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China bloqueia palavra “Egito” na versão local do twitter


29/01/2011 - 18h05

da Associated Press, reproduzido na Al Jazeera

O Egito não está trending na China

Beijing bloqueia busca por “Egito” no microblog depois dos protestos

A China bloqueou a palavra “Egito” no popularíssimo serviço local similar ao twitter, ao mesmo tempo em que a cobertura dos protestos políticos ocupa espaço restrito na mídia estatal.

O Partido Comunista chinês é sensível a qualquer fonte potencial de rebelião social.

Uma busca por “Egito” no serviço de microblogs Sina resulta numa mensagem que diz, “de acordo com as leis, regulamentos e políticas relevantes, os resultados desta busca não são mostrados”.

O serrviço tem mais de 50 milhões de usuários.

Notícias sobre os protestos no Egito ficaram limitadas a alguns parágrafos e fotos no interior dos principais sites de notícias, mas a Televisão Central Chinesa mostrou uma reportagem em seu noticiário vespertino.

O Ministério das Relações Exteriores da China não respondeu a um pedido feito sábado para comentários a respeito dos eventos no Egito.

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37 comentários

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Almeida Bispo

30 de janeiro de 2011 às 21h24

Eu não sei se devo lamentar tal atitude chinesa ou comemorar. É que às vezes eu também tenho medo. Medo só de imaginar um turbilhão de mais de um bilhão e meio de seres em franca ebulição social, e o que isso poderia causar ao resto da humanidade. Todo militarismo… o belicismo americano está associado a dois males de origem das ex-colônias: a idéia da guerra permanente impressa na cabeça dos americanos nacionalistas; e a falta de lideranças fortes (meio contraditório com a Democracia), que empurram os políticos a buscarem satisfazer os instintos mais bestiais de conquista permanente. Tem que estar sempre em guerra. E os Estados Unidos tem menos de um quinto da população chinesa…

Responder

    Roberto Locatelli

    31 de janeiro de 2011 às 11h06

    Você prefere que um bilhão de seres humanos passe toda sua vida na miséria, sob o jugo de uma ditadura sanguinária? Mui amigo…

O_Brasileiro

30 de janeiro de 2011 às 19h34

Conhecer o passado para entender o presente e planejar o futuro.
Só para lembrar, a China, antes da 2ª Guerra Mundial era um país fragmentado, que vivia sob a ameaça do imperialismo (não confundam com o Império!) japonês. Na guerra Sino-Japonesa (1937-1945) morreram mais de 20 MILHÕES de chineses. E o país ainda teve que suportar uma guerra civil. E ai, só ai então é que os comunistas alcançaram o poder num país que, se for fragmentado novamente, será alvo fácil para os neo-liberais, que usam "mão de obra barata" nos países pobres e ainda sugam os habitantes do 3º mundo com preços extorsivos para sustentar o alto padrão de vida da "mão de obra cara" em seus próprios países, principalmente os executivos!!!
(Pagamos o dobro por um carro ou computador aqui no Brasil se compararmos os mesmos produtos nos EUA e na Europa.)
O sonho de muitos países é ver a China se fragmentar como aconteceu com a extinta União Soviética!
Afinal de contas, ele primeiro fatiam, e depois vendem os pedaços!

Responder

Marcos W.

30 de janeiro de 2011 às 18h13

O povão é mesmo burro em todos os lugares!Não tem nada hoje,e amanhã,quando alguma coisa sair errada,paga a conta daquilo que nunca teve!

Responder

Tiago Tobias

30 de janeiro de 2011 às 15h21

Um bom documentário que revela a super exploração dos trabalhadores chineses é o China Blue. É um fiel relato sobre as condições de trabalho em fábricas de jeans no sudoeste do país
http://www.youtube.com/watch?v=DUH36MbqcLw
http://www.youtube.com/watch?v=HMRFEa6Pt6Y&fe
http://www.youtube.com/watch?v=-4m0q9ukyz4&fe
http://www.youtube.com/watch?v=nrx98gSrR4o&fe
http://www.youtube.com/watch?v=v-FwKbSyb4g&fe
http://www.youtube.com/watch?v=SXChMaW-IoI&fe

Responder

adhemar

30 de janeiro de 2011 às 14h57

minha conclusão! deus não é brasileiro,mais esta no brasil foragido assim como muitos escolhem aqui,pra se esconder,ou fugir de perseguições,pra nossa sorte ele nós ajudou a livrarmos do serra,como estão tentando os egipicios a se livrar de sua mala

Responder

Roberto Sa

30 de janeiro de 2011 às 14h48

Não conheço um chinês que tenha vontade de voltar para a China. Muito pelo contrário, todos os chineses do meu conhecimento tem pavor só de pensar em voltar para a China, mas nenhum deles esclareceu os motivos disto. Será que alguém sabe?

Responder

Davi

30 de janeiro de 2011 às 14h32

Pior é que é isso mesmo que o Gustavo disse, à custa de trabalho quase escravo é que a China crece, grande vantagem essa! ja pensaram neles dominando o mundo????

