VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Você escreve

Gilberto Cervinski: Ofensiva contra Petrobras é disputa pelo pré-sal


26/11/2014 - 14h01

pre-sal1

O buraco é bem mais embaixo: 7000 metros de profundidade

Desgaste à Petrobras esconde intenção de privatizar estatal e o pré-sal

Integrante do MAB fala da articulação entre setores internos e empresas estadunidenses. Objetivo seria criar condições políticas para que se inicie processo de privatização e entrega das reservas de petróleo.

da Radioagência Brasil de Fato

A crise internacional do petróleo deve intensificar a ofensiva externa para que o Brasil privatize a Petrobrás e o pré-sal.

Segundo Gilberto Cervinski, integrante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), desgastar a imagem da estatal é uma forma de criar condições políticas para que isso ocorra.

A Petrobras é alvo de investigações da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção envolvendo políticos e donos de empreiteiras.

Os desdobramentos levaram a prisão de mais de vinte pessoas.

Cervinski destaca a posição estratégica ocupada pelo país quando o assunto é a questão energética.

Ele alerta para a necessidade de as forças populares defenderem a empresa, que é essencial para a garantia do desenvolvimento do país.

“O ataque ao Brasil para privatizar a Petrobras e privatizar o pré-sal vai se intensificar. Nos Estados Unidos as reservas de petróleo são baixíssimas e é o maior consumidor mundial. E ele praticamente está fora do controle do pré-sal. Uma parcela dos setores da sociedade articulada com as empresas estadunidenses vai querer forçar a entrega do petróleo e a privatização da Petrobrás.”

Recente pesquisa do Ibope divulgada em setembro, mostrava que 59% dos brasileiros são contrários à privatização da Petrobras. O percentual aumenta entre os que têm ensino superior, chegando a 70%.

Em recente nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) apontou que as denúncias de corrupção na Petrobrás estão diretamente relacionadas com o intenso processo de terceirização em curso na estatal. Segundo a FUP, isso ocorre desde os anos 90.

De São Paulo, da Radioagência BdF, Leonardo Ferreira.

*****

Nota da FUP a que se refere a reportagem acima:

A prisão nesta sexta-feira, 14, de mais um ex-diretor da Petrobrás, acusado de corrupção em contratos de prestação de serviços firmados pela empresa, reforça as cobranças da Federação Única dos Petroleiros (FUP) de que haja a mais rigorosa apuração dos fatos e punição exemplar de todos os que forem responsabilizados pelos mal feitos.

Esta tem sido a postura da FUP desde o início da divulgação destas denúncias. No entanto, apesar da gravidade dos fatos, a direção da Petrobrás segue num silêncio profundo.

Os trabalhadores e suas famílias exigem um posicionamento da empresa.

Por isso, a FUP cobrou uma audiência com a presidenta da Petrobrás para que esclareça o teor das denúncias, bem como as medidas tomadas pela empresa para apuração e solução dos desvios de gestão que forem comprovados.

Não deve ficar pedra sobre pedra, como reiterou a presidenta Dilma Rousseff.

A reunião com Graça Foster será no próximo dia 21.

Em documento enviado à presidenta da Petrobrás, a FUP já havia ressaltado que as denúncias de corrupção estão diretamente relacionadas com o intenso processo de terceirização em curso na estatal desde os anos 90.

A Petrobrás tem um papel estratégico para o desenvolvimento do país e, portanto, todas as denúncias de desvios de gestão devem ser rigorosamente apuradas pelos órgãos competentes para que a Justiça possa julgar e punir os culpados.

O que não admitimos é que a empresa continue sendo desmoralizada por setores da sociedade que sempre tentaram enfraquece-la e seguem fazendo de tudo para se apropriarem de uma das maiores riquezas da nossa nação, que é o pré-sal.

Não aceitamos também que a Petrobrás continue sendo alvo de uma campanha de criminalização por setores da mídia que agem em consonância com a oposição para tentar arquitetar um golpe que vem sendo ensaiado desde o segundo turno da eleição presidencial.

A Petrobrás é patrimônio do povo brasileiro e os petroleiros continuarão lutando para que ela seja fortalecida cada vez mais para investir no Brasil, gerando empregos e riquezas para o nosso país.

Apuração rigorosa dos fatos sim. Golpe não!

