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Eleições e ilusões


09/05/2010 - 21h22

Por Marcos Coimbra, do Vox Populi, no Correio Braziliense

Enquanto a grande maioria da população dá sucessivas mostras de estar satisfeita com o governo, continua a existir uma parcela da opinião pública que não. Dentro dela, há quem tenha alguma simpatia por Lula e até enxergue virtudes em seu trabalho, admire sua trajetória ou ria de suas tiradas. Mas não gosta do governo e, quase sempre, tem ojeriza ao PT. São aqueles que aceitam o presidente, mas não querem que sua turma permaneça.

A existência desse tipo de sentimento fica clara nas comparações entre a avaliação do governo e o desejo de continuidade. Nas pesquisas, a proporção dos que o aprovam enfaticamente, dizendo que é “ótimo” ou “bom”, anda na casa dos 75%, e há outros 20% que o consideram “regular”. Somados, beiram os 95%, o que deixa apenas 5% da população para repartir as opiniões de que é “ruim” ou “péssimo”.

Quando, porém, se pergunta a respeito de quanto do que Lula faz gostariam que fosse mantido, mais de 20% dos entrevistados responde que preferiria que houvesse mudanças na maior parte ou na totalidade das políticas. É verdade que a opção por mudanças completas é pequena e corresponde quase exatamente à da avaliação negativa. Ainda assim, deve-se registrar que há mais pessoas que o aprovam (agregando avaliações positivas e regulares) que querendo a continuidade de tudo (desejo de 35% delas) ou da maioria das coisas (40%) que faz.

Para alguns dos que querem mudanças, o gesto de Lula, quando escolheu Dilma para sucedê-lo, soou como bravata. É como se ele a tivesse indicado pelo que ela não tem (experiência eleitoral, carisma, jogo de cintura) somente para afrontá-los. “Inventar” uma candidata como ela seria um arroubo de poder, tornado possível pela escassez de lideranças dentro de seu partido. Querer que ela ganhasse seria, no entanto, ir longe demais, atribuir-se uma missão de altíssimo risco, apenas pelo gosto do desafio e a perspectiva de, obtendo sucesso, infligir uma derrota humilhante ao que resta de oposição.

Cada um desses eleitores olha para Dilma e não a vê como simples candidata, em quem se pode ou não votar em função de escolhas racionais. Para eles, ela é uma espécie de provocação ambulante, a encarnação de tudo de que não gostam em Lula, no PT e no governo.

Enquanto ela permaneceu lá atrás nas pesquisas, o mal era menor. Ao contrário, muitas dessas pessoas ficavam felizes a cada confirmação de que o sonho onipotente de Lula estava ameaçado. Quando, no entanto, ela começou a subir, o quadro se complicou. Não é que o impossível passou a ser provável?

Uma parte relevante da mídia brasileira compartilha esses sentimentos. Na verdade, em algumas redações, estão muitas das pessoas mais extremadas nessa mistura de desaprovação ao lulismo e indignação frente à hipótese de Dilma vencer.

Nenhum problema nisso. Afinal, editorialistas, colunistas e repórteres são também filhos de Deus, e possuem as mesmas prerrogativas das pessoas comuns. Têm todo direito de não gostar do que não gostam.

O que é discutível é permitir que suas preferências interfiram em seu trabalho a ponto de comprometê-lo. Por exemplo, deixando-se levar por elas na hora de informar a opinião pública sobre o que está acontecendo na eleição.

Um tom de indisfarçável torcida marcou o noticiário de abril. Quem leu o que vários órgãos da chamada grande imprensa publicaram só ficou sabendo dos “erros de Dilma” e os “acertos de Serra”, os primeiros provocando o “desespero” de Lula e abalos na coligação governista, os segundos gerando empatia na sociedade e novas alianças políticas. Foi informado de que o saldo disso seriam “novas pesquisas”, que mostrariam o avanço de Serra.

