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No 7 de Setembro, Jair de Souza recuperou a esperança ao ver resistência das mulheres no Anhangabaú
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No 7 de Setembro, Jair de Souza recuperou a esperança ao ver resistência das mulheres no Anhangabaú


08/09/2021 - 16h45

O curto caminho que me levou da tristeza profunda à esperança

Por Jair de Souza*

Neste 7 de setembro, o dia tinha amanhecido cheio de incertezas. Nos últimos dias, tivemos de suportar uma enorme carga de pressões que visavam nos afastar dos atos populares de rua programados para a data.

Por um lado, Bolsonaro havia convocado atos de força para o mesmo dia e havia posto em funcionamento toda sua máquina política miliciano-fascista para ajudá-lo a levar vantagens em sua disputa contra o STF, em sua pretensão de aferrar-se ao comando do governo nacional sem precisar submeter-se à eventualidade quase segura de ser derrotado por Lula nas próximas eleições.

Esta ameaça de um golpe de força por parte de Bolsonaro não era algo carente de importância.

Afinal, estavam ativamente engajados como apoiadores e articuladores dessa medida de força os principais representantes do agronegócio e do capital financeiro.

Portanto, rios de dinheiro foram disponibilizados para a elaboração e concretização dos planos de ocupação das ruas de Brasília e de São Paulo pelas hostes do nazibolsonarismo.

Com os recursos de que dispõe, o bolsonarismo havia lançado pelas redes sociais da internet uma gigantesca campanha de intimidação para acuar a militância de cunho popular.

Sendo assim, nos últimos dias, só se falava na presença de milicianos armados nos atos programados e, além disso, que contariam com a colaboração de muitos elementos ativos das corporações policiais e militares.

Se isso de por si já não fosse suficiente para cumprir o papel de aterrorizar a militância de esquerda, também apareceram em canais e redes progressistas várias personalidades que se dedicaram a desestimular a participação de nossa militância nos eventos programados para o chamado Grito dos Excluídos.

Ainda que possa ter sido de modo involuntário, esse apelo desmobilizador vindo de nosso próprio seio teve até maior peso na função de amedrontar nossas forças do que o trabalho deliberado nesse sentido por parte dos bolsonaristas.

Levando-se em conta que a realização das manifestações populares tinha sido democraticamente deliberada pelos responsáveis das entidades populares participantes no fórum de luta que as une, a atuação desmobilizadora de certos comunicadores do campo progressista deve ser entendida como profundamente negativa e contrária aos interesses que todos dizemos representar.

Se tivessem se limitado a defender posição contrária tão somente até a tomada de decisão pela coordenadora dos movimentos, poderíamos entender e aceitar a atitude. Mas, depois da deliberação ter sido tomada, não!

Em vista do anteriormente exposto, persistia a incerteza do que poderia advir de nossa participação nos atos de luta.

Foi imbuído desse sentimento que desci do ônibus próximo à Praça da Sé, em São Paulo, e me pus a percorrer o curto caminho que a liga ao Vale do Anhangabaú, onde pretendia me congregar.

E foi nesse transcurso que uma profunda tristeza me acometeu.

Fazia alguns anos que eu não repisava aquelas ruas pelas quais trilhava constantemente no tempo em que trabalhava como office-boy naquela região da cidade.

Nunca havia visto tanta miséria e tanto sofrimento humano acumulado como agora constatei.

Não deu para conter a tristeza que tomou conta de meu coração.

Como tinha sido possível deixar que as ruas da principal cidade de nosso país estivessem repletas de seres humanos sobrevivendo em condições piores às de animais abandonados?

Gente de todas as idades, de crianças de poucos anos a idosos esgotados, estirada ao léu pelas calçadas, tratando de se acercar rapidamente a qualquer um que por lá se aventurasse em busca de alguma ajuda para saciar a fome.

Seria preciso estar desprovido de nenhum sentimento de humanidade para não sofrer um choque de tristeza com aquelas cenas.

E a dor e a indignação se tornaram ainda mais agudas ao recordar que, há pouco mais de 5 anos, tínhamos reduzido significativamente o nível de miséria em nosso país e que cenas como as que eu estava presenciando agora eram então muito raras.

E foi sob tamanha tristeza que apertei o passo até alcançar o ponto de concentração dos manifestantes.

No entanto, tão logo ao chegar, como num passe de mágica, a esperança de conquistar um mundo melhor, mais justo e mais solidário, voltou a ganhar força em meu interior.

