Defesa nega protocolo de morte cerebral de ‘Sicário’ e diz que estado é grave

Tempo de leitura: 2 min

Luiz Mourão tentou tirar a própria vida sob custódia da PF e segue internado em BH

ICL Notícias

O advogado de defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, afirmou nesta sexta-feira (6) que o cliente permanece em estado grave, mas negou que tenha sido iniciado qualquer protocolo de morte encefálica. Mourão está internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após tentar suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).

Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o quadro clínico é considerado crítico e o paciente segue sob monitoramento contínuo no Centro de Terapia Intensiva (CTI). De acordo com ele, não houve piora nem melhora significativa desde a internação.

“O quadro permanece grave, com monitoramento permanente no CTI. Não houve evolução: ele não melhorou, mas também não piorou, está equilibrado”, declarou.

O defensor também afirmou que esteve com Mourão por volta das 14h do dia anterior ao episódio e que não percebeu sinais de que ele pudesse atentar contra a própria vida. Para a defesa, o ocorrido foi inesperado.

O caso

De acordo com informações da Polícia Federal, após a tentativa de suicídio os agentes prestaram os primeiros socorros imediatamente, utilizando adrenalina e um desfibrilador para reanimá-lo. Em seguida, Mourão foi encaminhado ao hospital. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinou a abertura de um inquérito para analisar as imagens do local onde o investigado estava detido e apurar as circunstâncias do episódio.

Na noite de quarta-feira (5), a própria PF chegou a informar que Mourão havia morrido, mas posteriormente corrigiu a informação e disse que não havia confirmação oficial de óbito.

A defesa, no entanto, afirma que não há indicação desse protocolo até o momento. Para o advogado, a divulgação de informações desencontradas ocorreu por um erro de comunicação. “Houve um desencontro infeliz de informações. Neste momento não existe indicativo de protocolo de morte encefálica nem de quadro irreversível”, disse.

Procurado, o Hospital João XXIII orientou a imprensa a entrar em contato com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela gestão da unidade. Em nota, a fundação informou que não divulga informações sobre o estado de pacientes por causa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Apoie o VIOMUNDO

PS do Viomundo: Nesta quinta-feira, 6 de março, a defesa de Luiz Mourão, o “Sicário”, afirmou que o cliente permanece em estado grave, mas negou que tenha sido iniciado qualquer protocolo de morte encefálica. Mourão está internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após tentar suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).

Apoie o VIOMUNDO


Siga-nos no


Comentários

Clique aqui para ler e comentar

Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Leia também