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Diário da Resistência


Santa Maria: Os depoimentos sobre despreparo para lidar com a emergência
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Santa Maria: Os depoimentos sobre despreparo para lidar com a emergência


28/01/2013 - 01h52

Por Murilo de Toledo Tiecher, no Facebook

e que fique registrado!

eu fui uns dos 50 primeiros a sair, no inicio do tumulto tentaram segurar as portas com os seguranças e manter as pessoas ali pra que nao saíssem da boate! nao sei se pensavam que era uma briga e nao queriam q saissem sem pagar! soh depois que a multidao derrubou os seguranças eh que viram a merda que fizeram

todo mundo viu isso ai

*****

Clique abaixo para ouvir depoimento do sobrevivente Diego Souza a Reinaldo Gottino, da TV Record, no domingo:

audio

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



37 comentários

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alexandre

13 de fevereiro de 2013 às 22h51

Os bombeiros de sta Maria,elevaram a imconpetencia a um novo patamar,igualando-se aos seus irmãos de farda(os brigadianos)que a 172,não conseguem prestar un serviço de qualidade por falta de preparo profissional,aliás,até bem pouco tempo atráz a BM,tinha(ou tem)soldados com a quinta série do primeiro grau,o que é um absurdo!Na iniciativa privada é levada em conta a capacitação do trabalhador,na BM é a truculencia,burrice e a bestialidade! . . .Estamos fritos!!!

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luana justino

28 de janeiro de 2013 às 22h36

sei que é muito triste perde a pessoa que amamós . é uma dor que naõ passa completamente. pois naõ tem borracha que nunca apagara . pois vamós lembra delas naõ como tragédia mais com amor . vocês nunca pense que você perdeu a pessoa amada porque você naõ perdeu elas vivem cada vez mas dentro de cada lembranças . .sei que a tristeza senpré existira de todas formas . pois assim e a vida . vamós lenbrà de cada uma com gesto de amor carinho . vamós curti brinca ser devirti sorri . chora naõ é vergonha quando ser chora por amor . viver e algo precioso poiz siginifica existi .

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Bombeiros: “Em São Paulo é proibido o uso de fogos em ambientes fechados” « Viomundo – O que você não vê na mídia

28 de janeiro de 2013 às 17h40

[…] Santa Maria: Os depoimentos sobre despreparo para lidar com a emergência […]

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Julio Silveira

28 de janeiro de 2013 às 16h52

Nesse show de omissões e idiotices já prenderam o musico e o dono da boate. Já temos os judas para malharem. O estado(significando ai todos os que deveriam participar com suas atribuições) sai de dedo em riste, apontando para o outro lado.

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maria do carmo

28 de janeiro de 2013 às 16h46

Estou aguardando moderacao do meu comentario.

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    Conceição Lemes

    28 de janeiro de 2013 às 17h12

    Maria do Carmo, vc se refere postado às 14h31? abs

Severino Marques dos Prazeres

28 de janeiro de 2013 às 16h15

Os shopings Centeres de todo o Brasil bombaram superlotaran no final de ano, como todo ano. Qual de nós qual cliente sabe onde estão as portas de emergências. Quem já viu ou leu um aviso indicando a direção da porta de emergência. As chamadas salas de cinema que tem todo grande shoping são várias coladas umas ao lado de outras. Agente as vezes observa nessas salas um avizinho bem apagado “saída de emergência”. Essa saída de emergência, sai pra onde? Sai pra dentro do proprio shoping. Que saída de emergência do cão é essa. Se o shoping está pegando fogo. E aí.
Os nossos shopings não resistem a qualquer incendio sem resultar em mil mortes.Aqui na minha cidade um grande shoping construiu na cobertura do prédio uma casa de show..Os onibus de turismo e de viagens longas parecem uma borboleta multicoloridos modernos motor potente de grande velocidade. Agora segurança dos passageiros.Zero.Tais onibus não tem janelas, só tem uma única porta. Sabe onde fica a porta de emergência, no teto. No caso de batida frontal com incendio. Morre todo mundo queimado. Podemos juntar centenas de pontos de alto risco como esse da boate. Estão todos aí as vistas de bombeiros e outras autoridades. Ao fim, vejam só, em estádio de futebol que tem aquele tamanhão é proibido soltar sinalizador ou qualquer outro tipo de fogos. Em boite um ambiente fechado confinado pode.Assim caminha o Brasil infelizmente.

