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Abril demite editor que criticou Veja no twitter


11/05/2010 - 19h18

do blog do Altino Machado no Terra Magazine, via twitter

A National Geographic Brasil, da Editora Abril, demitiu nesta terça-feira (11) o editor-assistente Felipe Milanez pelas críticas em seu Twitter contra a revista Veja, da Abril, por causa da reportagem “A farra da antropologia oportunista” sobre delimitação de reservas indígenas e quilombos no país.

– A decisão me foi comunicada pelo redator-chefe Matthew Shirts. Ela veio lá de cima e ainda estou zonzo ainda porque não imaginava que minha opinião fosse resultar nisso – disse Milanez.

Bastante conhecedor da Amazônia, especialmente das tribos indígenas, o repórter-fotográfico Felipe Milanez estava com viagem marcada para o Amazonas na quinta-feira (13). Ele iria percorrer durante 15 dias a BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Vellho (RO), acompanhando uma equipe da Embratel que dá suporte às torres de telefonia.

Ele usou o Twiter para avisar seus seguidores sobre a demissão:

– To destruido, muito chateado. Acabo de ser demitido por causa dessa infeliz conta de Twitter. Sonhos e projetos desmancharam no ar virtual

Milanez havia se manifestado no Twitter a respeito da nota do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, citado por Veja na reportagem, mas que nega ter dado entrevista para a revista.

– Eduardo Viveiros de Castro achou um bom adjetivo pra definir a matéria da Veja: “repugnante” – escreveu.

Milanez escreveu mais adiante:

– Veja é abusada. Assim E. Viveiros de Castro corre o risco de nunca mais ser citado na revista(!), como JonLee Anderson.

Além de ter reproduzido tweets em que o antropólogo acusa Veja de “fabricar” declaração, Milanez também chegou a citar os microblogs dos repórteres Leonardo Coutinho, Igor Paulin e Júlia de Medeiros, autores da reportagem, como exemplos de “anti-indígenas” para quem quisesse segui-los.

– Não sei ainda o que vou fazer da vida. Não estou arrependido porque nunca imaginei que minha opinião pudesse causar uma reação tão drástica. Talvez eu tenha sido ingênuo, mas quem defende índio tem que estar com a cabeça preparada para levar paulada – afirmou Milanez.

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166 comentários

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MÔNICA GONÇALVES

29 de outubro de 2010 às 19h30

NUNCA MAIS EU E MINHA FAMÍLIA COMPRAMOS NEM ASSINAMOS NADA DESTA EDITORA ABRIL. SOLIDARIZO-ME COM FELIPE MILANEZ. ENTRETANTO, TENHO FÉ QUE ESTE PAÍS ALGUM DIA SE TORNE EM UM PAÍS DECENTE, QUE RESPEITE NEGROS, ÍNDIOS, MULHERES E AS MINORIAS EM GERAL. REVISTAS IDÔNEAS CONTRATEM EDITOR INJUSTAMENTE DEMITIDO.

Responder

Paulo Cesar A. Meyer

27 de outubro de 2010 às 11h06

Essa é a mesma Editora de Negócios de R$ 34,7 milhões

Somente com as aquisições de quatro publicações "pedagógicas" e mais as assinaturas da Veja, o governo tucano de José Serra transferiu, dos cofres públicos para as contas do Grupo Civita, R$ 34.704.472,52 (34 milhões, 704 mil, 472 reais e 52 centavos). A maracutaia é tão descarada que o Ministério Público Estadual já acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola.

Esta "comprinha" representa quase 25% da tiragem total da revista Nova Escola e injetou R$ 3,7 milhões aos cofres do 'barão da mídia' Victor Civita. Mas este não é o único caso de privilégio ao Grupo Abril. O tucano Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão no ensino médio de aulas baseadas nas edições encalhadas do 'Guia do Estudante', outra publicação do grupo.

Responder

José Manoel

11 de setembro de 2010 às 23h36

Azenha: essa revista literalmente PUTREFA de tão podre que é!!!!!!!!!!

Responder

leonardo

17 de maio de 2010 às 12h58

liberdade de expressao? e a liberdade de contrataçao? pelas suas opinioes, ele nao serve. assim como, pela minha incompetencia na area da National geographic, eu nao sirvo. acordem para a vida.. esses indios estao roubando toda a nossa terra e vcs estao achando graça

Responder

    Amin

    24 de dezembro de 2016 às 21h58

    Uffa!!!Um comentário à altura!!Parabéns!!

Plínio Melo

15 de maio de 2010 às 21h20

Vou questionar somente a parte que se refere à Peruíbe, pois conhecemos bem esta história. Nesta reportagem VEJA culpa a FUNAI ou indígenas pelo fracasso do empresário que se dispôs a construir um porto em Peruíbe é repugnante A oferta de um milhão, fazenda produtiva, pesque pague etc… descrita na matéria é mentirosa.
Leia no blog da MONGUE as provas da mentira –http://www.mongue.org.br/blongue/?p=802

Responder

@faltorpan

14 de maio de 2010 às 22h09

Não é o primeiro caso. Recentemente, tivemos outra história parecida, onde o que um sujeito escreveu na sua rede social foi usado para demiti-lo por criticar um produto da empresa para a qual trabalhava. Eu próprio marquei bobeira ao declarar que era ateu no Orkut enquanto trabalhava em cargo de confiança para um hospital de freiras… Me ferrei, em nome do pai, do filho e do espírito santo, neguinho… Agora, dizer que o que se escreve em redes sociais é privado é um conceito discutível. É mais que público; é quase publicidade. Pode ser (e aparentemente é mesmo) lido por todo mundo. O fotógrafo foi um bocado ingênuo. Será que não haveria outros modos de veicular essa divergência e de influenciar?

Responder

    victor

    17 de maio de 2010 às 00h11

    Bom, mas aí entramos na confusão entre liberdade de imprensa e liberdade de opinião, e no caso que você levanta a questão seria definir se num espaço como o twitter, até onde vai a liberdade de opinião (e não de direito a privacidade) no caso de um jornalista, que se apresenta como jornalista, critica uma revista de sua empresa.

    Eu acho que o direito de liberdade de expressão deve prevalecer. E pior, como este caso deveria caber numa regulamentação, claro que não podemos contar com os paladinos da "liberdade de imprensa", até porque uma regulamentação que preste prescreveria punição à empresa e indenização ao jornalista.

Julião Villas

14 de maio de 2010 às 13h13

A VEJA FEDE LONGE!
E ainda vai eleger a pior opção de presidente possível, para uma classe média hipócrita, toma-lhe revista e presidente a altura!

Responder

@ctemporim

13 de maio de 2010 às 22h10

É a revista mais estupidificante do planeta mostrando, unhas, dentes e seu amor pela liberdade de expressão. Depois ainda tentam bater na lei de imprensa…

Responder

@liberdadeluta

13 de maio de 2010 às 15h25

"Índio chegou trazendo novidade , índo chegou com cachimbo da paz "..(gabirel o Pensador ). Infelizmente Felipe Milanez ainda temos essas pessoas que ainda não pensaram na parte tocante a liberdade de expressão. Parecem que se envolvem no sistema que mostra que somos apenas materia prima do capitalismo e nada mais. Porque hoje só serve ao meio quem se interessa em seguir os valores que o elvam ao poder e se isso não ocorrer infelizmente ficamos a margem. Viva ao nosso sistema(kkkkkk uma lástima) e agradeço a você por mostrar que a liberdade de expressão é fato e vai existir independente da repressão !

