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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Lula processa Época por reportagem criminosa e solicita reparação por danos morais

28 de agosto de 2015 às 15h33

Época Lula

 As sete mentiras da capa de Época sobre Lula

do Instituto Lula

“Erros factuais, mesmo os pequenos, são inadmissíveis. Por eles, peço humildemente desculpas – sempre pedi e sempre pedirei.” – Diego Escosteguy , editor-chefe da Época, ao pedir desculpas para Joaquim Barbosa, em março de 2014

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com ação, na semana passada, por reparação de danos morais contra os jornalistas Diego Escosteguy, Thiago Bronzatto e Filipe Coutinho, todos da revista Época. Bronzatto e Coutinho são os repórteres que assinam as oito páginas de reportagens da edição de 20 de abril que acusam Lula de ser operador de esquema de corrupção; Escosteguy é editor-chefe da publicação semanal da Editora Globo.

“A matéria está repleta de falácias e afirmações vis – todas, sem exceção de uma sequer – divorciadas das práticas éticas e sensatas do bom jornalismo. [Os autores da reportagem] imputaram a Lula a prática de conduta criminosa sem um fiapo sequer de prova”, afirma a ação, protocolada na 12ª Vara Cível de Brasília no último dia 21 de agosto.

O Instituto Lula expôs as inúmeras incorreções das reportagens, em detalhes, em esclarecimento público intitulado “As sete mentiras da capa de Época sobre Lula”. Em resposta, a revista Época reafirmou as informações publicadas de forma genérica, apesar dos sinais óbvios de problemas de texto e apuração, nunca reconhecido pela revista.

Em março de 2014, quando publicamente questionado pelo então ministro do STF Joaquim Barbosa sobre mentiras publicadas em outra edição de Época, o editor-chefe de Época se retratou em público rapidamente. “Erros factuais, mesmo os pequenos, são inadmissíveis. Por eles, peço humildemente desculpas – sempre pedi e sempre pedirei”, escreveu, no período, em seu Twitter. Saiba mais aqui.

A argumentação dos advogados de Lula também ressalta o sensacionalismo com que as informações, ainda que falsas, foram tratadas: “tudo, das chamadas ao texto inserto na capa, foi organizado e planejado para que a revista tivesse grande repercussão na sociedade. E, de fato, teve. Não pelos méritos de uma reportagem bem elaborada, mas por uma estratégia de usar a mentira como forma de obter indevido destaque, grande divulgação e venda”.

LILSxEPOCA.pdf by Conceição Lemes

  

Leia também:

Rogério Correia: Janot só não abre inquérito contra Aécio se não quiser ou se tiver o rabo preso 

 

7 Comentários escrever comentário »

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Julio Silveira

28/08/2015 - 20h25

Para mim mais importante que ação em si é seu carater educativo, cultural que lideres do com a cara do povo dão ao proprio povo, que passam a sentir orgulho de sua representação. Esses caras quando difamam não difamam apenas ao cidadão Lula, mas também aqueles que ele representa.

Responder

Cláudio

28/08/2015 - 19h13

:
: 19:13 Ouvindo A Voz do Bra♥S♥il e postando:

* 1 * 2 * 13 * 4

*************
.:.
L ivrando da pobreza absoluta 40 milhões de brasileiros
U m feito sem igual que por si só já bastaria
L ula segue sendo no mundo um dos primeiros
A fazer de seu povo a eterna rima rica de sua poesia
::
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Ley de Medios Já ! ! ! ! Lula 2018 neles ! ! ! !

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Valeu a pena ! ! ! ! Dá gosto ser o cantor do seu povo ! ! ! !