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As reações contra a charge de Chico Caruso « Viomundo – O que você não vê na mídia

28 de janeiro de 2013 às 16h05

[…] Gerson Carneiro, em comentário aqui […]

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LEANDRO

28 de janeiro de 2013 às 14h59

Somos o país das tragédias anunciadas. Vai se passar um tempo de comoção e tudo continuará como sempre foi. Nada de prevenção, nada de fiscalização. Fazem dois anos que morreram quase mil pessoas na serra do RJ e vejam se foi feito algo para prevenir outras catástrofes? Até o dia em que morrerem mais pessoas e o ciclo continua, mortes, choro e nada mais.

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antonio carlos ciccone

28 de janeiro de 2013 às 14h50

Atenção todos que tem vergonha na cara, brios,indignação, familia:
Suspendam assinatura de O Globo , e nem comprem em bancas. O nivel da charge é o mesmo do BBB !!

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antonio carlos ciccone

28 de janeiro de 2013 às 14h46

Isso se chama genocidio!!

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maria do carmo

28 de janeiro de 2013 às 14h31

Bernardino, quanto preconceito em todos os paises e cultura existem pessoas diferentes com e sem etica e so apertar o botao vera que em todos os paises existem INDIVIDUOS diferentes. O Brasil e um dos paises mais queridos e admirado do mundo por receber todos os povos com hospitalidade. CATOLICISMO e evangelismo nao tem nada a ver.Temos que modificar o que esta errado, sim houve varios erros, como nos Estados Unidos, na Inglaterra e ARGENTINA , houve negligencia segurancas nao preparados numero de pessoas acima, pe direito abaixo do exigido etc. etc.etc. . fazer como os outros paises com tragedias semelhantes modificar as exigencias
e leis. O mais importante ate agora a Globo nao deu o nome real do proprietario so fantasia estranho ,nao? Bernardino voce vive no Brasil nao tem nada ver com religiao e nacionalidade sao pessoas, temos que apurar as responsabilidades e exigirmos punicao nao tem nada a ver com democracia.

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Jonathan Wheatley: É difícil legislar contra idiotas « Viomundo – O que você não vê na mídia

28 de janeiro de 2013 às 14h23

[…] Os depoimentos sobre o despreparo para lidar com a emergência […]

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Abelardo

28 de janeiro de 2013 às 13h45

São apenas perguntas: Será que o absurdo da existência de uma única porta de entrada e saída já existia desde a inauguração da boate? Se, mesmo com a licença do alvará vencida, as condições de segurança na boate satisfaziam as exigências do corpo de bombeiros (conforme declaração do chefe da corporação), como o extintor não funcionou? Os integrantes da banda deveriam ter pleno conhecimento de como usar um extintor já que faziam shows pirotécnicos por muitos anos, então não seria por desconhecimento que o extintor não funcionou e sim porque havia defeito e, talvez, não houve a inspeção periódica que poderia ter identificado o problema. Mais agravante ainda, sabendo que a banda é plenamente conhecida por usar fogos de artifícios em seus shows, como não foi proibido (pela casa) esse tipo de apresentação, ou então, se preparar uma estratégia de prontidão em que pessoas munidas de extintores mantivessem seu plantão perto do local até a sua finalização? Como satisfaziam as exigências se a existência de apenas uma única entrada e saída para um ambiente daquele porte é um erro gravíssimo da autoridade fiscalizadora. Como satisfaziam as exigências se não perceberam o alto risco de combustão que os materiais de isolamento acústico ofereciam aquele ambiente, se não perceberam que a sinalização interna, que é fundamental e imprescindível para acelerar a evacuação em todo o princípio de tensão e/ou pânico, não perceberam que estavam gravemente mal planejadas e com forte grau de indução ao erro de avaliação por quem está sobtensão, medo ou desespero? Como os funcionários da boate podem ser altamente preparados (conforme afirmação do dono da boate dito pelo noticiário na tv) se apenas uma pessoa (da banda) foi vista usando um extintor? Como os funcionários da boate eram altamente preparados, se nenhum deles foi visto orientando o público para a direção da única saída (e entrada) existente na boate? Como os funcionários da boate eram altamente preparados, sabendo que as placas de sinalização estavam conduzindo a grande maioria do público na direção do banheiro e ninguém apareceu para orientar e reconduzi-los a saída correta? Porque ao longo dos anos tantos profissionais de som, de iluminação, de acústica, artistas, militares, bombeiros e autoridades públicas, em dias de folga e o público jovem, nunca fizeram denúncia sobre a fragilidade da segurança? Ou será que houve denúncias? Porque o chefe da corporação dos bombeiros insiste em dizer que estava tudo em ordem quanto a segurança interna da boate se nenhum dos itens de segurança funcionou? Como ninguém conseguiu perceber o tamanho da sinalização de tragédia que havia naquele ambiente? Que Deus acolha e assista as almas das inocentes vítimas e ilumine e equilibre o espírito de seus familiares e amigos

