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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Décio Lima: No Facebook, Olga Zucoloto, mãe do amigão de Moro, também quer prender o Lula; nada sobre Tacla Duran

13 de janeiro de 2018 às 19h18

Décio Lima*, no Facebook

A mãe do Zucoloto, advogado da Lava Jato, amigo pessoal e padrinho de casamento de Moro, acusado de vender sentenças, quer que prendam Lula.
Em conversa no facebook, mãe de Zucoloto pede prisão de Lula e diz que Moro deu “risada” e disse que seria o “maior foguetório do Brasil.” Isso é Juiz?

A mãe do Zucoloto não falou nada sobre o Tacla Duran e os 5 milhões que o filho dela pediu pra alterar sentença em delação.

Ao lado dessa fotografia tietando o juiz, grande amigo da família e compadre do filho dela, está a conversa que tem na outra imagem. E tem o link pra dar uma passada no mural dela.

“Olga Zucoloto, mãe do amigão do Sérgio Moro, Carlos Zucoloto, também quer prender o Lula. Veja aqui:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=847941258607507&set=ecnf.100001749228215&type=3&theater”

Décio Lima é deputado federal (PT-SC)

 

13 Comentários escrever comentário »

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Luiz (o outro)

16/01/2018 - 10h40

Quando eu vejo o tipo de gente que não gosta do Lula, fico cada vez mais certo de que nós progressistas estamos do lado certo…

Responder

Jean M

15/01/2018 - 18h10

“Agora vai… Geraldo PREFEITO e Rogério Yuri VICE… Parabéns meu irmão, eu aqui olhando essa foto não contive a emoção do lembrar do nosso pai Nicolau Kintschev que sempre foi apaixonado por política e tinha como seu lema: “Humilde, Sincero e Honesto”, se balize nestes princípios e seu futuro será abençoado… Agora vamos pra cima… 45 na cabeça!!!“ (agosto 2016)

“É agora meus amigos, aos indecisos e aos que ainda insistem em votar em outro candidato, não tenho dúvida alguma de que seria um erro com a história recente de Dourados o Geraldo não ganhar, o tanto que ele já fez por essa cidade, devemos esse VOTO de confiança à ele, não voto pela aparência, simpatia ou algo parecido… vote pela competência e pela história de vida e de família!!!” (outubro 2016)

Estas são postagens de Emerson Ricardo Kintschev, o parente de Olga Zucoloto que, aos risos, no Facebook, compartilha com ela e com o Moro a ideia de o juiz prender a Dilma e o Lula e, então, assistirem todos ao maior foguetório do Brasil.

Kintschev estava, no caso, engajadíssimo na campanha à prefeitura de Dourados (MS) de Geraldo Rezende, ex-PPS, ex-PMDB, já então no PSDB.

Enrolado na bandeira do estado, Geraldo discursou a favor do impeachment da presidente Dilma para, segundo ele, livrar o país da corrupção do PT.

Pois é, Kintschev, enrolado tava – e ainda tá – é o tal do Geraldo com um processo por corrupção desde 2011.

Segundo um certo Atlas Político: “É alvo de inquérito que apura corrupção passiva. É acusado de integrar um esquema de corrupção em Dourados (MS), por meio do qual receberia comissão de 10% sobre o valor de emendas parlamentares que apresentasse.” E a coisa prossegue ainda hoje no STF.

Geraldo é, além disso, reportado na mídia como tendo recebido grana da JBS, como um dos cooptados com dinheiro para eleger Cunha presidente da Câmara e com atuação para livrar Temer e aderir à sua obra nefasta.

E você, Kintschev, nas redes sociais torcendo pelo impeachment da Dilma e pedindo a prisão do Lula. Como assim? Baseado em quê? Com que moral?

Ah…e o candidato a vice do enroladíssimo Geraldo (que perdeu a eleição) era também Kintschev – e, por acaso, seu irmão. Já de saída o lema do pai foi pro espaço.