Responder

@orivaldog

30 de janeiro de 2011 às 12h42

Estou cada dia mais convencido de que o melhor governo é aquele que não existe.

Responder

Martin

30 de janeiro de 2011 às 10h53

Apoiado !!

Responder

Fabio SP

30 de janeiro de 2011 às 10h32

"Longa vida aos Estados Unidos"

Era uma vez um velhinho, nos tempos dos czares russos, que em um protesto em Moscou, enquanto a multidão gritava "Morte a Ivan III", ele gritava "Longa Vida a Ivan III". Indagado pelos protestantes o porquê dessa atitude, ele explicou: "Conheci Ivan I, ele era ruim, Conheci Ivan II, pior que Ivan I, e esse Ivan III é terrível, mas tenho muito, mas muito medo de Ivan IV".

Assim, tenho muito medo de quem vem para suceder os Estados Unidos, ou seja, a CHINA.

Responder

    Otto

    30 de janeiro de 2011 às 15h10

    Besteira. Os Estados Unidos, desde 1945, tem assentado o seu poder global através de golpes de estado, apoio a ditaduras sanguinárias, cospiração, guerras, invasões etc. A China, desde os anos 90, pelo menos, pode ser considerada potência global, e tem, de fato, "colonizado" seu entorno na Ásia e mais tarde a África, mas sem lançar mão dos mesmos expedientes estadunideneses. Um mundo hegemonizado pela China será menos pior do que pelos Estados Unidos.

    Marcos Neves

    30 de janeiro de 2011 às 15h38

    Putz, uma obra a favor de "não fazer nada", manter a bunda na cadeira. Porque não um mundo multi polar como defende a diplomacia brasileira?!

    edv

    30 de janeiro de 2011 às 16h53

    Porque não pensar que simplesmente não venha "outro", mas (por ex.) um governo mundial ou um conjunto de "outros"?! Sucessor é coisa de dinastia, de hereditarismo, ou de mera troca de poder, igual.
    Além do que, precisamos lembrar que a China é um país milenar, de criações históricas. Não é o seu historicamente recente comunismo maoista (cada vez mais capitalista) que deverá marcá-la pelo resto dos tempos. Mas não penso nela como sucessão. Nem em troca de Ivans. Não precisamos de Ivans
    Num planeta cada vez "menor", precisamos pensar que o mundo evolui e não precisa de chefes imperialistas, mas de lideranças situacionais e multilaterais.

    Roberto Locatelli

    31 de janeiro de 2011 às 11h40

    Pois a Rússia, hoje, está melhor do que nos tempos dos czares. Mesmo com o stalinismo usurpando a Revolução nos anos 30, mesmo com o esfacelamento da extinta União Soviética, os russos não têm saudades dos tempos dos czares.

M.Edith ferrarezi

30 de janeiro de 2011 às 02h05

É claro que eles não vão deixar o Egito andar livremente por lá.E o medo que a rebelião acompanhe e nome e as coisas comecem a udar por lá também.Autoritarismo morre de medo do Medo

Responder

Menezesmaia

29 de janeiro de 2011 às 22h19

"Ai que meda" To rindo até agora hahahahahhah

Responder

assalariado.

29 de janeiro de 2011 às 21h53

A pequena burguesia(classe média),quando no poder,em nada difere da burguesia capitalista tradicional, quanto a exploração da MAIS VALIA,a saber:eles(china) estão as voltas com o capitalismo a seu modo que, nunca foi,além do capitalismo de Estado implantado por Josef Stalin,na antiga União Soviética, que "por coincidencia", firmaram- se como ditaduras"comunistas" sem nunca ter sido comunista,coisas da social democracia pequeno burguesa. Implantaram o "socialismo de mercado",fato é que,a economia chinesa tornou-se uma das mais fortes no planeta.Porém surgiram desemprego,inflação,desigualdades sociais e pobreza em abundância que se reflete no surgimento de favelas,criminalidade,coisa que antes não existiam. A economia do deus mercado penetra china adentro,coisa que Mao Tse Tung,já previa por esta frase: "Voces estão fazendo a revolução socialista e não sabem onde está a burguesia.Ela está dentro do Partido Comunista,são aqueles individuos que estão no poder e que tomam o rumo capitalista." Então eu digo: qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidencia.

Responder

    assalariado.

    30 de janeiro de 2011 às 16h53

    Para voce que negativou meu comentário:não seria melhor usar argumentos do que,se esconder através de um sinal matematico para mostrar sua opinião diferente da minhas,argumente,quem sabe,debatendo as idéias cresceremos juntos… posso ser radical… mas não sou sectário…

    Saudações Socialistas.

Roberto Locatelli

29 de janeiro de 2011 às 21h15

A ditadura chinesa, auto-intitulada "socialista", já mostrou como trata os movimentos sociais. Ela esmagou com mão de ferro o levante dos estudantes na Praça da Paz Celestial. Os líderes do movimento foram executados com um tiro na nuca. E, nesses casos, a família do executado recebe, pelo correio, a fatura a pagar referente à bala que foi usada na execução. Um detalhe sádico que bem mostra a natureza desse regime.

