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Leonardo Boff: Ofensiva da direita tem caráter mundial, “organizada e financiada também a partir do Pentágono”

12 de julho de 2015 às 15h12

boff

‘Eduardo Cunha é um bandido político’, diz Leonardo Boff

Sul 21, via Adital

por Marco Weissheimer

A ofensiva conservadora atualmente em curso no Brasil faz parte de um processo mundial de rearticulação da direita e representa um perigo real para a democracia e os direitos. No caso brasileiro, essa rearticulação conservadora também é uma reação das classes dominantes que não se conformam com a centralidade que a agenda social adquiriu nos últimos anos e com a ascensão social de cerca de 40 milhões de pessoas.

Um dos principais expoentes dessa ofensiva, o deputado Eduardo Cunha (Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB – Rio de Janeiro) é um bandido político que não respeita a Constituição e tem como objetivo, no final de seu mandato, propor a instauração do parlamentarismo e virar primeiro-ministro. A avaliação é do teólogo e escritor Leonardo Boff, que esteve em Porto Alegre neste sábado, para ministrar uma aula pública sobre direitos humanos.

Intitulada “Expressões sobre Direitos Humanos: Mais Amor, Mais Democracia”, a aula pública reuniu centenas de pessoas no Parque da Redenção, na tarde fria de sábado. Após a aula, Leonardo Boff conversou com o Sul21, no Hotel Everest, sobre a atual conjuntura política do país e defendeu que, diante da ofensiva conservadora no curso, é preciso travar, em primeiro lugar, uma batalha ideológica sobre que tipo de Brasil queremos: “um Brasil como um agregado subalterno de um projeto imperial, ou um Brasil que tem condições de ter um projeto nacional sustentável próprio. Temos um grande embate a travar em torno dessa ideia. Acho que esse será também o tema central das próximas eleições”, diz Boff.

A seguir, um resumo dos principais momentos da conversa de Leonardo Boff com o Sul21:

Ofensiva conservadora em nível mundial

“Vejo esse quadro com preocupação, pois é um quadro sistêmico. Ocorre também nos Estados Unidos, na Europa, em toda a América Latina. Acabo de vir de um congresso que contou com a presença de representantes das esquerdas de toda a América Latina e todos foram unânimes em dizer que essa etapa das democracias novas, de cunho popular e republicano, que surgiram depois das ditaduras, estão recebendo os impactos dessa ofensiva da direita, organizada e financiada também a partir do Pentágono. Essa direita está se organizando em nível mundial. Isso é perigoso. A história já mostrou que, depois que a direita se organiza, surgem fenômenos de caráter fascista e nazista, surgem regimes autoritários que buscam impor ordem e disciplina”.

“Eu não tenho muito medo no caso do Brasil. Acho que aqui nós conseguimos uma ampla base social de movimentos organizados e um núcleo de pensamento analítico político que resiste vigorosamente, mas enfrenta a resistência da grande mídia que, de forma sistemática sustenta teses conservadoras e reacionárias, em consonância com a estratégia traçada pelo Pentágono em nível mundial. O objetivo central dessa estratégia é: um mundo, um império. Todos têm que se alinhar aos ditames desse império, que não tolera a existência de alguma força capaz de enfrentá-lo. O grande medo dos Estados Unidos é com a China, que está cercada por três grandes porta-aviões, cada um deles com um poder de fogo equivalente ao utilizado em toda a Segunda Guerra Mundial, com ogivas nucleares e submarinos atômicos de apoio, entre outras coisas. Isso nos mete medo, pois pode levar a um enfrentamento, senão global, de guerras regionais, com grande potencial de devastação”.

“No que nos diz respeito mais direito mais diretamente o grande problema é que os Estados Unidos não toleram a existência de uma grande nação no Atlântico Sul, com soberania e um projeto autônomo de desenvolvimento, que às vezes pode ser conflitivo com os interesses de Washington. O Brasil está mantendo essa atitude soberana e isso causa preocupação a eles, pois a economia futura será baseada naqueles países que têm abundância de bens e serviços naturais, como água, sementes, produção de alimentos, energias renováveis. Neste contexto, o Brasil aparece como uma potência primordial, pois tem uma grande riqueza desses bens e serviços essenciais para toda a humanidade”.

A agenda conservadora no Congresso Nacional

“De modo geral, a sociedade brasileira é conservadora, mas nos últimos anos, especialmente com a resistência à ditadura militar e com o retorno à democracia, se criou um sentido de democracia participativa e republicana, onde o social ganha centralidade e não simplesmente o Estado e o desenvolvimento material e econômico. Incluir aqueles que estiveram sempre excluídos passou a ser um tema central. Isso foi um elemento de progresso e avanço que assustou as classes privilegiadas que perceberam que esses 40 milhões de pessoas estão ocupando um espaço que era exclusivo deles e começam a ameaçar seus privilégios. Os representantes dessas classes não querem que o Estado se defina por políticas sociais, mas sim pelas políticas que, historicamente, sempre beneficiaram as classes dominantes.

