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Brasil Atual: Pedágio paulista pode mais


28/04/2010 - 09h22

Pedágio de SP é mais caro que de rodovias dos Estados Unidos

Por: Suzana Vier, Rede Brasil Atual

Publicado em 23/04/2010, 15:35

Cruzar a Flórida de Norte a Sul é 75% mais barato que trajeto semelhante em São Paulo. Na imagem, a autopista “Florida´s Turnpike” (Foto: Divulgação/Departamento de Transporte da Flórida)

São Paulo – Viajar de norte a sul no estado da Flórida, sudeste dos Estados Unidos, pela Rodovia Florida´s Turnpike custa US$ 21,20 em pedágios. O valor equivale a R$ 37,31, por 492,62 quilômetros percorridos. No estado de São Paulo, um trajeto de distância semelhante, da cidade de São José do Rio Preto à capital paulista custa R$ 61,50, por 440 quilômetros percorridos.

O custo pago pelos paulistas em relação à distância é quase o dobro. A tarifa de pedágio por quilômetro rodado nos Estados Unidos é de R$ 0,08. Na viagem de São José do Rio Preto a São Paulo, cada mil metros implicam R$ 0,14.

Simulação realizada pela Liderança do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) indica que na Rodovia Anchieta, que liga a cidade de São Paulo à Baixada Santista, considerando a mesma quilometragem percorrida na Flórida, o pedágio por quilômetro fica ainda mais caro: R$ 0,16.

O estudo mostra que trafegar pelas principais rodovias de São Paulo como Washington Luís, Castello Branco, Bandeirantes, Anhanguera, Imigrantes e Marechal Rondon fica bem mais caro que andar pelas estradas da Flórida.

Desconto

Na rodovia da Flórida, quem utiliza o SunPass, dispositivo que permite passagem direta pelo pedágio, como o Sem Parar brasileiro, tem desconto médio de 20%.

Só escapam do ranking das estradas “mais caras”, o Rodoanel, a rodovia Raposo Tavares e o Sistema Ayrton Senna/Carvalho Pinto, que passaram para a administração privada na segunda etapa de concessões, que seguem critérios distintos – semelhantes aos usados em rodovias federais em 2008.

Segundo especialistas, o que mais encarece os pedágios de São Paulo é o tipo de concessão escolhido pelo estado, mesmo na nova etapa de concessão. A opção pelas concessões onerosas, em que ganha o leilão a empresa que oferecer mais ônus, uma espécie de aluguel pago ao estado, e que depois é repassado aos usuários, deixa as tarifas de pedagiamento mais caras.

As rodovias federais, quando foram concedidas, seguiram o critério de menor preço por quilômetro, sem cobrança de ônus às concessionárias, o que reduz o valor do pedágio cobrado dos usuários.

A mesma simulação aplicada às rodovias federais constata que o custo do quilômetro na Fernão Dias e na Régis Bittencourt sai por R$ 0,02 e R$ 0,03 na Transbrasiliana.

“Não se paga em outros países o valor que nós pagamos para ir de São Paulo a Santos. Onde se viu um carro de passeio pagar 17,80?”, cita Francisco Pelucio, do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e região (Setcesp)

Para o professor de economia da Universidade Federal Fluminense (RJ), Carlos Enrique Guanziroli, o modelo de concessão onerosa beneficia o governo, mas pesa para o usuário. “Quem paga mais ônus para o governo ganha a concessão”, explica.

Segundo o pesquisador, o modelo mais “correto” de concessão de rodovias é uma concorrência em função do serviço, sem pagamento de ônus da concessionária para o governo e depois repasse desse valor para as tarifas e para o bolso do usuário. “A questão do pedágio ficou pesada para a sociedade”, frisa Guanziroli.

Transporte de carga

Outra simulação mostra que para um caminhão de seis eixos rodar na Florida Turnpike custa R$ 0,28. Na rodovia Anchieta o valor seria de R$ 0,95. Já na rodovia federal Régis Bittencourt fica em 0,09. A rodovia é considera a melhor em custo/benefício, pelos transportadores.

“O custo/benefício de uma Fernão Dias e de uma Régis Bittencourt, por exemplo, está excelente”, reflete Neuto Gonçalves, coordenador técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística).

O estudo do PT cita ainda a New York State Thruway, que corta o estado de Nova York, e cuja operação é estatal. O custo do quilômetro na rodovia novaiorquina é de R$ 0,05 para veículos leves e de R$ 0,34 para caminhões de seis eixos.

