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Igor Felippe: Breve reflexão sobre o Pan


31/10/2011 - 14h26

por Igor Felippe

O Brasil terminou os Jogos Pan Americanos, em Guadalajara, no México com 48 medalhas de ouro, dentro de 141 no total.

Cuba, uma pequena ilha de 110.861 km2 e 11 milhões de habitantes, fechou os jogos com 58 medalhas de ouro, em segundo lugar, somando 136 medalhas.

Como uma ilha do tamanho do estado de Pernambuco  e com o número de habitantes do Rio Grande do Sul pode ganhar mais medalhas de ouro que o Brasil e ficar apenas atrás dos Estados Unidos no Pan?



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105 comentários

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Pedro

02 de novembro de 2011 às 01h35

Grande coisa, o que adianta 1000 mil medalhas de ouro e liberdade zero?

Responder

Leonidas de Souza

01 de novembro de 2011 às 21h13

Todos sabem, mas fingem que não, que o Brasil só será uma potência Olímpica quando a pratica esportiva se tornar obrigatória nas escolas.
O problema é encontrar alguém que se disponha a enfrentar o lobby das empresas de ensino, que só estão preocupadas em lucrar.
Tanto em Cuba, como nos EUA, a pratica esportiva de competição se tornou um meio de ascenção social para os excluidos.
Nossos patrocinadores não se interessam em fomentar o esporte, só entram em cena quando vislumbram a possibilidade de ter um garoto-propaganda para alavancar seus produtos.
Querem apenas atletas prontos e já com sucesso na Mídia, toda a nossa base depende apenas de alguns poucos abnegados.

Responder

Floriano Torres Neto

01 de novembro de 2011 às 19h29

Senhoras e senhores, a resposta para a pergunta é muito simples.
O esportes coletivos (futebol, basquete, volei, etc) são ótimos, bonitos de se ver e tudo mais, porém geram somente uma medalha ou seja, é necessário uma grande quantidade de profissionais para conseguir uma única medalha.
Agora, nos esportes individuais um único profissional pode conseguir mais de uma medalha, por exemplo, um nadador pode conseguir mais de cinco medalhas, como pudemos observar nesses jogos.
Portanto, quem tiver um pouco de paciência para pensar nisso, chegará a conclusão que é tolice gastar muito dinheiro, as vezes público, com esportes coletivos. Basta ver quanto Cuba ou os Estados Unidos gastam com futebol e quanto os mesmos gastam com natação.

Responder

Polengo

01 de novembro de 2011 às 18h15

Pros nossos amigos trolls, o ditador lá é tão poderoso que basta ele mandar o atleta ser o melhor do mundo que o cara é.

Se querem falar mal de cuba, esporte não é o lugar, meus microcéfalos.

Responder

Wildner Arcanjo

01 de novembro de 2011 às 18h08

A reflexão que faço é a ascenção do Brasil no quadro de esportes no nosso continente. Coisa que só é possível, em tão pouco tempo (resultados positivos em 8 anos, em matéria de esporte é muito pouco tempo) com investimento sério e bem planejado nesta área. Mas nosso Governo Dilma continua a repetir os erros do Governo Lula e fazer aliança com a parte menos interessada neste aspecto: mídia, federações esportivas nacionais e internacionais, grandes investidores e tantos mais. Todos eles somente a espera de qualquer oportunidade para levar a melhor em detrimento da nossa população e para tal, lançam de qualquer artifício para pressionar o Governo. Serão então mais quatro anos de denúncias, escândalos, de todo o tipo, com a única intenção: desestabilizar o governo. Já está na hora de Dilma e os seus pares escolherem o lado. O meu já escolhi, o do Povo.

Responder

ZePovinho

01 de novembro de 2011 às 18h05

Esses comunistas são mesmo pérfidos.A nossa heróina Griselda continua sendo arrodeada,de maneira infame,por um portuga de nome tupi-guarani,vejam vocês:Guaracy,dono do bar TUPINAMBAR.Esse elemento,membro da Internacional Lusitana,intenta corromper a valente operária(principalmente depois que ela ganhou na loteca) para a causa do comunismo lusitano.
Recentemente,aproveitando-se das carências de nossa heróina e disciplinada mulher da classe obreira(não obradora,como o EUNAOSABIA),tascou-lhe um beijo no afã de iludi-la com o marxismo atroz.
Repugnante:

[youtube ujY5V1zai1Y http://www.youtube.com/watch?v=ujY5V1zai1Y youtube]
http://televisao.uol.com.br/novelas/fina-estampa/

01/11/2011 – 14h04
Em "Fina Estampa", Griselda fica balançada com beijo de Guaracy
Da Redação

Guaracy não resiste a Griselda e a beija de novo

Guaracy (Paulo Rocha) beija Griselda (Lilia Cabral) e a nova milionária fica balançada. Pereirão conta a novidade para Celeste (Dirá Paes) e diz pensar em dar uma chance para Guaracy. A cena deve ir ao ar na quarta-feira (2).

O dono do Tupinambar vai à casa de Griselda, mas não a encontra. Quando Pereirão chega, Guaracy está a sua espera, joga o seu charme e a agarra tascando o maior beijão.

Griselda fica sem graça e diz: “Guaracy, você partir para cima de mim desse jeito não é justo… Você sabe o quanto eu ando atrasada”. Ele responde: “Tiro o teu atraso agora mesmo, vem comigo até o teu quarto”.

Pereirão fica brava e não gosta da proposta mandando o português embora de sua casa. Em seguida, liga para Celeste para contar a novidade e a amiga incentiva o romance. “Vou pensar no teu caso, Celeste”.

Responder

oalfinete

01 de novembro de 2011 às 16h39

Não entrando no mérito de quão pouco significativo são os jogos Panamericanos (os EUA mandam equipes B e C para lá) Cuba é um exemplo inegável de sucesso.

Aos que comentam aqui sobre Cuba e ditadura, médicos, diaristas, viagens e afins… uma dica: se puder viajar para fora do país -coisa que proporcionamlente os cubanos fazem mais que nós-, separe um dinheirinho e pergunte pessoalmente para eles.

Como eu já fiz isso, digo-lhe que têm severas críticas ao regime… mas não abrem mão dele! Mérito de um povo que estudou e pode criticar porque conhece!

"Que viva Fidel!
Viva a Los Barbudos!
Viva Cuba Libre!
Viva El 26!"

Responder

    Bonifa

    01 de novembro de 2011 às 19h09

    Não concordo que os Jogos Panamericanos sejam insignificantes. E o fato de alguns países haverem mandado em alguns casos atletas jovens em iniciação, como aconteceu com o Brasil que para lá mandou um time não-titular de volei, é de grande importancia para o desenvolvimento do esporte nestes mesmos países.

    Alfinete

    02 de novembro de 2011 às 13h10

    Acho que justamente por não ser tão importante que levam atletas jovens. É só olhar o que é o panamericanismo, em qual momento histórico ele é gestado e de onde partiu.

marcosomag

01 de novembro de 2011 às 16h35

Lá, todos têm acesso a bons professores, boa escola, a educação física é levada a sério. No esporte de competição Cuba é mais do que um potência esportiva. É uma escola do esporte. Existe a "escola cubana de voleibol", "de boxe", "de salto triplo", e por aí vai.