Pode ser que venham, mas ainda não chegaram. O que todas as conhecidas apontam é para um cenário de estabilidade: quando se comparam os resultados do final de março, antes da desincompatibilização, com os do final de abril, nada mudou. No Datafolha, a distância entre Serra e Dilma aumentou um ponto, no Ibope, dois. Ou seja, ficou igual. É o mesmo que indicam outros levantamentos, ainda não publicados. A marola do noticiário não parece ter alcançado, pelo menos por enquanto, a imensa maioria do eleitorado. E será que vai tocá-la nos próximos meses?

Torcer é bom e faz parte da política. Querer que seu candidato vença e os outros percam é um sentimento natural. Mas torcer não rima com informar.

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27 comentários

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O Brasileiro

10 de maio de 2010 às 23h57

Que legal… ver o "economista competente" querer tirar uma casquinha da popularidade do ex-operário que o derrotou nas eleições!
Tss, tss
O PSDB ainda tem uma chance… convocar o Aécio para ser candidato a presidente cooptando o PMDB…
Se conseguir isto, pode até… eu disse até vencer!
Mas, governo por governo, o do Eduardo Campos, com o apoio do Lula, foi melhor do que os de todos os tucanos juntos!

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laura

10 de maio de 2010 às 22h29

Esse cara está puxando o sc .. do PSDB. Ele está dando fazendo um salamaleque para serra e os donos do poder, já que foi colocado de escanteio. Depois dá uma mãozinha para a Dilma. Vende-se para manter fregueses. E dependemos de "institutos" desse como fato politico e intervenção da dispita pólitica e discussão pública no Brasil. Dá medo.

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francisco.latorre

10 de maio de 2010 às 19h22

na classe média encabrestada cresce perigosamente a demonização de dilma.

assustador.

ainda bem que é só um pedacinho do eleitorado.

midiotas teleguiados.

..

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Gerson Carneiro

10 de maio de 2010 às 11h20

Mais que torcer, uma parte relevante da mídia brasileira faz o papel do gandula que atrapalha e interfere no resultado do jogo.

Responder

dukrai

10 de maio de 2010 às 13h49

huuuuuummmm, quer dizer que tem uma parcela importante do eleitorado que gosta do Lula, mas quer mudanças, tipo pós-Lula.
E a mídia da FSP, Força Serra Presidente, não vê que o buraco é mais embaixo, mete a ronca na candidata Dilma, só fala belezura do Vampiro Brasileiro e afasta essa fatia do eleitorado.
O Marcos Coimbra estaria falando de Aócio Never por acaso?
Na sua pose de Gilmar Mendes, o sociólogo e dono de instituto de pesquisas diz que a ação partidária da FSP não deu resultados, comprovado pelas pesquisas e questiona se essa marola terá efeitos nos próximos meses.
Conclui-se, portanto, que Aócio teria sido muito melhor candidato para 2010, o PIG paulista/carioca é um instrumento descartável em eleições e que Aócio Never estará aqui para o Day After.
Eu sempre gostei desse Marcos Coimbra, ele é ótimo, vcs não acham rs?

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    francisco.latorre

    10 de maio de 2010 às 21h54

    mineirismo não tem cura.

    atinge as melhores famílias.

    ..

Milton Hayek

10 de maio de 2010 às 12h28

E a Miriam Leitão(aquela que é metida a economista de pijamas) levou uma patada de José Serra porque sempre quer ser mais realista do que o rei.KKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.tijolaco.com/?p=14271

A voz do dono e o dono da voz

Este negócio de virar “lulista”, somado a acordar cedo alterou o Serra. Embora tenha feito parte de um governo que inaugurou o tempo das taxas estratosféricas de juros, Serra quis parecer defensor de uma baixa nos juros. E aí esqueceu que Miriam Leitão, em público, não pode ser tratada como ele faz em particular. E aí mandou a pata em cima dela: “você e o pessoal do sistema financeiro podem ficar tranquilos” falando sobre não mudar a politica econômicas. Chama de “nervosinhos” os jornalistas. E diz que La Leiton “está dizendo uma grande bobagem”.
A Miriam, depois da bronca da “chefia”, ficou perdida. Não reagiu com a arrogância que faz com outros. Perdeu o rebolado, como dizia a minha avó.