Responder

vinicius souza

13 de maio de 2010 às 14h44

Gente, Twitter pessoal, é opinião pessoal em conversa pessoal. É como conversa de bar. E ele não criticou a revista em que trabalhava, mas outra com a qual não tem qualquer vínculo editorial. É como se um funcionário de uma fabrica de refrigerantes da Antartica fosse demitido por dizer no bar que não gosta de cerveja Brahma. Ué, não são duas marcas da InBev?

Responder

PauloPalavra

13 de maio de 2010 às 11h13

Meus caros, O reporter demitido foi muito ingênuo do ponto de vista pessoal (ele foi demitido) por criticar um produto (VEJA) de uma empresa que trabalha (Abril). Mas foi ÉTICO (liberdade de expressão) diante da mutilação que as reportagens ligadas a editora abril sofrem sistematicamente em nome de uma ideologia LIBERAL de mercado – Estado Mínimo). Quanto à questão profissional, eu sugerriria ele procurar a Carta Capital (onde terá a liberdade de exercer sua profissão que tem como princípio a busca pela imparcialidade e a informação de FATOS e naõ factóides como vemos nas organizações Globo e abril, por exemplo.

Responder

    whalid

    24 de dezembro de 2016 às 22h00

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Excelente!!!!Aguardo agora a do Papagaio!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Albany Sampaio Jr

13 de maio de 2010 às 10h49

Azenha, O que dizer da Editora Abril? nada. Mas as lamentações do jornalista de que sua demissão se deu por culpa do twitter é de uma infatilidade absurda. Ele foi demitido porque se voltou contra a linha editorial desse pasquim de quinta. Por isso que já escrevemos aqui sobre um jornalista do calibre de Joelmir Betting lendo editorial de seus patrões. Óbvio, para não perder o emprego.

Responder

Flavio

13 de maio de 2010 às 09h01

Perai Azenha. Acho que temos que separar as coisas. Uma e achar que a Veja e uma revista de quinta categoria, que faz subjornalismo, o que eu concordo. Agora, esse jornalista fez criticas pesadas a revista, inclusive acusando-a de cometer um crime (racismo e crime inafiancave)…e o que a empresa deve fazer? Premia-lo com uma promocao ou aumento de salario. Ele foi inconsequente e agora esta querendo posar de coitadinho.

E levando uma questao hipotetica: o que deveria ser feito com um alto funcionario de confianca de um dos ministerios (vamos supor, da agricultura), que tivesse um blog e publicasse la afirmacoes como "esse e o governo mais corrupto da historia do Brasil", "o presidente Lula e um analfabeto ignorante", "nunca se roubou tanto"? Voce acha que esse hipotetico funcionario deveria ser mantido no cargo? Voce defenderia que ele permanecesse no ministerio.

Se ele tivesse sido demitido por ter feito uma materia em defesa dos povos indigenas, ai a coisa seria totalmente diferente…mas nao foi isso que ele fez, foi?

So pra constar, aqui estao os dois posts dele no Twitter:

"Eu costumava ignorar a idiota Veja. Mas esse racismo recente tem me feito sentir mal. É como verem um filme da Guerra torcendo pros nazistas 8:21 PM May 8th via web "

" Veja vomita mais ranso racista x indios, agora na Bolivia. Como pode ser tão escrota depois desse seculo de holocausto?http://migre.me/D7WI 8:18 PM May 8th via web "

Responder

@edvett

13 de maio de 2010 às 01h06

Bom que isso se transforme num processo exemplar para a liberdade de expressão que o PIG propaga como "ameaçada". Sentem tanta saudade da ditadura que praticam a AUTOCENSURA…

Responder

jbmartins

13 de maio de 2010 às 00h40

Isto tambem será a capa da semanal, é o acontecimento do ano, podem ver na retropesctiva de 2010, esta revista semanal não vale nada, não é atua que me manda todo mes boletos para assinar, se me mandam a revista gratis jogo na reciclagem unica utilidade.

Responder

jbmartins

13 de maio de 2010 às 00h36

Uma sugestão para isto esta aquihttp://www.tijolaco.com/?p=14518, chamem o instituo millenium eles que se reuniram para luta em favor da liberdade de expressão.

Responder

duar te

13 de maio de 2010 às 00h13

A pior solidão que existe e ficar numa sala de espera e ter apenas a VEJA em cima da mesa.

Responder

    P Coelho de Souza

    12 de novembro de 2010 às 11h51

    EXCELENTE!

Arnaldo

12 de maio de 2010 às 22h27

É a censura velada. Estamos vivendo a ditadura da imprensa. A corja do PIG repreende todos que vão contra seus interesses.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 23h47

    O PIG eo o tucanato!

Solange

12 de maio de 2010 às 19h24

Então o cara fala mal de um produto da PROPRIA EMPRESA ONDE TRABALHA e não quer ser punido por isso? Falta de profissionalismo e falta de ética. Isso é passível de justa causa, sim. O resto é puro oportunismo da esquerda. Ninguém aqui é ingênuo, só esse jornalista que fez uma besteira digna de estagiário raivosinho e agora quer fazer o papel de vítima da mídia malvada. Mas não tem problema: em breve ele acabará contratado para falar bem do governo em algum blog, como tantos outros por aí, e poderá falar mal da Veja à vontade…

Responder

    fog

    12 de maio de 2010 às 20h10

    "Falta de profissionalismo e falta de ética. ." e "em breve ele acabará contratado para falar bem do governo em algum blog, como tantos outros por aí"
    Vejam só a ética da Solange…
    Essa aí é do tipo que senta no rabo e aponta o dos outros; com um agravante: é ignorante e no mesmo parágrafo se entrega, não tendo ética nenhuma.

    ricardo zanoni

    12 de maio de 2010 às 20h29

    Só que o tal produto da empresa é a informação, ou melhor, a tal liberdade de expressão que eles, os patrões, tanto reclamam que deve ser livre e sem condicionamentos. Sim, eles querem essa tal liberdade só pra si mesmos, nunca jamais, essa liberdade pode ser dos jornalistas seus empregados. É aquilo que dizia Cláudio Abramo : Liberdade de expressão só para os donos das mídias. Não Solange você está totalmente equivocada, o produto de empresas de comunicação não se encontra em prateleiras ou em gôndolas de shoppings ou supermercados. Esse produto é a própria opinião do ser humano na sua essência. Não está disponível apenas para os barões das revistonas, jornalões ou tevezonas !

    Danielfo

    12 de maio de 2010 às 20h56

    Se você soubesse que sua querida empresa fabricasse produtos contaminados, vc certamente não consumiria estes produtos, mesmo trabalhando lá. E quem sabe até avisasse para alguns amigos que também n o fizessem. Mas supondo que sua empresa descubra que vc está emitindo estes alertas, vc acharia correto ser punida ou a empresa , que deveria corrigir a falha no produto?