O Brasil tem melhorado sua performance no esporte de competição, mas ainda tem um longo caminho para ser a potência olímpica que é Cuba.

Além de aumentar a verba destinada à Educação, a cultura física deverá ser valorizada na escola. Temos dois grandes obstáculos contra tais metas: a elite econômica não quer pagar impostos e seitas fundamentalistas com milhões de adeptos em nosso País dizem que esporte é "jogo", igual jogo de azar, e "coisa do Diabo".

Responder

Morvan

01 de novembro de 2011 às 15h59

Boa tarde.
Ao assistir aos jogos do Pan (na Record (HD), já que todas as afiliadas (ou seriam, afilhadas[, do diabo?]) da Globo boicotaram totalmente o Pan), não pude deixar de pensar nisto durante todo o evento, Igor Felippe.
Bom, Cuba é uma potência esportiva, isto não pode ser negado. Nem mesmo pelo mais reacionário dos reacionário.
Fiquei a matutar também como seria Cuba sem o criminosíssimo bloqueio sionista, se este não sufocasse a ilha caribenha, com o beneplácito, claro, dos "civilizados" europeus e afins. O tamanho da "gigante" Cuba seria algo incomensurável.
Tem um dos sistemas de assistência social invejável, expectativa de vida batendo muitas nações "civilizadas". Na verdade, o grande problema de Cuba é de vizinhança! Quem já teve um mau vizinho sabe o que eu digo…

Querer comparar o nosso desempenho esportivo com o de Cuba chega a ser hilário, mesmo que se saiba que você não tencionava isto, Igor Felippe. Cuba é uma potência esportiva porque esporte em Cuba é assunto, questão de Estado. Aqui no Brasil, eu nem preciso de mais argumentações; veja o fiasco do futebol (?) dos "meninos do Pan"!
Depois de tudo o que falei, só posso parafrasear Lázaro Cárdenas, adaptando sua frase a Cuba:
– "Pobre Cuba; tão longe de Deus e tão perto dos Estados 'Sionidos'"…

:-)

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 16h25

    Grande Morvan,macho véi(em cearensis language):

    Sejamos reacionários.Vamos reagir a tudo o que não presta.

    Bonifa

    01 de novembro de 2011 às 19h13

    Segundo fontes abalizadas, é "macho réi" e não macho véi.

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 20h03

    Acabei caindo no accent pernambucano,Bonifa.No Recife é "véi".Valeu,macho!!!

    Morvan

    01 de novembro de 2011 às 20h25

    Boa noite.

    Obrigado aí pela força, Bonifa e ZePovinho. E que vivam para sempre Brasil, Cuba e a nossa mais nova irmã, Palestina.

    ;-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Renato

    08 de novembro de 2011 às 07h53

    Morgan, você sabe qual foi a posição de Cuba nos jogos olímpicos de 2008?
    Ficaram atrás do Brasil com apenas 2 medalhas de ouros, enquanto que os Brasileiros conquistaram 3 medalhas de ouro.
    Cuba não é potência olímpica.
    O Fiasco do Futebol Masculino no Pan é que o time que estava lá era o E do sub 20. Panamericano e Olimpiadas não contam como jogos oficiais pela FIFA e portanto os clubes que formam esses atletas não tem a obrigação de liberar.

edisilva64

01 de novembro de 2011 às 15h38

Cuba tem 53 anos que se libertou do jugo norte americano. O Brasil só tem 8 anos e 10 meses.

Responder

c arlos motta

01 de novembro de 2011 às 15h35

Artigo do jornalista José Roberto Torero que encontrei no site da agência Carta Maior explica, de maneira bem-humorada, o que acontece com o esporte cubano -e com o brasileiro.

Malditos comunistas!
José Roberto Torero

Acabaram os jogos Pan-Americanos e mais uma vez ficamos atrás de Cuba.

Mais uma vez!

Isso não está certo. Este paiseco tem apenas 11 milhões de habitantes e o nosso tem 192 milhões. Só a Grande São Paulo já tem mais gente que aquela ilhota.

Quanto à renda per capita, também ganhamos fácil. A deles foi de reles 4,1 mil dólares em 2006. A nossa: 10,2 mil dólares.

Pô, se possuímos 17 vezes mais gente do que eles e nossa renda per capita é quase 2,5 vezes maior, temos que ganhar 40 vezes mais medalhas que aqueles comunas.

Mas neste Pan eles ganharam 58 ouros e nós, apenas 48.

Alguma coisa está errada. Como eles podem ganhar do Brasil, o gigante da América do Sul, a sétima maior economia do mundo?

Já sei! É tudo para fazer propaganda comunista.

A prova é que, em 1959, ano da revolução, Cuba ficou apenas em oitavo lugar no Pan de Chicago. Doze anos depois, no Pan de Cáli, já estava em segundo lugar. Daí em diante, nunca caiu para terceiro. Nos jogos de Havana, em 1991, conseguiu até ficar em primeiro lugar, ganhando dos EUA por 140 a 130 medalhas de ouro.

Sim, é para fazer propaganda do comunismo que os cubanos se esforçam tanto no esporte. E também na saúde (eles têm um médico para cada 169 habitantes, enquanto o Brasil tem um para cada 600) e na educação (a taxa de alfabetização deles é de 99,8%). Além disso, o Índice de Desenvolvimento Humano de Cuba é 0,863, enquanto o nosso é 0,813.

Tudo para fazer propaganda comunista!

Aliás, eles têm nada menos do que trinta mil propagandistas vermelhos na cultura esportiva. Ou professores de educação física, se você preferir. Isso significa um professor para cada 348 habitantes. E logo haverá mais ainda, porque eles têm oito escolas de Educação Física de nível médio, uma faculdade de cultura física em cada província, um instituto de cultura física a nível nacional e uma Escola Internacional de Educação Física e Desportiva.

Há tantos e tão bons técnicos em Cuba que o país chega a exportar alguns. Nas Olimpíadas de Sydney, por um exemplo, havia 36 treinadores cubanos em equipes estrangeiras.

E existem tantos professores porque a Educação Física é matéria obrigatória dentro do sistema nacional de educação.

Até aí, tudo bem. No Brasil a Educação Física também é obrigatória.

A questão é que, se um cubano mostrar certo gosto pelo esporte, pode, gratuitamente, ir para uma das 87 Academias Desportivas Estaduais, para uma das 17 Escolas de Iniciação Desportiva Escolar (EIDE), para uma das 14 Escolas Superiores de Aperfeiçoamento Atlético (ESPA), e, finalmente, para um dos três Centros de Alto Rendimento.

Ou seja, se você tiver aptidão para o esporte, vai poder se desenvolver com total apoio do estado.

Pô, assim não vale!

Do jeito que eles fazem, com escolas para todos, professores especializados e centros de excelência gratuitos, é moleza.

Quero ver é eles ganharem tantas medalhas sendo como nós, um país onde a Educação Física nas escolas é, muitas vezes, apenas o horário do futebol para os meninos e da queimada para as meninas. Quero ver é eles ganharem medalhas com apoio estatal pífio, sem massificar o esporte, sem um aperfeiçoamento crescente e planejado.