Responder

maria do carmo

28 de janeiro de 2013 às 13h07

Ate o momento nao vi o nome do proprietario da boate, apenas nome fantasia, estranho esta se escondendo ou estara sendo acobertado pelas redes de noticia GLOBO. A casa noturna era para quantas pessoas? QUAL ERA A METRAGEM REAL DA BOITE? Quantas pessoas se encontravam no local? O pe direito era de quantos metros? O nome do proprietario nao aparece e muito menos o mesmo estranho… O que esta sendo escondido?

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Bernardino

28 de janeiro de 2013 às 12h13

infelizmente o resultado de um misto de incompetência, irresponsabilidade, prevaricação e indiferença das pessoas.. um idiota tem a ideia de acender a porcaria de um fogo de artifício dentro de uma boate – sem um planejamento técnico, como ficou óbvio – debaixo de um teto altamente inflamável (que poderia pegar fogo POSITIVO e bem colocado JOSE RUIZ e mais PROPINAS,alvaras fabricados pemissividades das autoridades todas tipica da Cultura Portuguesa,corrupta e covarde anos e anos de tolerancia com o erro.POVO e autoridades sao culpados,pois o brasileiro so ve a desgraça do vizinho e acha que nunca chegara a ele.vivemos uma democracia VAGABUNDA com muitos direitos e poucos DEVERES,leis corruptas e judiciario com bandidos togados e por ai vai.Aqui se confundem Democracia com TOLERANCIA e Perdao,tipica da cultura portuguesa temperada com CATOLICISMO.
Nao é a toa que o Brasil é um dos paises mais corruptos do PLANETA e `Portugal a Lixeira da EUROPA. Está EXplicado!!Só um DOPADO não PERCEBE

Responder

    Daniel

    28 de janeiro de 2013 às 13h57

    Devo concordar que vivemos em uma democracia vagabunda mesmo… E digo isso porquê em qualquer situação é necessário equilíbrio entre os seus direitos e deveres, se você só têm direitos e nenhum dever é sinal de que fatalmente os seus direitos estão “pisando” nos direitos de outros.

    E para turminha que para variar têm terríveis dificuldades de interpretar o que lê, não estou dizendo portanto que só deveríamos ter deveres. O que precisamos é EQUILÍBRIO, um meio termo aonde cada um tenha os seus direitos e deveres bem claros e aonde estes direitos e deveres não se sobreponham aos direitos e deveres dos outros.

    Um exemplo brutal e direto: Bandido têm várias regalias previstas no código penal e poucos deveres. Aonde estavam os direitos das vítimas dele? Ou as vítimas dele só tinham o “dever de entregar tudo e torcer para não morrer de graça”?

    Precisamos repensar essa nossa democracia, não dá de ser democrático quando alguns têm direitos demais e outros só parecem ter deveres.

