VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Luana Tolentino: Pela nossa dignidade, continuamos em greve


14/07/2011 - 10h34

por Luana Diana dos Santos Tolentino, para o Viomundo

Quem acompanha com freqüência o Viomundo deve ter visto os vários posts sobre a greve dos profissionais da educação de Minas Gerais, que hoje completa 36 dias. Até o momento, além de Minas, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte permanecem em greve.

Como já foi dito pelos meus colegas que aqui deixaram seus escritos, a situação dos professores mineiros não difere muito da denunciada em vídeo pela professora potiguar Amanda Gurgel no mês de maio. Além dos baixos salários, convivemos com jornadas extenuantes, condições precárias de trabalho e o que pouca gente sabe, é que a cada dia aumenta o número de trabalhadores afastados das salas de aula por problemas emocionais e psicológicos.

Na terça-feira a greve ganhou um novo capítulo. Não sei se para ser lembrado ou esquecido. Um grupo de professores ao ser impedido de realizar uma assembléia nas dependências da Cidade Administrativa, sede do governo estadual, fechou a Linha Verde, via de acesso ao aeroporto Tancredo Neves (em Minas, os Neves estão por todos os lados, assim como os Magalhães na Bahia e os Sarney no Maranhão). O que se viu foi o quanto os resquícios da ditadura permanecem vivos por essas bandas. A Tropa de Choque agrediu os professores com cassetetes e usou gás de pimenta para dispersar os manifestantes. Não é necessário dizer muita coisa, as imagens falam por mim:

No dia seguinte, como tem acontecido desde o início do movimento, cerca de 5 mil professores reuniram-se no pátio da Assembléia Legislativa. Antes de me juntar aos companheiros de profissão, caminhei pelos corredores da Casa. Em um dos gabinetes, duas mulheres conversavam animadamente, enquanto um rapaz debruçado sobre uma mesa dormia um sono profundo. Realmente alguns escritores são atemporais. Tive a sensação de estar diante das repartições públicas narradas por Lima Barreto e Graciliano Ramos durante as primeiras décadas da República.

Em seguida, caminhei até o refeitório. Sentei próxima a um grupo de professoras. Deduzi que elas vinham de longe, pois traziam o almoço em marmitas. Descobri que eram de Ituiutaba, cidade que fica a 700 km de Belo Horizonte. Perguntei o que as levaram viajar quase 12 horas de ônibus somente para participar da manifestação. Recebi uma resposta sem meias palavras: “Luto pela minha dignidade”. Diante de tantas indagações uma delas perguntou em qual jornal eu trabalhava. Achei graça. Expliquei que a imprensa mineira dificilmente noticia qualquer coisa que arranhe a imagem do governo tucano. Por aqui são muitos os fantasmas dos anos de chumbo a nos perserguir.

Deixei as dependências da Assembléia e no meio da multidão encontrei uma amiga dos tempos da faculdade. Recebi notícias de algumas pessoas que formaram conosco. Joana montou uma loja de bijouterias, Ana trabalha em uma empresa de equipamentos de segurança, Adriana vende produtos de informática e André atua na área de consultoria. No frigir dos ovos, apenas 5 ou 6 lecionam. Está explicado o motivo do esvaziamento dos cursos de Licenciatura. É muito difícil permanecer numa profissão cujo piso salarial básico é de R$ 550,00.

As pessoas costumam dizer que o mineiro “come queto”, é receptivo e desconfiado. Acrescento que também somos criativos. Em um dos cartazes de protesto, a sigla do PSDB ganhou um acróstico – Pior Salário Do Brasil. Em outro, Anastasia é “Procurado”. Desde que os setores da educação, da saúde e da segurança entraram em greve, tornou-se muito difícil ter notícias do governador. Morto ele não está. Apareceu no velório de Itamar ao lado de Aécio e Serra. Vez por outra inaugura uma obra nas cidades do interior. O afilhado de Aécio não faz outra coisa além de preparar o terreno para o p adrinho. E olhem que ainda faltam 3 anos para 2014.

A noite de ontem foi longa. Eram 2 da manhã desta quinta-feira, 14 de julho, e ainda havia professores reunidos no plenário da Assembléia Legislativa. O objetivo era obstruir a pauta dos deputados e com isso impedir o recesso parlamentar. Missão cumprida! Durante esses 36 dias de paralisação, Anastasia e sua base de apoio foram omissos às nossas reivindicações.

Com a desenvoltura de um ator de novela das 8, nosso governador usou a televisão, o rádio e os jornais para tentar desmoralizar um movimento que é legítimo. Em momento algum, Anastasia sinalizou que irá cumprir o que nos é de direito: o pagamento do piso nacional determinado pelo Governo Federal que é de R$ 1.187,97. O valor é praticamente o dobro do que é pago atualmente. Continuam insistindo na política mentirosa de subsídios. Exigimos também a criação de um plano de carreira que valorize a nossa profissão.

Em resposta ao total descaso do governo com a educação, decidimos permanecer em greve por tempo indeterminado. Como disse a professora de Ituiutaba, lutamos pela nossa dignidade.

Luana Diana dos Santos é cronista, historiadora e professora da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais.
@luanadianas

Outro vídeo sobre a greve dos professores de MG, sugerido pelo leitor Profº, sim, Drogas, Não





101 comentários

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Carolina

16 de janeiro de 2013 às 19h25

Sou jornalista e estou tentando fazer um contato com a Luana para uma matéria. Por favor, alguém pode me ajudar? Muito obrigada e um abraço,

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Leticia C. Mello

19 de julho de 2011 às 17h08

Força, professores mineiros!

Luana,belo texto! Quanta lucidez. Parabéns!

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Ricardo

15 de julho de 2011 às 17h38

Denuncia de irregularidades na coleta de assinatura para criação do novo partido PSD. Interior do RN.
Vejam. http://migre.me/5h0GG

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Eduardo Guimarães

15 de julho de 2011 às 17h14

Já perceberam que professor só apanha onde os tucanos governam?

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Jr.

15 de julho de 2011 às 16h12

Pergunto novamente aos amigos professores mineiros: se o salário de um professor é de R$ 550,00, então quanto é o do pessoal de apoio – secretários de escola, inspetores de alunos, merendeiras e auxiliares de limpeza – igualmente importantes ao funcionamento das escolas, e que NUNCA SÃO LEMBRADOS!!!!!

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    Vinícius

    15 de julho de 2011 às 17h58

    Jr, assino embaixo. Mas pra entender o lado dos professores: merendeiras e auxiliares de limpeza às vezes são terceirizadas…

    Se bem que não faz sentido um sindicato não defender os terceirizados com quem convive. A terceirização foi inventada justamente pra inibir o sindicalismo, e os sindicatos respondem dançando conforme a música? Quando se defende precarizados, nisso eu ouso dizer que digo por experiência própria, às vezes se tem decepções, mas às vezes se tem boas surpresas. Por isso vale muito a pena.

    Professores de MG, muito obrigado pela luta!