PS do Viomundo: O jornal O Globo, porta-voz estadunidense em terras brasileiras, já quebrou o tabu e disse que não se deve descartar a privatização da Petrobras. Como se sabe, esta é uma batalha de longo prazo, com torpedos diários da mídia corporativa para solapar as bases de uma Petrobras que sirva acima de tudo aos interesses do povo brasileiro. Em nome do controle da PDVSA, lembrem-se, os Estados Unidos apoiaram um locaute empresarial que quase derrubou o então presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Leia também:

Jornalista alemão denuncia controle da CIA sobre a mídia

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



27 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

André Cervinskis

28 de dezembro de 2014 às 00h28

Olá, tenho sobrenome bem parecido – CERVINSKIS, provavelmente somos parentes. Meus avós vieram da LITUÂNIA em 1927. Se houver interesse, me add e nós conversaremos. Prazer em conhecer vc, ANDRÉ CALDAS CERVINSKIS

Responder

abolicionista

28 de novembro de 2014 às 12h55

É melhor o próprio PT privatizar a Petrobrás para evitar enfrentamentos, pelo bem do país, né? Só que não…

Responder

FrancoAtirador

28 de novembro de 2014 às 11h20

.
.
A PETROBRÁS INCOMODA

Por Marcelo Zero (*)

A Petrobras incomoda.

Na realidade, a Petrobras sempre incomodou os conservadores do país.

Pudera. Nascida da histórica campanha nacionalista “o Petróleo é nosso”, a Petrobras se converteu naquilo que os paleoliberais consideram praticamente uma impossibilidade: uma empresa estatal bem-sucedida e eficiente.

Ela é um acabado contraexemplo das teses antiestatais e antidesenvolvimentistas que sustentavam o fracassado paradigma privatizante e liberalizante que ruiu no início deste século.

Assim, a Petrobras é anátema, nos cânones do (paleo)neoliberalismo tupiniquim.
Não deveria existir, mas existe.
Não deveria fazer sucesso, mas faz.
A Petrobras é a maior e mais bem-sucedida empresa do Brasil.

No início, há 60 anos, diziam que o Brasil não tinha petróleo.
Convenientes estudos de geólogos estrangeiros asseguravam que não havia jazidas de óleo em território nacional.
A Petrobras, portanto, não fazia muito sentido.

Mas ela perseverou e acabou descobrindo, graças a um enorme esforço de pesquisa, jazidas significativas de petróleo e gás em nosso leito marítimo.
Primeiro no Nordeste; depois na Bacia de Campos.
Tais jazidas, situadas no que hoje se conhece como pós-sal,
contribuíram para diminuir bastante a nossa dependência de importações de hidrocarbonetos.

Mesmo assim, as ofensivas contra a grande estatal brasileira continuaram.

No governo Collor (PRN), o Credit Suisse
chegou a apresentar um plano
para privatizar a Petrobras.

O plano privatizava a companhia por partes.

Primeiro, se venderiam as suas subsidiárias,
o que, de fato, ocorreu posteriormente.

Depois, a holding seria fatiada em unidades de negócio,
as quais seriam privatizadas, em seguida.

No entanto, foi no governo FHC (PSDB), que essas ofensivas se intensificaram
e se concretizaram parcialmente.

Com efeito, foi naquele governo que se promulgou a famosa Lei nº 9478/97. Essa norma produziu duas grandes consequências.

Em primeiro lugar, a Petrobrás abriu seu capital social para investidores estrangeiros.

Assim, a estatal teve 36% de suas ações vendidas na Bolsa de Nova Iorque.

Com isso, a União reduziu a sua participação acionária
de cerca de 60% para 32,53% do capital social total.

Ressalte-se que essa operação não representou o ingresso de recursos para a Petrobras,
mas proporcionou na época o aumento na sua base acionária,
principalmente no estrangeiro.

Com tal venda, a Petrobrás teve ainda de cumprir, a partir de 2002,
com a lei americana “Sarbanes–Oxley” (SOX), uma norma bastante rigorosa,
que obriga as empresas que têm ações em bolsas norte-americanas
a submeterem as suas decisões de negócios e informações
às autoridades supervisoras do mercado bursátil dos EUA.

Dessa maneira, os presidentes de Petrobrás são obrigados a ir a Nova Iorque
para prestar contas das ações da empresa e submeter-se
aos duros questionamentos dos acionistas norte-americanos.

Lembre-se que muitos desses acionistas são associados
às companhias [Chevron-Texaco, Exxon-Esso, Shell, BP]
competidoras da Petrobrás.

Em segundo lugar, a Lei nº 9.478/97 introduziu, no Brasil,
o modelo de exploração por concessão.

