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Diário da Resistência

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A piada, eu comecei


25/07/2010 - 18h41

dos Bee Gees

I started a joke
Which started the whole world crying
But I didn’t see
That the joke was on me

I started to cry
Which started the whole world laughing
Oh if I’d only seen
That the joke was on me

I looked at the skies
Running my hands over my eyes
And I fell out of bed
Hurting my head from things that I said

‘Till I finally died
Which started the whole world living
Oh if I’d only seen that the joke was on me

I looked at the skies
Running my hands
Over my eyes
And I fell out of bed
Hurting my head from things that I said

‘Till I finally died
Which started the whole world living
Oh if I’d only seen that the joke was on me
Oh no! that the joke was on me
Oh…

11 I Started A Joke



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13 comentários

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jonas de caravlho

05 de outubro de 2010 às 05h43

Rapaiz !! Essa é a musica-tema minha e de minha esposa do tempo dos bailinhos de garagem. Casados há 37 anos! Eita coisa boa.

Responder

augusto

04 de outubro de 2010 às 17h15

o mundo uma grande escola,hoje um grande circulo aonde os palhaço,esta buscando fazr lei acordando ,undo as ruas em busca de lei ,honestidade,sera que os politicos nunca ve,nao agredito,com tantas sabedoria,p/si mesmo,precisa da populaçao fazer lei,ainda boicotar

Responder

José Sabino

27 de julho de 2010 às 11h19

QUESTÃO DE CAMBIAL

– Tome sua rapadura e me dê o meu dólar.

Uma hora mais tarde, ou seja, mais trocentos zilhões de dólares impressos, pressionado pela patroa o mineirinho engole a lobeira. Engolir lobeira é fazer uso do direito ao arrependimento em mineirês

– Seu Ari (Harry) pelamordedeus, me devolve a rapadura! Eu não sabia que era a derradeira!

– Você tem dois dólares?

– Num era um dólar ainda agorinha?

– Era, para eu comprar. Para eu vender são dois. But that one I ate with natural yogurt, ok? Pois é já comi. Agora eu quero é outra. Pago três dólares!

– Eu prefiro com coalhada. Mas quanto vale esse tal dólar?

– Depende. Para eu comprar vale um tanto e para eu vender vale outro tanto. E de acordo com outras circunstâncias posso até pagar mais, vai do interesse e de quem vai receber.

Sem entender lhufas, o mineirinho se recolheu à sua insignificância, botou o rabo entre as pernas, nada mais disse e saiu de fininho resmungando.

No caminho ia matutando: Uai, não sabia que vender rapadura era tão complicado! Agora como vou explicar para a patroa? Além de apanhar vamos ter que tomar café amarguento amanhã cedo!

Peraí, peraí, peraí…

Desde que mundo é mundo rapadura é rapadura! Num tem nada de complicado com rapadura! O problema está nesse tal de dólar. Ele não sabe quanto vale, se é uma rapadura, meia rapadura ou rapadura e meia!

Moral da estória:

Bastou um, somente um negócio para o mineirinho descobrir a farsa do dólar. O que nenhum economista, de Bretton Woods até hoje, conseguiu vislumbrar.

Na prática vamos adquirindo dólares e entesourando. Os bens e serviços vão alimentando o império. Tá bom, não é? Enquando eles vivem superalimentados com todas as rapaduras, obesos até, entesouramos dólares que desvalorizam todos os dias e que, brevemente se transformarão em pó. Se não temos mais rapaduras o problema é nosso e não deles.

Esta é a vida.

Espantosamente pueril
José Sabino

Responder

Francisco Nogueira

27 de julho de 2010 às 00h52

Agradeço esta viagem/lembrança de retorno a umas 4 décadas atrás. Emocionante!

Responder

Waldyr Kopezky

26 de julho de 2010 às 23h58

Caro Azenha, você já viu a versão no Youtube para "How Deep Is your Love"? Chama-se "Yakissoba". É demais! Assista!
Abs, Waldyr.

Responder

Geysa Guimarães

26 de julho de 2010 às 19h06

Bee Gees e Billy Blanco de uma só vez, é tanta musicalidade que até esqueci do Senhor dos Pedágios. Devanear é preciso.

Responder

Hans Bintje

26 de julho de 2010 às 13h48

## Comentário "off-topic"

Parabéns pelo capricho na escolha das "imagens da vez".

Que mulheres lindas, Azenha!

## Fim do comentário "off-topic"

Responder

Hans Bintje

26 de julho de 2010 às 13h43

A BANCA DO DISTINTO
Elis Regina
Composição: Billy Blanco

Não fala com pobre, não dá mão a preto
Não carrega embrulho
Pra que tanta pose, doutor
Pra que esse orgulho
A bruxa que é cega esbarra na gente
E a vida estanca
O enfarte lhe pega, doutor
E acaba essa banca
A vaidade é assim, põe o bobo no alto
E retira a escada
Mas fica por perto esperando sentada
Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão
Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco afinal
Todo mundo é igual quando a vida termina
Com terra em cima e na horizontal

Responder

monge scéptico

26 de julho de 2010 às 10h11

Como é que eles conheceram o histórico do serra?

Responder

    Gerson Carneiro

    29 de julho de 2010 às 18h22

    Pesquisaram no Google a palavra Chirico.

Gerson Carneiro

25 de julho de 2010 às 22h30

E eu que sempre pensei que os Bee Gees nunca foram politicamente engajados.

Responder

Gerson Carneiro

25 de julho de 2010 às 22h21

Eu comecei uma piada
Que fez o mundo inteiro chorar
Mas eu não ví
Que a piada era sobre mim

Eu comecei a chorar
O que fez o mundo inteiro rir
Oh, se eu apenas tivesse visto
Que a piada era sobre mim…

Eu olhei para o céu
Passando as mãos sobre meus olhos
E eu caí da cama
Ferindo a cabeça com coisas que eu disse

Até que eu finalmente morri,
o que fez o mundo inteiro viver
Oh, se eu apenas tivesse visto que a piada era sobre mim…

Eu olhei para o céu
Passando as mãos
Sobre meus olhos
E eu caí da cama
Ferindo a cabeça com coisas que eu disse

Até que eu finalmente morri,
O que fez o mundo inteiro viver
Oh, se eu apenas tivesse visto que a piada era sobre mim…
Oh não! Que a piada era sobre mim…
Oooh…

dos Bee Gees para o Zé.

Responder

Hélio Jacinto

25 de julho de 2010 às 22h17

Adoro os Bee Gees. Achei o máximo, 10 pra quem curte este pessoal.

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