VIOMUNDO

Assista aqui a série completa: As crianças e a tortura

07 de julho de 2013 às 11h26

Na quinta e última reportagem, Igor Grabois: Meu nome não é Jorge Freitas

Na quarta reportagem, Rose Nogueira: Logo depois de dar à luz, o abuso do torturador

Na terceira reportagem da série, Ernestinho: O mais jovem preso político do Brasil

Na segunda reportagem da série, Ivan Seixas: Temos obrigação de mostrar essa foto

Na primeira reportagem da série, Edson Teles: A voz era de minha mãe; o rosto, não parecia

danny- e dilma
24 - ago 5

Artistas e intelectuais estrangeiros divulgam manifesto em defesa da democracia e contra o golpe no Brasil

Entre os quais, Susan Sarandon, Oliver Stone, Danny Glover, Tarik Ali, Harry Belafonte e Noam Chomsky

 

70 Comentários escrever comentário »

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Clóvis Purper Bandeira: Equívoco, uma ova! - Viomundo - O que você não vê na mídia

04/09/2013 - 20h34

[…]  A série as crianças e a tortura, do Jornal da Record […]

Responder

Weissheimer: A caixa preta da relação da mídia com a ditadura - Viomundo - O que você não vê na mídia

03/09/2013 - 22h07

[…]  A série as crianças e a tortura, do Jornal da Record […]

Responder

Jorge Nogueira Rebolla

15/06/2013 - 21h30

Se ele se chamasse Yuri…

Responder

jacó

14/06/2013 - 11h04

Também quem traiu o pais vendendo seu matrimonio a preço de banana e que levou milhões de crianças a morrer por falta de alimentação e saúde e é contra o BOLSA-FAMÍLIA deveria responder por crimes contra os direitos e humanos e responde por esses crimes e ainda vivem como fantasmas por aí querendo ser eleito e assumir governos, jamais chegaram o POVO acordou e não
vai mais descansar enquanto não apear todos os direitistas do poder.

Responder

Samir

14/06/2013 - 10h40

A questão poderia ser simples: vocês assumem o que realmente queriam fazer e os responsáveis pela repressão – os torturadores – assumem o que eles fizeram, a bárbara tortura. A questão é: vocês vão assumir que lutaram para implantar a ditadura do proletariado, e, consequemtemente, matar milhares de brasileiros? Vão? Duvido.

Responder

    Francisco

    14/06/2013 - 17h23

    “(…)e, consequemtemente, matar milhares de brasileiros?”.

    1 – Porque “consequentemente”? João Goulart foi eleito. ELEITO. Coisa que nenhum general militar foi. Aliás, coisa que poucos governos de direita pós revolução de 1930 foram.

    A direita no Brasil não é amada.

    Goulart foi eleito (querido, desejado), Lula foi eleito (querido, desejado). Quantos “milhares” foram mortos para isso acontecer?

    Quantos foram mortos para “eleger” Costa e Silva?…

    2 – Caetano Veloso é comunista? Ney Matogrosso é guerrilheiro? Toquinho é terrorista? Eles foram exilados/punidos pelo regime militar. Esses pensadores mataram quantos?

    3 – Houve padres, pastores protestantes, mães de santo, militares, liberais, anarquistas, feministas, hippies, jornalistas que foram punidos/perseguidos pelo regime militar.

    Eles todos queriam implantar a ditadura do proletariado?

    Frei Tito queria implantar a ditadura atéia do proletariado?

    ###

    Tenha pena de si mesmo e de sua credibilidade. Vá estudar…

    Luiz de Lima

    12/12/2013 - 00h41

    Falou e disse, Francisco!

Altemar

14/06/2013 - 09h01

Eu juro que gostaria de saber o que o Rodrigo Leme pensa disso tudo. Rodrigooooo… k d tú?

Responder

Mardones

14/06/2013 - 08h32

Espero que a Record faça um programa especial sobre essas reportagens. É um momento mais que oportuno para discutir a ação das polícias no Brasil: uma herança da ditadura.

Responder

    manoelmendes feitosa

    21/06/2013 - 18h25

    como assim? a policia só faz o que quem tá no poder manda, nao esqueca que voce tem uma porcao de parentes militar.