    Euler Conrado

    17 de julho de 2011 às 01h55

    Caro Jr. em Minas Gerais travamos uma luta para que TODOS os educadores sejam contemplados pelas nossas conquistas, caso as tenhamos. Mas, respondendo à sua pergunta, um auxiliar de serviço ou mesmo um professor com ensino médio tem o piso entre R$ 330,00 e R$ 369,00, que é o menor piso do país. Existe um outro sistema, chamado subsídio, que foi implantado pelo governo para destruir a nossa carreira e fugir do pagamento da Lei do piso. Pelo subsídio, o salário nominal é um pouco maior, mas ele incorpora todas as vantagens adquiridas pela categoria, como quinquênios, biênios, gratificação por pós graduação e por regência, etc. Aparentemente é vantajoso, mas como foi criado antes que o valor do vencimento básico fosse atualizado pelo valor do piso, representou um violento confisco. Além disso, este sistema reduz os percentuais de promoção e progressão fazendo com que não haja perspectiva de evolução na carreira. Tal sistema representou um confisco de um montante aproximado de 2 cidades administrativas – algo próximo de 3 bilhões, confiscados do bolso dos educadores. Um verdadeiro calote aplicado aos educadores.

    Jr.

    17 de julho de 2011 às 17h10

    Euler, realmente é uma VERGONHA!!! Se escrever mais coisas meu comentário vai ser moderado. Se a situação aqui em SP está ruim, parece que em MG está bem pior.

LUCAS PEREIRA

15 de julho de 2011 às 13h46

IMIGRANTES ESTÃO FUGINDO DO TUCANATO PAULISTA??!?!?!? http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2011/0

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Fabio Silva

15 de julho de 2011 às 13h29

Olha essa, Azenha. O bispo de Guarulhos deveria se preocupar menos com política e olhar para o próprio umbigo. Administrar um hospital ao invés de financiar panfletos contra candidatos do PT.

Saiu hj no Painel da Folha:

Sem milagre
Mentor do boicote a Dilma Rousseff na campanha de 2010, d. Luiz Bergonzini, bispo de Guarulhos, apelou à prefeitura, sob controle do PT, na tentativa de evitar o fechamento do hospital que dirige, que acumula dívida de R$ 40 milhões. Não deu certo.

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    Luciano Prado

    15 de julho de 2011 às 20h32

    Ah! então tá explicado… O padre estava mesmo era pressionando por uma grana do PT.

    No popular: vendendo dificuldades.

josaphat

15 de julho de 2011 às 13h18

O caminho que vislumbro é dar uma rasteira na estrutura descentralizada do ensino no país. Assim, seria muito interessante se, com o auxílio das comunidades virtuais, como vem sendo feito nos países árabes e, mais recentemente, na Espanha, os professores de todos os cantos do país, organizassem verdadeiras jornadas contra o descaso dos governantes com a educação. Professores e demais profissionais da educação ( e de outras categorias) de municípios, estados e da federação de braços cruzados , todos juntos.
É preciso uma verdadeira união para burlar a estrutura descentralizada que é o maior entrave (junto com a estrutura igualmente esgotada dos sindicatos) à uma mobilização pragmática da categoria.

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    vera

    17 de julho de 2011 às 09h44

    Exato! Com mobilização nacional a coisa vai, sem isso acho que não dá em nada pra variar.

josaphat

15 de julho de 2011 às 13h17

Por outro lado, a sociedade, de forma geral, em minha opinião, parece estar satisfeita com a educação no país. A classe média e elite não se incomodam em pagar as gordas mensalidades das escolas particulares e os pobres estão satisfeitos em ter os filhos o dia inteiro nas escolas, ainda que estas sejam apenas depósitos ou creches com ares de penitenciárias. O importante é não ter os moleques e molecas enchendo o saco em casa ou soltos pelas ruas fazendo lá Deus sabe o quê.

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    vera

    17 de julho de 2011 às 09h46

    E depois cobrar da escola a EDUCAÇÃO dos monstrinhos que eles próprios não se preocupam em educar, ninguem merece, se não está disposto a arcar com as consequencias de ter filho que não tenham e deleguem a outros a sua educação, revoltante a cobrança dos pais incompetentes .

    Magda Barbalho

    18 de julho de 2011 às 01h20

    O que é "O importante é não ter os moleques e molecas enchendo o saco em casa ou soltos pelas ruas fazendo lá Deus sabe o quê. "?
    Pois é, o moleque Mário morreu nesta noite de sábado para domingo em BH, aos 21 anos de idade, metralhado pelos traficantes. Em outro caso, dois moleques foram torturados na polícia para revelarem para onde fugiu um traficante. E as famílias não denunciaram, acham que os moleques receberam um corretivo. Afinal de contas, roubam e batem nos familiares para manter o vício. Professor, a greve é justa, mas não fale mal deste povo, parece que você não conhece a história de abandono em que vivem.

josaphat

15 de julho de 2011 às 13h16

Eu acho que os caminhos tradicionais de combate às condições aviltantes de trabalho de professores e demais profissionais da educação ( e de outras categorias das pastas sociais igualmente aviltados) está esgotado. Os governos têm o apoio da máquina, dos cofres e consequentemente dos cortes de salários, e da mídia. Fica difícil, conquanto, a princípio, é só o povo que é prejudicado por greves de trabalhadores das pastas sociais (saúde, educação, segurança, etc.) e acaba sendo facilmente manipulado a se posicionar contra.

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Jr.

15 de julho de 2011 às 11h33

Uma pergunta aos amigos professores mineiros: se o salário de um professor é R$ 550,00, então quanto é o do pessoal de apoio – secretários de escola, inspetores de alunos, merendeiras e auxiliares de limpeza – igualmente importantes ao funcionamento das escolas, e que NUNCA SÃO LEMBRADOS?

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Paulo

15 de julho de 2011 às 10h53

A coisa está mesmo feia em Minas.

Funcionário dorme na Assembléia em horário de serviço.

Policiais batem nos professores.

A imprensa é silenciada.

O governador não governa.

Os professores tem um salário vergonhoso.

Parabéns a Luana por trazer tantas questões importantes com leveza, ironia e indignação.

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Taiguara

15 de julho de 2011 às 10h21

Agoram ficam lá, na sala de reunião, se acusando mútuamente – "você não tem moral para me atacar", "eu sei a verdadeira história da Ferrari abandonada", "e eu, também já fui no Fazano", e você, já "aspirou seu avião?", “e o que dizer das licenças ambientais? Heim, ô safado?” e por ai adiante. Estão enlouquecidos, tentando fugir um para cada lado mas não podem, estão presos, uns nos rabos dos outros, exatamente como ocorre em coitos de cães. Minas já foram muitas, hoje, infelizmente é só esta. VERGONHA!VERGONHA!VERGONHA!
O PERIGO MORA EM MINAS E, pior….dirige bêbado.

