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Cartas de Minas
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Humberto Costa alerta: Fim do Farmácia Popular é sentença de morte para brasileiros que não têm condições de custear tratamento

21 de novembro de 2017 às 14h34

Foto: Agência Brasil

“Fim do Farmácia Popular ncia Brasil é sentença de morte para milhares de pessoas”, alerta Humberto Costa

do Lula.com.br

O Farmácia Popular foi criado em 2004, no primeiro governo Lula, e beneficia cerca 9,87 milhões de pessoas no País

Após o governo de Michel Temer (PMDB) fechar cerca de 400 unidades do Farmácia Popular, com a promessa de manter a distribuição de medicamentos gratuitos em instituições privadas, o programa, agora, corre risco de acabar de uma vez por todas, com novas mudanças propostas.

Hoje, o projeto tem uma rede credenciada de 30 mil estabelecimentos que ofertam, de graça ou com até 90% de desconto, remédios para as doenças mais comuns entre os brasileiros.

Para o criador do programa e líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), o fim do Farmácia Popular seria uma sentença de morte para milhares de pessoas.

“O programa garante à população acesso a remédios essenciais quem têm doenças como diabetes e hipertensão. Negar esses medicamentos ao povo é, praticamente, declarar uma sentença de morte a milhões de brasileiros que não têm condições de custear um tratamento”, afirmou.

O Farmácia Popular foi criado em 2004, no primeiro governo Lula, e beneficia cerca 9,87 milhões de pessoas no País.

Medicamentos contra a hipertensão, o diabetes e a asma representam perto de 90% da demanda total do programa que, segundo dados do Ministério da Saúde, cobre 80% do País.

O governo estuda uma nova fórmula de calcular o preço dos medicamentos oferecidos pelo programa, com base no valor de atacado e nos custos de aquisição e distribuição dos produtos. Representantes do setor farmacêutico e sanitaristas acreditam que as alterações devem inviabilizar o programa.

Segundo Humberto, ao contrário do que promete o ministro da Saúde, os cortes no programa não barateiam o sistema.

“A conta deve ser inversa. Sem acesso aos medicamentos de uso diário, as pessoas vão acabar demandando muito mais do SUS com internações, por exemplo. O que a gente vê é um completo descaso com a população e um jogo feito para atender interesses privados específicos. É inadmissível que o governo Temer acabe com um dos programas mais bem avaliados do Ministério da Saúde”, disse o senador.

Leia também:

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Eugênio Viola

21/11/2017 - 19h01

JORNAL FRANCÊS LIBÉRATION:
“Brasil, o novo laboratório neoliberal”
http://www.liberation.fr/debats/2017/11/20/bresil-le-nouveau-labo-neoliberal_1611339
Abraços

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Luiz

21/11/2017 - 18h20

Canalhas

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Julio Silveira

21/11/2017 - 15h57

E é essa tropa de gente que o Lula quer perdoar. Gente canalha da ultima, golpistas, como todo golpista, sem qualquer empatia com suas vitimas. Esperar o que dessa gente que ludibria o povo a tempos, e tal e qual todo bom golpistas conseguem angariar simpatia de suas vitimas. Fazer o que se a politica tradiciinal, inclusive na esquerda, também tradicional, quer deseducar o povo, fazendo crer que vigarista é uma necessidade, e que por serem vigaristas devem merecer piedade de suas vitimas. Rsrsrs. Só no Brazil.

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RONALD

21/11/2017 - 14h47

Po isso, que Lula tem que voltar !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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RONALD

21/11/2017 - 14h46

Mas é isto que o morcegão golpista e os que o colocaram lá querem: eliminar as “bocas inúteis”, como eles mesmo definem, se referindo à massa dos excluídos, que não podem pagar pelo serviço público que lhes era gratuito de direito.

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