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Leitor: “Se os defensores dos gays falam o que querem, os contrários têm esse direito”


05/04/2011 - 15h44

Caro Azenha:

Gosto muito do seu blog, aliás, tem sido uma das minhas fontes principais de informação.

Entretanto, fico triste pela cobertura do caso Bolsonaro. Ele, realmente, tem opiniões muito radicais, em muitos casos, dispensáveis. Não concordo com quase nada que ele fala, mas ele tem razão de expressar opiniões contrárias ao movimento gay.

Esse pessoal, claro, merece todo respeito, mas o propósito deles de imporem-se como parcela superior, especial, melhor da sociedade, é um descalabro. Não sei se você conhece bem o pleito desse movimento, mas eles querem colocar na cadeia quem disser a um filho, durante a educação, que reprova o comportamento homossexual, etc.

Imagina, todo ser existente neste planeta é criticado o tempo todo, e os gays não poderão sê-lo. A opção sexual de qualquer um é problema particular, mas tenho o direito, baseado na fé, filosofia, doutrinas, etc, de não concordar com o comportamento.

Da mesma forma que há pessoas que defendem o movimento gay, é democrático haver quem discorde das propostas deles.

Por fim, trabalho junto com gays, já disse a eles qual é o meu posicionamento, respeito cada um. Só não abro mão, de jeito nenhum, do meu direito de não concordar com a adoção por gays, de não aceitar esse tipo de comportamento e de poder educar meus filhos de que essa conduta não é a adequada com base em nossa visão de mundo e fé.

Conheço centenas de gays e nunca vi nenhum deles ser importunado por ninguém. Agora, outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos. Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito. O respeito às pessoas cabe em todas as situações. Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays.

Então, caro Azenha, se os defensores dos gays falam o que querem, os contrários também têm esse direito.

Ou querem que tenhamos casos como na Argentina, onde centenas de juízes dizem preferir a morte a casar pessoas do mesmo sexo?

Abraço

Leia aqui o que ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, acha das opiniões do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).

E aqui o que Jean Willis falou sobre o Bolsonaro.

E aqui sobre a investigação criminal de Bolsonaro solicitada pela ABGLT à Procuradoria Geral da República.





276 comentários

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Solange Oliveira

07 de abril de 2011 às 23h31

Eu não gosto da expressão "homofóbico" como não gosto da expessão "racista". Negros e gays são sim muito discriminados e têm todo o direito de lutar para garantir respeito, de pôr problemas em discussão, buscar alternativas para a convivência. E a melhor alternativa é a educação, é óbvio, embora não tão simples assim. Bem, o que questiono são as expressões cristalizadas, "homofóbico", "racista", "machista", elas me parecem rasas… Tão rasas quanto o pensamento das pessoas que discriminam negros e gays… Pobres também são discriminados (e muito! perguntem a um gay pobre e a um gay classe média, nem precisa ser classe A, se há diferenças de tratamento…), drogados são discriminados, gordos são discrimminados, deficientes físicos e mentais são discriminados… Mas não há uma expressão específica para discriminador de gordos, ou de pobres… Não há em português, que eu me lembre, pode haver em inglês ou em outras línguas, não sei… E nem precisa haver. Isso nã melhora as coisas. Bem, o que quero dizer é que somente classificar alguém de racista, machista ou homofóbico pra mim é um pensamento raso, fácil, simplificado… É acreditar em Bem e Mal, é achar que as coisas se dividem em certo e errado… É ir contra a própria ideia de diversidade. Sou a favor da diversidade, da educação, do melhor conhecimento sobre o outro. E da tolerância. A palavra tolerância não é nada simpática, tolerar alguém não é entender e concordar, tolerar é suportar o que nos incomoda, é aguentar algo que não compreendemos ou que não aceitamos… Por isso, é uma palavra mais real, não somos perfeitos, somos todos bons e maus. Mas tolerância não é hipocrisia, tolerância é acreditar que meu direito não é maior que o direito do outro, ainda que eu não tenha "afinidades" com ele (como dizem naquela exploração consentida chamada BBB) . Sermos intolerantes então com as pessoas que chamamos de racistas, machistas, homofóbicos não vai melhorar a convivência, só acirrar disputas. Prefiro pregar a tolerância. E a punição quando a discriminação gera prejuízo material ou moral. … Mas, nesse jogo de poderes, não estranhem se ganharem os mais ricos, os mais influentes e os mais hipócritas…

Responder

    Luiz Fortaleza

    08 de abril de 2011 às 09h32

    As palavras existem para conotar ou denotar alguma coisa… não no sentido de rotular, mas de identificar algo, uma realidade. Tolerar significa aguentar, suportar pacientemente algo, consentir… eu não posso tolerar a violência física ou verbal contra os negros, os homossexuais, os pobres, os diferentes, mas posso tolerar a sua forma de existir como sabe e deseja, na medida em que não me desrepeite, não me agrida verbal ou fisicamente. Posso não concordar com o modo de vida de uma pessoa, não aceitar a partir do meu juízo de valor, mas não tenho direito de agredi-la verbal ou fisicamente por ser o q é a partir dos meus preceitos morais. Temos q ser intolerantes com a corrupção sim, com a homofobia sim, com o racismo sim, com assassinos sim, com ladrões sim, mas não podemos ser tolerantes com a injustiça, com o mal… não podemos relativizar as coisas dizendo q mal e bem é uma questão de ponto de vista, senão caímos no puro opinismo egoísta. A vida é um divisor entre o bem e o mal sim, tem seu "q" de maniqueísmo sim, senão vivíamos numa paz eterna. Seu discurso está confuso e fica evasivo qdo vc não conceitua bem as palavras. Aí vc mistura tudo e não separa o joio do trigo. Uma palavra-chave é discernimento, discernir = ter clareza, saber diferenciar, separar…

Remindo Sauim

07 de abril de 2011 às 16h19

Pelo que entendi o teu leitor é contra o homossexualismo, apenas por ser. Mas não dá nenhuma explicação pelo fato de ser contra. Provavelmente teve uma infância infeliz e desconfia de sua própria orientação sexual.

Responder

Luca K

07 de abril de 2011 às 11h36

A questão principal do texto do leitor é; se os defensores dos gays opinam, seus opositores tem de ter o mesmo direito, ou seja, de opinar contra o homossexualismo, seja masculino ou feminino. O leitor está absolutamente correto! Muitas, muitas pessoas q frequentam e escrevem neste blog adoram encher a boca e falar de liberdade de expressao e democracia, desde q essa expressão seja a opinião deles. Quando não, partem frequentemente pra ataques pessoais infantis; "racista", "homofóbico", blabla. Vertem hipocrisia.
Parabéns ao autor do texto e congrats Azenha, por ter tido a coragem de postar o texto.
[]s

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    Ismar Curi

    07 de abril de 2011 às 18h18

    Não confunda preconceito com orientação sexual, pode-se ser absolutamente contrário à orientação homossexual, como também ser contrário à orientação heterossexual, – sem preconceitos quanto à uma ou outra orientação. O caso é simplesmente de preconceito, é aí o 'X' da questão, o preconceito da maioria é contra o homossexualismo, que na sociedade de hoje é representado por uma minoria oprimida. Então luta-se contra o preconceito de uma maioria que oprime uma minoria simplesmente por seu comportamento diverso. Portatno a orientação não tem nada haver com o problema do preconceito. 'Tá' explicado?

Vinícius

07 de abril de 2011 às 09h16

(continuação)

Mas a coisa continua. A vanguarda política do Brasil, além disso, é atéia, ou agnóstica, ou deísta, mas que com uma visão de que o Divino é algo divino demais pra ficar cobrando bobagens da gente. Minto? Não julgo essa tchurma. Fui parte dela a vida inteira, meu pai é parte dela, e meu irmão, e meus amigos da faculdade. Eu amo essa tchurma, me ofendo quando vejo acontecer preconceito contra ateus.

E antigamente eu torcia pra que esse pessoal convencesse o mundo inteiro a crer nos valores deles, que eram os valores que pra mim eram os valores que realmente trariam a paz, acabariam o a injustiça, nos permitiriam ser mais felizes e livres.

Não vem ao caso como mudei de idéia – foi um trajeto de altos e baixos, com um final que eu considero muito feliz.

Continuando, é a essa tchurma que pertence a vanguarda política do Brasil. Porque são os mais cultos, mais organizados, com mais facilidade de transitar no mundo acadêmico e político. E já que eles estão "lá", querem que "Estado laico" signifique que o Estado não se preocupa com, nas palavras do Richard Dawkins, "os mitos da Idade do Bronze".

Mas Estado laico significa estado sem fé, não fé teológica, aquela que Paulo explica e Niestzche repudica. Isso seria um Estado ateu, ou Estado Pós-Crenças bobas, um Estado que negasse aquilo que a tchurma despreza. A fé a que se refere o "laico" do estado é a fé do IBGE. A fé que te perguntam: "qual é a sua fé", e vc diz wiccan, gê, baha´í. Não é por causa da natureza do pão da missa que os irlandeses se matam. Os Anglicanos e os Católicos tem dogmas praticamente iguais. Eles se matam porque são diferentes. E o Estado laico existe para impedir que a visão religiosa de um grupo constranja as práticas religiosas de outro.

Por exemplo, é puro preconceito punir o povo de santo por causa dos sacrifícios animais. Não tem nada de solidariedade com os animais, não. A gente mata milhares de vacas que às vezes nem são comidas, ou mata bichos para fazer roupas. E tudo isso é legal. Vai dizer que proibir sacrifício é medida sanitária? Me poupem. Eis um exemplo do Estado não sendo laico, da maioria política impondo uma visão subjetiva à minoria política e a constrangendo.

Responder

Vinícius

07 de abril de 2011 às 08h50

Realmente, esse papo de costumes não devia ser tão crucial assim. Na verdade, acredito que existem costumes mais relevantes, como um mínimo de solidariedade, um mínimo de curiosidade sobre política, um mínimo de paciência pra se organizar com quem quer que seja (vizinho, colega de trabalho, colega de escola)…

Mas pra mim, por causa da minha fé, homossexualidade não é um bom costume. Não que vá acabar com o Brasil. Mas, dentro da minha religião, não tem como discutir que está errado.

O Estado do Brasil é laico. Não é porque a minha religião, que, no que se refere a isso, é marjoritária no Brasil, de 95%, que os códigos penal e civil deviam imitar a bíblia. Até porque cada um interpreta a bíblia de um jeito, né? A grande virtude do estado laico, no ocidente cristão, é não permitir que um seita cristã oprima a outra.

Mas daí algumas pessoas querer puxar a sardinha pro seu lado. Assim como o Brasil é um país de pardos, mas tem quase nenhum pardo no poder, e é um país com 54% de mulheres, mas não tem 4% de mulheres no poder, e é um país de pobres e de gente com origem pobre, mas vixe maria, melhor deixar quieto, o Brasil é um país de conservadores, do ponto de vista familiar, etc, mas a proporção de conservadores no poder é desproporcional. "Pô", direis, "e aquele monte de babacas no congresso?". Esses conservadores não fazem porra nenhuma no congresso, porque são uns sanguessugas. O Brasil não tem quase nenhum político no bom sentido que seja conservador. Tem um monte de rufiões hipócritas, que cavalgam na ignorância do povo. Isso sim.

Já a vanguarda política no Brasil é de liberais. Até aí, é um "desnível", que eu acho triste como qualquer desnível que acha entre a cara de um povo e a cara de seus líderes, mas tem gente que interpreta de outra forma. Mas, até pra mim, não é nenhuma vergonha. Até aqui não estou reclamando, na verdade.

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Jorge

06 de abril de 2011 às 23h51

Começa no Brasil a Ditadura da "Democracia". Apague a luz, quem sair por último. Martin Luther King lutou contra cotas de negros no ônibus, banheiro, universidade, etc.. Ele lutou pela liberdade e respeito entre pessoas de qualquer etnia. Na época que KKK atuava nos EUA, tinha cota sim: no ônibus, negro sentava no fundo (no chão); banheiro não era mesmo dos brancos e assim por diante. No Paraná no início do século XX, parlamentares fizeram um Decreto proibindo a entrada de japoneses no estado. No mesmo estado quem projetou a linha férrea Curitiba – Paranaguá foi Engenheiro Rebouças, um negro baiano que trabalhou para o Império. Portanto, gênios não é através das cotas que aparecem. Será que não está ocorrendo inversão de valores?

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    BRUNA

    06 de maio de 2017 às 20h12

    Ditadura democrática constitucional, pois, os hipócritas em Brasilia estão delapidando a constituição de forma que eles se mantenham no poder, e não sejam punidos pelos seus crimes de corrupção. Estão legalizando a corrupção. E se ano que vem ninguém deste governo ganhar, mesmo com manobras, não chegarem ao poder eles vão se manter no poder a revelia do povo, porque eles tem dinheiro para comprar um exercito e armamento bélico, aguardem. E quando digo exercito, não me refiro ao exercito brasileiro, me refiro aos seus exércitos pessoais, comprados com dinheiro de propina. Aguardem…O governo Temer tá se fazendo passar como inofensivo… Mas ele já deixou claro que ele não liga para o povo… Eu acredito ele tem uma carta na manga…2018 me preocupa… as surpresas ainda não acabaram…

Jorge

06 de abril de 2011 às 23h30

Nunca vi um afrodescedente ser acusado de racista. Alguém já viu? Será que são tão perfeitos? Chamam brancos de branquelos, asiáticos de amarelos, índios de bugres e está tudo certo? Nos últimos séculos da história da humanidade, africanos foram que mais comercializaram os semelhantes como escravos e aqui no continente Americano, até o momento não se ouve dizer que os indígenas comercializam os semelhantes ou não (grandes impérios como Inca e Azteca sim). Não sou antropólogo, mas uma literatura científica sobre escravidão na história da humanidade deve ser algo bem interessante para ser estudado. O Brasil e muitos países "compraram" escravos africanos porque eram fáceis de serem adquiridos no continente africano. Os próprios chefes de tribos que dominavam os derrotados comercializaram humanos (homens, mulheres e crianças). Pasmem, muito provalvemente existiam feiras de escravos mostrando qualidades como são comercializados animais hoje. Portanto, são fatos da história da humanidade. O Brasil não deve fazer nenhuma apologia contra diferenças que são oriundas da nascença, ou seja, nenhum criança tem como escolher os pais. Felizmente ou infelizmente as pessoas nascem de forma mais interessante, totalmente imparcial (aleatório). Mas cabe os que vem e estão neste mundo conviver de forma pacífica. Portanto, mesmo que os pais sejam andarilhos, descamisados ou mendigos, isso não quer dizer que os filhos vão ser definitivamente iguais. Basta prestar um pouco mais de atenção, os pais do Steve Jobs (Fundador da Apple) praticamente abandonaram-o assim que nasceu e foi criado pelos pais adotivos. Hoje ele é um dos homens mais ricos e influentes do mundo.

Responder

    Luiz Fortaleza

    07 de abril de 2011 às 09h43

    É o típico discurso liberal pacifista, letigimando a sociedade da diferença, da individualidade, sem tocar na questão da exploração do homem pelo homem, ou da exploração comercial ou (neo)colonial de um país sobre outro. É querer negar a história do imperialismo no mundo, desde lá do Império Romano, é negar a luta d classes na história da humanidade. Ora se a burguesia, os burgos, como classe fizeram sua revolução sangrenta para se tornar hoje classe dominante, p q não os trabalhadores não podem o fazer? Querer imprimir na história um falso pacifismo, que pra mim é puro passivismo histórico ou pura resignação dos oprimidos sociais, é ser ahistórico. O motor da história da humanidade teve um elemento chamado violência e quem é historiador sabe disso. Até hoje a burguesia faz as suas guerras (1º e 2ª Guerra Mundial, Guerra Fria, Ditaduraa militares) e nunca foi pacifista não.

Luiz Fortaleza

06 de abril de 2011 às 19h03

Engraçado é q as pessoas ficam indignadas se veem um casal de homossexuais, seja masculino ou feminino abraçados ou se beijando, mas não se idignam com criança fumando craque, miseráveis morando nas ruas, passando fome, gente q não conseguiu nem ser gente. As pessoas passam pelos miseráveis e ignoram, fingem não ver… gente o pecado é mais social do que sexual… desejo sexual é uma questão privada, de forum íntimo… ninguém gosta da pessoa do mesmo sexo por opção para depois ser humilhada e debochada culturalmente, a pessoa só sabe ser aquilo o q tem vontade de ser.

Responder

Marcelo Fraga

06 de abril de 2011 às 18h46

A única diferença entre um heterossexual e um homossexual é que o último sente atração por pessoas do mesmo sexo. De resto, os dois trabalham, tem amigos, votam, comentam no Viomundo, e tantas outras coisas, igualmente.

Quero que venha aqui um homofóbico e me prove que existe mais do que essa diferença entre um homossexual e um heterossexual.

Responder

will

06 de abril de 2011 às 17h43

eu acredito com todas as forças do Universo que a mulher é feita para o homem e vice-versa.
isso é fé no sexo oposto. por não compartilhar da mesma fé, os gays não deixam de ser humanos. se o quebra-pau é por ideologia, fé e religião cada um tem o seu. impor comportamentos gays, ou héteros não tá certo.
hoje na bolha de são paulo, saiu uma nota colocando em questão o evento da parada gay: o que era para ser uma manifestação pelos direitos humanos, virou uma mera superbalada gay, na gestão do kassab. se os direitos são iguais, devería-se reivindicar uma parada hétero, dos sem terra, sem teto, dos índios, dos doentes na fila, dos aposentados, dos injustiçados, vítimas da corrupção, dos sem esgotos, dos sem salários… diante tanta prioridades realmente os gays tem as suas. que é provar que acasalar com pessoas do mesmo sexo é normal e precisam deixar bem claro isso pra todo mundo.

Responder

    Luiz Fortaleza

    06 de abril de 2011 às 18h59

    a luta dos oprimidos socialmente pela cultura patriarcal cristã-judaica é legítima. Quem é assassinado no mundo pela cultura machista, cultura da violência, da morte, da intolerâcia, do preconceito, geralmente ou é homossexual masculino ou a mulher oprimida ou a criança ou o idoso. Pensem nisso… luta heterossexual não tem sentido de ser pq os heterossexuais não são humilhados, oprimidos, ofendidos na sua orientação sexual, já as mulheres, os negros e os homossexuais são oprimido e humilhados socialmente no decorrer de séculos, milênios.

Luiz Fortaleza

06 de abril de 2011 às 13h05

Bolsonaro é vítima de sua ignorância, de sua demência intelectual… o pobrezinho sofreu muita lavagem cerebral nas forças armadas, acho q foi da ideologia de segurança nacional, patrocinada pelo FBI.

Responder

    Artur

    07 de abril de 2011 às 11h02

    Nossa, tu sabe muito sobre órgãos estadunidenses que atuam fora dos EUA, hein. Maldita Inclusão Digital.

    Luiz Fortaleza

    07 de abril de 2011 às 13h19

    Departamento de Estado Americano, CIA, FBI, quer saber mais, o golpe militar no Brasil foi organizado cinco anos antes de acontecer. Também tivemos os patrocinadores das torturas: Fundação Ford, Fundação Rockfeller, Coca-cola… fonte: O livro "Os demônios descem do Norte" que trata das várias organizações cristãs petencostais americanas se inserindo no Brasil para combater o movimento da teologia da libertação, sendo uma delas, "A renovação carismática"… como também de empresas capitalista como a General Motors. Leia q vc vai ver o jogo de bastidores da nossa ditadura militar. Dispenso sua ironia boba.

yacov

06 de abril de 2011 às 12h30

Preconceito! Preconceito! Preconceito!! Esse sr. tenta dar uma de democrático, mas de democrático não tem nada… Não leva em consideração que o Gays sofrem discriminação (ele mesmo os discrimina no final de seu texto, qua o diz que viu gays se agarrando) da sociedade, como os negros e pobres. Ninguém está pedindo ou obrigando ninguém a gostar de gays, apenas a não discriminá-los, não privá-los de direitos por causa de sua orientação sexual. O mesmo em relação aos negros. Ele diz que lhe incomoda a idéia de casais gays adotando crianças… Isso parece lhe incomodar mais que a realidade de crianças morando embaixo da ponte, entre os ratos, sem ter o que comer. Ele deve ser contra o sistema de cotas para negros e achar que o Bolsa Família sutenta vagabundos também. È um conservador posando de liberal. Só tem papo PAPO FURADO!!!!