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Taiguara

15 de julho de 2011 às 10h20

E, tome dinheiro público…tome dinheiro público. No campo "operacional" da SAFADEZA a porca, parece, torceu o rabo. Os gatunos estão se digladiando. O despachante do Baladeiro do Baixo Leblon, que havia "FUGIDO" do cargo no final do mê passado, para obrigar o vice a demitir o secretário, viu sua artimanha fazer água. São todos tão corruptos que as ameaças mútuas impedem, agora, qualquer movimentação no comando da "organização". continua

Responder

Taiguara

15 de julho de 2011 às 10h19

O caso de Minas, a meu ver, já pode ser considerado "caso perdido". Tá tudo dominado. Até os artistas estão na folha de pagamento dos demofrênicos-tucanopatas. Como são senhores da dissimulação, droga de comportamento do Baladeiro do Baixo Leblon que, por metástase e por osmose, contaminou todos os escalões, somente uma intervenção da Polícia Federal e do Poder Judiciário Federal como um todo, terão alguma chance de reverter os descalabros aqui cometidos. Só nesta semana eu já li sobre o aumento de quatro "boquinhas" no TCE – encabeçado por "conselheiros" lá acoitados e cuja função é aprovar as contas dos demofrênicos-tucanopatas, mesmo que tenham sido condenadas poelos seus servidores de carreia -,a possibilidade de servidores públicos agraciados com "boquinhas" (outra vez) pelos deputados possam se aposentar com salários muitíssimo mais elevados e a criação de uma comissão "sei lá o que" para fazer sei lá o que, formadas pelos "artistas" já citados, costureiros, escritores, etc, etc, etc, tudo com pompa e circunstância de pantomima mambembe. continua

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Rogerio

15 de julho de 2011 às 09h49

Força pessoal! Os professores de Santa Catarina estão com vocês nessa batalha justa e moralizante. Educação é coisa séria e professor merece respeito.

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Denise Romano

15 de julho de 2011 às 09h04

Adivinhem o nome do juiz que negou o pedido do SindUte sobre o corte de ponto?
Octavio de ALMEIDA NEVES

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professores de MG continuam em greve: a luta é pela própria dignidade | histórias pra boi acordar

15 de julho de 2011 às 08h51

[…] Luana Santos (professora da rede estadual de ensino de MG) via Vi o Mundo 14 de julho de 2011 às […]

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Leonardo Câmara

15 de julho de 2011 às 03h17

Olha, sinceramente, todo apoio aos professores da rede pública de Minas e de todos outros recantos desse nosso Brasil amado.

Devo dizer que apoiei, fiz campanha e apoio o governo Dilma, mas na educação, até agora, só via aquela mesma propaganda do Lula, que fica recitando nome do professor em diversas línguas e diz que o principal responsável pelo desenvolvimento é o professor, ou "teacher", ou "le professeur" etc.

Poderiam ter economizado esse dinheiro e canalizado para o aumento do salário professorado. Sei, vão dizer que tem um projeto no congresso etc, etc. Não havia aquele slogan do fome zero: "quem tem fome tem pressa"? Algo análogo vale pra os professores: "quem não tem salário digno, cai fora."

Muita gente cita o governo do Brizola e a utopia do fantástico Darcy Ribeiro. Acontece que a mais pura verdade é a seguinte: não adianta construir prédio, comprar computador, encher a biblioteca de livro, montar laboratório de ensino à distância etc. EDUCAÇÃO = SALÁRIO DO PROFESSOR. Ponto!

O bom professor ensina seus alunos debaixo de uma amendoeira em dia de chuva. Já o ruim, ou mal pago, nem com o Hal 9000 ensina fração (para os mais jovens: http://pt.wikipedia.org/wiki/HAL_9000). Resumindo, vamos economizar em computador (que em dois anos vira lixo) e vamos investir em material humano.

Entre os melhores de nós, muitos deveriam se dedicar, mais cedo ou mais tarde, a ensinar. Mas com esse salário ridículo o que acontece? Acontece que o governo está preocupado com a macroeconomia, caindo na lenga-lenga de banqueiros. Só!

Responder

    Maurício Reis

    15 de julho de 2011 às 10h47

    Considerações perfeitas, Leonardo.

    Julio Silveira

    15 de julho de 2011 às 17h08

    É o que tenho dito. Por isso todo o meu apoio a tuas palavras.

ZePovinho

15 de julho de 2011 às 01h59

Hoje,lendo o blog a Conceção Oliveira,mizifio Azenha,soube de um caso escabroso de racismo em Santa Catarina.
Eu sou negro,Azenha.Alguns diriam que eu sou mestiço,mas eu prefriro me situar como negro.Também já sofri discriminação,nos anos 90,quando um catarinense me chamou de "negrinho de merda" porque não gostou "das palavras difíceis" na minha boca.É dureza,meu irmão,essas coisas.Não ser aceito pela sociedade brasileira.
Quando eu estava no Fundão,já disse aqui,conheci um "companheiro" meu de negritude(vamos dizer assim) que me disse,em off,que para ser respeitado tinha de ser "o melhor aluno".É pho…………………………….
É difícil,mizifio Azenha.o Brasil é viável por causa do trabalho escravo do negro.Não pedimos nada além de respeito.

[youtube X8z87lBj948 http://www.youtube.com/watch?v=X8z87lBj948 youtube]

Responder

João PR

15 de julho de 2011 às 00h14

Mas o desgoverno Aécio não havia feito um "xoque de jestão" em Minas?

Pela publicidade que deram no dia em que disseram que "zeraram o déficit" do Estado, Minas deveria estar preparada para pagar mais aos seus Professores do que a Universidade de Harvard.

O pior é que a mentira do "zeramento do déficit" teve cobertura nacional. Eu, daqui do Paraná, vi em rede nacional (JN) este "maravilhoso dia".

Responder

    ernesto

    15 de julho de 2011 às 11h51

    O deficit do Aético é de somente 67 BILHOES, mas isso nao foi alvo da imprensa "etica e imparcial" de Minas e do Brasil na é?

sandro

14 de julho de 2011 às 22h28

Por favor precisamos provocar uma greve geral… A presidenta Dilma deve fazer alguma coisa. Por exemplo, incluir no pacto federativo que os estados paguem o piso e recuperem a carreira docente. Ou isso, ou a barbarie!
Eu estou cansado…

Responder

ZePovinho

14 de julho de 2011 às 22h13

Digite o texto aqui![youtube NuUIa6OFpq8 http://www.youtube.com/watch?v=NuUIa6OFpq8 youtube]

Responder

ZePovinho

14 de julho de 2011 às 22h08

O objetivo desses bandidos que servem ao sistema financeiro é acabar com qualquer serviço público.É o projeto do PSDB.
Pagar salários miseráveis para os professores faz parte da estratégia de destruir o Estado.

Digite o texto aqui![youtube oZWAvm5vw0g http://www.youtube.com/watch?v=oZWAvm5vw0g youtube]
http://diariogauche.blogspot.com/2011/07/povo-gre

Povo grego diz: “Não devemos, não vendemos, não pagamos”

É a palavra de ordem da cidadania grega que luta pela auditoria da dívida nacional. O não-pagamento de uma dívida que não foi contraída pela população é condição principal da soberania popular grega. Pagar a dívida significa servilismo e consentimento tácito à corrupção e aos obscuros negócios de bancos e grandes empresas, significa entregar – vergonhosamente – patrimônio público, territórios, sítios históricos e turísticos, água potável, ativos estratégicos e a própria dignidade de um povo inteiro.