Saçuober

14/06/2013 - 06h37

Em Fortaleza tem um comentarista de jornal, vulgo Maclima, que alegou ter feito parte dos honoráveis que lutaram contra os comunistas e terroristas e considera o Ustra o verdadeiro patriota.
Não vou chamá-lo de nada.

Responder

Antonio Morais

14/06/2013 - 04h55

Parabéns Azenha.

Responder

Gerson Carneiro

14/06/2013 - 03h23

A cada atualização tenho indicado esse post para o Lobão e o Roger Moreira.

Responder

FrancoAtirador

14/06/2013 - 01h44

.
.
REPORTAGENS HISTÓRICAS DE GRANDE SENSIBILIDADE JORNALÍSTICA!

Um importante alerta, principalmente às pessoas vulneráveis

que sãos seduzidas por esses Bandidos Fascistas que andam aí

tentando convencê-las de que o melhor para o Brasil é uma Ditadura.
.
.
Eu e meus familiares, alguns inclusive com sequëlas tristes,

agradecemos à TV Record por mostrar a Verdade crua

sobre esse Regime Militar assassino e sanguinário,

para que nunca mais se abata sobre nós essa desgraça.
.
.
Parabéns ao brilhante jornalista Luiz Carlos Azenha!

Pela iniciativa e pela correção na condução das reportagens.

Nestes tempos de sensacionalismos e bandidagens midiáticas,

mostrou que ainda há esperança de dias melhores na Mídia.
.
.

Responder

Camargo Filho

13/06/2013 - 23h49

Parabéns Azenha.

Responder

Eduardo Raio X

13/06/2013 - 18h50

Eles deixaram de ser soldados para ser uma formação de assassinos, e tudo aquilo foi nos dizeres deles em defesa dos direitos a “liberdade e democracia” como podem dizer isso, se houve censura, perseguições, exílios, torturas, cassações e toda sorte de brutalidade e violência contra o povo brasileiro! Alguém ai lembra como era feito as abordagens da polícia contra as minorias, pobres e gente de cor??? E tem mais nos deixaram uma dívida de mais de US$ 150.000.000.000,00 bilhões de dólares, para o povo pagar.

Responder

Urbano

13/06/2013 - 18h04

Um bando de crápulas, em todo esse tempo, a fazer pose de cidadão de moral irrefutável, quando na verdade é de uma podridão sem igual.

Responder

Vicente de Paula Chicoli

13/06/2013 - 16h55

Parabéns Azenha, mais uma vez um trabalho brilhante do jornalista que tem dignidade e ética. Estou orgulhoso de poder ver uma obra prima do jornalismo, por um grande jornalista.

Responder

JOTACE

13/06/2013 - 15h47

Excelente matéria. Parabéns ao Azenha, à Record, e às equipes que colaboraram na feitura de reportagem tão importante. Que sirva ela para destacar a necessidade de que seja revista a Lei de Anistia que, dando cobertura a reles criminosos civis ou fardados, cobre de vergonha não só a maioria dos congressistas, mas outros que exercem altos cargos públicos, esquecidos dos seus compromissos com a Justiça que deveriam defender.

Responder

Regina Braga

13/06/2013 - 15h28

Azenha muito bom o seu trabalho…Parabéns!Grata.

Responder

Janah

13/06/2013 - 14h36

Será que a Dilma assistindo, ela conseguiu imaginar o netinho dela na mesma situação?

Responder

    Paulo Figueira

    13/06/2013 - 18h39

    A Dilma não precisa imaginar, ela esteve lá viu e sofreu todos os horrores.

    Janah

    14/06/2013 - 09h40

    Desculpe-me, mas todos sabem disso, e vc não me entendeu!

A ofensiva dos conservadores para impor a agenda neoliberal - Viomundo - O que você não vê na mídia

13/06/2013 - 12h46

[…] Ernestinho: O mais jovem preso político do Brasil […]

Responder

renato

13/06/2013 - 11h24

O que posso dizer, ao Ernestinho.
Senão, um Muito Obrigado!

