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Ministério da Saúde:”Lástima e retrocesso para o jornalismo brasileiro”


09/05/2010 - 22h34

MINISTÉRIO DA SAÚDE
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

08/05/2010

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à edição desta sexta-feira (7 de maio) do Boletim “Mais Brasília”, com Alexandre Garcia (07/05), o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde contesta e esclarece as seguintes informações:

1. A infecção pelo HIV não restringe os direitos sexuais nem os direitos reprodutivos dos cidadãos. Como o próprio Alexandre Garcia afirmou na sua coluna, “a saúde é direito de todos e dever do Estado”. Não permitir que pessoas que tem HIV/aids tenham filhos é tirar delas o direito à cidadania. Negar isso é violar os direitos humanos fundamentais.

2. É a segunda vez que o jornalista discrimina as pessoas que vivem com HIV/aids em suas declarações. Uma lástima e um retrocesso para o jornalismo brasileiro. A primeira vez pressupõe desinformação, a segunda é uma clara demonstração de preconceito. Com o avanço da terapia antirretroviral no Brasil, há comprovado aumento da sobrevida e melhora significativa na qualidade de vida dos soropositivos. O diagnóstico não é mais uma sentença de morte. Pelo contrário, essas pessoas hoje fazem planos, querem casar e constituir família.

3. A afirmação de que o Ministério da Saúde está estimulando pessoas com HIV a engravidarem é equivocada. A decisão de constituir família é pessoal. No caso das pessoas que vivem com HIV, o Ministério da Saúde deve fornecer informações que possibilitem ao profissional de saúde orientar cada pessoa que deseje ter filhos com as informações mais precisas – sempre embasadas na melhor evidência científica disponível. Países como a Itália e a Inglaterra publicaram, recentemente, recomendações semelhantes. Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) precisam saber sobre os métodos e riscos envolvidos nessa decisão, pois eles possuem esse direito – se assim desejarem – e já o fazem. Não cabe ao governo interferir no desejo da mulher de ter ou não filhos, mas sim permitir que essas mulheres que querem ser mães tenham seus filhos nas condições mais seguras para elas, para seus parceiros e para seus futuros bebês. Isso não é uma novidade. Em 2008, por exemplo, 3 mil mulheres sabidamente soropositivas engravidaram, comprovando essa realidade. O que se percebe na fala do jornalista é um preconceito descabido e uma desinformação que não condiz com o veículo sério do qual ele é porta-voz.

4. Desde meados da década de 1990, seguindo padrões internacionalmente estabelecidos, o Ministério da Saúde dispõe de um conjunto de diretrizes para prevenção da transmissão vertical do HIV. Essas medidas buscam a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos de brasileiros e brasileiras. Estudos nacionais e internacionais comprovam que, quando todas as medidas preventivas são tomadas – uso de medicação antirretroviral durante pré-natal e parto, inibição da lactação e tratamento do bebê por seis semanas – a chance de transmissão do HIV da mãe para o bebê é reduzida para menos de 1%. Ao afirmar que a iniciativa “é uma maluquice”, o jornalista demonstra desconhecer os avanços científicos que reduzem a possibilidade de transmissão do HIV para o filho. O comentarista também deveria saber que o simples fato de “respingar sangue” de uma mulher infectada pelo HIV, durante o parto, não é suficiente para que ocorra transmissão do vírus. O controle da infecção em ambientes hospitalares pressupõe rotinas com precauções universais, não só em relação ao HIV, mas também no que se refere a outras doenças. Além disso, vários artigos científicos sobre o assunto foram publicados recentemente, mostrando a correlação entre transmissibilidade do HIV quando a carga viral é indetectável no sangue, no esperma e nos fluidos vaginais. Tais estudos tornam mais claros os riscos, dependendo da situação clínica de cada indivíduo.

5. Reduzir o número de crianças infectadas pela transmissão vertical, como vem acontecendo no Brasil, tem sido um avanço. O Ministério da Saúde conta com o apoio da emissora para dar à população a informação correta, sem preconceitos, de forma inclusiva, permitindo que essas pessoas exerçam a sua cidadania. Uma declaração discriminatória, como feita pela jornalista Alexandre Garcia, traz um enorme prejuízo para as pessoas que vivem com HIV/aids.

Atenciosamente,

Mariângela Simão
Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde

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49 comentários

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Cleanto

11 de maio de 2010 às 13h30

O Borys pediu desculpas, meio frajutas, mas pediu. Quero ver agora o Garcia, porque ninguém suportou essa.

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beattrice

11 de maio de 2010 às 02h25

Azenh,
o alexandre "nu artítstico" garcia vem a ser um dos piores representantes do pior pseudo-jornalismo que se pratica neste país. Há décadas.

