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Vermelho: O boicote à política externa


17/03/2010 - 13h46

Oposição desesperada quer boicotar política externa brasileira

do Vermelho

Sem discurso, sem bandeiras e vendo suas chances de voltar ao poder cada vez mais distantes, a oposição de direita no Brasil apela para atos de evidente desespero. É assim que se pode qualificar a decisão do PSDB de “romper com a política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgilio (AM), declarou nesta terça-feira (16) em Plenário, durante a votação da indicação de Oto Agripino Maia para o cargo de embaixador do Brasil na Grécia, que o partido toma esta atitude como uma reação aos “equívocos da diplomacia brasileira”, que, no seu entender, estariam a ridicularizar o país.

Entre as críticas, o senador se referiu ao diálogo do presidente Lula com os governos de Cuba e do Irã. “Me parece que há uma tendência a privilegiarmos regimes de exceção. E isso não é bom para o país”, tentou argumentar.

Antes do rompimento, os senadores aprovaram a indicação de Oto Agripino Maia para exercer o cargo de embaixador em Atenas, na Grécia. Ele recebeu 47 votos favoráveis à sua indicação e um contrário, com uma abstenção.

Ao apartear Virgilio, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), se declarou solidário à posição da liderança de seu partido e informou a suspensão das sabatinas com autoridades indicadas para representar o Brasil no exterior, até que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, compareça ao colegiado. Na prática, Azeredo instituiu uma espécie de “greve” nos trabalhos da Comissão, partidarizando e prejudicando atividades que são de grande importância para o Estado brasileiro.

Mídia faz coro

A decisão inédita e quase folclórica do PSDB ocorre no mesmo dia em que a mídia escolheu a política externa do governo Lula como alvo preferencial de seus ataques.

Em editorial, o conservador jornal O Estado de S. Paulo diz que “a diplomacia lulista, partidária e eleitoreira, só visa a promover a imagem de seu guia perante o público interno” e que “Lula exibe o grau de exacerbação da sua megalomania”.

Já a Folha de S.Paulo, outro front midiático da elite paulista anti-Lula, apela para um artigo igualmente agressivo assinado pelo próprio “dono” do jornal, Otavio Frias Filho, no qual ele qualifica a política externa brasileira de “errática, cheia de distorções seletivas” e acusa o “simplório presidente (Lula) e seu trêfego chanceler (Celso Amorim)” de cometerem, na seara da política externa, “equívocos em cascata e enveredar por um caminho temerário” ao confrontar os interesses de Washigton.

Plano de ataque

O editorial do Estadão, o texto de Otavinho e a decisão do PSDB são todos instrumentos de uma mesma tentativa desesperada de atacar o governo Lula justamente no momento em que os acertos de sua política externa levam o presidente a receber admiração mundial, traduzida em prêmios internacionais, citações honrosas em publicações de vários países e um crescente respeito pelo protagonismo do Brasil nos fóruns internacionais.

A artificialidade destes ataques da oposição podem acabar se transformando num tiro no pé, pois tornam ainda mais evidente a posição submissa destes setores da direita e da mídia em relação aos interesses que emanam da Casa Branca, o que revela um servilismo colonizado a toda prova.

Da redação,
Cáudio Gonzalez



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38 comentários

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Walkir Gomes

18 de março de 2010 às 22h24

Azenha, permita postar aqui comentário que também fiz lá no PHA e acrescentar um ponto nesse debate e saber da opinião dos companheiros aqui.
Apesar do país estar diante de uma eleição dura em outubro a oposição abandonou um pouco o discurso doméstico (até porque não o tem — salário, emprego, economia em alta) e passou a centrar fogo cerrado (com o apoio da grande mídia nacional) contra a política externa do governo e contra o desempenho pessoal do presidente Lula mundo afora.

Será medo de ver o nome presidente Lula indicado para um cargo de relevância na ONU ou, ainda pior (para eles), para o prêmio Nobel da paz? Seria uma derrota completa. Perder as eleições e ver o presidente Lula chegar onde FHC jamais pensou chegar. Alías, ele pensou, só não teve competência.