"O BRASIL PARA TODOS não passa na gLObo – O que passa na gLOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

    Abelardo

    06 de abril de 2011 às 15h50

    SE FIZEREM SEXO NA FRENTE DE SUA CASA, ESTÃO AVISADOS: VÃO PARA A CADEIA!… Você e sua família inteira!!!!
    Será assim? Então preparemos-nos para a violência se acentuar ainda mais.
    Isso não tem nada a ver com cidadania; estão jogando com os gays por fins eleitoreiros e o que é pior, eles estão acreditando e se achando os seres supremos do universo. Perguntem aos nobres políticos o que eles fariam se descobrissem o filho(a) deles nesta stuação? No dos outros é refresco.
    É esperar pra ver. Infelizmente. Enuquanto isso, bombas explodem nos colégios com professores esfaquados e os hospitais com corredores lotados esperando o médico sentenciar quem vai viver ou morrer.
    Os Boçalnatos e os gays que vão procurar uma rinha.

FrancoAtirador

06 de abril de 2011 às 11h46

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Poderíamos resumir assim:

O FALSO MORALISTA SEMPRE BUSCA ARGUMENTOS FALACIOSOS PARA SE POSTAR ACIMA DA LEI.
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A verdade é a seguinte:

PRECONCEITO DE CLASSE, DE COR, DE CREDO, DE GÊNERO É CRIME

e, por Lei, deve ser punido.
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Responder

    Gládys

    06 de abril de 2011 às 23h39

    ATENTADO AO PUDOR TAMBÉ É PUNIDO POR LEI

    Artur

    07 de abril de 2011 às 11h04

    Preconceito não é crime. Crime é privar de direitos e cometer outras ilegalidades com base em opções e gêneros diversos.

    Não é crime pensar mal sobre o diferente, crime é tomar atitudes que afronte o direito das outras pessoas.

    Meu pensamento ainda é esfera privada, só não sei até quando.

Raimundo

06 de abril de 2011 às 11h21

Independentemente da idéia que o autor do texto mostrou, é necessário compreender que hoje vivemos numa sociedade em transição. Hoje, as pessoas acham que seus direitos privados são superiores, e inatingivéis, frente aos direitos coletivos. Não importa que sejam os homossexuais ou os heterossexuais que tenham a razão. O fato é que nós devemos ter a consciência de que a democracia é viver no coletivo face ao egoismo e arrogância do proprio ser.

Responder

Davi

06 de abril de 2011 às 11h17

Credo! como tem gay por aqui, pensei que seria menos, pois penso exatamente como o leitor , e vou mais além querem enfiar goela abaixo da sociedade, o que por si só não se sustenta, nunca ouvi dizer cientificamente que haja multiplicação da raça humana atraves de relações homesexuais , alguém ai ja ouviu, ou viu? ( não vale ferttilização em vitro , iseminação artificial e outros mais), falo de relação sexual

Responder

    Luiz Fortaleza

    06 de abril de 2011 às 16h28

    e como tem burro também… a ignorância é a mãe, o melhor, é o pai de todo pecado social.

    Davi

    06 de abril de 2011 às 22h09

    RAPAZ Voce tocou numa palavrinha ai que eu não tinha tocado e concordo com voce, é pecado mesmo , essa é a correta forma de descrever todo desvio de conduta ao que Deus o criador planejou para o homem. Vem ai o juizo final. aguarde!!

    Luiz Fortaleza

    06 de abril de 2011 às 23h28

    kkkkkkkkk… vc me faz rir… como já dizia o Feuerbach, foi o homem quem inventou Deus a sua imagem e semelhança… coitado de Deus…

    João

    07 de abril de 2011 às 00h21

    Davi…dizer o que para uma pessoa que reproduz, acriticamente, a "doutrina bolsonaro".
    Só faltou você arguir com trechos bíblicos para fundamentar seu raciocínio "vesgo".
    Rapaz gente que pensa como você pode gerar um novo Hitler.

    Davi

    07 de abril de 2011 às 10h28

    Eu não perderia meu tempo com isso, é" jogar perola aos porcos" , como disse Jesus poderia faze-lo , mas essas coisas se discernem espititualmente e provavelmente voce não as estenderia mesmo, então minha oração e que Cristo te esclareça essa tarefa é do Espirito Santo,
    Na verdade voce não me conhece, o meu desejo é que todos que assim vivem desviados se convertam dos seus maus caminhos , se arrependam e voltem para Deus que em Jesus perdoa todo pecador e dá forças para não continuar na pratica do pecado. Deus te ilumine amigo . Não quero morte , Quero é vida e vida só Jesus tem pra dar.

    Luiz Fortaleza

    07 de abril de 2011 às 13h23

    Os doutrinados são sempre acríticos e aceitam o que lhes dizem como verdade absoluta. Espero que o Deus cristão-judaico não condenem 2/3 da humanidade ao inferno por não seguir a sua doutrina religiosa. Afinal de contas quase 4 bilhões de pessoas dos 6 bilhões não têm batismo cristão… já pensou Deus dispensar 4 bilhões de almas? Os puritanos religiosos são uns soberbos.

Rogerio

06 de abril de 2011 às 11h11

Depois dessa o blog, creio eu, deve passar por uma igienização com muita água e sabão. Espero…

Responder

Hélio Sassen Paz

06 de abril de 2011 às 10h56

Caríssimos Conceição e Azenha,

Infelizmente, a nossa sociedade é extremamente conservadora e, independentemente das questões socioeconômicas, culturais e psicológicas que influenciam o ambiente de convivência de cada um, essa condição de ignorância só poderá ser minimizada a partir de um investimento monstruoso em educação.

Por monstruoso entenda-se algo em torno de 10x o melhor que Lula e Dilma foram capazes de fazer.

[]'s,
Hélio

Responder

    Conceição Lemes

    06 de abril de 2011 às 10h57

    Salve, grande Hélio. bjs

Mário Salerno

06 de abril de 2011 às 10h41

Esse texto merece um destino, e um só… a lata de lixo!

Responder

Carmem Leporace

06 de abril de 2011 às 10h32

Parece que os """Fascistas do Bem", não gostaram nenhum pouquinho dessa opinião.

Responder

    MA_Jorge

    06 de abril de 2011 às 11h30

    Ao que tudo indica, o termo "Fascistas do Bem" indiretamente utilizado por uma lorpa manifesta na forma de jornalista, está sendo plenamente aceitos pelos "fascistas do mal", os de direita. Se o fascismo, uma criação de regimes de extrema direita para se opor ao crescimento da esquerda, dar razão e utilizar a expressão Fascismo do Bem seria o mesmo que reconhecer que a esquerda está então correta em seus argumentos.

    Afinal das contas, de que tipo de fascista imbecil estamos falando quando nos referimos ao "nobre deputado"?

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 17h42

    Carmem Leporace é um ser virtual, e como tal é virtualmente homossexual vez que já assumiu diversas faces. É na verdade uma transsexual virtual. E nunca foi atacada nesse blog por sua opção. Aqui está um exemplo de tolerância.

eduardo

06 de abril de 2011 às 10h29

O leitor defende dois direitos: um legítimo, outro não.
Ter o direito a criticar o movimento gay é mais do que legítimo e essa crítica ocorre dentro do próprio movimento. Gay não é santo: usa do corporativismo, aparelha movimentos, rouba…
Outra coisa completamente diferente é a frase que deu origem a chamada da matéria: não dá para ser contra gay. O pesnamento em si só é repugnante e dá brechas para justificar algumas das maiores atrocidades já cometidas pelo homem, aquele ser que vira e mexe arruma maneiras de exterminar outros homens só por que são judeus, ou muçulmanos, ou sem terra…

Responder

    Adilson

    06 de abril de 2011 às 12h46

    muito bem observado, Eduardo.

MA_Jorge

06 de abril de 2011 às 10h24

Pelo texto, parece muito mais uma "bolsonete" em defesa do deslize praticado pelo racista. O fato é que hoje, tanto Bolsonaro quanto "bolsonetes", querem é colocar o problema apenas como sendo mais um caso de homofobia. Ocorre que não é, trata-se de homofobia e uma vergonhosa manifestação racista de alguém que ocupa a posição de deputado e deveria saber do que se é exigido, realmente, de pessoa na posição que ocupa na sociedade.

Se ele deseja realmente agir como seria esperado dele agir como deputado, a única coisa seria vir a público e pedir perdão à sociedade e nunca, querer ainda que a sociedade se declare imbecil a ponto de acreditar no seu alegado deslize.

O histórico deste "sim deputado imbecil" por suas falas e ações atestam a clareza de suas intenções.

Responder

jairo

06 de abril de 2011 às 09h59

"Não acho prudente nem casais heterossexuais ficarem se agarrando em público, quanto mais gays." Esta
frase é um primor de preconceito. A homossexualidade se confunde com a história da raça humana O autor
está usando sua visão de mundo e fé e não a nossa para justificar seu preconceito.

Responder

Albany Junior

06 de abril de 2011 às 09h55

Concordo com a leitora. Se eu sair com uma camisa escrita "100% branco" vão me chamar de racista, mas "100% negro" pode. Respeitar não é necessariamente aceitar, e não é uma lei ou o "ser politicamente correto" que vai me impedir de dizer ao meu filho a minha opinião sobre homossexuais.

Responder

carlos hely

06 de abril de 2011 às 09h55

A primeira vez que vi um homem beijar outro homem na boca eu tinha uns 18 anos e isso foi a uns 29 anos atrás. Fiquei chocado e não entendi nada, para mim homem não tinha carícias com outro homem e falando a verdade e muito esquisito. Não gosto de ver pegação em espaço público tanto homem com homem ou mulher com homem. Quer se pegar vai para o quarto e se possivel fechado!

Responder

    Gunter Zibell

    06 de abril de 2011 às 21h03

    Mas que mentalidade de querer empurrar pessoas pra gueto, hein?

alvaro

06 de abril de 2011 às 09h41

Homo X Hetero PODEM CONVIVER
Certo x Errado ANTAGÔNICOS
Respeito x invasão de privacidade, ANTAGÔNICOS
Negro X Branco X Amarelo PODEM CONVIVER
Radicalismo X sociedade = perseguições

por enquanto é só pessoal

Responder

Lina de Oliveira

06 de abril de 2011 às 09h38

EM DEFESA DO BOLSONARO:-

ELE NÃO É HOMOFÓBICO, NEM RACISTA.
ELE É NAZISTA.
ELE NÃO GOSTA DE JUDEUS, NEGROS, HOMOSEXUAIS, CIGANOS….ETC.

Responder

André Carneiro

06 de abril de 2011 às 09h35

..".outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos.Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito". O preconceito do texto é tão evidente, que seu autor não imagina que o " se agarrar" pode ser simplesmente desejo. Que os gays fazem se agarram pelo mesmo motivo que os heteros se agarram. Quanto a fazer isso exageradamebte e em público, pode ser sim deselegante, para gays e para heteros.

Responder

    Gunter Zibell

    06 de abril de 2011 às 21h06

    Sem contar que há um sofisma clássico, o de tomar a parte pelo todo. Vamos supor que se tratasse de um casal gay em um ambiente onde nem héteros podem se agarrar. Mesmo assim seria apenas uma exceção e não serve para desqualificação de um movimento todo por direitos civis.

João

06 de abril de 2011 às 07h54

Mas um texto "Bolsonariano", e esse tenta ser mais light, mas é igualmente lamentável.

Responder

José Ruiz

06 de abril de 2011 às 05h53

Esse texto é preconceituoso, daquele tipo de preconceito que é meio sutil, "bem comportado", mas que ainda assim é preconceito. É igual ao preconceito por cor no Brasil… nada declarado, tudo está nas entrelinhas… Se um casal homosexual se beija em público "só para chocar", há que se preocupar com o fato de isso chocar alguém… caramba, existe um monte de miseráveis na rua.. será que isso choca menos do que 2 pessoas se beijando? Estão destruindo o meio ambiente no Brasil para plantar soja… isso choca menos? Quase 80% da população não tem acesso a rede de esgoto… e isso, choca menos? Como duas pessoas se amando podem chocar alguém??? É preciso deixar de bobagens e viver a própria vida, curtir suas opções e deixar o seu vizinho em paz… preconceito sutil, "bem educado" é uma praga…

Responder

    Mario josé Bonfin

    06 de abril de 2011 às 08h22

    Posso divergir do Bolsonaro em alguns itens, mas no caso em pauta assino em baixo. Acho este tipo de coisa só pode ser uma desvio mental. Duas pessoas do mesmo sexo se agarrandoe se beijando. Isto para mim é caso de psiquiatria. Estou com o Bolsonaro e não abro.
    Vocês já imaginaram, um casal gay adotar uma criança. Parece que ainda não houve no Brasil, mas do jeito que tem certos juizes por ai, sei não! Será o caos para a criança!

    José Ruiz

    06 de abril de 2011 às 09h31

    Meu caro, a maneira como você encara essa questão me parece desequilibrada… você acha realmente melhor uma criança viver abandonada do que adotada por um casal homosexual? Essa percepção me faz pensar que talvez seja muito melhor para uma criança ser adotada por um casal homosexual do que por outro heterosexual "mal resolvido". O que uma criança ganha tendo um pai e uma mãe hetero, porém desequilibrados, intolerantes, incapazes de perceber essências…? O que é um caso de psiquiatria, as pessoas se beijarem ou você perceber esse ato como um desvio mental? Quer uma dica: converse com um profissional, veja qual a opinião dele…

    Thiago N

    06 de abril de 2011 às 10h41

    Além de discordar completamente de você, creio que "caos" para a criança deve ser morar na rua, passar o dia cheirando cola para matar a fome, etc.

Gerson Carneiro

06 de abril de 2011 às 05h28

Quanto à adoção de crianças por casais homossexuais sou totalmente a favor.

Há tantas crianças criadas sem amor, até mesmo dos prórpios pais.

Minha esposa é professora do 3º ano primário, e me conta cada história da criançada, de arrepiar. De carência total, de falta de amor. Só um exemplo: ela tem um aluno criado pela tia dele. A tia não gosta do menino. Faz distinção entre o menino e os outros filhos dela, e bate no menino. O menino é totalmente carente. Se apega à minha esposa, que é a professora dele, como se fosse a mãe. Corta o coração de ver.

Só essa criançada carente sabe o quanto sofrem por falta de amor. Por isso eu louvo a iniciativa de qualquer casal, ou até mesmo pessoa solteira gay, de adotar criança.

Conheço um rapaz gay, que adotou uma menina de cerca de um ano de idade, e esse rapaz ganhou na justiça o direito à licença maternidade. Talvez tenha sido o primeiro caso no Brasil.

Responder

    Mario josé Bonfin

    06 de abril de 2011 às 08h25

    Gerson será que este Juiz que deu a esta pessoa este direito é uma pessoa de conduta certa? Dá pra desconfiar!

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 10h18

    E por que não seria?

    Cabe a quem desconfiar o direito de contestar e a obrigação de provar.

    Gunter Zibell

    06 de abril de 2011 às 21h08

    Um texto do qual gostei muito sobre adoção por gays: http://muitopelocontrario.wordpress.com/2010/04/3

Gládys

06 de abril de 2011 às 04h17

Caros Azenha e autor deste texto:

Concordo com as colocações aqui feitas. Eu não aprovo que "Encontrando Bianca" seja passado em classes de primeiro grau. Não sem a prévia autorização dos pais! Nós adultos temos que controlar o que nossos filhos assistem em casa e na escola. Em 1999 fui a uma apresentação de teatro da escola de uma adolescente de 15 anos. Na plateia estavam crianças de 12 anos. e a peça era "o Sitio da Pica Amarela"… desculpe o palavrão mas esse era o título. E não teve nudez, porém dois rapares se abraçavam, iam para tras de um sofá e jogavam roupas para o ar sugerindo sexo. Depois chegou uma garota e entrou na mesma jogada com os dois… e roupas para o alto! tudo sem critério, recheado de palavrões e sem história. depois da experiencia com os 2 rapazes ela resolve ir para o tal sítio e virar "mulher de vida fácil"… para uma platéia de adolescentes e crianças na puberdade parecia humor tudo aquilo. Fiquei observando e se tivesse ido com um filho na faixa etária que vi lá teria me retirado com ele! Existe censura no cinema para avisar aos pais sobre os filmes que passam. Já vim filme nacional com nu masculino frontal ser aprovado para menores de 15 anos! Com cenas de sexo e tudo! Pergunto aqui, estou ficando ultrapassada? A censura não vale mais? O bom senso também?
Seja um casal hetero ou homo, para mim não importa o que fazem da vida deles, mas há determinados comportamentos que não são apropriados para um local com crianças como é mencionado acima! Outra coisa que quero acrescentar…
A adoção de crianças por gays… conheci uma moça com 18 anos, que a mãe deu a criança a um casal de gays. Essa moça foi criada como escrava, eles não a tocavam, mas a ridicularizavam, faziam-na de empregada, sem aprender como fazer, desde criança ela teve que cozinhar, passar, lavar e esfregar a casa para eles. Cada vez q fazia errado a desmoralizavam. (um dos gays a registrou como pai biológico) Ela saiu daquela casa com 18 anos e o namorado foi questionar com ela porque ela havia feito algo simples, mas de forma errada e ela simplesmente começou a chorar. Ela não sabia fazer diferente. Então veio toda a história dela no meio das lágrimas. O casal hoje mora junto e ele ensina essa moça a ser dona de casa, fazer a comida ele faz pois é cozinheiro de restaurante. E quantas crianças vão passar ainda por isso enquanto crescem?? Abs aos 2

Responder

    alvaro

    06 de abril de 2011 às 09h33

    Gladiz,

    se este caso raro justificar a nao adoção de criança por casal gay, teremos que proibir que os casais heteros criem crianças tb, pois a incidencia de crianças mal criadas e mal tratadas encontra-se nos casais heteros.

    lucia

    09 de abril de 2011 às 08h16

    Gladys,
    Vou relatar um outro caso que acompanhei. Um casal de homossexuais resolveu assumir a criação de um,menino gerado pela empregada doméstica que não o queria. Sem regularizar a adoção criaram esta criança com muito amor e cuidado sem afastá-lo da mãe ( que depois de algum tempo deixou o emprego) a quem jamais negaram acesso ao filho. Esta criança hoje é juiz e heterossexual, um cidadão da maior qualidade.
    Conheço diversos casos de heterossexuais que "adotaram " crianças e lhe deram o tratamento semelhante ao relatado por você. Penso que no caso relatado a questão não é a orientação sexual dos pais adotivos mas sim o sistema de valores ,caráter e saúde emocional destes.

    Martins

    01 de agosto de 2019 às 13h52

    Oi Gládys,

    Pais são os filtros do que os filhos podem ver, respeitadas as leis.

    É preciso entender, contudo, que os filhos são expostos a conteúdos sexuais desde muito jovens. Segundo ginecologistas, a média da primeira relação hoje é de 11 anos. Um adolescente de 15 anos com acesso a internet já foi expostos a temos como sexo e prostituição e certamente não ficaria chocado com a peça descrita. Cabe aos pais orientar sobre sobre gravidez indesejada, métodos contraceptivos e DST’s e não fazer do sexo um tabu.

    Acredito, mas é minha opinião, que a naturalização do nu é necessária e isso não tem relação com a orientação sexual.

    A nudez não representa sexo nem erotismo. Tratar o corpo como um tabu é a porta para violências, problemas de autoestima, de aceitação. Nos países onde é comum pessoas irem para parques e praias de nudismo, as pessoas se aceitam melhor, se cobram menos e por consequência, são mais felizes com seu próprio corpo. E não há nada de sexual em amar e respeitar seu corpo sem a cobrança midiática que nos impõe medidas ‘ideias’ em corpos que na prática não existem.

    Cite esses filmes! Décadas atrás, me parece que a classificação indicativa era menos rigorosa e cenas de sexo explícito certamente não seriam aprovados para menores de 18 anos hoje.

    Sinto muito por essa moça, muito mesmo… Mas conhecer alguém que teve uma conduta ruim não desqualifica gays e lésbicas para adotarem criança, até por que o mundo está cheio de exemplos de filhos traumatizados, de crianças assediadas e que sofreram violência por pais de casais héteros e nem por isso o fato justifica que casais heterossexuais não possam ter filhos. Casos isolados não são exemplos representativos. Não há estudos sobre violências sofridas por crianças nem sobre a incapacidade de educar e amar de casais homossexuais.

    Um abraço.

Pedro Luiz Paredes

06 de abril de 2011 às 03h03

Ninguém tem que dar pitaco na vida de ninguém.
Se proibirem casais homossexuais de beijarem e se agarrarem em público tem que proibir os casais heterossexuais também.
Tradição não é cultura, é só mais uma herança de matriarcas que entregaram o mundo para caindo aos pedaços, cheio de vícios, quando já se acomodaram e não tem a capacidade de fazer mais nada por ele.