Quero ver é fazer que nem a gente, no improviso. Aí, duvido que eles ganhem de nós. Duvido!

Malditos comunistas…

Responder

Edineuza

01 de novembro de 2011 às 15h18

Igor, concordo com você quando fala dos números, mas também é verdade que dez anos atrás eram muito menos as medalhas e de ouro? Ficava restritas ao voleibol e quando muito ao atletismo e hipismo. Hoje já são muitas outras as modalidade. Isso é resultado dos muitos investimentos do grande presidente LULA na educação e esportes. Em 2012 essa marca com certeza vai melhorar muito e 2016 vamos arrebentar. Pra frente BRASIL.

Responder

    marcosomag

    01 de novembro de 2011 às 16h41

    O "bolsa atleta", do "anátema" (para a imprensa burguesa) Orlando Silva sustentou e sustenta muitos dos atletas anônimos que enchem a todos nós de alegria, como o ex-lixeiro Solonei (este, parece que já conseguiu patrocínio particular depois de vencer a Maratona de Pádova, na Itália), campeão da maratona.

ZePovinho

01 de novembro de 2011 às 14h58

Me convenci de outra coisa.Além de Lula,outra tara da direita brasileira é Fidel Castro.Acho que a direita brasileira quer ser duplamente penetrada por Lula e Fidel.E sem KY GEL(rimou…..).

Responder

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 19h13

    Esqueceu o Hugo!!! Ahhh bom, mas aí são 3 de uma vez só…. haja buracos, que tara, hein?? kkkkkkkkkkkkkkkkk

    ZePovinho

    02 de novembro de 2011 às 03h47

    A direita brasileira ainda é adolescente,Lu.Tripla penetração com o garanhão venezuelano vai apaixonar ainda mais os reaças nacionais.

    Wildner Arcanjo

    12 de novembro de 2011 às 21h23

    Que é isso…

Fernando

01 de novembro de 2011 às 14h21

O esporte brasileiro está evoluindo desde o início do governo Lula, com a competente gestão dos ministros comunistas Agnelo Queiroz e Orlando Silva.

Basta comparar o desempenho no Pan do governo petista com o governo entreguista.

Mar del Pata 1995 – 82 medalhas
Winnipeg 1999 – 101 medalhas
Santo Domingo 2003 – 123 medalhas
Rio de Janeiro 2007 – 157 medalhas
Guadalajara 2011 – 141 medalhas

Lembrando que na Olimpíada Beijing 2008 ficamos na frente de Cuba, 3 ouros contra 2.

Responder

EUNAOSABIA

01 de novembro de 2011 às 12h43

Vão prá Cuba cortar cana e mastigar tabaco rapaz.

Vocês nasceram no país errado, falam tanto de Cuba… caiam fora então, sumam daqui meu.

Cuidado com a masmorra, a opção é a boca de um tubarão branco.

Vocês não enganam é ninguém.

Responder

    Leider_Lincoln

    01 de novembro de 2011 às 13h43

    Oh o Richard Smith, relembrando os bons tempos do "Brasil, ame-o ou deixe-o"! Que gracinha, o próprio senhor da mentira repetindo clichês… Achou os dados para provar o que você disse, Richard [que foram os palestinos, e não os israelenses que bombardearam o hospital da ONU por ocasião do massacre de Gaza]?

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 14h55

    Vendo o monte de estrume que você escreve,EUNAOSABIA,me convenço de que sou mesmo um reacionário:minha reação é contra tudo o que não presta.

    Helio Filho

    01 de novembro de 2011 às 20h30

    VOCESABIA que a Guerra Fria acabou/

Julio Silveira

01 de novembro de 2011 às 12h06

Ignorâncias a parte, o que impede os cubanos de sairem de seu país para os States, são as atitudes deste que usam como politica de estado o bloqueio economico contra a autodeterminação dos cubanos que revida dificultando ao maximo a saida dos seus para lá. E, se não ha uma profusão de cubanos a visitar outros países é por que economicamente a população destina a vida diária outras prioridades, certamente por motivações financeiras. Tem gente que se recusa a pensar. Tem gente que aparece por aqui bradando bradando o hino da midia americana ou americanizada contra a ditatura cubana, dizem falar em nome do povo cubano que escolheu e até lutou por esse destino. Esquecem e apoiam a que vivemos, construida através de um golpe de estado, com muito pouco de participação popular, por outro lado esses criticos de cuba ideologicamente apoiaram a nossa, que foi feita pela cupula militar e civil, tivemos que engolir e lutar para resgatar a nossa democracia tão cara, mas de pouca aceitação para esses democratas da conveniência. Os tolerantes ditabrandas nacionais.

Responder

Tales

01 de novembro de 2011 às 11h48

engraçado que a maioria que, contra qualquer argumento em favor da cuba, arrota que lá é uma ditadura e que todos sofrem nas mão da tirania; são os que acham que a ditadura no brasil foi "um mal necessário" (em maior ou menor proporção)

afinal, saúde, educação e qualidade de vida em um país que sofre o embargo comercial não é nada…

basta comparar a situação da população cubana com as de qualquer outro país da América central que vivem no capitalismo-maravilha sob as regras do deus-mercado pra pensar se eles estão tão mal assim

Responder

Daniel Weber

01 de novembro de 2011 às 11h46 Responder

Livia

01 de novembro de 2011 às 11h41

Todo Pan vemos esse debate. Cuba é melhor nos esporte que nós, brasileiros. Fato. Na verdade o debate que gostaria de ver é: como nós, com essa estrutura precária e descuidada, sem qualquer valorização real aos atletas, conseguimos essas medalhas ?

Importante, nesse momento, separar atletas consagrados daqueles que não possuem nada além do apoio governamental, quando existe. Como conseguimos – pan após pan, olimpiada após olimpiada – nos destacar apesar de tudo correr contra. É só o que me vem a mente.

Quanto à Cuba, além do apoio do governo, acho que há algo de ironia divina em tudo isso. O mundo sempre quer dar uma volta em Cuba, mas é Cuba que no final dá uma volta no mundo.

Parabéns aos cubanos. Hoje e sempre.

Responder

Lu_Witovisk

01 de novembro de 2011 às 11h16

Podem falar o que acharem melhor, mas fico com a opinião de um pianista cubano que veio ao Brasil, ele disse "a revolução salvou o povo cubano e a nossa cultura". Meu marido foi a trabalho para lá e voltou contando maravilhas, eu ja sabia que o povo é culto, mas não sabia que não se vê criança solta na rua, eles ainda preservam um modelo perdido hj na educação das crianças e isso salva as gerações de cubanos, estimulam seu povo a crescer. Meu marido disse: é um oásis, vc não acredita… os direitões que eventualmente mandarem eu morar lá, já respondo: quem me dera!! trocaria fácil.

