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Pesquisa Vox devastadora para Bolsonaro e os militares: 65% os querem longe do poder, 49% condenam comportamento do presidente na pandemia
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
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Pesquisa Vox devastadora para Bolsonaro e os militares: 65% os querem longe do poder, 49% condenam comportamento do presidente na pandemia


14/07/2020 - 13h33

Da Redação

Pesquisa Vox Populi encomendada pelo PT é devastadora para o governo Bolsonaro, o presidente da República e os militares que o cercam.

A curva de avaliação negativa cresce em praticamente todas as regiões, faixas de renda e escolaridade, com raras exceções, quando as perguntas são sobre a pandemia de coronavírus e a crise econômica em parte decorrente dela.

65% dos entrevistados dizem que os militares não devem se envolver com política e 82% acham que Bolsonaro deveria colocar um profissional da área médica no Ministério da Saúde, em substituição ao general Eduardo Pazuello.

Só 28% dos entrevistados dizem que o Brasil está melhor com Bolsonaro. 46% acreditam que o país estava melhor sob os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma, do PT.

49% avaliam negativamente o comportamento de Bolsonaro diante da pandemia — eram 42% na pesquisa anterior.

Quanto à covid-19, 48% dos entrevistados disseram conhecer alguém que contraiu o vírus, 11% disseram que são familiares próximos e 2% que pegaram a doença. 54% acreditam que o pior ainda está por vir.

Para 69%, esta é a pior crise econômica já testemunhada pessoalmente. 52% dizem que o governo federal é totalmente responsável ou tem a maior parte da responsabilidade pela crise.

63% não concordam com as declarações de Bolsonaro de que ele está sendo perseguido pelo Congresso, STF, oposição ou mídia.

45% já afirmam que Bolsonaro está envolvido em corrupção, quando a pergunta menciona Fabrício Qiueiroz e o filho do presidente, o senador Flávio. 46% que dizem que o pai não está envolvido com corrupção.

48% não confiam ou confiam pouco nos militares. 32% confiam mais ou menos e só 18% confiam muito. 65% dizem que os militares não deveriam participar do governo ou se envolver com política.

Abaixo, a íntegra

Vox Julho 2020 de Luiz Carlos Azenha



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9 comentários

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Zé Maria

15 de julho de 2020 às 21h31

https://pbs.twimg.com/media/EdAPdeMXkAELXpK?format=jpg

“Ao não traçar com nitidez a linha que separa a instituição do governo,
as Forças Armadas cometem erro crasso.
Isso independe da avaliação final que a população fizer de Bolsonaro.
Não se aposta a sorte de uma instituição de Estado [FFAA];
menos ainda colocando-a nas mãos de um inepto [Jair Bolsonaro]”

https://twitter.com/Haddad_Fernando/status/1283048833845518337

Responder

Henrique Martins

15 de julho de 2020 às 11h33

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-nao-ha-boletins-diarios-de-saude-de-bolsonaro-e-o-nome-de-seus-medicos-nao-e-revelado/

Essa é a pergunta que não quer calar?

O que há? Os médicos estão com medo do tratamento experimental dado a um presidente da república sob orientação dele mesmo que não é médico?

Se o estado dele se agravar vão esconde-lo na UTI do hospital do exército até que ele esteja curado?

A falta de transparência com o povo brasileiro vai chegar a esse ponto com a anuência das Forças Armadas?

É isso?

Responder

Henrique Martins

15 de julho de 2020 às 10h41

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/no-new-york-times-felipe-neto-diz-que-bolsonaro-e-o-pior-presidente-do-mundo-nao-trump/

Valeu Felipe!!

Você é um dos jovens que definitivamente escreverá seu nome na história como sendo um dos salvadores da democracia no Brasil. E terá muito orgulho disso pelo resto de sua vida. Pode acreditar nisso!.

Teu destino é contribuir neste momento para tirar o Brasil do poço. Quando acontecer eu também terei muito orgulho de você meu filho. Eu sou idoso e sei o que meu irmãos de faixa etária estão passando além de todos os outros brasileiros do grupo de risco ou não que estão sofrendo em casa e nas UTIs e os familiares que estão chorando seus mortos sem sequer ter o direito de dar um velório digno a eles. Enquanto isso o país sequer tem um ministro da saúde que seja titular, técnico e competente.
Quem tem sensibilidade e inteligência neste país sabe que a nossa situação é desesperadora em mais de um sentido.

Vai firme jovem!. O Brasil precisa de você. Quem é bem intencionado e tem alguma influência sobre a opinião pública pode ajudar muito na luta Pró-democracia.