Responder

    Mario josé Bonfin

    06 de abril de 2011 às 08h31

    A coisa tá caminhando para o deboche, acho melhor chamarmos a cavalaria e logo!

    Fabio_Passos

    06 de abril de 2011 às 10h51

    Deboche é você distribuindo coices sem apresentar argumento algum.

Polengo

06 de abril de 2011 às 02h18

Conheço um casal homossexual, dois homens.__Ninguém sabe disso, a não ser por dedução. Nunca se agarraram em público, por exemplo.____Eles criam uma menininha. Não sei, mas a menina parece que vai ser muito mais decente que o rapaz que escreveu esse texto aí.__Ele até me parece cuidadoso, mas, coitado, preconceito só pode o dele, talvez porque ele nem percebe que o é.

Responder

Raphael Tsavkko

06 de abril de 2011 às 01h13

Pois é, vamos também discordar dos negros existirem, afinal, o "normal" é ser branco. Quando os cristãos vão aceitar que a bíblia não está acima da dignidade humana e muito menos da constituição?

Responder

SILOÉ

06 de abril de 2011 às 00h56

O que me deixa estarrecida, é a quantidade de gente conivente com esse tipo de atitude.

Responder

SILOÉ

06 de abril de 2011 às 00h51

Quanto mais ignorante mais preconceituoso.

Responder

SILOÉ

06 de abril de 2011 às 00h48

Supondo que as mulheres deixassem de existir: Como os homens resolveriam sua sexualidade???

Responder

    José Ruiz

    06 de abril de 2011 às 09h33

    Vamos ter que viver de cabritas…

    juca

    06 de abril de 2011 às 09h58

    essa foi a pior….

Renato

06 de abril de 2011 às 00h37

Exagero para qualquer lado não é legal.

Mas não concordo com este leitor não. Na opinião dele ele não concorda com o comportamento dos gays. Bom, o cara pode até não concordar mas ele condena as pessoas que pensam diferente. No momento em que ele diz que não aceita o filho ter esta opção… "e de poder educar meus filhos de que essa conduta não é a adequada…" daí ele está extrapolado a sua opinião e transmitindo valor a um filho que pode ser gay…

Já é complicada a situação…

Responder

Allan

06 de abril de 2011 às 00h31

Concordo em gênero número e grau. Uma parcela da população "incriticável" e eternamente vitimizada. Não quero entrar no mérito das raízes da homossexualidade, porém no que diz respeito ao cerne da questão, ou seja, o direito de não concordar(e não de hostilizar ou discriminar) a análise do leitor é sóbria. Era só o que faltava, ninguém poder discordar do que pensam os gays sob pena de ser punido judicialmente.

Sinceramente…

Responder

Renato Lira

06 de abril de 2011 às 00h20

Os casos de agressão a homossexuais ele omite, para não perder o argumento.

Muito oportuno(ista), não?

Responder

Marcelo Fraga

06 de abril de 2011 às 00h03

NUNCA ví nenhum movimento gay fazendo manifestações para tentar "converter" os héteros em gays. Também nunca ví nenhum gay tentando "desmanchar a instituição familiar".

Do outro lado, entretanto, vejo gente querendo convertê-los em heteros. Ví dizendo que aquilo que faziam era imoral e pecaminoso. Ví gays serem espancados pelo simples fato de parecerem gays.

Portanto, não se trata de "se ele pode falar eu também posso". São casos completamente diferentes.

Responder

Luiz Fortaleza

05 de abril de 2011 às 23h50

É tão simples se criar falsas polêmicas… Só basta uma coisa ou duas: defender o direito da expressão humana ou o respeito à pessoa humana e aceitar aquele princípio cristão, chave para todos os males sociais: "amar ao próximo como a ti mesmo". Pronto, não precisamos mais de exército, guerras, assassinatos, roubos, perseguição… Uma utopia cristã pouco praticada…

Responder

Henri Cappilori

05 de abril de 2011 às 23h49

A tal de "opção" sexual (como se alguém escolhesse por quem irá sentir atração) é um elemento constitutivo da condição humana. Quando alguém se manifesta contra a homossexualidade do modo como o Bolsonaro se manifestou, está agredindo a dignidade de uma pessoa; quando um ativista dos direitos dos homossexuais defende o fim do preconceito contra esse grupo não está atentando contra a dignidade de ninguém, mas apenas reivindicando o direito de uma pessoa de não ser tratada como aberração unicamente pelo modo como conduz sua vida sexual.

Esse papinho de que defensores dos gays falam o que querem não passa de uma falácia. Você não vê defensor das causas dos homossexuais atacando os heteros por aí, dizendo que a conduta heterossexual é isso ou aquilo; os gays estão apenas se defendendo; já os heteros, alguns, estão atacando. São coisas muito, muito, muito distintas.

Responder

Dimas

05 de abril de 2011 às 23h37

O direito de se expressar é de todos, mas isso não engloba o direito de ofender, discriminar, incitar o ódio ou difamar.
Dizer que fico incomodado em ter um casal se beijando ao meu lado é exercer meu direito de opinião, agora dizer que todos os que se beijam em público são amorais e promíscuos é ofença.
Dizer que minha religião vê a homossexualidade como pecado, por isso eu a reprovo, é liberdade de crença, dizer que todos os homossexuais precisam ser curados desse mal, se converterem à heterossexualidade para que possam alcançar os céus é proselitismo (alguém parou para pensar que outras religiões não condenam a homossexualidade?) como se só minha religião estivesse correta e as outras erradas.
Dizer que prefiro Bossa Nova ao Funk carioca é questão de gosto, dizer que Bossa Nova é melhor que Funk é menosprezar um movimento cultural tão importante quanto qualquer outro.
O que a turma da "liberdade de expressão a qualquer custo" não entendeu ainda é que ninguém quer calar a voz dos conservadores, retrógrados, homofóbicos, racistas, misógenos e outros tipos, mas estes não podem usar de sua opinião e liberdade de expressão para proferir ofensas.
O que está em questão não é o que é dito, mas sim como é dito.

Responder

Júlio

05 de abril de 2011 às 23h25

De onde este cidadão tirou que os homossexuais querem se impor como parcela melhor da sociedade? Lutar por respeito e igualdade é sinônimo de superioridade? Por favor, me poupe!!!
E desde quando orientação sexual é opção, meu amigo? É condição imposta pela natureza. Os héteros escolhem ser héteros? Opção, para os que fogem do padrão socialmente aceito, consiste apenas em assumir ou não assumir a própria identidade.
Olha, sinceramente, prefiro um inimigo às claras, como o Bolsonaro…

Responder

Fausto

05 de abril de 2011 às 23h14

Sinceramente,

Acho que o que o autor do texto está tentando dizer é que nós não somos obrigados a encorajar, aplaudir rasgar elogios às manifestacões de homossexualismo, e sim que ela deve ser encarada apenas como uma orientação sexual. O que tem de errado nisso?

Responder

alexandre martins

05 de abril de 2011 às 22h41

dar razao ao bolsonaro e ao olavo de carvalho é de doer; mas desta vez eles teem razao.
Ha´ uma imposiçao de uma agenda gay, novelas (principalmente globo) filmes e seriados
de tv incentivando esta pratica . Dai de se dizer que ser gay nao e´ escolha ja tenho minhas
duvidas, muitos entram nesta vida por estas influencias. Uma professora disse na tv record
que apos uma novela da globo que tinha um par de lesbicas, viu varias meninas andando de maozinhas
dadas, ma influenciadas.
Como uma criança criada por um par gay nao vai se infuenciar por estes e tambem se tornar gay?
A psicologia nao provou que ser gay seja uma doença, mas nao provou que nao e´.
O que a natureza lucrara´ quando uma determinada especie nao transmite seus gens a uma futura
geraçao? A evoluçao das especies exige reproduçao para perpetuacao da mesma, como fazer isto com
dois individuos do mesmo sexo juntos? Nao há aqui uma falha evolucionaria?
Esta falha é uma doença ou desvio de conduta?
Nao prego que gays sejam mortos como faziam os comunistas e fazem os mulçumanos.
Mas desaprovo este incentivo que estao dando aos gays em detrimento dos heteros.
Nao gosto da ideia de um cristao citando a biblia ser preso por homofobia.
Por isto dou razao aos deploraveis bolsonaro e olavo.

Responder

Pedro Soto

05 de abril de 2011 às 22h40

Gosto não se discute.
Tem gente (eu, por exemplo) que não gosta de ver pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente se agarrando em público. Isso não tem nada de discriminação, gente. É só uma questão de gosto.

Responder

    gabriel leães

    06 de abril de 2011 às 02h05

    eu não tenho problema em ver mulheres se beijando (trollface). agora homens é extremamente repulsivo e nojento em plúblico na MINHA OPINIÂO.

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 04h35

    Ok. O sr. tem todo o direito de não gostar. Inclusive o direito de não permitir que nenhuma pessoa do mesmo sexo, ou do sexo diferente ao teu, se agarre a ti. O que você não tem direito é de não permitir que pessoas de mesmo sexo, ou de sexo diferente, se agarrem entre si. E no momento em que você passa a discriminar tais pessoas por assim agirem, torna-se…. discriminação.

    José Ruiz

    06 de abril de 2011 às 05h44

    Não é só uma questão de gosto, é uma questão de querer impor um gosto. Talvez pessoas homosexuais não gostem de ver outras pessoas de sexo diferente se agarrando em público… e daí? O importante, Pedro, é você cuidar da sua felicidade, curtir a sua vida e deixar o outro viver a dele em paz…

    Leider_Lincoln

    06 de abril de 2011 às 06h47

    Claro, eu também odeio ver crianças passando fome, me desagrado quando o Vasco perde para o Flamengo, não sou muito fã do PSDB e muita coisa por aí. Gosto, realmente, é gosto. Mas ofensa, meu caro, é crime, e como tal deve ser punido.

Gerson

05 de abril de 2011 às 22h29

Entendo…

Ele conhece centenas de gays…

Mas não conhece nem meia dúzia de FDP homofóbicos.

Responder

    Marcio H Silva

    05 de abril de 2011 às 23h12

    Concordo com o texto. Não vou ficar fazendo discurso paraq agradar o pessoal do blog. Também conheço vários gays, dos dois sexos, tenho vários amigos e um parente gay, e não gosto de certos comportamentos em público, que principalmente os mais jovens praticam. Fica feio para hopmo e para hetero, também. Respeito é para todos. Meu filho fala que direito por direito, ele também tem o direito de não presenciar certas cenas em público.
    O que é homofóbico, em seu conceito? conheço muita gente, e me incluo nesta, que não gosta do comportamento agressivo dos gays, mas toleram sua preferência e ou orientação sexual. Não conheço ninguém que agrida ou agrediu um gay. Tem algum problema nisto?
    Olhando pelo panorama jurídico, teremos muitos problemas com a lei, por exemplo na relação patrão empregado, que ao demitir um gay, poderá ser processado por homofobia. O ser humano é terrível, seja ele gay ou não.
    E já estou cansado de ser censurado nos blogs sujos, principalmente o do PHA.

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 04h36

    Ele não conhece nem o que ele está falando.

    Leider_Lincoln

    06 de abril de 2011 às 06h48

    Centenas de gays são muita gente, não? Vai ver nosso colega, se não for um mentiroso, é do clube…

Aline C Pavia

05 de abril de 2011 às 22h26

Este debate está absolutamente imperdível… Estou aprendendo muito só de ler os comentários e respostas… Tolerância, inclusão e direitos humanos… O Brasil que queremos para todos nós ainda está distante, embora o racismo seja crime, ele ainda existe – meu namorado é negro e lamentavelmente tem histórias tristes para contar, de situações racistas que sentiu na pele; e embora existam iniciativas políticas e sociais tímidas, incipientes, em defesa dos direitos humanos a todos independentemente de sua orientação sexual, o que vemos na prática é que a homofobia está entranhada na sociedade brasileira.
Ainda hoje, em 2011, a orientação gay é uma opção marginal neste país, infelizmente. Digo "marginal" porque uma pessoa ao assumir sua condição gay ela automaticamente passa à margem da lei, da sociedade, do padrão "normal" em vigor.
Vejo que muitos ambientes de trabalho aceitam gays, "desde que" não manifestem sua condição publicamente. Muitas profissões simplesmente não aceitam gays. Ou melhor, muitas empresas e muitos trabalhadores não aceitam colegas gays.
Existem bares e danceterias que fazem "noites GLS" – penso que também é uma postura homofóbica. Naquele ambiente, naquele bar ou danceteria, aceitam gays, "desde que" seja somente às quintas-feiras, por exemplo. Tem um pub aqui em Campinas que faz isso, determinado dia da semana é "noite GLS".
O que sinto entre familiares e amigos é que todo mundo "diz que aceita", "diz que acha normal", "diz que respeita", a orientação homossexual. Mas na prática a teoria é outra, como diz o ditado. Na prática o gay somente é aceito, permitido, endossado, nos Carnavais e nas Paradas Gays. E só. O resto do tempo funciona como as Forças Armadas dos EUA: não pergunte, não conte.
Realmente é muito fácil confundir a LEI com as questões religiosas, morais, filosóficas, de foro íntimo de cada um. E meu coração, minha mente, minha alma, que são cristãs, sentem que devemos buscar a tolerância, a inclusão, a aproximação, a compaixão.
Acho que no fundo devemos todos agradecer às sandices proferidas por Bolsonaro – que deve ser cassado e ponto final, na minha opinião – por levantar 2 debates ao mesmo tempo: o do racismo e o da homofobia. Ele conseguiu levantar duas bolas ao mesmo tempo para que todos possamos abrir nossas mentes e definir o que queremos para nosso país e nosso futuro.

Responder

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 04h52

    Aline,
    Em relação aos bares e danceterias que fazem "noites GLS" penso que é uma maneira tímida de gradativamente introduzir a cultura GLS na sociedade. Acho válida a iniciativa, não vejo como homofobia. Daqui a pouco a homogeneidade será absolutamente normal e as tais noites GLS não serão mais necessárias.

    Existe uma piada infame que retrata bem a questão da dissimulação da aceitação a qual você se refere:
    Qual a diferença entre homossexual e viado? Resposta: homossexual é o teu filho; viado é o filho do vizinho.

    Jamais devemos agradecer as sandices proferidas pelo Bolsonaro. Devemos agradecer sim nossa disposição em combater as tais sandices e o próprio Bolsonaro.

    O que aconteceu é que por ser tão inconsequente chegou a vez em que o Bolsonaro pisou na bola e foi fisgado. Pessoas que ostentam histórico semelhante ao do Bolsonaro em algum momento dão uma pisada na bola feia e são pegos na botija.

    Agora… que filho da puta tua cidade Campinas foi parir, hein.
    Abs :)

Fábio

05 de abril de 2011 às 22h21

Rapaz,
Todo mundo tem o seu direito a falar. Agora veja bem a sua fala " Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa"… Só se for para chocar com preconceituosos. Ora, se é um casal hetero pode?!!!… Conheço lugares em que ocorreria em aplausos para os heteros se mostrarem em público. Isto é discriminação. UNS PODEM outros Não.
Pense se o seu filho estivesse nesta condição. VOCÊ NÃO IRIA PERMITIR QUE ELE ADOTASSE UM NETO PARA VOCÊ?!!! Conversa de uma moral torta. Pense, apenas seja justo e tolerante!!!
Comentário de um hetero.

Responder

Armando do Prado

05 de abril de 2011 às 22h07

A questão é outra. As minorias foram historicamente discriminadas e humilhadas. Portanto, para que reparemos erros de centenas de anos é preciso políticas e atitudes afirmativas, sejam em benefício dos negros, dos amarelos, dos homossexuais, dos deficientes, ou de qualquer outra minoria violentada e ofendida.

Responder

    ana db

    06 de abril de 2011 às 03h02

    O problema que o rapaz não consegue entender é que não são so ofendidas, são mortas porque são homossexuais, negros, indigenas, pobres, etc. E a Igreja Catolica endossa o preconceito. Pai perdoe essa gente, eles não sabem o que falam, escrevem e fazem.

Ronaldo Luiz

05 de abril de 2011 às 21h55

Deputados e senadores detem o que chamam de imunidade, para que possam pensar, e expressar seus pensamentos. Não concordo com o Dep Bolsanaro, porem êle teve lá seus eleitores assim como eu tenho lá meu deputado. Enfim êle que apresente algum projeto de lei, e tenho a certeza de que a maioria dos deputados não aprovaram seus devaneios puritanos.

Responder

FrancoAtirador

05 de abril de 2011 às 21h35

.
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25 gangues apavoram gays e negros nas ruas da cidade

Polícia Civil de São Paulo identifica 200 integrantes de grupos extremistas.

Skinheads entre 16 e 28 anos são investigados por "crimes de ódio" que deram origem a 130 inquéritos policiais.

Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos. Têm ensino fundamental e médio. Pertencem, em sua maioria, às classes C e D. Usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas. São brancos e pardos -negros, não. Cultuam Hitler, suásticas e o número 88. A oitava letra do alfabeto é o H; HH dá "Heil, Hitler", a saudação dos nazistas. Consomem baldes de álcool. As outras drogas têm apenas uso marginal. Ostentam tatuagens enormes em que se leem "Ódio", "Hate", ou "Ame odiar". A propósito, odeiam gays e negros. São de direita. Gostam de bater, bater e bater. E de brigar.

O perfil dessa turma, auto-denominada skinheads por influência do movimento surgido na Inglaterra durante os anos 1960, quem traçou foi a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

No total, a Decradi já identificou 200 membros de 25 gangues com nomes como Combate RAC (Rock Against Communism- rock contra o comunismo, em português) e Front 88 (sempre o 88).

São integrantes desses grupos que aparecem com mais frequência como agressores de negros, gays e em pancadarias entre torcidas organizadas, quando encarnam a faceta "hooligan".

Também a exemplo do que ocorre na Europa, skinheads são especialistas em quebra-quebra entre torcedores.

"FAIXA DE GAZA"

A delegada Margarette Correia Barreto, titular da Decradi, é quem lidera o esforço de identificação dessas gangues. Atualmente, na delegacia, há 130 inquéritos envolvendo os "crimes de ódio"- motivados por preconceito contra um grupo social.

"O alcance e a repercussão desses ataques, entretanto, é muito maior do que em um crime comum. Se um homossexual é atingido, todo o grupo sente-se atingido", exemplifica a delegada do Decradi. "É uma comoção."

Pelo levantamento da polícia, o foco dos "crimes de ódio" é a região da avenida Paulista e da rua Augusta, na região central da cidade. Segundo a delegada, ali é "a nossa faixa de Gaza".

O motivo é que a área tem a maior concentração de bares frequentados por gays e por skinheads -cada turma no seu reduto, mas todos muito perto uns dos outros. "Eles acabam se encontrando pela rua", diz a delegada.

LAURA CAPRIGLIONE
FOLHA DE SÃO PAULO
VIA LUIS NASSIF ONLINE
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Responder

    Gládys

    07 de abril de 2011 às 00h06

    ISSO EU ACHO QUE DEVE SER COMBATIDO, POIS OS GAYS SÃO SERES HUMANOS E NÃO SACO DE PANCADA! GANGUES DE ESPANCADORES DEVEM SER PUNIDOS POR SUA CRUELDADE E SADISMO. SÃO CRIMINOSOS E DEVEM SER TRATADOS COMO TAL PELA LEI!

    NEM TORCEDOR DE TIME DIFERENTE DEVE SOFRER ATAQUES POR OUTROS TORCEDORES DE TIMES ADVERSÁRIOS, NEM OS DA RAÇA NEGRA!

    SER HUMANO É SER HUMANO.

    E SÓ PARA ACRESCENTAR… EU ACHO QUE O EXTREMISMO DO BOLSONARO É UMA DROGA! ELE QUERENDO DEFENDER A MORALIDADE E OS BONS COSTUMES, ACABOU POR AVACALHAR COM ELES E AINDA SE ESTAMPOU DE RACISTA E HOMOFÓBICO… DEPRIMENTE!

    UMA CRIANÇA PEQUENA NÃO TEM QUE PERDER A INOCENCIA APRECIANDO UM CASAL SE ESFREGANDO E INDO ALÉM DE UM ABRAÇO E UM BEIJO EM PÚBLICO. AGORA PRESTEM A ATENÇÃO AO DETALHE: NÃO DEFINI SE O CASAL É DE DOIS HOMENS, HOMEM E MULHER OU DUAS MULHERES. MORAL É MORAL, RACISMO E PRECONCEITO É OUTRA COISA BEM DIFERENTE. ; )

priscila presotto

05 de abril de 2011 às 21h25

Não concordo em nadinha com o texto do leitor.