Ali, pude me deparar com muitos outros que deviam ter passado pelas mesmas incertezas que me haviam atingido no início da jornada.

Senti um grande alívio ao comprovar que eu não tinha sido o único a resistir às pressões imobilizadoras.

Mas, o que mais me ajudou a recobrar a confiança foi a singela apresentação rítmica que estava sendo feita pelo grupo de bateria do movimento feminino.

Não consegui segurar a emoção ao ver como um grupo de mulheres tão diversificadas pareciam atuar com tanto espírito de solidariedade, entusiasmo, dedicação e empatia, como se cada uma fosse parte integrante de um único corpo, o corpo de nosso povo brasileiro.

Pude ver na linha de frente, segurando com suas mãos a ampla faixa de apresentação da agrupação, uma jovenzinha de ascendência japonesa ladeada por uma negra e por outra branca.

Atrás da faixa, várias outras de todas as idades e tipos raciais, tocando com fervor e emoção os instrumentos que marcavam o ritmo do momento.

Pode ser que isto seja nada mais do que uma expressão de pieguice que me acometeu, mas não posso deixar de dizer que a partir daquele momento me senti revigorado para continuar a luta em busca desse sonho de um mundo onde não haja discriminação nem opressão de uns seres humanos contra outros.

Recobrei a confiança, pois senti que com o engajamento sincero de gente como aquela que eu tinha junto a mim naquele momento, seria possível sonhar em pôr fim ao sofrimento tão cruel daqueles tantos outros que eu tinha acabado de presenciar a poucos metros dali.

*Economista formado pela UFRJ; mestre em linguística também pela UFRJ





20 comentários

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Zé Maria

10 de setembro de 2021 às 23h38

“Marcha das mulheres indígenas hoje em Brasília.
Cinco mil mulheres marcham na Esplanada
contra o Marco Temporal, a pauta anti-indígena
do Congresso Nacional e o governo Bolsonaro,
que ameaça os direitos dos povos indígenas.
Estamos com elas!”

Gleisi Hoffmann
Deputada Federal (PT=PR)
Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores
https://twitter.com/Gleisi/status/1436482336930074653
.
.
Notícias STF
“Ministro Fachin considera que posse da terra indígena
é definida por tradicionalidade, e não por marco temporal”

O ministro é relator do Recurso Extraordinário (RE) 1017365,
que discute a definição do estatuto jurídico-constitucional
das relações de posse das áreas de tradicional ocupação
indígena e desde quando deve prevalecer essa ocupação,
o chamado marco temporal.

Direitos Fundamentais
Único a votar na sessão de hoje (09/09), Fachin argumentou que a teoria do marco temporal desconsidera a classificação dos direitos indígenas como fundamentais, ou seja, cláusulas pétreas que não podem ser suprimidas por emendas à Constituição.
Para o ministro, a proteção constitucional aos “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam” não depende da existência de um marco nem da configuração do esbulho renitente com conflito físico ou de controvérsia judicial persistente na data da promulgação da Constituição.

Para o relator, essa corrente de pensamento ignora que a legislação brasileira sobre a tutela da posse indígena estabeleceu, desde 1934, uma sequência da proteção nas Cartas Constitucionais e que agora, “num contexto de Estado Democrático de Direito, ganham os índios novas garantias e condições de efetividade para o exercício de seus direitos territoriais, mas que não tiveram início apenas em 5 de outubro de 1988”.

Vida Digna
Segundo Fachin, os direitos territoriais indígenas, previstos no artigo 231 da Constituição, visam à garantia da manutenção de suas condições de existência e vida digna, o que os torna direitos fundamentais. Segundo o mesmo dispositivo da Constituição, a posse tradicional indígena é distinta da posse civil e abrange, além das terras habitadas por eles em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.
“No caso das terras indígenas, a função econômica da terra se liga, visceralmente, à conservação das condições de sobrevivência e do modo de vida indígena, mas não funciona como mercadoria para essas comunidades”, ressaltou.

Tradicionalidade
O ministro assinalou que a demarcação é um procedimento declaratório do direito originário territorial à posse das terras ocupadas tradicionalmente por comunidade indígena.
O laudo antropológico, previsto no Decreto 1.776/1996, é elemento fundamental para demonstrar a tradicionalidade da ocupação de uma determinada comunidade, segundo seus usos, costumes e tradições.

Redimensionamento
Em relação à possibilidade do redimensionamento de uma terra indígena, Fachin argumentou que, se demonstrada flagrante inconstitucionalidade no cumprimento das normas constitucionais para a demarcação, não há vedação para que o processo seja refeito, desde que seguido o procedimento administrativo previsto no Decreto 1.775/1996.