Responder

Marcelo de Matos

01 de novembro de 2011 às 10h52

Para começar, não faço a menor questão que o Brasil tenha mais sucesso que Cuba ou qualquer outro país em modalidades olímpicas. Gosto do esporte pelo esporte, desde que praticado com moderação. Nas competições olímpicas os atletas são levados ao extremo da exaustão física. Chega a ser ridícula a maratona de marcha em que os atletas sofrem cãibras seguidas. Os países comunistas, como URSS e Cuba, costumavam incentivar a prática de todas as modalidades olímpicas como uma forma de, obtendo vitórias, mostrar a excelência de seu regime. Cuba continua com essas práticas. O Estado se empenha na massificação do esporte. No Brasil estamos prestigiando a ação de ONGs que, muitas vezes, apenas somem com o dinheiro público. Aldo propõe a substituição das ONGs pelas prefeituras. É claro que a ideologia do PIG, que acaba influenciando tudo no país, não aceitará essa mudança. Gosto dos esportes do povão: futebol, vôlei, basquete. No levantamento de peso e boxe vamos continuar perdendo. Não adianta investir no que não dá retorno.

Responder

Augusto Soares

01 de novembro de 2011 às 10h18

Cuba é o povo cubano.

Responder

Fernando

01 de novembro de 2011 às 09h05

Essa é a diferença entre os comunistas cubanos e os brasileiros.

Os de lá trabalham pelo esporte e pelo povo.

Os daqui curtem pegar um malote na garagem.

Responder

    Marcelo Fraga

    01 de novembro de 2011 às 10h26

    E essa é a diferença entre os fascistas norte-americanos e os brasileiros.


    ……

    Não consigo me lembrar de nenhuma…

Gilmar Crestani

01 de novembro de 2011 às 08h35

O cubano tem a mesma liberdade de ir a Miami quanto a diarista aqui de casa ir a Montevidéo. O cubano não vai porque o regime não deixa. A diarista não vai porque não tem condições. E, como ela, milhões de brasileiros. Lembro de quando a Prefeitura de Porto Alegre instituiu a "passagem livre". Um domingo de cada mês os porto-alegrenses poderiam viajar de graça. Na época assisti uma reportagem que me chamou a atenção e guardo na lembrança até hoje. Uma família foi passear no centro de Porto Alegre, pela primeira vez. Eles não tinham dinheiro para circular com a familia aos domingos porque o dinheiro do ônibus faria falta no magérimo orçamento doméstico. Os problemas deles são grandes. Os nossos já foram maiores…

Responder

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 09h59

    Com a grande diferença que a diarista aqui tem alguma chance de um dia melhorar de vida, seja atraves de filhos que ela consiga dar estudo, seja por iniciativa de abrir algum negocio (até uma barraquinha de hot-dog) ou qualquer outro motivo. O cubano não, vai continuar na mesma e sem nenhuma perspectiva pela frente.

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h28

    Sem perspectiva de acúmulo, mas isso não é o foco da vida, só é pra quem segue a filosofia estadounidense (se fosse boa, dondoca não sofreria de depressão). Mas eles tem a chance de serem pessoas de valor pelo que são e isso não tem preço. Essa nossa sociedade afundada em valores distorcidos, onde vc so vale pelo que aparenta ter, não é modelo pra ninguém não…

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 12h33

    OK. Então se tudo lá ta tão bom, porque querem sempre fugir e arriscam a vida se lançando ao mar para escapar da ilha? Ah, a elite politica de lá tem acesso a tudo que o povo não tem e os turistas também, trocam a propria dignidade por algum bem ou recurso que turistas levam a ilha. Já foi lá? Se não foi, vá e depois de uma opinião isenta da realidade e do dia a dia do povo cubano.

    Leider_Lincoln

    01 de novembro de 2011 às 13h38

    Acho inteligentíssimo este tipo de argumentação. Ele SERVE PERFEITAMENTE para explicar por que mais gente sai a cada ano da Nova Zelândia (um dos países de melhor qualidade de vida do mundo) do que de Cuba, não é mesmo?

    Wildner Arcanjo

    12 de novembro de 2011 às 21h25

    Concordo plenamente. É disso que eu gostaria de falar, não tão bem como você, mas chego lá!

    fernandoeudonatelo

    01 de novembro de 2011 às 11h50

    Sugiro à Vossa Excelência, olhar para o próprio rabo sujinho, antes de falar do país dos outros e montar sua barraquinha de hot-dog em Capão Redondo ou no Ipase-Rio, onde sua perspectiva de vida ou a de seus filhos com "estudo" na Rede de Ensino do estado, é um "pouquinho" pior do que em Cuba.

    Parece ignorância ou má-fé, q o indivíduo não saiba através de organismos da ONU como o PNUD, UNCTAD ou mesmo dos EUA, como o CIA Factbook, que Cuba tem uma taxa de alfabetização de 99,8%, com uma taxa de mortalidade infantil inferior até mesmo à de alguns países desenvolvidos.
    Só, a expectativa de vida média de 77,64, é maior do que em vários Estados do ex-bloco soviético (com média de 54 anos).

    Hoje, 98% dos cubanos recebem energia elétrica e tem acesso à água potável e saneamento básico. Mais de 85% da população cubana é dona de sua moradia (encontrado no World Bank), e os demais pagam aluguéis simbólicos.

    fernandoeudonatelo

    01 de novembro de 2011 às 11h55

    Ainda, dentro da questão do ensino, segundo a APAC (Associação de Pais e Amigos dos Estudantes Brasileiros em Cuba), o governo cubano acolhe estudantes de mais de 34 países latino-americanos, africanos e do caribe, tanto nos cursos universitários como nos cursos de mestrado e doutorado.

    No ano de 2001, encontravam-se estudando em Cuba quase 11 mil estrangeiros como bolsistas integrais, que recebem além do ensino, alimentação, moradia, material escolar e uniformes, tratamento médico e ajuda de custo mensal.

    Mas, gostaria de falar também sobre os problemas de Cuba. Por dados antigos na OCDE, o início dos anos noventa não foi fácil para os cubanos.

    A dissolução da União Soviética, grande parceira comercial de Cuba, e a queda no preço internacional do seu principal produto de exportação, o açúcar, levaram o governo cubano a enfrentar sérias dificuldades econômicas no início da década, com queda por quatro anos seguidos no PIB, chegando a 14,6% de retração em 1993.

    fernandoeudonatelo

    01 de novembro de 2011 às 12h03

    Então, aconteceram algumas medidas de ajustamento macroeconômico, iniciadas em meados de 90 mesmo, visando o déficit fiscal, (foi reduzido para 2,5% do PIB, em 1996), contemplando corte de gastos e subsídios e empreendido grande esforço de aumento de eficiência das empresas estatais.

    Foram medidas, por sinal, previstas a serem implementadas no novo Plano nacional de desenvolvimento, dada a carência de um sistema de financiamento integrado à qualquer iniciativa de conglomeração industrial, seja por limitações geográficas ou de mercado interno, uma vez que o Setor Externo não é uma alternativa de crescimento e poupança (Bloqueio oficial à ilha).

    Entre as medidas de liberalização, ainda da década de 90, podemos destacar: a transformação das fazendas coletivas, até então administradas segundo o modelo soviético, em cooperativas; a legalização de transações com moeda estrangeira; uma modesta abertura para pequenos negócios no setor de serviços e a abertura ao investimento direto estrangeiro. O governo passou, também, a priorizar o turismo.