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Antonio

10 de maio de 2010 às 23h19

Prezado Azenha. Não há possibilidade de encaminhar a gravaçao deste pretenso jornalista com a resposta anexa do Ministério da Saúde ao departamento Jurídico de entidades civis? Entidades de pessoas portadoras de DST/AIDS ou parentes ou órgãos como OAB, Conselho Federal de Medicina, Conseho Federal de Enfermagem, Conselho Federal de Fisioterapia , Ministério Público Federal etc caso recebessem tal material poderiam abrir ação judicial contra este pseudojornalista e congêneres como Eliane Catanhêde? O que estas criaturas fazem ao externar suas opiniões/preconceitos não beira ao delito/crime, contemplado no Código Penal? Eles contrariam pesquisas científicas, pareceres de infectologistas , e por aí vai…Não se tipifica aqui o crime de dano moral? Os garis irão até o STF para exigir punibilidade ao Sr. Boris Casoy. Eles deseducam o nosso povo. Caso se mexa no bolso destes indivíduos, ao responder ação penal, calar-se-iam? Ou seja minha dúvida é o que fazer no aspecto pragmático/jurídico? Resposta a longo prazo podemos conseguir , por exemplo nas eleições que se avizinham .

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sergio

10 de maio de 2010 às 23h17

Acho que a vacina deixou o "jornalista" mais abobado do que é normalmente. Sugiro um processo de reparação pela besteira. O povinho global.

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Eduardo Lima

11 de maio de 2010 às 01h05

O que esperar de um cara que escreveu o livro: "João presidente" ? No qual babava nas 5 estrelas do general João Figueiredo. Não sabiam? olhem o link:http://www.traca.com.br/livro/407227/
Aproveitem tá baratinho!

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Francisco Nogueira

11 de maio de 2010 às 01h03

Toma, Garcia!

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Cecéu

10 de maio de 2010 às 21h57

É incrível. Esse camarada pensa que todo mundo é da classe média. Uma aidética em estado completo de fragilidade social, ele a acusa de engravidar apenas porque é uma maluca.

Responder

    Conceição Lemes

    11 de maio de 2010 às 00h49

    Cecéu, a palavra "aidética" há um bom tempo foi abandonada. Ela é estigmatizante, aumenta a discriminação. Utilize pessoa portadora de aids ou doente de aids. Até porque muitas delas são apenas portadoras do HIV; ainda não desenvolveram a doença. Vc só diz que a pessoa tem aids quando começa a desenvolver as infecções oportunistas. Até lá, ela é portadora do HIV. Abs

    V

    11 de maio de 2010 às 02h00

    oi, e eu posso dizer que o Alexandre Garcia é eugenista?

    V

    11 de maio de 2010 às 02h17

    …particularmente, aguardo que esta excrecência do jornalismo de direita, chamado Alexandre Garcia, proponha outro Aktion T4.

O Brasileiro

11 de maio de 2010 às 00h12

Eu ia fazer um comentário bem agressivo, ofensivo. Mas diante da gravidade do assunto, voltei atrás!
Talvez os desavisados não tenham percebido a dimensão que um simples comentário preconceituoso pode atingir.
Hoje são as portadoras de HIV.
O referido jornalista não admite o direito de uma portadora de doença crônica tratável ter um filho, recebendo cuidados pré-natais melhores do que a grande maioria das gestantes brasileiras.
Amanhã serão as portadoras de doenças auto-imunes, pois herdarão os genes dos seus filhos.
Depois, não serão somente as mulheres doentes que não poderão engravidar, mas também as que têm casos de diabetes e hipertensão na família.
Depois… bem, depois não restará ninguém! Já se terá tornado realidade a ficção "Gataca: experiência genética".
É assim que começa… só que ninguém sabe onde vai terminar!
Talvez fosse o caso do próprio Ministro da Saúde acabar com essa "discussão"!

Responder

lorival magnoni

10 de maio de 2010 às 23h28

Certamente é muito mais proveitoso cuidar de uma grávida portadorado HIV, possibilitando com que ela dê a luz a um filho saudável, ao desprazer de saber que algumas mães parem filhos acefálos, achando os são normais; como no caso de Alexandre Garcia.

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EFE

10 de maio de 2010 às 22h56

Esse é um elemento nocivo a sociedade brasileira. Sempre esteve ao lado daqueles que afundaram o Brasil: Vil, vergonhoso, desprezível !!

Responder

Armando P. Silva Jr.

10 de maio de 2010 às 21h45

Eu tenho nojo deste sujeito.

Responder

Urbano

10 de maio de 2010 às 21h19

Essa gente está tão acostumada a repercutir as idéias bestiais dos patrões, que oxidou o mecanismo de pensar.