Gerson Carneiro

28 de janeiro de 2013 às 11h40

Rede Globo mais uma vez tripudia sobre a tragédia de Santa Maria. Já havia pedido para quem presenciou a tragédia mandar fotos e também pediu para escreverem lápides virtuais no site de “pé na cova”.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/01/28/a-charge-do-chico-caruso-484094.asp

Responder

    Scan

    28 de janeiro de 2013 às 13h24

    Caruso e Noblat: tudo a ver…

FrancoAtirador

28 de janeiro de 2013 às 11h36

.
.
O deve ter de “empresários do ramo de espetáculos”

abrindo portas e janelas, em boates, Brasil afora…

E outra: Vai faltar extintor de incêndio no “mercado”…
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    28 de janeiro de 2013 às 11h41

    .
    .
    Mais uma: Vai faltar gesso para recobrir tetos inflamáveis…
    .
    .

    FrancoAtirador

    28 de janeiro de 2013 às 11h47

    .
    .
    Os “empresários do ramo de espetáculos” que se preparem:

    De agora até o final do mês que vem, a fiscalização municipal

    vai ser rigorosíssima, como nunca visto em qualquer Município.
    .
    .

    Smilinguido

    28 de janeiro de 2013 às 12h23

    “esses humanos acreditam em cada coisa”…vampiro-chefe no ótimo
    “30 dias de noite” ao quebrar o pescoço do seu cupincha humano que cobrava recompensa por serviços prestados..

Gerson Carneiro

28 de janeiro de 2013 às 11h26

Charge de mau gosto sobre a tragédia em Santa Maria, de autoria de Chico Caruso, publicada na seção “Humor” no blogue do Ricardo Noblat.

São esses aí os que “são sempre do contra” que a Dilma falou.

Responder

    Gerson Carneiro

    28 de janeiro de 2013 às 11h47

    “Vamos viver um tempo ainda melhor, quando todos os brasileiros, sem exceção, trabalharem para unir e construir. Jamais para desunir ou destruir. Porque somente construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos nossos interesses políticos ou pessoais.”

    Dilma Rousseff – 23/01/2013

Jose Mario HRP

28 de janeiro de 2013 às 10h56

O Desrespeito normal da PIG, até numa tragédia imensa como essa!

Responder

    Jose Mario HRP

    28 de janeiro de 2013 às 10h57

    Do “Esquerdopata”.

Mardones Ferreira

28 de janeiro de 2013 às 08h24

Muito bem, Francisco. Apoiado.

Responder

monge scéptico

28 de janeiro de 2013 às 07h57

Tragédia foi, é , será sempre lembrada como tal. Daí a tecer teorias sobre a
inação do poder público, é ir longe demais.
Se o poder público cerceia por não cumprimento de exigências, ao “empresário”,
a mídia, seria a primeira a levantar questôes sobre excessos do poder público.
Tratar do assunto como técnico enão político, é a via mais sensata e, fazer com
que o plano de arquitetura desses lugares, sejam estudados antes da obra e fis-
calizados durante, para que se cumpra as exigẽncias das autoridades de seguran-
-ça.
Essas “casas” de shows devem ter em exposição, uma planta na entrada, para que o usuário visualize os pontos de escape. Solidarizo-me com o povo do R G S.

Responder

Geraldo

28 de janeiro de 2013 às 06h46

O que dizer de nossas instituições?
Todo vez que tem uma tragédia de grandes proporções o comandante dos bombeiros vem a publico e diz que o estabelecimento não tem alvara de funcionamento ou esta com o alvara vencido, como se o alvara de funcionamento fosse impedir a tragédia acontecida ou retirasse a responsabilidade dos bombeiros e passasse para os donos do estabelecimento, ledo engano, tragédia é tragédia com ou sem alvará!!!!
Todas as vezes que se faz uma pesquisa sobre credibilidade de instituições os bombeiros vem em primeiro lugar, se os nossos incompetentes bombeiros é o melhor de nossas instituiçõesa imaginem o resto. Quando digo incompetente não estou me referindo ao combate a incendio ou a socorro a vitimas de acidentes estou me referindo a sua obrigação de fiscalização para previnir tragédias a cada dia mais constantes mundo a fora. e isso basta.