Conforme tal modelo, o petróleo e o gás são de propriedade da empresa privada que os explora.
O petróleo, nesse caso, só pertence à União enquanto não estiver sendo explorado.
Assim que uma empresa começa a explorar uma jazida, pelo modelo de concessão, o petróleo o gás passam a ser de sua propriedade.
Com isso, o país perdeu o controle estratégico da produção e comercialização de hidrocarbonetos, pois a empresa concessionária podia fazer o que quiser com a sua jazida.
Com isso, o petróleo deixou de ser nosso.

Na realidade, a citada lei já estava preparando o terreno para uma futura privatização da Petrobras.

Chegou-se mesmo a se anunciar a mudança de nome da Petrobras para Petrobax,
de modo a facilitar a sua internacionalização.

A gestão tucana da empresa também se esmerou, como de hábito,
no sucateamento da estatal, de forma a justificar a sua ulterior venda.

Em seus oito anos, nenhum concurso público para contratação foi realizado.

Ao final da gestão, a empresa tinha reduzido o seu quadro de funcionários à metade.

Além disso, os funcionários da empresa passaram os oito anos de FHC
sem ter qualquer reajuste salarial, sequer para repor a inflação.

Não bastasse o sucateamento da Petrobras, toda a cadeia do petróleo,
que sustentava milhares de empresas nacionais, foi consideravelmente desestruturada, ao longo das gestões neoliberais.

No governo Collor houve redução de redução de 30% das tarifas de importação para o setor.

No Fernando Henrique, foi criado o Repetro, que implantou um regime aduaneiro especial para os insumos e bens destinados ao setor petrolífero, pelo qual se isentava as empresas estrangeiras de imposto de importação. Assim, muitos fornecedores nacionais tiveram de fechar as portas.

Havia, portanto, um nítido processo de desregulamentação e de desnacionalização que conduzia à privatização da Petrobras.

A clara intenção de privatizar só não se concretizou
porque, na época, (2001), o governo FHC já estava com sua popularidade no chão
e a resistência dos que defendiam a estatal foi muito grande.

Pois bem, os que enfraqueceram e tentaram privatizar a Petrobras são os mesmos que agora usam do caso … para atacar a empresa e o governo.

Faz sentido, pois foram os governos do PT que reergueram a Petrobras.

Com concursos públicos, seu quadro de funcionários foi reconstituído.

Foi também reconstituído seu programa de investimentos.

Hoje, a Petrobras é a empresa que mais investe em prospecção de petróleo no mundo.

Ela também é a empresa do setor petrolífero que mais expertise tem
na prospecção em águas profundas e ultraprofundas.

Devido a esse esforço em prospecção e pesquisa,
a Petrobras é a empresa brasileira que mais gera patentes.

Graças a essa monumental iniciativa, a Petrobras encontrou os megacampos do Pré-Sal,
a maior descoberta de petróleo das últimas décadas,
que mudou inteiramente o cenário do nosso setor petrolífero.

Na realidade, a situação da Petrobras mudou da água para o vinho,
ou da água para óleo.

Em 2002, ela valia apenas cerca de R$ 15 bilhões.

Hoje, ela vale R$ 184 bilhões, mesmo após a crise mundial ter reduzido fortemente o valor de mercado das empresas petroleiras.

Também foi feito um grande esforço para recuperar as indústrias da cadeia do petróleo.

Plataformas e embarcações voltaram a ser produzidas no Brasil,
o que reergueu a nossa indústria naval,
que fora destruída graças à proverbial competência tucana.

Com a recuperação da empresa e com a nova realidade criada pelo Pré-Sal,
os governos do PT resolveram criar um novo marco regulatório para o setor,
que enterrou o modelo de concessão criado por FHC.

Para os campos do Pré-Sal, o que vale agora é o modelo de partilha.

Nesse novo modelo, o petróleo continua de propriedade da União,
mesmo após a jazida ser eventualmente explorada por uma empresa privada.

A empresa apenas recebe uma participação por seus serviços.

Por conseguinte, o novo marco regulatório assegurou
que o petróleo do Pré-Sal seja realmente nosso.

Ademais, a nova norma também determinou que a Petrobras
seja a operadora privilegiada dos megacampos.

O petróleo, agora abundante, voltou a ser nosso.

É isso que incomoda. E muito.

Se antes a Petrobras incomodava, hoje ela incomoda muito mais.

As empresas estrangeiras não podem mais se apossar das megajazidas,
como podiam na época de FHC.
E, para explorá-las, elas têm de se associar à Petrobras.

É por isso que ela é tão atacada.

Instaurou-se um verdadeiro vale-tudo para desacreditá-la.