    José Carlos

    12 de maio de 2010 às 20h56

    A Solange está acostumada a ser teleguiada e obediente feito uma cadelinha onde o patrão diz: Deita, rola, levanta as patinha e ela faz. Que absurdo ela esquece que os que fazem a comunicação precisão ser fiel ao fato e as ocorrências e não ao patrão. E o que é pior ainda tem a cara-de–pau de falar em ética.

    Amanda Vieira

    12 de maio de 2010 às 21h05

    Meu amigo, nem a Souza Cruz, nem Ambev e nenhuma outra empresa defende tanto a "liberdade de expressão" como o grupo Abril. Este é o ponto! A hipocrisia fica escancarada! A atividade jornalística, diferentemente de uma fábrica de cerveja, de cigarro ou margarina, não pode ser reduzida a um critério empresarial até porque existem interesses públicos que o jornalista deve prestar conta que podem se chocar com interesses privados dessas publicações. E esse me parece que foi o caso – o repórter da National Geographic manifestou seu descontentamento diante da "reportagem" publicada pela Abril que não cumpre a função jornalística de informar devidamente as pessoas, já que foi feita na base de invenção de falas e dados (fato exaustivamentes denunciado na internet e que o repórter certamente tem conhecimento). O problema está nessa hipocrisia da publicação – que só defende a liberdade absoluta de imprensa quando a ela lhe interessa, passando por cima do direito de livre expressão de um funcionário que apenas fez um comentário numa rede social. Entendeu ou quer que eu desenhe?!

    Patricio

    13 de maio de 2010 às 00h07

    Solange, Solanginha
    Houve um tempo em que reinavam duas escuridões: uma, a dos milicos, e a outra, a da censura explícita e descarada, estampada nos certificados que víamos e vaiávamos, nas salas de cinema. Aliás, assinados por uma tal de… Solange. Sua xará. Ou você é a própria? Não duvido nada nesses tempos de túmulos reabertos…

    -Z-

    13 de maio de 2010 às 01h44

    Tudo bem … não é nada recomendável fazer o que ele fez. Mas "o cara fala mal de um produto da PROPRIA EMPRESA"? … Ele não estava criticando a qualidade do papel. Misturar o conteúdo da reportagem com "falar bem do governo" é nivelar por baixo. Mas não é o que veja faz de melhor? Levar para o emocional, mentir sobre questões do calibre da que foi abordada?

    João Sérgio

    13 de maio de 2010 às 14h42

    Quer dizer que ao contratar alguém,o patrão passa a ter o direito de serdono da consciência da pessoa?

André

12 de maio de 2010 às 22h12

Criticar o sujeito por ter sido "honesto" ,"ingênuo", etc., não faz de ninguém melhor pessoa.
Ele só queria trabalhar em paz e parece claro que não tinha noção de qualquer coisa além disso : Cumprir sua função. Se tivesse sido demitido por incompetência , vá lá. Não parece ser o caso. É muito mais digno prestar solidariedade. Fora disso, deixem-no em paz.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 23h49

    Muito bem colocada sua posição.Poucos aqui,que o criticam,teriam a postura do rapaz!É preciso coragem e opinião independente!

    beattrice

    13 de maio de 2010 às 01h52

    Isso que aconteceu com o repórter da NATGEO é assédio moral.
    E ainda tem gente que se considera politizada neste país que nem sabe que isso existe.

rsaqqara

12 de maio de 2010 às 21h41

Ele errou por dizer a verdade… no Brasil, e para pessoas que pensam como a Solange, isso é repugnante.

Responder

Eduardo guimarães

12 de maio de 2010 às 20h35

Mas, meu Deus!, será que ele achou mesmo que podia criticar justo a Veja trabalhando na Abril? Não entendi, essa.

Responder

    Dida

    12 de maio de 2010 às 22h06

    Parábens pelo seu magnifico artigo falando dos paulistas e da elite dominante de SP.
    Parabens também porque a Procuradoria Geral da Republica acolheu o pedido dos movimentos dos sem midia , liderado por vc, para que todas as pesquisas eleitorais sejam acompanhadas e passiveis de auditoria .
    Estou torcendo para que a luta de um brasileiro tao valente e admirável como vc nos venha a premiar com a verdade e justiça digna para todos os filhos do Brasil. Siga assim de nobre e lutador, aqui estamos , os que acreditam num Brasil justo e digno te apoiando.

    beattrice

    13 de maio de 2010 às 01h54

    Eduardo, muitos somente se dão conta do poder insolente dos lacerdistas quando o veem em carne e osso, face a face.

leonel

12 de maio de 2010 às 20h20

nada mais do que uma conveniencia do patrao dele. Toda empresa é assim , principalmente se for das empresas marinho, abril e macedao que controlam a midia nacional.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 21h59

    Mas as vezes sinto que a empresa do macedo é imparcial,Leonel.

Fabiano

12 de maio de 2010 às 20h00

É por isso que muitos jornalistas repetem os que seus patrões querem, pra não serem demitidos.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 22h00

    Não é só jornalista,fabiano…toda empresa,é a cara do patrão.

Douglas Yamagata

12 de maio de 2010 às 19h07

Não acho nada de anormal em se tratando da Veja. Recado que deixo a ele é: junte-se a nós! É Dilma!

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 22h01

    Pelo agora temos um argumnto forte para agregar ele,não é Yamagata!

Go Oliveria

12 de maio de 2010 às 18h29

espero que desta vez, Felipe Milane tenha a oportunidade de poder escolher um patão melhor.

Responder

@edvett

12 de maio de 2010 às 17h50

Por isso eu, (como o PIG, hehe), continuo à FAVOR da liberdade de opinião e de imprensa, filha da primeira.
Esta "pequena" AUTOCENSURA", transmitida por seu "boss" Matthew Shrits, deve ser considerada apenas um "acidente de trabalho" e "servirá de exemplo para os demais"!…

Responder

Sergio RDG

12 de maio de 2010 às 17h49

É claro que o contratante pode fazer o que quiser com o contratado, embora os contratados possam, sim, se rebelar, como bem fez Azenha e um monte de outros na Globo. Se o cara foi ingênuo, não sei, mas presto minha solidariedade. Uma instituição como a NGS, que se diz defensora de uma pluraridade cultural, geográfica e etnográfica, precisa ver quem são seus parceiros mundo afora. Não sei se adianta, mas enviei um e-mail para a área de contato deles: [email protected]
Segue o mail (perdão o mau inglês, pois para o que o utilizo, ele dá pro gasto, okapa?):

Hi, I'm a brazilian reader of National Geographic Brasil.

I come here protest against the firing of one of your reporteres here in Brasil, the editor assistant Felipe Milanez. He was dismissed because he did a criticism upon a bad article on Veja magazine that carries a great prejudice against indians and the labor of anthropologists.

Veja is a semanal magazine of politics and amenities. But has a rigth wing politics that always put social moviments as criminal groups. I don't want to discuss the magazine's politic inclination here. But this article is receiving serious and several protests from antrhopologists groups and from other well-informed people. And from a person that works with this matter, nothing more natural than figth against this kind of prejudice, like Mr. Milanez did.