    Maria Libia

    01 de novembro de 2011 às 12h45

    LEANDRO, onde vc pensa que está? Cara, vc mora no Brasil. Me mostre alguma diarista que mudou de vida aqui? Será que vc pode dizer o mesmo , pelo Brasil, na placa vista quando vc chega em Cuba::"Nesta noite 200 milhões de criança vão dormir na rua em todo o mundo. NENHUMA DELAS É CUBANA". Vc pode dizer a mesma coisa do democrata Brasil? Ou da cidade mais rica do Brasil? O que vale uma democracia cuja justiça a classe média não pode usufruir porque é muito cara, e demorada é elitista e patrimonialista? Onde o Congresso representa a classe rica em 86% , a classe média alta 12% e 2% a classe média baixa.? A quem vc acha que ELES vai legislar? ISTO É DEMOCRACIA?

    dukrai

    01 de novembro de 2011 às 12h58

    algo defasada essa sua proposta de melhoria de vida da diarista através dos filhos, era mais ou menos o pensamento do camponês da idade média, com prole numerosa que o sustentava na velhice. isto no caso da sobrevivência dos filhos do camponês ou caso a diarista consiga dar estudo aos seus, uma aproximação histórica displicente, cruel e desalmada.

    marcosomag

    02 de novembro de 2011 às 16h56

    O cubano médio é com certeza mais livre do que o ocidental médio (até dos países desenvolvidos depois do advento do anátema neoliberal). Ele tem boa escola, universidade, cobertura total de saúde. Enfim, a possibilidade de desenvolver seu potencial. Na maioria dos países capitalistas (inclusive, os EUA), escola boa é para quem pode pagar, assim como boa universidade. Quem pode paga plano de saúde, mas sem nenhuma garantia de que será atendido quando precisar pois os planos buscam por todos os meios escapar de suas obrigações. Saúde pública, então: nem pensar! Com a constatação de que não vão conseguir desenvolver suas aptidões muitos jovens entram em desespero e partem para o crime. Nos EUA, o racismo diminui ainda mais as chances para quem for negro. Existem mais negros nas prisões estadunidenses do que nas universidades daquele país. Liberdade é a possibilidade que uma pessoa tem em desenvolver seu potencial no meio em que vive. É um meio, e não um fim.

    Jason_Kay

    01 de novembro de 2011 às 12h49

    Que tal comparar numa diarista daqui com uma diarista (escrava) de cuba?

    A comparação que voce fez pode muito bem ser aplicada entre uma empregada domestica daqui e um médico de lá.

    Se bobear a diarista brasileira ganha mais que um cirurgião em Cuba.

    Mineirim

    01 de novembro de 2011 às 15h32

    As diaristas de Cuba só foram escravas quando lá era o puteiro dos EUA. Agora eles podem bater no peito e dizer que ninguém os escraviza (podem até sufocá-los com o poderia econômico, mas escravizar, não!). Ademais, basta olhar para TODOS os países ao redor de Cuba (nenhum socialista): há algum em melhores condições do que lá (educação, moradia, transporte, tecnologia, de qualquer ângulo que se queira discutir). Veja Guatemala (o mais pobre das américas), Haiti (aiii…), Rep. Dominicana, El Salvador, Honduras,…

Josué

01 de novembro de 2011 às 03h19

Aos sete anos todo cubano escolhe um esporte na escola , aos doze é encaminhado a um treinamento intermediário focado em alto rendimento esportivo já recebendo uma ajuda de custo e aos dezesseis é profissionalização esportiva com acompanhamento de ex campeões olímpicos na modalidade que disputar. Simples : ideal e luta e foco na disputa olímpica . Cuba passa a Itália , a França e outros países maiores e mais ricos que ela : fato!

Responder

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 08h21

    E quando tem a chance de participar de alguma competição fora da ilha, fogem. Basta ver o caso dos pugilistas que tentaram o asilo no Brasil e não conseguindo, foram proibidos de participar de qualquer outra no exterior, conseguiram fugir e agora vivem na Alemanha. Grannndeeee apoio. Vai morar lá, botem os filhos para ir estudar lá.

    edisilva64

    01 de novembro de 2011 às 15h40

    Guadalajara é uma cidade cubana, então? O tempo todo mentiram para mim dizendo que era no México.

Helio Filho

01 de novembro de 2011 às 00h00

A ihazinha é de fato uma ditadura, mas tem um bom sistema educacional e inclui atividades esportivas entre as mais importantes do seu currículo escolar. Exatamente como fazem nos EUA e na Austrália.
Por outro lado, o Pan é uma piada, o nível é muito baixo. E o ufanismo nas cobertutas da TV é insuportável, antes na Globo, agora na Record.

Responder

    Calves

    01 de novembro de 2011 às 00h46

    Não concordo: governo de maioria não pode ser qualificado de ditadura. Cuba não é uma democracia do tipo liberal, representativa. "Exatamente como fazem nos EUA e na Austrália" é uma ironia de péssimo gosto.

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 07h28

    Como vc faz para saber se o governo lá e de maioria se o povo só pode votar num partido? Se a imprensa se limita a um só jornal estatal e a tv e internet são controladas? Se não existe eleição presidencia? E porque tanta gente morre tentando fugir dessa democracia? Sabe porque do "sucesso" esportivo? Porque é um meio de promover o sistema, propaganda estatal. Os atletas vivem numa redoma e o resto do povão na miséria. Vai viver nessa "democracia", nem precisa de visto.

    Matheus

    01 de novembro de 2011 às 11h06

    E quem disse que pluripartidarismo é sinônimo de democracia.
    Vc sabia que esse único partido é proibido de participar das eleições em Cuba???
    Não pode.
    E o regime é meio que parlamentar, bem parecido com Inglaterra, França, Itália… Ninguém chama essas "potências" européias de antidemocráticas…
    Lê Veja, assistir TV dá nisso, desinformação!

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 12h39

    Tá. E quantos jornais de oposição tem na Inglaterra? E em Cuba? Como é o acesso a internet na França e em Cuba? Quando há uma manifestação contra o governo em Cuba, como são tratados os manifestantes e na Itália? O fidel adoeceu e o irmão que assumiu foi eleito pelo povo? Para de ler panfletos comunistas e encare a realidade.

    Edineuza

    01 de novembro de 2011 às 15h29

    Meu caro Leandro, quem disse que ter jornal ou jornais de oposição é garantia de democracia? Que esses meios de comunicação são democráticos? Ora vejamos o exemplo do Brasil, um país "democrático" com amplos direitos de liberdade de expressão. Mas, quem é mesmo que tem voz nesses veículos? O povo ou meia dúzia que não aceita ter sido expurgado do poder pelo povo tentar armar golpes contra os brasileiros? Para mim democracia é não passar fome, é ter acesso a educação de qualidade, é poder acessar o sistema de saúde sempre que precisar tendo seus direitos respeitados, é ter onde morar, é não precisar esmolar pelas ruas, ou seja é ser cidadão de fato, embora não possa esbanjar, pois todos sabem o valor que cada bem tem na vida comunitária. Isso é democracia.

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h32

    1) Não é TANTA gente que morre não… 2) Até termos acesso a internet e aos blogs "sujos" estavamos em situação pior… pq os meios são controlados por empresas que querem ver o povo sifuuu…. fala serio cara! saia da matrix, saia….

