VIOMUNDO

Lista de Furnas: Esquema de R$ 39,9 mi ainda não deu cadeia para tucanos

06 de janeiro de 2014 às 15h56

O deputado estadual Rogério Correia, que levou xerox da lista à Polícia Federal

Alckmin, Aécio e Serra ficaram livres da Lista de Furnas

Por Lúcia Rodrigues, em Belo Horizonte, especial para o Viomundo*

Quem pensa que o mensalão do PSDB é o único esquema de corrupção do partido que está impune, se engana. A sigla está envolvida em pelo menos outro escândalo de desvio de recursos que não foi julgado até agora, apesar de a Polícia Federal ter atestado a autenticidade do documento-chave para a denúncia.

O mensalão tucano, recorde-se, ajudou a financiar a campanha de 1998, quando Fernando Henrique Cardoso se reelegeu ao Planalto e Eduardo Azeredo, do PSDB, foi derrotado na disputa pelo governo de Minas Gerais por Itamar Franco.

Nas eleições de 2002, os tucanos promoveram outra forma de arrecadação de recursos para financiar suas campanhas e as de seus aliados. O esquema previa o repasse de dinheiro por meio de licitações superfaturadas da empresa Furnas Centrais Elétricas S.A.

Na ocasião, Aécio Neves era candidato a governador de Minas, Geraldo Alckmin concorria em São Paulo — ambos foram eleitos — e José Serra disputava com Lula o Planalto.

A chamada Lista de Furnas, como ficou conhecida a estratégia de financiamento montada pelos tucanos, rendeu milhões de reais para financiar campanhas. Denúncia da Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro classifica o esquema como criminoso.

O delator do mensalão tucano, Nilton Monteiro, que também é o responsável pelo vazamento de informações sobre a lista, informou à procuradora Andréa Bayão Pereira, autora da ação do MPF, que os recursos eram controlados em um fundo (caixinha).

A Lista de Furnas, documento de cinco páginas assinado por Dimas Fabiano Toledo, à época diretor de Planejamento, Engenharia e Construção de Furnas e operador do esquema, traz os nomes de mais de 150 políticos beneficiários, assim como uma centena de empresas financiadoras. No alto de cada folha se lê a advertência: confidencial.

“Esses recursos eram controlados em um fundo formado com valores obtidos junto às diversas empresas que mantinham contratos com Furnas” afirma Nilton Monteiro em seu depoimento à procuradora. Ele explica que os empresários que queriam atuar em Furnas tinham de contribuir com esse fundo. “Caso contrário não conseguiriam realizar nenhum contrato na empresa estatal.”

O deputado estadual Rogério Correia (PT-MG), primeiro a entregar uma cópia da Lista de Furnas à Polícia Federal, conta como o esquema funcionava.

Ele obteve o xerox do documento com o delator do mensalão tucano. “Quando ele me passou a Lista de Furnas, eu tomei um susto”, relata.

O laudo da Polícia Federal atesta que o documento é autêntico. O pedido de perícia foi feito pelo parlamentar.

“Na época o Nilton Monteiro, e até hoje provavelmente, não ficou satisfeito comigo. A intenção dele não era entregar (a lista) à Polícia Federal. Ele tinha aquilo para fazer suas negociações com o lado de lá”, afirma ao se referir às tentativas do delator de arrancar vantagens dos ex-aliados tucanos.

Nilton Monteiro, que trabalhou com o empresário Sergio Naya, ex-deputado federal por Minas Gerais, operava nos bastidores da política do estado e tinha intimidade com figuras importantes do ninho tucano nas Alterosas.

Desvio de milhões de reais

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, então candidato ao cargo, o ex-governador José Serra, que disputava a Presidência da República, e o senador Aécio Neves, à época candidato ao governo de Minas Gerais, foram os principais beneficiários do esquema de corrupção milionário do PSDB.

Pela lista, Alckmin foi quem mais recebeu recursos: R$ 9,3 milhões, R$ 3,8 milhões distribuídos no primeiro turno e R$ 5,5 repassados no segundo. Serra foi beneficiado com R$ 7 milhões, R$ 3,5 vieram no primeiro turno e o restante no segundo. Aécio aparece como beneficiário de R$ 5,5 milhões, quantia repassada em uma única parcela.

Alckmin e Aécio foram eleitos, Serra perdeu a eleição para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) e o deputado federal José Aníbal (PSDB), que disputavam uma cadeira no Senado pelo Rio e por São Paulo, respectivamente, receberam R$ 500 mil cada um.

Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas e então candidato ao Senado, recebeu R$ 550 mil. Já o candidato a outra vaga no Senado por Minas, Zezé Perrella (PSDB-MG), pai do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), dono da empresa proprietária do helicóptero apreendido pela Polícia Federal, no Espírito Santo, com quase meia tonelada de cocaína, foi beneficiado com R$ 350 mil.

Ao lado do nome de Zezé Perrella e do montante repassado aparece a informação entre parênteses: autorização de Aécio Neves. Esse é o único caso em toda a lista em que se encontra esse tipo de anotação.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSDB), candidato a deputado federal à época, foi beneficiário de R$ 250 mil. O ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), que também disputava uma cadeira na Câmara dos Deputados, recebeu R$ 100 mil.

Luiz Antonio Fleury Filho, ex-governador de São Paulo, eleito na época deputado federal pelo PTB, também se beneficiou do mesmo valor. Quantia equivalente foi entregue ao filho do ex-delegado da Polícia Federal Romeu Tuma, o ex-deputado federal Robson Tuma (PTB-SP), assim como ao ex-presidente da Força Sindical e ex-deputado federal Luiz Antonio de Medeiros (PL-SP). Ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) foram destinados R$ 50 mil.

Antonio Carlos Pannunzio, eleito em 2012 prefeito de Sorocaba, aparece na lista como recebedor de R$ 100 mil para sua campanha a deputado federal.

O delator do mensalão petista, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), também foi beneficiado pelo esquema de corrupção tucano. Recebeu R$ 75 mil.

Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão petista, recebeu R$ 250 mil do PSDB por meio do desvio fraudulento de recursos.

O capitão do Exército e deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro (PP), crítico dos direitos humanos e árduo defensor da ditadura militar, foi beneficiado com R$ 50 mil do esquema corrupto desencadeado pelos tucanos.

Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, também recebeu R$ 695 mil, para repassar a comitês e prefeitos do interior do Estado de Minas Gerais.

O deputado Rogério Correia explica que além do laudo da Polícia Federal atestando a veracidade da Lista de Furnas, há também o relatório da Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro, de janeiro de 2012, que chegou à mesma conclusão por outras vias.

Empreiteiras e bancos

As construtoras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, OAS e Odebrecht são algumas das empreiteiras que financiaram o esquema de corrupção do PSDB. O Banco do Brasil, Bank Boston, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Opportunity e Rural são algumas das instituições financeiras que, segundo a lista assinada por Dimas Toledo, injetaram dinheiro no esquema.

A Alstom e a Siemens, envolvidas mais recentemente no esquema de superfaturamento de trens do Metrô e da CPTM comprados pelo governo tucano paulista, são citadas na lista. As agências de publicidade de Marcos Valério, DNA e SMP&B, também contribuíram.

Petrobras, Vale do Rio Doce, CSN, Mitsubishi, Pirelli, Eletropaulo, Gerdau, Mendes Júnior Siderúrgica, General Eletric e Cemig figuram entre a centena de empresas públicas e privadas que aparecem como financiadoras.

Os fundos de previdência privada dos funcionários da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, respectivamente, Petros, Previ e Funcef também são mencionados. A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Firjan, foi outra que destinou recursos para o esquema tucano, de acordo com o documento.

O Tribunal de Contas da União analisou contratos de Furnas e detectou direcionamento em favor de determinadas empresas, além de superfaturamento nas licitações.

Uma auditoria da Controladoria Geral da União, realizada em 2006, constatou falhas no processo licitatório de Furnas: fraudes, desperdícios e abusos, além de projetos anti-econômicos e inadequados às necessidades da empresa.

Mesmo com todas as evidências, o processo sobre a Lista de Furnas está parado, segundo o deputado Rogério Correia.

O esquema operado por Dimas Toledo o fazia tão poderoso que Aécio Neves, eleito governador de Minas em 2002, negociou com o então presidente Lula a permanência de Toledo na direção de Furnas.

“O que deixou a bancada do PT bastante insatisfeita, porque Dimas Toledo arquitetava tudo contra o PT, especialmente no sul de Minas”, frisa o deputado Correia.

Curiosamente, o filho de Dimas Toledo, Dimas Fabiano Toledo Jr., deputado estadual em Minas, aparece na lista como tendo recebido R$ 250 mil.

Gênese do mensalão petista

A lista de Furnas revela financiamento “democrático”. Embora organizada por gente ligada ao PSDB, irrigou as campanhas de uma ampla base de políticos, de vários partidos. Em tese, seriam aqueles que dariam sustentação parlamentar a um eventual governo de José Serra, não tivesse o paulista sido derrotado por Lula em 2002.

Apesar da derrota de Serra, Alckmin e Aécio se elegeram governadores, garantindo a influência política dos tucanos em dois estados-chave da federação.

A “democracia” na hora de destinar verbas de campanha, expressa na lista de Furnas, não era exatamente uma novidade nos esquemas de Minas Gerais.

Em 1998, mais de 30 candidatos do Partido dos Trabalhadores no estado foram beneficiados com recursos do outro esquema do PSDB, o “mensalão tucano” — que a mídia corporativa já chamou de “mensalão mineiro”.

Relatório da Polícia Federal, de 172 páginas, sobre o mensalão do PSDB aponta que os candidatos do PT receberam R$ 880 mil pelo esquema.

Rogério Correia é contundente na crítica aos colegas de partido.

“Pra acertar contas de campanha, receberam recursos de Eduardo Azeredo, já no esquema do mensalão. Isso teria sido negociado via Walfrido dos Mares Guia… Achei isso lamentável. O PT já começava naquela época a ter uma relação com a instituição onde se confundia com as artimanhas que a institucionalidade coloca, com o cretinismo da institucionalidade”, alfineta.

Para Correia, o PT acreditou que a impunidade que existia para o PSDB iria existir também para o partido.

“Isso é uma ilusão. A palavra melhor é ilusão de classes… O PT ‘quebrou a cara’ por uma visão errada do ponto de vista ideológico de setores do partido que acham que a luta de classes acabou… Isso é uma ilusão terrível que tem dentro do PT”, fustiga.

Pela semelhança entre o esquema do assim chamado “mensalão tucano” e o que seria revelado mais tarde, envolvendo o PT, Rogério Correia critica a atuação tanto do Supremo Tribunal Federal, quanto do Ministério Público Federal.

As duas instituições, diz o deputado, deram tratamento diferenciado aos partidos envolvidos.

Rogério Correia exemplifica com o caso do publicitário Marcos Valério.

No mensalão petista, foi julgado em Brasília, apesar de não ter mandato e, portanto, foro privilegiado.

O julgamento conjunto teria facilitado a apresentação da tese de uma grande conspiração para comprar apoio político no Congresso, possibilitanto assim condenar um número maior de réus, inclusive os acusados de liderarem o esquema: o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoíno e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares.

Já no mensalão tucano o tratamento dispensado a Valério foi muito diferente.

O absurdo maior é que, segundo Rogério Correia, Valério trabalhou ao mesmo tempo para os dois partidos.

“Operava para o PSDB em Minas e para o PT nacionalmente. O mesmo esquema de caixa dois era usado pelos dois partidos. Olha o absurdo”, afirma.

A opção ideológica do Supremo Tribunal Federal e do Ministério Público Federal é, na opinião de Rogério Correia, o fator que impediu a apreciação do relatório assinado pelo delegado da Polícia Federal Luís Flávio Zampronha de Oliveira, que investigou o mensalão tucano.

O relatório oferece, segundo Correia, provas muito mais contundentes de que, no caso do PSDB, houve uso de dinheiro público para financiar campanhas eleitorais.

O dinheiro saia de estatais mineiras como a empresa de energia Cemig e a de saneamento Copasa.

No mensalão petista até hoje se discute se o dinheiro da Visanet, que teria abastecido o esquema, era público ou privado.

Pior que isso foi o tratamento desigual para iguais.

No caso dos tucanos, o processo foi desmembrado. Os políticos que receberam dinheiro do esquema escaparam. Considerou-se que eram beneficiários de caixa dois.