É imaginação minha ou o Farol está mexendo os seus peões com intenção de evitar algo do tipo?

Responder

Rafael, BHte

18 de março de 2010 às 16h39

Grécia? nice! Bom lugar para o agrião com pepino, lá tem gente de sangue quente, gente q solta bomba, terremotos (não seria melhor o Chile, não hein?) etc não q eu deseje o mal de alguém mas…

Responder

Ismar Curi

18 de março de 2010 às 13h14

(continuação) 2) Deploravam o Mercosul, em detrimento de uma idéia furada a Alca, eu mesmo fui a uma reunião da Fiesp aqui em Campinas em 2000, vejam bem tempos de FHC, e não tinha um empresário que topasse essa ideía de se submeter ao nosso 'irmão do Norte', empresário não rasga dinheiro, é pragmático. Bom depois veio o Lula e carregou na coisa do Mercosul, o Serra, eu me lembro bem achava que isso não ia dar em nada, que os latinos não entendiam de negócio, mas ainda bem que tudo foi como tinha que ser, e veio a crise demonstrar quem tinha a visão certa da coisa. Hoje eles estão discutindo se a Venezuela no Mercosul e melhor ou pior, eles só vêem o Chaves não a Venezuela.
Bom o caso é que se fôssemos pensar com a oposição, a gente teria mais problemas do que o México tem hoje.
Deve existir uma questão de fundo que são os enunciados da esquerda e da direita, hoje que tem as palavras de ordem são as bocas da esquerda, já foi diferente à 20 anos atrás lembram-se?

Responder

Ismar Curi

18 de março de 2010 às 13h14

Parece que esse é um problema renitente, como disse o Senador Renan Calheiros, – a oposição é uma minoria com complexo de maioria. Outra frase foi da Ministra Dilma que disse dos desejos ardentes da oposição, – eles querem interditar o governo. Sobre política externa então, é só lembrar das críticas, se cada uma delas fosse seguida a risca o Brasil tava fú… Vamos lá rememorando: 1) não queriam de jeito nenhum que o Brasil reconhecesse a China como economia de mercado, e essa era a condição para negociar com o gigante, bom o EUA que nunca foram bobos nem nada, torceram para o governo não reconhecer isso de jeito nenhum, já pensou ter um Brasil mais dependende deles, e ter uma China mais compradora deles, seria ótimo em momentos de crise, que logo depois se mostraram em toda sua fúria; (continua)

Responder

@gleciotavares

18 de março de 2010 às 10h43

Mas que dor-de-cotovelo. Quando na historia deste país fomos tão protagonistas no cenario mundial?
Esta reação conjunta do PiG é para que o marques FHC não corte os pulsos de vez.

Responder

Beto Crispim

18 de março de 2010 às 08h51

A cada elogio, prêmio e reconhecimento internacional que o presidente Lula recebe, esta turma morde o cotuvelo e arrancam os cabelos.

Responder

Antonio Pereira

18 de março de 2010 às 02h25

A cada dia que passa fica mais evidente o acerto da politica externa do Presidente Lula, basta observar o respeito conseguido junto aos governantes de todo o mundo, os acertos das posições assumidas pelo Ministro Celso Amorim têm levado o Brasil a superar barreiras consideradas intranspuníveis. Tudo isto resulta na brilhante posição do Brasil como país de respeito e parceiro confiável.
A oposição não se conforma e faz o seu jogo sujo e rasteiro para o qual possuem muita arte.
Para a continuidade do projeto de desenvolvimento pleno do Brasil, vamos de Dilma – 2010.

Responder

Fabio Passos

18 de março de 2010 às 00h52

artur virgílio discutindo diplomacia?

Rapaz… a oposição está completamente perdida.

Responder

Fabio Passos

18 de março de 2010 às 00h42

O maior perpetrador de crimes contra os direitos humanos no planeta são os ianques.

Até uma criança sabe disso.
A decadência da mídia-lixo-corporativa é total… e a performance da oposição política é a de bancar o completo colonizado. Impressionante como não acertam uma.