Responder

FrancoAtirador

28/08/2015 - 18h28

.
.
09/jul/2004
DireitoNet
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No Capítulo V do Código Penal estão definidos os crimes que atentam contra a honra,
ou seja, os que atingem a integridade ou incolumidade moral da pessoa humana.
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Por Sandro Silva Vianna, Advogado
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A honra pode ser conceituada como o conjunto de atributos morais, intelectuais e físicos referentes a uma pessoa ou, como o “complexo ou conjunto de predicados ou condições da pessoa que lhe conferem consideração social e estima própria”.
.
Nos termos do art. 11 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos
(Pacto de São José da Costa Rica), promulgada pelo Decreto nº 678, de 06/11/1992,
“toda pessoa tem direito ao respeito de sua honra e ao reconhecimento de sua dignidade”.
.
Como a honra é um valor da própria pessoa, é difícil reduzi-la a um conceito unitário,
o que leva os estudiosos a encará-la a partir de vários aspectos.
.
Tem-se distinguido a Honra-Dignidade, que representa o sentimento da pessoa
a respeito de seus atributos morais, de honestidade e bons costumes,
da Honra-Decoro, que se refere ao sentimento pessoal relacionado aos dotes ou qualidades do homem (físicos, intelectuais e sociais), qualidades indispensáveis à vida condigna no seio da comunidade.
.
Distinguem os autores a Honra Subjetiva, que se traduz no apreço próprio, na estima a si mesmo, o juízo que cada um faz de si, que pensa de si, em suma, o auto-respeito,
da Honra Objetiva, que é a consideração para com o sujeito no meio social, o juízo que fazem dele na comunidade.
.
Fala-se, por fim, em Honra Comum, peculiar a todos os homens,
e em Honra Especial ou Profissional, que é aquela referente a determinado grupo social ou profissional, cuja sensibilidade, às vezes, se reveste de contornos diversos da média.
.
Há crimes que atingem essas pessoas em relação aos seus deveres particulares, profissionais, em seus peculiares pontos de honra.
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Assim, como diz Marcelo Fortes Barbosa, “é algo de muito mais sério chamar-se um militar de covarde, do que referir-se dessa maneira a um cidadão do povo, que não tem no destemor nenhum centro de convergência de atividades.
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O mesmo, dizer-se que um advogado é “coveiro de causas”,
que o médico é um “açougueiro”, que um motorista é um “barbeiro” etc.
.
(http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/1662/Crimes-contra-a-honra-Calunia)
.
CALÚNIA: Art. 138 do Cód. Penal.
Bem jurídico: a honra objetiva, isto é, a reputação do indivíduo.
Sujeito: sujeito ativo pode ser qualquer pessoa.
Igualmente qualquer pessoa pode ser sujeito passivo, inclusive os inimputáveis.
Requisitos da calúnia: a calúnia exige três requisitos: imputação de fato determinado + qualificado como crime + falsidade da imputação.
.
DIFAMAÇÃO: Art. 139 do Cód. Penal.
Difamar alguém propagando fato que atente contra a sua reputação.
Neste caso a ofensa está em prejudicar a boa reputação da vítima, deve-se observar ainda que mesmo que a manifestação seja verdadeira, ainda assim persistirá o crime.
A difamação também fere a honra objetiva porque ataca justamente o conceito que os outros fazem da vítima quanto a sua reputação.
Se consuma quando o fato chega ao conhecimento de terceiro, e quem, sabendo do fato a propaga, também incorrerá em difamação, desta forma objetivamente falando, as pessoas não devem fazer considerações com outros de fatos negativos de que tenham conhecimento sobre uma ou outra pessoa.
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INJÚRIA: Art. 140 do Cód. Penal.
Atribuir a alguém qualidade negativa ofensiva a sua dignidade ou decoro.
Aqui não se fala em fato determinado, deve-se observar a manifestação de desrespeito com a vítima, atribuindo-lhe valores depreciativos quanto a sua pessoa ou a sua honra subjetiva.
O decoro diz respeito as suas qualidades físicas e intelectuais.
As pessoas se caracterizam por suas atitudes e manifestações, desta forma há que se respeitar a individualidade de cada um, seus defeitos e suas qualidades.
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A incolumidade física e moral devem ser protegidas de toda e qualquer ofensa, a honra desta forma, tem que ser respeitada por ser atributo moral de caráter personalíssimo, e o Estado como garantidor da ordem e da justiça tem o dever de tutelar quem se sentir atingido em sua honra, evitando que crimes como calúnia, difamação e injúria agridam a valoração moral de cada indivíduo.
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Em qualquer um dos casos procure a Delegacia de Polícia e registre um Boletim de Ocorrência.
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Ellisson Stelato, Advogado.
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(http://www.oabsp.org.br/subs/santoanastacio/institucional/artigos-publicados-no-jornal-noticias-paulistas/crimes-contra-a-honra)
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Responder

Urbano

28/08/2015 - 17h21

Em carnavais passados uns palhaços apadrinharam outros, e babau…

Responder

    Urbano

    28/08/2015 - 17h35

    Mas insistir sempre, pois nem todos são palhaços; e mesmo estes têm pouca imaginação e certamente faltará repertório.
    Os palhaços da alegria e da paz são os da ribalta…

roberto

28/08/2015 - 17h16

Legal demais!
Vamos continuar a pegar as moedinhas das revistas e jornais que empregam coxinhas, ao invés de pessoas.

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