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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Adunifesp: Policiais fardados e armados, fãs de Bolsonaro, ocupam audiência pública sobre direitos humanos e intimidam professores e alunos

13 de agosto de 2017 às 21h07

NOTA DE REPÚDIO

Manifestamos nosso mais profundo repúdio ao que ocorreu na Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista, na noite de 11 de agosto de 2017, durante a Audiência Pública convocada pelo Conselho Estadual da Condição Humana para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo.

Desde às 18h o campus foi ocupado por policiais, muitos fardados e inicialmente armados (foi exigido que guardassem as armas).

A calçada do portão principal ficou abarrotada de viaturas da Polícia Militar.

A comunidade acadêmica que ali se encontrava para as atividades diárias tinha pouca informação a respeito e ficou estarrecida quando soube que se tratava de uma audiência em que seriam definidos os rumos da educação em direitos humanos e, mais ainda, quando compreendeu que os policiais militares (que a esta altura chegavam a quase cem) defendiam a proposta de eliminar conteúdos fundamentais à educação pública.

Estes bradavam por “direitos humanos aos humanos direitos”, “mudar a nomenclatura Ditadura Militar de 1964 para Revolução de 1964”, “retirar a discussão de gênero nas escolas”, etc

Professores, técnicos e estudantes que estavam no campus, após tomarem conhecimento do que ocorria, decidiram participar da audiência e foram hostilizados pela tropa, que tentou impedir que votassem, sob o argumento de que não estavam lá desde o início.

Houve até gritos de “vagabundos”.

Se fazem isso contra quem estava no próprio espaço de trabalho e estudo (muitos descendo da sala de aula), o que não farão com pessoas mais vulneráveis em um país com cerca de treze milhões de desempregados?

Estudantes e professores que se manifestaram pacificamente com cartazes em defesa da Escola Pública e dos Diretos Humanos também foram hostilizados.

Ouviram-se frase macabras, como “Depois morre e não sabe o porquê!” ou “Quando precisarem da polícia, chamem o Batman”.

Além disso, um grupo de militares e seus apoiadores começou a fazer cartazes com “Bolsonaro 2018”, “Liberdade sem libertinagem”, “Pode confiar #”.

Situação preocupante em que os que defendem a “escola sem partido” partidarizam sua atuação portando as vestes e as insígnias de uma corporação militar.

Ainda mais lamentável: a alta patente fardada nada fez para controlar seus subordinados que, aliás, quase agrediram fisicamente algumas docentes e estudantes.

Feita a leitura do texto-base do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo, começou a “votação”.

O que se viu foi um verdadeiro espetáculo de horror.

Depois de perderem uma proposta, militares agrediram verbalmente professores e estudantes, chamando-os — mais uma vez — de “vagabundos”.

Nas votações subsequentes, intimidaram-nos fazendo pessoalmente a contagem dos votos e filmando, fotografando e olhando de modo ameaçador cada um que votava contra a posição deles.

Ao longo da noite, a comunidade acadêmica correu sérios riscos.

Foi aprovada a supressão de qualquer referência a direitos humanos no plano estadual; foi eliminado o item que obrigava o Estado a garantir a permanência e combater a evasão escolar das minorias; foi suprimida a obrigação de formar agentes de segurança pública com base nos princípios dos direitos humanos.

Apesar do temor, a comunidade acadêmica resistiu pacificamente.

Externamos nossa forte preocupação com quem pretende, na base do grito, se sobrepor à produção de conhecimentos, à liberdade de pesquisa, à democracia e à autonomia universitária.

A Adunifesp-SSind entende que este ato abusivo e autoritário se insere num movimento maior de ataques à democracia e aos direitos humanos em curso em nosso país.

Também o fato de que ele tenha ocorrido dentro da Unifesp escancara o processo de demonização e ataque às Universidades Públicas que é impetrado hoje em dia por setores reacionários da sociedade.

Por fim, repudiamos veementemente o modo como ocorreu a votação e solicitamos que o Conselho Estadual da Condição Humana desconsidere o resultado desta “consulta”.

Queremos esclarecimentos sobre a utilização do espaço da Universidade Federal de São Paulo para episódios desta natureza.

Manifestamos nossa preocupação com a integridade física dos professores, técnicos e estudantes que ali defendiam o ensino público e de qualidade, a escola sem mordaça, a permanência dos direitos humanos como princípio norteador da educação.

Exigimos que as chamadas autoridades competentes manifestem posição urgente e clara sobre o ocorrido, especialmente no tocante às relações entre disciplina da tropa e Estado de direito.

ADUNIFESP – SSind

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Heloisa Villela: O jogo interesseiro de Trump com os neonazistas

 

19 Comentários escrever comentário »

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RONALD

14/08/2017 - 16h39

“O fascista fala o tempo todo em corrupção.