O Brasil dá um exemplo positivo para todo o planeta.

Responder

dvorak

17 de março de 2010 às 21h38

"Palestinos querem Lula como secretário-geral da ONU – Estadão "

Com um apoio desse o "divino" não ganha nem para síndico de seu prédio em São Bernardo do Campo, caro bloguiado M Maurício.Não seja ingênuo…Concordo em gênero, número e grau com os editoriais dos citados jornais.A política externa desse governo é uma piada!!!

eheheheheheheeh

Responder

    Leider Lincoln

    18 de março de 2010 às 02h01

    Política séria era a do Efeagá, não é, prezado midiota Dvorak?
    Gosta de tirar um sapatinho?

    heheheheheheh

    Leider_Lincoln

    18 de março de 2010 às 16h57

    O midiota concorda em gênero, número e grau com os editoriais? Você também anda indo na Sé atrás de rapagões, Dvorak?
    De toda forma, eu sempre prefiro os ignóbeis rindo aos cidadãos orgulhosos de seu país chorando, como na época do Farol, em que disputávamos com a Argentina quem lambia mais as botas que estavam sobre nossos pescoços e nosso chanceler tirava os sapatos antes de entrar na casa dos "patrões".

Marat

17 de março de 2010 às 16h53

O ministro ideal dessa turma é o Celso Lafer, aquele que, ao receber ordens de um funcionário de um aeroporto estadunidense, rapidamente retirou seus sapatos. O negócio deles é ser subserviente ao Tio Sam. Não merecem ganhar nada! Eles não são dignos de viver no Brasil!!!

Responder

    francisco.latorre

    17 de março de 2010 às 19h20

    marat…

    pra logar imagem com seu e-mala…

    http://en.gravatar.com/site/wpcom/

    ou então faça melhor…

    loga no intense_debate… aí no pé da página…

    arquivo automático dos comentários. chique bala.

    abs.

    Marat

    18 de março de 2010 às 03h18

    Caro Francisco, assim que eu colocar minha foto, vou mostrá-la primeiro a você. Preferia que fosse uma loura, morena, mulata ou japonesa, mas caberá a você tal "privilégio" – rsrsrs
    Obrigado pela dica. Abraços virtuais…

Leider_Lincoln

17 de março de 2010 às 19h36

Destruir, destruir, destruir.
Obstruir, obstruir, obstruir.
Atacar, atacar, atacar.
Já sobre fazer ou propor:

Nada!

Responder

CARLOS HELY

17 de março de 2010 às 19h17

Se o país fosse na cartilha do PSDB e do senador artur virgílio ficariamos mal perante a america latina e o resto do mundo, assim como o EUA é. Criaria uma guerra com a Venezuela para começar, depois avançaria pela Bolívia, depois o Paraguai. Presidente Lula e quem esta certo, melhor uma conversa do que sair na mão como o senador gosta!

Responder

    Piá

    17 de março de 2010 às 20h25

    Cara e discurso do senador amazonense faz lembrar a frase "Cão que ladra não morde".

Maria Efigênia

17 de março de 2010 às 19h09

A política externa deles deixava o Brasil de quatro e hoje é reconhecida lá fora, o Brasil é visto como
um grande parceiro e líder da América Latina.

Responder

Sandro

17 de março de 2010 às 18h39

Eu adoraria vê-los apresentando alternativas viáveis para o Brasil não se aproximar do Irã, eles poderiam dizer como garantiriam os empregos de quem trabalha nos frigorificos que exportam pra lá, uma vez que o Irã tem comprado mais carne brasileira que a Rússia e os EUA. Será que eles os empregariam em suas assessorias e redações? Ou comprariam a carne deixada de ser exportada ao Irã do próprio bolso? Esse é só um exemplo de ignorância da opsição e mídia irresponsáveis que temos.