A Olga e o Moro só confraternizaram com você sem nunca questionar isso?

Ê moralidade seletiva!

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Messias Franca de Macedo

15/01/2018 - 11h24

… A esperança advogado Rodrigo Tacla Durán…

***

O diretor jurídico da Associação para Defesa e Amparo das Vítimas de Abuso e Poder (Pró-Vítimas), advogado Rubens Rodrigues Francisco, ingressou nesta quarta-feira (10), no papel de amicus curiae, com pedido de liminar, no recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sentença condenatória do juiz Sérgio Moro, que será julgado no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no próximo dia 24.
(…)
E com base no próprio regimento do TRF4, o autor do amicus curiae pede ainda que os desembargadores intimem a presença do advogado Rodrigo Tacla Durán, cujo depoimento foi evitado por Moro.

“Tacla Durán tem todas as provas contra o modus operandi da Lava Jato. São provas de alta relevância Por isso é criminalizado, desqualificado e deslegitimado por Moro e é temido pelo Ministério Público”, disse Rubens Rodrigues Francisco à Rede Brasil Atual. “Como ele entrou e reside legalmente na Espanha, pode ser chamado pela Justiça do país a se apresentar aos desembargadores. Não existe motivo para que o TRF4 se abstenha de seu dever legal.”
(…)
Ou seja, “se os desembargadores do TRF-4 confirmarem a sentença de Moro, estarão atestando que a Petrobras é um lixo e que o governo brasileiro só tem bandido, embasando assim processos. É um cheque em branco porque a Petrobras se tornará alvo de ações indenizatórias e roubo de ativos em toda parte do mundo em que opera. Seremos então uma massa falida gigante. Por isso a condenação de Lula é um cheque em branco na mão dos estrangeiros, é a destruição da Petrobras e a entrega do pré-sal”.

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/01/se-confirmar-moro-trf-4-vai-dar-cheque-em-branco-para-paises-onde-a-petrobras-opera

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Cláudio

15/01/2018 - 04h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando:

“A Frente Brasil Popular está organizando um grande encontro de solidariedade ao presidente Lula nos dias 23 e 24 de janeiro em Porto Alegre. Lá reuniremos movimentos sociais e populares, juristas, intelectuais, artistas, partidos de esquerda, e nomes internacionais em defesa da democracia e do direito de Lula ser candidato. Para garantir as condições de infraestrutura e receber as Caravanas que virão de diferentes locais do Brasil, estamos realizando uma vakinha virtual. Caso seja de sua livre e espontânea vontade e disponibilidade financeira, acesse o “site” Vakinha e, lá, na busca interna, procure por EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DE LULA SER CANDIDATO FBP/RS, de Misiara Oliveira,] e saiba como contribuir [o valor mínimo de contribuição é igual a 20 reais], “vamos todos às ruas em defesa da democracia!”, diz a frente.
.:.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* * * * * * * * * * * * *
* * * *

Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) ! ! ! ! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem contemporizações indevidas) 2018 neles/as (que já PERDERAM, tomaram DE QUATRO nas 4 mais recentes eleições presidenciais no BraSil) ! ! ! ! !

* * * *
* * * * * * * * * * * * *
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Responder

Alexandra Cabral

14/01/2018 - 21h43

Tadinha de d. Olga. Condenada num processo TRABALHISTA, aconselhada pelo filho advogado Zucoloto, passou para o nome dele uma propriedade, a casa em que morava. Descoberta a artimanha, voltou atrás. Evitou o leilão judicial, fazendo acordo. O que seria dela sem a providência dos procuradores e juízes do Paraná? E quem mandou d. Marisa não ter filho advogado? Mesmo morta, até hoje não foi inocentada justamente pelo janota Moro. Enquanto senhoras e senhores -bons cristãos!- no Paraná e alhures, ainda teimam em apedrejar a memória da mulher, que trabalhou desde criança, como babá, só porque operária, mãe, e viúva casou-se com um operário sindicalista que veio a ser o presidente que mais fez pela nação brasileira, inclusive pelo Paraná, que ficou mais rico e próspero durante o governo “lulopetista”.D.Olga passou pela vida mas não aprendeu. Que pena!