O futuro pertence a vocês e às suas futuras famílias e netos.

Lutem. A hora é agora!

Responder

Zé Maria

14 de julho de 2020 às 22h56

https://image.slidesharecdn.com/voxpt-200714161419/95/vox-julho-2020-41-638.jpg
Há um equívoco nessa pergunta do Vox Populi.

Uma coisa é dizer que Bolsonaro não pode ser
responsabilizado pelos atos do filho Flavio.
Outra coisa é Jair Bolsonaro estar envolvido
no Esquema de Corrupção junto com Flávio.
São coisas distintas e ambas estão corretas.

Responder

Zé Maria

14 de julho de 2020 às 21h39

https://www.brasildefato.com.br/2020/07/14/organizacoes-populares-promovem-debate-sobre-novo-pedido-de-impeachment-de-bolsonaro

Novo pedido de impeachment contra Bolsonaro foi protocolado hoje (14)
na Câmara dos Deputados.

Até agora, ao menos 48 denúncias foram protocoladas na Câmara
contra o Presidente, desde o início do governo Bolsonaro/Mourão.
Dessas, 43 foram realizadas neste ano de 2020.

O documento de 133 páginas conta com o apoio de juristas, artistas,
economistas, clérigos, jornalistas e profissionais da área dos desportos,
como o narrador Milton Leite, o ex-jogador Walter Casagrande, os músicos
Chico Buarque, Olivia Byington e Arrigo Barnabé, o cartunista Latuff,
os economistas Luiz Gonzaga Belluzzo e Luiz Carlos Bresser-Pereira,
o padre Júlio Lancellotti, as atrizes Dira Paes e Lucelia Santos, os atores
Sérgio Mamberti e Gregorio Duvivier, os jornalistas Fernando Morais e
Juca Kfouri, os juristas Fábio Konder Comparato e Carol Proner,
a desembargadora Kenarik Boujikian e a ex-procuradora geral da República
Deborah Duprat.

Numa extensa lista de supostos crimes de responsabilidade praticados
pelo Presidente da Repúblic,a Jair Bolsonaro, o pedido de impeachment
cita ataques contra a imprensa, direcionamento ideológico de recursos
no audiovisual, além de crimes ambientais e contra a saúde pública, e
violações dos direitos das populações indígenas, quilombolas e da etnia
negra como um todo, pelo emprego de práticas criminosas ao proferir declarações e promover medidas discriminatórias, o que gera uma “forte repercussão na sociedade, neste ponto, perceptível no aumento dos
discursos de ódio no país, assim como das ideologias de superioridade
racial que incitam a violência contra os afro-descendentes”.

“As políticas de saúde foram severamente afetadas pela atuação criminosa
de Jair Bolsonaro. Além da desarticulação do Sistema Único de Saúde (SUS),
que já vinha sendo posta em prática no primeiro ano de gestão, a pandemia
da Covid-19 escancarou o desprezo do atual governo pela proteção à saúde
da população”, diz o texto.

O documento conta também com a adesão de personalidades como
Maria Victoria Benevides, Margarida Genevois, Beatriz Bracher, Alice Ruiz,
Milton Hatoum, Pinky Wainer, Nuno Ramos, Lilia Schwarcz, Daniela Thomas,
Bernardo Carvalho, Marcelo Coelho, José Miguel Wisnick, João Silvério Trevisan,
Luiz Ruffato, Marcos Nobre, Jorge da Cunha Lima. ​

O documento é ainda endossado por mais de 500 entidades populares,
movimentos sociais e organizações da sociedade civil, dentre os quais
Movimento Negro Unificado (MNU), União Nacional dos Estudantes (UNE), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), ISA – Instituto Socioambiental,
Central Única dos Trabalhadores (CUT), Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).

A iniciativa requer a suspensão das funções presidenciais de Bolsonaro
e que ele seja submetido ao julgamento de impeachment, a fim de que
seja destituído do cargo e perca o direito de exercer funções públicas.