    Alexei_Alves

    02 de novembro de 2011 às 01h35

    então…..
    menos de um terço dos candidatos eleitos em Cuba pertencem ao partido comunista. A grande maioria é candidato independente. Qualquer cubano pode ser candidato com reais chances de ser eleito. Nada pode impedir um cubano de se candidatar. Inclusive muitos desses ditos "dissidentes" já se candidataram várias vezes (com resultados pífios). Já nos EUA, por exemplo, só quem é milionário tem condições de se candidatar.

    Quanto à eleição presidencial em cuba, não existe eleição presidencial pois o sistema é auto-definido como parlamentarista. Quer um exemplo semelhante? Na inglaterra também não tem voto para presidente. Vota-se em parlamentares. De fato, nos EUA também não se vota em presidente. Vota-se em delegados, que por sua vez, votarão no presidente. Esse dispositivo de voto indireto foi implementado com a função declarada de impedir o povo de tomar uma decisão "errada". Democrático não?

    Quer mais? Em cuba o voto é facultativo e o comparecimento é de 91%. Na colômbia, por exemplo, a participação mal passa de 40%. Nos EUA, com muito esforço, se atinge 60%. A participação popular no processo eleitoral diz muito o que as pessoas pensam de seu sistema político.

    E quanto às pessoas que morrem fugindo, a estatística cubana de imigrantes mortos é menor que a mexicana, a dominicana e a hondurenha, para citar três exemplos capitalistas pouco lembrados pela nossa propaganda midiática.

    Luiz Moreira

    04 de novembro de 2011 às 08h45

    Leandrinho!
    Leias a respeito o que diz a BBC. Ou acha que a BBC foi comprada pelo Fidel? Te informe e não deforme tudo. Leia a carta do cacique americano. Tambem é uma boa leitura para ver outros valores. E tortura em Cuba só existe em GUANTANAMO. Adivinhe seus autores.

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h36

    Cuba é um exemplo: não produz praticamente nada e consegue dar educação pra toda a população, consegue não ter mendigo, não ter pivete de rua e a saude tb é publica. 70% da população com curso superior. Todo mundo sabe que o primeiro instrumento de dominação de um povo é a IGNORANCIA, tem algo errado ai… ignorante o povo não é… ahhh, vai ver não é dominado… :D São mais livres que nós. A real liberdade é a de SER e essa burgues nenhum conta, pq não costuma ser nada, só ter.

    Helio Filho

    01 de novembro de 2011 às 20h23

    Não foi ironia, não. Cuba não é democracia burguesa e nunca se propôs a sê~lo; Fidel é um verdadeiro revolucionário, mas nunca defendeu eleições pra presidente. Isto sempre lhe pareceu algo próprio da falsa democracia dos governos a serviço do Capital.
    Pra seu governo, Lenin NÃO era um democrata. Propunha a ditadura do proletariado e chamava os socialitas iludidos pela democracia burguesa de renegados (e eram mesmo) Todos os revolucionários sempre denunciaram o poder do capital por trás da chamada democracia. É exatamente o que está explícito hoje na Europa e nos EUA, por exemplo. Vota-se e nada acontece.
    O Brasil mudou pra melhor com Lula, ma é um caso à parte.
    Portanto, Cuba é uma ditadura sim, e daí?

    Josué

    01 de novembro de 2011 às 03h24

    O pais mais rico do mundo e tem 20 americanos para cada cubano tem um terç somente a mais de medalhas de ouro que Cuba ! Sob o ponto de vista de aproveitamento esportivo , o Pan do México foi vencido por Cuba inegavelmente gostem ou não gostem fatos são fatos!

    Leider_Lincoln

    01 de novembro de 2011 às 13h44

    O nível é muito baixo… Tipo, como o do seu argumento?

    Helio Filho

    01 de novembro de 2011 às 20h05

    Caro Leider,
    Não preciso de argumentos, o nível é baixo mesmo – é só ver os tempos e o ranking dos atletas que vão ao jogos, com raras exceções. São fatos.
    Como é fato também que a ridícula "disputa" com Cuba pelo segundo lugar nos jogos (como se isso tivesse alguma importància) é de um provincianismo atroz. As transmissóes ao vivo da Record, ao tentar copiar a Globo, foram de amargar. Fiquei com pena do futebol feminino e da menina que perdeu o pai durante os jogos, rebatizada "a heroína do Pan" pelo locutor, quase tão chato quanto Galvão Bueno.. Torci pelo Brasil tendo que aguentar contagem regressiva (faltam 9 minutos para o ouro…Faltam 8 minutos para o ouro,,etc.).Foram na casa dela, exatamente como a Globo faz (pra trazer "emoção")? Secaram tanto este 'Ouro" que ele não veio, Leider.
    Leio seus posts às vezes e acho que estamos do mesmo lado. Agora, pra quem viveu a ditadura aguentar este verde-ámarelismo vazio e estes bordões ufanistas é de lascar.

Rodrigo Castro

31 de outubro de 2011 às 22h24

Pelo amor de Deus…aquilo é uma DITADURA!!!!…Os pobres coitados vivem em uma prisão!!…Se fosse ótimo viver lá não precisariam proibir os seus habitantes de viajar. Ocorreria o contrário, existiriam milhões de pessoas querendo viver naquele "paraíso"….

Responder

    Roberto Bohm

    01 de novembro de 2011 às 02h28

    Que eu saiba, são os americanos os que são proibidos por lei, de viajar a Cuba! A nação caribenha é um
    país totalmente bloqueado economicamente pelos EEUU, tudo que compra tem de pagar a vista, inclusive alimentos e mesmo assim, sobrevive e dá aula de como dar educação de boa qualidade e saúde a seu povo. Qual país, com tamanho bloqueio inclusive mediático, suportaria isto tudo?

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 08h25

    "- Há um enorme aumento neste ano em comparação a 2009 – disse Armando García, presidente da Marazul Charters, a mais antiga entre as empresas que organizam voos fretados EUA-Cuba. – Até outubro, cerca de 265 mil pessoas viajaram. Novembro e dezembro são meses de pico, então esperamos que 330 mil cheguem a Cuba em voos diretos procedentes dos Estados Unidos neste ano."
    Pergunte se os cubanos podem ir aos EUA

    edisilva64

    01 de novembro de 2011 às 15h44

    Ir aos eua pra quê? Eu não quero ir. Sou latino, mestiço e pobre. Eles não me querem lá.

    cesar

    01 de novembro de 2011 às 09h05

    Fidel Castro é teu parente?

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h24

    Olha, minha resposta pra vc: não somos impedidos de viajar, mas qtos saem do Brasil?? Eu morro de vontade de "ver o mundo", mas não posso… pois estamos na pior ditadura: do $$

Rui

31 de outubro de 2011 às 20h34

Mas os atletas sofrem muita pressão por bons resultados, ou não?

Responder

    carlos

    31 de outubro de 2011 às 22h36

    não, isso é MENTIRA

    pedro

    01 de novembro de 2011 às 11h49

    Imaginaaaaa….isso acontece só se for NA FRANÇA!