Eles conseguiram uma articulação com grandes empresas, com grupos do agronegócio e outros setores para construir uma representação parlamentar. O que vemos hoje é que os sindicatos praticamente não estão representados, os indígenas e negros não estão, o pensamento de esquerda não está. O que temos, na maioria dos casos, são deputados medíocres que representam interesses de grandes corporações nacionais e internacionais, que tem pouca ou nenhuma ligação com um projeto de nação”.

“Diante desse quadro, nós precisamos, em primeiro lugar, travar uma batalha ideológica e debater que tipo de Brasil nós queremos, um Brasil como um agregado subalterno de um projeto imperial, ou um Brasil que tem condições de ter um projeto nacional sustentável próprio. Temos um grande embate a travar em torno dessa ideia. Acho que esse será também o tema central das próximas eleições. O povo não quer perder aquilo que conquistou de benefícios sociais nestes últimos doze anos e quer ampliá-los. Essas conquistas são de Estado, não são mais de governos. Esse embate será muito difícil, mas acho que há um equilíbrio de forças que vai permitir, pelo menos, governos de centro-esquerda, não totalmente de esquerda, pois creio que não há condições para isso hoje”.

Sobre Eduardo Cunha, presidente da Câmara

“Em primeiro lugar, acho que é um bandido político. Sempre foi conhecido assim no Rio. Um jornalista do Globo fala dele como “a coisa má”. É um homem extremamente sedutor, não respeita lei nenhuma, tem dezenas de processos de corrupção contra ele, mas consegue manipular de tal maneira os poderes que sempre consegue prolongar sua vida. É alguém que não tem nenhum respeito à Constituição e atropela normas do Congresso como bem entende. Creio que a pretensão dele, no final dessa legislatura, é propor o parlamentarismo para ele ser o primeiro ministro, já que não poderá ser presidente pela via eleitoral. É uma pessoa extremamente ambiciosa, manipuladora, inescrupulosa, sem qualquer sentido ético e um fundamentalista religioso conservador e de direita”.

O crescimento do fundamentalismo religioso

“Acho que essas bancadas evangélicas fundamentalistas que se espalham pelo país são formações em si legítimas, uma vez que são eleitas, mas ilegítimas na medida em que não se inscrevem dentro do quadro democrático. Querem impor a sua visão sobre a família, a ética individual e pública para toda a sociedade brasileira. O correto seria eles terem o direito de apresentar a própria opinião para ser debatida e confrontada com outras opiniões, respeitando as decisões coletivas. Mas eles querem impor a opinião deles como a única verdadeira e difamar e combater pelos púlpitos qualquer outra alternativa. Acho que devemos atacá-los pelo lado da Constituição e da democracia e enquadrá-los dentro da democracia, pois são pessoas autoritárias e destruidoras de qualquer tipo de consenso que nasce do diálogo”.

Sobre o governo Dilma

“Acho que a campanha da Dilma foi mal conduzida. Tudo aquilo que ela combatia, que seriam medidas neoliberais, a primeira coisa que fez, sem discutir com o povo brasileiro, com os sindicatos e sua base de apoio, foi aplicá-las diretamente. Neste sentido, ela decepcionou a todos nós que apoiamos a sua candidatura e o povo é suficientemente inteligente para perceber que houve um engodo. Por outro lado, cabe reconhecer que há uma crise que não é só brasileira, mas mundial, que afeta gravemente países como Grécia, Itália, Portugal e Espanha, com níveis de desemprego e de dissolução social muito mais graves do que os nossos”.

“Então, estamos diante de um problema sistêmico, não só brasileiro, mas aqui ele ganhou conotações muito específicas porque o PT tinha um projeto progressista de centro-esquerda, de apoio aos movimentos sociais, comprometido a não tocar em direitos dos trabalhadores e pensionistas. E o governo acabou tomando medidas que considero injustas, pois colocou a carga principal da crise sobre os ombros os trabalhadores e pensionistas, e não em cima dos grandes capitais, das grandes heranças e do sistema financeiro dos bancos. Estes setores foram poupadas e isso eu acho uma injustiça e uma indignidade”.

“Então, o povo, com justiça, fica desolado. A gente sabe que a Dilma é ética e não cometeu malfeitos, mas tomou medidas na direção contrária do que pregava. Então é uma contradição visível que não requer muita análise para mostrar. Ela dizia que nem que a vaca tussa iria mexer em direitos, e a primeira coisa que fez foi mexer no seguro desemprego e nas pensões. Houve uma quebra da confiança e, em política, o que conta de verdade é a confiança. Agora, se ela tiver algum sucesso e conseguir não penalizar o país demasiadamente em termos de desemprego e retrocesso no processo produtivo, ela poderá voltar a ganhar confiança, mas é uma conquista muito difícil.”

