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Morvan Bliasby: TSE, adote o voto com papelzinho!


30/10/2014 - 23h36

urna-eletronica-460

Da Redação

Estamos na rabeira da evolução eleitoral.

Exceto o Brasil, todos os países que adotam urnas eletrônicas permitem conferir o voto — escaneado ou impresso —  caso haja dúvida em relação à consistência dos resultados.  É o famoso papelzinho. Um mecanismo de segurança extra já adotado por todos os países que têm votação eletrônica,  exceto o Brasil.

Pois o pedagogo Morvan Bliasby criou na internet uma petição destinada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo a adoção do papelzinho.

A petição já tem mais de 17 mil apoiadores. Assine-a também!

Segue abaixo a petição

Tribunal Superior Eleitoral, Adote o Paper Track (Papelzinho), Urgente!

O “Paper Track” ou papelzinho de votação eletrônica confere ao processo de votação em urna eletrônica, no Brasil, recurso de comprovação física de votação, de modo a conferir mais segurança na fase de totalização dos votos.

O recurso de prova física já é utilizado em todos os países que se valem da votação eletrônica, como México e Índia, exceto, ainda, no Brasil, malgrado os nossos pioneirismo e protagonismo em termos de utilização de recursos eletrônicos.

O custo para sua implantação é mínimo, se comparado com outras estratégias de verificação e de seguridade e permite, em última instância, aferir e desobnubilar a fidedignidade e a auditabilidade dos resultados.

Acreditamos que o TSE seja, a exemplo de todos nós, profundamente compromissado com a lisura e a transparência do processo eleitoral brasileiro e queira, idem, de maneira ascendente, o aperfeiçoamento de o processo de escrutínio e de proclamação de eleitos da república brasileira.

Por isso que vimos requerer desta Excelsa Corte a implantação deste essencial recurso, de modo a já valer nas próximas eleições.

Para assinar, clique aqui.

Leia também:

Gustavo Castañon: Fraude eleitoral ou na pesquisa de boca de urna?

Sistema de votação sob suspeita. TSE não responde perguntas sobre fraude





25 comentários

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Morvan

08 de dezembro de 2014 às 10h04

Bom dia.

Carissimi Del VOM:

Acabamos de encerrar, relembrando termos tido apoio dos blogues alternativos, das redes sociais, e de termos tido, também, retorno da Ouvidoria do TRE-Ce, mas também pelo número de assinantes (mais de setenta mil). Com muita satisfação, comunico a [email protected] a nossa Encerramento do Abaixo-Assinado Pela Implantação do “Paper Track”. Vitória!. Meu muito obrigado ao VOM, aos endossantes da nossa pugna e tenham a certeza de que só começamos a lutar. Teremos, cedo ou tarde, o “Papelzinho” em urna separada, protegida, ajudando a cotejar e a garantir eleições transparentes e auditáveis. Valeu demais.

Saudações “{♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥} Dilma, Inclusões Social e Política. Sem Educação Política, o egresso social se volta contra o seu promotor. Reformas Constituinte Exclusiva e do Judiciário, Já.“,
Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

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Morvan

03 de novembro de 2014 às 21h20

Boa noite.

Disse, pela manhã, que iria declarar vitória hoje à noite, ao chegar em casa, mas não o fiz, pois minha meta de 45.000 votos de apoio fora ultrapassada e já estava bem próximo dos 50K. Então, aguardo até amanhã e proclamo vitória e dou retorno a todos daqui do sítio e de outros locais “sujos”.
Obrigado.

Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

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Morvan

03 de novembro de 2014 às 01h04

Boa noite.

Obrigado a todos os comentaristas, e, claro, à Moderação do Sítio, pelo espaço concedido. O episódio racambolesco do PSDB, solicitando (nada sério; eles sabem que as urnas brasileiras não permitem como está, ora, tal demanda) a recontagem da eleição presidencial, acaba por reforçar a nossa pugna. O Brasil é o único país a adotar votação em sistema virtual sem a contraprova física, inviabilizando até mesmo a recontagem! Absurdo. Absurdo idem o sistema conter um software que pode alterar a totalização sem deixar qualquer rastro (o infame “Inserator”). Hoje devo estar declarando vitorioso o Movimento, via Change Ponto Org, e virei aqui, prestar contas com vocês todos. Vamos aperfeiçoar o sistema eletrônico brasileiro, já.

Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

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Narr

01 de novembro de 2014 às 19h32

Diante desses fatos, PT e PSDB podem apoiar a anulação da recente eleição e a convocação de uma nova eleição presidencial, desta vez com papelzinho.