Responder

Leonardo

14 de julho de 2011 às 22h04

A greve dos professores é apenas a pontinha do iceberg.
Já tivemos protestos de policiais civis, policiais militares, servidores do Executivo….
Além disso, quem é da área jurídica (mais especificamente da área criminal) com certeza já deparou com inquéritos policiais circulando com a seguinte tarja: "Inquérito presidido por delegado que recebe o pior salário do Brasil"….
Choque de "jestão" é isso aí….

Responder

ZePovinho

14 de julho de 2011 às 21h40

UTILIDADE PÚBLICA
http://altamiroborges.blogspot.com/2011/07/bancos

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Bancos “roubaram” R$ 1 bilhão dos clientes
Por Altamiro Borges

Na semana passada, o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro entrou com ação civil pública contra os bancos Santander, Itaú-Unibanco e HSBC para que devolvam mais de R$ 1 bilhão aos seus correntistas. O bilionário “roubo” teria se dado com a cobrança indevida de tarifas bancárias entre 2008 e 2010.

Segundo o procurador Claudio Gheventer, resolução do Banco Central de 30 de abril de 2008 estabeleceu quais serviços os bancos poderiam cobrar, mas as três instituições continuaram a recolher valores de seus clientes relativos a tarifas que estavam fora da padronização. O assalto é descarado, à luz do dia.

Danos morais coletivos

O Santander abocanhou R$ 351,6 milhões de comissão de disponibilização de limite (CDL). O Itaú-Unibanco garfou dos clientes do Unibanco comissão sobre operações ativas (COA, R$ 100,8 milhões), comissão de manutenção de crédito (CMC, R$ 80,4 milhões) e multa por devolução de cheques (R$ 64 milhões). Já o HSBC cobrou comissão de manutenção de limite de crédito (CMLC, de R$ 7,6 milhões).

Antes de ingressar na Justiça, o MPF ainda enviou recomendações aos três bancos para que promovessem o ressarcimento integral aos clientes. Somente o Santander respondeu, mas concordando em pagar parte do furto – R$ 265 milhões. Além dos ressarcimentos, o MPF quer a condenação dos réus a indenizações por danos morais coletivos, em valores que variam de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões.

A ditadura do capital financeiro

A cobrança abusiva das tarifas bancárias deixa qualquer ladrão de caixa automático no chinelo. Mas os banqueiros sabem que, no mundo da ditadura do capital financeiro, eles não serão punidos e nem incomodados pela mídia rentista. Além de desrespeitarem as normas legais que disciplinam a cobrança de tarifas, os bancos ainda tem total liberdade para ludibriar os seus clientes.

Recente pesquisa do Procon/SP revelou que os pacotes padronizados de tarifas de sete bancos apresentam diferenças de, em média, 61,9% de um para outro. Para cartões de crédito, algumas tarifas têm variações de até 100%, como no caso de pedido de emissão de segunda via. Há estudos que provam que as instituições financeiras cobrem os seus custos operacionais só com a cobrança de tarifas. O roubo é descarado!

Responder

Klaus

14 de julho de 2011 às 20h17

Professores e funcionários da universidades federais também estão em greve, ok?

Responder

    Leonardo Câmara

    15 de julho de 2011 às 03h00

    Os Professores ainda não, os funcionários sim.

Daniel

14 de julho de 2011 às 20h07

Obrigado Azenha pelo espaço,o seu blog já constava nos meus favoritos.agora estou divulgando entre amigos .Vamos usar o faceboo pessoal para divulgar textos sobre a greve,é um instrumento poderoso.

Responder

mulato inzoneiro

14 de julho de 2011 às 20h00

I – Eu leio todas essas coisas e ainda tenho interesse nesses “problemas brasileiros”, como essa greve e assemelhados…mas vcs tem de tentar me entender quando digo que isso me cansa muito, essa coisa pontual, e, principalmente que se repete entra ano sai ano sempre igual como no mito de Sísifo, o que empurrava a enorme pedra morro acima só para vê-la rolar de volta ao pe´da montanha no final do dia quando estava quase alcançando o cume. Aí sempre me lembro do único gênero literário latino americano, o realismo fantástico, um tipo de surrealismo sinistro que é a única estética capaz de minimamente representar nossa realidade. Tai as novelas que não me deixam mentir:

Responder

mulato inzoneiro

14 de julho de 2011 às 19h59

II- A mesma xaropada absurda, sem pé nem cabeça, que se repete infinitamente, anos, décadas, talvez séculos..e tudo é novela, mesmo os fatos da vida dita real (duvido que haja vida real por aqui); exemplo? A morte de Tancredo Neves, aquela agonia diária na tela da TV onde os repórteres diziam que ele estava melhorando, melhorando, melhorando até morrer…depois o Ayrton Senna, aí sim pegaram pesado; sem falar que dá o que pensar um país em que seu único herói era um..motorista. E nem dos melhores pq morreu de acidente de transito. O que talvez explique parte de uma nossa tragédia peculiar e permanente, o transito. Diziam que quando o dito AS ganhava uma corrida os acidentes dobravam. Quer dizer, muita gente está viva hoje graças a sua morte; um herói afinal.

Responder

    Jr.

    15 de julho de 2011 às 11h13

    Sr.
    Favor mais respeito à memória de Ayrton Senna. Seu maior legado ao povo brasileiro foi sempre buscar a vitória, e mostrar a nós e ao mundo, após cada vitória a nossa bandeira, para lembrarmos que com garra e determinação podemos chegar lá. Quanto ao acidente que o vitimou, o senhor mostra total desconhecimento do que ocorreu, pois este ocorreu em virtude da quebra da barra da direção, que o levou à colisão com o muro, portanto não foi falha humana. Pra finalizar, Senna não era motorista, mas piloto. Acaso de sua morte pra cá, os acidentes de trânsito diminuíram? Quem é irresponsável ao volante sempre o será, independente de corridas de automóvel. No mais, concordo com o restante do escrito.

manoel

14 de julho de 2011 às 19h30

Avante educação, lutar sim, pela dignidade, pela honra. E a todos os professores parabéns.

Responder

Franco

14 de julho de 2011 às 19h20

E olha que é mais fácil saber que isso acontece em Minas pela imprensa de fora. Aqui, o jornalismo comprado e o acuado não falam nada.

Responder

Euler Conrado

14 de julho de 2011 às 19h16

Caro Azenha, primeiramente agradeço mais este espaço em defesa da luta dos educadores e da Educação pública no Brasil. Parabenizo à combativa colega Luana por mais este texto de primeiríssima qualidade.

Mas, quero chamar a atenção para um dado: essa dramática realidade dos educadores de Minas é nacional. Não é um problema só deste ou daquele partido, mas de TODOS os governantes, das três esferas, que tratam igualmente à Educação básica – aquela voltada para as famílias de baixa renda – com total descaso. É muito discurso oco e pouca prática.