Leia também:

Lindbergh: PSDB trama golpe abertamente com setores do PMDB

 

25 Comentários escrever comentário »

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Urbano

13/07/2015 - 12h32

E obviamente que há bem mais, muito mais, uma vez que não chegou à presidência tão-somente por sua vontade.

Responder

O Mar da Silva

13/07/2015 - 10h47

O Boff tentou salvar o pescoço da Dilma com um malabarismo inaceitável. Dilma rasgou o compromisso eleitoral e passou a ser uma mentirosa. Mentiu no horário eleitoral. Ponto.

Não temos uma alternativa ao que o PT prometeu e não cumpriu, pois PSDB, PMDB, PSB não são alternativas pela esquerda ao PT.

O PSoL ainda não é um Syriza, nem um Podemos.

O resto é balela de desiludido com as promessas não cumpridas pela Dilma.

Responder

Walter

12/07/2015 - 23h48

Ahh… É o pensamento de esquerda está sim ,representado.
Pelo PSOL.
PT é populismo charlatão, frei boff. É o partido da boquinha.

Responder

Walter

12/07/2015 - 23h35

Vou pegar uma das conjecturas do frei Boff.
“Os sindicatos, os índios e os negros não estão representados..”

Sindicalistas , quando eleitos, e vejam um exemplo que vem imediatamente a cabeça, Policarpo, do PT do DF , ou Vaccareza do PT de Sp , a primeira coisa que fazem é trair a causa sindical. Vaccareza , líder do PT no último governo, além de suspeito em investigações de corrupção, é o autor da reforma política que está sendo votada pelo aliado Eduardo Cunha, agora. Policarpo, sindicalista do Judiciário Federal , petranca de quatro costados. Não é à toa que o judiciário federal está amargando 9 anos de reposicao zero. Conhecido pelos servidores do judiciário com a elogiosa alcunha de policrápula.

Índios , realmente , são mais raros. Lembro logo do Juruna…
Vamos falar sério.Índio brasileiro quer terras bem grandes demarcadas e isoladas, para que possam fazer seu comercinho particular com ongs estrangeiras. Querem vender biodiversidade e recursos minerais pros gringos, de preferência , isolados pela polícia federal. Aquele esquema de aqui só entra gringo.Nem querem saber de participar dessa zona política brasileira já que lutam através dessas mesmas ongs, contra o Brasil, a favor de suas “nações” , com milhares de quilômetros de terras cheias de riqueza para “meia dúzia “de indivíduos comerciarem com os estrangeiros.

Negros , eu lembro logo da “irmã” Bené. Quando foi ministra , prevaricou. Foi rezar com dinheiro público.Empregou os filhos. E recentemente votou em Eduardo Cunha e contra a esquerda e os negros pobres do Brasil, por afinidade… Religiosa.

Como dizia a vovó, quem nunca comeu mel quando come se lambuza.
Chega dessa turma, frei boff.
A popularidade no fundo do poço está longe de ser uma obra isolada da presidenta. A cumpanheirada tem grande mérito no conjunto obrado.

Responder

    hedir renault

    13/07/2015 - 16h25

    Muito bom, Walter… boas lembranças.

Andre

12/07/2015 - 21h54

No pentágono? A ofensiva da direta está sendo tramada é em Wall Street. O Imperio que massacra 99% da população mundial é o Imperio dos ‘mercados’, tanto no Brasil, como na Europa, como nos EUA. As politicas implementadas pelo segundo governo Dilma são iguais em conteúdo, embora não em grau(ainda) as da EU e dos EUA. São ditadas pelo “império do mercado’ e não pelo pentágono. “Austeridade” – um nome virtuoso para significar o massacre da populaçao trabalhadora – é guerra por outros meios.
E sinceramente, acirrar rivalidades nacionais nesse momento é tão perigoso quanto o fascismo e o nazismo que aliás, tinham nessas rivalidades um ingrediente fundamental. Devemos é nos solidarizar com a população americana que está com um nível de miséria jamais vista na história daquele país. O Inimigo é o “mercado” e não os americanos.

Responder

    Rita

    13/07/2015 - 12h04

    Mas é a mais pura verdade. Como assim, acirrar ânimos? O país nos espiona de todos os meios. Que ânimos? Eles podem, não é isso? É nosso velho complexo…

Luiz

12/07/2015 - 19h54

A pergunta é:
Porque a Dilma preferiu sacrificar o povo do que os bancos e os ricos???

