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O PIB cresceu, mas a hecatombe é questão de tempo


30/08/2013 - 18h27

sugerido pela MC a partir de manchetes da Folha, Estadão, UOL e G1

Adendo imediatamente  acima, de O Globo, oferecido pelo Gerson Carneiro.

Leia também:

Dr. Rosinha: O terrorismo econômico dos pró-juros altos

O bombardeio sustentado das manchetes econômicas

Sicsú: “Se você quer ver um Brasil em crise, leia os grandes jornais”

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32 comentários

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maria do carmo

01 de setembro de 2013 às 17h22

A oposicao torce quanto pior melhor, nada do que acontece de bom e visto estao sempre procurando pelo em ovo, e doentio, culminando agora com o Mais Medicos, o discurso do Roberto Requiao em abril de 2013, Requiao critica declaracoes de FHC na imprensa seletiva, retrata bem distocem tudo, da asco torcem contra o Brasil, vou chover no molhado para nao falar pior, falta patriotismo podem ser de outro partido, mas reconhecam os meritos dos bons projetos e uma oposicao esquizofrenica , o povo nao e tolo, negativos, infelizes e insuportaveis nao tem projetos so criticas absurdas. O brasil o pais em melhor situacao no mundo passou ilesa na maior crise do mundo, sendo que os demais paises Estados Unidos e Europa ainda estao em crise, estamos evoluindo chega de pessimismo e inveja admitam.

Responder

ricardo silveira

01 de setembro de 2013 às 16h09

Tem um ditado otimista que diz que “depois da tempestade vem a bonança”. Mas os que perdem com tempo bom para a esmagadora maioria dos brasileiros apressam-se em dizer que depois da bonança vem tempestade. Faz mais ou menos dez anos que é assim.

Responder

Fátima

31 de agosto de 2013 às 21h47

É incrível como torcem para que a economia brasileira vá para o buraco, não se importando com o mal que isso faria ao país e a nós, brasileiros, desde que seja prejudicial ao governo do PT. Felizmente, os urubólogos da Globo/Veja/Folha/Estadão estão completamente descolados da realidade. Daqui a pouco vão começar a ter alucinações…..

Responder

"Devolvemos à Globo o lixo que ela joga no povo brasileiro" - Viomundo - O que você não vê na mídia

31 de agosto de 2013 às 17h24

[…] O PIB cresceu, mas a hecatombe é questão de tempo […]

Responder

Antonio de Freitas

31 de agosto de 2013 às 16h04

Para o PIG, depois de uma boa notícia sempre vem uma notícia ruim.

Responder

augusto2

31 de agosto de 2013 às 15h15

As grandes economias do mundo hoje ou patinam, ou regridem e precisam todas de extensos & intensos estimulos.
Nos, apesar do cambio fora do lugar e da selic estupida, temos a dna teimosa economista mineirucha e um mercado interno construido pelo PT. ainda bem
Se estivessemos nas mãos de tucanos nem quero pensar.

Responder

Rodolfo Machado

31 de agosto de 2013 às 15h03

Existem criticas à esquerda ao modelo econômico PTucano implantado por Lula/Dilma Henrique Cardoso, posto aqui um texto de Adriano Benayon, e, antes que me critiquem, o próprio Azenha já postou vários textos dele aqui no Blog, mas depois da onda de protestos recentes os blogs ditos progressistas resolveram amansar nas criticas ao PT.

Textos anteriores de Adriano Benayon publicados pelo Azenha:

https://www.viomundo.com.br/denuncias/adriano-benayon-desde-88-brasil-gastou-10-tri-com-a-divida.html

https://www.viomundo.com.br/denuncias/adriano-benayon-o-modelo-infra-colonial-petucano.html

https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/adriano-benayon-em-vez-de-disputar-migalhas-revogar-a-lei-kandir.html

O texto abaixo se encontra em dois sites verdadeiramente progressistas, o “Redecastorphoto” e o “Diário Liberdade”

http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2013/08/mais-uma-crise.html

http://www.diarioliberdade.org/opiniom/opiniom-propia/41298-mais-uma-crise.html

Mais uma crise

[*] Adriano Benayon – 28.08.2013

01. Transcorreu agora o 59º aniversário do modelo dependente, implantado a partir de 24 agosto de 1954, data da deposição do presidente Getúlio Vargas.