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    Morvan

    03 de novembro de 2014 às 12h40

    Bom dia.
    Narr, o PSDB não está preocupado com o resultado nas urnas, acredite. A preocupação da direita é criar uma cortina de fumaça permanente, que sufoque Dilma e a impeça de governar. O resultado da eleição jamais foi contestado pela direita. Eles sabem, inclusive, que as urnas eletrônicas não permitem o processo reverso, ou seja, rastreamento de intenção de voto (caso único no mundo, até onde eu sei). Auditabilidade e rastreamento de intenção de votos, para fim de cotejamento, é necessário e inadiável.

    Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

Morvan

01 de novembro de 2014 às 00h21

Boa noite.

Informo, com prazer, que ultrapassamos as 30000 assinaturas.

Lembre-se de que este é um movimento suprapartidário, ou seja, todos lutamos pelo aperfeiçoamento do processo eleitoral brasileiro. E, se vos perguntarem se o comprovante físico fica com o votante, informem, por favor, que não. Ele fica em urna, ao lado da impressora e da urna eletrônica, e só é acessível para a Autoridade Eleitoral. Vamos à luta. Por eleições mais seguras.

Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

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FrancoAtirador

31 de outubro de 2014 às 22h59

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Os argumentos contrários ao Requerimento do Morvan Bliasby são falaciosos.

Fraude pode ocorrer em qualquer caso, em qualquer lugar, a qualquer tempo,

pois potencialmente todo ser humano está sujeito a práticas desonestas.

É precisamente por isso que existem as Leis Humanas em todos os Países.

Aliás, até Jeová teve de decretar no Sinai, no Egito, os 10 Mandamentos

para regulamentar a Religião Judaica, depois adotada pelo Cristianismo.

É também pelo fato de que, em se tratando de Negócios, ninguém é santo,

que estamos propondo o Novo Marco Regulatório Econômico da Mídia-Empresa,

contra a resistência dos autoproclamados deuses infalíveis das redações.
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O voto impresso pela e-Urna impede a substituição de programa do TSE,

detectando eventual redirecionamento do voto para outro candidato.

A impressão dá lisura, segurança e legitimidade às Eleições no Brasil,

por sinal, único país do mundo que não adota o Sistema de Combinação

do Registro Eletrônico com o meio impresso em papel, para conferência.

Além do mais, da forma como está implementado pela Justiça Eleitoral,

é impossível proceder à recontagem dos votos, mesmo que parcialmente.
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Responder

    Morvan

    03 de novembro de 2014 às 01h06

    Boa noite.
    Obrigado, FrancoAtirador.
    Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

    FrancoAtirador

    05 de novembro de 2014 às 09h27

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    Ô, meu Camarada.

    Sou eu quem agradece a destemida e producente iniciativa.

    Você, prezado Morvan Bliasby, é verdadeiramente um Militante.
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FrancoAtirador

31 de outubro de 2014 às 22h03

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Ao contrário do que repercutiu a Mídia Bandida aqui no Brasil,

a imprensa italiana revelou os 3 principais argumentos

da Defesa de Henrique Pizzolato acatados pela Justiça da Itália

para indeferir o pedido de Extradição formulado pelo MPF/PGR:

1) Violação do Duplo Grau de Jurisdição,
considerando que o Julgamento em Instância Única,
mesmo Colegiada, impôs ao réu uma Decisão Irrecorrível.

2) Cerceamento de Defesa, pelo fato de que o Ministro-Relator JB
na Ação Penal STF 470 não deferiu ao acusado livre acesso às provas
ocultadas em Inquérito Paralelo (2474), de mesma Relatoria no Supremo,
que seriam fundamentais para a formação de convencimento da inocência
de Pizzolato pelos demais ministros do Supremo Tribunal Federal.

3) Ausência das Garantias Universais de Respeito aos Direitos Humanos
no tratamento dos presidiários nas penitenciárias do país de origem.

(http://www.ocafezinho.com/2014/10/30/justica-italiana-soltou-pizzolato-por-erros-do-stf)
(http://www.ilfattoquotidiano.it/2014/10/29/henrique-pizzolato-allestradizione-in-brasile-per-banchiere-condannato/1177522)
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Responder

Luana

31 de outubro de 2014 às 18h44

Inocente, sabe de nada.

Até parece que não vão fraudar o “papelzinho”.

Vão pegar os desinformados, tomarem o papelzinho deles e fazer outro no lugar com o nome que quiserem.

Não tem jeito, tem que ser assim mesmo, do jeito que é.
Quando alguém quer fraudar uma eleição não tem quem segure.

Responder

Carlos Elísio

31 de outubro de 2014 às 17h10

Depositando ou não nas urnas, o “papelzinho” serviria apenas para aqueles que, pelo medo ou pelas dentaduras, induzem o voto os eleitores menos afortunados ou, simplesmente, sitiados por traficantes ou milícias. Até em “igrejas” este comprovante, ou foto dele se depositado na urna fosse, seria exigido como prova de votação naquele candidato que lhe fora imposto.