Responder

Mardones

13/06/2013 - 10h27

Essa série de reportagem é fundamental para manter acesa a chama da luta pela verdade e justiça. Além de ser fonte audio visual para trabalhos acadêmicos entre outros. E, a contar pela força da tv no Brasil, é uma excelente forma de difundir o conhecimento tão necessário à nossa população sobr eum período tão crucial para muitas mazelas que temos ainda hoje.

Parabéns e obrigado a todos que estão fazendo esse trabalho cívico!

Responder

barreto

13/06/2013 - 09h29

Parabéns pelo trabalho.

Responder

jorge luiz

12/06/2013 - 20h02

Nós brasileiros precisamos de conhecer mais de perto a nossa história..A comissão da verdade tem de ser instaurada, pois só assim saberemos o que os documentos da ditadura militar não relatão!

Responder

    Horridus Bendegó

    13/06/2013 - 09h03

    Muito bem!

    Nossa História precisa ser contada à maneira factual como ocorreu!

    Acabou o monopólio da Mídia e seus cães de guarda!

jõao

12/06/2013 - 20h02

Mistério sobre a morte do casal Sundermann persiste há 19 anos

Nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados, completa-se 19 anos da misteriosa morte do casal José Luis e Rosa Sundermann. Se os responsáveis pelo bárbaro crime não forem identificados até junho de 2014, o caso deverá ser prescrito sem que nenhum culpado seja levado ao banco dos réus.
Dezenas de volumes com apontamentos sobre a vida do casal, militância política, relacionamento com amigos e outros detalhes de interesse policial hoje se encontram a disposição da 5ª Delegacia de Crimes Especiais do Departamento de Homicídios de Proteção a Pessoa (DHPP) da capital que ainda está sem uma resposta do que teria ocorrido na madrugada do dia 12 de Junho de 1994, no interior da casa dos Surdermans, localizada no bairro Nova Estância, região norte de São Carlos.
A partir das 18 horas desta quarta-feira (12) membros da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, estarão se reunindo com representantes do Sindicato dos Trabalhadores e Técnicos Administrativos da Universidade Federal de São Carlos (SINTUFSCar) e várias autoridades na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) para falar sobre a execução de José Luiz e Rosa Sundermann.
A única testemunha do crime, Carlos Eduardo Sundermann, na época com 21 anos, o Duda, filho do casal também acabou morrendo na madrugada do dia 26 de abril de 1998, quando passava o final de semana com amigos da UFSCar no sítio Bocaína, na antiga estrada de Analândia. Ele caiu do topo de uma cachoeira.
Em maio de 2005, o caso foi reaberto pelo Departamento de Homicídios e Proteção Pessoal (DHPP) da capital.
Durante as investigações produzidas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos uma a comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, presidida na época pelo deputado Renato Simões (PT), realizou na tarde de 13 de junho de 2001, uma audiência pública para tratar do assassinato dos sindicalistas José Luís e Rosa Sundermann, mortos com tiros na cabeça, em São Carlos.

O crime

No dia 12 de junho de 1994, por volta das 3h, da madrugada os dois dirigentes do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados – PSTU, José Luís Sundermann e sua esposa Rosa Hernandes Sundermann, ambos de 37 anos, foram executados no interior da própria residência na rua Peru, no Jardim Nova Estância, em São Carlos.
Segundo a polícia, naquela época, ao chegar em casa, o filho mais velho do casal Carlos Eduardo, então com 17 anos, encontrou os corpos dos pais.
O então delegado titular do 1º Distrito Policial, da Vila Nery, Felix Francisco Tavelin, hoje aposentado, descartou a possibilidade de latrocínio porque nada teria sido roubado e não havia sinal de arrombamento ou luta corporal na casa.
Apurou-se naquele dia que o casal Sundermann teria saído na noite de 11 de junho, um sábado, da sua residência junto com os filhos e os pais, a um restaurante que existia na região da Praça Itália onde jantaram.
Por volta da 0h30, do dia 12 de Junho, José Luís levou a filha menor e seus pais para casa, porém o filho mais velho ficou na avenida São Carlos, no centro, quando teria ido a um baile de um clube existente na rua Jesuíno de Arruda.
Ao regressar para a residência, às 3h no “Dia dos Namorados”, Carlos Eduardo Sundermann, encontrou o portão de entrada da casa trancado, a porta da sala aberta e no centro dela estava o pai, José Luis caído de bruços, morto com um tiro frontal na cabeça e outro no lado esquerdo. Sua mãe, Rosa Sundermann, ainda estava sentada no sofá da sala com as pernas cruzadas e as mãos também cruzadas sobre uma almofada com um tiro na cabeça.
O delegado de plantão naquele dia, era Idineu Ferreira de Araújo, que, juntamente com seus policiais, se deslocou até o local do bárbaro crime. Naquela madrugada, ele também descartou a hipótese de latrocínio ou homicídio seguido de suicídio, devido as circunstâncias em que se encontravam os corpos e a inexistência. “Havia dinheiro, talões de cheques preenchidos os quais foram apreendidos para investigação”, declarou o delegado naquele dia.
A reitoria da UFSCar, também naquele dia, pela manhã, lamentou a morte do servidor José Luís e da sua esposa.
O velório do casal Sundermann foi realizado no saguão da reitoria da Universidade Federal de São Carlos e no final da tarde daquele dia 12 de junho, “Dia dos Namorados”, ambos foram sepultados no Cemitério Nossa Senhora do Carmo.