Ficaram para julgamento em Brasília apenas os operadores que tinham foro privilegiado, dentre eles o ex-presidente do PSDB e hoje senador Eduardo Azeredo, que aguarda julgamento.

Também foram denunciados na capital federal o ex-vice governador de Minas e hoje senador, Clésio Andrade, e o ex-ministro do governo Lula Walfrido Mares Guia, que deve ser beneficido por prescrição por causa da idade.

Rogério Correia refuta a expressão “mensalão”, cunhada por Roberto Jefferson, delator do esquema petista.

Para o deputado mineiro, os dois esquemas envolveram caixa dois para sustentação de campanhas eleitorais — e não para a compra de votos.

“Também eles [base aliada do PSDB] votavam com o governo, sempre votaram com o Azeredo, na Assembleia Legislativa, e com o Fernando Henrique, na Câmara Federal, como é o caso do Aécio Neves. Se é pra dizer que era compra de votos, todos seriam…”, ressalta.

Ele não nutre expectativa em relação à punição de políticos do PSDB.

Lembra que o ex-presidente da Câmara, deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) foi condenado pelo STF tendo como principal prova o fato de que a mulher do parlamentar fez um saque em dinheiro na boca do caixa; já políticos do PSDB que receberam dinheiro do mensalão tucano diretamente em suas contas, com comprovantes de depósito e tudo, ficaram livres do processo.

*A repórter Lúcia Rodrigues viajou a Minas graças ao financiamento dos assinantes do Viomundo. Junte-se a eles clicando aqui.

Outras reportagens da série:

Com medo de morrer, delator do mensalão tucano se diz perseguido

Advogado diz que morte de modelo tem relação com mensalão tucano

Sávio Souza Cruz: Controle do PSDB sobre a mídia atrasa julgamento

Clique abaixo para ouvir a íntegra da entrevista de Rogério Correia:

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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ROBERTO STARCK LEMOS

10/04/2015 - 09h08

ESTA DEVERIA SER UMA MATÉRIA QUE TODOS (SEM EXCEÇÃO) DEVERIAM LER E OUVIR, PENA QUE SEJA MUITO LONGA E A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO TEM PACIÊNCIA PARA LÊ-LA NA INTEGRA. PARABÉNS AOS RESPONSÁVEIS!

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Bonifa

08/01/2014 - 23h05

Quem não acredita no Brasil, tem medo do STF. Nunca o Brasil teve um governo tão sério e e fecundo como o governo de Dilma Rousseff. O governo Lula foi bem mais importante, mas foi um período de luta incessante e completa subordinação ao talento político inigualável do presidente. Dilma errou tão pouco, que quem dela é adversário queria nada menos que a perfeição. Dilma não caiu na maior das armadilhas armadas contra o governo progressista: Não defendeu os condenados do mensalão. Disso dependia o golpe final da farsa, golpe que não veio. Barbosa é um herói para alguns e um criminoso para outros. O executivo não interveio na judiciário, e era isto que a direita golpista queria. Polarizada a situação, a mídia faria com que a razão estivesse ao lado de Joaquim Barbosa.Não pensem que isso foi fácil para a presidente Dilma. Dilma sabia perfeitamente que Genoino e Dirceu estavam sangrando. Dilma é uma heroina muitas vezes consagrada.

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    Antonio Ângelo

    26/08/2015 - 14h50

    Tens toda razão… concordo em número e grau!

Marcelo

08/01/2014 - 21h47

Duas pessoas já confirmaram os valores que estão na lista de Furnas: o Deputado Antônio Júlio que disse ter recebido de fato os 150 mil e o Roberto Jeferson (sim, ele mesmo) que confirmou o valor de 75 mil.
Já não era motivo da mídia cair matando, como o mensalão? Prova cabal de que a lista é verdadeira.

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Fabio Sp

08/01/2014 - 19h14

Dois bons livros de ficção… esse aí e o do Tuma Jr.

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Urbano

08/01/2014 - 16h48

Fazendo-se uma boa venda, dá para angariar um bom dinheiro…

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ANDRE D CASAGRANDE

08/01/2014 - 10h52

Para Correia, o PT acreditou que a impunidade que existia para o PSDB iria existir também para o partido.

“Isso é uma ilusão. A palavra melhor é ilusão de classes… O PT ‘quebrou a cara’ por uma visão errada do ponto de vista ideológico de setores do partido que acham que a luta de classes acabou… Isso é uma ilusão terrível que tem dentro do PT”, fustiga.
PARA MIM ESSA É A CHAVE DA QUESTÃO{O FINANCIAMENTO PRIVADO DAS CAMPANHAS} , E UMA FORMA DE TENTAR SOLUCIONAR O PROBLEMA SERIA O FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA

Responder

Adilson

08/01/2014 - 08h04

Azenha,

Estava eu lendo o edital de Concurso Público para o cargo de Tabelião dos vários cartórios do Distrito Federal, pois é uma questão de moralidade, impessoalidade e legalidade, uma vez que todos esses princípios norteadores do concurso público, até então eram desprezados, eis que o cidadão para exercer o cargo de tabelião não precisava passar pelo crivo do instituto do concurso público, ou seja, os cartórios eram uma espécie de capitania hereditária. Contudo no anexo I do edital que estava lendo o Desembargador Presidente do TJDFT assevera:

ANEXO I (…)

1) 1º Ofício de Notas e Protesto de Títulos de Brasília: Data da vacância: perda da delegação por meio da
portaria GPR nº 501 de 27/8/2003, publicada em 29/8/2003. O Titular Maurício Gomes de Lemos
perdeu a delegação por decisão deste Tribunal (PAD nº 6.805/03). Contudo, a vacância ainda se
encontra sub judice, pois o tabelião impetrou Mandado de Segurança (2006.00.2.009455-4), que teve a
ordem denegada pelo Conselho Especial (acórdão 225805, publicado em 18/10/2005). Após interpor
Recurso Ordinário, o Superior Tribunal de Justiça negou provimento ao recurso em mandado de
segurança (EDcl no recurso em Mandado de Segurança nº 21.719-DF). Ainda inconformado, interpôs
Recurso Extraordinário contra a decisão do STJ, tendo sido julgado prejudicado. Por fim, manejou agravo
(nº 766975 – STF) contra a decisão que julgou prejudicado o Recurso Extraordinário, o qual ENCONTRA-SE NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, COM CONCLUSÃO PARA O RELATOR, MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, DESDE 24/2/11″. Grifei.