Reproduzo ao em cima o áudio – o barraco começa aos 2′30″, mais ou menos. E vou procurar o vídeo. É puro vale a pena ouvir de novo.

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Roberto Locatelli

10 de maio de 2010 às 12h25

Uma parte dos demotucanos se autoilude com as mentiras de certos institutos de pesquisa.

Uma parte da base aliada se autoilude achando que a eleição já está ganha.

Os dois lados estão errados.

Responder

Marcelo Ramos

10 de maio de 2010 às 12h06

Os jornais vão acabar. Seu poder de manipular diminui e outros jornais já estão ocupando o espaço deixado pela falta de credibilidade dos "grandes" jornalecos. Um componente que faltou – e até compreendo porque tenha faltado, em artigo equilibrado – é a colocação de uma das causas em razão da qual não engolem nem Lula nem Dilma: Lula cortou muitas das tetas pelas quais vazava a grana que alimentava essa mídia corrupta. É por isso, por exemplo, que a Globo literalmente tomou posse de um terreno público em São Paulo, com o aval do governador. Existem muitas outras causas mas o artigo já ponta o essencial.

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Orlando Bernardes

10 de maio de 2010 às 11h32

Eu não acredito em pesquisa eleitoral. Muitos interesses envolvidos. Já vimos vários exemplos no passado – Globope, Data da Folha , ahahahahahah! . Quem acredita em pesquisa neste país é muito inocente. O que interessa é o resultado das urnas ( e ainda temos a possibilidade de fraude pois nossas urnas eletrônicas foram criadas justamente para isto ).

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Otaciel de Oliveira

10 de maio de 2010 às 11h30

SOBRE PROPAGANDA ELEITORAL ANTECIPADA

Liberaração total e imediata da propaganda ELEITORAL, esta é a minha proposta. Deixa Serra, Marina e Dilma e o Lula pregarem o evangelho segundo São Mateus. Se o Serra tem alguma coisa para dizer ao Brasil, que diga. Convide FHC para acompanhá-lo. Mostre que FHC foi melhor governo do que Lula. Diga que vai destruir tudo que Lula fez de ruim e faça duas listas: uma com as coisas ruins que o Lula fez e outra com as coisas boas que FHC (guru e padrinho político do Serra) fez nos seus oito anos de mandato. Agora, cuidado para não cometer a gafe (ah, agora me lembrei, Serra é "engafável") de trocar FHC por HSBC. Diga que é absurdo o PIB crescer 5% este ano. Que o desemprego é uma coisa boa para o consumo e que não tem nada a ver com a violência urbana. Diga que é impossível se construir um país numa área de 8,5 milhões de km quadrados, ou seja numa área do tamanho da Via Láctea "e, portanto, é melhor deixar os ETs tomarem conta disso aqui". Use a máxima que diz "se você não consegue convencer o interlocutor da justeza do seu argumento, confunda-o". De graça, um slogan para a sua campanha: "o caos é a única saída possível para a humanidade".

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Paulo

10 de maio de 2010 às 11h19

Análise boa, algumas premissas falsas, conclusão equivocada. No MT e no ES, apenas para citar algumas das pesquisas recentes, a diferença entre Dilma e Serra é de dez a vinte por cento.

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pereira

10 de maio de 2010 às 11h15

Mas no dia da eleição todo mundo deve votar na Dilma, Porque o psdbdemo é um terror em tudo que faz, e o que vale é o bloso na hora H.

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Flavio Lima

10 de maio de 2010 às 11h03

Lucido.

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Antonio Lyra Filho

10 de maio de 2010 às 09h30

Coimbra foi em cima da ferida.
Torcer e não informar. É o que a mídia vem fazendo.
O direito do jornalista torce é dele, mas tem a obrigação de informar deixando de lado a sua preferência.
Mas o que vem acontecendo é o uso do direito de ser jornalista para distorcer, e destruir reputações.
A crapuça cabe em muitas cabeças.