Responder

    ElcioW

    13/06/2013 - 06h42

    João, será que em alguma das investigações foi ouvido o então comandante da Cia. de Policiamento de São Carlos, que depois se aposentou como comandante do Batalhão da cidade, o seu xará Scozzafave?

Fernandes

12/06/2013 - 19h07

A direita brasileira (empresários, igrejas, partidos, milico, etc) nem sequer um capitalismo mais ou menos autônomos quiseram. Mataram o seu povo para tirar o “sapatinho” para o tio San!

Responder

Professora desaparecida na ditadura: USP faz como a Folha - Viomundo - O que você não vê na mídia

12/06/2013 - 18h03

[…] Ivan Seixas: Temos a obrigação de mostrar essa foto […]

Responder

Laert Cerqueira

12/06/2013 - 17h49

Parabéns Azenha e TV Record

Estas reportagens são de extrema importância para o resgate da verdade. Conheço vários que foram torturados, que já é do conhecimento público. Os traumas,as perdas econômicas, as perdas de familiares, são irreparáveis. Os facínoras continuam soltos. É necessário punir os torturadores e aqueles que os protegeram como os donos dos veículos de comunicação que os acobertaram, a história brasileira precisa ser passada a limpo na sua totalidade. Que tal divulgar um cadastro do endereço dos torturadores? É necessário que o povo saiba quem são eles.
Bravo Azenha, parabéns pela coragem, você é um jornalista que honra a sua profissão, e orgulha os trabalhadores brasileiros.

Responder

Alexandre Soares

12/06/2013 - 17h40

Sempre que eu vejo alguém defendendo a ditadura que fez isso, eu vejo um canalha.

Responder

    Gustavo Caronte

    14/06/2013 - 02h52

    Saudades da ditadura quem tem é ditador. Incompetentes e incapazes de administrar situações sempre recorrem à violência para impor suas ideias. A democracia é o pior sistema de governo existente, em detrimento dos outros.

Maria A.

12/06/2013 - 16h50

Ecxelente trabalho jornalistico. Que o programa continue acompanhando a abertura deste calabouço!

Responder

mineiro

12/06/2013 - 16h46

as imagens e os depoimentos dizem tudo , nao precisa dizer mais nada. so se de uma coisa , com revanche ou sem revanche , ja passou da hora de pelo menos começar a punir esses assassinos. assassinos torturadores ou assassinos que lucrou com essa ditadura honrenda . e pelo jeito esse governo covarde e mais um punhado de gente quer que as coisas ficam do jeito que estao. se nao for pra valer mesmo , se nao começarmos a cobrar de verdade , nao vai sair nada. porque muita gente lucrou com isso tudo e nao quer que nada vem a tona. eu so fico decepcionado com essa pres. que foi torturada e ate ela é a principal a nao querer que tudo vem a tona. o que faz um poder em pres.

Responder

Jaime Ramos

12/06/2013 - 15h12

Parabéns ao Azenha e a Record pela reportagem. Pena que Globo, Grupo Abril (Veja), Folha de São Paulo e Estado de São Paulo não façam reportagens assim. Por que será?