Diante do exposto, ao que tudo indica para o todo poderoso Ministro do STF acabar com as vergonhosas capitanias hereditárias no Distrito Federal e no resto do Brasil não merece celeridade, celeridade merece outras questões que o PIG empurrou garganta abaixo de alguns ministros da mais alta corte do Brasil.

PS: O trecho transcrito está no sítio do CESP/UNB, mas se essa história for disseminada pela internet, logo, logo o Batman manda extrair essa importante informação do edital.

Responder

Renato Mendes

08/01/2014 - 00h04

Azenha… Conceição! Nossa… não brinca?

Vocês estão é perdendo tempo! Vejam que até o Governo sustenta a Veja

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/01/07/governo-sustenta-a-veja-no-paralelo/

Ainda bem que eu não perco meu tempo mais… seus blogs são lixo… quem manda no Brasil e sempre vai mandar é o PIG. hahahahhahaha

Responder

    Luís Carlos

    08/01/2014 - 23h20

    Está comprovada a relação entre leitores da Veja e as hienas: riem por nada. Ler porcarias é equivalente a comer carniça. Dá nisso.

Chico Show

07/01/2014 - 23h15

não falei?

Responder

Messias Franca de Macedo

07/01/2014 - 22h09

LIVRO QUE RELATA ENVOLVIMENTO DE FHC COM A CIA ESGOTA EDIÇÃO.

Jornal Correio do Brasil
Por Redação – do Rio de Janeiro
7/1/2014 9:05

FHC é citado por três jornalistas quanto ao seu envolvimento com a espionagem dos EUA
Está esgotado nas duas maiores livrarias do Rio o livro da escritora Frances Stonor Saunders Quem pagou a conta? A CIA na Guerra Fria da cultura, no qual o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é acusado, frontalmente, de receber dinheiro da agência norte-americana de espionagem, para ajudar os EUA a “venderem melhor sua cultura aos povos nativos da América do Sul”. O exemplar, cujo preço varia de R$ 72 a R$ 75,00, leva entre 35 e 60 dias para chegar ao leitor, mesmo assim, de acordo com a disponibilidade no estoque. O interesse sobre a obra da escritora e ex-editora de Artes da revista britânica The New Statesman, no Brasil, pode ser avaliado ao longo dos cinco anos de seu lançamento.
Quem pagou a conta?, segundo os editores, recebeu “uma ampla cobertura pela mídia quando foi lançado no exterior”, em 1999. Na obra, Frances Stonor Saunders narra em detalhes como e por que a CIA, durante a Guerra Fria, financiou artistas, publicações e intelectuais de centro e centro-esquerda, num esforço para mantê-los distantes da ideologia comunista. Cheia de personagens instigantes e memoráveis, entre eles o ex-presidente brasileiro, “esta é uma das maiores histórias de corrupção intelectual e artística pelo poder”.
“Não é segredo para ninguém que, com o término da Segunda Guerra Mundial, a CIA passou a financiar artistas e intelectuais de direita; o que poucos sabem é que ela também cortejou personalidades de centro e de esquerda, num esforço para afastar a intelligentsia do comunismo e aproximá-la do American way of life. No livro, Saunders detalha como e por que a CIA promoveu congressos culturais, exposições e concertos, bem como as razões que a levaram a publicar e traduzir nos Estados Unidos autores alinhados com o governo norte-americano e a patrocinar a arte abstrata, como tentativa de reduzir o espaço para qualquer arte com conteúdo social. Além disso, por todo o mundo, subsidiou jornais críticos do marxismo, do comunismo e de políticas revolucionárias. Com esta política, foi capaz de angariar o apoio de alguns dos maiores expoentes do mundo ocidental, a ponto de muitos passarem a fazer parte de sua folha de pagamentos”.
Quem pagou a conta? está esgotado nas livrarias do Rio
Quem pagou a conta? está esgotado nas livrarias do Rio
As publicações Partisan Review, Kenyon Review, New Leader e Encounter foram algumas das publicações que receberam apoio direto ou indireto dos cofres da CIA. Entre os intelectuais patrocinados ou promovidos pela CIA, além de FHC, estavam Irving Kristol, Melvin Lasky, Isaiah Berlin, Stephen Spender, Sidney Hook, Daniel Bell, Dwight MacDonald, Robert Lowell e Mary McCarthy, entre outros. Na Europa, havia um interesse especial na Esquerda Democrática e em ex-esquerdistas, como Ignacio Silone, Arthur Koestler, Raymond Aron, Michael Josselson e George Orwell.
O jornalista Sebastião Nery, em 1999, quando o diário conservador carioca Tribuna da Imprensa ainda circulava em sua versão impressa, comentou em sua coluna que não seria possível resumir a obra em tão pouco espaço: “São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas”, afirmou.

Dinheiro para FHC

“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de US$ 145 mil. Nasce o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento)”. Esta história, que reforça as afirmações de Saunders, está contada na página 154 do livro Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro daquele ano.
Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura militar havia lançado o AI-5 e elevado ao máximo o estado de terror após o golpe de 64, “desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos”, como afirma a autora. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. O ex-presidente Juscelino Kubitcheck e o ex-governador Carlos Lacerda tinham sido presos. Enquanto isso, Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela para fundar o Cebrap. O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, por onde passou FHC, era voz corrente que o compromisso final dos norte-americanos girava em torno de US$ 800 mil a US$ 1 milhão.
Segundo reportagem publicada no diário russo Pravda, um ano após o lançamento do livro no Brasil, os norte-americanos “não estavam jogando dinheiro pela janela”.
“Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando (os dólares)”. Na época, FHC lançara com o economista chileno Faletto o livro Dependência e desenvolvimento na América Latina, em que ambos defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos”. A cantilena foi repetida por FHC, em entrevista concedida ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, na edição da última terça-feira, a última de 2013.
Com a cobertura e o dinheiro dos norte-americanos, FHC tornou-se, segundo o Pravda, “uma ‘personalidade internacional’ e passou a dar ‘aulas’ e fazer ‘conferências’ em universidades norte-americanas e européias. Era ‘um homem da Fundação Ford’. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA”.

