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Renato Meirelles: A explosão do consumo popular no Brasil


13/08/2010 - 18h15

Renato Meirelles, publicitário do Data Popular, que estuda consumo no Brasil há dez anos, fala das profundas transformações que aconteceram nos hábitos dos brasileiros da chamada “nova classe média” em anos recentes.

renato.wma



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15 comentários

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Marcelo de Matos

02 de outubro de 2010 às 13h27

Não acredito em explosão isolada do consumo popular ou do consumo de luxo. Quando um pipoca aqui, o outro costuma pipocar lá. Para fugir da crise, o governo diminuiu a alíquota do IPI sobre carros. A comercialização foi maior no segmento de luxo – foi um verdadeiro festival de jipões. Mas, isso também estimula o consumo popular, pois, impulsiona a economia como um todo. Há alguns entraves a um maior desenvolvimento do consumo dito popular: 1) a inflação que precisa ser controlada; 2) a falta de profissionais qualificados para incrementar a produção industrial ou os serviços. Empresas têxteis do nordeste estão se ressentindo da falta de costureiras. As grandes lojas de materiais de construção fazem liquidação de pisos e revestimentos, mas, está difícil encontrar pedreiro disponível. Alguns pensam que qualquer um pode ser costureira ou pedreiro. Não é bem assim. Esses serviços exigem formação profissional.

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Wilsa

30 de setembro de 2010 às 22h06

A qualidade de vida do "povão" brasileiro, mudou mesmo, e graças a Deus e ao Lula pra bem melhor, isso incomoda apenas os desprovidos de inteligência…
Além do mais, contra fatos não existe argumentos e ponto final.

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Fernando

03 de setembro de 2010 às 20h38

Os pobres não têm escolas nem hospitais públicos de qualidade, mas tv lcd e blu-ray não faltam em suas casas.

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Marcelo de Matos

19 de agosto de 2010 às 14h25

Da minha parte, não tenho nada contra ou a favor de pobres, ricos ou remediados. Karl Marx dava um exemplo de que as condições econômicas influenciam a maneira de pensar das pessoas. Dizia ele que andar de lotação (hoje perua, van) para o operário é um luxo; para o burguês, que tem viatura própria, sintoma de decadência. Eu já andei de avião, de trem, de balsa, que no Rio chamam de barcaça, e por aí de outros nomes. De navio nunca andei. Acho que cada um tem o direito de andar do que quiser. Apenas disse que o avião está se tornando um transporte popular. A Azul está fazendo um contrato com o Magazine Luíza para vender passagens e pacotes de turismo. Eu não pretendo mais andar de avião: só se for muito necessário. Quem quiser e puder que ande e faça bom proveito, seja rico ou pobre. Não tenho nada contra.

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Erivelton Rodrigues

16 de agosto de 2010 às 14h45

É assim que se faz um país decente ampliando as possibilidades e as oportunidadades para as pessoas. O objetivo é promoção social de todos. É uma utopia, pode ser mas o governante que se preza tem que perseguila sem descanso.

Lula prometeu que garantiria aos brasileiros o direito de fazer tres refeições diárias, o básico em se tratando de humanidade e superou isso com muita folga. Alguém perdeu com isso pode ser mas pela sua popularidade é um numero insignificante. Mas temos muito ainda que avançar.

Parabéns presidente Lula o país nunca esquecerá..

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Pedro Marvelino

15 de agosto de 2010 às 10h03

Há uma ogeriza de uma certa classe menosprezando a outra. Tem milhares de pessoas que tem um egoismo crônico e acham que só eles é que tem direito de usufruir das coisas boas da vida. Para ele um certo tipo de classe não deveriam ter nada. O egoismo domina este tipo de gente.