02. O atual quadro da economia brasileira deixa clara a iminência de mais uma devastadora crise externa, tão ou mais profunda que as anteriores, como a que levou à moratória submissa em setembro de 1982 (cessaram os pagamentos por falta de divisas), e a do final de 1998 com o mesmo problema.

03. É o déficit (saldo negativo) com o exterior nas transações correntes (mercadorias, serviços e rendas) que faz explodir a dívida externa e suscitar a incapacidade de fazer face ao serviço dela sem sofrer a intervenção dos bancos estrangeiros e de seus colaboradores, como o FMI e o Banco Mundial.

04. De janeiro a julho de 2013, esse déficit ascendeu a U$ 52,5 bilhões, quantia quase igual à do déficit total de 2012 (US$ 54,2 bilhões). Em 2013, ele já corresponde a 4% do PIB, sendo que no caso do Brasil sequer o PIB é nosso, pois a economia tem sido grandemente desnacionalizada.

05. O déficit cresce demais nos últimos anos. De 2008 a 2012, somou US$ 204,1 bilhões. No atual ritmo, 2013 poderá ultrapassar 50% do total acumulado nesses cinco anos.

06. Os déficits nas transações correntes são causados pela volúpia das empresas transnacionais de transferir lucros às suas matrizes, nas sedes destas e em paraísos fiscais.

07. Os lucros transferidos como lucros, embora imensos, são muito menores que os transferidos disfarçadamente em contas do balanço de serviços e no de mercadorias, através do subfaturamento das exportações e superfaturamento das importações e até mesmo de operações fictícias.

08. A característica do modelo dependente é a progressiva entrega dos patrimônios nacionais às empresas transnacionais. O mercado foi o primeiro desses patrimônios doados, através de incríveis privilégios, ao capital estrangeiro, começando com a liquidação da indústria automobilística nacional e a entrega do mercado às montadoras transnacionais no governo de Juscelino Kubitschek.

09. O senador Vasconcelos Torres (1920/1982) publicou em 1977 o livro “Automóveis de Ouro para um Povo Descalço”. Decerto “ouro” referia-se, não à qualidade dos automóveis, mas ao preço deles.

10. A p. 94 relatava o senador:

“a) No exercício de 1962 foi registrado, no balanço consolidado das onze empresas produtoras de veículos automóveis e caminhões, lucro de 65% em relação ao capital social, constituído por máquinas usadas, e aumentado posteriormente, com incorporações de reservas e reavaliação dos ativos.”

11. De fato, como tenho mencionado, as empresas estrangeiras da indústria automotiva e de outras indústrias – favorecidas por instruções da SUMOC, o banco central à época) – puderam, a partir de janeiro de 1955, importar equipamentos usados, de valor real zero, pois estavam há anos amortizados, e registrá-los, como se fossem investimento em moeda, pelo valor que declarassem.

12. Isso significa que o Brasil lhes deu um privilégio incrível, semelhante ao dos bancos, que ganham dinheiro criando dinheiro do nada, com lançamentos contábeis, ao conceder empréstimos. Além disso, beneficiadas pelo custo real zero do capital e da tecnologia, as transnacionais esmagaram a concorrência de empresas locais.

13. Vasconcelos Torres, op. cit. p. 95, apresenta uma tabela referente aos balanços de 1963, comparativa de preços de venda da fábrica à distribuidora com os preços de venda do distribuidor ao público, abrangendo quatro montadoras, entre elas a Volkswagen, já então a maior produtora no Brasil.

14. O preço nas distribuidoras era mais de três vezes o preço na fábrica, valendo notar que os donos desta são os mesmos daquelas ou, no mínimo, têm participação naquelas.