Responder

Hudson Vilas Boas

17 de março de 2010 às 18h36

Oposição nada corporativa
http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com

Muitos dizem que a oposição ao presidente Lula é fraca, frágil e titubeante, ou como disse FFHH certa vez, “a oposição tem ter gosto de sangue na boca”. Talvez essas pessoas queiram de fato um golpe que surrupie o poder e o entregue de volta à sacrossanta aliança PSDB/DEMO, hoje contando também com o liqüidacionista PPS.

Já eu acho que a oposição de direita no Brasil é bastante “corajosa”. Não nos esqueçamos que entre outras vitórias, que podem ser contabilizadas por essa malta, estão a eleição de Severino Cavalcanti para a presidência da Câmara dos Deputados, a imobilização imposta ao governo Lula durante a crise do “mensalão”, o fim da CPMF – e conseqüentemente o fim de um dos únicos impostos que incidia de forma mais pesada sobre a classe alta – e a demora em apreciar o ingresso da Venezuela ao Mercosul.

E é justamente na Comissão de Relações Exteriores, encarregada de analisar o ingresso ou não da Venezuela no, que ocorre nesse instante mais um embate entre governo e oposição enquanto o último grupo mostra todo o seu desprendimento, coragem e sentido cívico. A comissão, presidida por Eduardo Azeredo (o pai de todos os mensalões) está obstruindo a nomeação de embaixadores.

O processo de escolha de embaixadores funciona mais ou menos assim. O Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) apresenta um nome ao presidente da República, este encaminha o nome para o Senado. O Senado por sua vez tem um tempo determinado para sabatinar o indicado e aprová-lo ou não como membro do corpo diplomático brasileiro.

Leiam a nota e vejam o quanto nossos senadores de oposição prezam pela idoneidade, desprendimento, sentido cívico e, claro, falta de corporativismo.

Protesto contra a política externa de Lula

De Ilimar Franco (o Globo)

A oposição está obstruindo as votações de embaixadores no Senado em protesto contra a política externa petista. Há divergências sobre o tratamento a Cuba e ao Irã.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), suspendeu a sessão que analisaria os embaixadores da Venezuela e do Equador.
Só passou, em plenário, a indicação de Oto Agripino Maia para embaixador da Grécia. Ele é irmão do líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN).

PS. Agripino “Rabo de Palha” Maia é aquele mesmo senador que em 2005 entrou com um pedido no TSE requerendo a extinção do Partido dos Trabalhadores.

Responder

Eduardo

17 de março de 2010 às 18h29

Quem tem medo dos lobos maus?! A vitória está próxima! Seguimos na luta!

Responder

Marcos Lopes

17 de março de 2010 às 18h27

O Otto Maia é irmão do Agripino Maia. Por isso eles aprovaram a ida dele para a embaixada da Grécia.Depois de resolveram o problema do Otto, tiveram essa crise de histeria.

Responder

José Luiz

17 de março de 2010 às 18h24

Política externa elogiável era a do FHC e do Lafer curvado tirando os sapatos p/entrar no EUA."Quem se curva para o opressor,mostra a b. para o oprimido".

Responder

Gilvan Miranda

17 de março de 2010 às 18h24

Tiro no pé? Essa Mídia venal deveria cometer haraquiri (com desonra) para o bem do Brasil.

Responder

Fabrizio Guinzani

17 de março de 2010 às 18h13

Olá Azenha, ontem à noite eu estava lendo a FSP on line, coisa que faço rotineiramente, afinal quero sempre estar DES-informado e saber o que pensam os “colonistas”, conforme tão bem referiu PHA. Qual não é a minha surpresa quando hoje pela manhã não consegui acessar o último post da Eliane Castanhêde onde estava mais uma vez tentando DESTRUIR e DES-informar os méritos do presidente Lula na sua viagem ao Oriente Médio. Fiquei tão chocado que cheguei a enviar mensagem criticando a sua postura, sendo que li TODOS os demais e eram 100% contrários a comentário dela. Hoje SUMIU do site… esse P.I.G. acha que somos idiotas??? Há… recebi correspondência da VEJA, para retornar a minha assinatura (deixei a revista já em 2000), dando descontos e mas “facilidades”… o P.I.G. não aprende???