O que o Governo Federal fez até agora para mudar essa situação? NADA! Sou professor há oito anos e minha realidade não alterou em nada. Ou pior: piorou, em função dos constantes confiscos salariais impostos pelo governo de Aécio Neves (faraó das Alterosas) e do seu afilhado Anastasia. E não pensem que estou misturando as coisas não, começando a falar de governo federal (Lula, Dilma) e passando para o governo estadual (Aécio, Anastasia). É que na questão da Educação básica são muito parecidos, talvez até irmãos gêmeos, dada à semelhança em relação ao cinismo, à cretinice e a hipocrisia com a qual enchem a boca para falar que estão investindo na Educação pública, quando nada fazem.

FUNDEB e Lei do Piso: o que esses dois instrumentos que teoricamente mudariam substancialmente a vida dos educadores e da Educação resolveram? O FUNDEB não assegura sequer o pagamento de um piso miserável de R$ 1.187,00, de acordo com o MEC. E olha que o MEC nos roubou com este valor, já que deixou de dar reajustes de acordo com a Lei. E quanto a Lei do Piso, aprovada em 2008, até agora tem se revelado uma novela de horrores. Agora estão falando no novo PNE, para que daqui a 10 anos resolvam o problema da Educação.

Acho tudo isso uma sacanagem com os educadores de todo o Brasil. Trabalhadores da Educação em Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte – sem falar em outros tantos que terminaram a greve – estão paralisados por conta de mixaria de salário que não é pago por desgovernos que não têm qualquer compromisso com a população de baixa renda.

Os governos Federal, estaduais e municipais conseguem levantar bilhões, centenas de bilhões da noite para o dia para pagar juros a banqueiros, investir em obras faraônicas, construir cidades administrativas, estádios de futebol, copas do Mundo; conseguem dinheiro para reajustar os salários das altas esferas dos três poderes em percentuais estratosféricos, mas não têm dinheiro para pagar um piso salarial miserável para os professores. Isso é vergonhoso para o Brasil!

O ideal, Azenha, é que os educadores se organizassem nacionalmente para exigir a FEDERALIZAÇÃO, pelo menos da folha de pagamento dos educadores, com um plano de carreira nacional. Tirar esses recursos das mãos de prefeitos e governadores e criar um fundo Nacional com os repasses do FUNDEB e a complementação necessária por parte da União.

Mas, as próprias entidades sindicais, a maioria delas ligadas ao PT, não querem isso, pois elas garantem a luta regional para a eleição de deputados e disputas de nichos de poder. E os governantes regionais e federal também não querem isso. Os primeiros, porque vão perder receita, a qual usa para fins que só Deus e o bolso das famílias de alguns deles, sabem. O outro, porque isso custaria maior investimento.

Enquanto isso, gerações de crianças e jovens dos filhos dos trabalhadores de baixa renda vão ficando sem educação de qualidade, os professores vão se tornando uma carreira de bico ou de pessoas que adoecem de todas as formas.

Quem sabe em algum momento nós, educadores, não façamos um grande movimento pela base? Na prática isso não é fácil, porque uma boa parcela da categoria já perdeu todas as esperanças, já se atrofiou até, já se contenta com a miséria material e espiritual a que foram (fomos) subjugados durante décadas. Muitos não sabem mais pensar e não conseguem viver sem receber o salário do mês, que é cortado quando estamos em greve (e este é outro problema: o direito de greve existe, mas sem salário é abolido. E em Minas a cassação deste direito é ainda maior: o governo não negocia com quem está em greve!).

É este o meu desabafo, de quem milita na Educação com momentos de expectativa e de frustração por ver que os horizontes vão se estreitando por conta dos interesses mesquinhos e também mercadológicos, ou os dois ao mesmo tempo, de muitos dos atores que deveriam fazer algo e se omitem, de forma pusilânime.

Responder

    josaphat

    15 de julho de 2011 às 19h34

    Pois é Euler, penso muito parecido, como se pode ler nos comentários que fiz. Mas nos blogs de esquerda, ou blogosfera progressiva, como se costuma dizer, é heresia criticar o governo federal nesse quesito da educação (ou em qualquer quesito), porque Lula é quase deus e já estão elaborando a hagiografia de Fernando Haddad.
    Difícil.
    Parabéns pela coragem e pelo pensamento progressista que avança além das ideologias.

Gustavo

14 de julho de 2011 às 19h15

Sou ex-professor. Gostava do que fazia. A profissão pode ser estimulante e instigante. Os salários aqui em Minas são ridículos e não há argumentação séria que possa negar isso. Para além dos salários – que deveriam ser muito melhores até para que os professores se dedicassem a seu ofício com prazer e não fossem obrigados a assumir dois ou três empregos – é preciso ampliar o debate para alcançar o processo educacional como instrumento de inclusão social e obrigação do estado. É necessário e urgente discutir o processo de formação e de reciclagem de professores.
O governo Aécio / Anastasia conseguiu construir uma imagem fantástica do estado que circula sem embargos pelos meios de comunicação através de peças publicitárias propriamente ditas e de peças publicitárias travestidas de notícias. Imaculado e intocável, o ex-governador e seu sucessor sempre foram alvo dos elogios estridentes e ofusgantes dos meios de comunicação do estado.
Que a classe de professores custou a se organizar e enfrentar o governo é um dado. Outro é que, mesmo em greve, não conseguem demonstrar uma organização autônoma e consistente. Talvez, o melhor proveito que se extrairá dessa greve será a capacidade e o aprendizado da organização e da luta coletivas.
Torço com muitos dos meus parentes e amigos que são professores para que a educação em Minas seja de fato alçada a outros níveis de qualidade e que se torne uma política de estado. Que deixe de ser um mote para discursos de campanha e enredo para belas e falsas peças publicitárias.

Responder

Silvia

14 de julho de 2011 às 18h43

Ótimo texto, porém triste….
O professor deveria ser mais valorizado nesse país! É um absurdo o que ocorre desde toda a história desses profissinais! Aja esperança e força para tantas lutas! Torço sinceramente para que esse cenário mude!!!!

Responder

Campineiro

14 de julho de 2011 às 18h33

Eu tb acho abominável este piso salarial.
Se eu fosse professor, certamente ja estaria procurando emprego na rede privada de ensino.

Responder

Armando S Marangoni

14 de julho de 2011 às 18h30

Será que já não é hora de parar com essa forma meio infantil de se manifestar? Estão parecendo alunos do Serra!! Gente! A representação é evidente.

Essa é a imagem que querem passar dos professores?

Se é preciso aparecer na mídia (inimiga), tudo bem, mas não se aproveitem do fato de que os donos da comunicação comercial adoram desqualificar tudo o que vai contra os interesses deles. Do jeito que está, vocês estão colaborando muito mais com eles do que com sua causa.

Ou vocês acham que os jornais publicam o que não interessa aos seus padrinhos políticos e econômicos? Os jornais com seus patrocinadores são grandes empresas famíliares em que o inimigo de um é inimigo de todos.

Responder

Nilton

14 de julho de 2011 às 18h19

É a copa do mundo coitado, ele está gastando muito com o circo. Além do mais salário de professor não tem 15% né.
Mas o berço da civilização já está em crise. Gregos e Romanos começam a colher o que plantaram há dois mil anos. Por aqui deve demorar ums ciquenta anos ainda.