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andre i souza

10 de maio de 2010 às 21h04

Diretora Mariângela Simão, sua carta é um belo lava-cara nesse EMBRULHÃO do Alexandre. A Justiça deveria fazer ele ler essa carta no mesmo espaço em que o jornalista militante ''obrou esse tolete'', (como diz o Cloaca). Agora; Veículo sério? A CBN? Não, não precisava, poderia, simplesmente, então, não fazer referência alguma.

Responder

Miro

10 de maio de 2010 às 20h52

Isto vem provar o quanto as aparências enganam. E dizer que esse preconceituoso vive dando opinião (a maioria furada) dodos os dias na CBN da família Marinho.

Responder

Morais

10 de maio de 2010 às 20h36

Acho que é isso que se precisa fazer, responder de forma dura esses jornalista preconceitusos e que fazem disriminação de qualquer tipo, parabéns por esta resposta.

Responder

Surama

10 de maio de 2010 às 17h56

Só podia ser do Alexadre Maluf Garicia! Pau madado da rede esgoto de televisão, bajulador do regime militar!

Responder

carmen silvia

10 de maio de 2010 às 17h54

O Ministério da Saúde adverte;ler,ouvir e assistir o PIG faz mal a súde.Deboches a parte é preocupante as atitudes de alguns jornalistas que por preconceitos vários ou pura ignorância mesmo se metem a dar palpite em áreas muito delicadas, e a saúde é só uma dentre muitas,mas dada as suas peculiaridades,quando isso ocorre o alcance do desserviço é maior do que simplesmente passar uma informação errada,em muitos casos pode colocar a população em risco(vide o caso febre amarela).Penso que a segurança das pessoas devem transcender a divergências políticas mesquinhas, a preconceitos atávicos ou qualquer coisa do gênero.Essas atitudes irresponsáveis e inconsequentes estão se tornando uma rotina preocupante e carecem portanto de uma reflexão mais profunda.

Responder

Rios

10 de maio de 2010 às 14h33

Adorei Mariângela!!! parabéns… pelo belo "soco de direita"!!!

Responder

    José Ruiz

    10 de maio de 2010 às 20h56

    … de esquerda… por favor…

Carlos

10 de maio de 2010 às 17h23

"veículo sério "
Menos, Mariângela, menos…

Responder

amores

10 de maio de 2010 às 16h12

o cara é Globo, Globo é PIG, o PIG é a escória.

Responder

Giovanni Gouveia

10 de maio de 2010 às 15h33

Coloca a fala dele junto a que chirico dizia que "pegamos gripe suína quando ficamos juntos de porquinhos gripados…", e também junto daquela que matou alguns por divulgar pânico na população mandando todo mundo se vacinar contra a febre amarela…
Essa direita brasileira só quer ver a caveira do povo.

Responder

Carlos

10 de maio de 2010 às 14h38

Preconceito e desinformação numa concessão estatal…
Isso é criminoso!

Responder

lourdes

10 de maio de 2010 às 11h27

A pior doença é o preconceito!!!

Responder

    Gloria Queiroga

    10 de maio de 2010 às 13h18

    E preconceito de um cara que tem ESPAÇO, VOZ , ao meu ver isso é gravissimo!!! . Sugiro que ele agora dê aos ouvintes ( eu nao sou) dele uma explicaçao verdadeira e correta..ou que LEIA NA INTEGRA ESSE TEXTO DO MINISTERIO DA SAÚDE,

    magalipedro

    10 de maio de 2010 às 20h57

    Sim! Algo como o "direito de resposta" que o Brizola ganhou e o Cid Moreira teve que ler. Aí, sim, estaria bom!

Gerson Carneiro

10 de maio de 2010 às 14h24

Sou a favor que o Ministério da Saúde desenvolva, além desta, uma outra campanha: capar todo jornalista que fala muita asneira.

Sugiro um método muito singelo, como o qual se capa gato aqui no Nordeste: prende no batente da porta, em seguida bate a porta com o máximo de força possível. Ou como se capa bode: coloca em um cepo e dá uma martelada certeira (uma só).

Além de capar, o bode velho também perderá a voz por muito tempo. Sendo seu último berro um prolongado: IAAAUUUUUUU…..

Responder

xicobarreto

10 de maio de 2010 às 10h53

Creio que apenas isso é pouco
tem que pegar mais pesado com esse pessoal
esse partidinho sempre quer dar uma de bom moço, depois vao chorar as pitangas,
e ai eles vao rir
heheheheh
dêem mole dêem, é tudo que eles gostam
o presidente Lula nem consegue se coçar que é motivo para incursão judicial, e quem divulga……………………….
O PIG, hehehehe
eles adoram
tudo isso

Responder

wagner paulista

10 de maio de 2010 às 13h38

Direito de resposta !