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monge scéptico

14 de agosto de 2010 às 17h40

Diferentemente das exportações que dependem das oscilações da economia interna de nossos
parceiros comerciais. A economia interna se bem planejada, pode garantir a industria nacional,
a necessária estabilidade. Exportar só excedentes de produção, que, satisfeitas as necessidades
do mercado interno, disponibilizem o produto na carta de exportações. Por outro lado a produção
específica para exportação, estabelecidas por "contratos" que exploram nossa mão de obra, estes
podem ter lugar na economia, como industria paralela, desde que capte tecnologias etc.

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Sergio Castro

14 de agosto de 2010 às 17h38

Não sei não, mas senti nos dois primeiros comentários um certo desprezo pela classe C, que é isso gente, pobre não pode melhorar de vida? Comprar maquina de lavar, um carrinho usado? Quem sabe até fazer um turismo ou visitar a familia de avião? Se for verdade é uma vergonha e os comentaristas entram no clube do Arnaldo Jabor e Celso Ming revoltados com os a "ralé que entope os aeroportos", será este tipo de visão uma saudade antecipada dos tempos em que podia-se contratar um "pobre coitado" para limpar a fossa asséptica deles (colocar a mão, e o corpo inteiro, na m…) por dez reais?
Acostumem-se pois estes tempos estão acabando, ainda bem. Há algum tempo atrás vi uma reportagem sobre baleiros de ônibus em Salvador que se organizaram e foram oficializados pelo govêrno, nas entrevistas um deles disse que estava melhorando de vida, já havia comprado um "tanquinho" e pretendia logo comprar um armário de cozinha, fiquei muito feliz é assim que deve ser.

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Marcelo de Matos

14 de agosto de 2010 às 12h01

A classe D superou a B em poder de consumo. O maior potencial de consumo, porém, continua a ser da classe C. A pirâmide de consumo seria então C-D-B-A? Se for assim, fica difícil entender a relação com a concentração de renda. O Brasil apresenta um dos piores índices de distribuição de renda do mundo. Uma das causas seriam os impostos indiretos, que oneram o consumo. A estabilidade monetária, iniciada com Collor, trouxe melhores perspectivas para os menos favorecidos. No período FHC tivemos o aumento do consumo de iogurte e dentaduras. Agora, fala-se no aumento do consumo de sabonete líquido, mas, também de máquinas de lavar roupa. Pelo que vejo, pobre gosta mesmo é de celular e notebook. Nos meus tempos de garoto, gostavam de rádio Spica, aquele de colar na orelha. Durante a morolinha, a classe A foi conclamada a participar da retomada. Reduziram o IPI e os jipões tomaram conta das ruas. Nos EUA não foi diferente: a Hyundai teve até de chamar sua concorrente (ou associada) Kia para ajudar na produção do Santa Fé.

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    Renato

    08 de setembro de 2010 às 10h54

    Superou a B em poder de consumo, por causa da facilidade de acesso ao crédito, mas um dia isso irá explodir.

Claudia

13 de agosto de 2010 às 21h17

Viva! Todos podem comprar iPods e tomar benzodiazepínicos pra conseguir dormir! Somos felizes, eba!

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Jairo_Beraldo

13 de agosto de 2010 às 19h58

Não consigo entender estes economistas de plantão. A conta é simples…dinheiro na mão é vendaval. Todos ganham.

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Ed.

13 de agosto de 2010 às 19h48

E a mediocrelite não consegue perceber que isso e bom até pra ela mesma!…

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    Jairo_Beraldo

    14 de agosto de 2010 às 15h17

    O problema da elite, ED, é que eles querem demonstrar poder pisando nas pessoas menos favorecidas no ambito economico.Seriam mais inteligentes (se tivessem,claro) se mostrassem poder sendo, como Lula, humanos.

ferrera13

13 de agosto de 2010 às 19h27

39,6 bilhões injetados na economia por conta do aumento real do Salário Mínimo e do Bolsa Família. Grana que movimenta a indústria e o comércio. Dinheiro que socorria bancos e empresas privadas em estado de concordata nos tempos de FHC. Dilma ainda tem muito o que explorar em favor de sua campanha.

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