Direito Originário
O caso concreto que originou o recurso diz respeito à reintegração de posse requerida pela Fundação do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (Fatma), atual Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás (SC), declarada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) como de tradicional ocupação indígena.
No recurso, a Funai contesta decisão do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), que entendeu não ter sido demonstrado que as terras seriam tradicionalmente ocupadas pelos indígenas e confirmou a sentença em que fora determinada a reintegração de posse ao órgão ambiental.

Fachin votou pelo provimento do recurso para anular
a decisão do TRF-4, que, a seu ver, não considerou
a preexistência do direito originário sobre as terras,
conferindo hierarquia ao título de domínio enquanto prova
da posse justa, sem proporcionar à comunidade indígena
e à Funai a demonstração da melhor posse.

Etnocídio
Para o relator, autorizar, à revelia da Constituição, a perda da posse das terras tradicionais por comunidade indígena significa o progressivo etnocídio de sua cultura, pela dispersão dos índios integrantes daquele grupo, além de lançar essas pessoas em situação de miserabilidade e aculturação.
Seria, a seu ver, negar-lhes o direito à identidade e à diferença em relação ao modo de vida da sociedade envolvente, “expressão maior do pluralismo político assentado pelo artigo 1º do texto constitucional”.

“Não há segurança jurídica maior que cumprir a Constituição”, concluiu.

O julgamento continuará na próxima quarta-feira (15),
com o voto do ministro Nunes Marques.

Íntegra:
http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=472697&ori=1
http://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5109720

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Luciana de Souza

09 de setembro de 2021 às 21h26

Fui ao Ato contra a esse Genocida Miliciano no Centro do Rio de Janeiro sem medo de ser feliz, é através do povo nas ruas que teremos vitória contra essa corja de bandidos que tomaram o Brasil de assalto. Povo Unido, ninguém solta a mão de ninguém, pra frente é que se anda. As forças bolsonaristas tentaram nos intimidar, ninguém segura um povo sofrido imbuído de esperança no peito por um Brasil livre das forças do mal. #ForaBolsonaro.

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 03h18

Então era isso. A empáfia do Ze Trovão é porque ele acreditava que Bolsonaro ia dar o golpe fechando o STF e ele ia escapar das garras da lei assim como filhos criminosos dele – Bolsonaro – e todos os envolvidos no processo das fake news. Mais a providência divina está no controle. Ainda bem que temos um ministro com colhoes no STF.

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 02h28

A propósito, Ze Trovão acabou de publicar outro vídeo agora de madrugada complicando ainda mais a situação do mito reizinho.

Bem que eu tenho avisado que vocês não sabem do que esse homem é capaz.
Aliás, eu avisei para ele logo depois das eleições com o codinome Sandra Rota no blog Tijolaco que ele ia voltar de ré a rampa do Planalto
desonrado com toda a sua família por ter tomado de assalto o poder no Brasil. .
O senhor não perde por esperar capitão e nem aqueles que lhe apoiam porque sua desonra vai respingar em todos, coisa que eu também já tinha avisado mais de uma vez. Quem anda com os porcos charfunda na lama.

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 02h01

Complementando o comentario anterior:
Registrem mais: Ze Trovão disse as datas em que foram convovados e ainda disse: ‘Nós vamos trancar tudo porque estamos do lado do senhor’.
E aí Aras, a festa de ontem foi cívica mesmo?

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 01h19

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-ze-trovao-se-revolta-com-bolsonaro-apos-pedido-para-caminhoneiros-liberarem-estradas/

Registrem a fala: ‘o senhor está nos convocando desde o início do ano’ e guardem o vídeo para ser oportunamente colocado como prova dentro de um processo de impecheament.

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 01h07

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/09/bolsonaro-diz-que-bloqueios-atrapalham-economia-e-pede-que-caminhoneiros-liberem-vias.shtml

Considerando que eu estou com as baterias carregadas hoje, eu digo: o senhor percebeu que o tiro ia sair pela culatra outra vez, capitão? Ou alguém inteligente no seu maldito governo o alertou ? Será que foi assim que vocês bolsonaristas mais radicais recuaram do plano de produzir confrontos, tumultos e balbúrdia nas manifestações de 7 de setembro para o reizinho decretar estado de defesa ou de sítio? Afinal, é certo como dois e dois são quatro que o imbecil reizinho de vocês seria responsabilizado assim como será responsabilizado por esse movimento de caminhoneiros que fatalmente prejudica a já combalida economia no país. Não se iludam senhores democratas. Não aconteceu nada ontem e tudo acabou sendo pacífico porque eles recuaram. Simples assim.