Responder

    kalango Bakunin

    05 de abril de 2011 às 22h33

    eu também…ele deve ser da tchurma do boçalnaro

    taciana

    06 de abril de 2011 às 07h47

    Azenha está de parabéns pq respeita o direito consttucional de livre expressão, não respeitar opiniões contrárias é que seria absurdo e só serviria para divulgar a "unanimidade burra". Respeito a opção sexual das pessoas e tenho nclusive parentes homossexuais, mas eles sabem respeitar os códigos de conduta da maioria, não admito que tenha de me retirar de um ambiente público por me sentir constrangida com manifestações de carinho de homossexuais, enquanto estes, que são minoria, possam continuar no ambiente. A maioria da população é heterossexual e precisa ter seus direitos respeitados pela minoria.

    priscila presotto

    06 de abril de 2011 às 10h42

    Epa!A maioria é hetero e precisa ter seus direitos respeitados pela minoria?
    Onde esta esccrito isso ,minha filha?Nos manuais da TFP?
    Todo o cidadão tem direitos e deveres IGUAIS!'O que vc escreveu é inconstitucional e ignorante.

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 10h22

    Eu concordo em tudinho com o comentário da priscila.

Julian Rodrigues

05 de abril de 2011 às 21h24

Nossa, Azenha..
dar espaço para esse tipo de mensagem hiper-conservadora, homofóbica, alicerçada no senso comum.
Nós, do movimento LGBT não queremos privilégios. Queremos direitos iguais, nem menos nem mais. Hoje, nos são negados dezenas de direitos, inclusive o de oficializar nossas famílias e de adotar conjuntamente.
Além disso, esse senhor nega a homofobia cotidiana a que somos submetidos desde o bullyng homofóbico na infância até agressões e assassinatos. É preciso que o Estado brasileiro puna a homofobia e promova campanhas de respeito à diversidade. Muito triste ler esse tipo de pérola homofóbica no seu blog.
abraços

Julian Rodrigues – ativista LGBT

Responder

Bertold

05 de abril de 2011 às 21h17

Esse leitor ai está parecendo um homem "de bem", sabe, daquele que está "… contribuindo com a sua parte para o nosso belo quadro social". Oh dó!

Responder

marcia

05 de abril de 2011 às 21h09

A questão pra mim é mais simples do que isso.

Se a psicologia e a psiquiatria nao atestam a homossexualidade como doença, ela deve ser tratada como MAIS uma orientação sexual.
Como mais uma, ela nao é melhor nem pior que as outras. Ela é apenas diferente.
Pensar ou achar que ela é promiscua, ou ainda, ter o "direito" de discordar, todos podem. O que nao se pode é o país, LAICO, ser baseado nessas opiniões ou na moral da Igreja. Isso jamais.

Discorde, reclame, bata o pé. Mas isso é valor. Valor nao pode ser agregado à constituição.

Direito de adotar eles terão SE os psicologos (cientiastas nos quais nosso sistema de adoção é apoiado) nao perceberem malefícios daquele lar à criança.

DIREITO tem o SR. Bolsonaro. Direito tinha o Hitler. Direito tem meu vizinho que chama negros de MACACOS.

O que nao entendo é: que raios passa pelas vossas mentes que se acham no DIREITO de determinar o comportamento de alguem? Que se acham no direito de ACEITAR ou NÃO????

Acho o movimento gay EQUIVOCADO no Brasil. Mas nao consigo ver outra forma de lidar com tanta ignorancia POLITICA.

Responder

maria lucia

05 de abril de 2011 às 20h53

O Bolsonaro é tão contraditório! Detesta gay e adora a "dita" dura. Mas, falando sério, eu acho que todos têm direito de se expressar, mas não de estimular o preconceito. Todos nós temos lá no fundo de nossas pequenas almas algum tipo de preconceito que tentamos arrancar mas é difícil. Quantas vezes me pego pensando: apesar de gorda, ela é bonita, essas coisas. Mas expressar isso é vergonhoso, porque é preconceituoso.

Responder

spin

05 de abril de 2011 às 20h33

O leitor está defendendo o direito de discriminar, até pouco tempo atrás era normal piadas contra pretos, isso era um "direito' até o advento da lei que tornou isso crime

Do Eduardo Guimarães, em seu blog, sobre o direito de discriminar:

(…) o incentivo retórico à discriminação de homossexuais, causa violência contra eles. Os jovens que andam espancando homossexuais – às vezes até a morte – começaram a odiá-los estimulados por palavras como as que Bolsonaro proferiu em uma concessão pública de tevê.

Como o ser humano tem gradações de capacidade de separar idéias ruins de atos ruins, ou seja, capacidade de não passar da agressão verbal para a agressão física, foi necessário tipificar a discriminação no código penal, ainda que só a discriminação racial.

O que Noblat e Barros e Silva fazem com seus textos tortos é incentivar a adição na sociedade do combustível que move os atos de violência e segregação contra homossexuais, negros, nordestinos e os demais alvos de preconceito. É o que chamam de “liberdade” para discriminar.
http://www.blogcidadania.com.br/2011/04/os-mercen

Responder

    ana db

    06 de abril de 2011 às 03h15

    Ou seja, eles poderão ter discernimento (duvido!) de ficar so na agressão verbal (que chamam liberdade de expressão), mas outros estimulados pelo preconceito externado não terão discernimento e adotarão a agressão fisica. Hitler tmb tinha sua opinião sobre judeus, homossexuais e demais minorias e deu no que deu…

Klaus

05 de abril de 2011 às 20h17

O leitor tem o DIREITO de emitir sua opinião; todos tem o DIREITO de concordar ou discordar; o Azenha tem o DIREITO de publicar em seu blog; e eu tenho o DIREITO de escrever isto: não é LINDA a DEMOCRACIA?

Responder

glauco

05 de abril de 2011 às 20h01

Nessa estória não tem santo, todos os envolvidos estão lucrando politicamente de alguma forma com esse fuxico todo.
Estatuto da Criança e Adolescente, continua uma promessa e um punhado de boas inteçõoes, se fosse cumprido talvez alguma das pautas polemizadas advindas da entrevista do deputado ficariam obsoletas.

Responder

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 05h01

    Ser gay não é ser santo. A homossexualidade não baliza a maldade ou a bondade em uma pessoa. A depender da circunstância um gay pode ser tão maldoso ou tão bondoso quanto um não gay. Aliás eu não vejo gays matando heterossexuais pelo simples motivo de serem heterossexuais. Nisso os gays são melhores, são evoluídos. Obviamente que não é a totalidade dos heterossexuais que praticam tais crimes.

    Em todo conflito de interesses, e isso é política, algum grupo sairá "lucrando". Torço sinceramente nesse caso para que seja o grupo dos gays.

Gerson Carneiro

05 de abril de 2011 às 20h00

"Ou querem que tenhamos casos como na Argentina, onde centenas de juízes dizem preferir a morte a casar pessoas do mesmo sexo?"

A lei autoriza e juízes não podem se negar à prestação jurisdicional sob pena de exoneração.
Que morram, se assim desejam. Ou entreguem o cargo. Certamente há centenas de pessoas desprovidas dessa intolerância que desejam ser juízes.

Responder

Francisco

05 de abril de 2011 às 19h52

Dia virá em que os heterosexuais vão compreender que os homosexuais dilataram a esfera do prazer (pela vida e pelo sexo) de todas as pessoas da terra, contra a ditadura dos "papai e mamãe", normalmente de "cara amarrada" e carolas. O gozo feminino, as fantasias dos homens hetero, tudo, tudo, tudo isso tem respingos da luta gay. Quem não sabe disso? Quem não usufrui disso…

Enquanto hetero, muito obrigado gayzada! vocês tornaram o mundo mais feliz e… mais gozado!!

Responder

    kalango Bakunin

    05 de abril de 2011 às 23h10

    o homosexualismo vem desde o início da humanidade, acho que é uma forma de alegrar mais a mesmice. sou hetero de 3 costados; o quarto costado é aquele que tem uma fantasia de transar com 2 belas mulheres, onde sempre ou quase sempre rola um lance de lesbianismo.
    o que acho um grande barato nas mulheres é que elas podem ser bissexuais numa boa e ninguém acha ruim, a não ser os carolas, os que tem medo de sair do armário e os boçalnaros da vida.

Francisco

05 de abril de 2011 às 19h42

Uma coisa é falar a favor da sua liberdade de expressão, outra é a postura de Bolsonaro. No discurso dele, ele não abre possibilidade para a existência do outro. Ele tenta reduzir o outro a ser menos (cidadão, humano, contribuinte, gente?) que ele. Em nehum país do mundo se dá registro para partidos nazistas. Ser tolerante com quem não tolera é um erro que só se comete uma vez. Já o cometemos no Brasil uma vez. E Bolsonaro é fruto desse erro.

Responder

PéVermelho

05 de abril de 2011 às 19h41

Preconceito está diretamente ligado à ignorância (pré-conceito, ter conceito formado sobre uma coisa antes de conhecê-la). A sociedade brasileira está repleta de preconceitos para com diversas minorias (gays, ateus, por exemplo), mas nenhum deles supera o que enfrenta a maioria das pessoas do país: os pobres.

Responder

Fabio_Passos

05 de abril de 2011 às 19h34

Esta passagem é lamentável…

"Agora, outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos. Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito. O respeito às pessoas cabe em todas as situações. Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays"

O interesse de um casal homosexual em trocar carícias é o mesmo de um casal heterosexual: Demonstrar afeto e sentir prazer. Isto não é desrespeito algum.
Penso que demonstrações de afeto e a busca do prazer deve ser algo incentivado e não coibido ao ser humano.

Responder

    Jose Fonseca

    05 de abril de 2011 às 21h39

    Um pouco de bom senso e o velho "simancometro" valem tanto para casais hetero como homosexuais. É sempre bom respeitar antes de exigir respeito.

    Fabio_Passos

    05 de abril de 2011 às 22h03

    Eu não acho que há desrespeito algum em casais trocarem carícias em público.
    Trocarem desaforos é falta de respeito…

    Quanto a um possível exagero nas carícias só analisando detalhes concretos… de qualquer forma o meu limite para considerar exagero carícias praticados por casais em público é muito grande.

    Gabi

    06 de abril de 2011 às 07h33

    Concordo com a ressalva de Jose Fonseca, na sociedade tal como é hoje, deve haver limites à expressão da sexualidade, qualquer que seja a orientação sexual.

    Posso dizer que meus limites também são muito largos, mas nem todos têm a mesma visão. E trata-se não apenas de valores morais, mas de constituição afetiva, coisa que não podemos julgar.

    Além disso, os espaços publicos são frequentados também por crianças, que não têm o mesmo entendimento da sexualidade que os adultos.

    Em suma, não é o fato de ser hetero ou homo, nem a condenação de se demonstrar afeto e trocar caricias, a questão é o limite da manifestação publica da sexualidade.

    Pra que a manifestação publica da sexulaidade tivesse limites muito extensos seria preciso imaginar uma estrutura social completamente diferente da nossa, coisa que não se faz por decreto.

    abs

    Fabio_Passos

    06 de abril de 2011 às 10h47

    hmmm… será que casais gays não são constrangidos e perseguidos por cometer "atendato ao pudor" cada vez que trocam um simples beijo em público?

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 05h05

    Triste que casal homossexual trocando afeto choca mais que dois marmanjos drogados brigando.

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h30

Esse post é uma boa amostra da tergiversação homofóbica. Deve ser uma provocação proposital e merece ser destrinchado.

“Se os defensores dos gays falam o que querem, os contrários têm esse direito”

Não têm por que não há simetria de discurso. Eu, como gay, busco a igualdade de direitos, não o preconceito contra héteros ou a redução dos seus direitos de manifestar afetividade, de adotar crianças ou de transmitir herança ao cônjuge. Homofóbicos buscam diminuir ou menosprezar os outros, mesmo os que têm os mesmos deveres, e não raro usam sofismas para isso. Inutilmente, pois não obtêm nenhum proveito ou benefício com isso.

Responder

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h29

“ mas o propósito deles de imporem-se como parcela superior, especial, melhor da sociedade, é um descalabro. Não sei se você conhece bem o pleito desse movimento, mas eles querem colocar na cadeia quem disser a um filho, durante a educação, que reprova o comportamento homossexual, etc.”

Descalabro é esse sofisma e essa tentativa de auto-vitimização. Não existe o propósito citado (que é ilógico para quem é discriminado e busca igualdade) nem esse pleito (que parece um medo delirante.) O que se pede é que as escolas ensinem que a homofobia é um preconceito que leva a casos de assédio em escolas e a baixa auto-estima dos adolescentes homossexuais.

Responder

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h28

"A opção sexual de qualquer um é problema particular, mas tenho o direito, baseado na fé, filosofia, doutrinas, etc, de não concordar com o comportamento."

Tem o direito de seguir a heteronormatividade, mas não tem o direito de julgar seu comportamento melhor que o dos demais e com isso colaborar, mesmo que passivamente e através da divulgação de discursos preconceituosos, para que pessoas sejam discriminadas. Fora de argumentos de algumas religiões (não todas) não há nenhuma razão concreta para se condenar a homossexualidade. E, por falar em “opção”, pessoas podem optar por religiões ou doutrinas sensatas, como exemplo as denominações protestantes do norte da Europa, onde todos os países legalizaram a parceria civil, vários as leis anti-homofobia e alguns a adoção por casais homossexuais.

Responder

Fabio_Passos

05 de abril de 2011 às 19h26

É sempre uma questão interessante… quando intolerantes pedem por tolerância.
Devemos tolerar a intolerância?
Ao negar direito a manifestações racistas e homofóbicas, também nós não nos tornamos um pouco intolerantes?

É violência impedir a liberdade de expressão.
Também é violência punir manifestações intolerantes.

Bom, no mundo concreto temos de lidar com as contradições.

Não tenho dúvida que há perseguição, violência, tortura e assassinatos praticados cotidianamente contra negros e homossexuais no Brasil por preconceito.
Não tenho dúvida de que a liberdade de que os homofóbicos gozam para expressar seu desprezo e intolerância contra os homossexuais incentiva estes crimes terríveis.

Sou a favor de punição legal para manifestações de intolerância em ambos os casos.

Responder

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 05h10

    Devemos ser intolerantes com injustiças.

    Gabi

    06 de abril de 2011 às 07h57

    Excelente questionamento!

    No mundo real hà contradições!

    E creio que o que deve decidir a questão é a salvaguarda dos principios democraticos.

    Hà uma diferença qualitativa fundamental entre quem é intolerante quanto à imposição de seus valores morais e quem é intolerante quanto à salvaguarda dos principios da republica e da democracia.

    Quanto aos primeiros, bem, claro, todos têm direito de exprimir seus valores, mas ao serem intolerantes com os outros que não compartilham da mesma visão, eles se voltam contra os principios fundamentais de igualdade e liberdade em dignidade e direitos de que gozam todos os cidadãos, conforme postulado no artigo I da declaração universal dos direitos do homem e que é retomado pelo artigo 5o da constituição federal, e que sustenta o proprio direito de expressão. Em suma, usam da igualdade e liberdade de que dispõem para solapar a liberdade e a igualdade. Uma perversão sofisticada.

    Quanto aos segundos, que se insurgem contra tal atitude, aparentemente estão impondo a tirania do "politicamente correto" e cerceando a liberdade de expressão, mas na verdade estão sendo protegendo os principios fundamentais que garantem dignidade e direitos para todos os cidadãos, sem os quais não hà mais liberdade de expressão. Em suma, estão limitando a liberdade e a desigualdade em proveito de alguns para salvaguardar os principios que garantem a liberdade e a igualdade de todos.

    Enfim, o limite da liberdade de expressão é a integridade dos principios sobre os quais repousa a propria liberdade de expressão, e cujo primeiro é a liberdade e igualdade de TODOS os cidadãos em dignidade e direitos. Senão, se deixarmos a intolerância se exprimir, ela se volta contra tais principios, damos um tiro no pé e caminhamos rumo à tirania.

    Em outras palavras, a democracia não deve tolerar a intolerância, por isso deve ser intolerante na defesa dos principios que asseguram a tolerância.

    Deu pra entender? :P

    Fabio_Passos

    06 de abril de 2011 às 10h44

    Muito bem explicado.

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h26

“Da mesma forma que há pessoas que defendem o movimento gay, é democrático haver quem discorde das propostas deles.”

Não, porque um movimento busca a justiça e a igualdade, outro movimento busca a perpetuidade da discriminação. Do mesmo modo não há simetria entre defensores de direitos humanos e racistas ou xenófobos, entre machistas e movimentos pela igualdade das condições de trabalho por gênero.

“Por fim, trabalho junto com gays, já disse a eles qual é o meu posicionamento, respeito cada um.”

Na verdade não respeita, talvez apenas se iluda achando que sim. Mas é verdade que já evoluímos muito nos ambientes de trabalho, até os anos 80 manifestações extremamente preconceituosas e agressivas (do tipo “gays devem ser condenados à morte” ou “A AIDS é uma punição divina”) corriam livremente nas rodinhas de escritórios e hoje em dia semelhantes barbaridades são no mínimo objeto de repreensão.

Responder

    Agostinho

    05 de abril de 2011 às 21h29

    Concordo plenamente com a leitora que mandou a carta ao Azenha. Direitos iguais. Porque só os gays´podem falar o que quiserem? Podem criticar e não serem criticados? Vamos acabar com os preconceitos mas também com a ditadura…. dos movimentos que querem se impor pela lei. Quem fala o que que quer, muitas vezes ouvem o que não quer. Isso é democracia.

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h24

“Só não abro mão, de jeito nenhum, do meu direito de não concordar com a adoção por gays, de não aceitar esse tipo de comportamento e de poder educar meus filhos de que essa conduta não é a adequada com base em nossa visão de mundo e fé.”

E os gays e lésbicas não abrirão mão da busca do direito de adotar, assim como qualquer casal sem filhos. O que valerá não são os preconceitos individuais originados de interpretações dogmáticas, mas as visões éticas representadas pela legislação. O mesmo é válido para quem não abre mão de condenar o uso de preservativos, o divórcio, ou os casamentos intergeneracionais.

"Conheço centenas de gays e nunca vi nenhum deles ser importunado por ninguém."

Isso pode ocorrer quando um ambiente é muito repressivo, então os gays se autorreprimem. Não quer dizer que eles estejam com seus direitos assegurados ou que não haja preconceito, é o contrário.

Responder

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h23

“Agora, outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos. Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito.”

Sofisma, buscar igualdade de direitos não é intenção de chocar, no máximo é chamar a atenção para o tratamento discriminatório e desigual. Se um comportamento é permitido para 96% da população, deve ser permitido para 100%. Se há casais hétero que um dia se agarraram no mesmo local público, todos têm esse direito, mesmo que não queiram exercê-lo.

“O respeito às pessoas cabe em todas as situações. Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays.”

Se o respeito cabe sempre, então a igualdade também cabe. Por que diferenciar gays de héteros? Por que o “quanto mais”? Ou é prudente para todos ou para ninguém.

Responder

Marcio

05 de abril de 2011 às 19h23

Conheço centenas de gays………… Olha, como pode um cara cuja fé e visão de mundo é contrária ao homossexualismo ter no seu rol de conhecidos tantos homossexuais? Estranho. Mas a internet aceita tudo. O que não podemos aceitar é o PRECONCEITO. Enquanto se respeita o cidadão, gay ou não, tudo bem. A partir do momento em que se desrespeita o indivíduo aí é a lei. E a nossa pune esse comportamento. Alguém aqui acha que o Bolsonaro é modelo de alguma coisa? Ele costuma respeitar as pessoas? Então ficamos assim, o leitor respeita os gays, e o deputado respeita também.

Responder

Gunter Zibell

05 de abril de 2011 às 19h21

"Ou querem que tenhamos casos como na Argentina, onde centenas de juízes dizem preferir a morte a casar pessoas do mesmo sexo?"

Eu quero casar e legalizar minha união de 26 anos, transmitir herança e fazer parte de plano de saúde familiar. E eu – mais cerca de 1 milhão de casais brasileiros – sou impedido disso pelas manifestações homofóbicas no Congresso. Se algum juiz quer morrer não é a legislação que o impede, não está sofrendo nenhum cerceamento de direitos.