Responder

Jussara Pimenta: "Agradecemos muito à Uerj pela colaboração" - Viomundo - O que você não vê na mídia

12/06/2013 - 10h44

[…] Ivan Seixas: Temos a obrigação de mostrar essa foto […]

Responder

Wladimir

12/06/2013 - 10h05

Por essas e por outras que o Brasil precisa rever a Lei de Anistia que nos envergonha perante o mundo, pois apenas um lado foi punido. Não se trata de revanchismo, como muitos, saudosos daquele período nefasto, gostam de alardear, por medo ou por vergonha, mas por uma questão de Justiça, pois ainda existem inúmeras familias a espera de respostas acerca do paradeiro dos seus entes desaparecidos, cujos sumiços foram perpetrados por agentes da repressão e colaboradores do regime. É uma dor sem fim que só quem viveu e vive pode sentir; e se é algo que não terminou, não pode ser esquecido e tampouco pode prescrever, por se tratar de um crime que se perpetua no tempo, um crime continuado, praticado por quem não poderia praticar crimes dessa ou de qualquer natureza, pois representavam o Estado.

Responder

ma.rosa

12/06/2013 - 09h40

Fica meio contraditório “clicar” gostei lá no vídeo, mesmo sabendo que é sobre o trabalho de reportagem!!Parabéns aos idealizadores e pensadores das mesmas e aos demais da equipe. Precisamos sim desta memória, doí ver, doí ouvir e doí pensar que crianças, meninos e meninas passaram por isto. E que os canalhas que executaram todas estas barbáries estão soltos e as custas do Estado. Infelizmente acho que a mentalidade dos militares brasileiros não mudou em nada de lá pra cá, revoltei-me ao ouvir de um “capitão”, qdo. meu filho, como muitos outros filhos, obrigados a “servir” foram recepcionados no pátio de um quartel:” vocês fazem parte de uma casta boa”!!! Deve ser assim, classificados como uma casta ruim, eles torturaram e mataram tantos brasileiros.

Responder

Mardones

12/06/2013 - 08h37

Perdi a edição de ontem. Mas a de segunda foi sensacional. Assim como deverá ser toda essa série de reportagem que é um primor em termos de memória, verdade, justiça e solidariedade.

Responder

Samir

12/06/2013 - 08h13

Também há antigas fotos dos crimes daqueles que queriam transformar o Brasil em uma enorme Cuba. Hoje, há as fotos de Celso Daniel.

Responder

    Valdeci Elias

    12/06/2013 - 11h32

    Dependendo dos EUA, Cuba hoje seria igual ao Haiti. Um pais de analfabetos , cortadores de cana de açucar, ou fabricantes de charutos. Olhe os paises da região caribenha, na decada de 60, e hoje. Veja quem se desenvolveu mais . Os que ficaram com EUA, ou os que romperam com ele.

    Samir

    12/06/2013 - 19h24

    Se os comunistas tivessem vencido a luta pelo poder e o Brasil se tornado uma imensa Cuba ou, no melhor caso, se dividido em dois territórios beligerantes: Brasil do Norte e Brasil do Sul, assim como ocorreu com Vietnam e Coréia, eu estaria em um de dois lugares:
    1. no cemitério, fuzilado pelo regime democrático socialista do Brasil, no equivalente brasileiro do tristemente famoso “El Paredón”, de Havana, onde são resolvidos os problemas de discordância da população com as políticas oficiais dos irmãos Castro, ou:
    2. muito bem obrigado, nos EUA, depois de realizar a façanha de atravessar o oceano Atlântico e chegar em Miami numa bóia feita com pneu de caminhão, assim como aconteceu com milhares de cubanos em Miami.
    Muitos dos que hoje criticam os governos militares estariam nesses mesmos dois lugares, outros, apertariam gatilhos com grande felicidade.

