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Mino Carta e os barões da mídia: Além do triplex que não é do Lula, vamos falar dos iates, dos jatinhos e do Rolls-Royce que ele não tem

29 de janeiro de 2016 às 22h11

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Eles são sócios-fundadores do Instituto Millenium, o IPES/IBAD do século 21

Editorial

Isto não é jornalismo

O comportamento da mídia nativa é o sintoma mais preciso da decadência do Brasil

por Mino Carta — publicado 29/01/2016 10h36, na CartaCapital

Não é difícil entender que a casa-grande está apavorada com a possibilidade do retorno de Lula à Presidência

Incomodavam-me, em outros tempos, os sorrisos do sambista e do futebolista. Edulcorados pela condescendência de quem se crê habilitado à arrogância. Superior, com um toque de irônica tolerância. Ou, por outra: um sorriso vaidoso e gabola.

Agora me pergunto se ainda existem sambistas e futebolistas capazes daquele sorriso. Foi, aos meus olhos, por muito tempo, o sinal de desforra em relação ao resto do mundo, a afirmação de uma vantagem tida como indiscutível. Incomodou-me, explico, considerar que a vantagem do Brasil, enorme, está nos favores recebidos da natureza e atirados ao lixo pela chamada elite, que desmandou impunemente.

Quanto ao sambista e ao futebolista, não estavam ali por acaso. Achavam-se os tais, e os senhores batiam palmas. Enxergavam neles os melhores intérpretes do País e no Carnaval uma festa para deslumbrar o mundo.

O Brasil tinha outros méritos. Escritores, artistas, pensadores, respeitabilíssimos. Até políticos. Ocorre-me recordar a programação do quarto centenário de São Paulo, em 1954, representativa de uma metrópole de pouco mais de 2 milhões de habitantes e equipada para realizar um evento que durou o ano inteiro sem perder o brilho.

Lembro momentos extraordinários, a partir da presença de telas de Caravaggio em uma exposição do barroco italiano apresentada no Ibirapuera recém-inaugurado, até um festival de cinema com a participação de delegações dos principais países produtores.

A passar pela visita de William Faulkner disposto a trocar ideias com a inteligência nativa. Não prejudicaram a importância da presença do grande escritor noitadas em companhia de Errol Flynn encerradas ao menos uma vez pelo desabamento do primeiro Robin Hood de Hollywood na calçada do Hotel Esplanada.

A imprensa servia à casa-grande, mas nela militavam profissionais de muita qualidade, nem sempre para relatar a verdade factual, habilitados, contudo, a lidar desenvoltos com o vernáculo. Outra São Paulo, outro Brasil.

Este dos dias de hoje está nos antípodas, é o oposto daquele. A despeito da irritação que então me causava o sorriso do futebolista e do sambista, agora lamento a sua falta, tratava-se de titulares de talentos que se perderam.

Vivemos tempos de incompetência desbordante, de irresponsabilidade, de irracionalidade. De decadência moral, de descalabro crescente.

Falei em 1954: foi também o ano do suicídio de Getúlio Vargas, alvejado pelo ataque reacionário urdido contra quem dava os primeiros passos de uma industrialização capaz de gerar proletariado, ou seja, cidadãos conscientes de sua força, finalmente egressos da senzala.

Não cabe, porém, comparar Carlos Lacerda com os golpistas atuais, alojados na mídia, grilos falantes dos barões, a serviço do ódio de classe. Lacerda foi mestre na categoria vilão, excelente de fala e de escrita.

Os atuais tribunos de uma pretensa, grotesca aristocracia, são pobres-diabos a naufragar na mediocridade. Muitos deles, como Lacerda, começaram na vida adulta a se dizerem de esquerda, tal a única semelhança. Do meu lado, sempre temi quem parte da esquerda para acabar à direita.

Os sintomas do desvario reinante multiplicam-se, dia a dia. Alguns me chamam atenção. Leio, debaixo de títulos retumbantes de primeira página, que o ex-ministro Gilberto Carvalho admitiu ter recebido certo lobista.

Veicula-se a notícia como revelação estarrecedora, e só nas pregas do texto informa-se que Carvalho convidou o visitante a procurar outra freguesia. De todo modo, vale perguntar: quantos lobistas passam por gabinetes ministeriais ao praticar simplesmente seu mister? Mesmo porque, como diria aquela personagem de Chico Anysio, advogado advoga, médico medica, lobista faz lobby.