Principais trechos da pesquisa de Saunders:

1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).
2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).
3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147).
4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).
5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).
6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45).

Espionagem e dólares

Não há registros imediatos de que o ex-presidente tenha negado ou admitido as denúncias constantes nos livros de Sauders e Leoni. Em julho do ano passado, no entanto, o jornalista Bob Fernandes, apresentador da TV Gazeta, de São Paulo, publicou artigo no qual repassa o envolvimento do ex-presidente com os serviços de espionagem dos EUA, sem que tivesse precisado, posteriormente, negar uma só palavra do que disse. Segundo Fernandes, “o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que ‘nunca soube de espionagem da CIA’ no Brasil. O governo atual cobra explicações dos Estados Unidos”.
“Vamos aos fatos. Entre março de 1999 e abril de 2004, publiquei 15 longas e detalhadas reportagens na revista CartaCapital. Documentos, nomes, endereços, histórias provavam como os Estados Unidos espionavam o Brasil.Documentos bancários mostravam como, no governo FHC, a DEA, agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas, pagava operações da Polícia Federal. Chegava inclusive a depositar na conta de delegados. Porque aquele era um tempo em que a PF não tinha orçamento para bancar todas operações e a DEA bancava as de maiores dimensão e urgência”, garante Fernandes.
Ainda segundo o jornalista, o mínimo de “16 serviços secretos dos EUA operavam no Brasil. Às segundas-feiras, essas agências realizavam a ‘Reunião da Nação’, na embaixada, em Brasília”.
Bob Fernandes, que foi redator-chefe de CartaCapital, trabalhou nas revistas IstoÉ (BSB e EUA) e Veja, foi repórter da Folha de S.Paulo e do Jornal do Brasil, afirma ainda que “tudo isso foi revelado com riqueza de detalhes: datas, nomes, endereços, documentos, fatos. Em abril de 2004, com a reportagem de capa, publicamos os nomes daqueles que, disfarçados de diplomatas, como é habitual, chefiavam CIA, DEA, NSA e demais agências no Brasil. Vicente Chellotti, diretor da PF, caiu depois da reportagem de capa Os Porões do Brasil, de 3 de março de 1999. Isso no governo de FHC, que agora, na sua página no Facebook, disse desconhecer ações da CIA no país”.

FONTE: http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/livro-que-relata-envolvimento-de-fhc-com-a-cia-esgota-edicao-nas-livrarias/675486/

EM TEMPOS GOLPISTAS: ‘Calma, fascistas, a hora de vocês vai chegar, e em muito breve! Calma, estropícios desalmados!’

República da oPÓsição “cheirosa”!
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Alexander De Large

07/01/2014 - 20h16

Ok, tudo muito bem explicado.
Ótima matéria !

Agora pergunto:

Quais são os caminhos que devemos seguir, como poderemos exercer o nosso direito e cobrar, digo COBRAR DE VERDADE que isso tudo seja apurado ?

Será que viramos reféns da direita ?

Se não sai nos jornalões e nas Vejas da vida não é denúncia ?

Como sair desse estado de paralisia ?

Responder

    Mauro Bento

    08/01/2014 - 16h33

    Sempre estamos submetidos pela burguesia e seu aparelho de repressão de Estado.
    “Não devemos clamar vitória sobre o cão bastardo,a cadela que o pariu está no cio.”
    Bertold Brecht.

Antônio

07/01/2014 - 20h14

Como é bom ser filiado ao DEM ou ao PSDB. Veja porque:

Justiça à brasileira: Demóstenes Torres curte Ano Novo na Itália.

http://www.blogdacidadania.com.br/2014/01/justica-a-brasileira-demostenes-torres-curte-ano-novo-na-italia/

Que fotos lindas, não acham?

Responder

renato

07/01/2014 - 19h37

Então iam dar imptichaman em LULA…
Desde quando…
Será que não foi assim com Collor!!!
Tinham que ter um impt na história..
Marcola e Beira Mar são realmente fichinha
diante deste bando..

Responder

Urbano

07/01/2014 - 19h28

Os crápulas da oposição ao Brasil são tão cretinos, e a blindagem recíproca dentre eles ajuda, que querem fazer de idiota todo um povo, em especial a aqueles que não são nem desejam.

Responder

ricardo

07/01/2014 - 14h25

Niltinho 171. Assim é conhecido o benemérito. Não se trata de desmoralizar a testemunha para comprometer a eventual denúncia. Mas pensem bem aqueles que não são pagos para “pensar”. Estamos falando de uma lista apresentada por um sujeito cuja especialidade é falsificar listas. Tenham paciência!

Responder

    ZePovinho

    07/01/2014 - 18h41

    Então o Niltinho enganou a Polícia Federal e a justiça de Minas,que consideraram a lista verídica???????

    http://www.novojornal.com/politica/noticia/justica-confirma-lista-de-furnas-e-absolve-seu-divulgador-23-06-2010.html

    Enfrentando máquina montada para desacreditar “Lista de Furnas”, Justiça confirma sua autenticidade, absolve divulgador e condena deputado

    “Lista de Furnas”. Único documento que comprova como funciona o esquema de corrupção no Brasil entre financiadores e financiados no período eleitoral apareceu anos atrás no desenrolar da apuração do Mensalão e Valerioduto mineiro.

    Na época a temida “Lista de Furnas” caiu como uma bomba nas redações dos principais veículos de comunicação do País.

    Neste período, o governo Lula encontrava-se acuado pelo PSDB e DEM, devido às investigações do Mensalão. Eram questões de dias para que o Impeachment fosse votado.

    Como afirma um ex-deputado federal que participou das negociações: “A “Lista de Furnas” salvou o mandato de Lula”.

    O PSDB, principal partido de oposição, ao deparar-se com o documento que mostrava as entranhas de seu esquema de arrecadação financeira pelo caixa 2 para suas campanhas políticas foi obrigado a transigir e recuar na intenção de aprovar o impeachment de Lula.

    Porém, o documento era muito sério, continha informações importantíssimas. Desta forma, paralelamente foi montado um pesado esquema junto aos principais veículos de comunicação para desacreditar a “Lista de Furnas”.

    A estratégia escolhida foi a de desacreditar o documento “Lista de Furnas”, alegando ser o mesmo falso. Acusando o autor de sua divulgação de tê-la falsificado.