Responder

    Alexandra Cabral

    16/01/2018 - 11h25

    A bem da verdade, o processo não era trabalhista, mas movido pela Receita Federal:Ocultação de Patrimônio e Rendimentos, prática de que o PSDB, o partido dos “cheirosos” (e cheiradores), é referência nacional, mesmo entre “inocentes velhinhas”, ma non troppo. Conferir artigo a respeito no GGN de Luis Nassif.
    Minha mãe me habitou a pedir desculpas até quando se pisa sem ver em rabo de cachorro.

Schell

14/01/2018 - 21h30

Bom deputado, dentro das limitações catarinenses.

Responder

Valdir MG

14/01/2018 - 18h35

Lamentável isto
Que pena um País sempre amável e querido no mundo inteiro, se passando por cenas tão deprimentes igual a esta. Esta senhora reflete a fina flor da elite brasileira: preconceituosa, racista, corrupta, mesquinha, vira-latas dos EUA, etc.
Com Lula e Dilma chegamos a ser a 5ª economia mundial.
Hoje somos uma chacota mundial.

Responder

Jean M

14/01/2018 - 14h58

Pelo que a imagem do Facebook da Olga Zucoloto está indicando, estes são comentários de 2 anos atrás. Vê-se, então, que a torcida, com o Moro sugerindo um grande foguetório pela prisão do Lula, já começou bem antes das primeiras oitivas das testemunhas em novembro de 2016. Se é isso mesmo, que escândalo! Mais uma prova do lawfare (uso indevido e manipulador da lei para perseguir politicamente) que anima e move os passos desse juiz. Juiz?

Responder

Osório

14/01/2018 - 14h02

A dança dos juízes famosos

Aragão detona os juízes tagarelas que vivem no PiG

https://www.conversaafiada.com.br/brasil/aragao-detona-os-juizes-tagarelas-que-vivem-no-pig

Bretas é um alterego do Judge Murrow no Rio

publicado 14/01/2018

Vai uma pipoquinha aí, Judge? (Reprodução)

O Conversa Afiada reproduz do DCM artigo do ex-Ministro da Justiça Eugênio Aragão:

Ainda sou de uma época em que juízes despachavam em autos e costumavam ser sisudos, pouco falantes. A satisfação que davam à sociedade estava na fundamentação de seus julgados. Não era preciso mais. Nunca se via Célio Borja, Paulo Brossard, Sepúlveda Pertence, Aldir Passarinho e tantos outros externarem palpites sobre tudo e sobre todos, apaixonando-se narcisistamente por suas próprias palavras.

O comedimento e o decoro público eram as marcas de um judiciário que podia ser falho, afinal era humano, mas que não era falastrão e nem espalhafatoso. Um judiciário que se dava o respeito e, de um modo geral, não infenso a crítica, mas respeitado.

Digo isso numa época em que juízes, eventualmente suas esposas ou esposos e seus auxiliares mais próximos mantêm perfis em rede sociais, onde, além de se exibirem de calção ou biquíni de férias, falam pelos cotovelos, seja para jogarem confete ou criticarem atuação de pares, seja para assumirem posição política em relação a fatos que estão ou podem vir a estar sob sua jurisdição.

Outros adoram ser procurados pela imprensa e apreciam ser por ela pautados. Falam para receberem aplausos. Fazem biquinho e cara de inteligente. Vão a estreia de filme sobre si e recebem galhardamente prêmios de empresários ou empresas de comunicação. São juízes tagarelas, boquirrotos ou simplesmente sem decoro. Juízes que não têm respeito pelo cargo e nem pelos jurisdicionados. De alguns pode-se dizer mesmo que são moleques.