Outro indício, ainda mais grave, está na desesperada, obsessiva busca de envolver Lula em alguma mazela, qualquer uma serve. Tanto esforço é fenômeno único na história contemporânea de países civilizados e democráticos. Não é difícil entender que a casa-grande está apavorada com a possibilidade do retorno de Lula à Presidência em 2018, mesmo o mundo mineral percebe.

Mas até onde vai a prepotência insana, ao desenrolar o enredo de um apartamento triplex à beira-mar que Lula não comprou? A quem interessa a história de um imóvel anônimo? Que tal falarmos dos iates, dos jatinhos, das fazendas, dos Rolls-Royce que o ex-presidente não possui?

Este não é jornalismo. Falta o respeito à verdade factual e tudo é servido sob forma de acusação em falas e textos elaborados com transparente má-fé. Na forma e no conteúdo, a mídia nativa age como partido político.

Leia também:

Locutor da RBS pede a ouvintes que cuspam no Lula

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Edivaldo

31/01/2016 - 09h17

Temos que boicotar os produtos de horario nobre da rede esgoto de televisão. Esses dia vi uma opinião de um economista da bobonews, o cara foi pessimista ao extremo como o mundo tivesse acabado, ai eu ouvi outro economista da Record News o economista foi otimista com os investimento de médio e longo prazo, eu recomendo o programa do Herodoto, bem diferente dos tendenciosos da rede esgoto de televisão>e outra coisa ou o PT e governo acaba com esta midia, ou a mida acaba com eles.

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Gileno Correia

31/01/2016 - 00h50

A maioria do povo do Brasil há muito tempo vem sendo castigado, veja por quê e preste atenção na prática do que digo:
A rede globo e suas conveniadas contaminam de maldição o ambiente e a residência de quem assiste. Essas empresas são iguais as indústrias de bebidas alcoólicas e de cigarros porque enriquecem incentivando e influenciando a desgraça dos seus usuários.

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Adrian

30/01/2016 - 23h19

Toda vez que o Alckimin fica em maus lençóis ele ataca o Lula ou a Dilma ou o pt. A mídia pig e capaz de tudo pra tirar o Lula do pareo em 2018.
Agora que essa história de doação de empreiteira tá muito mal explicada, isso tá.
Se não é dele pq o dono não mostra a escritura de proprietário.

E mais estranho ainda é não investigar o instituto FHC que tb recebeu grana das mesmas empresas e o psdb. Isso salta aos olhos de qualquer pessoa sensata e honesta.

PQ o Moro nunca investiga o psdb ? Nossa ! Que ju$t0 juiz.

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José de Pindorama

30/01/2016 - 19h16

Caros Comentaristas, boa noite. Vou abordar a questão por outro aspecto.
Meus conhecimentos sobre o Direito são parcos, portanto, se cometi quaisquer deslizes, que algum comentarista me corrija.
Um dos princípios mais básicos do Direito é a presunção da inocência. O que é isso? Um ente seja físico ou jurídico, o suposto réu, é considerado inocente até que seja comprovada sua culpabilidade. A culpabilidade se dá, produzindo uma investigação discreta, estritamente dentro da lei, amealhando-se provas cabais sobre os ilícitos. Montando-se o inquérito, já encaminhado ao foro adequado, uma vez comprovada a acusação; ao réu, cabe apresentar o contraditório. Ainda nesse foro, de primeira instância, poderá ser condenado ou não, se uma parte assim o desejar e/ou ambas, o processo segue até a última instância superior; que provocada, emitirá a sentença final sobre o processo, não cabendo mais recursos.
As ilicitudes, também são universalizadas; não tem rosto, não tem partido, não tem gênero, não tem classe social, tampouco nacionalidade. Portanto, em virtude das ilicitudes serem universalizadas, a aplicação da Justiça também o é.
Caso contrário, perderemos o Estado de Direito. Há de se tomar muito cuidado em se desconstruir um ente seja físico ou jurídico, uma pessoa por exemplo, especialmente na grande mídia. Através de ilações e fatos não confirmados, e numa violação à Ética, transformando o suposto réu, em uma ‘coisa’, sem direito à defesa algum; condenando-o por isso, e por aquilo.
Tenho a impressão que quando leio notícias, de diversas colorações políticas, e nacionalidades; de estar a um infinitésimo de tempo da Inquisição Medieval, feita pela Igreja, especialmente, no século XIV; onde bastava uma ilação, e/ou um posicionamento particular sobre algo, que o indivíduo já era preso, torturado, julgado, e conduzido à fogueira; quando assim se prescrevia. A investigação nesses casos era dispensada, e está aí a História para nos contar os arbítrios…
Penso que, temos de ter muito cuidado, ao submeter pessoas e/ou entes jurídicos à desconstrução da honra e caráter, sistematicamente, como tenho assistido na grande mídia, se não se estabelece uma regulação da mídia, que prevaleça a ponderação da Ética. Muito menos pautar investigações, e/ou o Judiciário ao sabor de seus interesses. Creio que o STF devia estar atento aos ‘desvios’ cometidos pela mídia, afinal são os guardiões da Constituição Federal.