Responder

José Silva

05 de abril de 2011 às 19h02

Não é pela postura de alguns poucos indivíduos que podemos "condenar" todos os seus iguais, para mim não existe essa de gay não pode isso, gay não pode aquilo. Gay é gente igualmente a mim, que sente o mesmo prazer que sinto em minhas relações heterossexuais, que ama, que odeia (mesmo que rapidinho hehehe), que chora, que sorri, que sonha, que tenta ajudar os outros, enfim… é um ser humano como todos nós e assim deve ser tratado!!! Agora, existem muitos gays assim como muitos héteros que têem desvios morais independentemente de suas opções sexuais. Quanto a questão das escolhas dos nossos filhos eu posso afirmar que o meu que hoje tem 7 anos não será menos amado por mim devido a sua opção sexual, bem como minha filha que está chegando no seu primeiro aninho. Relaxe e aceite a diferença que sua vida se tornará muito melhor. Grande abraço a todos!!!

Responder

Yarus

05 de abril de 2011 às 18h57

Carta aos Fundamentalistas

E-mail enviado por um estudante de teologia de Boston para Laura Schlessinger, uma personalidade do rádio americano que distribui conselhos para pessoas que ligam para seu show. Recentemente ela disse que a homossexualidade é uma abominação de acordo com Levíticos 18:22 e não pode ser perdoada em qualquer circunstância. O texto abaixo é uma carta aberta para Dra. Laura, escrita por um cidadão americano e também disponibilizada na
Internet".

"Cara Dra. Laura,

Obrigado por ter feito tanto para educar as pessoas no que diz respeito à Lei de Deus. Eu tenho aprendido muito com seu show, e tento compartilhar o conhecimento com tantas pessoas quantas posso. Quando alguém tenta defender o homossexualismo, por exemplo, eu simplesmente o lembro que Levítico 18:22 claramente afirma que isso é uma abominação. Fim do debate. Mas eu preciso de sua ajuda, entretanto, no que diz respeito a algumas leis específicas e como seguí-las:

a) Quando eu queimo um touro no altar como sacrifício, eu sei que isso cria um odor agradável para o Senhor (Levítico 1:9). O problema
são os meus vizinhos. Eles reclamam que o odor não é agradável para eles. Devo matá-los por heresia?

b) Eu gostaria de vender minha filha como escrava, como é permitido em Êxodo 21:7. Na época atual, qual você acha que seria um preço justo por ela?

c) Eu sei que não é permitido ter contato com uma mulher enquanto ela está em seu período de impureza menstrual (Levítico 15:19-24). O problema é: como eu digo isso a ela ? Eu tenho
tentado, mas a maioria das mulheres toma isso como ofensa.

d) Levíticos 25:44 afirma que eu posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, se eles forem comprados de nações vizinhas. Um amigo meu diz que isso se aplica a mexicanos, mas não a canadenses. Você pode esclarecer isso? Por que eu não posso possuir canadenses?

e) Eu tenho um vizinho que insiste em trabalhar aos sábados. Êxodo 35:2 claramente afirma que ele deve ser morto. Eu sou moralmente obrigado a matá-lo eu mesmo?

f) Um amigo meu acha que mesmo que comer moluscos seja uma abominação (Levítico 11:10), é uma abominação menor que a homossexualidade. Eu não concordo. Você pode esclarecer esse ponto?

g) Levíticos 21:20 afirma que eu não posso me aproximar do altar de Deus se eu tiver algum defeito na visão. Eu admito que uso óculos para ler. A minha visão tem mesmo que ser 100%, ou pode-se dar um jeitinho?

h) A maioria dos meus amigos homens apara a barba, inclusive o cabelo das têmporas, mesmo que isso seja expressamente proibido em Levíticos 19:27. Como eles devem morrer?

i) Eu sei que tocar a pele de um porco morto me faz impuro (Levítico 11:6-8), mas eu posso jogar futebol americano sem usar luvas? (as bolas de futebol americano são feitas com pele de porco)

Obrigado novamente por nos lembrar que a palavra de Deus é eterna e imutável.

Seu discípulo e fã ardoroso."

http://planetaignis.blogspot.com/2011/04/obedecer

Responder

    Joe

    05 de abril de 2011 às 21h20

    Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

    Scan

    06 de abril de 2011 às 00h33

    Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!

Tatiana

05 de abril de 2011 às 18h55

"Então, caro Azenha, se os defensores dos gays falam o que querem, os contrários também têm esse direito".

Os "contrários" (não entendo como uma pessoa pode ser contrária a orientação sexual de outra pessoa, mas enfim) também tem o direito de expressar a opinião que tem. Mas é preciso estabeler bem a diferença entre "liberdade de expressão" e "liberdade de discriminar e de ofender". Parece quem homofóbicos fingem não enxergar muito bem essa diferença.
Ademais, diga o que sentir vontade de dizer. Mas depois não fuja das consequências como faz o covarde Boçalmaro.

Responder

Tatiana R. Provetti

05 de abril de 2011 às 18h54

"Conheço centenas de gays e nunca vi nenhum deles ser importunado por ninguém. Agora, outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos. Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito. O respeito às pessoas cabe em todas as situações. Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays".

Claro, como você nunca viu um casal gay ser importunado, isso significa que a violência contra homossexuais não existe. Nunca vi, então… pufff… não existe! Faz muito sentido (e é tão cômodo pensar assim!).
Na última frase desta parte do texto você se entregou. Quando você diz "quanto mais gays", automaticamente afirma que a agarração entre pessoas do mesmo sexo é menos aceitável do que um "amasso" protagonizado por heterossexuais. Você disfarça muito mal o seu preconceito.

Responder

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 05h15

    Eu também nunca presenciei uma pessoa assassinando outra pessoa. Logo assassinos não existem.

Tatiana

05 de abril de 2011 às 18h53

"Por fim, trabalho junto com gays, já disse a eles qual é o meu posicionamento, respeito cada um. Só não abro mão, de jeito nenhum, do meu direito de não concordar com a adoção por gays, de não aceitar esse tipo de comportamento e de poder educar meus filhos de que essa conduta não é a adequada com base em nossa visão de mundo e fé".

Trabalho junto com gays, tenho amigos gays… já ouvi tantas vezes esse tipo de argumento da boca de homofóbicos que pelo amor de Deus. E sim, você é preconceituoso. Uma pessoa que acha que um casal gay não tem condições de cuidar de uma criança é sim homofóbica.
Você tem o direito o direito contistucional de ter e manifestar a sua fé. Só não se esqueça de que o estado é laico e de que todos são iguais perante a lei. Homossexuais tem sim o direito de adotar crianças e estas tem o direito de viver em um lar repleto de amor.

Responder

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 05h19

    Do jeito que fala deixa transparecer que falta coragem ao macho para pedir demissão e ir trabalhar distante dos gays.

    Vamos cabra macho, tome coragem e peça demissão. Vá procurar outro emprego que nesse aí está repleto de gays. Fuja deles pra não ser contaminado por osmose.

Tatiana R. Provetti

05 de abril de 2011 às 18h52

"Imagina, todo ser existente neste planeta é criticado o tempo todo, e os gays não poderão sê-lo. A opção sexual de qualquer um é problema particular, mas tenho o direito, baseado na fé, filosofia, doutrinas, etc, de não concordar com o comportamento."

Mas não tem o direito de DISCRIMINAR ou OFENDER homossexuais baseando-se na fé, filosofia, doutrina ou seja lá no que for. Outra: não sei se você não sabe, mas ninguém escolhe ser homossexual ou heterossexual. Não existe "opção sexual" e sim "orientação sexual". Acho que o autor do texto deveria ter se dado ao trabalho de ler mais sobre o assunto, de pesquisar um pouco mais.

Responder

Tatiana

05 de abril de 2011 às 18h51

E por favor…não existe essa de colocar pai na cadeia. Esse "argumento" esdrúxulo vem de políticos extremamente conservadores e homofóbicos, como Magno Malta . Quem escreveu o comentário certamente está se referindo ao PL 122/06. Aposto que sequer leu o projeto antes de sair por aí falando besteiras. Só me resta lamentar pela ignorância.

Responder

Tatiana R. Provetti

05 de abril de 2011 às 18h50

"Esse pessoal, claro, merece todo respeito, mas o propósito deles de imporem-se como parcela superior, especial, melhor da sociedade, é um descalabro. Não sei se você conhece bem o pleito desse movimento, mas eles querem colocar na cadeia quem disser a um filho, durante a educação, que reprova o comportamento homossexual, etc."

Ah, claro. Gays são tratados como uma parcela superior da população. Hoje, são os heteros os expulsos de casa quando revelam a sua orientação sexual. Inclusive, casais de heterossexuais não podem expressar mais afetividade nas ruas sem correr o risco de levar uma garrafada ou uma "lâmpada" na cabeça, coitados. E outra: não tem direito à adoção e nem à herança. Hoje são os homossexuais os privilegiados. São uma casta superior, munidos de todos os direitos civis possíveis e imagináveis.

Responder

Tatiana R. Provetti

05 de abril de 2011 às 18h46

Bem, vamos lá:

"Entretanto, fico triste pela cobertura do caso Bolsonaro. Ele, realmente, tem opiniões muito radicais, em muitos casos, dispensáveis. Não concordo com quase nada que ele fala, mas ele tem razão de expressar opiniões contrárias ao movimento gay."

Substitua gay por negro. Bem menos palatável, não?
Tremenda hipocrisia.

Responder

Ygor

05 de abril de 2011 às 18h46

O missivista está correto ao dizer que toda orientação sexual, assim como toda nacionalidade, cultura, ideologia, pode ser criticada. Com base em qualquer tipo de pensamento, por absurdo que seja, é possível TER UMA OPINIÃO de qualquer tipo, porque democracia é testada justamente quando se tem opiniões radicalmente diferentes do que é considerado correto (e isso inclui tanto os do movimento gay frente a uma maioria ainda conservadora quanto os malucos à la Bolsonaro).

De outro lado, TER OPINIÃO faz parte da liberdade de expressão, o que é bem diferente de expressar sua opinião, principalmente em público, de modo a incitar violência, intolerância ou exclusão. Alguém que pregue, em sala de aula, em público ou na família, que gays são "anormais" está mais que discordando da sua escolha sexual (você pode ser contra práticas sexuais, inclusive vários gays têm certamente reservas a certos tipos de comportamento sexual tidos por "esquisitos"): você está pregando que eles não são "gente como a gente", que não fazem parte da "norma social" (anormal no sentido original significa justamente "fora da regra").

Portanto, a grande verdade é que a liberdade de expressão comporta todo tipo de pensamento dentro de sua cabeça, comporta também todo tipo de divulgação de opinião que seja contrária ao considerado "aceitável", mas NUNCA comporta uma pregação violenta ou excludente contra um grupo social disfarçada de "mera opinião".

Deve-se fazer sempre a diferença, porque uma coisa é eu dizer algo como "para mim o sexo homossexual é totalmente sem sentido, porque mulher faz tudo muito melhor e tal e tal", outra coisa é eu dizer algo como "não é para dar muito direito para gay porque isso logo se espalha e vira uma praga" (certamente quem diz isso é inseguro quanto à sua sexualidade, porque acha que basta ver gays andando abraçados na rua para todo mundo resolver virar homossexual).

No entanto, não concordo exatamente que seja homofobia achar que gays se agarrarem em público é reprovável, já que há muita gente que simplesmente não gosta de ver intimidades sexuais/afetivas de outras pessoas – o que, é evidente, é um pouco mais constrangedor quando se trata de práticas que você não faz. Será homofobia, porém, se acharmos que é perfeitamente aceitável que heterossexuais façam isso e que, por outro lado, gay não pode sequer se "manifestar" no local.

Responder

Marcos Roma Santa

05 de abril de 2011 às 18h39

Estou começando a me convencer de que, se Hitler ressucitasse e se candidatasse ao cargo de Presidente da República do Brasil, hoje, a classe média em peso votaria nele.

Responder

    kalango Bakunin

    05 de abril de 2011 às 23h57

    e grande parte dos assassinados nas câmaras de gás dos campos de extermínio era de homossexuais, comunistas, socialistas, ciganos e pessoas portadoras de deficiências. no entanto hitler era um homossexual enrustido, goering se vestia de mulher, os camisas pardas gostavam disso e por aí vai.
    no nazismo, como em toda a humanidade. sempre existiram nazistas homossexuais, como sempre existiram homossexuais fascistas…c´est la vie

    Diego

    06 de abril de 2011 às 03h18

    pois é…
    não dizem as pesquisas economicas que o Brasil chegará a um patamar de bem estar social equiparado a ao da União Européia, hoje, lá por volta de 2050.. Vão ai entre 40 e 50 anos de atraso… então estamos mesmo em nosso época (momento) de eleger "nosso" Hitler..
    Pena ver quão atrasada ainda é a sociedade brasileira.. uma pena… mas nada tão surreal, haja visto a qualidade do ensino público e o número de brasileiros que têm acesso à universidades boas e as faUculdades que abrem todo dia em cada esquina…

LULA VESCOVI

05 de abril de 2011 às 18h35

"Quanto mais gays", aí o leitor se entregou,é preconceito puro.

Responder

George

05 de abril de 2011 às 18h33

Todo mundo tem o direito de se expressar, mas não pode ofender e nem ameaçar direitos de um seguimento da sociedade. Os gays não querem ser melhores que ninguém, querem, apenas, a extensão da cidania a eles, querem direitos civis e querem ser respeitados, independentemente, de qualquer coisa, mas simplesmente por serem humanos. Esse Deputado luta contra os Direitos Humanos, defende a tortura, defende a pena de morte, elogia o período obscuro da ditadura, é contra as ações afirmativas etc… Quando há choque de princípios deve-se ponderar os interesses em jogo, entre o direito de livre expressão de Bolsonaro (e de seu seguidor) e os direitos à cidadania e dignidade de milhares de pessoas, devem prevalecer estes.

Responder

George

05 de abril de 2011 às 18h33

Azenha,
Sei que você, como defensor das liberdades, tem que publicar certas coisas que enviam… Esse senhor que escreveu defendendo Bolsonaro nega que simpatiza com as ideias dele, mas, pelo texto, da pra percerber que no fundo ele é homofóbico. Por que um casal homo causa repulsa e choca quando se bejam e o hetero não? Pois, testemunhamos, a todo instante e em qualquer lugar, casais heteros "se agarrando e nunca vi ninguém reclamando em "nome da família".

Responder

Zeno José Otto

05 de abril de 2011 às 18h30

Os gays precisam aceitar democraticamente que são minoria e, como tal, devem aceitar os valores, a cultura e as opiniões da maioria. Tenho bons amigos gays que são meus amigos porque se comportam com auto-respeito. E muitos heteros que não suporto porque não se auto-respeitam. Os gays não vão conseguir o respeito que desejam enquanto sairem em trio elétricos mostrando a bunda cheia purpurina. Ou andando como se estivessem segurando um "pum". É dificil evitar um riso… O mesmo para "machões" que andam de pernas de vaqueiro, cheios de tatuagens e nada dentro do cérebro.

Responder

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 22h20

    Mais ou menos como os negros deviam aceitar a escravidãos e os judeus o holocausto, né?

    Zeno José Otto

    06 de abril de 2011 às 18h09

    Leia de novo meu texto. Acho que você não entendeu nada! A inteligência dos gays sempre foi uma virtude reconhecida por todos. Não foi o teu caso. Leia mais algumas vezes por favor.

monge scéptico

05 de abril de 2011 às 18h22

A OEA esculhambou-se de vez? Não tem esses parasitas algo melhor para meter?
NÂO!! concordo com quase nada do oiz o sr. bolsonaro; porém que no caso dos gays,
eles estão querendo bagunçar o coreto. Já receberam vaŕios benefícios jurídicos e,
tal e qual os selvagens da amazônia, que querem impedir a construção das usinas.
Começa-se por uma bonomia infantil a se dar atenção e privilégios a esses grupos,
e, se assim continuar, em pouco tempo estaremos travados em nosso crescimento.
Todos nós temos que ter em público um comportamento ético e, respeitoso em relação
ao próximo……………………………………………………fiquem dentro do seu quadrado!!!

Responder

Beto Crispim - BH

05 de abril de 2011 às 18h06

Pena que minha me ensinou que não pode falar palavrão e nem fazer gestos obcênios para as pessoas. Se não fosse isso eu iria sugerir que o autor do texto fosse a algum lugar e lhe mostraia uma dos dedos da minha mão em riste. Homofóbico da porra.

Responder

Gustavo Pamplona

05 de abril de 2011 às 18h05

Vou falar para vocês mais uma verdade:

Se ele não fosse deputado e ela não fosse filha de quem ela é (além de "famosa"), nada disto teria acontecido, até porque muita gente é assim mesmo.

Responder

FrancoAtirador

05 de abril de 2011 às 18h02

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A CADA 36 HORAS, UM HOMOSSEXUAL É ASSASSINADO NO BRASIL

260 gays, travestis e lésbicas foram assassinados, em 2010, no Brasil.

De acordo com um relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado hoje (4), a cada um dia e meio um homossexual brasileiro é morto.

Nos últimos cinco anos, houve aumento de 113% no número de assassinatos de homossexuais.

Apenas nos três primeiros meses de 2011 foram 65 assassinatos.

Entre as vítimas, 54% são gays, 42%, travestis e 4%, lésbicas.

Para o antropólogo responsável pelo levantamento, Luiz Mott, as estatísticas são inferiores à realidade.
“Esses 260 assassinatos documentados são um número subnotificado, porque não há no Brasil estatísticas oficiais de crimes de ódio.
Para os homossexuais, a situação é extremamente preocupante.”

O estudo também aponta que o Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de homossexuais.
Nos Estados Unidos, foram registrados 14 homicídios de travestis em 2010, enquanto no Brasil, foram 110 assassinatos.
Além disso, o risco de um homossexual ser morto violentamente no Brasil é 785% maior que nos Estados Unidos.

De acordo com Mott, ESSE NÚMERO CRESCENTE É RESULTADO DO AUMENTO DA VIOLÊNCIA E DA IMPUNIDADE.

“Há um crescimento da quantidade de assassinatos.
Além disso, menos de 10% desses assassinos são presos e sentenciados.
Atualmente, a visibilidade dos gays é maior, pois há muitos se assumindo e isso provoca o aumento da intolerância.”

Entre os estados brasileiros, a Bahia lidera, pelo segundo ano consecutivo, o ranking nacional. Foram 29 homicídios em 2010. Alagoas ocupa a segunda posição, com 24 mortes;
seguido pelo Rio de Janeiro e São Paulo, com 23 assassinatos cada.
De acordo com o relatório, Alagoas também é o estado que oferece maior risco para os homossexuais.
Maceió é a capital onde mais gays são assassinados – com menos de 1 milhão de habitantes, a cidade registrou nove homicídios.

Segundo o estudo, o Nordeste é a região mais homofóbica do país.
O Nordeste abriga 30% da população brasileira e registrou 43% dos homossexuais assassinados.
Vinte e sete por cento dos assassinatos ocorreram no Sudeste, 9% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 10% no Norte. O risco de um homossexual do Nordeste ser assassinado é aproximadamente 80% mais elevado que no Sul ou no Sudeste.

De acordo com Mott, essa situação pode ser revertida com educação sexual nas escolas, maior rigor da polícia e da Justiça, políticas afirmativas que garantam a cidadania plena de 10% da população e maior cuidado dos próprios gays, travestis e lésbicas.

O GGB vai denunciar o governo brasileiro à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Organização das Nações Unidas (ONU) por crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais.

04/04/2011 – 19h19
Reportagem: Daniella Jinkings
Edição: João Carlos Rodrigues
Agência Brasil
Via Luis Nassif Online

Responder

    Fernando Ribas

    05 de abril de 2011 às 18h39

    Concordo que as opções pessoais de cada um devem ser respeitadas e sou contra o crime de ódio contra qualquer minoria, mas o fato é que, no Brasil, o índice de homicídios é estupidamente alto. Toda hora morrem brancos, negro, homens, mulheres, crianças, velhor, gays, héteros… Enfim, é um problema geral e generalizado. Afirmar que TODOS os gay morrem por serem gays é o mesmo que afirmar que os héteros são assassinados serem héteros. Todo homicídio é um atos bárbaro e todos estamos sujeitos a esse fim, ainda mais no Brasil. Politizar a morte de gays em detrimento de outros segmentos sociais é hediondo. Se no Brasil morrem muito gays é porque muitos brasileiros e brasileiras são assassinados. Afirmar que todos os gays são mortos por razões de ódio é o mesmo que afirmar que essa estimativa é fidedigna, afinal não existe um registro de ocorrencia chamado homicídio gay, bem como não há distinção oficial, seja no RG ou marca física imposta pelo Governo, que distingua oficialmente gays de não-gays. Acho que o Brasil deve, além de buscar políticas que eduquem contra intolerância de qualquer espécie, procurar as raízes e combater essa estatística universal de homicídios, seja de héteros ou gays, homens ou mulheres.