15. Como se fosse pouco o que as transnacionais ganharam no Brasil nos anos 60, no final desse decênio, elas foram agraciadas com novos e colossais subsídios, através de isenções de IPI e ICM, nas importações de seus bens de capital e insumos, além de créditos fiscais, na proporção das exportações.

16. Até hoje, novos subsídios juntam-se aos antigos e caracterizam o modelo dependente como aquele em que as empresas transnacionais recebem imensos prêmios, doações e dinheiro para explorarem o mercado sem concorrência, com seus carteis e oligopólios.

17. Por enquanto, as reservas no exterior se mantêm em US$ 370 bilhões e acima da posição da divida externa, de US$ 314 bilhões. Mas isso significa desnacionalização galopante, pois decorre do brutal ingresso líquido de investimentos estrangeiros diretos (US$ 62 bilhões de janeiro a julho) e mais US$ 24 bilhões de investimentos estrangeiros em carteira (participações de capital).

18. Além disso, só é possível o balanço de pagamentos com saldos positivos, em vez de com enormes déficits, devido às aplicações estrangeiras em títulos de renda fixa.

19. Elas totalizaram US$ 20 bilhões de janeiro a maio. Dados os sintomas de crise, o Executivo suprimiu, em 04.06.2013, o imposto sobre operações financeiras – IOF sobre essas aplicações, além de aumentar a taxa de juros. Com isso elas atingiram US$ 7,1 bi em junho, mas voltaram a declinar para US$ 3,9 bilhões em julho. De janeiro a julho: US$ 31 bilhões.

20. Apesar de a maior parte das economias estrangeiras praticarem juros reais baixos e até negativos, no Brasil voltou-se a elevar a taxa básica dos títulos públicos: em julho, ela já foi para 8,5% aa, depois de ter baixado em 2012, ficando em 7,25% aa. até abril de 2013.

21. Nada pode justificar as elevações verificadas desde então, a não ser o fato de as autoridades monetárias agirem como serviçais dos bancos e dos aplicadores estrangeiros, ou a dependência de ingressos de capital para fechar as contas externas, devido ao déficit nas transações correntes, causados pelo modelo desnacionalizante.

22. Parece claro, sem excluir a primeira hipótese, que a segunda desempenha influência determinante. Tal como ocorre com os viciados em cocaína e outras drogas, o Brasil, submetido ao modelo dependente, agrava cada vez mais a dependência, recorrendo a doses cada vez maiores de drogas (capital estrangeiro). Para isso, oferece a ele cada vez mais benesses para atraí-lo.

23. A usual desculpa da inflação é mais furada que queijos Emmenthaler e Gruyère, pois, além de ela apresentar-se em queda antes dos aumentos na taxa de juros, estes não levam à redução da alta dos preços.

24. A maligna dependência não se limita a produzir crises externas, como as que contribuíram para pôr de joelhos os submissos governos brasileiros, como em 1982, culminando com os inqualificáveis Collor e FHC a entregar de graça às transnacionais patrimônios públicos inalienáveis, conforme exigiram os governos imperiais, coadjuvados por Banco Mundial e FMI. A política submissa continua sob os governos petistas.

25. Por que os desastres produzidos pela dependência não se limitam a isso? Porque ela faz crescer exponencialmente a dívida pública interna, o que ocorre não só quando o capital estrangeiro aplica em títulos do Tesouro – e este os emite – mas também em função das altas taxas de juros, expediente “justificado” pela “necessidade de atrair aquele capital”.

26. Terminou o espaço, e assim não posso aditar ao que tenho escrito sobre a imperiosidade de se anular o último leilão de petróleo e de cancelar o marcado para outubro, na área do pré-sal. Tenho só de conclamar os compatriotas a participar das ações dos que estão lutando nessa direção. Não só as ações judiciais, mas também as que transcendam as atuais regras legais.