Responder

iza

14 de julho de 2011 às 16h34

Polícia para quem precisa de polícia!
Aécio e Anastasia, dois BANDIDOS que já deveriam estar presos há anos.

V-E-R-G-O-N-H-A!
Esses policiais agredindo professoras, senhoras?
Esse bando de milicos safados não tiveram mãe, nem professoras?
Nunca frequentaram o banco da escola?
CANALHAS!

Responder

Policial mendigo SP

14 de julho de 2011 às 15h53

Tucano só muda de endereço,é tudo igiual aqui em SP, a tropa de choque da PM tambem é o pau mandado do XUXU alckmintira, Cerrágio e toda tucanalhada, iniciada pelo Mario está tarde na Covas.

Responder

    João Alberto

    14 de julho de 2011 às 19h25

    Lá em Pernambuco, na época do governador Jarbas Vasconceslos (PSDB), em qualquer manifestação democrática que existisse A tropa de Choque da PM botava pra quebrar! As pessooas tinham medo de fazer manifestação!!!!!este é o jeito PSDB de Governar

Aline Rezende

14 de julho de 2011 às 15h49

ESTIVE NA CIDADE ADMINISTRATIVA, na ASSEMBLEIA, até as 02 da manhã e conclamo aos meus colegas que ainda se encontram em sala de aula que nos ajudem essa luta é de todos nós. Caso tenhamos sucesso o bônus será para todos e se fracassarmos não é justo que apenas alguns arquem com os ônus. Conto com a coragem de todos.

Avante na luta.

Responder

Aline Rezende

14 de julho de 2011 às 15h35

Estive lá fui agredida e conclamo aos meus colegas, ainda em sala de aula, que nos ajudem , pois essa luta é de todos e não é justo que apenas alguns paguem o ônus.

Responder

Adriano

14 de julho de 2011 às 15h35

Em Minas é assim, Aécio manda, Anastasia obedece. Aécio sacrificou o serviço público e Anastasia vem arrematando o serviço. Os professores recebem hoje o pior salário do Brasil pago a educação. Essa é a realidade do choque de gestão. Uma farsa.
Excelente o texto da Luana. Parabéns pela coragem e pelo brilhantismo da escrita.

Responder

edmil

14 de julho de 2011 às 15h34

É AZENHA !
Aqui no rio já vai para dois messe de greve e ninguem diz nada, a inprensa corrupta está cooperando com sua omissão ,os professores aqui do rio foram recebidos pelo secretário, mas com spray de pimenta . SÓ VAÕ NOTICIAR QUANDO COMEÇAR O QUEBRA-QUEBRA.

Responder

Luana

14 de julho de 2011 às 15h27

Vice de peixe, peixinho é! Lero-lero é mato!!!

Responder

Carlos Lima

14 de julho de 2011 às 15h22

Olha Luana, minha esposa é professora e a coisa não é fácil, ela leciona nos três turno e em casa, é uma covardia sem tamanho. Em Minas não temos governo, temos coronéis assanhados para chegarem ao planalto. Não tenho vergonha de dizer, se chegarem lá vai ser a maior desgraça que um povo pode ter, seria a volta da ditadura, porém de cara nova seria uma ditadura ditada por governantes que não respeitam a história de Minas, aqui em nosso estado já vivemos este pesadelo a oito anos. imprensa comprada, clube de serviços anexados, associações submissas, federações engessadas. vejam os passo da ditadura: Policiais militares recebem aumentos sucessivos, professores e outras categorias aumento zero. A policia provavelmente não abandonará que os remunera melhor, vão bater em professores a onde o chefe mandar. A bandeira do Estado de Minas em sua frase já não há mais razão de ser, os new coronéis apoderaram do estado com um montes de empresários e estão a tomar conta do resto que falta, é só uma questão de tempo.
Pobre estado Minas antes protegido por montanhas e hoje envolvido em uma cortina de fumaça que faria Tiradentes vomitar no tumulo de tanta vergonha dos atuais governantes. Minas hoje é sinônimo de decadência é monte de gente ruim passeando nas asas do professores bons e esquecidos. tiram dos professores para alimenta a mentira midiática.

Responder

João Alberto

14 de julho de 2011 às 15h15

Fiz faculdade de licenciatura em física na UFPE (Pernambuco) mas não terminei o curso, fazia estágios na época e via muitos professores deprimidos, tinha feito antes um curso de Téc. em eletrônica pelo CEFET-PE, e com este curso fiz dois concursos para duas empresas federais passei em ambos, trabalhei dois anos em uma, e hoje estou em outra, o salário não é lá essas coisas, mas consegui comprar meu carro e financiar meu apartamento, e no final do mês não fico no vermelho. Tinha o sonho de ser professor, mas a realidade desta profissão é triste. Ao ver concursos nas áreas técnicas pagando o triploou mais que ganha um professor, terminei migrando para esta área. Mas ainda hoje eu fico indignado com a situação que vivem os professores, tenho muitos amigos nesta profissão, muitos deles infelizes, fazendo concursos para sair da licenciatura. Espero que algum dia a educação seja levada a sério por nossos governantes, e que o professor posso viver de forma digna apenas dando aula, sem ter que fazer "bicos" para complementar renda. Um abraço a todos!

Responder

Luis Fernando

14 de julho de 2011 às 14h53

Azenha, aqui no Rio de Janeiro a situação é deplorável para a educação publica, chegou a hora dos professores, estudantes e pessoas que pensem um pouco mais além de seus umbigos se unirem, e cortarem as cabeças dos poderosos, não apenas aqueles ditos governantes e parlamentares, mais também dos capitalistas.

Responder

zata2ltb

14 de julho de 2011 às 14h50

Bom, eu acho legal as pessoas que querem garantir o seu direito desde que não atrapalhe o direito dos outros.
Atrapalhar a circulação dos veículos na via não foi uma boa idéia, a policia teve que intervir para que os outros não fiquem prejudicados também. Depois reclamam da atitude da policia, tinha gente deitando no chão. Quanta criancice.

Bom, fora isso, tem que manifestar mesmo, tem que gritar mesmo para serem ouvidos, mas desde que não atrapalhe quem não tem nada a ver com a história.

É essa minha opinião, você com certeza tem a sua, então por favor não venha me xingar ok ? =)

Responder

    Luis Fernando

    14 de julho de 2011 às 16h48

    Ai fica fácil:

    "Bom, fora isso, tem que manifestar mesmo, tem que gritar mesmo para serem ouvidos, mas desde que não atrapalhe quem não tem nada a ver com a história."

    Os manifestantes vão gritando, as pessoas vão vivendo suas vidas (como se realmente não tivessem "nada a ver com a história") e as coisas vão continuando da mesma forma. Esse pensamento é tudo o que quem possui o poder nas mãos quer !

    Silvio I

    14 de julho de 2011 às 20h40

    Luis Fernando:
    Essos que não tem nada que ver com a historia devem de ficar por dentro.

    zata2ltb

    25 de julho de 2011 às 10h27

    Realmente errei ao expressar mal minha opinião sobre esse "não tem nada a ver com a história".
    Mas não retiro minha opinião, pois tudo o que eu faço eu quero sempre o bem dos outros.