    Simultaneamente diversos participantes da “Lista de Furnas” deram entrada em processos judiciais acusando o divulgador da lista, o mineiro Nilton Monteiro, de ter praticado calúnia, difamação e injúria.

    Um destes processos foi distribuído para a 7ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte – MG.

    Depois de uma profunda investigação, a Juíza Doutora Maria Luiza de Marilac Alvarenga Araujo proferiu sua sentença, absolvendo Nilton Monteiro, reconhecendo a autenticidade do documento e condenando o autor da Ação deputado federal Jose Carlos Aleluia Costa (DEM- BA), que recorreu para o TJMG.

    Embora existam versões de que a juíza tenha sido muito pressionada, não poderia ser diferente, pois, anterior ao julgamento, a Polícia Federal submeteu à perícia, pelo Instituto de Criminalística da Polícia Federal. Laudo Pericial nº. 1097/2006 INC a “Lista de Furnas”. E a mesma foi considerada autêntica.

    Desenrolar idêntico ao da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte está ocorrendo nos demais processos instaurados, inclusive em Inquéritos em tramitação perante a Polícia Federal. Resta agora saber se haverá punição para os integrantes da “Lista de Furnas”.

    Documentos que fundamentaram a matéria:

    Sentença proferida pela Juíza da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte – MG, que absolveu Nilton Monteiro – Parte I:http://anexo.novojornal.com/53481_1.pdf

    Sentença proferida pela Juíza da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte – MG, que absolveu Nilton Monteiro – Parte II:http://anexo.novojornal.com/53481_2.pdf

    Luís Carlos

    07/01/2014 - 21h07

    Seriam “pagos” os que querem desacreditar lista que foi reconhecida com autêntica pela PF?

Gilberto

07/01/2014 - 14h11

Eduardo Paes veio do PSDB, mas hoje é PMDB.

Responder

JURIDICO

07/01/2014 - 12h31

O SILENCIO DOS REPRESENTANTES DAS INSTITUICOES DEMOCRATICAS ( CADE OAB????) E, PRICIPALMENTE OS OUTROS MINISTROS DO SUPREMO, FARA COM QUE ELE AVANCE MAIS NOS DIREITOS GARANTIDOS PELA CARTA MAIOR, DURAMENTE CONQUISTADOS NO BRASIL/

COMO ELE BEM DISSE – A CONSTITUICAO FOI chafurdar NO LIXO. E esse SUPREMO E PIOR DO QUE O DE OLGA BENARIO

Responder

    Conceição Lemes

    07/01/2014 - 13h13

    Jurídico, vc quer os demais leitores leiam os seus comentários? Então, por favor, letras minúsculas nos próximos. Norma do Viomundo. abs

Celso

07/01/2014 - 11h42

Azenha, por favor publique urgentemente o link da campanha para ajudar Genoino a pagar a multa , caso queira confirmar a lisura entre em contato com o Blog do Nassif..
https://sites.google.com/site/doacaojosegenoino/

Responder

    Conceição Lemes

    07/01/2014 - 13h17

    Celso, nós já íamos postar. Só que o botão pra fazer a doação está dando problema. Assim que isso for resolvido, nós publicaremos. Obrigada. abs

Mardones

07/01/2014 - 10h46

Alguns camaradas do PT pensaram que a luta de classes acabou. Genoíno, Delúbio e Dirceu vão pagar o pato por isso. No entanto, a comprovação de que o PT pensou que ia mamar nas mesmas tetas que o PSDB foi um crime, cujo castigo está pagando agora. E com toda fúria do PIG.

Pior: não aprendeu a lição e segue alimentando a ilusão do fim da luta de classes.

Responder

Mauro Silva

07/01/2014 - 10h11

Em relação ao comentário de Cida Jube:
Correia NÃO acredita que alguém do PSDB seja punido; é cético em relação a isso. Remotamente Azeredo …
Não entendi o que vc, Cida Jube, achou de estranho, de ‘sonhático’ em Rogério classificar o vulgarmente chamado ‘mensalão’ de julgamento político. Menos ainda o seu “kkk…”
Tanto foi político, o julgamento, que não se observaram elementos básicos; fundamentos do devido processo legal, como o contraditório entre outros.
Até nas execuções das penas, aberrações como a imposição de regime fechado a condenados ao semi-aberto; afastamento do juiz natural da execução da pena e, a pior de todas: a execução das penas ANTES de terminado o processo e declarada a sentença.
Um rosário de aberrações patrocinadas pelo Supremo Tribunal Federal.
Isso é de inaudita gravidade porque se o judiciário não respeita as leis em seus julgamentos, os demais poderes ficam desimpedidos de acatar os julgamentos do judiciário.
Em tempo: todo julgamento de exceção é político mas a recíproca não é verdadeira

Responder

Montanha

07/01/2014 - 08h49

Furnas é um empresa estatal. Na entrevista o Deputado Rogério Correia deixa claro que dinheiro de Furnas foi usado em diversas campanhas do PSDB e outros partidos. Para fazer campanha, os partidos precisam de dinheiro como fazem? Usam o caixa 2, seja de empresa privada ou de empresa pública (Furnas). As públicas são geridas por políticos, que criam este sistema que libera dinheiro para todos os partidos e todos ficam refém do esquema. As privadas são geridas por amigos ou parceiros ocultos de políticos. É necessário sim criar-se um mecanismo de financiamento público de campanha.

Responder

    Bonifa

    08/01/2014 - 18h24

    Financiamento público exclusivo. Qualquer brecha a doações favorecerá o reaparecimento do caixa dois.

Chico Show

07/01/2014 - 07h31

viu

Responder

ED

06/01/2014 - 23h28

GLOBO/PMDB É DESMASCARADA EM MAIS ARMAÇÃO CONTRA GAROTINHO,jb on line

Responder

FrancoAtirador

06/01/2014 - 22h48

.
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Em 2012, pouco depois do término da votação dos ministros do STF no julgamento de José Dirceu,
o portal R7, cujo público é sabidamente de maioria conservadora, fez uma enquete de opinião sobre se houvera justiça na condenação,
obtendo um resultado que até se poderia dizer surpreendente,
pois sob o calor do massacre midiático empresarial antipetista:

R7
Enquetes
22/10/2012

20h02 – Você achou justa a condenação de José Dirceu no mensalão?
Ex-ministro da Casa Civil foi condenado no Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha [por 6 votos a 4]

Sim. Ele mereceu
56.39%
Não. Espero que o recurso [de embargos infringentes] consiga uma absolvição
43.61%

(http://noticias.r7.com/brasil/enquetes)
.
.

