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Cartas de Minas
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Engenheiro pelo ProUni transforma moradias ruins em dignas; a primeira, foi a de sua mãe

10 de maio de 2018 às 13h57

Divulgação Fisenge

Engenheiro formado pelo ProUni transforma realidade das comunidades e periferias

por Camila Marins, no portal da Fisenge

Basta jogar no Google “Jardim Pantanal zona leste SP” e, na maior parte dos resultados, haverá notícias sobre enchentes, alagamentos e deslizamentos. Esta é uma região periférica da capital de São Paulo.

E foi nesse bairro, às margens do rio Tietê, que o engenheiro Matheus Cardoso, de 22 anos, sonhou e fundou o Moradigna, uma empresa que presta serviços de engenharia nas comunidades e periferias.

“No Jardim Pantanal existe uma especificidade, pois fica às margens do Rio Tietê, o que faz com que o bairro seja muito úmido, assim como as casas. E esta é apenas uma das insalubridades que uma má construção pode ocasionar. Isso tudo eu vivi de perto junto com a minha família e todos os meus vizinhos”, contou Matheus, que estudou em uma escola pública que é considerada umas das piores da Zona Leste.

Matheus fez o ensino médio em uma escola técnica no bairro da Penha, onde ganhou uma bolsa em um cursinho pré-vestibular.

Antes, ele sonhava em fazer engenharia para poder tirar a mãe da periferia, mas mudou seu pensamento para formular um projeto que o fizesse permanecer na comunidade. Nesta entrevista à jornalista da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros) , Matheus fala sobre sua trajetória, os percalços e desafios.

Por que escolheu estudar engenharia civil?

Sempre tive o sonho de me formar em engenharia para poder tirar minha mãe da periferia. Estudei em uma escola pública, que é considerada umas das piores da Zona Leste.

Fiz o ensino médio em uma escola técnica no bairro da Penha e lá ganhei uma bolsa em um cursinho pré-vestibular. Entrei na Universidade através do ProUni e, em 2017, me formei em engenharia civil pelo Mackenzie. Mas, um ano antes disso, já pensava em um projeto que me faria permanecer na comunidade.

Tive um breve contato com a profissão desde antes. Durante 21 anos, morei no Jd. Pantanal, e lá existe uma especificidade, pois fica às margens do Rio Tietê e isso faz com que o bairro seja muito úmido, assim como as casas que também se tornam muito úmidas.

Essa é apenas uma das insalubridades que uma má construção pode ocasionar. Isso tudo eu vivi de perto junto com a minha família e todos os meus vizinhos.

Como foi essa virada para o Moradigna?

Ainda na faculdade, trabalhei em uma grande empresa de engenharia e o meu maior sonho, quando entrei nessa área, era trabalhar numa boa empresa, ter uma carreira tradicional.

No entanto, quando eu comecei a trabalhar nessa empresa, eu me vi inserido em dois mundos muito diferentes.

Eu morava no Jardim Pantanal, uma das piores comunidades de São Paulo, e trabalhava na Vila Olímpia, que é um bairro nobre.

Viver essa dualidade de ambientes me incomodava muito. E como eu não tinha acesso a esses conhecimentos sobre empreendedorismo social, o meu maior desejo era sair dessa realidade para uma realidade melhor, mas depois que os obtive me dei conta de que eu poderia atrelar minha carreira com a transformação do bairro onde sempre vivi. Então, surgiu a ideia do Moradigna.

De que forma o empreendedorismo social ajudou na criação da empresa?

Passei pela aceleradora “Yunus Negócios Sociais”. Vi que o negócio poderia ser viável quando realizei, com a ajuda de meu padrinho que é pedreiro, a primeira obra do Moradigna: a reforma da casa da minha mãe. Depois, a vizinhança começou a virar clientela e o negócio decolou.

Nós temos vários levantamentos quantitativos. Depois de três anos de história, já são mais de 300 reformas realizadas, mais de 1.000 pessoas impactadas e mais de R$1 milhão em faturamento.

Todos esses resultados são muito bons e validam o negócio, porém o que realmente me faz levantar da cama é o sorriso de uma mãe de família com um cômodo reformado, é um pai que agora pode tomar um banho quente para ir trabalhar.

Pessoas vêm nos contar que não vão precisar levar os filhos em médicos, porque estão livres de pneumonia, já que a casa não é mais úmida.

Como funciona o empreendedorismo social?

O empreendedorismo social se encaixa no setor dois e meio. Existe o segundo setor, que são as empresas comuns que visam ao lucro, e existe o terceiro setor, que são as ONGs e que visam ao impacto social.