    E se eles não sabem outra forma de manifestar, bom, ai você já viu no que da né ?

    Silvio I

    14 de julho de 2011 às 17h47

    Zata2ltb:
    Eles sabem de isso, mais uma greve, um protesto, uma marcha, si não molestar não chama atenção, de ninguém. A imprensa não publica esta de mãos dadas com os governantes, Às elites que de onde saem à maioria dos governantes, não se interessa que o povo abandone as quatro patas e comece a caminhar com duas. E policia pobrezinhos, são uns coitados que não tem raciocínio e cumprem aquilo que mandam fazer,e também tem salários de fome.

    Aline Rezende

    15 de julho de 2011 às 12h51

    O direito do outro é desrespeitado a todo momento pelos governantes. Nas escolas públicas falta tudo o que vc puder imaginar. Infelizmente não há outra forma de mostrarmos o que acontece nada é noticiado se não houver comoção. Agora, chamar de criancice alguém se dispor a lutar pelos seus direitos demonstra o quanto lhe falta informação, os policiais poderiam interferir e fazer o seu trabalho sem ferir ninguém. Como aconteceu no ano passado quando a PM fez um trabalho muito mais humano. Não eramos peças, objetos no asfalto, eramos pessoas, mulheres, jovens, idosos PROFESSORES, implorando por algo que lhes é de direito. Seria muito mais fácil se ao invés de criticar e achar que existem outras formas de manifestar e se fazer ouvir a sociedade, necessitada de uma educação de qualidade, comprasse nossa LUTA e nos ajudasse ao invés de fazer o papel do governo. Engarrafamentos e embaraços no transito acontecem todos os dias, com ou sem manifestação, porque a mobilidade urbana em BH é um caos. Portanto ao invés de criticar nos ajude a cobrar dessa forma seu direito tão sagrado não será perturbado, pelo não por TRABALHADORES.

    PENSE BEM, MEU CARO, ESTAMOS FALANDO DE AGRESSÃO FÍSICA E MORAL, acredito que você deve ser muito bem sucedido e faço votos que nunca tenha que reivindicar nada, porque spray de pimenta arde, e pancada de polícia dói demais, sei do que falo porque era uma das "crianças" deitadas no asfalto.

    zata2ltb

    25 de julho de 2011 às 10h25

    Aline, gostei do seu texto. Quando eu citei criancice, eu não quis dizer todos, mas deitar no chão pra impedir que a policia tire vocês de lá foi um ato de criancice.
    Claro, o governo nos atrapalha e MUITO! Mas não vamos nos igualar a eles e prejudicando os outros não é ?
    Acho que lhe falta um pouco de informação também. Ordem dada pela policia é ordem a ser cumprida. Caso o contrário é spray de pimenta ou elastômero.

    E como eu queria que eu fosse bem sucedido financeiramente. Caso você não saiba minha mãe é funcionaria pública, professora, meu pai está desempregado e eu estou me ralando pra ajudar em casa e pagar a faculdade, portanto eu sei muito bem como esse baixo salário dificulta nossas vidas. Mas eu faço as coisas pensando nos outros também.

    Veja por exemplo o movimento da PEC 300, onde vários policiais e bombeiros militares estão em brasilia lutando por aumentos.

    Att.

Almerindo

14 de julho de 2011 às 14h29

Grande Azenha, preocupante e precisa ser divulgado, na esperança de que as autoridades coíbam esse abuso:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/07/1

Responder

Jairo_Beraldo

14 de julho de 2011 às 13h24

Vão me dar pancada, mas sabem o que eu penso: os professores são vozes que ecoam, tem um enorme contigente a seu dispor, e poderiam ter mudado o rumo das eleições em Minas…deveriam eles saberem primeiro eleger seus mandatários, e depois querer cobrar…em vez de lutarem contra o que chamam de desmandos de Aécio(o que creio piamente, pois o mesmo acontece aqui em Goiás), ficam lamentando por não terem lutado para mudar o governo da minha querida Minas Gerais.

Responder

    Adriano

    14 de julho de 2011 às 15h32

    os professores não são os únicos que elegem. Aécio tem a máquina do estado na mão e isso é inegável. Reconheço que infelizmente muitos dos meus colegas foram "inocentes" ao ponto de votar nesse projeto de governador.

    Almerindo

    14 de julho de 2011 às 15h45

    Jairo, o problema é que a MAIORIA ESMAGADORA do povo mineiro acredita nesse povo… Não foi à toa que deram uma balaiada na oposição. Mas o PT teve MUITA CULPA nesta última eleição para governador, pois não peitou o PMDB pra colocar o grande Patrus como candidato (se conformou em colocá-lo de vice). O Hélio é fácil demais de vencer. Deu no que deu…

    Silvio I

    14 de julho de 2011 às 17h48

    João Beraldo:
    Ocorre em todo Brasil

    Jairo_Beraldo

    15 de julho de 2011 às 13h04

    Tanto ocorre, por falta de observar a leitura(meu nome não é João)…e se o fez de proposito, faz como "professores" de UNESQUINAS como a Estacio de Sá – PROMOVEM A VIOLENCIA DO BULLYNG!!!

    Mineira consciente

    27 de julho de 2011 às 00h09

    Jairo, em parte você tem razão. Mas infelizmente muito professores votaram neste calhorda. Os chamados "professores efetivados", efetivados com uma tal "Lei 100", criada pelo tal aecim, passando por cima da Constituição Federal que determina que o acesso efetivo a um cargo público deve ser por meio de um concurso – isto não aconteceu – CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO? – E estes profissionais viraram VOTO DE CABRESTO – estão numa zona de conforto, não precisaram ESTUDAR PARA PRESTAR UM CONCURSO. Imagine!!! E não são poucos votantes, mais família, amigos. É voto prá danar!!

Roberto

14 de julho de 2011 às 13h19

Já dá pra perceber porque você é EUNAOSABIA, você é ignorante!

Responder

    Gerson Carneiro

    14 de julho de 2011 às 14h03

    Zé Bolinha enfiou na cabeça do EUNAOSABIA que ele (Zé bolinha) é Doutor em Economia agora não há Pai de Santo capaz de tirar isso da cabeça dele.

Roberto

14 de julho de 2011 às 13h16

Sou prof da rede pública no Paraná. Só consigo saber alguma informação de greve dos prof. através de blogs. Cade a imprensa justa? Eu estou com medo porque aqui no Pr o governo também é PSDB.
Até o momento ele cumpriu todas as propostas, mas se vocês não precionarem ai, vai contaminar!
Um abraço. Contem conosco.