Pois bem. Marcelo Bretas, o alterego de Sérgio Moro no piso do Rio de Janeiro, quer, em seu gorjeio virtual, que a justiça seja reverenciada por todos e temida pelos criminosos. Diz isso a propósito de declaração do presidente parlapatão do TRF da 4ª Região a parlamentares que o visitaram para tratar do julgamento da apelação de Lula no dia 24 vindouro, de que, com medo, juízes estariam a retirar suas famílias de Porto Alegre.

O mais curioso nisso tudo é que, quando o discreto e circunspecto Ministro Teori Zavascki vinha sendo ameaçado e tendo a casa de seu filho na mesma capital gaúcha cercada por fascistas celerados, não se ouviu uma única palavra de solidariedade ou, ao menos, de preocupação desse hoje presidente do tribunal.

Teori, o relator dos processos da operação Lava-Jato no STF, foi escrachado porque se recusava a ser juiz por graça da malta barulhenta, para se submeter silencioso a seus misteres constitucionais, com o decoro que o cargo lhe exigia. Seu filho não se mudou de Porto Alegre por causa disso e nem deixou, Teori, de manter sua rotina de vida entre Brasília e aquela cidade.

Aliás, resistia o magistrado enormemente a qualquer medida que lhe garantisse segurança às custas do erário. Foi preciso o não menos discreto Ministro Ricardo Lewandowski, então na presidência do STF, convencê-lo a aceitar a vigilância de sua casa e de seus passos no Rio Grande do Sul, bem como usar, para sua locomoção, o avião da FAB posto a sua disposição, dentro da lei e para salvaguarda de sua integridade, pela Presidenta Dilma Rousseff.

Não se via, jamais, Teori choramingando por aí, dizendo-se ameaçado. E olha que os tempos eram difíceis e estava, ele, no olho do furacão.

O tempora, o mores!

A dignidade com que juízes devem ser tratados, Sr. Bretas, não dá em árvore. A reverência de jurisdicionados muito menos. Elas podem vir a ser um prêmio, um galardão para a conduta exemplar, longe das controvérsias públicas e a uma vida dedicada à Justiça com jota maiúsculo, sem estrelismos e com profundo respeito às leis, à soberania popular que elas materializam e às instituições.

Dignidade não se cobra, Sr. Bretas, se pratica. Não é um direito potestativo de magistrados, mas um dever de caráter sinalagmático. Recebe-se tanto quanto se dá aos circunstantes, respeitando-os, tratando-os com a mesma dignidade com que se gostaria de ser tratado.

A reverência, por sua vez, não é prerrogativa majestática de julgadores. Não se obtém como a bela carteirinha preta de couro e brazão de alumínio da República que lhes é entregue na posse, após passarem em concurso público. A reverência é a homenagem que se presta aos bons, aos que sobressaem por seu exemplo de cidadania e de generosidade no cumprimento de seus deveres. Juízes ou não.

O ser humano que Teori foi, quando entre nós, merece ser reverenciado, mesmo sem nunca nos ter cobrado tanto. Sua generosa modéstia não lhe permitia tamanho arroubo. Era um justo e seu exemplo mostra-nos que reverência e dignidade têm isso em comum: resultam da modéstia e são avessas à exaltação, à vaidade, ao orgulho. Aquele que, mesmo supondo-se modesto, se gaba dessa qualidade, deixa de sê-lo, pois a autorreferência elogiosa elimina qualquer chance da modicidade recatada e decente.

Já o disse alhures que juízes precisam se submeter a rigorosa liturgia do cargo. Não se cuida de frescura. Trata-se de medida essencial para resguardo da própria segurança de quem julga os outros.

Magistrados julgam centenas de processos por mês e, em cada decisão, sempre há quem ganha e quem perde. Para o sentenciante pode cada caso ser apenas um número em sua estatística de produtividade, mas, para as partes no processo, o que é decidido pode ser o sentido de suas vidas. E o que faz um perdedor não reagir com despudorada violência contra aquele que decidiu contra si? É a aura de respeitabilidade que emana da obediência à liturgia do cargo. É a consciência da parte de que aquele que julgou seu caso o fez dentro de sua melhor técnica e longe de qualquer parti-pris. Só esse respeito é que faz o perdedor se conformar.