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Henrique martins

09 de setembro de 2021 às 00h46

Analisem comigo: os bolsonaristas defendem vigorosamente o regime da monarquia e admiram profundamente a figura de Dom Pedro II a ponto de um presidente de tribunal de justiça que é bolsonarista mandar hastear a bandeira do Império no prédio da corte que preside.
Ora, somadas as obsessões dessa turma delirante com Bolsonaro e a monarquia a que conclusão podemos chegar minha gente?
Em outras palavras: descobri que o plano objetivo e oculto dos bolsonaristas – pasmem! – é transformar Jair Bolsonaro não propriamente em um ditador mais em REI do Brasil. Acontece que um rei pode tudo, inclusive ser tirano. Né mesmo?
Meu Deus!
Demorei mais descobri. Portanto, pode espernear à vontade turma delirante. Eu lhes digo mais: Que o mito rei de vocês tem uma doença mental eu sei e desconfio até qual seja. Agora, o que eu tenho que descobrir é qual a doença mental que acomete alguns de vocês que deixaram suas
mentes serem lavadas.

Digo ‘alguns de vocês’ porque políticos e militares que estão alinhados ou exercendo cargos no governo não passam de criaturas
oportunistas.
Mais não se iludam senhores delirantes. Se eu descobrir qual é a doença mental que vocês têm eu vou dizer aqui no blog com requintes de detalhes. Hah isso eu vou mesmo.

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Zé Maria

08 de setembro de 2021 às 23h29

BolsonaroGenocida é o Ápice do Golpe de 2016.

Para Não Cair No Esquecimento Histórico:

“DEMOCRACIA EM VERTIGEM”

https://pirescarol.com/2020/08/01/533/
https://democraciaemvertigem.com/
https://www.netflix.com/br/title/80190535

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Zé Maria

08 de setembro de 2021 às 23h04

“Reunimos 9 partidos
(PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB, PV, Solidariedade, Rede e Cidadania)
p/ debater próximos passos do movimento pelo impeachment
e construir gde ato nacional unificado c/ os q defendem a democracia:
partidos, movimento sindical, social, p/ dizer: Fora Bolsonaro”
“Enquanto construímos esta grande manifestação de unidade pela democracia,
pelo Brasil e pelos direitos do povo, incentivamos todos os atos que forem realizados
em defesa do impeachment.
O país está cobrando a responsabilidade do presidente da Câmara pela abertura
dos processos”
“Convidamos outros partidos, especialmente os que têm
origem na luta pela redemocratização, para se juntar a nós
nesta jornada pela Democracia e pelo Brasil.
Não se trata de aderir a atos já marcados,
mas de construirmos juntos o caminho.”

Deputada Federal Gleisi Hoffmann
Presidente do Partido dos Trabalhadores (PT)
https://twitter.com/gleisi/status/1435760823021056004
https://twitter.com/gleisi/status/1435650335498981380

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Henrique martins

08 de setembro de 2021 às 22h48 Responder

Wellington Henrique

08 de setembro de 2021 às 21h51

O mundo nasceu da barriga delas.

Responder

Henrique Martins

08 de setembro de 2021 às 21h46

SOCIOPATIA
O transtorno em si é marcado por um padrão repetitivo de comportamento sempre inconformado com as normas sociais e até mesmo com as leis. Assim, as ações de um indivíduo que tem a doença são sempre contrárias ao bom convívio e respeito.

Como reconhecer um sociopata?

No dia a dia, a melhor maneira de reconhecer um sociopata é através da observação. Logo, é preciso fazer uma análise cuidadosa de suas palavras e, principalmente, seu comportamento para identificar uma possível sociopatia.
Principais características de um sociopata:
• Não se importar com o sentimentos dos outros;
• Raramente ser capaz de ter empatia;
• Ignorar regras sociais e normas legais;
• Desconhecer o sentimento de culpa;
• Não aceitar punição ou não aprender com ela;
• Ter problemas para aceitar crítica e não fazer autocrítica;
• Colocar sempre a culpa nos outros;
• Dificuldade para construir relacionamentos duradouros;
• Baixíssimo nível de paciência;
• Buscar o poder e o prazer a qualquer custo;
• Não se incomodar em mentir;
• Falta de senso para o perigo;
• Comportamento antissocial, exceto quando tem segundas intenções.

Pois então. Alguém reconhece aqui o perfil do senhor Jair Bolsonaro?