Diminuições conjunturais dos valores da empresa,
em função da queda dos preços do petróleo e derivados no mercado mundial,
são apresentadas como provas irrefutáveis de ‘má gestão’.

Dívidas contraídas para viabilizar a exploração do Pré-Sal
são também encaradas como sinais da ‘ruína financeira’ da empresa.

Mas, como a Petrobras incomoda os conservadores, e o governo do PT mais ainda,
não incomoda à oposição e à mídia conservadora atacar a imagem da maior empresa brasileira…

Essa falta de compromisso com o Brasil é o que mais incomoda.

(*) Marcelo Zero é cientista social formado pela UNB e assessor legislativo do Partido dos Trabalhadores

(http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/354485_A+PETROBRAS+INCOMODA)
.
.

Responder

Jair Almansur

28 de novembro de 2014 às 00h59

Nosso problema é a falta de autocrítica.
Nós somos responsáveis sim por não termos moralizado a empresa após uma gestão de 12 anos. A esquerda deveria ter o protagonismo no combate à corrupção. Temos obrigação para com a sociedade, não só de sermos honestos, mas enquanto governantes combater e demonstrar que estamos combatendo a corrupção.
Como uma quadrilha dessas deixou de ser descoberta pelos próprios meios de controle interno da empresa.
Temos ainda de cumprir com a meta de combater a banda podre da PF e a politização direitista que esta faz da corrupção na petrobras.
Sempre fui militante e eleitor da esquerda, mas não burro, é preciso ter autocritica para dizer o descuido com a moralidade da companhia faz muito mais pela sua privatização doque todos os ataques direitistas.

Responder

Edir

27 de novembro de 2014 às 20h36

O Viomundo poderia fazer uma investigacäo na vida do Deputado tucano Carlos Sampaio. Está passando das medidas no Congresso.
Vamos pegar uma falcatrua praticada por esse deputadozinho meia tigela e fazer cair a máscara.

Responder

Objete

27 de novembro de 2014 às 15h46

O articulista acertou mesmo na mosca mas deve incluir no pacote a já propalada regulação da mídia (maldita e endemoniada). Conclamar e rufar os tambores trazendo o povão para as ruas será apenas uma consequência. Novamente, como no tempo de Lotti ” O petróleo é nosso”. Todos comentaristas estão certos em menor ou maior grau de indignação. Não podemos também esquecer da nação Líbia com seu petróleo, hoje manipulado pelo império europeu e norte americano. É disso que o tema trata.

Responder

wendel

27 de novembro de 2014 às 13h43

Bom, o autor deste artigo, Sr. Gilberto, descobriu a pólvora!!!!
Mas não é só o Pré-Sal, tem po BB, A Caixa, o BNDES, e por aí vai!!!
Se ficarmos só no discurso, tal qual ficamos à época do FHC, todo nosso patrimônio lvai pro ralo !!!!!!!!
O nosso mal, é substimar a capacidade “deles”, sua articulação nos meios de comunicação entreguistas e na expertise dos quinta colunas !!!!
Na minha visão, tudo passa pela regulação da mídia, pois é ela a mola de toda esta engrenagem para fazera cabeça dos incautos e quse sempre é bem sucedida, além de contgar com o apoio financeiro do exterior.
Então, galera, busque a excelência na defesa de nosso patrimônio senão ………

Responder

    Morvan

    28 de novembro de 2014 às 19h56

    Boa noite.

    wendel (qui, 27/11/2014 – 13:43):

    Bom, o autor deste artigo, Sr. Gilberto, descobriu a pólvora!!!!…“.

    Concordo, caro Wendel. Só que, menos óbvio, é que precisamos repetir o óbvio todos os dias. Não se esqueça de que a mídia repete (e não é o óbvio!) factoides, cortinas de fumaça, balões de ensaio, etc., num regime 24/7. Método göebbeliano na prática. Enquanto eu vir pessoas ecoando o ‘óbvio’ não me sentirei só. A minha derrota, ou a nossa, se daria se eles silenciassem. O nosso trabalho é fazer estas teses, para nós, até tautológicas, chegarem às pessoas que, diferente[mente] de nós, não veem sequer o óbvio. E louvo o autor.

    Saudações “{♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥} Dilma, Inclusões Social e Política. Sem Educação Política, o egresso social se volta contra o seu promotor. Reformas Constituinte Exclusiva e do Judiciário, Já.“,
    Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

Bacellar

27 de novembro de 2014 às 12h17

Querem a Petrobrás, a PDVSA, a PEMEX…

Videozinho do tipo “para pendejos (for dummies)” sobre o avanço neoliberal à Pemex.