Já o juiz que gosta de aparecer, dá mostras de se achar o mais iluminado entre os seres do planeta, um eleito, um salvador ungido por graça de seu maravilhoso destino, provoca repulsa. O juiz que controverte com suas opiniões públicas sobre o que está para ser julgado se torna parte do conflito que deveria apaziguar. Por isso, pode se tornar alvo de bronca e de maledicência. Juiz que fala sobre as partes fora dos autos, toma posição preferencial sobre seus interesses, vira saco de pancada. Deixa de cultivar recatada distância da arenga e nela se intromete como mais um brigão.

Se distribui sopapos verbais, não pode se queixar de levá-los de volta. Não será jamais reverenciado, mas, sim, tratado como qualquer um que se imiscui partidariamente na vida alheia. É pau na certa. E se a corporação bate palmas para esse juiz brigão, como se fosse um agrupamento de alunos expectadores que se deleitam com uma ”porrada” entre coleguinhas no recreio da escola, também ela será tratada como um clubinho de meninos mau comportados, a merecem não reverência, mas puxões de orelha.

Deu para entender, Sr. Bretas? Ou quer que eu desenhe?

Mesmo para muitos iludidos que inicialmente viam na Operação Lava-Jato alvissareira novidade no trato das instituições para com o fenômeno das relações políticas e econômicas viciadas entre agentes públicos e a iniciativa privada, já está claro que juízes nela têm se excedido pela falta de tato num ambiente partidariamente contaminado.

Longe de cultivarem a modéstia, passaram a gostar de seu protagonismo inflado pela mídia. Para afirmarem suas posições políticas, passaram a patrol sobre garantias processuais da defesa, fizeram pouco caso da presunção de inocência, expuseram ilustres investigados à execração pública como troféus de uma guerra sem trégua, deram publicidade a informações sigilosas de seus processos, bateram boca com defensores e não mostraram respeito nem a decisões de instâncias superiores. Portaram-se feito símios ensandecidos numa loja de louças, uma ameaça à incolumidade pública.

E agora querem ser reverenciados por todos. Revoltam-se com o medo de seus familiares que sequer foram tangenciados pelas críticas aos magistrados (talvez com exceção daquela que se gaba de Morar com Ele). Nenhum desses senhores passou pelo que Teori e seu filho passaram com a serenidade que lhes é peculiar. Mas acham que merecem salamaleques. Merecem porque a seu ver lhes são incondicionalmente devidos. São belos, são fantásticos, são concursados. De joelhos, cidadãos!

Não é assim que se constrói um judiciário respeitado e digno. Assim se produz tão e só um estado falido, como a unidade da federação onde o Sr. Bretas exerce sua jurisdição de piso. Parece que esses juízes não estão à altura dos desafios que nossos tempos têm imposto aos tribunais.

Está na hora de o judiciário se superar, abandonar seu narcisista burocratismo autoritário e se democratizar, reconhecendo seu papel de guardião de direitos, muito mais do que de incentivador do conflito político. Quem sabe assim poderá um dia conquistar a admiração pública, não por fazer o que não deve, mas por cumprir rigorosamente com os deveres que a Constituição lhe impôs.

Responder

OSVALDO LESCRECK FILHO

14/01/2018 - 12h51

Esse juiz e esse mp estarão, certamente, entre os maiores canalhas da história do Brasil, ao lado de michel temer, fhc, gilmar mendes, e quetais.

Responder

Ricardo Cebalhor

14/01/2018 - 11h10

Só uma pergunta, alguém já entrou com uma representação ou uma acusação, ou um pedido de investigação em outras jurisdição contra Carlos e OLga Zucoloto?

Responder

JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

14/01/2018 - 09h04

em minhas orações eu diria mais,que deus dê a todos vocês que estão roubando o país,o que vocês merecem.

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