    Aline C Pavia

    13/06/2013 - 09h18

    O pior não é ter existido a ditadura militar.
    O pior é ter lorpas que ainda a defendem.
    E argumentam em sua defesa o blablabla de Disney de que o Brasil iria entrar em uma “ditadura comunista”.
    Essa marmita está azeda há 40 anos mas ainda tem gente que de tempos em tempos a requenta.
    “Pena que a natureza fizeste de ti só um indivíduo. Pois havia matéria para um homem digno e um patife” (Goethe)

    wagner paulista de souza

    12/06/2013 - 14h38

    Celso Daniel foi assassinado em crime comum. Os calhordas da direita tentam impingir esse crime ao PT. Sabem que não conseguirão nunca, pela simples constatação de que a Imprensalona vive tentando desconstruir a imagem do partido. Lembro-me do “Lula assassinou 200 pessoas” no acidente da TAM em 2007. Há muitos outros episódios semelhantes. Não conseguirão; hoje temos a Internet para melhor nos informar. Sejam menos ridículos; ao menos tentem.

    João Paulo Ferreira de Assis

    13/06/2013 - 10h31

    Apoiado. Quando se fala na modelo Christiane Aparecida Ferreira, assassinada por saber demais, pois ela é que levava as propinas que os tucanos mineiros pagavam, a turma do bico grande se recolhe ao silêncio. Nem uma palavra.

    Bertold

    13/06/2013 - 11h03

    Aparentemente, apenas aparentemente, você é um bom debatedor. Que tal não consultar a revista veja, o globo ou a folha e, assim, deixar de mentir, omitir fatos, inverter coisas, fazer ilações indevidas para vermos como se sai?

Francisco

12/06/2013 - 06h10

Isso é terrível.

Mas é “pinto” perto do Relatório Figueiredo.

O Relatório Figueiredo, em outro país, seria chamado de Relatório Krushev, ou de Anais de Nuremberg.

É genocídio praticado por aparato estatal.

Para “combater o comunismo” e “completar o orçamento”…

Responder

ElcioW

12/06/2013 - 06h08

Uma nota à margem. A Argentina enfrentou melhor do que nós, brasileiros, o passado sombrio da ditadura. O ditador de lá, general Jorge Rafael Videla, morreu dia 17 de maio último, aos 87 anos, com as calças de pijama arriadas, sentado na privada de sua cela na prisão Marcos Paz, em Buenos Aires, onde cumpria pena de prisão perpétua por crimes de lesa-humanidade, e mais 50 anos por roubos de bebês durante a ditadura. Com quadro de diarreia aguda desde o dia anterior, Videla teve morte em cenário escatológico, revela Ariel Palacios em seu blog no Estadão, comentando o cenário sui generis: “Eventos assim não abundam. Um óbito para entrar nos anais da História.”

Responder

antonio carlos ciccone

12/06/2013 - 01h19

E nos blogs de direita ainda tem gente com saudades disso!!

Responder

renato

11/06/2013 - 23h54

Enestimável colaboração.
Parabens a quem lutou por liberdade.

Responder

anac

11/06/2013 - 19h34

Os mandantes ainda estão atuantes e no poder. O PiG foi cumplice e muitas vezes agente da repressão. E continua aterrorizando o país nas diversas tentativas de golpe contra o governo eleito pela maioria do povo. Ameaçando a democracia. Os milicos se consideram impunes porque têm como cumplices os 1%. Estão juntos e misturados. É questão de sobrevivência a manutenção da lei da anistia.

Responder

    anac

    11/06/2013 - 19h47

    quando justificam seus atos de selvageria com a luta contra o comunismo esquecem que o povo é soberano para escolher o seu caminho pelas vias democráticas, eleição. João Goulart latifundiário, jamais representou ameaça ao latifúndio. A concentração de terras nas mãos dos 1% que a usavam para especulação e não produção de alimentos como queriam os sem terras. Pois bem, João Goulart jamais representou uma ameaça pois homem da elite. Tentou um Brasil menos desigual nos moldes estadunidense que no Texas distribuiu terra na base da bala e violência quem chegasse primeiro da terra era o legitimo dono e tinha o direito de defende-la a bala a fogo. O futuro brilhante do país foi postergado e sabotado por uma elite mesquinha, pervertida e ignara que se aliou ao que tinha de pior para sabotar o país e seu povo. Traidores da pátria. Ao milicos foram reles paus mandados, cães de caça. E ainda serviram de bode expiatório os únicos culpados enquanto a canalha que idealizou o golpe ficou impune e com a fama de democratas de primeira hora. Ainda hoje se arvoram em defensores da democracia, da liberdade de expressão, enquanto sabotam o pais articulando um golpe contra o governo eleito pela maioria do povo brasileiro, portanto legitimo.

