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A Whiter Shade of Pale


23/03/2010 - 02h14

PROCOL HARUM – A Whiter Shade of Pale

A Whiter Shade Of Pale – Procol Harum



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19 comentários

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reinaldo f. oliveira

12 de maio de 2011 às 16h55

essa música marcou uma época em minha vida , docê lembranças.

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Emmanuel

26 de setembro de 2010 às 17h56

Foi uma grata lembrança, ao assistir o seriado House e ver o Dr. tocando-a…

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oguselascs

17 de maio de 2010 às 21h27

Demais, prá quem não entende o idioma, prá quem não entende de partitura, ams se emociona, é demais, uma delícia, um tes…, valeu

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Carlos Menezes

14 de maio de 2010 às 13h46

Fantástico mela-cueca dos anos setenta. Good times!

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Leider_Lincoln

14 de maio de 2010 às 13h37

Os limites entre a pretensão, a ignorância e a idiotice são desafiados com cada vez mais brilhantismo…

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    soniaS

    14 de maio de 2010 às 13h48

    Puxa! Concordo totalmente com voce! Faço das suas, minha palavras tambem.

    toni gatto

    14 de maio de 2010 às 14h12

    Ora Leider, sois vós da banda dos homens bons? Não lhe apraz, deveras, o conhecimento erudito do nosso caríssimo concidadão Leite, sobre as griffes da alta moda? Possivelmente tomou ele lições de etiqueta com a filhota do geraldinho, o Xuxuzinho de PInda, lá na Daslu. Aliás, templo de consumo da verdadeira "classe média brasileira" assaz defendida pelo nosso bom cristão Leite. Alvissaras.

Italo

05 de maio de 2010 às 17h41

Eu ouvi essa música pela primeira vez há pouco tempo, e era uma mulher que cantava… achei belíssima…
Um belo dia, um amigo, grande conhecedor de rock, me apresentou uma gravação em estúdio da banda Procol Harum, música "Simple Sister", gostei na hora da sonoridade e copiei dele a discografia da banda.
E esta música "Whiter Shade…" estava no primeiro disco… nossa… ela e mais linda ainda na versão original, sem sombra de dúvidas…
E eu tenho a liga de gostar sempre de bandas que dificilmente virão ao BR ou não existem mais… essas bandas mais internacionais mais famosas que fazem shows no país às vezes não sou muito fã… e tambpem não sou de ir no show de bandas que não curto muito só pra dizer que fui… mas Procol Harum certamente eu iria
Legal tu colocar esses sons antigueiras vez em quando pra quebrar a rotina
Abs

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Marko

10 de abril de 2010 às 04h02

Francisco, penso q não há necessidade d partitura, veja; está tdo no campo harmônico d C / Am ( Dó maior ou Lá menor ).

Arrisco até a chutar q, como mtas composições da época, nasceu d um exercício musical q, devido a criatividade e talento ímpares desse pessoal virou música.

Atente p/a seqüência d acordes q se repete ao longo da música ( 1 à cada 2 tempos ) e os baixos descendentes nos mesmos:
C Em/B Am C/G F Am/E Dm F/C G/B G7 Em7 G7/B C F C G7

C/exceção do refrão, onde antes do Dó maior ( C ) vem um G7/13 ; a música toda segue assim, como um mantra harmônico. Basta tocar essa seqüência d acordes q ela auxiliada pela sua memória como fã da música, naturalmente emergirá, sem necessidade d partitura.

Boa fruição

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Fernando Grassi

09 de abril de 2010 às 06h23

Sensacional!!!
Embora essa gravação seja excelente e a mais conhecida, tem outra ótima com o Joe Cocker.

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Sá Machá

08 de abril de 2010 às 21h23

perfeição

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Henrique

08 de abril de 2010 às 16h30

"Mais branco que o pálido", grande música, grande saudade, da época em que eu ainda era estudante e procurava minha cara metade! Grande Azenha!

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Alexandre

07 de abril de 2010 às 19h01

Amassei muito as gatas nas tertulhas. Ainda bem que curti isso, pois não me perdoaria se tivesse perdido esse tempo. O ruim era só a falta de grana, mas naquele tempo as meninas não se importavam muito com isso. Valeu Azenha!

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Gerson

31 de março de 2010 às 12h22

Essa é do tempo que eu tinha cabelo. VALEU.

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francisco

31 de março de 2010 às 00h18

Todos comentários faço meus.

Gostaria de receber a partitura desta música para teclado, se alguem tiver me manda por gentileza.

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Nelson

23 de março de 2010 às 20h19

A letra, pelo menos na tradução a que tive acesso, é um tanto confusa.
Porém, a música e o vocal são magníficos; uma combinação rara.
Valeu, Azenha.

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sergio

23 de março de 2010 às 18h26

bons tempos.

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Cezar

23 de março de 2010 às 14h27

Música internacional de qualidade. Nostálgica e bem feita, afrodisíaco para a memória, difícil de encontrar coisa parecida atualmente.

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