Responder

Bonifácio

17 de março de 2010 às 18h13

O que dizer? Estão loucos. Mas podem estar também se conectando com a extrema direita americana e tentando ser mais anti-brasileiros que os próprios americanos, para mostrarem que estão aptos a realizarem um belo trabalho de traição à Pátria. São um bando de abutres sobre um monte de papel sujo que emporcalha diariamente as nossas bancas de revistas. O que ainda dá moral a esta cambada é a presença da 4a Frota de vasos de guerra americananos ao largo de nossa costa. Mas nossos submarinos atômicos vêm aí.

Responder

Téo Lucas

17 de março de 2010 às 17h53

O que o PIG quer? Um novo Cabral para descobrir e colonizar o Brasil?

Responder

beatrice_

17 de março de 2010 às 17h53

Azenha
o bloco dos sem noção age feito miquinhos amestrados.
Todos organizados pelo bloquinho millenar dos miquinhos amestrados.

Responder

Rafael Frederico

17 de março de 2010 às 17h42

“Me parece que há uma tendência a privilegiarmos regimes de exceção. E isso não é bom para o país”

Queria que ao menos uma vez a oposição tentasse tirar sentido do que diz. Quem sabe perceberiam o papel de ridículo que vêm fazendo. Se o Brasil resolve falar com todos os países do mundo E TAMBÉM com regimes de exceção, não há aí uma preferência por estes segundos, mas sim uma inclusão deles. Se resolvessemos ignorá-los, que parece ser o que prega a direita, aí sim estariamos escolhendo privilegiar o outro lado.

“a diplomacia lulista, partidária e eleitoreira, só visa a promover a imagem de seu guia perante o público interno”

Interessante que a política externa de Lula tem mais repercussão na opinião internacional que no público interno. Sendo assim, que eleitores seriam esses que se quer atingir?

Responder

Luis Mesquita

17 de março de 2010 às 17h40

Admiração internacional e vários prêmios? Esse site vermelho só serve para bajular os petistas e adendos. O dia em que acabar a oposição e os jornais privados, sobrando apenas o Vermelho e Carta Maior, eu peço ao mundo para parar, pois serei o primeiro a descer… Fala sério!

Responder

    Piá

    17 de março de 2010 às 20h38

    "Admiração internacional e vários prêmios? "
    Onde você andou nos últimos 2 anos, sr. Mesquita?
    .
    "O dia em que acabar a oposição e os jornais privados"
    Usted é adivinho?
    Oposição está se esmilinguindo por conta própria, pela total incapacidade de apresentar propostas/projetos para o País.
    A mídia "privada" que tanto prezas, pratica o que o Nassif chama de "suidídio editorial".

    natan

    19 de março de 2010 às 15h59

    voce é da familia mesquita

M Mauricio

17 de março de 2010 às 17h26

Palestinos querem Lula como secretário-geral da ONU – Estadão

Responder

O Brasileiro

17 de março de 2010 às 17h11

O interessante é que daqui há 10 anos talvez não existam mais nem Estadão, nem Folha, e nem PSDB!
Se ainda existe PSDB, este deve agradecer à classe média paulista, pois até os ricos de SP votam no PT!

Responder

Gabriel

17 de março de 2010 às 17h11

A oposição não quer perder a forma de negociar deles, subserviência completa pois eles ganham com isso. Ganham dinheiro, amigos, cursos e algum prestígio por agirem como um bando de traidores entreguistas. Como devo chamar os políticos favoráveis a entrega de parte do território brasileiro de graça, junto com a nossa base de lançamentos de Alcantara?

Responder

francisco.latorre

17 de março de 2010 às 16h55

servilismo colonizado.

desespero suicida.

continuem assim.

até outubro viram pó.

Responder

    André

    17 de março de 2010 às 20h38

    Eu quero muito mais tiro no pé.

    Existe duas curvas umas decrescente de onde se encontra Serra 35;38;35% dos votos e outra crescente 15;17;30% de onde se encontra Dilma.

    Com muito pé no show o PT deve administrar tudo isso e seguir rumo ao TRI.


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