Martins Andrade

11/06/2013 - 18h20

Tudo isso não foi para defender o Brasil do comunismo, de ditaduras, de políticas exóticas, não foi para nada.
Mataram brasileiros, humilharam cidadãos para defender a política econômica dos Estados Unidos no Brasil e América Latina.
Cidadãos eram evitados em rodas de amigos. As pessoas isolavam quem quer que tivesse essa alcunha em sua vida.
E isso soava mal para outras pessoas.
Era como se fosse uma cartilha. Soldados analfabetos se viravam para um cidadão,até com certa cultura, para rotulá-lo de “Comunista”.
E o medo fazia com que as pessoas se calassem.
Ainda hoje essa peçonha oral existe: basta alguém entender que você defende políticas sociais mais avançadas para pichá-lo de comunista.
O pessoal da direita, como costuma-se dizer, é mestre nisso.
Voltando ao tempo da ditadura, quem quer que tenha se manifestado a favor de políticas sociais, naquele tempo, era imediatamente alcunhado de “Comunista”.

Responder

    anac

    11/06/2013 - 19h57

    Os traíras foram regiamente recompen$$ado$ pela traição. Os paraísos fiscais recebem o dinheiro do butim – PRIVATARIA – arrecadado com a traição. Muito mais do que apenas 30 moedas. Insatisfeitos, querem continuar o saque. Para isso estão dispostos a TUDO e um pouco mais para retornar ao poder. O serviço sujo ainda precisa ser terminado. Urge o golpe contra Dilma e LULA.

    Saçuober

    12/06/2013 - 06h39

    Hoje no meio da classe média estão querendo discriminar os que pensam diferente da globo e cia, somos rotulados de petralhas, um dia destes apareceu um comentarista que deveríamos ser presos juntamente com Zé Dirceu por manifestarmos nosso apoio ao Lula e Dilma.
    Os golpistas de hoje, utilizam o mesmo modus operandi para descriminar os que não compactuam com o servilismo, ao rentismo, ao neoliberalismo, etc.

Comissão da Verdade de São Paulo pede revisão da Lei de Anistia - Viomundo - O que você não vê na mídia

11/06/2013 - 17h04

[…] Edson Teles: A voz era de minha mãe; o rosto, não parecia […]

Responder

JOSE ANTONIO BATATA

11/06/2013 - 17h02

Parabéns, Azenha.

Responder

Edite

11/06/2013 - 16h33

E fico aqui pensando na dor daqueles que tiverem seus entes queridos mortos pelos assassinos da ditadura militar…..
E nós o que iremos fazer????? só comentar não basta .Queremos justiça para que isso nunca mais ocorra em nosso País. A Comissão da Verdade tem o dever de escancarar os feitos destes militares assasinos. tem que dizer quem eram eles e o que faziam com nossos irmãos.Vamos gritar para o mundo inteiro ouvir.

Responder

    manoelmendes feitosa

    21/06/2013 - 18h10

    e ver que nada mudou, e que esses que se achan donos da verdade, agora estao sentido na pele, a mesma merda que plantaram, e o povo que se dane, afinal existe urnas eletronicas pra escolherem o que já está previamente escolhidos, nao adianta manifestacoes, o poder esta podre e vai continuar.

    manoelmendes feitosa

    21/06/2013 - 18h22

    que o diga os parentes de Celso Daniel, ou do coitado toninho de Campinas ou a coitada da prefeita de Mundo-Novo-MS, vai só para Estatística.

priscila maria presotto

11/06/2013 - 13h57

Que horror e Ustra solto

Responder

    Edite

    11/06/2013 - 16h18

    Este assassino dveria sofrer o mesmo que fez aos outros.

ricardo silveira

11/06/2013 - 12h17

Nenhum brasileiro pode ficar sem saber o que os militares brasileiros fizeram a outros brasileiros e ao país.

Responder

Deixe uma resposta