Fez isso na Itália em 1922, na Alemanha em 1933 e no Brasil em 1964.

Ele acusa, insulta, agride como se fosse puro e honesto.

Mas o fascista é apenas um criminoso, um sociopata que persegue carreira política. No poder, não hesita em torturar, estuprar, roubar sua carteira, sua liberdade e seus direitos.

Mais que corrupção, o fascista pratica a maldade.”

Norberto Bobbio, filósofo, jurista e pensador italiano.

Responder

    jose luiz farias de almeida

    14/08/2017 - 23h13

    RONALD, so não esqueça que mussolini e hitler são socialista…. em 64 com acho vc não sabe estava cheio de terrorista no solo Brasileiro ……com ataques frequente a bancos e aeroporto, o congresso nacional usou um instrumento chamado estado de excessão ….isso quando pais passapor perigo externo …. nesse momento apenas o exercito consegue estabelecer a ordem ….. já hitler mussolini ambos revolucionarios socialista foram votado como um certa senhora ou certo senhor no Brasil, ambos hitler mussolini se tornão ditador pelo movimentos sociais ….caso vc não saiba ….e outra mussolini inventor do fascismo que termo generico de socialismo autoritario era de raiz marxista …..ainda amigo de lenim aquele que, matou milhoes de inoscentes ……. espero que um dia vc estude mais vou deixar programa do nsdap
    Programa do partido Nazista – NSDAP
    (National-Sozialistische Deutsche Arbeiter-Partei)
    Munique, 24 de fevereiro de 1920
    O programa do Partido operário alemão é um programa para a nossa época. Os
    seus líderes recusam-se, uma vez alcançados os objetivos nele inscritos, a
    formular
    outros unicamente com a finalidade de possibilitar que se prolongue a existência
    do
    partido excitando artificialmente o descontentamento das massas.
    1. Exigimos a reunião de todos os alemães numa grande Alemanha,
    fundamentados
    no direito dos povos a dispor de si mesmos.
    2. Exigimos igualdade de direitos entre o povo alemão e as demais nações, e a
    abolição dos tratados de paz de Versalhes e de Saint-Germain.
    3. Exigimos terras (colônias) para alimentar o nosso povo e nelas instalar a nossa
    população excedente.
    4. Somente os membros do povo podem ser cidadãos do Estado. Só pode ser
    membro do povo aquele que possui sangue alemão, sem consideração de credo.
    Nenhum judeu, portanto, pode ser membro do povo.
    5. Quem não é cidadão só pode viver na Alemanha como hóspede e deve
    submeter-se à legislação relativa a estrangeiros.
    6. O direito de decidir sobre o governo e a legislação do Estado só pode pertencer
    ao cidadão. Por conseguinte, exigimos que toda função pública, seja ela qual for,
    tanto ao nível do Reich como do Land ou da comuna, só possa ser ocupada por
    quem é cidadão.
    Combatemos o sistema parlamentar corruptor por atribuir postos unicamente em
    virtude de um ponto de vista de partido, sem consideração do mérito nem da
    aptidão.
    7. Exigimos que o Estado se comprometa a assegurar, antes de qualquer outra
    coisa, condições de vida e de subsistência aos seus cidadãos. Se não é possível
    alimentar o conjunto da população do Estado, cumpre expulsar do Reich os
    súditos
    das nações estrangeiras (não-cidadãos).
    8. Toda imigração suplementar de não-alemães deve ser impedida. Exigimos que
    todos os não-alemães, entrados na Alemanha desde 2 de agosto de 1914 sejam
    obrigados a deixar o Reich imediatamente.
    9. Todos os cidadãos devem possuir direitos e deveres iguais.
    10. O primeiro dever de todo cidadão deve ser produzir, intelectual ou fisicamente.
    A atividade do indivíduo não deve prejudicar os interesses da comunidade, mas
    ser
    exercida dentro de um contexto geral e em proveito de todos. Exigimos, por
    conseguinte:
    11. A supressão dos rendimentos a que não corresponda trabalho ou esforço, o
    [1m
    da escravidão ao juro.
    12. Levando-se em conta os imensos sacrifícios em bens e em sangue derramado
    que toda guerra exige do povo, o enriquecimento pessoal graças à guerra deve
    ser
    qualificado de crime contra o povo. Exigimos, portanto, a recuperação total de
    todos os lucros de guerra.
    13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas (já) estabelecidas como
    sociedades (trustes).
    14. Exigimos participação nos lucros das grandes empresas.
    15. Exigimos que se ampliem generosamente as aposentadorias.
    16. Exigimos a constituição e a manutenção de uma classe média sadia, a
    estatização imediata das grandes lojas, e o seu aluguel a preços baixos a
    pequenos
    comerciantes, cadastramento sistemático de todos os pequenos comerciantes
    para
    atender às encomendas do Estado, dos Länder e das comunas.
    17. Exigimos uma reforma agrária apropriada às nossas necessidades nacionais,
    a
    elaboração de uma lei sobre a expropriação da terra sem indenização por motivo
    de
    utilidade pública, a supressão da renda fundiária e a proibição de qualquer
    especulação imobiliária.
    18. Exigimos uma luta impiedosa contra aqueles cujas atividades prejudicam o
    interesse geral. Os infames criminosos contra o povo, agiotas, traficantes etc.,
    devem ser punidos com pena de morte, sem consideração de credo ou raça.
    19. Exigimos que se substitua o direito romano, que serve à ordem materialista,
    por um direito alemão.
    20. Com o fito de permitir a todo alemão capaz e trabalhador alcançar uma
    instrução de alto nível e chegar assim ao desempenho de funções executivas,
    deve
    o Estado empreender uma reorganização radical de todo o nosso sistema de
    educação popular. Os programas de todos os estabelecimentos de ensino devem
    ser adaptados às exigências da vida prática. A assimilação dos conhecimentos de
    instrução cívica deve ser feita na escola desde o despertar da inteligência.
    Exigimos
    a educação, custeada pelo Estado, dos filhos – com destacados dotes intelectuais