Um negócio social é o meio termo entre os dois. É uma empresa que tem como objetivo resolver um problema da sociedade através de uma metodologia de negócio. Não visa somente o lucro, mas também não visa somente o impacto social.

As regiões periféricas têm dificuldade para conseguir assistência técnica gratuita. Qual a importância de iniciativas nessas regiões?

O Moradigna não oferece assistência técnica gratuita, mas sim um serviço onde se inclui a assistência técnica. Mas, de fato, é muito importante para essas regiões, porque as pessoas, em sua maioria, não sabem como reformar suas casas, por onde começar, quais serviços contratar. O que acaba gerando muita gambiarra e puxadinhos, que são os grandes responsáveis pelas insalubridades nas residências.

Por isso, é muito importante que iniciativas como o Moradigna ajudem a resolver esse problema, porque é um dos pontos que está incluso no nosso combo junto com mão de obra, material, gestão e a garantia.

Qual a importância da contratação no próprio bairro?

É de extrema importância porque gera empatia, tanto dos executores que trabalham no Moradigna, quanto de quem contrata os serviços.

Faz com que a gente entenda quais são as reais necessidades do cliente e desenhe propostas e serviços que caibam nessas necessidades.

Sem contar que faz com que a economia local gire também, faz com que o Moradigna ganhe como empresa local e a comunidade ganhe em desenvolvimento econômico.

Fale um pouco sobre a parceria para atender famílias atendidas pelo Bolsa Família?

Hoje, o Moradigna tem parceria com o Instituto Phi, que seleciona causas e faz conexão entre essas causas e grandes filantropos do Brasil.

Os filantropos doam para o Instituto, que seleciona algumas empresas ou ONGs para realizar serviços em prol da comunidade.

O Instituto Phi tem parceria com a SASF (Serviço de Assistência Social à Família) da região que seleciona as pessoas que recebem o benefício de Bolsa Família, e o Moradigna executa as reformas.

Quem doa é o Instituto Phi, quem seleciona as famílias é a SASF e o Moradigna é quem executa. Isso faz com que a gente atenda a um público que não poderia comprar a reforma, que são famílias de classe E, em maior vulnerabilidade social.

O que você acha da lei 11.888, que prevê assistência técnica gratuita?

Uma ótima iniciativa. É desse tipo de política pública que precisamos para melhorar as condições de insalubridades das residências.

Já existem políticas públicas para construções de residências, porém, não temos um déficit de habitação no Brasil, o que temos é um “superávit” de residências em más condições. Provendo assistência técnica para essas famílias fica muito mais viável que elas saiam dessas circunstâncias, ao invés de construir novas casas.

Acredito muito nesse caminho. A minha única ressalva é como isso vai funcionar e como vai ser a contratação dessa assistência técnica.

Como vai ser o contato com essas famílias? Como vão realizar essa supervisão?

Toda vez que falamos de políticas públicas, temos que pensar em escala e que existem milhões de brasileiros que vão necessitar disso. O modelo operante por trás tem que ser bem desenhado e, por enquanto, não sabemos como vai ser feito.

O Moradigna tem muito interesse em saber como vai ser executado, para que a gente se posicione nesse mercado também, tanto como opção de política pública, quanto opção de subsídio para atender cada vez mais clientes.

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7 Comentários escrever comentário »