Lá fora

“Fora do país há boas opções de rodovias gratuitas. A diferença entre essas e as pedagiadas é que quando se paga pedágio elas oferecem mais serviços”, avalia Neuto Gonçalves, da NTC e Logística.

Segundo ele, no Brasil, pedagiaram-se rodovias sem dar alternativa ao usuário. “Você é obrigado a pagar por falta de opção”, detecta.

Francisco Pelucio, do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e região (Setcesp), explica que em outros países o pedágio é pago pelo que o usuário usou da rodovia, ou seja, por quilometragem. “Não se paga em outros países o valor que nós pagamos para ir de São Paulo a Santos. Onde se viu um carro de passeio pagar R$ 17,80?”, critica.

Em países como Portugal, Espanha e França, as empresas concessionárias são obrigadas a construir uma nova pista e cobrar pedágio somente na nova via. A rodovia que já existia serve de opção para quem não quiser ou não puder pagar pedágio, descreve o professor universitário Carlos Enrique Guanziroli. “Aqui (no Brasil) nem se cogitou isso”, lamenta. “Na América Latina, usa-se as autopistas, colocam pedágios nelas, sem fazer vias alternativas”, condena o especialista.

Para o deputado estadual Zico Prado (PT-SP), a tarifa dos pedágios de São Paulo está entre as mais caras do mundo. O parlamentar concorda com Guanziroli de que o melhor modelo é o europeu, “em que a iniciativa privada faz uma nova rodovia e cobra por ela, mas a outra fica para o Estado”, observa.

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36 comentários

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Elcio Martins

08 de junho de 2010 às 20h12

Caro Renato , estas rodovias na qual vc cita já eram assim bem antes da privatização e tudo isso não justifica o absurdo dessas tarifas , portanto esse custo benefício que você cita esta furado , pois o benefício já existia bem antes do custo astronômico

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Evaristo

28 de abril de 2010 às 20h55

Quem quiser acessar o estudo sobre pedágio, acessar, http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBanca

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Fulvio Godoy

28 de abril de 2010 às 19h44

No fim de semana passada, saí do bairro de Pirituba (SP) e fui até Extrema – MG (240 km ida/volta). Gastei de pedágio R$ 2,20 (R$ 1,10 ida e R$ 1,10 volta), ou seja, menos de R$ 0,01 por quilômetro rodado, e andando em “tapete”, mas “tapete” federal.

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Paulo

28 de abril de 2010 às 16h42

E não só o pedágio. Estão se esquecendo do IPVA em São Paulo, também o mais caro do País.

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Urbano

28 de abril de 2010 às 19h18

Verdadeiramente, um 'pé de ágio' desse só pode florir ouro. Nenhum absurdo em dizer-se que a agiotagem nessas estradas corre célere, sem nem mesmo a preocupação de uma lombada eletrônica para multá-la.

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José Malaquias

28 de abril de 2010 às 18h46

Aqui no Brasil é a lei do saque. Quem pode mais extorque dos mais pobres. É o caso do PSDB. E as vias pedagiadas são dos amigos. Rompe-se sacanamente com o direito de ir e vir, quando na entrada ou saída das cidades à beira da rodovia, coloca-se o pedágio abusivo. Só o Zé Pedágio, FHC e sua turma, para construir esse País do saque.

PSDB nunca mais.

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    beattrice

    29 de abril de 2010 às 03h26

    AS concessionárias das rodovias paulistas são as empreiteiras, as mesmas do metrô, do RODOANEL:
    Andrade Gutierrez, Camargo Correa & cia.

pereira

28 de abril de 2010 às 18h28

Mas o serra biruta roda travada sempre fala que é contra o custo Brasil, e tem que ser reduzido como? Só se São Paulo não fazer parte do BRasil.

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Bonifa

28 de abril de 2010 às 14h25

Na África do Sul o neoliberalismo deixou marcas profundas… Dizem que há lugares onde você, em sua casa, só pode acender uma lâmpada se colocar uma moeda.

Responder

Carlos

28 de abril de 2010 às 14h23 Responder

Pedágio do Zé é mais caro que o da Flórida | Conversa Afiada

28 de abril de 2010 às 14h08

[…] Clique aqui para ler a íntegra. […]

Responder

Carlos

28 de abril de 2010 às 16h57

Magoou o dvorak…

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maconheiro

28 de abril de 2010 às 13h53

é só o dobro , besteira ! paulista gosta de gastar !