    de pais pobres, sem se levar em conta a posição ou a profissão desses pais.
    21. O Estado deve tomar a seu cargo o melhoramento da saúde pública mediante
    a
    proteção da mãe e da criança, a proibição do trabalho infantil, uma política de
    educação física que compreenda a instituição legal da ginástica e do esporte
    obrigatórios, e o máximo auxílio possível às associações especializadas na
    educação
    física dos jovens.
    22. Exigimos a abolição do exército de mercenários e a formação de um exército
    popular.
    23. Exigimos que se lute pela lei contra a mentira política deliberada e a sua
    divulgação através da imprensa. Para que se torne possível a constituição de uma
    imprensa alemã, exigimos:
    a) que todos os redatores e colaboradores de jornais editados em língua alemã
    sejam obrigatoriamente membros do povo (Volksgenossen);
    b) que os jornais não-alemães sejam submetidos à autorização expressa do
    Estado
    para poderem circular. Que eles não possam ser impressos em língua alemã;
    c) que toda participação financeira e toda influência de não-alemães sobre os
    jornais alemães sejam proibidas por lei, e exigimos que se adote como sanção
    para
    toda e qualquer infração o fechamento da empresa jornalística e a expulsão
    imediata dos não-alemães envolvidos para fora do Reich.
    Os jornais que colidirem com o interesse geral devem ser interditados. Exigimos
    que a lei combata as tendências artísticas e literárias que exerçam influência
    debilitante sobre a vida do nosso povo, e o fechamento dos estabelecimentos que
    se oponham às exigências acima.
    24. Exigimos liberdade dentro do Estado para todos os credos religiosos, na
    medida
    em que não ponham em risco a sua existência e não contrariem o espírito dos
    costumes e da moral da raça germânica. Quanto ao partido, defende a idéia de
    um
    cristianismo positivo, sem, no entanto, vincular-se a um credo determinado.
    Combate o espírito judeu-materialista em nós e em tomo de nós, e está
    convencido
    de que um saneamento duradouro do nosso povo só pode realizar-se
    internamente
    com base no seguinte princípio: o interesse coletivo prevalece sobre o interesse
    individual.
    25. Para a realização de todas essas reivindicações, exigimos que se constitua no
    Reich um poder central forte; a autoridade absoluta do Parlamento central sobre
    todo o Reich e os seus organismos. A constituição de câmaras de ofícios e
    profissões para que se apliquem nos diferentes Estados federais leis de cunho
    geral
    editadas pelo Reich.
    Os dirigentes do partido prometem empenhar-se totalmente, com o risco da
    própria
    vida se necessário for, para a realização do programa acima.

Fabio

14/08/2017 - 16h18

Poxa, fiquei com uma dó dos comunistinhas agora… Não pera… Passou!
Ah, vão achar o que fazer!

Responder

mario

14/08/2017 - 11h59

Povo olha lá a educação de gênero. Já era seus Trilhões de direitos trabalhistas.
Povo olha lá os problemas de Cuba, Venezuela, Coreia. Já foi os Trilhões do pre-sal a preço de uma lata de Coca-Cola por barril.
Olha a pedalada da Dilma e já era a democracia.
Olha a condenação do Lula e já era os Trilhões de direitos previdenciários
O que eles estão fazendo chama-se tática diversivo de guerra.
O Brasil está sobre ataque da guerra híbrida promovida pelo capital internacional e EUA, mas isto tem de ser camuflado do povo pela mídia.