Responder

Julio Silveira

06/01/2014 - 22h02

Já está passando a hora do tapete dessa turma começar a expelir a sujeira. A não ser que embaixo tenham feito um imenso buraco para escoar tudo isso, e essa pode ser a resposta, depois que fizeram um tremendo buraco para colocar um metro embaixo e deixar gente escoar por ele, sem qualquer consequência, pode se dizer, afinal de contas, que know-how eles tem.

Responder

Gerson Carneiro

06/01/2014 - 21h31

STF dorme sono profundo quando o assunto é corrupção tucana.

Essa perseguição vem de longe. O PCB foi cassado, em 1948, e deputados e senadores em exercícios, de um dia para outro foram empurrados para a clandestinidade. E desde então a esquerda no Brasil não teve sossego.

Responder

Antônio

06/01/2014 - 21h10

Enquanto os tucanos se divertem,Joaquim Barbosa quer receber com urgência o que José Genoino deve aos cofres públicos por conta do julgamento do mensalão: a bagatela de R$ 468 mil. Já a cobrança da dívida da Globo para com o fisco, neca de pitibiriba. Esse Barbosa é um sádico.

Aproveito o Vi o Mundo para lançar uma campanha nacional para pagarmos a multa imposta a Genoíno. Sugiro que a Miura organize as coisas. Eu não preciso de recibo, apenas de uma conta bancária, de preferência no BB ou na Caixa Econômica. Podem contar comigo.

Responder

Heitor

06/01/2014 - 21h02

O que esperar de uma justiça que é pautada pela mídia.
STF NOJENTO!!!!

Responder

FrancoAtirador

06/01/2014 - 20h51

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PLURALISMO EM REDE

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    FrancoAtirador

    06/01/2014 - 22h56

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    FASCISMO EM REDE

    Dirceu faz curso de Direito Constitucional na Papuda
    veja.com ‎- 6 horas atrás
    Preso há dois meses, o ex-ministro da Casa Civil tem se dedicado a cursos por correspondência.

    Na Papuda, Dirceu faz curso de direito constitucional por …
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    Dirceu faz curso de Direito Constitucional na Papuda : VEJA – Inagist
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    Na Papuda, Dirceu faz curso de direito constitucional … – Gawde News
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    No Natal, Dirceu ganhou roupa branca e comeu frango – O POVO …
    http://www.popbuzz.me
    2 horas atrás – Ceia de Natal de Dirceu teve arroz, feijão e frango – veja.com · Na Papuda, Dirceu faz curso de direito constitucional por … – TNonline. BRASÍLIA
    .
    .

    Luís Carlos

    06/01/2014 - 23h34

    E com essa pauta única e comando centralizado ainda dizem que não agem como partido político de oposição?

    FrancoAtirador

    07/01/2014 - 09h32

    .
    .
    E$$a é a Impren$a ‘IZenta’ e ‘Impar$$ial’

    Defen$ora da Liberdade de ‘E$pre$$ão’.
    .
    .

Francisco

06/01/2014 - 20h01

O PT confundiu socialismo com Irmã Dulce e se estrepou. Confundiu poder politico com hegemonia politica e se deu muito mal.

Poderia ter sido bem pior…

Berger, que veio da Alemanha ajudar Carlos Prestes, foi torturado com um arame enfiado no pênis. Aquecido, o arame grudava nas paredes internas do menbro e depois era puxado violentamente pelo torturador.

Berger sobreviveu a isso, mas dizem que enlouqueceu.

O criador desse primor de sadismo foi Filinto Mueller, depois, deputado pela ARENA. Quando morreu, houve luto nacional decretado pelos generais presidentes. Na minha escola pública, na época, a bandeira ficou a meio pau.

Como disse, poderia ter terminado assim, o periodo Lula, terminado bem pior…

Na disputa histórica (antigamente eu chamava de “luta de classes”…), não há empate. A derrota é a gulhotina, o paredão ou, quando se dá sorte, a Papuda. Atuar na disputa histórica sem saber o porque, sem saber o para onde e vacilando nos propósitos pode ser conta dura de ser paga.

Se o resultado fosse o que acometeu Berger, pelo menos teria um efeito pedagógico: se não é pela causa operária, seja. Mas se for, seja até o fim, sem vacilação, sem “caminho mais fácil”.

Para a classe operária era mais digno ter assaltado um banco, expropriado um burguês ou ter entrado apenas para juntar provas e denunciar toda a corja burguesa.

Não fez.

Junto do inferno de Berger, a Papuda é o paraíso.

Responder

    francisco pereira neto

    06/01/2014 - 23h04

    Existem muitas pessoas que fazem questão de serem alienadas.
    Quando assistem na TV ou leem nos jornais, ou ouvem de alguém próximo aquilo que foi massificado na grande mídia, vai acreditar que a política não presta, só tem bandidos, os petralhas são todos corruptos. Zé Dirceu e Genoino são as pessoas mais odiadas por essa gente no momento.
    Joaquim Barbosa é o “grande” líder moralista da atualidade por essa gente.
    Muitos nunca ouviram falar do trensalão, ou pior Siemens e Alstom. Lista de Furnas. O caso Banestado. Privataria Tucana. O Príncipe da Privataria…
    Assim fica difícil de fazer um país.
    Como poderemos mudar a cultura do nosso país, se existem filhos desta terra cujos pais os batizaram com o nome de Kennedy, responsável maior pelo golpe militar de 1964?
    Teve o destino merecido. Estouraram seus miolos.
    O que dirá o pai do jornalista Kennedy Alencar?
    Papai era fã do crápula?