    Athos

    05 de abril de 2011 às 19h50

    E quantos não-gays são assassinados neste mesmo período?
    Qual o índice de usuários de drogas e prostituição entre os gays e os não-gays?
    Onde foram cometidos os assassinatos e em que hora?

    Paula

    06 de abril de 2011 às 00h05

    Quantos 'não-gays' são assassinados por serem 'não-gays' neste mesmo perido?

    Zeno José Otto

    05 de abril de 2011 às 20h13

    E quantos heteros foram assassinados? Claro que é número maior. E democraticamente falando, os gays pagam o preço de ser minoria e deverão aceitar a cultura, as religiões, as opiniões, os preconceitos etc. etc. etc. da maioria. É o preço da democracia. Quando forem maioria, e pela campanha que se faz, tornando todos os heteros membros do DEM… daí as coisas mudarão. Até lá, o melhor que fazem é manter atitudes de auto respeito, com menos exibicionismos provocativos e ofensivos à maioria.

    Leonardo

    05 de abril de 2011 às 20h51

    Alguma coisa se perde nesses números: segundo o mapa da violencia, no ano de 2007, houve 47707 homicídios no Brasil. Se este fosse o número para o ano passado, então os homicídios de homossexuais representaria 0,5449% das vitimas. E como dizer que de cada 200 vitimas, 1 era homossexual. Sem muito esforço da para concluir que a opção hetero e mais vulnerável a morte…
    Mas eu não penso assim. Eu penso que se mata muito no Brasil. Por motivações diversas, por migalhas, por frivolidades. A violencia atua vorazmente e isso esta alem de uma particularidade. Usar números para defender uma causa e fragmentar ainda mais nossa claudicante sociedade não vai ajudar.
    O assassínio de pobres e negros e mulheres e uma mazela antiga e pode ser tratada como menos relevante se nos pautarmos por números escolhidos.
    Feliz cada novo dia…

    Sami

    05 de abril de 2011 às 23h12

    "Segundo o estudo, o Nordeste é a região mais homofóbica do país. "

    XENÓFOBO!!!!!!

    Ué, não é isso que os leitores falam com quem fala mal do nordeste ou dos nordestinos.

    FrancoAtirador

    05 de abril de 2011 às 23h13

    .
    .
    Por faixa etária, 46% das vítimas tinham menos de 30 anos.

    Pelos dados do GGB, a vítima mais nova tinha 14 anos (um travesti, morto com 14 tiros em Maceió), e a mais velha, 78 anos –um aposentado assassinado com golpes de facão, em União dos Palmares (AL).

    O relatório do GGB informa, ainda, que

    43% dos homossexuais foram assassinados a tiros,
    27% morreram com golpes de faca,
    18% foram espancados ou apedrejados e
    12%, sufocados ou enforcados.

    “Vários destes crimes revelam o ódio da homofobia, sendo praticados com requintes de crueldade, tortura e castração”, disse Marcelo Cerqueira, presidente do GGB.

    “Somente vamos reduzir estes tristes números quando a população a respeitar os direitos humanos dos homossexuais por meio de leis afirmativas da cidadania, a polícia e Justiça punirem com toda severidade a homofobia e, sobretudo, quando os próprios gays e travestis evitarem situações de risco, não levando desconhecidos para casa.”

    UOL

Rogério Leonardo

05 de abril de 2011 às 17h59

O texto parte da falsa premissa de que os "contrários aos gays" não tem direito de manifestação.

Hora, é exatamente pelo fato de um reacionário como Bolsonaro estar se expressando livremente, na imprensa e fora dela, destilando há muito tempo seu ódio e preconceito, que a polêmica foi criada.

Só me faltava agora, os homofóbicos e racistas posarem de vítima.

Esta parte do texto diz tudo: "Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays."

O "quanto mais" nesta frase entregou tudo, para quem sabe interpretar, pingo é letra.

Quanto alguém fala que é contra a legalização do casamento gay, contra a adoção de crianças por gays, está interferindo na vida e nos direitos individuais e coletivos de outras pessoas.

Nunca vi os grupos gays fazendo movimento contra o "casamento heterossexual", "a adoção de crianças por casais heterossexuais".

Não tentem se colocar no papel de vítimas, vocês não são.

Responder

    spin

    05 de abril de 2011 às 20h53

    Quando o racismo não era crime era muito comum se ouvir por aí piada de preto, agora as pessoas ligaram o desconfiômetro, concordo, não se pode ter liberdade prá este tipo de coisa, pois que para quem exerce a liberdade de discriminar, ótimo, mas para as vítimas da discriminação…

Maximiliano Renato

05 de abril de 2011 às 17h53

O missivista acima confunde alhos com bugalhos. Ele não tem direito de discordar da escolha que o outro faz de sua própria sexualiadade. Suponho que o missivista exerceu livremente o seu direito de escolher a sua sexualidade. Negar isso a outro é querer privá-lo de sua liberdade e ferir o princípio democrático. Sentir-se chocado com uma cena de afeto de um casal gay é reconhecer no outro algo que está dentro de si próprio. Caso contrário a cena não lhe afetaria.

Responder

Vidal

05 de abril de 2011 às 17h53

Ser gay é uma opção do individuo, mas esta opção é passivel de crítica sim. Porque posso ser tratado como homofóbico, aliás um rotulação preconceituoasa, me reduzem a uma doença, e eu não posso falar o que penso? Que democracia é esta? Uns podem chamar o outro de doente,por não aceitarem um comportamento social, mas não aceitam receberem críticas. Nem venham com este tipo de "democracia".
O ser humano precisa sim ser respeitado,enquanto tal, respeito e exijo respeito.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h20

    Discordo.

    Ser gay não é uma opção do indivíduo. Assim como ninguém escolhe não ser gay, como também não escolhe a cor da pele. Ser gay é tão natural como não ser gay. Simplesmente é.

    A pessoa não escolhe "ah, de hoje em diante sou gay". A pessoa nasce gay. Já vi crianças inocentes (sem ciência do significado do fatos do mundo) claramente com comportamento, trejeitos, caracteristicamente homossexuais. E de fato, cresceram e se afirmaram como homossexuais. Já vi e vejo.

    Os gays não lutam para se afirmarem: "olha, sou gay". Não é essa a questão. Os gays simplesmente existem independentem,ente de quem não gosta da existência deles.

    Os gays lutam por direitos, que a eles, como pessoas sem nenhuma isenção de deveres por serem gays, lhes são negados. É somente isso.

    E sua afirmação de que "esta opção (ser gay) é passivel de crítica sim" também está errada. Da mesma forma de que não se pode criticar a cor da pele de ninguém.

    Vidal

    05 de abril de 2011 às 23h30

    Voce tem todo o direito de discordar. Mas não sou obrigado aceitar seus argumentos. O ser gay é sim opção, não existe nada de naturalidade na homossexualidade. Ninguem nasce gay, não existe nada que comprove esta sua afirmação, quem escolhe ser, tem todo o direito de escolher, e deve ser respeitado como qualquer outra escolha. Se realmente fosse o que voce diz: "E sua afirmação de que esta opção (ser gay) é passivel de crítica sim também está errada. Da mesma forma de que não se pode criticar a cor da pele de ninguém.” Ai sim seria preconceito de minha parte, mas a homossexualidade não é natural , como a cor da pele é. E como um comportamento, é passivel de critica, como qualquer outro comportamento. Agora se voce me perguntar se eu aceito que alguem sofra qualquer tipo de perseguição pelo fato de ser gay,direi que não, ninguem pode ser perseguido por alguma escolha. Se esta escolha estiver em desacordo com uma lei vigente, deve ser submito a ela, pois ninguem pode exercer justiça com as suas próprias mãos.

    gerson

    06 de abril de 2011 às 00h37

    Voce tem todo o direito de discordar. Mas não sou obrigado aceitar seus argumentos. O ser gay é sim opção, não existe nada de naturalidade na homossexualidade. Ninguem nasce gay, não existe nada que comprove esta sua afirmação, quem escolhe ser, tem todo o direito de escolher, e deve ser respeitado como qualquer outra escolha. Se realmente fosse o que voce diz: "E sua afirmação de que esta opção (ser gay) é passivel de crítica sim também está errada. Da mesma forma de que não se pode criticar a cor da pele de ninguém.” Ai sim seria preconceito de minha parte, mas a homossexualidade não é natural , como a cor da pele é. E como um comportamento, é passivel de critica, como qualquer outro comportamento. Agora se voce me perguntar se eu aceito que alguem sofra qualquer tipo de perseguição pelo fato de ser gay,direi que não, ninguem pode ser perseguido por alguma escolha. Se esta escolha estiver em desacordo com uma lei vigente, deve ser submito a ela, pois ninguem pode exercer justiça com as suas próprias mãos.

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 10h52

    Parte II
    A comprovação da naturalidade da homossexualidade é a sua própria existência. Por mais que se queira oprimir e castigar o homossexual ele nunca deixará de sê-lo. Justamente porque é natural.

    O que não é natural para mim é esse asco, essa repulsa, que você demonstra em relação aos homossexuais. Essa é uma característica tipicamente homofóbica. Antecipadamente digo que você não é obrigado a aceitar o fato de que você é homofóbico. Quem não é homofóbico não se incomoda com a homossexualidade. Para um não homofóbico é indiferente a pessoa ser gay ou não ser.

    Você está confuso em sua argumentação. Ao mesmo tempo em que você combate o homossexualismo, você diz que " quem escolhe ser, tem todo o direito de escolher, e deve ser respeitado como qualquer outra". E mais ainda, você afirma que "O ser humano precisa sim ser respeitado,enquanto tal, respeito e exijo respeito". Você não está respeitando.

    vidal

    06 de abril de 2011 às 13h46

    "A comprovação da naturalidade da homossexualidade é a sua própria existência. Por mais que se queira oprimir e castigar o homossexual ele nunca deixará de sê-lo. Justamente porque é natural."
    Voce esta confundindo, a naturalidade com comportamentos. O comportamento homossexual é um entre inúmeros outros comportamentos. Não existe nada cientificamente comprovado afirmando que o homossexual nasça assim, então não é natural, apenas isto.
    Outra coisa, não coloque palavras em minha boca, ou "dedos' , jamais afirmei ter asco, apenas disse que não concordo com este tipo de comportamento, assim como voce não concorda com o meu, e nem por isto digo que voce tem asco de mim.
    "Para um não homofóbico é indiferente a pessoa ser gay ou não ser".
    Olha, vivemos em sociedade, e todo e qualquer comportamento é passivel de critica.
    O problema é que voce não aceita que o homossexualismo é um comportamento. O direito do outro vai até o limite do direito do próximo. Se a pessoa quer ser gay, qual o problema?
    Ela não pode querer que o seu comportamento seja aceito pelo outro, só isto.
    Estou respeitando sim. O que eu quero é poder discordar de comportamentos de quem quer que seja, e aceitar que me critiquem. O discordar não é perseguir.

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 21h38

    Estudos científicos comprovando a naturalidade do homossexualismo.

    [youtube Y9UeKYF6sno http://www.youtube.com/watch?v=Y9UeKYF6sno youtube]

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 21h45

    Na minha opinião não existe "meio homofóbico". Ou é ou não é. Ou a pessoa convive sem traumas, sem neuras, com os homossexuais, ou não. Ainda que seja um comportamento como assim você acredita. E de fato você não convive sem neuras com a existência dos homossexuais. Portanto…

    E sobre os estudos científicos ainda tem a série de 10 vídeos chamada MIDDLE SEXES.

    [youtube zWGRi99cVHo http://www.youtube.com/watch?v=zWGRi99cVHo youtube]

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 10h53

    Parte I
    E você se chama Gerson também! Estou surpreso e decepcionado. Achei que não houvesse Gerson que pensasse os teus pensamentos.

    Ninguém aqui é obrigado a aceitar argumentos de ninguém. Em nenhum momento impus isso.
    Porém, a partir do momento em que qualquer um se atreva a expor sua opinião pessoal em um espaço público como esse, está obrigado sim a ler ("ouvir") opiniões contrárias.

    Daí surge a possibilidade de contra argumentar, refletir, e até mudar de postura. Essa é a preciosidade desse espaço.

    Scan

    05 de abril de 2011 às 18h42

    "Ser gay é uma opção do individuo…"

    Enquanto a biologia, antropologia e quejandos se esforçam para chegar a alguma conclusão sobre caracteres herdados ou não, algumas pessoas que não sabem fazer um "O" com a b(*) já descobriram, carimbaram e pronto.
    É…os gênios continuam cheios de dúvidas; os idiotas, cheios de si.

    Vidal

    05 de abril de 2011 às 23h36

    Bem, pelo menos fui mais educado que voce. Abro aspas "É…os gênios continuam cheios de dúvidas; os idiotas, cheios de si." Chamar os outros de idiota, é democratico e sobretudo sem preconceito, quem não sabe argumentar usa a força, como os ditadores de plantão.

    Scan

    06 de abril de 2011 às 00h40

    Bem, pelo menos fui mais educado que voce. Abro aspas " algumas pessoas que não sabem fazer um "O" com a b(*) já descobriram, carimbaram e pronto. É…os gênios continuam cheios de dúvidas; os idiotas, cheios de si. " Chamar os outros de idiota é extremamente democrático e lógico sem nenhum preconceito. A falta de argumento leva os ditadores de plantão, se utilizarem da força para impor seus pensamentos.

    Tania Silva

    06 de abril de 2011 às 10h31

    Por supuesto, se um indivíduo pedófilo olhar seu filhinho de 5 anos (vc tem um filho???) e começar a descrever as delícias de fazer sexo com crianças, vc evidentemente o encorajará, já que ele estará apenas expressando a opinião pessoal dele, e isso é um direito democrático, né? E se ele fizer isso na TV, como fez o Bolsonaro, melhor ainda, né?

    Remindo Sauim

    07 de abril de 2011 às 16h21

    Não entendi, tua é gay ou homofóbico?

Genghis Khan

05 de abril de 2011 às 17h48

Perfeito. Estou com você e não abro.
Aliás, o mais famoso gay da TV tinha esse mesmo posicionamento sobre situações públicas. As pessoas precisam entender que a sociedade muda paulatinamente e não nã paulada. Alguns querem impor o seu ponto de vista, sem contestação. O que cada um faz ou deixa de fazer, em sua vida privada é problema dele. Mas também não concordo com a adoção por casais gays, simplesmente porque a criança não foi consultada. Essa crianaça – não venham dizer o contrário – será alvo de chacotas na escola e isso com certeza acabará influindo negativamente na sua formação. Do jeito que a coisa vai, teremos dois dogmas: o holocausto e a causa gay. Quem falar mal, vai em cana ou será execredo impiedosamente. E onde fica o direito à liberdade de expressão??

Responder

    Julia

    05 de abril de 2011 às 18h17

    direito de expressão ou de difamação?

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h26

    Você tem uma opção: adote toda criança desamparada que for negada à adoção por um casal gay. Se você assumir esse compromisso e cumprí-lo integralmente eu te darei razão.

    Outro dia uma evangélica me disse que "Deus não gostava disso" (adoção de criança por casal gay).
    Subitamente respondi: tá bem. Deus deve gostar então de criança abandonada.

    E qual é a necessidade de "falar mal da causa gay"? Por acaso há alguma necessidade de falar mal do fato de não ser gay? Não vejo nenhuma nem outra necessidade.

    Scan

    05 de abril de 2011 às 18h35

    "Mas também não concordo com a adoção por casais gays, simplesmente porque a criança não foi consultada."
    Hahahahaha!
    E no caso de adoção por heteros, ela será?
    Cada argumento brilhante, né Temugin?
    Francamente…

    Ely Leão

    05 de abril de 2011 às 20h03

    Concordo em gênero, número e grau. Também não concordo que possa haver adoção, inseminação,etc… etc.. para este tipo de relação. Desde o princípio da vida, se não fosse a união entre um macho e uma fêmea não existiria vida, filhos, família, pássaros, bois, vacas, macacos, etc…. Já que querem este tipo de relação,mais não interfiram na FAMÍLIA.
    Ely Leão

    Scan

    06 de abril de 2011 às 00h38

    Tá fraco em biologia, hein meu filho?
    Ao invés de ficar falando bobagens você não gasta seu tempo estudando um pouco?
    Comece com as planárias e vá em frente.

    Julia

    06 de abril de 2011 às 00h48

    Não interfira então na FAMÍLIA!
    Seu conceito de família, desculpe, é muito estreito, pois uma familia não é só composta por " um macho e uma fêmea".
    Família é composta por AMOR, e tem filho, filha, mãe , avô, avó, pai, tio, primo; periquito e papagaio .
    Então, não mexa com NENHUMA família, pois TODAS são diferentes da tua.

    Tem muita mulher que faz " produção independente"( P.I.), e aí? Não forma uma "família", nos teus moldes? Essa mãe e filho/a "P.I." tem avôs, avós, tios/as, primos/as, periquito/a e papagaio/a ou outros bichos.

    Julia

    06 de abril de 2011 às 00h49

    Só mais uma coisinha para reflexão: Uma mulher grávida, que quer ter o filho, e o suposto pai da criança não quer e some,…e aí? A mulher tem que "ser obrigada" a "abortar" pois não forma o "retratinho de familia doriana feliz" que você imagina???
    Não, meu caro/a Ely ( que não sei se é macho ou fêmea, já que aqui falamos "bovinamente"), esta mulher forma uma família com seu filho, parentes e agregados.
    E também quem adota, seja homem, mulher, hetero/homo ( que raios se preocupar com quem os outros se deitam!), seja lá quem for: formam uma FAMÍLIA, sim!

    Portanto, não interfira com a FAMÍLIA dos OUTROS, cuide da tua, tá.

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 21h36

    Mas também não concordo com a adoção por casais gays, simplesmente porque a criança não foi consultada
    1. quem disse que a criança não é consultada? Você conhece o processo de adoção?
    2. não se pode proibir um assassino, um estuprador, um corrupto de ter um filho; mas quer-se proibir alguém por ser 'gay'?

    ""Essa crianaça – não venham dizer o contrário – será alvo de chacotas na escola e isso com certeza acabará influindo negativamente na sua formação.""
    Falácia da redução ao absurdo e apelo a ignorância.
    O engraçado, é que emitindo esse juízo, você prova o preconceito que existe, e a importância de superá-lo.

    ""E onde fica o direito à liberdade de expressão??""

    No mesmo lugar em que está: fale o que quer, arque com as consequências legais. Você tem liberdade para falar o que quiser, mas se difamar, caluniar, etc. vai ser punido.

    Genghis Khan

    05 de abril de 2011 às 22h39

    Você pode ter certeza de que eu conheço muito bem processo de adoção. Agora, me responda: uma criança adotada por um casal hétero, sofreria as mesmas situações de uma criança adotada por um casal homossexual?? Você acha que a sociedade pode ser mudada no tapa, assim da noite para o dia?? As conquistas dos homossexuais ou de qualquer outra dita minoria deve ocorrer naturalmente e é o que vem ocorrendo. Se você olhar para trás verá que já houve avanços, embora tímidos. Quando eu digo que sou contra estou pensando muito mais na criança do que no desejo de duas pessoas adultas. Quero deixar claro que não sou contra o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo. É uma situação diferente da adoção. Querer negar as evidências é artifício dos que falam com o coração, mas não com a razão. E….meu amigo Gérson, o seu argumento tampouco me convence. Se ao adotar uma criança eu pudesse resolvesse o problema, certamente eu o faria. A coisa não é tão simples assim.
    Ah…e antes que me chamem de homofóbico, eu tenho gay na familia. Ele me respeita e é respeitado por mim.

    Julia

    06 de abril de 2011 às 01h14

    Genghis:
    "Agora, me responda: uma criança adotada por um casal hétero, sofreria as mesmas situações de uma criança adotada por um casal homossexual?? "

    R: Imagine uma criança com deficiencia. Imaginou? Vai sofrer com o PRECONCEITO do mesmo jeito, seja com pais homo/heteros, adotada ou não. Porisso que existem movimentos, gritos, para fazer as "ditas minorias" "enxergáveis"e, por força de LEI, que elas não tenham que abaixar a cabeça para levar paulada por serem DIFERENTES.
    TODOS SOMOS DIFERENTES.