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Sebastião Farias

14/05/2018 - 02h17

Cara Camila, parabéns por sua capacidade de nos informar e instruir com clareza, sobre temas fundamentais para a sobrevivência da nação brasileira e do Brasil,como é o caso desse Profissional patriota, que orgulha a Engenharia Nacional.
Como a origem de tudo de ruim que nosso povo e nosso país experimentam na atualidade, tem como cerne a corrupção, aliada o desrespeito das instituições à CF; a injustiça que grassa forte de todos os lados; a infidelidade parlamentar da maioria do CN, ao povo que os elegeu; a destruição intencional de um Projeto de Nação Forte e de bem-estar,referendado legalmente pelo povo, Soberana e Não Alinhada; etc,
Tudo isso, nos obriga como cidadão e contribuinte, colaborar com prazer, com sua excelente apresentação da aura e carma de nosso país, o Brasil, ao que, pedimos desculpas pela extensão do texto de nosso comentário que segue abaixo e, que tanto necessita de sua ajuda e de todos que se proponham a para aperfeiçoá-lo e, nesse particular, acho que chegou a vez dos jóvens e estudantes assumirem o protagonismo na defesa do Brasil e de seu povo, antes que seja tarde.
“Para todas as organizações de defesa da cidadania do Brasil, nossa contribuição, quem sabe, da iniciativa de juntas pelo Brasil, lancem a nível nacional, uma Campanha de instrução e Conscientização Popular dos Cidadãos Brasileiros, com petição ao Congresso Nacional para que, esta Casa de Leis, aprove Emenda Constitucional, Disciplinando e detalhando em caráter obrigatório que, todos os parlamentares das áreas Federal/Distrito Federal, Estaduais e Municipais, através de suas Comissões de Fiscalização e Controle-CFCs ou Similares, dos Poderes Legislativos competentes e, no que couber, os TCs afins, monitorem, acompanhem e fiscalizem em tempo real a execução pelos Poderes Executivos competentes, desde o início, até a conclusão final da contratação de obras, aquisições ou prestação de serviços públicos, afins às Políticas Públicas de interesse do povo.
Em função desse novo comportamento prático dos parlamentares, que suas instituições legislativas/Fiscalizatórias/Controladoras, apresentem publicamente à população, Relatórios Bimestrais de Acompanhamento e Avaliação da Execução, detalhando cada Objeto das Políticas Públicas em andamento, para conhecimento e acompanhamento dos cidadãos e contribuintes, do status de cada obra em execução ou executada e/ou status de cada tipo de serviço público prestado pelo Poder Executivo competente, no âmbito dessas Políticas Públicas .
Essa prática cidadã, deve se dar com foco: i) na conformidade da boa e correta aplicação dos recursos públicos: ii) na agilidade dos cronogramas estabelecidos; iii) na qualidade técnica e padrão dos materiais utilizados; iv) na segurança e adequação das obras públicas contratadas; v) na boa funcionalidade das instalações públicas existentes e; vi) na boa e buscando-se, a excelência dos serviços públicos prestados à população; etc,.
Obrigação de todos os Poderes Legislativos, Federal/Distrito Federal, Estaduais e Municipais, de divulgarem em todos os meios de comunicação existentes e que atinjam todos os municípios brasileiros e, que apregoarem em locais públicos de considerada frequência e trânsito de pessoas, Relações nominal dos Parlamentares: Presidente, Secretário e Membros das Comissões de Fiscalização e Controle-CFCs ou Similares, existentes na Câmara Federal, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas Estaduais de cada Estado e nas Câmaras Municipais de Vereadores de cada Município. Da mesma forma, Relação Nominal dos representantes fiscais de acompanhamento de cada Política Pública ou temática existente, dos Tribunais de Contas competentes.
Assim, no âmbito dos serviços públicos, dentre outras, são essas as competências e/ou atribuições fiscalizatórias dos parlamentares e das CPs e/ou CFCs: federal ( Artigos. 44 a 46, associados aos Artigos 49 e seus Incisos IX a XI; 50 e 51 da CF); estaduais ( Artigos 8º; 9º; 29 e seus Incisos XXXVI e XXXVIII; 36; 46 a 49 e 135. exemplo da CE/RO) e municipais (Artigos 47; 48 e seus incisos VII, XVI e XVIII; 49; 50; 73 e 74. Exemplo da Lei Orgânica do Município de P. Velho/RO), por serem elas, auxiliadas pelos TCs, as primeiras instâncias da cadeia pública de Fiscalização e Controle Cidadã.
Para que se tenha noção clara, o que se passa com a gestão pública, a fiscalização e controle proativo no Brasil, hoje, pode ser comparado com uma família, cujo patriarca, ao necessitar realizar uma obra em sua residência, contrata a empresa prestadora dos serviços que, conhecido o projeto, inicia os trabalhos de qualquer jeito, constrói, termina os acabamentos, cobre, pinta, termina o piso, por fim, conclui e entrega a obra.
Agora, duas realidades fictícias para sua avaliação e comparação com o setor público:
i) A empresa, durante o seu trabalho, não foi uma única vez, incomodada pela fiscalização do contratante;
ii) A empresa, durante o seu trabalho, esteve sobre permanente fiscalização do contratante;
Pergunta-se: desses cenários, qual o que não é desejável e, que tem mais chance de resultar em problemas para o contratante? Não há dúvidas de que, é o primeiro ítem, certo?
Pois bem, a gestão de um País, de um Estado ou de um Município, segue o mesmo princípio de uma família. Se a família que tem o Patriarca como gestor e fiscal, as unidades federadas possuem os Poderes Constitucionais e todos os meios legais e físicos, para gerar, planejar, executar, fiscalizar, controlar e produzir boas obras públicas, bons produtos públicos e bons serviços públicos para seus beneficiários, os cidadãos e contribuintes.
Tudo isso, se faz necessário, para que, a população, ou seja, o povo, que é o Patrão de todos, tenha conhecimento de quem é quem e responsável de que, na cadeia pública de fiscalização e controle, interno e externo, do que lhe interessa e, para que saiba a quem se reportar para exigir protagonismo e reclamar.
O povo deve tomar consciência de que, nas reclamações de seu interesse no âmbito do serviço público, em vez de se dirigir ao executor da obra ou prestação de serviço público ( Poder Executivo), deve dirigir-se ao seu Representante e Fiscal Constitucional, para reclamar e se informar até onde, essa autoridade está harmonizada com a situação do objeto, causa da reclamação do cidadão ou omisso em sua função de fiscalização proativa e corretiva.
A justificativa para tudo isso, será: o combate aos corruptores e à corrupção na sua origem; a minimização de desvios de conduta e comportamentos aéticos no serviço público, dos homens e agentes públicos, no exercício da função; concorrerá para a minimização do desperdícios de recursos do tesouro público, daí decorrentes; concorrerá, também, para a eliminação de contratos superfaturados, de da mal versação de recursos públicos, de obras/serviços atrasados e/ou inacabados, de objetos sem sem qualidade; concorrerá ainda, para o aumento da boa e correta funcionalidade e da qualidade das obras e da prestação de serviços públicos à população; etc.
Acho que vocês, cidadãos brasileiros e formadores de opinião, podem muito, melhorarem essas ideias e multiplicá-las, para que todos os cidadãos de nosso país, conheçam e tomem consciência de seus direitos, responsabilidades e de seu Poder Constitucional e, complementado sua iniciativa sobre esses assuntos, se interessando em lê e consultar com maior frequência, as Constituições Federal e a de seu Estado, assim como a Lei Orgânica de seu Município e, para se instruírem e se prepararem para melhor defenderem seus interesse e da Comunidade, bem como reclamarem e cobrarem com maior constância e amparo legal, os Presidentes e Membros das CFCs ou Similares de sua Assembleia Legislativa e/ou Câmara Municipal de Vereadores de seu município
São essas, nossas singelas contribuições e sugestões para a melhoria de nosso ambiente comunitário e, um país que acreditamos e amamos, que é o nosso BRASIL, Terra da Santa Cruz e Coração do mundo e Pátria do Evangelho de Cristo. Façam sua parte amando ao seu próximo e, confiantes na liberdade, na fraternidade, na igualdade e na justiça imparcial, dons de Deus, que não tardarão a se manifestar na defesa de nossa pátria. Que Deus salve o Brasil.
https://www.brasil247.com/p…ância.htm