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Pedro Luiz Paredes

10 de maio de 2010 às 08h15

5 de Julho é o primeiro dia D para a disputa política do primeiro turno. Teremos todas as alianças formadas, o povo estará mais atento à campanha e daí em diante veremos como o eleitorado vai se comportar com as pautas que são colocadas até então.
É claro que tudo pode mudar de uma hora para outra mas, essa data vai definir que eleitor esta com Lula de ante mão.
Ao mesmo tempo veremos o quanto esse esforço da mídia corporativa influenciou os que não eram nem Serra e nem Dilma.
Se o Serra não cair nas pesquisas até lá significa que a mídia vai continuar com o jogo sujo e bombardear Dilma como nunca antes, e isso a priori até o começo do programa eleitoral gratuito (fim da segunda fase).
Veja que os tucanos ainda não definiram o discurso e por isso são previsíveis; creio saber que irão agir dessa maneira.
Acabando essa segunda fase e entrando na terceira, que é o inicio da programação eleitoral em horário nobre, farão novamente um balanço da situação e aí sim definirão o discurso a ser seguido, isso porque não querem cometer o mesmo erro que Alckimim na eleição passada.
Dependendo da percepção do eleitorado eles definirão se vão ser "pró" ou contra Lula, se Serra será apaziguador(o que duvído) ou no ataque, continuístas ou oposicionistas. Se continuarem em cima do muro como "biruta de aeroporto" a Dilma pode começar a comemorar.
Se por acaso essa imagem de Serra como anjo de presépio colar (ou se eles acreditarem que colou) a Dilma leva também, porque na última hora o povo lembra que político é tudo igual e passa a ficar receoso da mudança.
É claro que a Dilma vai ter que fazer a parte dela nos debates e programas, o que acredito que fará pois já deu amostras disso sendo combatente até então.
A única maneira de Serra ganhar essas eleições é se na primeira fase que citei eles conseguirem se desligar de Fhc e desligarem fortemente Dilma de Lula (ou se ele não conseguir se ligar mais a Lula), se na segunda abrirem um pouco da Dilma nas pesquisas batendo nela todo dia, na terceira fase bater um pouco mais e, principalmente, ficar imune às represálias de Dilma, que são tentadoras para o eleitorado de Lula tomar partido definitivo dela.
Essa última parte também vai depender da habilidade de Dilma e sua equipe em não aparecer exagerada no contra ataque e se manter focada em aperfeiçoar as duas características que citarei a seguir.
O povo estará atento ao conteúdo do que ela fala, isso porque é desconhecida e tudo mais. Querem adquirir confiança nela e para isso exigem o mínimo de carisma e firmeza. Nesse ponto ela estará numa balança gangorra. Se faltar do lado da carisma tem que sobrar confiança, e se faltar confiança tem que sobrar carisma. Se faltar um pouco dos dois a eleição é da banca.
A banca eu não preciso detalhar que são todos os que julgam ela diariamente.
O resumo disso tudo que não passa de uma mera opinião é que só depende dela para se eleger.
O Lula vai ter um papel coadjuvante nisso tudo até a reta final, e não adianta ele tentar se ingerir antes. Digo isso tanto pelo fato de que o brasileiro ainda é muito volúvel apesar de Lula negar dizendo que o Brasileiro saberá escolher com responsabilidade, como pelo fato de que qualquer participação que ele tenha será mais bombardeada do que a própria candidata, e isso afasta ela de Lula e não os aproxima como possa-se pensar.
Prefiro acreditar que o presidente esta certo e que o povo saberá escolher com responsabilidade (lado torcedor). Mas só acredito vendo!

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Alexandre Tambelli

10 de maio de 2010 às 01h59

O Marcos Coimbra fez uma análise bem lúcida do desenrolar dos fatos inerentes à eleição de 2010! Ele acertou! Realmente, quando a DILMA começou a crescer nas pesquisas a oposição mudou o discurso; criou estratégias para minar a possibilidade de colar a imagem da DILMA com a do Presidente LULA com representações ao TSE; com ajuda da mídia radicalizou nas críticas à candidata e escondeu qualquer obra do governo LULA!