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eduardo de paula barreto

30/01/2016 - 19h01

.

PADRE MORO
.
Era dia de confissão
E os ladrões do erário
Na igreja da Conspiração
Entraram no confessionário
FHC contou ao Padre Moro:
‘Eu pequei com muito gosto
Quando fui Presidente
Assumo aqueles 100 milhões
E os roubos das privatizações’
Moro o perdoou imediatamente.
.
Aécio abrindo logo o jogo
Assumiu a paternidade
Daquele famigerado aeroporto
Que deu ao tio por caridade
E confessou: ‘Desviei o que pude
Daquelas verbas da saúde
E Furnas me manteve abastado
Com as mesadas cujo dinheiro
Eu misturava ao do mensalão Mineiro’
E Moro perdoou os seus pecados.
.
Quando chegou a vez de Alckmin
Ele deixou o Padre Moro cansado
Por apresentar uma lista sem fim
Dos crimes que havia praticado
Confessou sobre o Trensalão
Gestão hídrica e a gratuita agressão
Aos alunos e professores
Admitiu que toda a sua legenda
Se beneficiava da Máfia da Merenda
E Moro o perdoou com louvores.
.
Todos os pecadores de direita
Confessaram os atos de corrupção
E apesar das maracutaias feitas
Todos receberam o perdão
E saíram da igreja
Se sentindo a cereja
Do bolo da criminalidade
E reassumiram os seus postos
Para roubarem de novo
Certos da impunidade.
.
Já era fim de tarde
Quando pessoas de bem
Se aproximando do Padre
Se confessaram também:
‘Nós éramos miseráveis
Como seres descartáveis
Numa sociedade cega
Mas hoje somos cidadãos
Graças à implantação
Dos ideais de esquerda’.
.
Então o Padre perguntou:
‘Mas quem promoveu a cura
Da sociedade que os flagelou?’
E todos gritaram: ‘Lula’
Foi quando num salto súbito
O Padre subiu ao púlpito
E rasgando a Bíblia do Supremo
Anunciou a sentença vingativa:
‘Sr. Luiz Inácio Lula da Silva
Pelo bem que fez, eu o condeno.’
.
Eduardo de Paula Barreto
30/01/2016

.

Responder

O JUIZ

30/01/2016 - 18h27

Sem muita celeuma, o que vemos na foto, é a figura dos três patetas da mídia brasileira.
Chegam a ser ridículos.
Acabarão todos no mesmo lugar.
O lixo.

Responder

mineiro

30/01/2016 - 16h21

o lula pode ate nao dever em nada , mas o que para nos é , de tanto que o pig golpista vomita , calunia e destrói reputaçoes e o proprio é um covarde que aceita tudo calado , vai valer versao do pig golpista. ele com esse discurso de paz e amor entre as classes e de nao querer o confronto , porque é covarde , achando que vai ser tudo diferente , vai quebrar a cara. essa corja , junto com essa pres. covarde , vai acabar de vez com ele e seu partido deteriorado .

Responder

mineiro

30/01/2016 - 15h59

nao adiante reclamar disso ou daquilo , a verdade é uma so, o lula covarde que é , nem pelo menos tentou lutar contra os oligopolios de comunicaçao , ta pagando o preço pela sua covardia. o pais travou , ta dominado pela pf federal do ze desgraça min.da justiça, pelo mp do juiz moro , pelo pig e por tudo o quanto é força reacionaria que existe aqui. quem governa o brasil hoje sao eles e o proprio lula o mesmo que quis o pacto de classes vai ser devorado por eles. esse texto ta mais para todo mundo chorar do que refletir, o lula e o pt covarde cavou a sua proprio sepultura e com a ajuda desse poste que eles mesmo ajudou a colocar la. para mudar so a uma saida , é entrar na guerra contra eles e nao pode poupar ninguem e com o discurso do matuzalem lula esta muito longe disso , infelizmente ta.

