VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

“Um pássaro na mão ou dois voando”


05/05/2010 - 11h13

Escolhas eleitorais

por Marcos Coimbra, em O Estado de Minas, via Nassif

Para a vasta maioria da população, a eleição pouco (ou nada) tem a ver com algo tão distante quanto a escolha de um modelo de capitalismo

Não faz muito tempo, um dos mais renomados articulistas de um importante jornal carioca iniciou sua coluna com uma pergunta natural para esta época do ano: o que terá mais peso nas decisões que os eleitores vão tomar na hora de escolher em quem votar para presidente? Para respondê-la, oferecia, no entanto, alternativas que nada tinham de naturais: seria “a capacidade de sedução do presidente Lula e a boa situação da economia, proporcionando uma sensação de bem-estar à população” ou “a percepção de parte do eleitorado de que uma política externa radicalizada à esquerda tem reflexos inevitáveis na maneira de conduzir a política interna”?

Quem tivesse lido somente esse começo de texto talvez ficasse com a impressão de que o autor estava brincando. Em nenhum lugar do mundo uma dúvida assim faria sentido e, certamente, não no Brasil.

De um lado, só estão coisas palpáveis: um presidente que seduz a opinião pública, a economia que vai bem, as pessoas satisfeitas, uma sensação de bem-estar. Do outro, algo que já é enunciado como limitado (“a percepção de parte….”), que põe na mesa uma noção que pouquíssimas pessoas saberiam o que é (“política externa radicalizada à esquerda…”) e que faz uma suposição cuja demonstração é complicada (“reflexos inevitáveis… na política interna”).

É difícil imaginar escolha mais fácil para a quase totalidade da população brasileira: na balança, em um prato estaria seu bem-estar, no outro, uma abstração a respeito de outra abstração. Quem aposta o que a maioria faria sem titubear?

O curioso no artigo é que a pergunta não era retórica. E que o autor não a fazia por redução ao absurdo, para mostrar o equívoco de quem imagina que a agenda da “esquerdização” da política externa possa ter qualquer impacto eleitoral relevante.

Mas não são apenas os jornalistas que fazem, às vezes, perguntas sem sentido. Até os mais ilustres líderes políticos as cometem.

Domingo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou aos jornais, agora para “reavaliar as diferenças e críticas recíprocas entre PSDB e PT”.

Em tom menos combativo do que vinha usando nas suas recentes intervenções (talvez em sintonia com a orientação de evitar o confronto direto com Lula, emanada do comando da campanha Serra), FHC falou de continuidades, sem comparar governos. Nem sequer foi para a “guerra dos números” para a qual havia desafiado o PT. Magnânimo, propôs que o Bolsa-Família fosse visto como exemplo dos programas que, “independentemente de que governo os tenha iniciado ou melhorado, tiveram o apoio de todos os partidos e da sociedade”.

Seu artigo termina com uma declaração e uma pergunta. Para ele, as diferenças entre Serra e Dilma, mais dia, menos dia, recairão sobre “a verdadeira questão” (uma só, pois as outras, imagina-se, não seriam “verdadeiras”): “Queremos um capitalismo no qual o Estado é ingerente, com uma burocracia permeada por influências partidárias e mais sujeita à corrupção, ou preferimos um capitalismo no qual o Estado permanecerá básico, mas valorizará a liberdade empresarial, o controle público das decisões e a capacidade de gestão?”. No primeiro corner, estaria Dilma, no segundo, Serra.

Com a biografia que tem, é difícil acreditar que o ex-presidente pense da forma como se expressa. Para a vasta maioria da população, a eleição pouco (ou nada) tem a ver com algo tão distante quanto a escolha de um modelo de capitalismo (“Estado ingerente X Estado básico”). Nem é claro como os dois candidatos seriam classificados. Serra, por exemplo, seria ingerente ou básico? E Dilma? Quem sabe os dois não seriam as duas coisas? E quem falou que PSDB e PT têm, para as pessoas comuns, imagens tão diferentes no tocante à partidarização do governo, sujeição ao risco da corrupção, valorização da iniciativa privada, controle público e capacidade de gestão? Quem disse que elas só enxergam virtudes em um e defeitos no outro?

Nas eleições deste ano, a população brasileira não se fará perguntas sem sentido ou indagações estratosféricas. Para ela, as escolhas serão bem mais concretas: continuar ou mudar? Um pássaro na mão ou dois voando? Ela ou ele?

É concreto, embora simples não seja.





52 comentários

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Olho na oPósição

11 de maio de 2010 às 23h38

Para José Luiz Rossi :
Pois é, eu já pensei nisso e voto DILMA!!!

