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Cientistas dizem que Araraquara pode ser a primeira de muitas cidades a enfrentrar emergência
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Cientistas dizem que Araraquara pode ser a primeira de muitas cidades a enfrentrar emergência


20/02/2021 - 20h32

Da Redação

O prefeito petista de Araraquara, Edinho Silva, está apanhando de negacionistas nas redes sociais por ter decretado um lockdown de 60 horas na cidade do interior paulista.

#Araraquara foi parar nos trending topics do twitter neste sábado.

O prefeito diz (ver acima) que tomou a decisão orientado pelas maiores autoridades que conseguiu consultar sobre o repentino aumento de casos no município.

As variantes de Manaus e do Reino Unido já foram encontradas em Araraquara.

Estudos iniciais sugerem que ambas têm maior transmissibilidade.

O Diretório Estadual do PTB entrou com ação para que a decisão do prefeito seja considerada inconstitucional.

O deputado estadual bolsonarista Douglas Garcia também foi à Justiça:

Acabo de entrar com uma ação judicial pelo PTB/SP pedindo a derrubada do lockdown em Araraquara/SP. Impedir o povo a trabalhar não é controle! O petista Edinho Silva, amante do autoritarismo, não pode impor ao povo este sofrimento! Esperamos uma resposta do TJ de SP!

O gráfico de internações em Araraquara e o do aumento do número de óbitos por covid em algumas cidades do interior paulista foram publicados por @mari_colnago no twitter. Fonte: http://spcovid.net.br

Vários cientistas têm alertado que o que está acontecendo agora em Araraquara, com 100% dos leitos de UTI ocupados, pode acontecer em várias outras cidades de São Paulo.

E que o Brasil ainda não pagou a “conta” das aglomerações do Carnaval.

Isaac Schrarstzhaupt, coordenador na Rede Análise Covid-19, avaliou a situação de Jaú, que fica a 80 km de Araraquara (ver gráfico acima).

Ele alerta que as pessoas e as autoridades podem ser facilmente enganadas pelos gráficos que mostram queda de casos e óbitos, por conta de uma análise temporal errônea.

Sugere que pode vir uma terceira onda.

Ele fez uma preciosa análise no You Tube:

O vídeo de Isaac no You Tube

A doutora Mellanie Fontes-Dutra também fez sua análise, muito didática, no twitter:

Acho muito triste que, em pleno 2021, defender medidas restritivas já é diretamente associado a ‘lockdown’. Gente, existe um espectro de medidas restritivas existentes e necessárias. A medida que a situação agrava, mais medidas vão sendo somadas.

Existe uma questão bizarra acerca do lockdown que é em decorrência de sua implementação tardia.

Quem segue o  @schrarstzhaupt
sabe que existe um momento para tu implementar, no geral é um momento antes da subida acelerada dos novos casos, por exemplo.

Vi “lockdown” nos trending topics e percebi que alguns ainda dizem que afastar as pessoas umas das outras não resolve uma epidemia de vírus respiratório. Sigam o fio de 16 tweets para vermos juntos esse artigo:

Muita gente que demoniza completamente o lockdown não está ciente disso e usa exemplos de locais que implementaram muito tarde.

Se eu tenho um foco de fogo na cozinha e uso um copo d’água o mais cedo possível, eu evito que o fogo cresça e se alastre.

Agora, quando o fogo já está muito intenso e se alastrando, e eu uso esse mesmo copo d’água, ele tem um resultado diferente do primeiro caso, não é?

Por isso o monitoramento é tão relevante, é importante estarmos atentos na obtenção de dados o + fiel possível a nossa realidade.

Pois são esses dados que vão poder respaldar medidas assertivas, medidas que realmente terão um impacto na situação.

Mas sinceramente, nem era nesse assunto em específico que eu queria me ater, e sim, às medidas de enfrentamento.

Vocês já ouviram mil vezes neste perfil eu comentar sobre as variantes de atenção (VOCs) e mais outras infinitas vezes em perfis tão melhores quanto esse aqui, inclusive. São vários especialistas alertando que o cenário é diferente, e requer muito mais adesão no enfrentamento.