Responder

FrancoAtirador

12/07/2015 - 16h43

.
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Já foi dito que é Bastante Fácil acabar com esta Monumental Sensação de Crise,
evitar o Impíxi de Dilma Vana, e nunca mais se falar em Corrupção por aqui:
.
Basta o Brasil assinar um Acordo de Livre-Comércio com os United States of América,
privatizar a Petrobras e deixá-los instalar uma Base Naval em Ilha Bela (SP)
para que os nossos Superprotetores Norte-Americanos cuidem do Petróleo do Pré-Sal.
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Assim, no amanhecer do dia seguinte, o Gigante Adormecido acordará no Berço Esplêndido,
fazendo parte da honrosa e bondosa OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte)
que por sua vez mudará o nome para OTOA, pois será uma Organização Militar
com Domínio sobre todo o Oceano Atlântico, desde o Norte do Canadá à Patagônia.
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Aí já poderá construir a Bomba Atômica – a de Nêutrons, de preferência, que é Limpa.
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Feito isso, é só invadir o Iraque e a Síria, e exterminar o Estado Islâmico
e todos os Muçulmanos que estiverem se movendo sobre aquelas terras.
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Em seguida, é só bombardear a Ucrânia, aniquilar a Rússia e depois a Índia.
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Claro que, nesse ínterim, os Países da ALBA já teriam sucumbido a um simples ataque.
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Então, o Impávido Colosso empunhando a Bandeira da Ordem e do Progresso,
em nome de Javé, poderá partir para a Conquista da China Comunista Pagã.
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E não mais se ouvirá um pio de Esquerdista Petralha Ateu Asqueroso no mundo.
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E reinará a mais Absoluta Paz na Mídia-Empresa Fascista Ultraliberal do braZil!
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Responder

    FrancoAtirador

    12/07/2015 - 17h22

    .
    .
    O Asqueroso Disseminador do Ódio: (http://naofo.de/5p11)
    .
    .

    Maria Eunice Rezende

    12/07/2015 - 19h38

    Tenho uma pequena empresa de Premoldados em concreto, e um dos problemas enfrentados por pequenas empresas é a falta de mão de obra. Boa parte desses funcionários quando esta próximo para completar o tempo que dar a ele direito ao seg. desemprego começa a arrumar um jeito de ser mandado embora. Isto é de fácil comprovação. E dificilmente alguém ganha só salário minimo, ganham mais e no meu caso é mão de obra comum. Sou PT, sempre votei na esquerda e concordo plenamente com a mudança. Agora que tem q taxar os ricos, isto tem e já passou da hora.

    Severino Bonobo de Oliveira

    12/07/2015 - 22h34

    Interessante notar que, embora possa parecer brincadeira, essa é a mais cristalina realidade, em meio a esse mundo de cinismo, hipocrisia e ignorância em que vivemos. Destaca-se também, dessa realidade, na mesma linha, uma notável demonstração de que as pessoas que são acusadas de todos os males da humanidade no mundo, são, em verdade, absolutamente honestas e irredutíveis em relação aos seus princípios e ideologias porque, se não fossem, já teriam cedido ao intenso bombardeio incessante e crescente desde 2005 e já teriam realizado tudo isso que os defensores da “ética e da moral” desejam. Teriam embolsado propinas bilionárias, seriam podres de ricos e, no dia seguinte da quinada ideológica, passariam a ser tratados como Estadistas e homenageados pelos comentaristas de programa Globais.

    Severino Bonobo de Oliveira

    12/07/2015 - 22h37

    Eu não sei o que causa mais repulsa. Se é essa cara de nematoide do Reinaldo, ou se é aquele jeito que o nematoide tem de Reinaldo Azevedo.

    joao da costa lima

    13/07/2015 - 14h22

    Perfeito! Mas Dilma busca com seus atos levar o Brasil a tao miseravel condicao! Abs. pra ti, Franco!
    JC

Molina

12/07/2015 - 16h22

Caraco! O herege Boff está desesperado. Será que a erva que ele está usando é boa?

Responder

Julio Silveira

12/07/2015 - 16h05

E a esquerda facilitou e facilita, se dando ao luxo de serem “ingênuos”. Parece que a ingenuidade é uma caracteristica das esquerdas atuais no mundo. Parece que a historia nada significou, nem significa, desde que se consiga atender aos interesses de alguns. Que a irmandade mundial já esta construída no mais alto nível de civilização , que ja atingimos um nivel de civilidade que nos transformou a todos em iguais. A esquerda, agora a nacional, de lideranças que vieram, principalmente das classes média /alta, por que, ou mal ou bem, sempre tiveram apoios vindos de amigos e familia, não conseguiram captar a necessidade historica de uma revolução cultural no país, que colocassem a todos num mesmo patamar de bem estar social de entendimento sobre nossas necessidades eticas e pátrias, alem do aprofundamento do saber sobre suas cidadanias.

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