Responder

    J Fernando

    28 de janeiro de 2013 às 12h06

    De acordo, Geraldo.
    O destaque que dão ao alvará vencido é de uma inutilidade sem tamanho. Normalmente o alvará é licença de localização e o que importa mesmo, no caso de tragédias com fogo, é o Alvará de Vistoria dos Bombeiros, para prevenção de incêndios.

    Lembrando que os bombeiros são eficientes no seu trabalho de salvar vidas.
    O problema é a fiscalização contra incêndios.

Francisco

28 de janeiro de 2013 às 02h39

O brasileiro precisa enfiar na cabeça que ele não é hospede do Brasil, ele é dono.

E dono, manda.

Pode parecer duro dizer isso nesse momento, mas muitas pessoas frequentavam aquele ambiente nas semanas e meses anteriores.

Porque ninguém denunciou?

Nas rodas de conversa ao longo desta semana, se ouvirá dezenas de vezes a frase: “Bem que eu achava aquele lugar meio improvisado, ou sem saída, ou…”.

A frase seguinte na conversa: “Não denunciei nada para não ser o ‘chato’…”.

As festas são contratadas (de casamento, de faculaddes, bailes, etc.) por pessoas que não lembram de questionar a segurança.

Essas pessoas somos nós.

Nós não denunciamos o vizinho sistematicamente barulhento, não denunciamos a boca de fumo no seu começo, não denunciamos o prefeito larápio, não denunciamos o vereador safado (quase sempre o responsável por essas tragédias “municipais”), não denunciamos as cracolândias nas suas primeiras semanas…

Nós nos comportamos no Brasil como hóspedes, reclamamos, nos “indignamos” intramuros: nas filas, nos bares. Serve de quê?

Ninguém pega um telefone para denunciar:

“Alô, bombeiros? Ontem estive num lugar que a porta de emergência é trancada com cadeado, não vi um extintor por perto, não sou entendedor do assunto mas aquilo lá é um perigo…”.

Quando se é hospede, não se reclama se o banheiro esta limpo ou não.

Quando se é dono, ou se limpa pessoalmente ou se manda (ordena!) limpar.

Este país não é emprestado, é nosso.

Quanto a prejudicar ou não o negociante, o “rapaz que só quer trabalhar”, se estiver tudo em ordem, ele não será prejudicado, com certeza.

Se algo estiver fora do adequado, você pode estar salvando uma vida, talvez a sua.

Nós não somos hospédes do Brasil, somos donos.

E dono manda.

PS. Precisamos superar essa fase da adolescencia civilizatória em que quem quer tudo “certinho” é o “chato”, o “careta”. Só vamos mudar de degrau quando chamarmos a nós (nós, o povo) a responsabilidade de dono.

Responder

    Denilson Nunes Rodrigues

    28 de janeiro de 2013 às 07h39

    Excelente comentário!!!

    É isso mesmo se a maioria da população adquirir essa postura exigente e fiscalizatória mudaremos de patamar enquanto pais.

    Obrigado

    Denilson Nunes Rodrigues

    sergio m pinto

    28 de janeiro de 2013 às 09h40

    Falou tudo. Precisamos nos portar como donos, ao invés de hospedes.
    A questão é: como fazer essa mudança? quem deve encabeçar esse movimento?
    Isso é uma responsabilidade de governos ou da mídia? como enfrentar quem está ganhando com essa situação?

    lord jim

    28 de janeiro de 2013 às 10h49

    pq não pensamos nisso antes???? é tão simples…

    Rafael

    28 de janeiro de 2013 às 11h56

    Excelente enfoque. Os frequentadores contumazes nada fizeram, afinal, “não dá nada”.

    Daniel

    28 de janeiro de 2013 às 14h05

    Assino embaixo. Nenhuma organização, cidade, estado ou país consegue ir para frente na base da “malandragem” e do “jeitinho”, cedo ou tarde tudo desmorona. Temos que enterrar – e para sempre – a maldita figura do “malandro brasileiro” e passarmos a agir como pessoas sérias se pretendemos um país sério ao invés de uma república bananeira.


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