Sebastião Farias
Um cidadão brasileiro”

Responder

Eulalio Brasil da Silvs

12/05/2018 - 10h30

Boa.
Isso sim. Só acho que ele devia ter uma iniciativa mais capitalista.
Faturamento de 1m e o lucro? Qual é o lucro líquido da empresa? E dívidas? A empresa tem gestão de risco para inadimplência? E a mão de obra, qual é a produtividade? Para aumentar o lucro temos que aumentar a produtividade.

Responder

a.ali

11/05/2018 - 00h04

que rica iniciativa, parabéns!

Responder

Julio Silveira

10/05/2018 - 18h49

Pior é que tem um tipo de gente imbecil, que prolifera no Brasil da diteita, que se acha de uma casta social e intelectual, que costuma afirmar cheio de preconceitos, que aqueles que buscam integrar seus trabalhos com sobrevivencia digna, sem expoliar, fazendo acrescimos sociais, como esse engenheiro (diferente da grande maioria que fazem um mercantilismo predatorio, sem empatia) são Bolivarianos.

Responder

    JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

    11/05/2018 - 12h01

    Isso mesmo chará,não sabem que,não é só na vida de um pobre morador de casse c que existe pessoas mal intencionadas,mas existe também pessoas de bem.
    Como também na política,existe políticos honesto e também políticos desonestos,golpistas.
    E como existe juízes honestos e outros mentirosos.

    Mauro D.

    11/05/2018 - 23h01

    JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

    E tem muitos que acham que porque o cara tem dinheiro, é bem sucedido, isso é o que importa, não quer saber se o modo como conquistou isso foi de forma honesta ou não.Se foi pisando nas pessoas, etc.Que sonegação não é corrupção.

RONALD

10/05/2018 - 16h43

São iniciativas como estas que devem se multiplicar ao infinito. A economia solidária é o melhor caminho e alternativa para o capitalismo abutre em decadência total.
São negócios viáveis e lucrativos, mas visando também o social. É possível, é rentável e vital !!!!!
Parabéns ao Moradigna !!!!

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