Mas a poderosa ditadura chinesa agora está com medinho do levante no Oriente Médio… EUA, China e Israel estão com as barbas de molho…

Responder

Pedro Luiz Paredes

29 de janeiro de 2011 às 21h04

Pior para eles, estão dando mais motivos e razão para o seu povo que agora ficarão mais curiosos e com certeza irão descobrir e quem sabe até se inspirar.

Responder

Consciente

29 de janeiro de 2011 às 19h34

Tem de bloquear mesmo. Instituições burguesas, como a democracia, são uma ameaça às conquistas da revolução chinesa.

Responder

    Fernando

    29 de janeiro de 2011 às 19h48

    Concordo.

    Com certeza a segurança alimentar e o pleno emprego seriam as primeiras coisas derrubadas numa democracia burguesa na China.

    Toda solidariedade ao Partido Comunista Chinês neste momento difícil.

    Andre

    29 de janeiro de 2011 às 21h40

    Ainda existe gente assim? Nao foi à toa que aquele dinossauro esquerdista inglês, admirado pela massa da nossa "intelectualidade", disse outro dia:

    “Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19"

    Emilio Matos

    31 de janeiro de 2011 às 18h12

    Antes chegar ao século 19 no início do século 21 do que não chegar nunca…

    Gerson Carneiro

    29 de janeiro de 2011 às 21h51

    Por que não bloquearam esse comentário?

    Luís

    30 de janeiro de 2011 às 12h43

    Pra gente poder rir um pouquinho com o anarquistinha idiota (desculpe-me o pleonasmo).

    Leider_Lincoln

    31 de janeiro de 2011 às 09h51

    Cidadão, não acha que "anarquistinha idiota" é ofensivo? Não saber argumentar não?

    Ⓐnti

    31 de janeiro de 2011 às 12h11

    Pedro Luiz Paredes

    30 de janeiro de 2011 às 19h08

    Porque aqui não é a folha de SP???
    Acertei???

    assalariado.

    29 de janeiro de 2011 às 22h03

    Consciente,explica esta sua "Instituições burguesas,como a democracia,são uma ameaça,às conquistas da revolução chinesa." Por que,voce acha que democracia não rima/cabe dentro das idéias socialistas propostas por Karl Marx? Não alcancei o seu raciocínio…

    Saudações Socialistas.

    Pedro Luiz Paredes

    30 de janeiro de 2011 às 19h07

    A democracia no máximo poderia ser um instituto, e somente no sentido estrito. Nunca uma instituição pois há controle.
    Revolução Chinesa, rsrsrs

sergio mario

29 de janeiro de 2011 às 19h01

A revolução da internet mal começou.

Responder

Tiago Tobias

29 de janeiro de 2011 às 17h52

A China hein…Tenho medo dos EUA conitnuarem hegemônicos no mundo, mas também tenho pavor só de imaginar a China tomando a dianteira.

Responder

Gustavo Pamplona

29 de janeiro de 2011 às 18h47

Sei que o que vou escrever é uma bobagem mais isto é digamos um "pequeno ato" de um

brasileiro consciente de sua indústria e que sabe dos malefícios de alimentar a China.

Vocês sabiam que eu não compro nada "Made in China"?

Posso comprar "Made in Japan", "Made in South Korea" mas como sou ténico de informática sou

obrigado a comprar peças de computador "Made in Taiwan", mas isto infelizmente é algo

mundial.

Peguem as mais famosas e mais confiáveis marcas de placas-mãe como AsRock, Asus, GigaByte,

VIA, todas elas são taiwanesas. Um de meus Pentium 4 (tenho 2) tem uma placa mãe da Asus.

Eu por exemplo, tenho vários produtos da Samsung (sul-coreana) aqui, desde meus dois drives

de DVD-RW, 3 HD's, um monitor e até meu celular mas nem de graça aceito um produto chinês.

Mas é claro que dentro deles pode haver um chip ou outro"made in taiwan", mas vocês sabem muito bem o porquê. A chamada "mao de obra barata".

Responder

    Gustavo Pamplona

    29 de janeiro de 2011 às 23h48

    Me desculpem pelo "espaço duplo" entre as linhas, tinha composto este texto no "Bloco de Notas" e esqueci que eu tinha deixado as "quebras de linhas" ativadas e quando fui colar ficou esta "marmota".

    Pedro Luiz Paredes

    30 de janeiro de 2011 às 18h29

    Então não compre nada do que é brasileiro também meu caro, onde deveria residir sua maior indignação.
    Ou você acha que aqui não há exploração de mão de obra barata? Onde dentro do Brasi, não há?
    Eu importo produtos da China, vendo aqui, e estou pouco me lixando se o chinês arrota rato ou caviar.
    Você acha que eles se importam com você?
    Mas na verdade eu me importo sim, la no fundo, mas a cada nação cabe tomar a iniciativa de reivindicar melhoras na sua organização e trilhar seu rumo.
    Ir contra esse direito é antidemocrático sob qualquer teoria, ideologicamente; e na prática.


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