Hoje mesmo uma nova variante foi descoberta no Japão, que contem a mutação E484K e já tem 91 pessoas infectadas na região de Kanto (!) alertando as autoridades para uma possível maior transmissibilidade.

No Brasil, temos a P1, P2, a B.1.1.7 (UK), potencialmente outras tantas variantes aí que ainda estamos pra entender a sua prevalência, ou seja, o quão elas estão presentes na população infectada pelo SARS-CoV-2.

E no meio disso, temos as vacinas!

As vacinas salvam vidas, e irão ser nossa principal aliada para sair da pandemia. Mas temos uma limitação nesse momento de fornecimento e doses, IFAs, de ainda não termos feito a transf. de tecnologia (que está prevista) e enfim, faltam vacinas.

E nesse cenário temos o Carnaval, que uma GALERA resolveu esquecer que a pandemia existe (pena que a pandemia não esqueceu de nós também), e foi se aglomerar na praia ou no lugar que for. A situação hoje já é de extrema preocupação, e ainda NÃO É REFLEXO dos contatos do Carnaval.

UTIs aumentando sua ocupação no dobro de velocidade do que em cenários anteriores, uma aceleração que por si só já nos coloca num estado de alerta absurdo de um possível colapso que pode vir quando os casos do carnaval chegarem.

@EduardoLeite_ [governador do Rio Grande do Sul] está fazendo uma live no facebook do @governo_rs agora, demonstrando que o crescimento das ocupações na UTI estão numa velocidade MUITO mais rápida do que anteriormente (+2x superior).

O que temos então:

— subnotificação e pouca testagem;
— não sabemos a implicação das variantes no cenário;
— não sabemos o quão presentes (e quais) as variantes que estão circulando nos estados;
— muitas UTI em acelerado crescimento em ocupação;
— aglomerações;
— população com baixa adesão às medidas de enfrentamento (pessoas que não estão usando corretamente a máscara, praticando distanciamento físico, evitando aglomerações…);
— negacionismo e gestores de alguns locais que defendem ações sem respaldo ou evidência científica;
— escassez de vacinas nesse momento para agilizar o processo de vacinação;
— volta às aulas em alguns locais em meio a um descontrole da pandemia, o que pode expor prof. da educação e as próprias crianças.

Para tu que tá achando que tá tudo de boa: isso não te preocupa?

Um dos nossos instintos mais antigos é o da sobrevivência. Vivemos em sociedade e prezar pela saúde da sociedade também é instintivo em organismos que vivem em sociedade.

Ou essas pessoas não entendem que o perigo é real, ou existe algum delírio envolvido nessa percepção.

Está bem exposto, nos tuítes acima, a gravidade do perigo que estamos enfrentando. Da situação que está se estabelecendo diante de nós (e não é por falta de avisos).

Reflita consigo, com suas atitudes, ações, visões de mundo. O que você ganha fingindo que o perigo não é real?





10 comentários

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Zé Maria

25 de fevereiro de 2021 às 17h13

Entidades pedem que Governador do RS imponha
Lockdown para conter Explosão da Covid-19 no Estado

Em Ofício encaminhado ao Governador Eduardo Leite [PSDB] nessa quarta-feira (24), a Associação Juízes para a Democracia [AJD] e Dezenas de Entidades
que subscrevem o documento pedem a adoção imediata de medidas sanitárias
para conter o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul.

No documento, a entidade defende que, para o combate efetivo à disseminação
do vírus, o governo deveria implementar um bloqueio total de atividades
por ao menos 15 dias.

“A Associação Juízes para a Democracia (AJD), por seu núcleo gaúcho,
juntamente com as entidades abaixo descritas, vem REQUERER
a imediata adoção de medida sanitária restritiva eficiente,
para o efetivo combate à disseminação da pandemia da COVID 19,
através do bloqueio total das atividades (Lockdown) pelo período
de pelo menos 15 (quinze) dias, em todo o Estado do Rio Grande do Sul”,
diz o Ofício.

A entidade destaca que, no último domingo (21), o Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa) e mais sete instituições assinaram e divulgaram documento direcionado ao governo de Estado pedindo a aplicação de medidas
mais restritivas.