Foram signatários do pedido de impeachment (dentre tantos):

Chico Buarque de Hollanda
Deborah Duprat
Mauro Menezes
Kenarik Boujikian Felippe
Eduardo Alvares Moreira
Caroline Proner
Padre Júlio Renato Lancellotti
Fernando Gomes de Morais
Iago Montalvão Oliveira Campos
Laís Bodanzky
Lucélia Santos – Maria Lucélia dos Santos
Herson Capra Freire
Dira Paes – Ecleidira Maria Fonseca Paes
Gregorio Byington Duvivier
Marlui Nobrega Miranda
Susana Mara da Silva Lira
Olivia Byington
Carlos Henrique Latuff de Souza
Paula Villela Barreto Borges
Walter Casagrande Junior
Marta de Souza Sobral
Vera Helena Bonetti Mossa
Juca Kfouri – José Carlos Amaral Kfouri
Milton Rodrigues Leite
Maria Clara Salgado Solberg
Ana do Amaral Mesquita
Marcelo Giatti Tieppo
Vitor Mauricio Ruiz Guedes
Marcos Antonio de Oliveira Teixeira
Franklin Siqueira
Carlos Orletti
Ludimilla Santana Teixeira
Patrícia Pontes Zaidan
Gisele Figueiredo Silva
Luciana Boiteux
Rita Maria de Miranda Sipahi
Dora Aparecida Martins
Lenora Canini Avila
Maria das Dores do Rosário Almeida Durica Almeida
Zuleica Campagna
Janete Maria Góes Capiberibe

#ForaBolsonaro #BolsonaroGenocida

https://twitter.com/MidiaNINJA/status/1283074746914082818
https://www.facebook.com/MidiaNINJA/posts/1919520888206047
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/07/chico-buarque-bresser-pereira-casagrande-e-personalidades-apresentam-a-camara-pedido-de-impeachment-de-bolsonaro.shtml
https://revistaforum.com.br/politica/chico-buarque-e-casagrande-apresentam-a-camara-pedido-de-impeachment-de-bolsonaro/
https://www.brasildefato.com.br/2020/07/14/movimentos-sociais-apontam-17-crimes-em-pedido-de-impeachment-contra-bolsonaro

Responder

Zé Maria

14 de julho de 2020 às 18h45

“Gilmar Mendes Disse Pouco dos Militares”

A indignação dos generais não muda a realidade:
as Forças Armadas foram cooptadas como o Centrão

Por Sérgio Lírio, na Carta Capital

Forças Armadas, sob anonimato, declararam a jornalistas sua insatisfação com o tom do ministro do STF.

O vice Hamilton Mourão soltou a clássica frase “passou dos limites”.
Mas, no Brasil de Bolsonaro, Weintraub, Damares e Paulo Guedes, existem limites?

Não cabe dourar a pílula.

As Forças Armadas são parceiras do ex-capitão Jair Bolsonaro na tragédia, no genocídio, segundo Mendes. E em outros desmandos.

Diante dos mais de 70 mil mortos pelo coronavírus no Brasil, o que fez até o momento o ministro-paraquedista da Saúde, Eduardo Pazuello, general da ativa?

Ao assumir, apostou que os brasileiros em geral eram tão estúpidos quanto os fiéis bolsonaristas e tentou, de forma desavergonhada e infantil, esconder os dados da doença.
Talvez tenha acreditado que o vírus se comportaria como um recruta.
Bastaria a ordem de um oficial para enfiar o rabo entre as pernas.

Mas o vírus, aquele-que-não-se-deve-dizer-o-nome, ignorou a autoridade, traduzida de forma tão perfeita no semblante imponente de Pazuello, versão remoçada do Sargento Pincel dos Trapalhões, e continuou a matar milhares de brasileiros por dia.

O general não se deu por vencido.
Perde-se uma batalha, mas não a guerra.
Afiançado pelo comando das Forças Armadas, Pazuello aceitou a “missão” rejeitada pelos civis que o antecederam no cargo (note-se, até o abúlico Nelson Teich resistiu):
mudou o protocolo da cloroquina, para alegria de Bolsonaro, lucro de alguns empresários e risco de milhares de pacientes.
Enquanto isso, o Exército aumentava em mais de cem vezes a produção do medicamento.
Temos estoque de cloroquina para 18 anos, embora a validade do produto não passe de dois.
Um desperdício de dinheiro público a ser investigado.

Pazuello fez mais.
Em outra tentativa de despistar as tropas do General Corona, confundiu o Hemisfério Norte com o Sul.
O vírus não se deixou enganar – a covid-19, tudo indica, não usa bússolas ou mapas.
E o ministro, aparentemente, não sabe usá-los.
Resta torcer para o Brasil não entrar em uma guerra.
Com esse senso de direção, é grande o risco de, a pretexto de invadir a Venezuela, nossos bravos paraquedistas saltarem sobre a Islândia.

Infelizmente, Pazuello só deixou de cumprir o que se espera de um ministro da Saúde.
Apesar de apresentado como especialista em logística, o interino foi incapaz de entregar equipamentos e suprimentos aos hospitais na quantidade e velocidade necessárias.
O Brasil, segundo em número de mortes, é um dos países que menos realiza testes da doença no planeta.
Faltam respiradores, máscaras, luvas, planos, ideias…
Combate-se o vírus pelo cansaço.