Responder

    Leo

    30/01/2016 - 17h24

    É! O PT, o Lula, o Zé Dirceu, etc. são todos inocentes. A culpa de tudo que acontece no Brasil é do Moro, do MP e da PF. Conta outra!

olivires

30/01/2016 - 13h43

a casa-grande ganhou muito no período lula-dilma em que o boom das commodities empurrou o brasil.
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o mérito de lula-dilma foi aproveitar esse boom para também beneficiar as classes mais pobres, tirando o brasil do mapa da miséria e da fome da onu e usando políticas de estado para reduzir desigualdades.
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mas essa lógica de beneficiar a classe baixa não é bem aceita por quem manda de verdade (na mídia, nos bancos, nas corporações internacionais). os recursos devem ir para os ricos, aos pobres cabem migalhas só se não atrapalhar os lucros, caso de baixo índice de desemprego, que pressiona salários para cima.
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é a lógica dos capatazes de plantation. redução de desigualdades só funciona em economias capitalistas que pretendam disputar de verdade o mercado internacional. não é o caso do brasil com sua elite colonizada, de pensamento medíocre, o objetivo é só integração complementar e subserviente.
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os barões da mídia se qualificam como porta-vozes de interesses externos, querem derrubar lula-dilma não porque naõ ganharam muito dinheiro, mas porque precisam ganhar mais, além de prestar o serviço de atrasar o desenvolvimento brasileiro, que incomoda em licitações de construção civil, aviação civil, desenvolvimento de tecnologia nuclear e extração de petróleo.
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essa confusão toda é para privatizar a petrobras. existe a política ativa dos eua em controlar os recursos energéticos do planeta, que consideram sua propriedade. como já mostrado por chomsky analisando as diversas guerras e golpes na américa latina, oriente médio e oriente, e também denunciado pelo jornalista americano greg palast e pelo ex-executivo de energia john perkins.
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governos são derrubados e eleitos para satisfazer a política internacional americana, que tem interesses em todos os pontos do mundo, seja para flexibilizar leis para suas corporações (ttip, tisa, ttp, alca, nafta), seja para tomar posse de recursos naturais (como em guiné equatorial), seja para coibir o mau exemplo de política independente (honduras, guatemala, nicarágua, granada).
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existe dinheiro de fundações de assistência e think thanks americanos fomentando os grupos de ódio na internet, os jornalistas opinativos raivosos nos canais de comunicação, as próprias empresas da mídia familiar, que surgiram da time-life.
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além disso, existe uma profunda alienação da classe média que serve à essa elite de plantation. são os promotores, juízes, delegados federais, executivos de multinacionais, que vencem na vida escolhendo o lado certo.
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ignoram ou desconsideram que um projeto de brasil soberano é desmontado quando inviabilizam empresas de atuação internacional, projetos estratégicos como a propulsão nuclear, e atingem questões de segurança nacional, como a independência energética.
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esse compromisso com os interesses estrangeiros é explicado pelo repórter australiano john pilger, no seu documentário “the war on democracy”: a classe rica de países pobres se considera cosmopolita, são cidadãos do mundo, e concentram riqueza gerando e explorando a pobreza nacional.
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têm mais identidade com valores das classes ricas estrangeiras do que com seu próprio país, e pensa que sempre poderá morar em paris ou nova iorque se as coisas ficarem ruins demais.

Responder

marco

30/01/2016 - 10h49

os partidos ainda tem o tre, tse e legislação eleitoral os quais devem cumprir mas, a nossa mídia? nem a legislação criminal que é a qual deveria na atual condição se submeter.

Responder

Hélio Jacinto Pereira

30/01/2016 - 10h46

Lula por enquanto só tem um “DUPLEX” que foram as eleições de 2002 e 2006 !
Os Tucanos já perceberam que Lula poderá obter o “TRIPLEX” em 2018 e por isto partem pro ataque sem provas !
O pessoal do PSDB deveria se preocupar em explicar a paralisação de 100% da Usina Hidroelétrica de Pirapora, inaugurada no final de 2014 e mostrada em todos os programas do PSDB como “modelo de gestão” !
O PSDB trocou o Grupo Alstom/Siemens pelo Grupo WEG de SC e o resultado são: 300 mil pessoas que deixaram de receber energia da Usina de Pirapora e são obrigadas a usar energia do Sistema Nacional de Distribuição, encarecendo o custo final da energia paga por todos os contribuintes Brasileiros !
A USINA de Pirapora ira ficar paralisada por no mínimo mais 120 dias , mas a Imprensa não da um pio a respeito, pois esta mais preocupada em fazer Politica rasteira a favor dos Tucanos de SP !