    Julia

    06 de abril de 2011 às 01h16

    Continuação da resposta:
    Sabia que antigamente uma pessoa surda era encarcerada? Só porque era diferente. Um negro era escravizado? Só porque era diferente. Uma mulher espancada e subjugada? Só porque era diferente.

    Voilá! Crescemos! Amadurecemos! Sec. XXI! Ainda existe preconceito, discriminação, escravização, subjugação, difamação? SIM! Então…lei nestes ( e não tapa) que não suportam conviver com a diferença! Movimento neles ( e não tapa) que não enxergam as diferenças.
    E , como alguns colegas já falaram, educação se faz com RESPEITO ao OUTRO.

    "Outro": a "dita minoria", que faz bastante barulho e é notada! E exige respeito.

    Karlos o Chacal

    06 de abril de 2011 às 10h53

    É cada uma que vou te contar. Onde está a difamação ou a calúnia?? Antes de falar bobagem, dê uma olhada nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal. Quando eu disse influindo negativamente, não quis dizer com relação ao fato de ser adotada por casal gay, mas as agressões verbais certamente trarão consequências para a vida futura da criança. E comparar um caso desses com uma criança deficiente não tem sentido, porque a deficiência, na maioria das vezes não poderia ser evitada. Vocês são intolerantes e odeiam todo mundo que não bate palminha para os seus pontos de vistas. Em momento algum eu difamei, caluniei ou injuriei a quem quer que seja. Apenas expus o meu ponto de vista que não precisa ser aceito por ninguém, mas deve ser respeitado. Assim como eu respeito o ponto de vista de todos aqui. Sem agressão ou violência. Porque senão, vocês acabam repetindo os agressores da paulista, ainda que de forma verbal. Um abraço e lamento muito o tom agressivo de suas ponderações.

    Julia

    06 de abril de 2011 às 19h59

    Karlos o Chacal:
    …"mas as agressões verbais certamente trarão consequências para a vida futura da criança"…

    Então, Karlos, percebe que o problema NÃo é por ser adotado por homo/ou hetero?
    Percebe O QUÊ poderia originar "agressões verbais"?

    É aí que entra, talvez, a família "doriana feliz"? Que não EDUCA sua criança para NÃO agredir outra?

    O problema é com a Educação.
    Mas, ora, como uma pessoa COM PRECONCEITOS, QUE SE ARROGA EM JULGAR O OUTRO, E DIMINUÍ-LO, AFETANDO SUA AUTO-ESTIMA, só por este outro ser humano, pessoa, cidadão com os mesmos direitos "não rezar de sua mesmíssima cartilha" pode educar seu filho para NÃO agredir, seja física ou verbalmente, outra criança, por qualquer motivo que for?

    Remindo Sauim

    07 de abril de 2011 às 16h22

    Pelo que entendi, você não assume sua posição gay para não ser zombado na escola?

    Julia

    07 de abril de 2011 às 16h54

    Pelo que entendi, ele "acha" que a criança adotada por gays vai ser agredida por ter os pais/mães que tem.

    E, por isso ele é contra a adoção de crianças por casais gays.

ana

05 de abril de 2011 às 17h47

Cadê o nome do missivista?

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h27

    Na minha opinião é dispensável. Ele que se quiser apareça aqui e diga "sou eu".

Elizabeth

05 de abril de 2011 às 17h47

Ainda temos o direito de nos indignarmos, é por isso que as vozes contra a intolerância não podem ser sufocadas.
Percebo que estamos retrocedendo, a cada dia o preconceito toma formas, que para quem vive em pleno século XXI, são inimagináveis.
O ser humano questiona o motivo pelo qual está aqui e qual é o sentido da vida, eu penso que estamos aqui para aprendermos uns com os outros, e só podemos crescer como pessoa a partir do momento em que respeitamos as diferenças, seja ela de cor, de gênero, raça, sexualidade…
Sempre digo que, estas diferenças foram colocadas para testar a humanidade das pessoas, mas, como diz a música “Narciso acha feio o que não é espelho”, e, infelizmente, muitos precisarão de muitas vidas para aprender a conviver com as diferenças.

Responder

Pedro Germano Leal

05 de abril de 2011 às 17h45

Ao leitor desconhecido,

O primeiro problema do seu texto (e por extensão, do seu raciocínio) é tratar ‘dos gays’ como se eles fossem um corpo ideológico distinto, e não são. Os ‘gays’ não são nada além de cidadãos da República que não merecem ser violentados, desrespeitados ou diminuídos em seus direitos em razão da sua orientação sexual. O ‘movimento gay’, portanto, não defende uma luta de ‘gays’ contra ‘héteros’, como você parece crer. Ele defende, sim, preservar os direitos desses cidadãos apesar do descontentamento de pessoas como você e Bolsonaro que, ignorando os direitos civis e humanos, avançam no controle sobre a vida alheia – o que caracteriza, aliás, o fascismo.

Gostaria, portanto, de demonstrar alguns erros formais do seu texto:

“Entretanto, fico triste pela cobertura do caso Bolsonaro. Ele, realmente, tem opiniões muito radicais, em muitos casos, dispensáveis. Não concordo com quase nada que ele fala, mas ele tem razão de expressar opiniões contrárias ao movimento gay.”

Bolsonaro não está sendo criticado por expressar opinião contrária ao movimento gay. Ele está sendo criticado, enquanto representante da República, advogar contra os direitos civis de LGBT, porque ele mesmo é preconceituoso. E isso se soma a um discurso fascista repleto de erros. Sejam os jargões de Bolsonaro:
– ‘com os militares [no poder] havia educação, saúde e segurança’.
Ora! Essa informação é equivocada. Havia essas três coisas para uma pequena parcela da população, que sustentava o regime. Quem vivia às margens desse sistema, ou discordava dele, não tinha educação, nem saúde, nem segurança: tinha clandestinidade, tortura e morte.
– ‘meu filho não é homossexual porque teve formação’
Ora! Quer dizer que homossexual não tem formação? Quem disse isso? Inúmeros gênios da humanidade são/foram homossexuais, e daí? Vai dizer que os filhos do Bolsonaro, por serem heteros, são mais brilhantes ou melhor formados (ou mesmo heróis) que homossexuais? Essa é a semente do preconceito. Não adianta dizer que ‘não tem nada contra homossexual’ e professar esse tipo de intolerância tão elementar e baixa.

“Esse pessoal, claro, merece todo respeito, mas o propósito deles de imporem-se como parcela superior, especial, melhor da sociedade, é um descalabro.”

Mais uma vez, “esse pessoal” não existe. É um conjunto absolutamente heterogêneo de pessoas que tem, em comum, serem desrespeitados enquanto cidadãos da República em razão de sua orientação sexo-afetiva.
Depois, nunca vi nenhum ‘gay’ dizer que, em razão da sua orientação, é ‘superior, especial, melhor’ nem nada disso. Este é um argumento do homem de palha (que ocorre quando atribuímos a nossos debatedores idéias falsas para que possamos refutá-los com facilidade – o que se manifesta no seu ‘é um descalabro’) – uma falácia formal que não pode sequer ser levada a sério num debate.

Responder

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 17h46

    [continuando]
    “Não sei se você conhece bem o pleito desse movimento, mas eles querem colocar na cadeia quem disser a um filho, durante a educação, que reprova o comportamento homossexual, etc.”

    Mais uma vez, não existe “esse movimento”. Em geral, é uma ferramenta do preconceituoso (como foi do macartismo, do fascismo, do nazismo, etc.) criar um rótulo arbitrário para o adversário. Logo, vem-se tratar de um tal ‘movimento gay’ como se ele fosse um corpo uniforme, superpoderoso, que ameaça a família e os bons costumes. Isso, com todo respeito (que posso ter para contigo, enquanto cidadão) é ridículo.

    Você pode dizer, em foro íntimo, o que quiser. A questão é que você não pode privar uma criança dos seus direitos só porque você não concorda com algo do comportamento dela que não é crime algum. Se por causa da orientação sexual do seu filho você privá-lo de educação (abandoná-lo intelectualmente), saúde, respeito; se optar por espancar, assediar ou humilhar seu filho, você deverá, sim, SER PUNIDO exemplarmente – tanto para proteger esse jovem cidadão, que nada fez de errado, quanto para te ensinar que se deve respeitar o próximo.

    “Imagina, todo ser existente neste planeta é criticado o tempo todo, e os gays não poderão sê-lo.”

    Ninguém disse que você não pode criticar um gay (note-se mais uma falácia do homem de palha). O que precisa ficar claro é que você NÃO PODE cercear os direitos civis e humanos de alguém em razão da sua orientação sexo-afetiva.

    “A opção sexual de qualquer um é problema particular, mas tenho o direito, baseado na fé, filosofia, doutrinas, etc, de não concordar com o comportamento.”

    1. Quem dá direito a alguém não é a fé, nem a filosofia, nem doutrina alguma: é a lei. E pela lei você não tem o direito de interferir na vida privada de ninguém;
    2. Ninguém pediu para você concordar com um comportamento. Nem você precisa concordar. As leis do país pouco se importam com o que você concorda ou não. O problema é você agir contra os direitos de alguém, baseado (aí sim) em coisas alheias ao Estado de Direito, como a fé, a filosofia, etc.
    3. Por falar em filosofia, o pai dela (por assim dizer), Sócrates, era homossexual.

    “Da mesma forma que há pessoas que defendem o movimento gay, é democrático haver quem discorde das propostas deles.”

    Para discordar de algo, é preciso conhecer. E pelo visto você não conhece as questões levantadas aqui. É preciso deixar seu preconceito de lado e se informar.

    “Por fim, trabalho junto com gays, já disse a eles qual é o meu posicionamento, respeito cada um. Só não abro mão, de jeito nenhum, do meu direito de não concordar com a adoção por gays, de não aceitar esse tipo de comportamento e de poder educar meus filhos de que essa conduta não é a adequada com base em nossa visão de mundo e fé.”

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 17h48

    [continuando]
    Não é um direito seu, na nossa República, interferir na vida privada de ninguém. Você não tem o direito de decidir quem pode ou não adotar ninguém; nem definir como terceiros devem se comportar. Você tem toda a liberdade de criar seus filhos com base em sua visão de mundo e de sua fé – embora seja preferível criá-los com base na lógica e no respeito à cidadania. O que você não pode, como já foi dito, é privar seus filhos de seus direitos fundamentais se algum deles for ‘gay’.

    “Conheço centenas de gays e nunca vi nenhum deles ser importunado por ninguém.”

    E nós todos sabemos de centenas que foram assassinados e agredidos. Pergunte aos ‘gays’ que você conhece se eles já sofreram alguma agressão (física, verbal, moral). Jair Bolsonaro, por exemplo, se acha no direito de ridicularizar alguém – publicamente, e até no parlamento – por causa da opção sexo-afetiva. Você já imaginou se isso valesse para todos? Já imaginou alguém ser eleito e ridicularizar as pessoas da sua igreja só por causa da fé que escolheram? É um absurdo. Eu estaria do seu lado para defender seus direitos.
    Eu estaria do seu lado se alguém resolvesse bater no filho, assediá-lo moralmente, etc. por ele querer fazer parte da sua igreja.
    Eu estaria do seu lado se alguém dissesse que, só por ser ateu (ou de outra religião), tem mais direitos que você.
    Eu estaria do seu lado se alguém achasse que, por não concordar com seu direito a ter a seguir com a sua fé, quisesse proibir você de manifestá-la em público.

    Consegue entender isso?

    “Agora, outro dia um casal homossexual, num local público, cheio de crianças, famílias, etc, começou a se agarrar exageradamente na frente de todos.”

    Não é crime se beijar – seja homossexual ou não. Se houver atentado ao pudor (felação e nudez em público, por exemplo), converse com eles e, caso não seja possível solucionar a questão, acione a polícia. Mas não é você que determina qual é o exagero. Eles tem o MESMO DIREITO que um casal heterossexual. E é melhor que você eduque seus filhos para viver e respeitar a diferença.
    Você não ia querer que, graças a um político ateu (ou de outra religião), você fosse impedido de falar o nome do seu deus (como um ‘gay’ fala do seu amor por alguém do mesmo sexo/gênero); de ostentar símbolos religiosos (como um ‘gay’ ostenta publicamente seu afeto); de rezar em público (como um ‘gay’ beija alguém).

    Mais uma vez: você não tem mais nem menos direitos que ninguém em razão da sua orientação sexual/religiosa/política.

    “Qual é o interesse senão o de chocar, o de causar repulsa ou encontrar brechas para se dizerem alvo de preconceito.”

    Você diz o mesmo de quem professa a fé em público?

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 17h49

    [continuando]

    “O respeito às pessoas cabe em todas as situações. Não acho prudente nem casais heterossexuais ficaram se agarrando em público, quanto mais gays.”

    Eles tem tanto direito de manifestar seu afeto quanto casais heterossexuais. Se você se incomoda, vá para a sua casa. O “quanto mais gays” prova, cabalmente, o seu preconceito – apesar da relutância em assumir.

    “Então, caro Azenha, se os defensores dos gays falam o que querem, os contrários também têm esse direito.”

    Eu não sou um ‘defensor dos gays’. Sou um defensor da cidadania, do respeito ao próximo e da lógica. Sou heterossexual e religioso, aliás.

    “Ou querem que tenhamos casos como na Argentina, onde centenas de juízes dizem preferir a morte a casar pessoas do mesmo sexo?”

    Preferem a morte a cumprir a função que o Estado de Direito lhes determina? Que sejam afastados de suas funções, e se quiserem, se matem. Não é a chantagem e o privilégio que determinam os rumos de uma República democrática.

    Ygor

    05 de abril de 2011 às 18h52

    Aí discordo. O direito de manifestação da afetividade é limitado pelo de as outras pessoas utilizarem o espaço público para as atividades cotidianas, normais feitas num espaço do tipo. Quem quiser "amasso" mais intenso sabe que aquele ato envolverá só essas duas (ou mais, sei lá) pessoas, e ninguém pode obrigar todo o resto das pessoas a observar aquilo. A demonstração de afeto não prejudica em nada o pudor, que existe sim (ou vamos agora, em nome da liberdade individual, aceitar sexo em público porque, enfim, essas pessoas não estão forçando ninguém a praticar nenhum ato e sim só a vê-las?). Eu penso que devemos defender não gays, muito menos heterossexuais, e sim pessoas, e todos os humanos sabem que há atividades próprias para cada lugar e não se pode forçar todas as pessoas a verem atos estritamente íntimos seus, mesmo porque o espaço público não foi feito para isso, então não é a pessoa incomodada que deve sair, e sim o que está querendo transformar lugar público em local para atos íntimos como sexo, amasso, etc. Independentemente de opção sexual, é uma questão de bom senso e moral.

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 21h28

    Uma caraterística do discurso preconceituoso, intolerante, é a confusão de conceitos fundamentais. Pacientemente demonstro:

    “”Aí discordo. O direito de manifestação da afetividade é limitado pelo de as outras pessoas utilizarem o espaço público para as atividades cotidianas, normais feitas num espaço do tipo. “”

    A direito de manifestação da afetividade não é limitado pelo direito de pessoas a utilizar o espaço para nada. É limitado por lei. Se o beijo na boca entre um homem e uma mulher é permitido em um espaço público, então entre um casal de ‘gays’ também deve ser. Caso contrário, dá-se direito a um grupo (preconceituoso) de determinar, na base do seu próprio delírio, o comportamento de terceiros (e nesse caso pode rasgar a Constituição e o Código Civil).

    “”Quem quiser "amasso" mais intenso sabe que aquele ato envolverá só essas duas (ou mais, sei lá) pessoas, e ninguém pode obrigar todo o resto das pessoas a observar aquilo. “”

    Mais um erro de leitura: ninguém sugeriu que alguém tenha que observar um “amasso intenso”. Como eu disse, diante de um ato que viole a lei (como os que envolvam nudez, felação, toques sensuais, etc.), pode-se, inclusive, pedir intervenção da polícia. Mas isso vale para qualquer orientação sexual. No mais, quem não quiser ver o ato, também não é obrigado a fazê-lo, nem eu sugeri isso.

    “”A demonstração de afeto não prejudica em nada o pudor, que existe sim (ou vamos agora, em nome da liberdade individual, aceitar sexo em público porque, enfim, essas pessoas não estão forçando ninguém a praticar nenhum ato e sim só a vê-las?).””

    Eu não sei se é má-vontade em ler, ou pura incapacidade. Em momento algum eu defendi o sexo em público. Leia novamente o texto.

    “”Eu penso que devemos defender não gays, muito menos heterossexuais, e sim pessoas, e todos os humanos sabem que há atividades próprias para cada lugar e não se pode forçar todas as pessoas a verem atos estritamente íntimos seus, mesmo porque o espaço público não foi feito para isso, então não é a pessoa incomodada que deve sair, e sim o que está querendo transformar lugar público em local para atos íntimos como sexo, amasso, etc. Independentemente de opção sexual, é uma questão de bom senso e moral.””

    1. Ninguém defendeu fazer sexo em público;
    2. Nenhum cidadão é obrigado a adequar seu comportamento ao bom-senso e moral de outro cidadão. Se for assim, você deve se adequar à minha ética e pedir desculpas por deturpar o que eu escrevi, e depois nos privar desse discurso falacioso com verniz de moralidade.

    Scan

    06 de abril de 2011 às 00h44

    Desenha aí, Pedro, senão ele não entende.

    Maridalva Vilela

    05 de abril de 2011 às 18h56

    Parabens, Pedro Gemano Leal

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 21h30

    Imagina, Maridalva! Às vezes a manifestação da intolerância é tão estridente que vale a pena parar para colocar alguns pingos nos is.
    Quando a gente olha de perto, vê que é um amontoado de afirmações sem qualquer fundamento, nem lógica.

    Abraço

Will

05 de abril de 2011 às 17h37

O Velho discurso reacionário, travestido de "Moderno". Pelo direito de "discriminar".

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h29

    Neste caso penso que está mais é para a ignorância mesmo. A pessoa aí talvez nem tenha culpa, é uma vítima.

Nestor Camargo

05 de abril de 2011 às 17h37

Caro Azenha,Admiro muito sua capacidade de verbalizar didaticamente seus pensamentos, entretanto, não raro, percebo em seus textos um viés no mínimo populista.
O caso Jair Boçal Naro, mesmo não concordando com quase que absolutamente nada daquilo que ele fala, respeito suas opiniões. Mesmo porque, ele foi legitimamente eleito por pessoas que veem nele um representante de seus pensamentos. As pessoas se esquecem de que o Brasil é um pais onde as pessoas deveriam ter total liberdade de expressão. Não podemos confundir pensamento com ação.
Abs.
Nestor Camargo

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h31

    Pensamento é uma coisa. Fala (verbalização) é ação.

    Por que a Liberdade de Expressão é sempre invocada para defender todo tipo de ofensa?

    Leider_Lincoln

    06 de abril de 2011 às 06h50

    Hitler também foi "legitimamente eleito", caso não saiba. Mais algum outro argumento genial?

alex

05 de abril de 2011 às 17h34

bom texto e eu concordo em parte. mas a declaração do bolsonoro foi racista e não homofóbica. a lei anti-homofobia ainda está sendo discutida e o bolsonaro bancou o esperto alegando que é meio surdo e retardado.
se for pra discutir homofoboia tem que se discutir á parte, pq o caso do bolsonaro foi de Racismo. Parece que as pessoas estão aceitando a desculpa esfarrapada do cara.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h33

    Não. As pessoas não estão aceitando a desculpa esfarrapada do Bolsonaro. Está havendo sim uma orquestração para defendê-lo. Estão criando a tese do "direito de discriminar".

    Marcelo Fraga

    06 de abril de 2011 às 18h35

    Na sua cabeça, provavelmente, homofobia é aceitável porque ainda não é crime.

edv

05 de abril de 2011 às 17h28

Pois então?!…
Eu, que nem concordo muito com o gajo, dou-lhe meu respeito.
Sectarismo, extremismo e efeito manada (ou cardume ou revoada…) eu observo à distância…
Dizem há milênios que "a virtude está no meio"…
Com ou sem sacanagem…

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h35

    Escolho "com sacanagem".

    edv

    06 de abril de 2011 às 13h53

    Isso evidencia que vc é um cara virtuoso.
    Sem sacanagem!

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 18h25

    A sacanagem está no olho do meio de quem a vê.

jbmartins

05 de abril de 2011 às 17h26

Uma coisa é certa todos tem o direto de ser e pensar o que quer, não pode é impor seus direitos aos outros.

Responder

jose carlos de souza

05 de abril de 2011 às 17h15

Concordo plenamente com o Leitor. Privilégios só para deficientes. Querem respeito deem respeito.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h37

    Qual é o respeito que o sr. deseja que os gays não estão te dando?