Vejam se não é igual com a Petrobrás…

https://www.facebook.com/video.php?v=505066576254950

Responder

Julio Silveira

27 de novembro de 2014 às 10h35

A julgar pelos acontecimentos e nomes a cidadania já deve ir se acostumando a um pré sal da Chevron ou similares.

Responder

MacCain

27 de novembro de 2014 às 00h44

A Globo é a praga que joga o Brasil no atraso

Responder

Tiago

26 de novembro de 2014 às 22h35

E diz o militante leitor: “Sim, é evidente que todas essas denúncias são obra conspirativa do capital internacional, do fascismo, da direita, da reação, dos conservadores.”

A “esquerda” brasileira se envergonha além de qualquer limite.

Responder

Tô de Olho na oPósição

26 de novembro de 2014 às 22h18

Mas existe uma pedra no meio do caminho desses “lesas pátrias”. E essa pedra tem nome: chama-se China.

Responder

renato

26 de novembro de 2014 às 21h34

Isto não vai ocorrer.
Ao menos uma de Nossas Instituições já deu sua
PALAVRA.
O MST, e eu apoio e se precisar vou junto.
Ninguem vai por a mão na Petrobras.
Senão não será óleo o que vão tirar dos tubos.

Responder

Gilberto mauro

26 de novembro de 2014 às 21h30

Chegou ao ponto. Ponto Óbvio Ululante sim! Mas o óbvio é difícil de se ver! Este é o ponto.

Responder

Marat

26 de novembro de 2014 às 20h59

Azenha, todos os dias eu converso com os incautos e os faço ver que a impren$$$a é vadia, ladra, desonesta e moleque de recados dos EEUU, e por isso é paga para agir contra nosso país.
Todos devemos atuar nesse sentido!

Responder

Marat

26 de novembro de 2014 às 20h56

Prezados, boa noite.
Vou tocar noutro assunto: um dos inúmeros “problemas” da direita…
Ficou para o Fux decidir se José Aníbal e Rodrigo Garcia serão investigados por cartéis… ou seja, está em casa.
Tenho nojo da justiça. Ela e podre!

Responder

Vlad

26 de novembro de 2014 às 20h42

Contra quem????

Responder

FrancoAtirador

26 de novembro de 2014 às 19h15

.
.
Agora sim, o Viomundo acertou na Mosca!

Este é o Ponto Essencial: o Pré-Sal.

O Resto é Figuração de Moros e Gilmares.
.
.

Responder

    Marat

    26 de novembro de 2014 às 22h12

    Figuração ficou legal… O blasonador também é um grand figurante. Não pode ver uma farsa, que já coloca a fantasia e corre aos holofotes!

    EDER BARBOSA

    27 de novembro de 2014 às 07h59

    TEM MAIS DE UM ANO QUE FALO ISTO, BASTA VER MEUS POST’S NO TIJOLAÇO, O CAFEZINHO E 247.

    Mário SF Alves

    27 de novembro de 2014 às 14h29

    Então, é ou não é a direita mais burra, covarde e subserviente do mundo?

    Marat

    27 de novembro de 2014 às 20h21

    Sim, Mário. Nossa direita SEMPRE quis inserir-se no capitalismo mundial como um reles coadjuvante, como um sócio menor… Isso não mudará nunca!

abolicionista

26 de novembro de 2014 às 19h08

Isso é mais do que evidente. Sucatear e privatizar é a receita neoliberal desde a década de 70. O triste é ver o próprio governo “soi-disant gauche” fazer isso, como no leilão da bacia de Libra…

Responder

ccbregamim

26 de novembro de 2014 às 19h04

a luta é contra esse imperialismo contemporâneo.
no oriente médio eles conseguiram.
se apropriaram de petróleo no iraque
e de minérios no afeganistão e paquistão.

é uma luta nacional
não pela pureza moral
mas para manter nossa riqueza material
e nossa autonomia política.

Responder

Rossi

26 de novembro de 2014 às 18h47

Inimigo histórico da Petrobras, o grupo globo é alimentado diuturnamente pela empresa com generosos anúncios, inclusive patrocinando a F-1 e o indefectível Galvão.

Responder

fabio

26 de novembro de 2014 às 15h34

é o que já está quase no nível do óbvio ululante…cabe agora aos movimentos sociais assimilarem essa verdade e movimentar se em torno desse eixo.
uma outra questão q quero levantar, é acerca das poucas opções de compartilhamento ofertadas neste e noutros sites importantes para quem referencia se nas mídias alternativas. Dificulta a divulgação em blogs. Não podemos alimentar monopólios nas redes.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.