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Artur Henrique: Em busca de um novo sindicalismo


06/08/2011 - 11h38

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) explica os motivos pelos quais a entidade não participou do lançamento do programa Brasil Maior, do governo Dilma, que prevê desoneração para setores da indústria,  fala sobre a relação com o governo Dilma e com outras centrais sindicais e da tentativa de renovar o sindicalismo, atraindo a nova classe média:

artur.wma

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24 comentários

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Marcio Pochmann: Despolitizada, “nova classe média?” é desafio para partidos e sindicatos : Blog Onhas

06 de maio de 2012 às 20h46

[…] Artur Henrique: Por um novo sindicalismo […]

Responder

abolicionista

04 de maio de 2012 às 08h49

Acho que já passou da hora de abandonarmos as discussões sobre o sindicalismo, que há muito tempo não tem mais nada a ver com socialismo. Pelo contrário, o sindicalismo tem legitimado discursos muito perigosos em “defesa do trabalho”. Quer dizer, do trabalho daqueles que podem obter carteira assinada, etc., hoje em dia, uma minoria cada vez menor. Os últimos movimentos políticos antissistêmicos não saíram de sindicatos e desconfio que movimentos futuros também não sairão. Na França, por exemplo, a “defesa do trabalho” está, na prática, associada a dificultar a vida dos imigrantes e dos chamados “vagabundos”. Enfim, vejo peleguismo dos dois lados, nesse caso.

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Gilson Caroni Filho: A maior vitória contra a ditadura sobrevive « Viomundo – O que você não vê na mídia

01 de maio de 2012 às 00h14

[…] Ouça a proposta de Arthur Henrique, da CUT, para um novo sindicalismo […]

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André

15 de fevereiro de 2012 às 07h14

Em busca de um sindicalismo pelego

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Metalúrgicos são o dragão da inflação | Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de agosto de 2011 às 12h01

[…] Artur Henrique: Em busca de um novo sindicalismo   […]

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assalariado.

15 de agosto de 2011 às 19h01

Conceição/ Azenha;

O que esta acontecendo com a ordem cronológica dos comentários.

Noto que há alguns dias/ semana os horarios, por aqui, andam malucos.
Por exemplo este post, os comentarios marcam 5 dias atras e o post só esta aqui há um dia.

Abraços Fraternos.

Responder

    Conceição Lemes

    15 de agosto de 2011 às 19h36

    Oi, Assalariado. Este artigo foi postado no dia 6. Dê uma olhada lá em cima. Agora, que o IntenseDebate e mesmo o wordpress nos pregam algumas peças. As vezes eu posto um texto hoje, por exemplo, e sai registrado 15 de agosto de 2009. Como ficamos atentos a tudo o que postamos, percebemos logo e reeditamos a data. Abs e obrigada pela precupação

pperez

14 de agosto de 2011 às 20h19

Trabalho em empresa estatal e desde o advento do governo Lula ha 8 anos, o movimento sindical, como um todo esfriou.
Os sindicatos filiados a CUT de forma geral, esqueceram de cuidar das suas bases, seguindo a tendencia de participar do planejamento do governo.
Com isto a essencia do sindicalismo de luta pelos interesses da categoria perdeu a força, porque o governo sinalizou com ganhos reais de salario,grande parte das lideranças foram cooptadas pelo governo e de outro lado não se priorizou a renovação de quadros.
Agora com celulas do pensamento neoliberal ditando regras no governo com foco nos salarios dos trabalhadores a CUT tenta reagir, mas a Força Sindical que foi criada pelos tucanos para neutraliza-la ocupou espaços importantes e está mais forte.
Será uma boa briga porque eletricitarios,bancarios e petroleiros categorias historicas da CUT já avisaram ao governo que salario não gera inflação. Então…

Responder

beattrice

10 de agosto de 2011 às 16h21

Um governo que se distancia das suas bases sociais sem manter com elas o diálogo e o respeito ao contraditório não caminha bem, independente das razões que movam essas bases.

Responder

    assalariado.

    14 de agosto de 2011 às 20h50

    beattrice, curto e grosso. Falou a minha lingua, bravo!

    Saudações Socialistas.

V

10 de agosto de 2011 às 12h37

Ah… bom. Viva o Programa Brasil Maior. Tava difícil os empresários comprarem tofú, salmão e caviar. Estavam partindo para o espumante nacional… veja só que horrível. Enquanto isso, nós servidores públicos federais estamos com os salários congelados desde 2008!!!!!!! (Teve um reajuste… hahahaha… em julho de 2010, mas é para perdas antes de 2008 e depois de uma greve em 2007).

Será que a S&P vai rebaixar a nota do Brasil pelo descumprimento do ART.39-X da própria constituição?

Responder

    Vinícius

    10 de agosto de 2011 às 16h13

    Tem o artigo e tem o PEC do FH, não se esqueça. que o Ministro de Mello está defendendo…

    V, falando em CUT, a notícia é que essa central tentou sabotar por dentro a greve da FASUBRA (sindicato dos técnicos das federais). O problema maior não é esse, pq a ANDES (professores universitários) entrou (na UFPR os alunos entraram também). O problema é que a CUT vai tentar impedir que outros sindicatos de servidores federais entrem em greve. Pq senão o governo vai ter que sentar e negociar com a gente, em vez de ficar remarcando reunião, confere? E greves são importantes agora, senão, por causa do contexto, vamos ficar com o salário congelado até 2013, colega, no mínimo.