Responder

Zezinho Boca de Urna

28 de abril de 2010 às 16h29

Alguém já publicou essa preciosidade no site. Acho que vale a pena divulgar:
"Dima é o caminho e Serra é o pedágio".

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Messias Macedo

28 de abril de 2010 às 15h44

ENTENDA O *BIRUTA NO AEROPORTO DO NORDESTE!
… Aqui, na Bahia, bravateando para os [derrotados] carlistas de sempre, o candidato da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, José (F)erra [a nação!] anunciou que vai criar o Ministério da Segurança Pública! Primeiro, “tá nem aí” para a contradição relacionada ao discurso histórico contrário ao inchaço da máquina pública! De sobremesa, desconsidera que existem ministérios e outras instâncias vinculados direta ou indiretamente a este setor estratégico da vida nacional. Na sesta, dormita a tese deque o governo federal não participa do esforço dos estados e municípios no tocante as ações em segurança pública!…

Responder

Milton Hayek

28 de abril de 2010 às 15h34

Onde está o Ubaldo,o Klaus e aquele economista do Insituto Millenium(o Rodrigo Constantino) para defender a nossa liberdade desse assalto que as concessionárias praticam em São Paulo?????????????????????????????????

Responder

Carlos.

28 de abril de 2010 às 15h03

O tema "Pedágios" tem que ser explorado na campanha, mas um outro tema que deve ser levantado é o da telefonia. Quando a gente malha a privataria tucana, sempre tem aquele que se sai com a conversa: "É, mas lembra como era difícil conseguir um telefone?" Eu acho que devem ser feitas comparações entre os valores de assinaturas, tarifas e etc e o quanto elas subiram em relação à inflação. Outro ponto que pode ser abordado é o seguinte: se o governo passasse a cobrar valores maiores pela telefonia, não teria dado para moderniza-la sem precisar entregar o setor a empresas estrangeiras? Esta conversa sobre a melhoria que a privatização da telefonia trouxe precisa ser desmistificada.

Responder

Carlos

28 de abril de 2010 às 14h53

Corrijo: mais de 12 (doze) vezes.

Responder

Carlos

28 de abril de 2010 às 14h37

Ainda que haja problemas na RB (antiga 116 e, antes, BR-2), observe os números:

São Paulo – Campinas – 90 km – R$ 12,00
Curitiba – Floripa – 440 km – R$ 4,80

Se R$ 12 por 90 km é justo, os 440 km Curitiba-SP ficariam em… R$ 58! – mais de 10 vezes o cobrado.

Responder

Bonifa

28 de abril de 2010 às 14h21

Continuo achando que pedágios são um absurdo. Pagar prá se deslocar nesse mundão de Deus…Parece que se está pagando ingresso para entrar na nossa geografia. Não engulo isso.

Responder

José Silva

28 de abril de 2010 às 14h10

Pelo preço cobrado nas estradas paulistas deveríamos andar sobre estradas cobertas por pedras de mármore grego!!!

Responder

    beattrice

    29 de abril de 2010 às 03h30

    Pelo preço cobrado nas estradas paulistas, deveriamos receber um lanche a cada pedágio e uma TV de plasma a cada 1000 km.

francisco.latorre

28 de abril de 2010 às 14h07

custo brasil..

pedágio onera transporte.

privataria onera comunicação.

obra do tucanismo. entreguista privateiro.

favorece a quem?..

aos 'concessionários' amigos. com indexação inflacionária e tudo.

de grátis ninguém é tão amigo assim.

a classe 'classuda-cheirosa' vai ao paraíso. fiscal.

ou em cana. por isso o desespêro eleitoral. é mêda. da cana.

..

custo brasil.

cadê a grita?..

só vale reclamar de imposto?..

..

Responder

    beattrice

    29 de abril de 2010 às 03h28

    Tenho insistido nesse ponto em todos os fóruns, os pedágios paulistas não oneram somente SP, eles oneram o país, quanto ao transporte de passageiros e de carga.
    Aliás, oneram também e muito as importações e exportações, considerando que o maior aeroporto de carga do país é Viracopos no interior do estado.

José Silva

28 de abril de 2010 às 14h06

Ainda não podemos esquecer a diferença de remuneração dos trabalhadores que no EUA ganham no mínimo 5 vezes mais que o brasileiros, portanto o impacto no bolso é ainda maior en funçao da renda o que pra mim faz com que o pedágio brasileiro represente muito mais que o dobro do americano.

Responder

flavio cunha

28 de abril de 2010 às 13h46

O problema não é a matemática, mas sim o governo. Aqui no RS (desgovernado pela Yeda do PSDB), o pedágio tbém é um roubo.