Here is the article (in Portuguese): http://veja.abril.com.br/050510/farra-antropologi

And some of the repercussion of journalist's dismissal: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_nhttp://www.clicapiaui.com/geral/9385/jornalista-ehttp://izabellaoc.blogspot.com/2010/05/jornalistahttp://www.adnews.com.br/publicidade/103192.html http://topsy.com/twitterbrazilians.blogspot.com/2http://www.consciencia.net/?p=5098 https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/abril-demhttp://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/11

Thank you for the attention.

Responder

    graciliano

    12 de maio de 2010 às 20h45

    Muito bem, Sérgio. farei o mesmo, escrevendo para a National Geographic international.
    O repórter-fotográfico exerceu seu direito como cidadão, fora do trabalho, e não criticou a revista em que trabalha.
    Jornalista vende seu trabalho, não sua alma – ou, pelo menos, deveria ser assim.
    Sou solidário ao Felipe Milanez, a quem não conheço. É apenas mais uma demonstração de como agem os "defensores da liberdade de expressão" do Millenium Institute e do partido da Dona Judith.

Jairo Beraldo

12 de maio de 2010 às 17h40

É a liberdade de imprensa na tucanolandia!

Responder

Alberto

12 de maio de 2010 às 17h01

Quem vive com porcos farelo come…

Responder

Urbano

12 de maio de 2010 às 16h35

Pelo choro do leite derramado, peito de remador é que não foi, ficando, portanto, mais para inocência de anjo.

Responder

Julio Silveira

12 de maio de 2010 às 16h22

Ele esqueceu que a Veja é africaner. Tem que rezar direitinho pela cartilha.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 22h02

    E agora vão crucificar o Dunga por ter elogiado o mandela..espera pra ver!

Mauri

12 de maio de 2010 às 15h58

Mas o pomposo instituto Milleniun não é aquele que diz que a liberdade de imprensa está correndo perigo no Brasil?Na verdade quem está ameaçado é o cara que trabalha no Partido da Imprensa.Tem que está alinhado com as idéias do patrão,senão a gulihotina desce.Viva a liberdade de expressão de verdade,não essa que prega a turma do café Millenium.A liberdade de fazer sacanagem com quem diverge da turma ou será quadrilha.

Responder

Wagner L.

12 de maio de 2010 às 15h33

Já fiz minha parte. Estou enviando uma mensagem para o instituto Millenium, através do site desta "organização" ( criminosa ), solicitando que eles se posicionem sobre esta violência praticada pela editora Abril contra a liberdade de expressão, que eles dizem "defender" de forma tão veemente. Façam sua parte também, vamos encher a caixa-postal ( e o saco ) deles.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 22h04

    Nem o saco, nem a caixa de e-mails…spam é pra isso.Com essa gente só tem um jeito…cancelar as assinaturas e não comprar seus "produtos".

Jair Orichio Junior

12 de maio de 2010 às 15h11

Será que a Folha, Veja e a Globo, vão acusá-lo de violar a Liberdade de Imprensa?
Na Venezuela é violação…. mas na Veja é ordem unida…

Responder

Chico Melfi

12 de maio de 2010 às 14h41

Pé na bunda! Liberdade de expressão na Veja é isso!

Responder

Mosca Porvinha

12 de maio de 2010 às 14h41

Bom, sacudida a poeira, vamos conferir o espólio:

o jornalista ganhou notoriedade e respeito enquanto que a Veja repercutiu ainda mais a sua podridão. Nada mau!. A burrice da Editora Abril é o que mais me diverte.

Responder

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 22h06

    Uma boa observação,Porva…mas ele terá que se acolher nas empresas de boa indole,e tem me parecido,que está uma paridade muito grande neste setor.

adilson

12 de maio de 2010 às 14h16

O cara "esculhamba" o patrão, que é a revista, e ela tem que manter o empregado? menos, né rapaziada. ninguém aqui, como empregador, materia um empregado que te esculhamba …

Responder

    Farpa

    12 de maio de 2010 às 15h43

    Adilson, a questão é um pouco mais ampla que a tua afirmação. Quer dizer que falar a verdade "esculhamba" o patrão?Sendo o patrão um orgão de imprensa, pelo menos em tese, não tinha que zelar pela verdade dos fatos? Se o patrão valoriza mais a mentira e a empulhação do que a ética e a honestitade de seu funcionário, para mim está claro que errada está a empresa Abril que foi injusta e autoritária.

    adilson

    12 de maio de 2010 às 20h02

    E o que dizer das pessoas que se empregam em empresas que "não respeitam a verdade". Mas o "O quilo do feijão não cabe no poema". O demitido sabia onde trabalhava. Se ele não puxava o saco, que pelo menos não denegrisse publicamente quem sustentava seu feijão …

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 15h50

    A imprensa não pode exigir do governo e da sociedade o que não oferece a seus funcionários, não é mesmo? E ele não esculhambou a empresa, mas sim fez críticas a um jornalista que fez trabalho porco.

    Christian Schulz

    12 de maio de 2010 às 18h19

    RÁ!

    O Milanez "esculhambou" a Veja, não a Abril.

    O problema dessa editora é que lá acreditam que existe algo como crime de opinião.

    Menos, menos…

beattrice

12 de maio de 2010 às 13h50

Azenha,
pegando carona em comentários acima, caberia uma representação no sindicato, na Repórteres Sem Fronteiras e na matriz da NATGEO, até porque, na dependência do tipo de contrato que rege o licenciamento da marca no Brasil, para a ABRIL, ela vai figurar como ré solidária em qualquer ação que o repórter vier a mover contra a ABRIL.

Responder

    SérgioCMorales

    12 de maio de 2010 às 15h10

    Para o Repórteres Sem Fronteiras não adianta. A função deles é a defesa do monopólio da expressão dos tubarões da mídica corporativa.

Sergio

12 de maio de 2010 às 13h46

Sugiro enchermos a caixa postal da National Geographic matriz com e-mails de protesto. Normalmente lá as pessoas são um pouco mais sensíveis a ameaças de boicote ou acusações de cerceamento da liberdade de expressão…

Responder

sergio

12 de maio de 2010 às 11h46

o que esperar de uma empresa controlada pelo napster, a veja é fascista

Responder

    Christian Schulz

    12 de maio de 2010 às 18h24

    Naspers.

    O Napster morreu faz tempo, de uma doença chamada "Metallica", com comorbidade de "RIIA".

Thiago Leal

12 de maio de 2010 às 11h39

Matthew Shirts é um pau-mandado. Como podemos dar crédito à National Geographic agora? Pouco li da revista, mas era uma das que eu mais pensava em comprar sempre que passava nas bancas. Lembro-me de que ela publicava fotos fantásticas, tentava passar uma mensagem humanitária, algum apelo sutil em defesa desses que a Veja ataca. Aí um funcionário é coerente com essa postura da revista e – é demitido sem mais nem menos. Agora National Geographic é como livro do FHC; diz uma coisa e pratica outra.