Paulo Moreira

06/01/2014 - 19h59

Base governista consegue aprovar convites para ouvir Roberto Gurgel e FHC
Numa manobra articulada com o senador Fernando Collor (PTB-AL), a base do governo conseguiu aprovar convites para que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, prestem depoimentos à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência. Por se tratar de convites, eles não são obrigados a comparecerem. Já o requerimento relativo a Fernando Henrique Cardoso, de autoria de Tatto, tem conotação explicitamente política. A justificativa envolve o esclarecimento de “informações contraditórias sobre documento relativo a doações a agentes políticos que teriam sido levadas a efeito por Furnas”. Trata-se da chamada Lista de Furnas, que veio à tona durante o escândalo do mensalão e que trazia supostas doações ilegais de Furnas a diversos políticos do PSDB. Ao mesmo tempo, a comissão derrubou três requerimentos da oposição, que pedia a convocação dos ministros Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e de Rosemary Noronha, a ex-chefe de gabinete do escritório regional da Presidência da República em São Paulo, para prestar esclarecimentos sobre as investigações da Operação Porto Seguro. A comissão não é convocada com regularidade. Esta foi apenas sua terceira reunião em 2012. É composta por apenas seis integrantes, quatro deles da base do governo. Os requerimentos para os convites a Gurgel e FHC não estavam previstos na pauta da comissão, e foram incluídas durante a sessão, após acerto entre o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), e Collor, que preside a comissão. O convite a Gurgel, proposto por Fernando Collor, que protagonizou discursos duros contra Gurgel na CPI do Cachoeira, tem como justificativa ouvi-lo sobre as relações entre o Ministério Público e órgãos de inteligência. – – – http://www1.folha.uol.com.br/poder/1200085-base-governista-consegue-aprovar-convites-para-ouvir-roberto-gurgel-e-fhc.shtml

Responder

francisco pereira neto

06/01/2014 - 19h51

Nunca é demais ressaltar que uma matéria com essa qualidade jornalística, jamais sairia na grande imprensa com essa contundência.
A ênfase que dou à matéria é a imparcialidade em acusar os dois lados beneficiário do esquema: o caixa dois.
Mas como o próprio deputado disse, e eu concordo plenamente, o PT achava que não havia mais luta de classe, o que eu considero a desculpa mais deslavada possível, para se locupletarem. Só que tem aí uma sutil diferença. Esses deputados do PT que fizeram “acordo” com Azeredo na época, estão livres da improvável aceitação da justiça mineira e do STF para julgamento.
No mensalão do PT, o Gurgel e o Barbosa cuidaram para dar tratamento diferenciado, incluindo só petistas e o pessoal da base aliada. Da diretoria do Banco do Brasil, apartaram somente o Pizzolato porque era do PT. O resto que são tucanos, não foram incluídos.
Estou repetindo assunto por demais sabidos por todos que acessam o blog, mas tem razão de ser assim.
Pois desconfiava que o que se diz aqui é assunto amplamente conhecido. Infelizmente não é.
A grande imprensa, e disso já tenho certeza, conseguiu criminalizar só o PT. A classe média não quer saber de entender o outro lado. O PT é culpado e o partido mais corrupto. Disso ela não abre mão. Só os que procuram mais informações e tem paciência para isso, conseguem enxergar os dois lados.
Em tese eu concordei que para o PT chegar ao poder, não teve outra saída sem fazer esse bloco de aliança tatu com cobra, mas se esqueceu e por isso errou feio, ao achar, como o deputado disse, que não havia mais luta de classe.
O resultado está aí. Zé Dirceu e Genoino presos.
Dilma só vai ganhar por conta dos pobres do norte/nordeste, beneficiários maiores dos programas de inclusão social.

Responder

Alberto

06/01/2014 - 19h43

Excelente entrevista! Agora fica mais fácil compreender certa atitude do PT que, do meu ponto de vista, como eleitor deste partido, não entendia o por quê de tanta apatia diante de uma avalanche incomensurável de criticas e calúnias recebidas diariamente, ao contrário, faziam de tudo para não desagradar a elite, principalmente os donos da mídia. Com esta entrevista do deputado Rogério Correia, ficou mais fácil compreender porque o Lula não moveu uma palha em relação à reforma política e, também, dos meios de comunicações, assim como, a Dilma, ter ido a festa de 90 anos da Folha, que tanto lhe achincalhou durante a campanha. Aliás a Folha continua achincalhando a Dilma e o PT todo santo dia.

P.S.: como faço para colaborar, financeiramente, com o blog sem utilizar o tal Pag Uol?

Responder

Marat

06/01/2014 - 19h18

O pessoal do PSDB diz que a lista de Furnas é um documento forjado. Isso foi o suficiente para o PIG, que nem noticia. Quanto ao STF… Bem… Não vou escrever o que penso da justiça (em caixa baixa) brasileira!

Responder

Luís Carlos

06/01/2014 - 18h49

E o Barbosa? Nada? Continua sambando com a Taís Araújo? Ruge só contra jornalista e petista. Contra tucano anda baixinho… …quanta covardia?!? Vai chafurdar no lixo!

Responder

Luís Carlos

06/01/2014 - 18h46

E ainda tem gente que defende financiamento privado em campanhas políticas. Abuso de poder econômico e corrupção grossa. Tucanada de bico longo sabe bem disso. Do pó vieste e ao pó retornarás.

Responder

renato

06/01/2014 - 18h37

E o Juiz do Brasil, escutou isto, e está tudo certo?
Que crime é este que o PT cometeu…com Dirceu e Delubio e
o Genuíno…que crime é este…senhores.

Responder

Brasileiro, o Outro

06/01/2014 - 18h17

Uai, cadê o Janot?
Cadê esse modelo de eficiência e seriedade que habita a PGR?
Pega, Janot! Vai atrás!
PQP… ganhamos mais um Gurgel?

Responder

Fabio Passos

06/01/2014 - 18h00

Não deu cadeia e pelo jeito nem vai dar.
Os envolvidos – serra, aécio, alkmin e fhc – são todos comparsas de joaquim barbosa

Responder

souza

06/01/2014 - 17h56

muito boa a entrevista com o deputado rogerio correa que é um respeitável nome do partido dos trabalhadores em minas gerais.

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Maria Thereza

06/01/2014 - 17h37

Como não deu cadeia? Não deve nem ter sido distribuído. Vai ver também está numa pasta errada…

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Marco Ferreira

06/01/2014 - 17h30

Pelo que me consta, tem o nome de Gilmar Mendes nessa lista também…

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    ana13

    06/01/2014 - 23h59

    Também vi o nome do juiz , ganhando 168 mil reais ; estranho que não tenha aparecido na lista do Correia .

Urbano

06/01/2014 - 16h58

Faz parte do made in house…

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