    Eu tenho a impressão que pra algumas categorias se mobilizarem falta um empurrão… que seria justamente ver outros servidores em greve, hehehe. Bem, esse é o sinal de fumaça. Acho que se os servidores públicos se comunicassem nacionalmente – que fosse num nível informal, mesmo, só repasse de novidades – ia ajudar. Meu e-mail é [email protected], se quiser, abraço.

    V

    15 de agosto de 2011 às 22h37

    Vários grupos de servidores públicos federais estão se mobilizando e a coisa está ficando no mínimo estranha e vai custar caro para a diretoria da CUT.
    Estamos ficando decepcionados e humilhados com esta negociação.

    Como é possível esse governo dar incentivos fiscais para empresas multinacionais de um lado, ampliando seus lucros e vociferando que está investindo na inovação, e por outro lado secando a pesquisa começando pelos salários dos pesquisadores? Por exemplo: Como pode fazer propagando de programas de mobilidade internacional para estudantes universitários, se ele é totalmente elitizado (os alunos tem que entrar com TODAS as despesas)?
    Em quem votamos afinal?
    Reajuste do servidor público federal é indexação da economia. Ok! Mr. Mantega, e reajuste das taxas bancarias não o são? Reajuste das teles não o são? Reajuste da água, energia elétrica e combustíveis também não? E o reajuste do condomínio? E o reajuste do seu salário no início do ano?
    Acho que essa sua calculadora deve ser sido presente de algum banqueiro.

    Sanches

    20 de agosto de 2011 às 20h07

    A CUT, e seus sindicatos, parece sem rumo (?). Uma hora ataca, rosna, mas basta um afago (mesmo que falso e mentiroso) para ela sair "abanando o rabo" (não é pejorativo, por favor, é apenas uma figura de linguagem!). Foi e está cooptada, e sem credibilidade. É risivel, algumas vezes. Sou bancario e TODO ano, desde a assunção do Sr. Luis Inácio, é a mesma coisa. Mesas de negociações, rosnar, palavras fortes, que no final nada representam e nada mudam na realidade de quem vive nos bancos oficiais. Lucros imensos, distribuição dele entre acionistas e a "elite", inimaginavel aos "de baixo", esmola a quem realmente trabalha e faz. Em parceria com o BACEN os bancos, TODOS, estão expulsando o brasileiro de suas agencias. Juros de 150, 200% aa. Tarifas que mais parecem extorsão. Quanto aos privados, nada a declarar, pois seus donos não tem compromissos com o pais, apenas com o lucro. Mas os oficiais…Os brasileiros são seus DONOS e maltratados. É o governo tucano do PT… que a CUT participa com seus deputados, senadores, governadores, prefeitos, …

    Carlos

    22 de setembro de 2011 às 09h09

    Isso todos os blogs " de esquerda" preferem não falar. A greve dos correios , dos professores federais,etc. Solenemente ignoradas. Estou começando a desconfiar que agiriam exatamente como o PIG caso tivessem a chance. Afinal, qual a diferença? O PT pode tornar-se neoliberal , pode mudar e ir para onde quiser que não merece cr´ticas? Tem algo errado nisso. No final só nos vai restar contarmos com nossa própria força. Sem mídia, absolutamente sem mídia.

    Vinícius

    10 de agosto de 2011 às 16h19

    Só pra ninguém ficar bravo comigo: infelizmente esse tipo de atitude por parte da CUT é uma realidade, mas não levo pro lado pessoal, nem generalizo . Os sindicatos filiados ou com penetração da CUT que julguem se ela vale a pena ou não.

    eunice

    15 de fevereiro de 2012 às 13h28

    Falar em congelado ou não não interessa. Quero saber congelado em quanto.

Vinícius

10 de agosto de 2011 às 09h49

Aaaahh… digita o negócio aí, pô. Não pega o som aqui, além do mais às vezes eu passo pra minha lista, etc.

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O sindicalismo antenado da CUT « Matutações

10 de agosto de 2011 às 02h27

[…] A entrevista, em áudio, encontra-se no Viomundo. […]

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Bruno Moreno

08 de agosto de 2011 às 20h41

Sem querer ser maniqueísta, mas as diferenças são simples: As centrais que defendem o pluralismo sindical, ou seja, a verdadeira autonomia sindical e o fim do imposto sindical defendem o legado no Novo Sindicalismo. Neste sentido se enquadram somente CUT, CONLUTAS e INTERSINDICAL. Ou seja, como Central legalizada somente a CUT. Já CTB, Força Sindical, Nova Central, UGT e CGTB são contra as bandeiras históricas do novo sindicalismo que fundaram a CUT e agitou o movimento sindical nos anos 80. Fora que com exceção da CTB, as outras tem muita ligação com políticos e partidos de direita.

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