Responder

Fernando Franke

12 de maio de 2010 às 11h32

Após um curto período sabático, já deverá estar percebendo o Mundo Real, tente pegar algumas recentes edições (salvas da latrina) e tente ler, mas se mantenha próximo a latrina. Vai facilmente perceber por que assim como a folha, a cada dia, um numero decescente de Impressão. Vai descobrir que a pesquisa do DataFolha esta baseada apenas em contatos telefonicos ao restrito cadastro de assinates. E nem assim ha resultado favorável á Elite golpist, Maniquista, Manipuladora.

Responder

Fernando Franke

12 de maio de 2010 às 11h24

Hoje ele chora, se esquece que HA MALES QUE VEM PRA BEM, a partir de hoje, vai descobrir que existe um universo além dos Civitas, dos Marinhos, dos Frias, dos Mesquita, vai perceber que a Realidade é outra. VEJA só que nível de maturidade chegou o Autor deste Blog que um dia (pasmem) pensou que o 11 de setembro tinha autoria fora dos EEUU. Seja bem vindo ao mundo Real, precisamos de Pessoas, de profissionais por aqui.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    12 de maio de 2010 às 12h19

    O 11 de setembro foi tramado por incas venuzianos, no intervalo do National Kid. abs

    Carlos.

    12 de maio de 2010 às 12h31

    Awika!

    Christian Schulz

    12 de maio de 2010 às 18h22

    Acho que foram os incas venezuelanos, contra os Homens de Bem.

    Daqui a pouco haverá um ataque do Godzilla contra o Placa Luminosa!

    Paulo Monteiro

    12 de maio de 2010 às 16h53

    É verdade, ja se dizia, "que as vezes só vamos pra frente com um pé na bunda"

Gerson Carneiro

12 de maio de 2010 às 10h56

"Assim E. Viveiros de Castro corre o risco de nunca mais ser citado na revista(!), como JonLee Anderson". – Felipe Milanez

Agora ele tem que enviar no Twitter uma mensagem complementar:

"…e como EU".

Responder

J.Lopes

12 de maio de 2010 às 10h50

Vem cá, o cara é demitido de seu emprego porque seu patrão não respeita a "liberdade de imprensa". Aí vem ele e diz que esta destruido, que seus sonhos foram para o espaço, tudo por causa de uma "infeliz conta no Twitter". Ah! Façam-me o favor, este cara não merece respeito nem solidariedade.

Responder

    Geraldo Sales

    12 de maio de 2010 às 17h13

    É verdade. Concordo com esta ideia acima. O cara está morto de arrependido e pelo dito, maldizendo o Twitter. Será que, por prevenção, não cancelou a maldita? Até parece que o cara escreveu inocentemente, ou seja, se soubesse que o comentário renderia tudo isso, certamente não o teria escrito.

Wendel Santana

12 de maio de 2010 às 10h41

Vamos criar o movimento VIRA VEJA !!!! Nao quero dizer virar leitor da veja mas virar a primeira revista da gondola hehehe. Sempre faço isso no mercado, Querem manipular ! Entao vai ser olho por olho dente por dente. Abcs

Responder

    beattrice

    12 de maio de 2010 às 13h37

    Wendel, você tem companhia.
    Já há uma "corrente" de pessoas que fazem isso.
    VIRA VEJA é palavra de ordem.
    Um repúdio democrático e de resistência pacífica às capas que sempre são manipuladas.

Rodrigo - Salvador

12 de maio de 2010 às 09h05

Tem mais de 20 anos que não leio a Veja. Só peguei uma vez há poucos meses, pra me inteirar das situações dos aeroportos, porque eu viajo muito.
UM abraço

Responder

    silvio de sousa

    12 de maio de 2010 às 12h57

    Perdeu seu tempo por que a matéria sobre os aeroportos que a Veja publicou foi encomendada pelos interessados na privatização dos aeroportos e, assim, totalmente manipulada pelos redatores que ouviram apenas um lado.

marcelo siano lima

12 de maio de 2010 às 07h30

uai, a veja e o pig não louvam a liberdade de expressão? não me espanto, mas acharia maravillhoso se as pessoas compreendessem que a linha editorial daquela revista trilha o caminho do golpe. o grupo abril, como todo o pig, está saudoso de 1954, loucos para criar um carlos lacerda.

Responder

Esquemas Táticos

12 de maio de 2010 às 06h21

Por falar em Twitter, veja que troca de mensagens interessante entre um repórter da Globo e José Serra.

No twitter do Serra, tem uma mensagem pessoal do Jorge Pontual, repórter da Globo, pra ele. Fala de um estudo australiano que diz:

# @joseserra_ estudo australiano: o Brasil é o país que mais prejudica a saúde ambiental do planetahttp://bit.ly/9nzbWi about 2 hours ago via web

# estudo australiano: o Brasil é o país que mais prejudica a saúde ambiental do planetahttp://bit.ly/9nzbWi

Ou seja, primeiro ele divulgou para seus seguidores, depois mandou diretamente pro Serra. Interessante… E o Serra respondeu:

Vou ler. RT @JorgePontual: @joseserra_ estudo australiano: Brasil é o país q mais prejudica saúde ambiental do planetahttp://bit.ly/9nzbWi

Sem comentários. Abraços, Marcelo Costa.

Responder

    Marcos C. Campos

    12 de maio de 2010 às 20h57

    O artigo é enorme … Mas adiantando uma impressão que tenho ; acho muito dificil o Brasil ser o pais que mais prejudica a "saúde ambiental do planeta", pois :

    a) nosso consumo per capita de derivados de petroleo é pequeno pertos dos EUA , China e Europa
    b) nossa matriz energética é quase 50% (inclusive transporte) de origem renovável.

    Talvez estejam falando de desmatamento de florestas, mas aí pergunto, e as florestas do hemisferio norte, que já não existem mais, não contariam para o estado atual saúde ser degradado.

miguel grazziotin

12 de maio de 2010 às 06h04

O Instituto Millenium, o defensor ferrenho daliberdade de expressaõ "em todos os niveis" deveria entrar em açao e pedir ao seu socio , Civita, que respeitasse este conceito de tao sincera e democratica instituição.

Responder

Ivo Milanez Gloeden

12 de maio de 2010 às 04h48

Felipe Milanez? Então deves ser meu parente. A famiglia Milanez "é tutti buona gente". Com a tua experiência sobre a Amazônia logo conseguirás um emprego mais decente que êste da Abril. Vá em frente.

Responder

mac

12 de maio de 2010 às 04h38

A verdade é o melhor desinfetante

Responder

Marcelo Fraga

12 de maio de 2010 às 01h30

Se eu falar aqui que a Veja, a Folha e a Globo mentem eles irão mandar um capanga para me dar uma surra!
Estou igual a Regina Duarte: Tenho medo.

Responder

Fabio_Passos

12 de maio de 2010 às 01h23

Cometeu o crime de emitir opinião?
Esta direita fascista não engana mais ninguém.

civita é um covardão.
Só que para desespero dele… todo brasileiro bem informado já sabe que a revista veja é repugnante.