Responder

tonigumauskas

28 de abril de 2010 às 13h40

O pior é que o custo é colocado nos preços de produtos,gerando inflação e recessão(devido a queda no consumo e consequentemente queda na produção). Gera também desemprego.
A grande midia não mostra esse tipo de coisa…
Alias,a grande midia,dificilmente mostra algo que comprometa seus 'eleitos'.
Venho acompanhando,por exemplo,o comportamento da revista Veja. É de assustar! http://tonigumauskas.wordpress.com/2010/04/28/vej
Um problema como esse,colocado por ti,passa incólume pela grande midia. E até o paulista acaba desconhecendo o quanto é lesado.
Saudações!!

Responder

Baruch

28 de abril de 2010 às 13h35

Fábio, me parece uqe não estamos falando da mesma estrada. Viajo de S.Pualo para Balneário Camboriu com frequência e a Regis não está assim como vc. diz, realmente já foi bem pior.

Responder

Arthos

28 de abril de 2010 às 13h24

Segundo o Neuto da NTC e Logística, "pedagiaram-se" rodovias ser dar alternativa ao usuário, obrigando-o a pagar pela falta de opção.
Pedagiaram-se, Neuto?
Nome do boi: ZÉ – o Zé Pedágio, o aclamado Serra do PIG, o sorridente da Veja, o entrevistado que nunca usa o sujeito em suas frases, o tomador da bufunfa do cidadão paulista sem dó nem piedade …

Responder

Rogerio

28 de abril de 2010 às 13h20

Meu amigo Maurício mandou em mensagem para o grupo oquintopoder a seguinte observação:

Pedágios:

São Paulo – Santos – 40 km – R$ 18,00
Curitiba – Floripa – 440 km – R$ 4,80

Então vamos pegar a Anhanguera!
São Paulo – Campinas – 90 km – R$ 12,00

A matemática de SP é diferente de PR/SC?
Qual o milagre?

Responder

Fabio Guedes

28 de abril de 2010 às 13h20

No entanto, se avaliarmos o custo-benefício versus o risco de morte, a Regis Bittencourt está caríssima. De que adianta pagar um pedágio quase simbólico se a concessionária não tapa um buraco da pista sequer?

Quantas benfeitorias foram feitas nas rodovias no "modelo-PT" de concessão? Em termos de segurança, infraestrutura, se equiparam ás caras rodovias de SP?

Faltou essa avaliação…

Responder

Carlos

28 de abril de 2010 às 12h49

Contratos de concessão em SP e PR (e onde mais?) foram formulados pelo mesmo escritório de advocacia?

Responder

antonio

28 de abril de 2010 às 12h46

Será que a supervalorização do real, não produz um desvio nesta analise. As rodovias federais até agora continuam péssimas mesmo após um bom tempo da concessão, a Fernão Dias continua horrorosa e a Regis Bittencourt é a "rodovia da morte", qdo os melhoramentos acontecerem poderemos avaliar melhor o valor do pedagio. A opinião de sindicalistas é sempre tendenciosa e mentirosa ou alguem ainda leva a serio presidente de sindicato? Era só o que faltava.

Responder

    antonio souza

    29 de abril de 2010 às 11h27

    Não concordo que as rodovias federais estejam péssimas. Se a avaliação de sindicalistas é tendenciosa, o que acha dos tucanos, que sempre dizem que as estradas paulistas são as melhores do país?

    Renato

    30 de abril de 2010 às 23h47

    Antonio Souza, me diga, Qual é a estrada mais segura A Bandeirantes ou a Régis Bittencourt?
    aonde você anda 120 km/h? NA Castelo Branco ou na Fernão Dias?
    Aonde você tem confiança em saber que não irá encontrar buracos surpresas. NA Anhanguera ou na Br116 Que liga Curitiba ao planalto Catarinense?
    Desculpa, pelo custo/beneficio, as rodovias privatizadas paulistas estão à anos luz das rodovias federais.
    Cade a duplicação da Régis Bittencourt no trecho da serra do cafezal? Cade a criação de 2 faixas em cada pista na Fernão Dias, só para comentar. A Bandeirantes tem três faixas de rolamento. E em algum trechos quatro.

    Ricardo Simões

    29 de abril de 2010 às 15h19

    Quer dizer que por ser presidente de sindicato não deve ser levado a sério??? Deve-se mandar a polícia dar porrada e processá-los na justiça, né, Sr. Antonio? Faça-nos o favor, meu caro!!!!


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