Responder

Milton Hayek

10 de maio de 2010 às 03h50

A Folha de São Paulo reclama do "rombo da previdência"(que nós sabemos ser mais uma bobajada neoliberalóide) mas deve mais de TRÊS MILHÕES DE REAIS PORQUE NÃO RECOLHE A PREVIDÊNCIA DOS SEUS FUNCIONÁRIOS!!!É MUITA CARA DE PAU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 9 de maio de 2010

Folha provoca rombo de milhões na Previdência com calote, mas coloca a culpa em Lula e no funcionalismo

O rombo na previdência da empresa dona da Folha de São Paulo, em fevereiro deste ano era de R$ 3.740.776,10.

Mesmo assim Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo), tem a cara-de-pau de querer fazer terrorismo como o "déficit da previdência", colocando a culpa no funcionalismo público, e em Lula, por conceder aumentos reais aos aposentados e ao funcionalismo civil e militar, cujos salários acumulavam perdas nos governos demo-tucanos.

Se essas empresas pagassem a previdência em dia, sem dar o calote, não haveria o chamado "déficit" para ficar escrevendo a respeito, e as aposentarias poderiam ter reajuste maiores.

A empresa dona do jornal que integra a lista de grande devedores do INSS é:
EMPRESA FOLHA DA MANHA SA
CEI/CNPJ raiz: 60.579.703/0000-00
Total em fevereiro de 2010: R$ 3.740.776,10
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010

Responder

Ramon

10 de maio de 2010 às 03h20

Aham… Qual a culpa dele, qual o crime por ser cunhado? Prefiro refutar argumentos antes de tentar desqualificar as pessoas…

Responder

beattrice

10 de maio de 2010 às 03h06

Azenha,
o clima de torcida organizada pró-Zé Trolloló é indisfarçável em diversos meios de comunicação, CBN e GLOBONEWS dois exemplos contundentes.
Durante os supostos comentários políticos, que são mais conselhos ao Zé para ganhar do que comentários, a turma do Prêmio Cabot surta diariamente, lamentando e fazendo sugestões a cada vacilo bicudo, e vibrando e comemorando os supostos resultados positivos dele em pesquisas.

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Tweets that mention Eleições e ilusões | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

09 de maio de 2010 às 22h58

[…] This post was mentioned on Twitter by walter torres. walter torres said: Pesquisar, informar e torcer – coisas incompativeis com a realidade https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/eleicoes-e-ilusoes.html […]

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Yara Baños

10 de maio de 2010 às 01h51

Torcer não rima com informar
Rima com distorcer…

Responder

Edson

10 de maio de 2010 às 01h25

Ainda bem que a "Grande Imprensa" não é a maior torcida.

Responder

Melissa Costa

10 de maio de 2010 às 01h24

Marcos Coimbra tem os pés bem fincados no chão. E entende do que fala. Dilma será eleita porque só ela representa a continuidade do Governo Lula. E deixemos de bravata. Tudo indica que sim. Mariana e Serra não tem como falar mal do Governo Lula. Ao contrário, o discurso deles é de dar continuidade ao que deu certo. No geral é um Governo com aprovação popular recorde. Deu certo. Queiramos ou não Lula é o melhor presidente que já tivemos. Como Seera e Marina vão se apresenta como mudancistas? Pra que? Não são malucos. Acontece que Dilma pode dizer que construiu esse governo tijolo por tijolo. Então, por que trocar o certo pelo duvidoso? É assim que o povão vai reagir.

Responder

Danilo

10 de maio de 2010 às 00h33

Cunhado do Collor

Responder

    Sagarana

    10 de maio de 2010 às 02h05

    Não, filho do cunhado do Collor. Mas e daí? Para mim importa mais o que ele diz do que quem ele é. E o artigo na minha opinião é correto.

    Nilton

    10 de maio de 2010 às 11h35

    Olá Danilo, vct á equivocado, é só um homônimo, ou seja, eles têm o mesmo nome.


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