27. E ainda não é desta vez que resumirei a fraude em que os governos entreguistas transformaram o setor de energia elétrica, criando um caótico sistema de preços, “de mercado”, com o intuito de favorecer grandes empresas, principalmente estrangeiras, as quais, enquanto sugam o País, extinguem o seu futuro, acabando com sua infraestrutura.

[*] Adriano Benayon – Consultor em finanças e em biomassa. Doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Bacharel em Direito, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Diplomado no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, Itamaraty. Diplomata de carreira, postos na Holanda, Paraguai, Bulgária, Alemanha, Estados Unidos e México. Delegado do Brasil em reuniões multilaterais nas áreas econômica e tecnológica. Depois, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na área de economia. Professor da Universidade de Brasília (Empresas Multinacionais; Sistema Financeiro Internacional; Estado e Desenvolvimento no Brasil). Autor de Globalização versus Desenvolvimento, 2ª ed. Editora Escrituras, São Paulo.

Responder

    Mário SF Alves

    31 de agosto de 2013 às 17h50

    Uai! E onde andam os intelectuais orgânicos e dirigentes do PiG que não contratam logo este magnífico senhor dos diagnósticos?
    _________________________
    Crítica não contextualizada não é crítica é fofoca.

    J Souza

    31 de agosto de 2013 às 23h05

    O governo Dilma parece uma marionete nas mãos do “mercado”.
    Quem deveria ser chamada de “Fiel” é a militância do PT…

renato

31 de agosto de 2013 às 14h14

Meu Senhor dos Passos Cambaleantes, o mundo vai acabar e só
O Viomundo esta anunciando isto.
Que devo fazer, procuro o Procon….

Responder

José Souza

31 de agosto de 2013 às 13h59

Com esse tipo de abordagem retrograda passo a ter certeza que a m…. tá voltando pro c. da mídia, seca e dura. Bem feito.

Responder

Rafael

31 de agosto de 2013 às 11h14

hehehehe, pior que eu tinha lido algumas manchetes e não tinha entendido.
Só agora “caiu a ficha”, era piada, hehehehe.

Responder

Marat

31 de agosto de 2013 às 09h25

Nosso PIG recebe verba da águia para dar seus voos de galinha!

Responder

Rogerio Dias

31 de agosto de 2013 às 09h16

Vamos brigar pela lei de mídias, por favor, está dificil de aguentar, se os empresários levarem em contas as revistas “especializadas” em economia, nosso pais nunca vai pra frente, de curioso fui pesquisar as estimativas para o pib do segundo trimestre, e eis que acho isso: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/fgv-ja-ve-possibilidade-de-pib-abaixo-de-2-neste-ano , estavam falando em 0.5, meu deus, isso é um erro feio, e agora, eles não se retratam, tiram o estimulo de empresário, agora falam a mesma coisa pro terceiro trimestre, que vai ser fraco, tem que ter sangue de barata pra aguentar.

Responder

Maria Thereza

31 de agosto de 2013 às 09h11

Quem leva esse pessoal a sério? Eles não tem simancol, não? Se fossemos nos guiar por eles, estaríamos todos embaixo da cama, esperando a hecatombe. Como aa popularidade da Dilma deu uma crescida, as pessoas estão mais confiantes, o PIB cresceu, a inadimplência não estourou, entre outros fatores, podemos concluir que ninguém dá bola pra eles. cqd. Só o BC/Copom é que estão como “pontos fora da curva”. Já, já se resolve isso (espero)

Responder

Murdok

31 de agosto de 2013 às 08h46

É. Tem gente que reclama de barriga cheia. Hoje a classe média no Brasil, mora bem, ganha bem, viaja, anda de caminhonete e moto harley Davidson.
hhehehehehehehehehe. Ta bom demais. Vou reclamar do quê?

Responder

RicardãoCarioca

31 de agosto de 2013 às 06h33

Como dizia o Jack Palance: Acredite, se quiser…

Responder

No lcuro

31 de agosto de 2013 às 05h01

FHC destruiu essa economia uns dez vezes, portanato, mesmo que 9 o petismo ainda ganha e até agora não foi nenhum. Além disso, o brasileiro não quer ficar milionário, se conteta com coisa pouca mesmo

Responder

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

31 de agosto de 2013 às 02h15

Para felicidade geral da nação e tristeza geral dos colonistas do PIG,
o Brasil resiste bravamente aos entreguistas e vira-latas da mídia gol
pista.