Responder

Que tal pedirmos ajuda ao Millenium? – Tijolaço - O blog do Brizola Neto

12 de maio de 2010 às 00h59

[…] como divulgou o blog do jornalista Luis Carlos Azenha, foi demitido por ter criticado em seu twitter – portanto em caráter pessoal, em que nada […]

Responder

Stanley Burburinho

12 de maio de 2010 às 03h03

Tá certo.

Responder

Sandro

12 de maio de 2010 às 02h21

Isso é o que a Veja chama de liberdade de expressão, ou seja, VC É LIVRE PRA DIZER O QUE ME AGRADA.

Responder

Gerson Carneiro

12 de maio de 2010 às 02h10

Bom mesmo é o Vi o Mundo.
Aqui temos Ubaldos, Klauses, e dvorakes…
e tem até gente que coloca foto e nomes verdadeiros.

Será uma boa oportunidade para Felipe Milanez descobrir, e ver o mundo.

Responder

Ralph

12 de maio de 2010 às 02h07

Adoro quando recebo exemplares gratis. É um ótimo forro pra chão de galinheiro.

Responder

Nelson Menezes

12 de maio de 2010 às 01h57

Caro Felipe,ser funcionário desta editora e ser ético da nisso (rua) cabeça erguida,outras oportunidades aparecerão.
Como proficional ético , seu nome é o seu maior patrimonio.

Responder

    Nelson Menezes

    12 de maio de 2010 às 06h22

    "profissional"

    De Paula

    12 de maio de 2010 às 09h54

    Êle é çossiòlogo?

Jorge N Rebolla

12 de maio de 2010 às 01h40

Já foi tarde! Se você trabalha numa empresa e declara apoio a quem chama um dos seus produtos de repugnante deveria ter ao menos a decência de se demitir antes.
Este daí com certeza, como todos os que se dizem defensores dos índigenas, deve ser contra Belo Monte, Jirau e qualquer outro empreendimento na região amazônica. Deve ser um ferrenho defensor das teses das ongs estrangeiras.
Esta turma não passa de defensores da região amazônica como um museu antropológico, enquanto os saqueadores não vem. Num governo tucano serão os de sempre, com o pt os chineses.
Missionários estrangeiros; ongs que recebam recursos externos ou de empresas transnacionais; pequisadores de empresas, institutos ou universidades internacionais ou com ligações ou controladores de outros países; técnicos e cientistas não brasileiros e os “movimentos sociais” ligados aos internacionalismo esquerdista, como o mst e a via campesina, devem ser banidos de toda a região.

Responder

    Torquato

    12 de maio de 2010 às 02h18

    Ocorre que uma revista não é uma fábrica de margarina.E esse papo seu contra a esquerda, os indígenas e o mst não passa de basófia ensaboada com aparência de coisa moderna e avançadinha. Na verdade está fazendo o jogo das grandes empresas de comunicação e seus donos, o do do agro-negócio e dos defensores de um desenvolvimentismo tacanho a qualquer preço. Além disso essa coisa de banir expõe seu caráter autoritário e a adesão a soluções de força.

    @tiagodmeq

    12 de maio de 2010 às 03h35

    Concordo plenamente!!

    Paulo Figueredo

    12 de maio de 2010 às 05h25

    Não se esqueça dos comunistas.

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 09h14

    Sabia que na maioria dos países civilizados isso que a Abril fez dá cadeia e processos milionários, Rebolla? Como um meio de comunicação diz ser defensor da liberdade de expressão e demite um jornalista por "crime" de expressão pessoal? E você tem a cara de pau de chamar isso de decência, Rebolla? Não é a toa que bateu o record de negativação.

    Christian Schulz

    12 de maio de 2010 às 10h46

    ARRÉM, a National Geographic LICENCIA para a Abril a publicação de sua revista no Brasil .

    A Abril não é dona de nada na revista. Alguém aí falou em liberdade editorial?

    Acho que isso é prerrogativa de uma licença. A Carta Capital publica conteúdo da The Economist, que é de opinião diametralmente oposta ao da CC.

    Será que a NG gostaria de saber que um editor de sua edição brasileira foi demitido por expressar opiniões, ainda um crime branco no Brasil?

parte1

12 de maio de 2010 às 01h35

A despeito de suas boas intenções, não posso me furtar a deizer que se tivesse carácter, este rapaz que obviamente não sabe nada sobre a espinha dorsal de sua própria profissão, teria sustentado tudo que dissera anteriormente, mas parece que não é o caso. É o mínimo que posso dizer.

Responder

Twiteiro demitido pela Abril | Luis Nassif

11 de maio de 2010 às 22h13

[…] Do blog Vi o Mundo […]

Responder

Márcia Aranha

12 de maio de 2010 às 01h10

Na academia que frequento, vi hoje espalhadas, em diversos pontos, umas 5 Vejas…

Como isso nunca havia acontecido, perguntei ao dono, que é meu amigo, a razão daquilo. Segundo ele, passou um representante da Abril e disse que é um plano de Relações Públicas para divulgação da revista.

Ora, bolas…

Uma revista que tem mais de 40 anos ainda precisa de divulgação? Sabe o que eu acho? É desova de encalhe…

Responder

    Paralelo XIV

    12 de maio de 2010 às 03h23

    Só desova de encalhe,não.
    Desespero!

    Edson

    12 de maio de 2010 às 06h25

    Eh desespero nao, eh propaganda politica antecipada.

    beattrice

    12 de maio de 2010 às 13h41

    Todas as anteriores.

    Felipe

    13 de maio de 2010 às 19h57

    É verdade! Nenhuma outra empresa com mais de 40 anos faz publicidade!

    Azenha está super orgulhoso de seus leitores inteligentes.

Evilazio Alves

12 de maio de 2010 às 01h01

Esta é a liberdade de expressão na visão da grandeimprensa brasileira. É por isso que a Veja perdeu milhares de assinaturas e é uma revista destinada à extinção.Eu mesmo já fui assinante, mas hoje quero distância dela.Textos ruins, superficiais e jornalismo de péssima qualidade.

Responder

Pedro

12 de maio de 2010 às 00h58

Estranho seria era se ele não fosse demitido. O sujeito chama publicamente seus patrões de abusados, etc e tal, e ainda acha que devem ser mantido na empresa. Como assim???

Cabeça de petista é mesmo difícil de entender.

Responder

    robert

    12 de maio de 2010 às 04h09

    …pare de pensar nos petistas e defenda as idéias dos seus tucanos! Quais?

    beattrice

    12 de maio de 2010 às 13h42

    A julgar pela cabeça do líder Zé Biruta, não tem idéia só um conjunto vazio.

    laércio

    12 de maio de 2010 às 13h51

    Cabeça de bajulador é fácil de entender. Uma empresa que lida com informação não possui capacidade de ter divergências?

    Christian Schulz

    12 de maio de 2010 às 10h51

    De novo, não chamou os patrões dele.

    No máximo os colegas dele.

    Que são repugnantes.