Responder

Henrique Martins

08 de setembro de 2021 às 21h33

https://www.brasil247.com/brasil/deputado-denuncia-bolsonaro-esta-por-tras-da-paralisacao-dos-caminhoneiros-para-decretar-glo

O interessante é que o homem não espera eu nem molhar o bico.
Vocês continuam não sabendo do que esse homem é capaz.
NÃO O SUBSTIMEM!.
Ele se julga acima do bem e do mal. Se julga ungido por Deus quando tem o diabo como conselheiro soprando-lhe aos ouvidos. Em certos tipos de doenças mentais as pessoas têm alucinações e ouvem vozes mesmo. Uma delas é a esquizofrenia paranoide. No elenco do diagnóstico de sua doença mental estão incluídas: a paranóia, a sociopatia ou uma esquizofrenia paranoide.

Responder

Zé Maria

08 de setembro de 2021 às 20h58

https://pbs.twimg.com/media/E-nq0lFXEAk_uao?format=jpg

“A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade
realiza entre os dias 7 e 11 de setembro a 2ª Marcha Nacional das Mulheres
Indígenas, em Brasília.
Com o tema “Mulheres Originárias: ReflorestandoMentes para a Cura da Terra”.”
#MulheresBiomas
https://twitter.com/ApibOficial/status/1434936176771731460
https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/mulheres-indigenas-ocupam-brasilia-para-reflorestar-mentes-e-curar-a-terra-leia-o-manifesto-das-primeiras-brasileiras.html

Responder

Zé Maria

08 de setembro de 2021 às 20h37

NOTA DA CUT : (https://t.co/rxbcaTmh5O)

A direção da CUT divulgou um comunicado à imprensa nesta quarta-feira (8)
para informar que “não participará, não convocará e não faz parte da organização
de nenhuma manifestação/ato, anunciada para o próximo dia 12 de setembro”.

Este ato foi convocado por grupos de direita, como MBL e Vem Pra Rua,
que contribuíram com o golpe de 2016, que foi contra o Brasil e os brasileiros,
e que culminou com a eleição de Jair Bolsonaro.
Desde então, além das crises social, econômica e sanitária, a classe trabalhadora
vem sofrendo uma série de ataques contra seus direitos.

No aviso à imprensa, a direção da Central reforça seu compromisso com a pauta
da classe trabalhadora, por empregos de qualidade, salário e renda.

Ressalta ainda, a luta contra toda e qualquer proposta de retirada de direitos
dos trabalhadores e trabalhadoras, contra as privatizações, contra a Proposta
de Emenda à Constituição (PEC) nº 32, da reforma Administrativa,
que desmonta o serviço público, contra a fome e a carestia.

Confira a íntegra do aviso:

“Aviso à imprensa sobre 12/09”

A CUT, maior central sindical da América Latina, não participará, não convocará
e não faz parte da organização de nenhuma manifestação/ato, anunciada
para o próximo dia 12 de setembro.

A CUT defende a pauta da classe trabalhadora por empregos de qualidade,
salário, renda, trabalho decente.

Luta contra toda e qualquer retirada de direitos, contra as privatizações,
contra a PEC 32, que desmonta o serviço público, contra a fome, a carestia.

Defende a vida, a soberania e a democracia.
Luta contra o governo genocida, criminoso e incompetente de Jair Bolsonaro,
que colocou o Brasil na maior crise política, econômica, sanitária e institucional
da sua história recente.

Vacina no braço, Comida no prato!

#ForaBolsonaro

https://www.cut.org.br/noticias/cut-nao-participa-do-ato-contra-bolsonaro-marcado-para-o-dia-12-de-setembro-6ffc

Responder

Henrique Martins

08 de setembro de 2021 às 17h12

https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/depois-do-7-de-setembro-jair-de-souza-recuperou-a-esperanca-ao-ver-resistencia-das-mulheres-no-anhangabau.html

Também percebi um sentimento covarde de parte do campo progressista que se deixou intimidar pelas ameaças dos bolsonaristas. Fui à manifestação à minha cidade sem medo nenhum e acertei porque tudo não passou de blefe dessa gente que vive de fake news. Fiquei feliz de ter encontrado pessoas .lá que como eu não temem ameaças ou intimidações. O fato é que mesmo em menor número nós não deixamos os bolsonaristas reinarem sozinhos nas ruas. Palmas para nós. Não se consegue manter um regime democrático de pé sem a coragem de enfrentar nazifascistas nas ruas.

Responder

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