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 21h46

    Exatamente: a questão é que quem não está dando respeito é você, o autor do texto, Bolsonaro e sua laia. E aí, como é que é?

Humberto

05 de abril de 2011 às 17h13

Substitua a palavra Gay por Judeu ou Negro e teremos uma visão do descalabro que representa este tipo de pensamento.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h42

    Certa vez, em uma palestra, em Salvador, o presidente do Grupo Gay da Bahia citou o fato de que uma pessoa em Salvador escrevia diariamente em um jornal local a frase "Mantenha Salvador limpa: mate um gay por dia". A plateia então sorriu. O palestrante substituiu então a frase com a sequência: Mantenha Salvador limpa: mate uma mulher… um homem… uma criança…. um idoso… um negro, por dia.

    A plateia então constrangida foi se calando. O palestrante disse então: "se não é engraçado para os senhores, não é engraçado para os gays".

Marcelo Silva

05 de abril de 2011 às 17h13

E Q U I L Í B R I O ! ! !

Acredito que este seja o caminho: Equilíbrio.

Acho que todas as classes (raças, credos, politicas e/ou toda e qualquer forma de extratificação) devem ter direitos e deveres. Acredito que isso já seja um fato na cabeça das pessoas.

Então na mesma via que defendo os direitos dos homossexuais, defendo o diretito dos heterossexuais, dos islámicos, dos budistas, dos ateus, etc.

Em todos os lugares existem pessoas que se sobressaem e outras que se "sobressaem". Tenho vários amigos gays e alguns familiares também. Mas nunca me senti bem quando vejo um gay desmunhecando ou dando "Piti". Não me sinto bem com essas "tempestades de plumas". Mas o depoimento do bolsonaro também me faz não sentir-se bem.

Então, que se casem os gays, que formem famílias e possam adotar crianças. Que seus companheiros(as) possam usufruir de sua merecida aposentadoria ou seguro ou qualquer outra forma de pecunio. O que se geralmente v~e por aí é a família isolar o gay, não aceitando suas escolhas. Mas após a morte do mesmo não hesitam em se degladiar à procura de um naco da pensão ou dos bens do falecido.

Mas também que se portem com um mínimo de civilidade assim como nós heteros nos portamos. Não é interessante um casal hetero ficar se agarrando e se bolinando em frente de crianças, MAS também não é interessante um casal gay fazer o mesmo!!!

Então tenho certeza que a questão não é a escolha em si: A questão é o convívio entre todos. O que nos leva para a primiera palavra deste texto:

E Q U I L Í B R I O ! ! !

Responder

Davy

05 de abril de 2011 às 17h11

Segundo o ilustre leitor, os gays e lésbicas devem continuar no gueto. Carinho em público é ofensa a família, como se gays e lésbicas tivessem nascidos de tartarugas ou amebas. Não são os gays e lésbicas parte da família brasileira? O que fazer então quando você é violentado no direito a sua livre expressão (de afetos e sentimentos)? Você não acha correto as posições contrárias? Me mostre um gay ou lésbica lutando contra o direito das famílias ou dos casais heteros a manifestarem carinho em público. Chega de agressão, temos que aprender a conviver na diversidade. A sociedade não é homogênia, mas plural.

Responder

patrick

05 de abril de 2011 às 17h03

Há dois anos, em plena sala de aula, eu vi um professor (Promotor de Justiça) de Direito Processual Penal afirmar para um aluno homossexual, diante de toda a sala, que "ser bicha era pior do que ser assassino". Sem nenhum tom de ironia.

Responder

    André

    05 de abril de 2011 às 18h24

    Voce pode provar isso? Nomes, datas?

    Factóides criados por militantes gays nao enganam ninguém , sabia?

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h44

    Lamento imensamente não ter estado presente nesta aula. Gostaria.

Tiago

05 de abril de 2011 às 16h50

Sem comentários!
Nem tudo é uma questão de opinião, de liberdade de expressão, etc.
Por que o autor do texto advoga uma "liberdade" de querer impor à sociedade a sua "visão de mundo e de fé" e acha ruim o pessoal do movimento gay de fazer o mesmo? Além disso, ignorar o fato do Jair Bolsonaro ser um homem público, e que portanto, tem certas responsabilidades adicionais, promove uma banalização do preconceito que é imperdoável. Aliás, está muito em voga esconder no manto da liberdade todos os tipos de preconceito (raça, orientação sexual, classe, etc).

Responder

    Leonardo

    05 de abril de 2011 às 20h17

    Penso que você deveria ter parado no "sem comentários". Para que as suas palavras que se seguiram não se percam a esmo, sugiro-lhe que releia,desarmado na mente, a postagem em tela.
    Feliz cada novo dia.

    Tiago

    06 de abril de 2011 às 20h18

    Veja Leonardo, não te conheço mas acho curioso você participar de um debate desqualificando a opinião dos outros. Em vez disso apresente argumentos. Não há nada "armado" na minha mente. Além disso, pelo que andei vendo as minhas palavras não se perderam a esmo assim como a de nenhum outro.
    Assim, por favor, vamos ao debate, e não à desqualificação.
    Religião é algo pessoal, portanto não deve ser imposto a ninguém.

AlexandreSC

05 de abril de 2011 às 16h49

e viva a democracia.

Responder

Salvador

05 de abril de 2011 às 16h46

Concordo com o leitor e digo que está havendo uma inversão. O Sr. Bolsonaro está sendo agredido em seu direito de expressão e opinião, o CQC age cinicamente e já tem uma coleção de episódios lamentáveis que justificariam uma análise juridica quanto a concessão publica que a RedeTV dispõe – assim como outras TVs. Escrevi sobre isso em meu diminuto e precario blog e repito aqui.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h48

    Salvador, você está me dando o direito de dizer que tua família é promíscua. Sem eu te conhecer, e sem conhecer tua família, apenas pelo alegado direito de expressão e opinião ao qual você alude.

Guilherme

05 de abril de 2011 às 16h46

Não quero que os meus filhos sejam Corinthianos!

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h48

    Sensato.

    Aline C Pavia

    05 de abril de 2011 às 22h04

    Por que será que sempre têm que botar o meu pobre Coringão no meio?? :o(

voxetopinio

05 de abril de 2011 às 16h45

Se trata de um comentário comédia, né Azenha? Só pode. Ando cansado desse tipo de coisa, no twitter mesmo tenho tirado onda dessas opiniões risíveis ao invés de ter uma postura somente combativa, pq cansa mesmo. É o tipo de pessoa com mentalidade tão tacanha que não enxerga a manifestação do ódio, o qual ela encarna como roupa cotidiana.

Acho que cansei dessa coisa toda, dessas discussões que não deveriam mais estar dentro da arena de dissenso, mas consolidadas dentro das garantias constitucionais e práticas e políticas públicas. Não arredo o pé da trincheira, mas devo confessar minha falta de saco pra o ódio "bem educado", o ódio "da livre expressão".

Aproveito meu cansaço pra deixar um link de um jornalista daqui, o Miguel Rios, que eu tuitei esses dias, acho que as palavras dele bastam e com louvor para responder ao colega leitor do Viomundo (espero que possa postar link): http://ne10.uol.com.br/coluna/o-papo-e-pop/index….

Espero que todos leiam, a redação está de forma digna, na medida certa ácida e combativa. Com uma pitada de humor irônico.

Abraço, Azenha.

Responder

Vidal

05 de abril de 2011 às 16h43

Ser gay é uma opção do individuo, mas esta opção é passivel de crítica sim. Porque posso ser tratado como homofóbico, aliás um rotulação preconceituoasa, me reduzem a uma doença, e eu não posso falar o que penso? Que democracia é esta? Uns podem chamar o outro de doente,por não aceitarem um comportamento social, mas não aceitam receberem críticas. Nem venham com este tipo de "democracia".
Agora respeitar o ser humano é imprescindivel, respeito e exigo que me respeitem.

Responder

    Pedro Germano Leal

    05 de abril de 2011 às 21h53

    ""Ser gay é uma opção do individuo, mas esta opção é passivel de crítica sim.""
    1. prove, cientificamente, que é uma opção;
    2. mesmo que fosse uma opção, é tão passível de crítica quanto a fé.

    ""Porque posso ser tratado como homofóbico, aliás um rotulação preconceituoasa, me reduzem a uma doença, e eu não posso falar o que penso?""

    Qualquer um pode falar o que pensa, mas deve arcar com as consequências. Você pode falar também que 'preto devia ser escravo', 'muçulmano é terrorista', 'judeu tem que morrer queimado mesmo', etc. Mas vai ter que responder isso legalmente.

    Para a infelicidade de gente como você, vivemos num Estado de Direito, laico e republicano.

    ""Que democracia é esta? Uns podem chamar o outro de doente,por não aceitarem um comportamento social, mas não aceitam receberem críticas.""

    Que adianta fazer a pergunta se, pela sua intolerância, você mostra não ter os instrumentos para compreender a resposta? Vai agora se vitimar um pedófilo por ser chamado de pedófilo? É essa a lógica que tenta professar aqui – mas adianto: é furada.

    ""Nem venham com este tipo de "democracia""

    Já notamos que "democracia" não é o seu forte.

    ""Agora respeitar o ser humano é imprescindivel, respeito e exigo que me respeitem""

    Se respeitasse não estava falando essas bobagens.

    E daí eu me pergunto: essas pessoas lêem mesmo o que escrevem?

    vidal

    06 de abril de 2011 às 10h58

    "1. prove, cientificamente, que é uma opção;
    2. mesmo que fosse uma opção, é tão passível de crítica quanto a fé. "
    1. Cabe a voce o onus de provar que ser gay é natural, pois cientificamente não existe nada que comprove sua assertiva.
    2. É sim uma opção, como também ter fé é uma opção, sendo as duas opções, podem serem criticadas sim, e estas criticas devem ser aceitas, democraticamente, por quem fez a escolha.
    Abro aspas pra voce "Qualquer um pode falar o que pensa, mas deve arcar com as consequências. Você pode falar também que 'preto devia ser escravo', 'muçulmano é terrorista', 'judeu tem que morrer queimado mesmo', etc. Mas vai ter que responder isso legalmente."
    Concordo plenamente, inclusive também deve responder, quem chamar o outro homofóbico.
    Acho que voce não entendeu, ou não quiz entender o que escrevi sobre democracia, a "democracia" ,entre aspas, a que me refiro é aquela na qual apenas uma parte tem o direito de falar, defendo uma democracia onde todos possam pensar e falar, e como já escrevi anteriormente, devem sim responder pelo que dizem.
    Abro aspas novamente "Que adianta fazer a pergunta se, pela sua intolerância, você mostra não ter os instrumentos para compreender a resposta? Vai agora se vitimar um pedófilo por ser chamado de pedófilo? É essa a lógica que tenta professar aqui – mas adianto: é furada."
    Bem, voce é o dono da verdade e pode rotular quem quizer como quizer, um bom "democrata".
    Voce mistura alhos com bugalhos. O pedófilo agride o outro, principalmente quem não tem nenhuma condição, quer física ou emocional para se defender, isto é crime. Agora se voce me diz que o homofóbico é aquele que agride o gay, concordo com voce. Mas enquanto comportamento, tanto o hetero como o homo podem ser criticados.
    "Se respeitasse não estava falando essas bobagens. "
    Voce não consegue debater com o outro sem tentar agridi-lo? Quem te deu o direito de sair por ai chamando os outro de bobos? Isto não é preconceito?

    vidal

    06 de abril de 2011 às 00h27

    Voce tem todo o direito de discordar. Mas não sou obrigado aceitar seus argumentos. O ser gay é sim opção, não existe nada de naturalidade na homossexualidade. Ninguem nasce gay, não existe nada que comprove esta sua afirmação, quem escolhe ser, tem todo o direito de escolher, e deve ser respeitado como qualquer outra escolha. Se realmente fosse o que voce diz: "E sua afirmação de que esta opção (ser gay) é passivel de crítica sim também está errada. Da mesma forma de que não se pode criticar a cor da pele de ninguém, ai sim seria preconceito de minha parte, mas a homossexualidade não é natural , como a cor da pele é. E como um comportamento, é passivel de critica, como qualquer outro comportamento. Agora se voce me perguntar se eu aceito que alguem sofra qualquer tipo de perseguição pelo fato de ser gay,direi que não, ninguem pode ser perseguido por alguma escolha. Se esta escolha estiver em desacordo com uma lei vigente, deve ser submito a ela, pois ninguem pode exercer justiça com as suas próprias mãos.

    Tiago

    06 de abril de 2011 às 20h33

    O Vidal, tanto o homossexualismo como o heterossexualismo não são naturais. Você está confundindo a lógica da reprodução com comportamento social. Mesmo admitindo um imperativo instintivo (que em nós homo sapiens é bem mais fraco do que em outros animais) ainda assim há diversos exemplos na natureza de comportamentos diferentes dos ditos "normais". Portanto os termos "natural" ou "normal" não são adequados nesse caso. Além disso, esses comportamentos, que influenciam na vida da própria pessoa, não são passíveis de crítica não. Não é uma questão de opinião é apenas uma questão de direitos. Aliás fica uma pergunta: por que devemos nos preocupar com o comportamento dos outros, quando isso influencia apenas a vida deles? Isto não seria um tipo de "patrulha comportamental"?

FrancoAtirador

05 de abril de 2011 às 16h42

.
.
A ignorância pode conduzir ao fanatismo.

O fanatismo é irracional.

E CONTRA O IRRACIONAL NÃO EXISTE ARGUMENTO,

Apenas a Lei:

Constituição Federal do Brasil

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
III – ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política,
SALVO SE AS INVOCAR PARA EXIMIR-SE DE OBRIGAÇÃO LEGAL A TODOS IMPOSTA
e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
.
.

Responder

Gerson Carneiro

05 de abril de 2011 às 16h41

"os defensores dos gays falam o que querem”

O que seria esse "falam o que querem" o qual o leitor se refere, e que incomoda tanto?
Os defensores dos gays está pregando a extinção de direitos dos não gays?
Ao que sei os defensores dos gays, e os p´roprios gays, apenas lutam para ter direitos garantidos, tais quais os direitos dos não gays.

A Constituição Federal prega que "todos são iguais perante a lei". Mas de fato ainda não somos. É a luta desses movimentos sociais que resultará naquilo que a CF prega. A CF é no tempo presente porque ela jamais poderia dizer "todos serão iguais perante a lei". Então a CF é uma programação daquilo que buscamos como sociedade, senão ideal pelo menos, justa.

Responder

Gerson Carneiro

05 de abril de 2011 às 16h31

Parte I

A questão não é calar o Bolsonaro. O Bolsonaro é livre para falar o que quiser. Bolsonaro tem todo o direito de falar o que quiser.

A questão é fazer o Bolsonaro responder por aquilo que fala. Como assim é para "os defensores dos gays", e para os indiferentes.

Não há do que se confundir. É como matar alguém. A lei não proibe matar alguém, mas sim prescreve uma pena. Ou seja, quem mata deve responder por seu ato.

É um binômio: DIREITO / DEVER. Todo direito é acompanhado de um dever.

Ocorre que o Jair Bolsonaro está fugindo do dever de responder pelo crime que ele praticou. O crime de
racismo, e difamação. E tenta se abrigar somente na homofobia por não ser esta crime, mas em breve será.

Responder

    Beto Crispim - BH

    05 de abril de 2011 às 18h20

    ótimo

    El Cid

    05 de abril de 2011 às 19h45

    na lata !!

Gerson Carneiro

05 de abril de 2011 às 16h31

Parte II

"Conheço centenas de gays e nunca vi nenhum deles ser importunado por ninguém."

Pois bem, ainda ontem, 04/04/2011, o professor Carlos Alberto da Luz, foi achado caído em um cômodo da própria casa na pacata cidade de Santa Rita do Passa Quatro-SP.

"O meu amigo assassinado em Sta Rita do Passa 4 era gay. Foi amarrado e amordaçado e asfixiado. Não roubaram nada. VIVA BOLSONARO!!!" – José de Abreu – ator, no twitter.

Portanto, o leitor autor da carta deste post está totalmente equivocado.

Responder

    Leonardo

    05 de abril de 2011 às 20h11

    Parece que você não entendeu quando o autor disse que ele não presenciou vilania contra os homossexuais que fazem parte do grupo de indivíduos com o qual ele mantém convívio.
    As palavras dele não querem negar a existência da vilania contra homossexuais (lembrando que qualquer esta suscetível a vilanias).

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 22h02

    Acontece que o cerne da discussão não é exclusivamente o grupo de homossexuais que fazem parte do grupo de indivíduos com o qual ele mantém convívio. Este grupo apenas está contido no universo para o qual se busca a garantia de direitos. Assim sendo, o autor não deve restringir sua visão, quanto ao que se discute, apenas a seu grupo.

Leonardo

05 de abril de 2011 às 16h26

O que Bolsonaro disse sobre os Gays só foi escancarar o que toda sociedade hipócrita pensa, mas é (falso) moralista demais para admitir

Responder

André

05 de abril de 2011 às 16h21

Engraçado é que depois do texto há links sobre o "caso", todos demonizando o deputado, todos contendo a versão de um dos lados.

Um verdadeiro exercício do "PUN" (pensamento único).

É a fantástica isenção de um lado só.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h50

    O que você aponta no post é a p´ropria contradição do que você diz. Inclusive tua presença aqui.

    AlexandreSC

    05 de abril de 2011 às 22h33

    O ano muda, os modelos mudam, as placas mudam mas as patrulhas ideológicas continuam rodando por ai…

Mário José

05 de abril de 2011 às 16h17

Texto pra lá de homofóbico! Até quando seremos perseguidos nesse país?

Responder

Alexandre Henrique

05 de abril de 2011 às 16h13

Perfeito! Que democracia é esta que não temos direito de discordar do homossexualismo mesmo respeitando-os? Por pensar diferente do que a mídia nos impõe sou ignorante, atrasado? Vivemos hoje uma DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO !!!

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h53

    É possível discordar do "heterossexualismo", mesmo respeitando-o? Acho que não.
    Por que então discordar do homossexualismo?

    Fábio

    06 de abril de 2011 às 08h41

    Opa, opa, opa! A violência tem de ser punida sim, mas todos tem direito de desaprovar qualquer comportamento, ou não?

    Gerson Carneiro

    06 de abril de 2011 às 13h36

    Vilolência!!! Aonde está inclusa no debate?

    Não vejo homossexualismo como uma questão simplista de comportamento. Assim como o "heterossexualismo" também não é.

    Tiago

    06 de abril de 2011 às 20h21

    Como assim "todos tem direito de desaprovar qualquer comportamento"?
    Liberdade implica entre outras coisas respeito e não julgamento.

Roberto SP

05 de abril de 2011 às 16h05

Não entendi qual o sentido de vc dar destaque a uma posição homofobica como essa?
É sempre a mesma ladainha do casal gay que se "agarra" perto das criancinhas, a mesma conversa mole de pastor papa dizimo.

Qual o sentido de dar destaque a uma posição dessas?

Estaria vc, Azenha, seguindo os passos de Serra e se aliando aos fanáticos evangélicos?

Ou sendo contaminado pelos ares do "bispo" que transporta milhões em notas miúdas em aviões pelo Brasil afora?

É a treva dar voz a gente preconceituosa.

Responder

    Gerson Carneiro

    05 de abril de 2011 às 18h56

    Se não der destaque não tem como combater. E combater é importante porque o povo que pensa e age os pensamentos do leitor autor está diariamente marcando posição nas enquetes promovidas pelo PIG, se nos omitirmos dará a impressão de que "a sociedade apoia tais ideias".

Laércio Nunes

05 de abril de 2011 às 15h58

Absurdo o desconhecimento deste leitor. Ele acha que a orientação sexual de uma pessoa é questão de escolha? Concordar ou não com um comportamento? Visão de mundo e fé? Ele acha que se falar com um filho gay que isto é pecado ele vai deixar de ser gay? Aliás, ele acha que não ter relações sexuais faz com que um homossexual deixe de ser homossexual? Ele não acha prudente casais héteros se agarrando em público, quanto mais gays? Por que "quanto mais"? São piores? Realmente… o Bolsonaro representa um pensamento fascista entranhado na sociedade…

Responder

    Liz

    05 de abril de 2011 às 20h45

    Achei ótimo o seu comentário, Laércio, e só gostaria de acrescentar aqui o que um dia ouvi de um jovem:
    – " Ser gay não é opção, é o que eu verdadeiramente sou, e se eu pudesse ter escolha, eu optaria por ser heterossexual, pois a vida deles é muito mais fácil."


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