    Ao contrário dos "petistas", a cabeça dos tucanos é fácil, fácil de entender…

    E, por favor, não me demita por ter uma opinião contrária à sua… "patrão"…

    Orlando Bernardes

    12 de maio de 2010 às 11h03

    Concordo que não é ético falar o que falou, publicamente, sobre a empresa na qual trabalha, mas o que o PT tem a ver com isto. Acho que sua cabecinha está impregnada de preconceito.

    flavio cunha

    12 de maio de 2010 às 12h05

    O que é fácil de entender é a "falta de cabeça" dos demotucanos.

O vice do Lula?

12 de maio de 2010 às 00h57

A burguesia capitalista tem consciência de classe enquanto classe exploradora e manipuladora da sociedade e de seus colaboradores.Dentro de sua cabeça (elite),já esta tudo bem definido,como,quando,forma e meios para manter seus objetivos de lucros,enquanto classe dominante.Realmente tem muito assalariado ingênuo que não tem consciencia de classe na condição de explorado que é. Pelo jeito o Sr. milanez é daqueles classe média que acredita que a imprensa e seus patrões são neutros perante a sociedade e seus trabalhadores.O Sr. Milanez agora vai começar a entender melhor o significado politico da sigla,PIG( Partido da Imprensa Golpista). Pião é pião,patrão é patrão,o twiter é o menos culpado nesta demissão.

francisco.

Responder

Luiz Heschet

12 de maio de 2010 às 00h54

Dizer a verdade tem hora que dá nisto. Principalmente quando se trabalha para gente deste naipe. Mas, o negócio é ter fé uma porta se fecha dez abrem esperem para ver. O cidadão foi honesto!

Responder

O índio

12 de maio de 2010 às 00h54

O maior problema da Editora Abril — da Abril e dos empregados da Abril, não meu! — é que A Abril se converteu em empresa CONDENADA a empregar ou (1) profissionais idiotas (se não souberem que, lá, a coisa é totalmente fascistizante) ou, então, é CONDENADA a empregar (2) profissionais de segunda [terceira, quarta, quinta, cuesta abajo!) categoria, escolhidos pelo grau de fascismo convicto sincero.
NINGUÉM faz bom jornalismo só com idiotas e fascistas convictos sinceros. Desistam. NUNCA deu certo, jamais dará. Porque é assim, exatamente, que o leitor-consumidor sente-se presa, ou de idiotas ou de fascistas sinceros! Que leitor-consumidor aguenta?! Sobretudo: Por que aguentaria?!
Quanto a "defender índio", me perdoem, não é trabalho nem para idiotas nem para fascistas. A Abril NUNCA defendeu índio algum. O jornalista demitido perdeu, no máximo, a boquinha da viagem 'ecológica' grátis. Que extraia daí a boa lição de NUNCA MAIS supor que alguém, algum dia, defendeu índio na Editora Abril. ME RESPEITEM. [assina] O ÍNDIO
______________________________________________________

Responder

    Carlos

    12 de maio de 2010 às 13h56

    Contradições do Capitalismo, como dizia o Marx; a mídia brasileira sempre trabalhou com esta contradição: ou contrata pessoas sem capacidade crítica, que vão produzir textos e matérias semiletrados, desinteressantes, ofensivos mesmo (como o texto que diz que os índios deviam ter aberto mão das suas terras em troca de um pesque-pague [?!]) ; ou contrata profissionais competentes que vão trombar com a visão de mundo da empresa mesmo sem querer (como parece ter sido o caso aqui). É o modelo do velho Roberto Marinho: só contrato comunistas…para dizerem o que eu quero; mas parece que o modelo não funciona tão bem como antes…

Fernando

12 de maio de 2010 às 00h53

É essa a liberdade de expressão do PIG

Responder

@rldigital

12 de maio de 2010 às 00h45

Esse fato mostra como os jornalistas são ingênuos e desinformados. Ele trabalha no meio e não imaginou que sua opinião resultasse em demissão. Portanto, ele não tem a menor ideia do que seja a editora abril e a veja.

Responder

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 16h22

    Mas graças a ele todos nós agora sabemos que as empresas e publicações do grupo, NatGeo [MTV, Capricho, tudo…] incluída, valem todas a mesma coisa: lixo!

Mc_SimplesAssim

12 de maio de 2010 às 00h45

O jornalista em questão até que não perdeu grande coisa, considerando que com a crescente concorrência da internet que oferece coisa melhor para ler, a Editora Abril não deverá sobreviver por muito mais tempo.

E, por falar em índios, a Folha de hoje criticou a Marina Silva por chamá-los de povos da floresta.

Como são arrogantes esses jornalistas da mídia oligárquica tradicional!

Responder

Fábio José de Mello

12 de maio de 2010 às 00h43

Deve ser um excelente profisssional. Certamente encontrará emprego.

Responder

Dorian

12 de maio de 2010 às 00h34

A Editora Abril está correta. Criticar a empresa em que trabalha publicamente é falta de profissionalismo.

Responder

    Jorge Vieira

    12 de maio de 2010 às 01h42

    E a liberdade de expressão ? Só vale para o Civita ? Deixa de ser………., deixa p'ra lá. Você é mais um equivocado que acredita no Papai Noel das grandes corporações de mídia.

    Zeca

    12 de maio de 2010 às 01h42

    Ok, agora o correto é sobrepor o código de ética (da Abril, neste caso) à Ética. Os jornalistas e editores da Abril merecem leitores como você.

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 16h24

    É este o ponto. A Revista Veja é a cara dos leitores da Revista Veja. Esse tipo de gente, fala como este Dorian e deve ler o que o Dorian lê. Aos Dorians o que é dos Dorians…

    Roberto Locatelli

    12 de maio de 2010 às 10h08

    Na verdade, o Dorian está defendendo o ponto de vista da Abril. Funcionários a Abril não podem ter opinião própria. Eles são obrigados a vender suas consciências ao patrão. No caso da Abril, ela não pertence mais aos Civita, mas sim a uma empresa da África do Sul. Os Civitas são apenas os laranjas.

    Rodrigo Prado

    12 de maio de 2010 às 11h34

    Concordo com a opinião do Dorian.
    Se o editor não concorda com as coisas que a empresa que trabalha faz, então ele deveria ter pedido demissão.
    Agora é comodo você estar dentro de uma organização que sustenta e como o próprio editor disse, dá condições de se ter sonhos e projetos, você criticar publicamente como se pudesse isentar da pessoa física do que o grupo de trabalho que você colabora.
    De qualquer forma, a Abril está perdendo um profissional que se preocupa com a verdade factual e com opinião e quem perde com isso é a empresa e não o profissional. Então mesmo correta a Abril perde.

Bonifa

12 de maio de 2010 às 00h22

O Serra já tinha tocado o clarim, quando se enfureceu com a coitada da Míriam porque ela saiu do script.

Responder

    Marta

    13 de maio de 2010 às 00h16

    O que prova que o Serra é o patrão..

walsil

12 de maio de 2010 às 00h21

Quer trabalhar na veja? faça jornalismo bandido.