“Estamos diante de uma situação de alto risco a toda a coletividade.
Um cenário que exige, para os próximos dias, decisões duras mas necessárias, a fim preservar o bem maior: a vida.
A situação atual de lotação nos hospitais é a pior desde o início da pandemia.
Os doentes, de todas as idades, chegam em condições cada vez mais críticas, inclusive aqueles que internam em enfermarias.
Muitos destes têm necessitado de equipamentos de ventilação mecânica
— itens não disponíveis em quantidade necessária”, diz a manifestação
do Sindihospa [em comentário abaixo], citada pela AJD.

Afirma também que o cientista e professor da Universidade de Duke (EUA),
Miguel Nicolelis, que tem se destacado em orientação e consultoria sobre
o enfrentamento da pandemia em nove Estados do nordeste brasileiro,
afirma que “ou o país entra num Lockdown nacional imediatamente,
ou não daremos conta de enterrar os nossos mortos em 2021”.

Diante desse cenário, cobra a adoção de medidas mais restritivas como urgentes
e necessárias.
“Omitir-se em um momento como esse implicará sem dúvida responsabilidade
não apenas da perspectiva política e jurídica, mas sobretudo da perspectiva histórica”,
diz a AJD.

O Ofício é Assinado pela Juíza do Trabalho, Valdete Souto Severo, Presidente da AJD,
e subscrito pelas seguintes Entidades:

ABMCJ – Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica – comissão RS
Abong – Associação Brasileira de ONGS
ABRATO – Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais
ABREA/RS – Associação Brasileira de Expostos ao Amianto do Rio Grande do Sul
ADJC-RS – Advogadas e Advogados pela Democracia, Justiça e Cidadania-RS
AGETRA – Associação dos Advogados Trabalhistas
AJURD – Associação de Juristas pela Democracia
ANDES – Sindicato Nacional dos docentes das Instituições de Ensino Superior
ABET – Associação Brasileira de Estudos do Trabalho
Associação dos Supervisores de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (RS)
ASSUFRGS – Associação dos Servidores da UFRGS
Camp – Escola de Cidadania
CEC-RS – Conselho Estadual de Cultura
Centro Brasileiro de Estudos da Saúde – CEBES/RS
Coletivo A Cidade que Queremos
Coletivo ATUA POA – pelo direito à cidade de todos nós
Coletivo de Comunicação e Produção Cultural Ltda – Catarse
Coletivo ProsperArte
COMDIM POA – Conselho Municipal dos Direitos da Mulher
Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito
CONSEA – Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do RS
Conselho Municipal de Direitos Humanos de Porto Alegre
Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre
Conselho Regional de Fonoaudiologia
Conselho Regional de Psicologia RS
Conselho Regional de Serviço Social do Rio Grande do Sul – CRESS 10ª Região
Fórum Acidentes de Trabalho
Forum de Mulheres do Mercosul
Fórum ONG AIDS RS
Fórum Sindical e Popular de Saúde e Segurança
do Trabalhador e da Trabalhadora de Minas Gerais
Frente Ampla em Defesa da Saúde dos Trabalhadores
Frente Nacional Ampliada da Saúde Mental, da Reforma Psiquiátrica e da Luta Antimanicomial
IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento RS
IDhES – Instituto de Direitos Humanos, Econômico e Social
ITD – Instituto Trabalho Digno
Marcha Mundial das Mulheres RS
Margem-Laboratório de narrativas urbanas/PROPUR/UFRGS
MATI – Movimento dos Advogados Trabalhistas
MCT-PDT/RS Movimento Comunitário Trabalhista do PDT RS.
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas
Movimento Mães e Pais pela Democracia
NÚCLEO do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade de Porto Alegre
ONG TAŨGI
SASERS – Sindicato dos Assistentes Sociais no RS
SEMAPI Sindicato
SERGS – Sindicato dos Enfermeiros do Estado do RS
SINDIÁGUA/RS
SINDAERGS – Sindicato dos Administradores no Estado do Rio Grande do Sul
SINDISAÚDE – Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul
SINTTEL RS – Sindicato dos Telefônicos
SISERGS – Sindicato das Secretárias e Secretários no Estado do Rio Grande do Sul

Íntegra do Ofício da AJD em: (https://www.ajd.org.br/noticias/2833-pedido-de-lockdown-para-o-estado-do-rio-grande-do-sul)