Responder

Lukas

30/01/2016 - 09h36

Quando o cerco se fechar, Lula entregará os aneis para salvar os dedos.

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Igor

30/01/2016 - 07h03

Não é necessária uma extensa pesquisa bibliográfica para descobrir como os donos da GLOBO aumentaram seu poder e riqueza e entraram para a lista da FORBES.

– montaram a GLOBO com proporção alta de dinheiro de empresa estrangeira, muito acima do permitido pela lei.

– fraudaram essa sociedade para encobrir o ilícito.

– regularam a situação com a conivência consciente dos governos militar, que na verdade deviam ter punido e impedido a GLOBO.

– para regularizar a sociedade, a dívida da GLOBO com a empresa americana foi financiada pelas estatais brasileiras, também de forma fraudulenta, pois as estatais (PETROBRAS, EMBRATEL, etc.) foram obrigadas pelos militares a fazer na GLOBO campanhas publicitárias em volume tal de que não necessitavam, e assim criaram para a GLOBO um faturamento extra que lhes permitiu comprar a parte estrangeira da sociedade e regularizar sua situação.

Responder

Francisco

30/01/2016 - 03h26

Tudo o que hora acontece é fruto da INCOMPETÊNCIA POLITICA de Luis Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff.

Aviso não faltou.

O que me interessa agora é:

1) O próximo mandato é para cassar a concessão da Globo ou não;
2) O próximo mandato é para submeter operadores do direito a referendo eleitoral ou não;
3) O próximo mandato é para fazer uso MENSAL de plebiscitos e referendos sobre tudo e sobre todos ou não;
4) O próximo mandato é para fazer a bomba ou não.

Se não for, não saio de casa para pedir voto pata PT e, portanto, emprego de Ministro para José Eduardo Cardoso.

Eu tenho vergonha na cara.

Responder

    José de Pindorama

    31/01/2016 - 07h49

    Francisco, bom dia! Sendo breve, estás corretíssimo amigo!

Minos Adão Filho

30/01/2016 - 02h20

Lamento dizer, só guerra civil sangrenta.

Responder

MÁRIO ROMERO DOS SANTOS

29/01/2016 - 23h50

Meus amigos e minhas amigas, vou falar escrevendo muito pouco, sobre a mídia no Brasil. Ela não sabe de uma coisa, e essa coisa, o povão está percebendo que a maioria esmagadora da mídia brasileira, é adepta do quanto pior melhor, é incrível, com que satisfação dão noticias ruins do Brasil, nós mortais, estamos percebendo isso e já faz algum tempo. Ela também não está sabendo que nós não acreditamos mais em suas notícias e que a credibilidade dela está indo para o fundo do poço. É só isso que tinha a dizer.

Responder

Izaías Almada

29/01/2016 - 23h09

A educação de Mino Carta é indiscutível, pois trocar o lixo pelos lixeiros acaba por se transformar numa metáfora memorável.
É preciso estomago de aço para ler o que se passa no momento político brasileiro vistos pelas lentes do conservadorismo tacanho, para dizer o mínimo, de jornalistas que estão mais para ter folha corrida e prontuário do que currículo.
Gostam, esses senhores arrogantes, de dizer que ninguém está acima da lei. E eles?
Inventam, acusam e julgam e o país se cala, acovardado.
Estamos entrando numa fase de desgoverno? Isso é perigoso.
A História já nos deu vários exemplos.

Responder

Tomás Rosa Bueno

29/01/2016 - 23h06

Como assim, “Isto não é jornalismo”? É o quê, então? E o que é o jornalismo?

É jornalismo, sim. É a culminação de uma longa jornada de uma imprensa que nunca foi livre para o descaramento de hoje, temperada ao longo do caminho pela reserva de mercado para os semianalfabetos vomitados pelas faculdades de jornalismo e pelos sicofantas de sempre, sempre dispostos a dizer o que o patrão quer e cada vez mais parecidos aos diplomados: escribas ignorantes, produtores de frases de cinco palavras e parágrafos de três frases, incapazes de desenvolver um pensamento, de expor uma ideia. Isto é o jornalismo de hoje, espelho da decadência geral da qualidade, que por fim se tornou visivelmente o que sempre foi essencialmente: a voz do patrão.

Responder

italo

29/01/2016 - 23h05

Direto da revista Forbes, dedos apontam para Lula como o maior beneficiário de dinheiro público e/ou privado. Enganando brasileiros com o mundo de testemunha.

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