Responder

Chico Nunes

12 de maio de 2010 às 00h20

Prezado Felipe, gostaria de externar solidariedade a sua pessoa, e lhe dizer que esteja aonde estiver, siga com dignidade e ética na sua profissão. No entanto, evite trabalhar em veículos de "comunicação" que cerceia e reprime as liberdades de expressão. Lembre-se aonde se lê "Veja", é na verdade "Editora Abril". Pelas suas palavras, percebo que vc ainda é muito jovem. Sega em frente…

Responder

Marcos C. Campos

12 de maio de 2010 às 00h11

Estes dias atrás, na Globo News, um jornalista equatoriano foi entrevistado pela jornalista da Globo, onde ele dizia que os jornalistas tem trabalhado com medo de sofrerem represalias do Presidente Correa.

Aqui no Brasil a paulada vem da própria empresa …

Os jornalistas da Globo e etc que se cuidem …

Tomara que este profissional arrume outra coisa melhor para fazer e ganhar a vida …

Responder

fichacorrida

12 de maio de 2010 às 00h05

Ninguém pediu e ainda assim o Grupo Abril fez questão de deixar claro seu conceito de liberdade de informação… Quem tem por tras a história do apartheid não pode ser lá algo confiável, não é mesmo?!

Responder

mano

11 de maio de 2010 às 23h55

Azenha, ele dve ser entrevistado para falar do que sabe….ele deve ser um homem-bomba… penso que ele gostaria de falar e repercutir ao infinito o seu testemunho.

Responder

Luiz Augusto Barroso

11 de maio de 2010 às 23h53

É o cúmulo! E eles ainda se dizem defensores da "liberdade de expressão".

Responder

Leider_Lincoln

11 de maio de 2010 às 23h29

Dvorakkkkkkkkkkkkkkkkkkkk: apareça, você que é um grande defensor da liberdade de imprensa. Queremos ouvir sobre suas preocupações…

Responder

    Elma Zwingler

    12 de maio de 2010 às 18h44

    Corrigindo um pouquinho, humildemente, acho que o certo é Dvoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaak, não Dvorakkkkkkkkkkkkkkkkk, por motivos óbvios: é ler em voz alta, e entender. No mais, concordo com tudo. A luta é essa mesma, e continua.

    A editora Abril não é problema pra mim. Vivo como se a editora Abril não existisse, e assim demonstro que, se existe, não é necessária. Existe, mas é como se não existisse. Por que não tentam? Recomendo. ;-))))

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 19h32

    Coloquei Dvorakkkkkkk por que ele adora rir, então usei da onomatopeia para fazer sarcasmo, para colocar o hipócrita diante dos hehehehes de que tanto gosta…

O Brasileiro

11 de maio de 2010 às 23h28

É assim mesmo…
O Paulo Lacerda foi para o exílio…
Protógenes está sendo perseguido implacavelmente pelo torturador da PF…
É mais um…
E todos têm nosso apoio!!!

Responder

daniel

11 de maio de 2010 às 23h19

Acho que era hora dele procurar um bom advogado e processar a Abril. Nos EUA isso dá cadeia!

Responder

    dvorak

    11 de maio de 2010 às 23h31

    Não delira, Daniel.A Abril é uma empresa privada e como tal demite e contrata quem quiser, respeitando a legislação trabalhista é claro.Se o Azenha criticar a Record, pode ser demitido com ou sem justa causa.Receberá seus direitos trabalhistas sem precisar ir à justiça ou mesmo por decisão judicial, mas será demitido.Simples assim.

    Leider_Lincoln

    12 de maio de 2010 às 16h29

    É jurista, dvorak? Por que ao invés de responder algo que você não entende, não respondeu minha pergunta lá em cima, de algo que você disse que "te preocupava"? Ele pode sim contratar um advogado nos EUA e ferrar a NatGeo. Afinal de contas, dvorak, você defende a Veja ou a liberdade de expressão? Responde aí,m espertalhão. Por que não riu desta vez? Cadê seu famoso hehehehe?

    Carlos

    12 de maio de 2010 às 12h14

    Acho que era melhor fazer como na velha música: levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Se o ambiente de trabalho é esse, melhor ir trabalhar em algum outro lugar que valorize profissionais decentes.

    beattrice

    12 de maio de 2010 às 13h47

    Na verdade, um bom advogado irá resgatar o tipo de contrato-licenciamento de marca entre a ABRIL e NATGEO, para constatar se há responsabilidade solidária.
    Se houver, a ABRIL vai ter que responder lá fora.

Lucas Cardoso

11 de maio de 2010 às 23h10

Esse que é o problema. A melhor coisa pro Brasil seria se alguém fosse pra Globo, ou algum outro lugar que todo mundo visse, ao vivo, e dissesse simplesmente "A Veja mente. A Globo mente. A Folha mente. Muito."

Mas se alguém dissesse isso viraria um pária. Minhas condolências, Felipe. E boa sorte.

Responder

João Sérgio

11 de maio de 2010 às 23h08

é essa a "Liberdade da Expressão" defendida por Abril e companhia limitada? Criticou tá demitido? Lamentável, absurdo, innaceitável, injustificável

Responder

jbmartins

11 de maio de 2010 às 23h02

Não sei ainda o que vou fazer da vida. Não estou arrependido porque nunca imaginei que minha opinião pudesse causar uma reação tão drástica. Talvez eu tenha sido ingênuo, mas quem defende índio tem que estar com a cabeça preparada para levar paulada – afirmou Milanez.
Acho que voce não imaginava que tudo o que disse é verdade, por isto estão lhe demetindo, erga a cabeça, logo vem oportunidade melhor.

Responder

Tweets that mention Abril demite editor que criticou Veja no twitter | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

11 de maio de 2010 às 19h57

[…] This post was mentioned on Twitter by VIOMUNDO, Daniel Duende, Rodrigo Guedes, renato sordi, Vitor Santi and others. Vitor Santi said: Na #abril não pode ter opinião! RT @VIOMUNDO Abril demite editor que criticou Veja no twitter – http://tinyurl.com/29vc58d (via @viomundo) […]

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jacc

11 de maio de 2010 às 22h57

o cara pôs a culpa da demissão no tuíter???

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Caboclo

11 de maio de 2010 às 22h56

Veja só, que absurdo! A "óia" é pirigosa, suncê num sabe u quanto. Abre u zói fiu. Sinão tu tá lascado tomem.

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Flavio Lima

11 de maio de 2010 às 22h56

Felipe
Não é muito te dar uma força, mas solidariedade com voce é o minimo que da pra fazer.
Defender indio no Brasil é coisa de gente corajosa, ética, Humana de verdade.
Tenho certeza que vão se abrir portas e janelas pra voce e pro seu trabalho.

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Klaus

11 de maio de 2010 às 22h56

Elogia Nossa Senhora na Record pra vc ver…

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    Bonifa

    12 de maio de 2010 às 00h25

    Já ví várias Notre Dames serem prestigiadas na Record, Von Barbie.

    Jairo Beraldo

    12 de maio de 2010 às 17h41

    Klaus, não mistura as coisas…

Milton Hayek

11 de maio de 2010 às 22h55

Mais um ataque à liberdade de expressão praticado pela fascistóide revista VEJA.Vejamos o que os Repórteres Sem Fronteiras vão dizer.

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A mídia descontrolada

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