Responder

Luiz Fernando

10 de maio de 2010 às 13h12

Impressiona é a pose de "sabe-tudo" que o Alexandre Garcia faz para dizer essas besteiras. Troféu IgNobel para ele.

Responder

Carla

10 de maio de 2010 às 12h21

Estranho, achei em site italiano a declaração do bispo de Porto Alegre, tal Dadeu Grings, publicada num site de notícias italiano (http://www.uaar.it/news/2010/05/07/omosessualita-e-pedofilia-il-pensiero-arcivescovo-grings/) e no site da Associated Press (http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5i6T2FZuW588xFahgyr8KUJFK1TJAD9FH00GO2).
"Se reconhecermos direitos públicos aos gays, logo teremos de reconhecer direitos análogos aos pedófilos" (eu li a frase em italiano, mas o significado é este).
Como é que não repercutiu aqui? O mesmo bispo disse que os nazistas mataram mais católicos que judeus…

Responder

    beattrice

    11 de maio de 2010 às 02h23

    Carla,
    a página indicada não indica a frase, seria algum endereço no mesmo site?

Gloria Queiroga

10 de maio de 2010 às 12h09

Entendeu Sr. Alexandre ???? Antes de falar qq. coisa, estude, busque informaçoes corretas e aí sim, fale!

Responder

    flavio cunha

    10 de maio de 2010 às 14h05

    Para estudar seria preciso que tivesse cérebro!

Clarindi

10 de maio de 2010 às 12h04

É preciso é dar uma surra no Gracinha!!! Só um reparo: ele representa mesmo um "veículo sério" como está dito no final do item 3 da nota ???

Responder

    LUZY

    10 de maio de 2010 às 20h25

    SE FOSSE "SERIO" ELE NÃO ESTARIA CONTRATADO, PARA FALAR ESSES ABSURDOS…

Gersier

10 de maio de 2010 às 11h58

Esse pessoal da globo se acha os tais.Esse imbecil,por exercer a função de jornalista,acredita que seja mais inteligente que os outros brasileiros.Se acham uma "casta" acima do bem e do mal.Dão palpilte em tudo como se fossem os supra sumos da inteligência,pois "entendem" desde pilotagem de aviões,de construção de pistas a medicina.Um dia a população brasileira deixará a inércia de lado e aprenderá a usar o controle remoto,dando a eles o que merecem,o ostracismo.

Responder

    beattrice

    11 de maio de 2010 às 02h01

    Gersier, são os famosos especialistas em nada, a GLOBOPE e seus congêneres, como a CBN, têm um estoque dessa gente, em ordem alfabética, prontos para dar palpite na vida da sociedade brasileira, sem entender de absolutamente nada do que falam.
    A punição tem que ser financeira e moral com retratação lida pelos próprios delinqüentes.
    AO VIVO.

Nelson Giles

10 de maio de 2010 às 11h34

Aguento o Alexandre Garcia aqui am Brasília, todo dia, e seus coemntários preconceituosos, golpistas…pergunto: quando será que ele se aposenta? tomara que chegue esse dia e vá morar na Europa…

Responder

Adilson

10 de maio de 2010 às 06h28

Azenha,

Se esse jornalista é considerado um dos mais informados e instruídos do Brasil, honestamente, o nível dos profissionais de jornalismo é precário, pois ponto a ponto a Secretária demonstra de maneira irrefutável que o jornalista Alexandre Garcia é ignorante e preconceituoso.

Responder

    flavio cunha

    10 de maio de 2010 às 14h06

    E o pior dele não é a ignorância, mas sim o seu passado de lambe-botas dos militares.

    Exilado

    10 de maio de 2010 às 15h06

    E sem falar do seu "abatedouro de lebres"……
    Esse cara é ridiculo ao extremo.

De Paula

10 de maio de 2010 às 08h19

Contetestar assim não leva a lugar nenhum. Deveria ser na forma da lei; se possivel lida pelo mesmo comentarista, no mesmo veículo e no seu espaço.

Responder

    beattrice

    11 de maio de 2010 às 01h58

    Sua sugestão me lembra o episódio em que o BRIZOLA forçou o JN à retratação, o Cid Moreira foi obrigado por força de sentença judicial a ler o direito de resposta que dava o troco à altura da lama global.
    isso teria que ser feito pelo MS, no PN-DST/AIDS e por associações de ajuda aos doentes, ONGs, etc.

    arnbert

    11 de maio de 2010 às 02h34

    Aquela do Brizola foi o máximo.

Tweets that mention Ministério da Saúde contesta Alexandre Garcia:”Lástima e retrocesso para o jornalismo brasileiro” | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

10 de maio de 2010 às 00h25

[…] This post was mentioned on Twitter by Roberto Takata. Roberto Takata said: Vi o Mundo: MS responde a Alexandre Garcia: http://migre.me/Do5D […]

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