(https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/coronavirus/2021/02/entidades-pedem-que-leite-imponha-lockdown-para-conter-explosao-da-covid-19-no-rs)

Responder

Zé Maria

25 de fevereiro de 2021 às 16h33

https://setorsaude.com.br/wp-content/uploads/2021/02/hospitalizacoes_23_02.jpg

Com elevada ocupação de leitos Covid-19,
RS está próximo do colapso do sistema de saúde

Em Porto Alegre aos menos sete hospitais
chegaram ao limite de 100% ou mais

Confira, em detalhes, a Ocupação em UTIs
nos Principais Hospitais da Capital Gaúcha:

Hospital Moinhos de Vento (107,58%)
Hospital São Lucas da PUC-RS (100%)
Hospital Mãe de Deus (100%)
Hospital Vila Nova (100%)
Hospital da Restinga (100%)
Hospital Independência (100%)
Hospital da Restinga (100%)
Hospital Ernesto Dornelles (97,50%)
Hospital Nossa Senhora da Conceição (97,33%)
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (95,48%)
Hospital Cristo Redentor (94,87%)
Complexo Hospitalar Santa Casa (94,55%)
Hospital Divina Providência (93,18%)
Instituto de Cardiologia (92,50%)
Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (87,50%)
Hospital Santa Ana (80%)
Hospital Femina (66,67%)
Hospital Porto Alegre (64,29%)
https://setorsaude.com.br/com-elevada-ocupacao-de-leitos-covid-19-rs-esta-proximo-do-colapso-do-sistema-de-saude
.
.
Hospitais de Porto Alegre divulgam Manifesto
endereçado ao Governador do RS Eduardo Leite

O Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa)
e sete instituições hospitalares de Porto Alegre (Hospital de Clínicas
de Porto Alegre, Grupo Hospitalar Conceição, Hospital Moinhos de Vento,
Hospital São Lucas da PUCRS, Instituto de Cardiologia/Fundação
Universitária de Cardiologja, Hospital Ernesto Dornelles e Rede de Saúde
Divina Providência) divulgaram um manifesto endereçado ao Governador
do Estado do Rio Grande do Sul (RS), Eduardo Leite (PSDB).

Leia na íntegra:

“Exmo. Sr. Governador,

Nós, dirigentes de hospitais e clínicas de Porto Alegre, manifestamos apoio
às medidas apresentadas na última sexta-feira (19).

Da mesma forma, defendemos a efetiva suspensão das atividades noturnas
como forma de eliminar as aglomerações que vêm ocorrendo de forma irresponsável.

Estamos diante de uma situação de alto risco a toda a coletividade.

Um cenário que exige, para os próximos dias, decisões duras mas necessárias,
a fim preservar o bem maior: a Vida.

A situação atual de lotação nos hospitais é a pior desde o início da pandemia.

Os doentes, de todas as idades, chegam em condições cada vez mais críticas,
inclusive aqueles que internam em enfermarias.

Muitos destes têm necessitado de equipamentos de ventilação mecânica
— itens não disponíveis em quantidade necessária.

As aglomerações registradas no feriado de Carnaval deverão repercutir
no aumento de casos de covid-19 nas próximas semanas.

Se isso ocorrer em grandes proporções e com os hospitais mantendo o cenário
de superlotação – e nada indica uma mudança em curto prazo –, o resultado
será grave.
Se medidas rígidas de distanciamento social não forem tomadas, as consequências serão ainda mais complicadas.

Solicitamos, ainda, o empenho do Governo do Estado em encontrar alternativas urgentes para a aquisição de vacinas que deem conta da imunização massiva
e em alta velocidade da população, com o objetivo de aumentar os níveis de
proteção e reduzir o número de novos casos da doença.

Esse conjunto de medidas, buscando controlar a questão sanitária
e reequilibrar o sistema de saúde, é indispensável.

Apenas assim a sociedade terá condições de se dedicar, de forma estável
e continuada, à retomada da economia e da normalidade.

Contamos com sua sensibilidade, visão agregadora e capacidade de articulação
junto às entidades representativas e a toda a sociedade.”

Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa)
Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Grupo Hospitalar Conceição
Hospital Moinhos de Vento
Hospital São Lucas da PUCRS
Instituto de Cardiologia/Fundação Universitária de Cardiologja
Hospital Ernesto Dornelles
Rede de Saúde Divina Providência

https://setorsaude.com.br/com-elevada-ocupacao-de-leitos-covid-19-rs-esta-proximo-do-colapso-do-sistema-de-saude/
.
.

Responder

Zé Maria

24 de fevereiro de 2021 às 23h34

Finalmente, os Prefeitos estão proibindo a Circulação de Veículos de Transporte Coletivo.
Precisou o Brasil atingir a triste marca de 250 MIL Mortes por COVID-19 e quase 100% de Ocupação nos Leitos Hospitalares, para se conscientizarem da necessidade de isolamento social.

Responder

Fernando

21 de fevereiro de 2021 às 14h06

Vi na GloboNews ontem, não informaram o partido do prefeito. Vale mais a expansão da pandemia a qualquer tipo de informação positiva sobre o PT.

Responder

Henrique Martins

21 de fevereiro de 2021 às 11h45

Complementando o comentário anterior:

Será uma vergonha o Conselho de Ética da Câmara permitir entre seus membros um cidadão deste nível: racista, truculento, miliciano, anti-democratico e fascista.
Essa turma se elegeu para se infiltrar no Poder Legislativo para destrui-lo. O STF fez um favor à Câmara, pois o corporativismo agora tem que servir para expulsar esse sujeito da instituição. É uma questão de sobrevivência institucional.
É só os cegos dos ‘130’ que não conseguem enxergar e se comprazem em chafurdar na lama bolsonarista. Quanta estupidez.
Que vergonha!

Responder

Henrique Martins

21 de fevereiro de 2021 às 11h35

Será que a turma dos ‘130’ viu o vídeo racista de Daniel Silveira?

É esse tipo de gente que eles defendem.

Responder

Zé Maria

20 de fevereiro de 2021 às 21h23

Grande parte dessa reação insana se deve à Mídia Venal
que deu por encerrada a Epidemia no País, antes do Natal,
sem indicativo científico algum de alteração da situação.

O Recrudescimento de Infecções e Mortes por COVID-19
com Cepas mais contagiosas e agressivas é uma realidade
que foi sonegada pelos Veículos de Comunicação e pelas
Autoridades Governamentais. Ao contrário da Europa que
recomeçou a impor medidas restritivas, desde outubro.

Além da Irresponsabilidade e Incompetência dos Militares
que desgovernam o País, a Mídia tem grande parcela de
culpa por essas aglomerações em espaços públicos, por
não noticiar a real situação de gravidade da Pandemia
no Brasil, pois sempre foi ambígua, por mero interesse
comercial, praticamente chamando as pessoas às ruas,
às praias, às compras e às festas de fim de ano, em 2020.

Infelizmente, ainda é necessária a imposição de restrições
ou até mesmo de Lockdown, até que haja Vacina a todos.
Porque, é bom repetir, não existe tratamento para COVID-19.

Responder

    Fernando

    21 de fevereiro de 2021 às 18h14

    “praticamente chamando as pessoas às ruas,
    às praias, às compras e às festas de fim de ano, em 2020.”

    E às eleições… Foi o ponto de inflexão da curva.

    Zé Maria

    21 de fevereiro de 2021 às 22h32

    Nota:

    Não existe Tratamento Farmacológico Específico para Cura da SARS-COV-2 (COVID-19).

Zé Maria

20 de fevereiro de 2021 às 20h49

https://www.estado.rs.gov.br/upload/recortes/202102/19185631_1934079_GD.jpg

Hoje, Mais da Metade (68%) da População do Rio Grande do Sul está
em Regiões sob Bandeira Preta (Risco Epidemiológico Altíssimo).

Na 42ª Semana (23 FEV a 01 MAR) estão em Bandeira Preta as Regiões de
Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Novo Hamburgo,
Palmeira das Missões, Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul e Taquara.

As outras 10 Regiões foram classificadas em Bandeira Vermelha (Risco Alto).

https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

https://www.estado.rs.gov.br/com-recorde-de-bandeiras-pretas-rs-tem-68-da-populacao-sob-risco-maximo-no-mapa-preliminar-da-42-rodada

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