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Fabio Silva

31 de outubro de 2014 às 12h55

Sinto muito, mas para mim isso é viagem total. Primeiro, o fato das pessoas levarem o comprovante para casa não garante que isso sirva para aferições posteriores. As pessoas perdem papeizinhos, sabia? Em segundo lugar, o cara acha, de verdade, que o fato de sair um nome impresso é prova cabal de que o nome registrado na memória da urna foi o mesmo? Fora que o fato de que haver um nome registrado na memória da urna não é garantia de que ele seja devidamente computado na totalização. Assim, ou abre-se o sistema para auditorias independentes ao fim de toda eleição, acompanhadas por representantes da sociedade civil e dos partidos, ou volta de uma vez o uso de cédula e esferográfica.

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    Edson

    31 de outubro de 2014 às 16h14

    O “comprovante” do voto não seria levado para casa, seria depositado em uma urna de lona, um “saco de votos” e poderia ser feita um contagem de votos para verificação mais tarde. O Brasil é o único país de OTÁRIOS que acreditam que as urnas são “invioláveis”, como dizem os comerciais que o TSE veicula na TV, pagando milhões para as emissoras transmitirem essa mentira.

    Morvan

    31 de outubro de 2014 às 19h44

    Boa noite.
    Obrigado pela explicação, Edson.

    Francisco

    31 de outubro de 2014 às 20h30

    O comprovante não vai para casa, vai para uma urna, normalmente transparente. Ela é lacrada e levada junto com a urna eletrônica para o TSE, para eventual recontagem.

    O eleitor apenas confere se o voto que deu eletrônicamente está também no comprovante.

    Então qual a vantagem do voto ser TAMBÉM eletrônico? Velocidade da apuração e… contraprova.

    Fabio Nogueira

    01 de novembro de 2014 às 22h19

    Entendi. Parece mesmo mais seguro desse jeito. Agora é só dar uma ideia do quanto o TSE vai gastar numa licitacao para uma empresa gerenciar esse acrescimo de segurança, só para dar uma animada neles, senao não vão topar.

Morvan

31 de outubro de 2014 às 12h52

Bom dia.
“… permitem ao eleitor ficar com a prova do seu voto – escaneado ou impresso. É o famoso papelzinho, que permite conferir o voto.”.

O sistema por nós proposto não permite ao eleitor ou a outrem reter o “paper track”. Este fica em urna securíssima, só a autoridade máxima eleitoral e o representante do partido demandante, fundamentando tal inquirição têm acesso, neste caso.
Aproveito para agradecer ao VOM o apoio e dar um grande abraço a [email protected] @s [email protected] do sítio.
Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

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Leo V

31 de outubro de 2014 às 10h48

O problema do eleitor ficar com o papelzinho é o voto de cabresto.

Creio que deveria sair papelzinho para ser depositado numa urna.

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Yule Cristina

31 de outubro de 2014 às 09h02

Creio que o povo brasileiro deve exigir do TSE esse comprovante, como acreditar em uma instituição que nega ao eleitor a conferência de seu voto? Esse comprovante depois de conferido pelo eleitor deverá ser colocando em uma urna física, convencional, que deverá ficar à vista dos mesários.

Responder

FrancoAtirador

31 de outubro de 2014 às 08h34

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Grande [ex-]Camarada Bliasby!

Agora um ‘NeoLibelê’ que entrou

para as fileiras dos Homens Bons

do Exército da Salvação Nacional

do Professor Hariovaldo Almeida Prado.

Um Saudoso e Forte Abraço!
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(http://abre.ai/morvan_bliasby)
(http://www.hariovaldo.com.br/site/author/morvan)
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Responder

    Morvan

    31 de outubro de 2014 às 12h56

    Bom dia; aqui no Ceará ainda o é (horário novo só para Sul e Sudeste).
    Ex-companheiro, nada, amigo. jamais seremos ex-companheiros. Sempre estaremos na luta. Eu, você, Azenha, Conceição, Tio Hari, Siloé, etc.
    Abraço a todos.

    FrancoAtirador

    31 de outubro de 2014 às 14h38

    .
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    Meu Caríssimo [siempre] Camarada Morvan.

    Enorme prazer em revê-lo aqui.

    Brilhante iniciativa, Companheiro.

    Assino embaixo. Estamos juntos na Luta.

    Um grande Abraço a você,

    extensivo ao Bom Povo Cearense.

    Parabéns pela Dobradinha Histórica!

    Apareça, sempre!
    .
    .

Alberto Menezes

31 de outubro de 2014 às 08h00

Eu acho estranho o psdb, ganhar aqui em São Paulo. Com dez pessoas qeu pergunto em quem votou? Nenhuma, votou no alkimin é de se estranhar.

Responder

    flavio

    31 de outubro de 2014 às 15h32

    Alberto, ninguem assume que votou em Alkimim por vergonha.
    vergonha por não ter água, e por estar sem tomar banho!!!


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