Responder

Ana Maria Matos de Sá

14/08/2017 - 11h56

Acorda Brasil – DITADURA NUNCA MAIS – QUE VERGONHA RETROCEDER NOS DIREITOS HUMANOS, escola é local de debate , de estudo.
Polícia deve estar onde há violência ao direito soberano dos indivíduos (não onde muitas vezes é provocada pela diferença social que acaba sendo tratada como caso de polícia).
Se a própria não sabe seu lugar e também como se portar estamos perdidos….

Responder

    Alberto

    14/08/2017 - 17h16

    Estamos perdidos… Descubram rápido o telefone do Bruce Wayne!

Rafael Beck Bisol

14/08/2017 - 11h24

Sou contra qq tipo de violência e intolerância… DEFENSOR dos D.H.
Ocorre que a subserviência brasileira consegue extrapola qualquer limite, tange o inimaginável…
o que infelizmente me leva a crer atualmente que, somente tempos muito sombrios, com perda massiva de direitos, e praticas de tudo aquilo que mais repudiamos, fara com que o povo que DORME acorde.
Triste, mas real.

Responder

RONALD

14/08/2017 - 10h54

Imaginem esse fascista em nível nacional, af !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Edgar Rocha

14/08/2017 - 10h16

“Se fazem isso contra quem estava no próprio espaço de trabalho e estudo (muitos descendo da sala de aula), o que não farão com pessoas mais vulneráveis em um país com cerca de treze milhões de desempregados?”
Resposta: farão o que sempre fizeram antes de fazer com vocês sem que nunca tal atitude fosse tema prioritário nos círculos acadêmicos. A Dilma fez o mesmo questionamento, ao me ver, hipócrita. Talvez por isto tanta gente deixou de sair à ruas para defendê-la.
É pena. a omissão dos que poderiam se manifestar contra a truculência do Estado desferida sobre os mais frágeis colaborou e muito para o fortalecimento de setores capazes de absurdos como este. Que o digam os moradores do Pinheirinho, lembram? Foram massacrados sob o olhar indiferente de Dilma Roussef.
Agora, está cheio de fakes como esta gente que escreveu aqui, disposta a tirar uma casquinha e incitar as pessoas contra “petralhas”, “esquerdopatas” e deleitar-se com episódios macabros como este. Todos sofrem com isto e os que poderiam fazer a defesa estão sob ataque.

Responder

    Viviane

    15/08/2017 - 09h41

    É muito triste reconhecer que você tem razão… saber que, na verdade, a ditadura de 1964 jamais terminou: como continuou com os pobres e parou de mexer com os “bem-nascidos”, ninguém mais se importou e o resultado está aí.
    Inclusive, impressiona a frouxidão dos responsáveis pelo campus ao admitir a participação dos jagunços na votação como se cidadãos comuns fossem. Ora, ninguém se lembrou de dizer que, se queriam participar, deveriam ter deixado as fardas e armas em casa?!? Nem sei de quem eu tenho mais vergonha!

Vixe

14/08/2017 - 09h49

Normal…
são só JAGUNÇOS fazendo JAGUNÇAGEM.
O que esses acéfalos fazem numa universidade?
Viraram PM’s por que eram avessos aos estudos e agora querem dar pitaco na educação???

Responder

Dalar Vhohaeris

14/08/2017 - 08h22

Engraçado que quando são esquerdistas ocupando escolas e universidades, depredando e sujando o patrimônio público, agredindo verbalmente a todos, até mesmo ficando sem roupas e quase chegando a praticar atos sexuais em público, ninguém repudia nada…

Responder

lando carlos

14/08/2017 - 08h17

essa e a politica do psdb pau nos pobres e licença para matar

Responder

João

14/08/2017 - 08h16

Direitos humanos só serve para defender bandidos.

Responder

    João Ferreira 5

    14/08/2017 - 09h41

    Falou o eleitor do traficante, assassino e ladrão

    CarL

    14/08/2017 - 10h45

    João vou torcer para que tu sofra abusos policiais e ai tu vai lembrar dos direitos humanos.

    Nosso país esta doente em estado terminal

    Nelson

    14/08/2017 - 17h27

    Seria bom que tu fosses estudar um bom pouco, para amenizar tua tremenda ignorância e, assim, evitar de vir aqui dar uma mancada como essa.

    DANIEL

    14/08/2017 - 17h36

    BOA JOÃOZINHO, DIREITOS HUMANO PARA HUMANOS DIREITOS…..👏

anoo

14/08/2017 - 05h32

Q lixo d post em amigão kkk

Responder

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