A responsabilidade dos militares vai, no entanto, além do “genocídio” apontado por Mendes.

Os generais minimizam a destruição do meio ambiente, em particular da Amazônia.

As operações de combate ao desmatamento, sob comando de Mourão desde o início do ano, são pífias e ineficientes.

As queimadas continuam a bater recordes.

Quando cobrados por ambientalistas ou investidores, recorrem ao patriotismo, o último refúgio dos canalhas, e à soberania, invocada em casos bens específicos.

Nenhum pio, nenhuma nota de repúdio ou reivindicações de soberania saíram dos quartéis quando se destruiu o programa nuclear, entregou-se a Base de Alcântara aos EUA ou o secretário de Defesa norte-americano, Mark Esper, fez chacota do fato de Bolsonaro pagar um general para trabalhar para ele (falava de Alcides Valeriano de Faria Júnior, em serviço desde o ano passado no Comando Sul das Forças Armadas do EUA, às expensas dos Tesouro brasileiro).

A declaração de Mendes, bem, esta mexeu com os brios das Forças Armadas. E assim fomos obrigados de novo a ouvir a ladainha das ameaças.
Quando vamos superar o eterno flerte golpista?

O ministro tem sido aconselhado a atenuar suas palavras em nome da “harmonia entre os poderes”.
É possível que recue (sua primeira nota a respeito está longe disso).
Mas, no fundo, sabemos: ele disse só parte da verdade.
Por mais que tentem se eximir, as Forças Armadas estão nesta até o pescoço.
Foram cooptadas tal qual os deputados e senadores do Centrão.
Avalizam as barbaridades de Bolsonaro e os crimes da família em troca de cargos e benesses.
Mais de 3 mil militares e parentes repousam seus quepes em cargos comissionados na Esplanada dos Ministérios, autarquias e estatais.

Em meio à mais grave crise econômica da história do País, as tropas ganharam um prêmio, bonificação calculada em 26,5 bilhões de reais.

Milhares de recrutas embolsaram ilegalmente os 600 reais de auxílio emergencial negado a mais de 10 milhões de civis em situação de desespero.

Ao contrário dos trabalhadores do setor privado e da maioria dos servidores públicos, obrigados a contribuir por mais tempo e receber aposentadorias menores, a reforma da Previdência das Forças Armadas não passou de um plano de cargos e salários com ganhos fiscais nulos para as finanças públicas.

São muitas sinecuras para oficiais tão despreparados quanto Bolsonaro, torturadores da língua e da lógica, ausentes, omissos e descolados da realidade, incapazes de localizar por onde passa a Linha do Equador ou de apontar a diferença entre a tomada e o focinho do porco.

O Centrão, muito mais competente e ilustrado, teria todo o direito de reclamar da diferença de tratamento.

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/gilmar-mendes-disse-pouco-dos-militares/

Responder

Zé Maria

14 de julho de 2020 às 18h23

“65% dizem que os militares não deveriam participar do governo ou se envolver com política”.

É bom fazer uma pesquisa dessas, de vez em quando, para que a Milicada da
ativa se ponha no devido lugar, isto é: conforme a Constituição Federal de 1988.

Os Fascistas disseram que pedir ‘Intervenção Militar’, ‘Fechamento do Supremo’
e do Congresso seria ‘liberdade de expressão’.
Foi precisamente desse direito que fez uso o Gilmar.

” registro meu absoluto respeito e admiração pelas Forças Armadas Brasileiras
e a sua fidelidade aos principios democráticos da Carta de 88″.
“Não me furto, porém, a criticar a opção de ocupar o Ministério da Saúde
predominantemente com militares.
A política pública de saúde deve ser pensada e planejada por especialistas,
dentro dos marcos constitucionais.
Que isso seja revisto, para o bem das FAs e da saúde do Brasil”.
https://twitter.com/gilmarmendes/status/1282394992204488704

Responder

Henrique Martins

14 de julho de 2020 às 17h02

Em minha opinião, Gilmar Mendes deve ficar muito tranquilo quanto a sua declaração e deve deixar as Forças Armadas fazerem o que quiserem com ela.
Simplesmente porque ele não mentiu. Foi honesto. Só isso. Gilmar não atacou a honra de ninguém, apenas deu voz ao que milhões de brasileiros estão pensando neste exato momento.
Tenho dito que não temos ninguém para nós defender nesta pandemia. Foi o que Gilmar fez: nos defendeu.
Valeu Gilmar! Te agradeço em nome do país.

Responder

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