dia, a nada recomendável da ICAR com seu banco Ambrosiano e sócios, digamos, heterodoxos.

        Religião é troca, uma troca moral: comporte-se do jeito que deus diz e ele te dará algo em troca. Cada uma delas adapta esta premissa para seus fins.

        Hoje, a ICAR não precisa ser tão veemente para buscar financiamento porque já acumula 2000 anos de negócios, alguns deles, abomináveis, como o mercado de carne preta até o século XIX.

        Eu critiquei o texto pelo seu viés segregador, justamente por quem reclama do discurso segregador alheio.

        Não preciso escrever uma tese para apontar esta incoerência, e nem estamos em alguma instância acadêmica. Aqui é um blog(não é?), onde quem explicita seu ponto de vista quer o contraditório (ou não?), sem que eu tenha que pesquisar, ensaiar, e todos os atos de produção científica.

        Quanto a política, o que me interessa, eu creio ser um tremendo erro demonizar adversários.

        Não me sinto à vontade defendendo a mesma coisa que Caetano Veloso, ou os ultra esquerdalóides do PSOL, que hoje se congregam com o que há de pior nesta direita nacional.

        O deputado, gostemos ou não, foi eleito, representa um setor da sociedade(com a qual eu discordo em gênero, número e grau), e foi, dentro da Casa Legislativa, alçado a presidência da comissão também pelos seus pares.

        Não creio que constranger o Congresso seja a melhor saída. Esta base de argumento é a mesma que tentou macular o processo de escolha de Renan Calheiros pela base aliada.

        Não comungo com argumentos moralistas, ainda que seja para defender as minorias.

        Boa parte dos direitos humanos das minorias de gênero, etnia, etc, são disputados nas esferas de ações administrativas locais(estados e cidades), sendo que a disputada comissão tem um aspecto muito mais simbólico.

        De fato, a prevalência de certos setores da esquerda na comissão por anos e anos não alterou muita coisa a percepção da sociedade sobre estas violações.

        Por mais paradoxal que pareça, na esfera parlamentar, foi justamente a eleição do Feliciano que trouxe o tema ao centro do debate desde os últimos anos.

  17. ter, 02/04/2013 - 16:18
    Alice Matos

    Fátima vc foi muito dura com a esquerda e com o governo. Talvez mereçam. Esse é o nó, não sei se merecem ou se merecem mais. A ministra Maria do Rosário comeu bola de carne de vidro. E eu acho tão esperta, mas agora, não. Onde nossa gente estava com a cabeça para entregar o galinheiro à raposa? Mas aqui no Brasil os evangélicos na política não estão dando moleza, não. Se pudessem trasnformariam o Brasil numa teocracia. Acho que o ex-ministro Nilmário Miranda cantou a pedra certa.

  18. ter, 02/04/2013 - 16:02
    MariaC

    Todos os erros de 2012 caem em 2013. Com um resultado acima do esperado: choca, provoca reação, reflexão, mudança histórica.O mal que vira Bem.

  19. ter, 02/04/2013 - 14:10
    Urbano

    Nem dá para eu dizer algo… Uma porque não afago mesmo. Além desta, há uma outra determinante. Certa vez eu fiz e pelo resultado foi que caiu a minha ficha.

  20. ter, 02/04/2013 - 13:27
    Rogerio

    Acreditando na independência deste blog, caberia colocar o direito de resposta ou defesa do próprio Feliciano pois, no insuportável programa pânico ele explicou coisas que me esclareceram bem ou ao menos tive a chance de ouví-lo en sua defesa.
    Abraço

  21. ter, 02/04/2013 - 12:37
    Mari

    Fátima, entendo que tudo se passou como você relata avalia e que parlamentares mais comprometidos com os direitos humanos só acordaram da besteira depois que ela estava feita e agora estão, seriamente, correndo atrás, mas tudo às custas de um prejuízo político que poderia ter sido evitado. Quando você diz que o governo tem culpa no cartório, por que não citou o nome da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos)? Ela é parlamentar, sabe o que é a CDHM, que tudo o que acontece lá afeta diretamente a sua pasta e ficou de braços cruzados? Cada ministro são os olhos da presidenta Dilma em sua área. No caso a ministra falhou e feio. Deixou acontecer. Alguém sabe dizer por qual motivo?

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