    Edineuza

    01 de novembro de 2011 às 15h45

    E qual o mal disso? Por acaso essa é uma realidade apenas cubana? Ora meu caro pressionar atletas por resultados positivos é regra sem excessão no mundo das disputas. Tendo como exemplo o Brasil, quem já não viu um técnico, a exemplo do Bernardinho do volei, querendo crucificar seus atletas quando algo não tá encaixando e o resultado não é o esperado. Pressionar os atletas é estratégia de disputas.

sergio roonie

31 de outubro de 2011 às 18h42

Cuba é assim desde fins dos anos 60.Cuba é melhor do que muita potência européia e a Austrália também.O Brasil nunca ultrapassou Cuba após os anos 60.A ilha realizou sua revolução e na saúde,educação e esporte é um exemplo a décadas mesmo com o bloqueio dos americanos.Resultado normal para o vitorioso esporte cubano.

Responder

    FrancoAtirador

    31 de outubro de 2011 às 21h08

    .
    .
    Por falar em bloqueio norte-americano:

    REPRESÁLIA CONTRA A UNESCO APÓS RECONHECIMENTO DA PALESTINA

    EUA vão cortar sua contribuição à UNESCO após o reconhecimento do Estado palestino como membro pleno de direito do organismo.

    A votação na UNESCO ocorrida nesta 2ª-feira teve 107 votos favoráveis à Palestina; o Brasil foi um deles.

    A represália financeira significará um corte da ordem de 22% num orçamento dedicado à difusão da paz entre os povos, através da cultura e da ciência.

    (CARTA MAIOR)

    Maria Libia

    01 de novembro de 2011 às 12h23

    Não esquecer que além dos EUA, ISRAEL e a ALEMANHA. Por que estes países sempre votam juntos?

    FrancoAtirador

    01 de novembro de 2011 às 13h41

    .
    .
    Palestina, bem-vinda à Unesco

    Por Emir Sader, na Carta Maior

    Por 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções, a Palestina foi admitida na Unesco, no final da Assembleia Geral da instituição.
    A decisão foi seguida de gritos de “Viva a Palestina”, ao final de uma sessão tensa, pela oposição dos EUA, do Canadá, da Alemanha e de alguns outros países, que não teve sucesso porque na Unesco não existe o direito de veto das velhas potências, que bloqueia decisões democráticas da maioria, como esta, tomada ontem.

    “Nós consideramos este voto como especialmente importante porque parte da nossa luta contra a ocupação de Israel é sobre a tentativa para apagar a historia da Palestina. A Unesco vai ajudar a manter a tradicional herança palestina", disse Ghasan Khalib, porta-voz o governo da Palestina, apelando para que os EUA mantenham seu aporte aos fundos da Unesco e chamando a decisão tomada como “um voto de confiança da comunidade internacional”.

    O apelo tem sentido porque o governo dos EUA, que contribui com 22% dos fundos da Unesco, ameaçava suspender o aporte anual de 80 milhões de dólares se o ingresso da Palestina fosse aprovado.
    Não é a primeira vez que isso aconteceria.
    Durante o governo Reagan os EUA, contrariados pela rejeição da sua concepção de que a cultura fosse considerada uma mercadoria com outra qualquer e estivesse submetida às normas da Organização Mundial do Comércio, se retirou da instituiçao durante vários anos, deixando também de contribuir financeiramente para a Unesco.

    Durante a Assembleia Geral, a delegação norteamericana se manteve discreta.
    O jogo sujo das pressões foi exercido pela delegação do Canadá, que se prestou a ser um fantoche dos EUA, dirigindo-se individualmente a todos os delegados, com o argumento cínico de que a Unesco deveria esperar a decisão da ONU.
    Que eles não estariam contra o ingresso da Palestina, mas que a Unesco não deveria precipitar a decisão.
    Como se todos não soubessem já que a decisão terá uma grande maioria na Assembleia Geral da ONU – como aqui, basicamente apoiada pelos países da América Latina, da Ásia e da África -, mas vetada pelos EUA, exercendo o odioso e antidemocrático direito de veto no Conselho de Seguranca.

    O embaixador dos EUA, David Killion, diz que a votação “complica” esforços do seu país para apoiar a Unesco.
    O de Israel considerou a decisão como “uma tragédia”.
    Agregou, também cinicamente, que “a Unesco lida com a ciência e não com ficção científica”, em mais uma grosseira alusão ao bloqueio da existência do Estado Palestino pela ocupação militar do seu país.
    Disse que a Unesco não teria essa competência e que a votação forçava um corte drástico das contribuições à organização, referindo-se a seu patrão, os EUA.

    Hillary Clinton considerou a decisão da Unesco como “inexplicável”(?), dizendo que as discussões sobre o ingresso da Palestina não poderiam substituir as negociações com Israel.
    Como sempre, os EUA querem que toda decisão sobre o Estado Palestino, passe pela aprovação de Israel, procedimento que tem impedido qualquer avanço no reconhecimento desse Estado e na pacificação da região.

    A Palestina se torna agora, com justiça e reparando uma situação anômala de muito tempo, membro pleno da Unesco.

    Bem-vindos, companheiros palestinos!

    http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostra

    FrancoAtirador

    01 de novembro de 2011 às 16h55

    Ao aceitar a Palestina como membro pleno, a Unesco aceitou o desafio de funcionar com quase um quarto a menos de seu orçamento.

    Eduardo Febbro – Correspondente da Carta Maior em Paris (Tradução: Libório Junior)

    Os palestinos deram um passo firme rumo ao reconhecimento pleno de seu Estado, enquanto a primeira potência mundial, os Estados Unidos, colocou o primeiro obstáculo frente à marcha palestina. Reunida em Paris até dez de novembro, a Conferência Geral da Unesco votou pela adesão da Palestina como Estado membro de pleno direito. O ingresso da Palestina à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura muda radicalmente o regime precedente dos palestinos uma vez que, até segunda-feira, 31 de outubro, a Palestina só tinha um estatuto de missão observadora. A adesão da Palestina como Estado de pleno direito foi aprovada por 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções.

    Os já claríssimos interesses da administração norte americana e seu favoritismo para com Israel, não são os da maioria dos países da comunidade internacional. A França, a quase totalidade dos países árabes, os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), Argentina e, excetuando o México que se absteve e o Panamá que votou contra, os países de América Latina fecharam fileiras a favor dos palestinos. Os Estados Unidos, a Alemanha e o Canadá se opuseram enquanto a Itália e o Reino Unido se abstiveram. Israel também antecipou que retiraria sua contribuição financeira à Unesco.

    A Palestina se converteu no Estado número 195 da UNESCO graças aos estatutos que regem essa organização dependente da ONU. Diferentemente do que acontece no Conselho de Segurança onde cinco países (Estados Unidos, Grã Bretanha, França, Rússia e China) têm direito de veto e podem bloquear, entre outras coisas, a adesão de um novo Estado, na Unesco só se requer dois terços dos votos da Conferência Geral para adquirir o estatuto de Estado de pleno direito. O novo regime permitirá aos palestinos que alguns dos territórios ocupados por Israel, entre eles Belém, Hebrón e Jericó, sejam reconhecidos como Patrimônio Mundial da Humanidade.