Responder

    Avelino

    14 de julho de 2011 às 14h53

    Caro Roberto
    A imprensa justa está do lado do governador massacrando os professores.
    Aqui, em SP, na falta de professores, leva-se quase um ano para sair a aposentadoria do professor, motivo, não há mais e os que existem tem que aguardar essa demora. E os médicos das pericias estão cortando todas licenças.
    Saudações

José Eduardo Camargo

14 de julho de 2011 às 13h09

Penso que a única maneira possível de se acabar de uma vez por todas com o descaso dos governos estaduais e também municipais com a educação seria condicionar o recebimento das verbas públicas para o setor à gestão partilhada entre os governos, os sindicatos e a sociedade civil. Ou seja, haveria uma gestão tripartite dos recursos. Mas para isso seria preciso criar uma lei de âmbito nacional que determinasse não só a alocação e administração dos recursos mas também as formas de aplicação de determinadas estratégias pedagógicas, as quais seriam discutidas democrática e equanimemente entre os envolvidos. Em resumo, descentralizar e democratizar a gestão educacional. E, por favor, não confundirem gestão com gerenciamento. Porque de gerenciamento já estamos cheios! Uma "coisa" inventada pelos vanguardistas e mercadistas do atraso, os tucanos!

Responder

Ana Dias

14 de julho de 2011 às 13h07

E em Santa Catarina, ontem, a Assembleia Legislativa aprovou a proposta do governador Raimundo Colombo que paga o piso, mas termina na prática com o plano de carreira para os professores.
Sendo assim, fica mais explícita a política do governador de sucatear o ensino público.
Os professores estão ficando cada vez mais sem saída, já que na segunda-feira o TJSC autorizou o governador a descontar os dias parados do salário dos professores em greve.

Responder

Luis

14 de julho de 2011 às 12h26

Parece que tem um troll, uma troll, ou um-uma troll adentrando neste espaço democrático, para – ao invés de opinar – desqualificar o debate. Provalvelmente, alguem remunerado pela tropa aecista. É assim que funcionam. Mas não conseguem esconder a realidade. O senador mínero-carioca não tem coragem de andar pelos interiores de Minas. O Governador desmarcou vários compromissos. Professores estamos ávidos para recepcioná-los em nossos municípios!

Responder

Graziella

14 de julho de 2011 às 12h25

Eis que minhas esperanças renascem… Há um luz no fim do túnel. Essa luta é pela nossa dignidade, e mais pelo futuro de nossa nação. Essa luta é de toda sociedade, EDUCAÇÃO é investimento e não despesa. Parabéns por seu artigo.

Responder

Julio Silveira

14 de julho de 2011 às 12h19

Tenho uma esperança. A de que um dia os cidadãos reconheçam que suas ignorâncias e suas mazelas, em grande parte são fruto de sua mais completa omissão ao que fazem com os professores deste país.
É histórico que povo ignorante é a melhor massa de manobra, com que os canalhas mais poderosos costumam contar para reinar entre os imbecis. Dividem e reinam sempre.
A grande revolução pacifica que todos pedem só terá inicio quando revolucionarmos na valorização de nossos professores. Abaixo os imbecis.

Responder

Abdula Aziz

14 de julho de 2011 às 11h50

Por que as pessoas aqui no Brasil não vão as ruas como na Europa, África e Oriente Médio protestar contra esse autoritarismo e essa corrupção que contaminou até o judiciario. Temos que ir as ruas e dar um basta nisso. Parar tudo! É levante popular! Não! A galera tá preocupada com a novela o futebol e o churrasco de fim de semana! Acorda Brasil! Onde estão os jovens para iniciar esse movimento? Claro! estão preocupados em consumir e consumir. Temos que ter vergonha na cara e mandar essa gente, que está no poder , pra cadeia.

Responder

    Jairo_Beraldo

    14 de julho de 2011 às 13h29

    Porque por aqui, tem aqueles pulhas covardes que estão sempre em cima do muro, vêem seus colegas idealistas irem para o pau, e se der certo se junta a eles….se não se juntam aos algozes….são os canalhas saídos de UNESQUINAS como a Estácio de Sá…já aprendem a serem covardes e traiçoeiros nas salas que seriam de aulas, mas que são formadoras de biltres!

EUNAOSABIA

14 de julho de 2011 às 11h35

Gostaria de parabenizar esse grupo de policiais por manterem a ordem.

Responder

    Tenório

    14 de julho de 2011 às 11h55

    Saudades do Médici e da gonorreia?

    Aline C Pavia

    14 de julho de 2011 às 12h16

    Com licença, vou vomitar.

    Gerson Carneiro

    14 de julho de 2011 às 13h11

    [youtube ALPygxOpOhw&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=ALPygxOpOhw&feature=related youtube]

    MataTrolls

    14 de julho de 2011 às 14h21

    Roonnncc….

    Esses trolhas dão um sono…

    EUNAOSABIA

    14 de julho de 2011 às 21h38

    Aécio Neves é um gato!!!!!UI !!!!!!!!! UI !!!!!!!!!!!

    João PR

    15 de julho de 2011 às 00h11

    Você também deve parabenizar os torturadores (como o Ulstra) por terem mantido a "ordem e progresso" durante o Golpe de 1964.

alden cavalcante

14 de julho de 2011 às 11h22

meu nome é alden cavalcante.Sou professor de história da rde pública estadual de Belém do Pará,há mais de 20 anos e sei com conhecimento de causa o que significa trabalhar três periodos,de manhã,de tarde e de noite,com o objketivo de amealhar um salário melhor,para conseguirmos sustentar nossas famílias e ainda por cima ,sofrermos perseguições por parte das secretarias de educação,que falam sempre em qualidade de ensino,choque de gestão,eficiência,enfim,tudo o que conhecemos sobre os governos tucanos,mas na hora de pagar um salário justo,dizem que não existe dinheiro,vide o nosso pccr,que já vai quase um ano e o governador tucano da hora ,afirma que vai impactar e muito a folha de pagamento.é por essas e outras que muitos amigos meus,como a professora de minas comentou já abandonaram a profissão.Fico muito triste com esse estado de coisas.ah,só para lembrar,os 12 anos dos tucano aqui no pará foram terríveis para os professores e a educação.

Responder

    EUNAOSABIA

    14 de julho de 2011 às 11h51

    Alden, toma um açaí com pirarucu aí por mim…com aquela farinha bem baguda mesmo da feira da 25… é que pelas bandas onde estou, eles tomam uma espécie de "suco" ralo que chamam de açaí, misturado com banana, laranja, uma tal de granola e outras besteiras…

    MataTrolls

    14 de julho de 2011 às 14h23

    Só pra disvirtuar o tópico, esse cretino assina o que realmente é: Não sabe mesmo de nada.

    EUNAOSABIA

    14 de julho de 2011 às 15h53

    Isso é sério amigo?

dimitri

14 de julho de 2011 às 11h22

Pois é, depois de 8 anos de um governo maravilhoso, de uma gestão impecável, de planejamento inteligentísso, nossos Tucanos não têm condição de aumentar 500 reais num piso salarial deplorável???

Grande política essa! Tudo o mais poderia ser considerado errado nesse processo de manifestação dos grevistas, mas apenas por esse fato objetivo (um piso salarial medíocre e sub-humano e a incapacidade de negociação do Governo Mineiro) qualquer argumento contrário as manifestações cai por terra.

Quem vive em Minas sabe bem onde o calo aperta. Não tem como defender o indefensável. Simplesmente ridículo.

Responder

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