Responder

lauro c. l. oliveira

31 de agosto de 2013 às 01h23

A mídia está nitidamente torcendo por maus resultados. A economia do Brasil vem desde 2008 apresentado comportamento errático quase que totalmente desconectado das previsões e desejos dos comentaristas midiáticos. As vezes devido a quebras agrícolas, as vezes devido a altas de preços de “comodities”. Mas a trajetória tem sido constante no crescimento. É certo que os vigorosos números do governo Lula não estão se repetindo. Temos que observar que os cenários são completamente diferentes. O Brasil de hoje não é mais aquele que permaneceu estagnado por 20 anos. Somos hoje um pais que compõe a liderança até econômica do mundo. Numa economia de quase pleno emprego fica mais difícil agregar maciços contingentes de novos empregados. No Brasil de hoje estão faltando engenheiros, médicos e tecnólogos que deixaram de se formar nos anos de crise. Existem gargalos de infra estrutura que não receberam atenção oportuna. O caminho para nosso crescimento entretanto está posto. Na velocidade possível estamos evoluindo e não temos motivo para o pessimismo.

Responder

Messias Franca de Macedo

30 de agosto de 2013 às 23h16

(.. Ah! A simpática jornalista Renata Lo Prete também “já entrou de cabeça” na defesa do casuísmo relativo à supressão do voto secreto dos parlamentares!… Ah! Esses(as) jornalistas amigos do barões patrões são uma pilhéria de muitíssimo mau gosto!…)

E VAPT VUPT!

Lá isso é jornalismo, sô?!…

Responder

Gerson Carneiro: Médico com cara de médico - Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de agosto de 2013 às 22h59

[…] O PIB cresceu, mas a hecatombe é questão de tempo […]

Responder

virgulino

30 de agosto de 2013 às 21h09

Ri alto! Essas manchetes cabem realmente na secao de humor

Responder

Abel

30 de agosto de 2013 às 20h56

A grande mídia é prima-irmã da hiena Hardy, aquela do desenho animado que repetia sempre o bordão “oh dia, oh vida, oh azar” :)

Responder

Marat

30 de agosto de 2013 às 20h40

Ha ha ha… minha manchete: “Embora haja casos pontuais de busca pela verdade, o PIG continuará com seus embustes!”

Responder

Gerson Carneiro

30 de agosto de 2013 às 20h33

Jornalixo e Humor andam de mãos dadas.

Responder

Francisco

30 de agosto de 2013 às 19h59

Esse negócio de vôo de galinha já deu.

Tivemos o tempo dos vôos de águia durante o milagre econômico.

Já foi, ainda bem.

Quando foi que a Bélgica teve vôo de Falcão, Condor ou bicho do gênero?

Países de primeiro mundo têm linhas constantes e/ou ligeiramente flutuantes.

É nóis. Viva!

Responder

Geraldo

30 de agosto de 2013 às 19h57

Isso para mim é reflexo de desespero dos donos da mídia.

Responder

Gerson Carneiro

30 de agosto de 2013 às 19h51

E você ainda leva totalmente de grátis mais essa aqui:

“Com emprego em alta, jovens atrasam mais os estudos”

http://oglobo.globo.com/educacao/com-emprego-em-alta-jovens-atrasam-mais-os-estudos-9693115

Responder

Mineirim

30 de agosto de 2013 às 19h20

Como gostam de uma adversativa… o estoque é inesgotável!

Responder

Rafael

30 de agosto de 2013 às 18h48

Nossa que esforço para tentar anter a impressão de que o Brasil está mal.

Responder

NãoSoudeEsquerda

30 de agosto de 2013 às 18h41

A Agência Brasil vai na mesma linha. Ridículo. Vive a rebote da velha mídia.

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