    Para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, trata-se de um êxito diplomático de grande alcance que torna um pouco mais tangível o reconhecimento da Palestina como Estado. No dia 23 de setembro passado, Abbas propôs oficialmente a aceitação da Palestina como Estado membro da ONU. O Conselho de Segurança examinará a solicitação no próximo dia 11 de novembro, mas ela tem poucas possibilidades de ser aceita uma vez que Washington já adiantou que exerceria seu direito de veto.

    Por enquanto, a Unesco aceitou em Paris o desafio de funcionar com quase um quarto a menos de seu orçamento. Não é a primeira vez que os Estados Unidos chantageiam a Unesco com a retirada de sua contribuição financeira. Entre 1984 e 2003, Washington boicotou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura para protestar por sua péssima administração e pela ideologia terceiro-mundista que imperava na Unesco. A Diretora Geral da organização, Irina Bokova, admitiu que de agora em diante terá que “cortar programas e reajustar o equilíbrio do nosso orçamento”.

    Entretanto, para a responsável da organização, já não se trata de um “problema financeiro”, mas de um “problema que concerne à universalidade da nossa organização”. Como já se pôde corroborar no conflito israelense palestino e tantos outros dramas que sacodem o mundo, as grandes potências mundiais têm uma visão variável da “universalidade” dos direitos. Estes são “universais” segundo o peso dos interesses e não como valor supremo da humanidade.

    Íntegra em:

    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

    Bonifa

    01 de novembro de 2011 às 19h38

    Este fato tem implicações transcendentes. Foi debatida não apenas a situação da Palestina, mas também a própria filosofia que rege o Homem sobre o planeta. E foram firmados conceitos poderosos, ajudando a enterrar o desvio de finalidade da vida humana para a busca desenfreada de acúmulo de valores materiais a todo custo. A atual diretora geral da Unesco, Irina Bokova, na memorável votação decisória, ressaltou que: “A Unesco tem tudo para dar uma resposta à mundialização e à crise: Nos sabemos que a cultura e a arte, as ciências, a educação, a comunicação e o saber são os verdadeiros valores que fundamentam a essência da Humanidade.”

    FrancoAtirador

    02 de novembro de 2011 às 00h44

    .
    .
    Lembrei-me do grande Pedro Casaldáliga:

    "Não haverá paz na Terra, não haverá democracia que mereça resgatar este nome profanado, se não houver socialização da terra no campo e do solo na cidade, da saúde e da educação, de comunicação e da ciência."

    Um abraço libertário a todos.
    .
    .

    Bonifa

    01 de novembro de 2011 às 18h34

    O Canadá arrancou sua máscara de país avançado intelectual e culturalmente e decepcionou todos os seus admiradores conscientes mundo afora. Uma credibilidade que jamais será recuperada.

    Morvan

    01 de novembro de 2011 às 21h56

    Boa noite.
    Notícia muito animadora, FrancoAtirador. Finalmente, uma entidade com foro mundial ousa peitar os sionistas. Cabe a todos nós, e à própria Unesco, denunciar o a represália destes miseráveis estadunidenses e afins.
    Mas, a notícia do reconhecimento do Estado palestino como membro da Unesco, até mesmo pelo que esta entidade representa, em termos de capital humano e pela capilaridade que esta tem, junto às nações, é de muito alento.

    Viva o povo palestino.

    :-))
    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Edineuza

    01 de novembro de 2011 às 15h31

    É meu caro Franco. A isso com certeza o Sr. Leandro chama de democracia.

    Wildner Arcanjo

    01 de novembro de 2011 às 18h12

    Quem disse que os EUA são uma democracia? Aquilo é ditadura militar disfarçada, para inglês ver. Até a nossa democracia é melhor do que a deles, afinal, e só para se ter uma ideia, sou eu quem voto no meu candidato, não o delegado que eu escolho e que pode mudar o voto.

    Pedro

    31 de outubro de 2011 às 22h35

    Lá falta apenas democracia.

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h22

    Lá houve um festival de musica ano passado, tinha de tudo, bandas da suécia, etc… e ate bandas que cantavam musicas de protesto contra o regime de Fidel e ninguém foi preso, nada, foi tudo na paz… E todo o orçamento é discutido em praça pública. Isso é ditadura??
    Nós não vivemos numa democracia, enquanto não houver a democratização dos meios e condições iguais a todos os candidatos nas eleições, continuaremos na ditadura do $$.

    FrancoAtirador

    01 de novembro de 2011 às 17h05

    .
    .
    Se o Festival fosse em São Paulo e houvesse protestos contra o governo do PSDB

    a Polícia Militar já tinha baixado o sarrafo e esparramado todo mundo

    com balas de borracha e gás pimenta e essas coisas da democracia tucana paulista.
    .
    .

    Bonifa

    01 de novembro de 2011 às 18h25

    Ainda bem para o povo cubano que por lá não há a pseudo democracia liberal ocidental, que na verdade é a ditadura disfarçada de elites terríveis.

monge céptico

31 de outubro de 2011 às 17h58

O JOSAPHAT JA DISSE TUDO.

Responder

josaphat

31 de outubro de 2011 às 15h41

A ilhazinha investe no seu povo: Educa com qualidade, dá cultura, alimentação e moradia para TODOS.
Se a gente fizer uma comparação considerando a enorme diferença espacial, a riqueza contida nesse espaço em termos geo-ambientais e o tamanho da população, aí, então, a gente tem é que encolher o rabo e se envergonhar.
Mas se tivéssemos vergonha na cara, chorávamos de uma vez.

Responder

    leandro

    01 de novembro de 2011 às 06h44

    claro que lá é ótimo. basta ver o monte de pessoas que morrem tentando entrar na ilha e ninguém quer sair de lá.tá bom, me poupem

    dukrai

    01 de novembro de 2011 às 12h59

    de plantão, trollzinho?

    Leider_Lincoln

    01 de novembro de 2011 às 13h41

    Isso! poupem o "leandro" de pensar os efeitos da propaganda sob as pessoas…

    Mineirim

    01 de novembro de 2011 às 15h28

    Tá certo Leandro… enquanto isso, não há NENHUM brasileiro sendo deportado pelas "democracias" ocidentais, tentando fugir para lá…me engana que eu gosto.

    Wildner Arcanjo

    12 de novembro de 2011 às 21h22

    Fora aqueles que levam tiros na cabeça, dentro dos metrôs urbanos… Ah, isso não, isso não acontece com brasileiro lá fora. Só comunista é que come criancinha. DEMO-casta é tudo do bem!

    Helio Filho

    01 de novembro de 2011 às 20h29

    Me poupe você, Leandro. E vá se informar melhor sobre os Cubanos de Miami, seus métodos e objetivos. Procure ler sobre o que os EUA faziam com Cuba antes da Revolução e o boicote que ainda fazem hoje.

    Alexei_Alves

    02 de novembro de 2011 às 01h17

    coitado
    não faz idéia dos mexicanos, portoriquenhos, dominicanos, salvadorenhos, hondurenhos, colombianos e tantos e tantos outros que morrem todos os anos tentando fugir de seus infernos capitalistas

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 11h44

    Isso aí Josaphat!!


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O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!