Responder

José Luiz Rossi

06 de maio de 2010 às 21h38

Cuméquié?Ingerência permeada,corrupção básica,burocratismo exacerbado?É mesmo,não havia pensado nisso,na hora de votar vou realmente questionar tudo isso.Brilhante esse fhc!Tão brilhante qto o dantas que tanto admira.

Responder

Milton Hayek

06 de maio de 2010 às 12h40

O Thomas Shannon sabe o que fala:
http://www.alide.com.br/joomla/index.php/componen…

"……………………..Novas pistas sobre o “S-BR”, o novo submarino convencional Brasileiro

Para aumentar o raio de alcance do novo modelo, o submarino passará a medir perto de 70 metros de comprimento, entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia. Essas seções adicionais do casco permitirão a expandir em 20 toneladas a capacidade de óleo diesel combustível transportado pelo Scorpène brasileiro. Para fazer a autonomia do modelo brasileiro alcançar os 60 dias desejados pela MB , no mesmo esforço, será aumentado a câmara frigorífica e o espaço de armazenamento de víveres secos. Outra modificação resultante será o aumento de 31 para um total de 35 camas nos camarotes, aumentando, assim, potencialmente, o tamanho da tripulação ou número de militares de forças especiais transportados no submarino………………………

Responder

Milton Hayek

06 de maio de 2010 às 11h37

Eita!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Os patrões dos lacerdinhas(trolls em "ingrês") estão mandando um aviso para o PSDB/DEM!!!!!!!!!!!!!!
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/05…

05/05/2010 – 23:21
A diplomacia entre iguais
Por Alexandre Leite

“Não queremos relações com países submissos”, diz embaixador dos EUA no Brasil
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u7…

CLAUDIA ANTUNES

da Sucursal do Rio

“Não queremos relações com países submissos”, disse o embaixador americano, Thomas Shannon, em entrevista coletiva hoje no Rio. Shannon falou com os jornalistas depois de dar palestra sobre a relação Brasil-EUA no Cebri (Central Brasileiro de Relações Internacionais).

Na palestra, ele afirmou que a parceria Brasil-EUA deve ser baseada em fatos, não em ideologia ou retórica, e em resultados. Depois, explicou que por ideologia se refere à interpretação da realidade, que por vezes a encobre, e que nisso os dois países, numa era que chamou de “pós-ideológica”, ainda guardam certos resquícios da Guerra Fria.

Deu como como exemplo as divergências sobre o Irã. “Temos o mesmo objetivo em nossas políticas sobre o Irã, mas entendimento diferentes sobre o que está acontecendo lá. E manter essa conversa, fazê-la de maneira direta e aberta, ajuda o Brasil e os EUA a entenderem melhor a realidade.”

Falando em português, Shannon citou o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997), o político e diplomata Joaquim Nabuco (1849-1910), que foi o primeiro embaixador brasileiro nos EUA, e o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), entre outros. Disse que o Brasil “já emergiu” e que a parceria Brasil-EUA adquiriu caráter global.

Segundo ele é uma relação “densa” e que entra numa fase madura, na qual independerá da “diplomacia da amizade” (boas relações entre governos de turno). “Quanto melhor Brasil e EUA compreendam os interesses e valores que os ligam, tanto melhor saberão administrar suas diferenças”, disse. Abaixo, trechos de sua entrevista coletiva.

Responder

Milton Hayek

06 de maio de 2010 às 12h40

O Thomas Shannon sabe o que fala:
http://www.alide.com.br/joomla/index.php/componen…

"……………………..Novas pistas sobre o “S-BR”, o novo submarino convencional Brasileiro

Para aumentar o raio de alcance do novo modelo, o submarino passará a medir perto de 70 metros de comprimento, entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia. Essas seções adicionais do casco permitirão a expandir em 20 toneladas a capacidade de óleo diesel combustível transportado pelo Scorpène brasileiro. Para fazer a autonomia do modelo brasileiro alcançar os 60 dias desejados pela MB , no mesmo esforço, será aumentado a câmara frigorífica e o espaço de armazenamento de víveres secos. Outra modificação resultante será o aumento de 31 para um total de 35 camas nos camarotes, aumentando, assim, potencialmente, o tamanho da tripulação ou número de militares de forças especiais transportados no submarino………………………

Responder

Milton Hayek

06 de maio de 2010 às 11h44

Eita!!!!!!!!Agora é que o complexo de cachorro vira-latas da oposição entra em parafuso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://muitopelocontrario.wordpress.com/2010/05/0…

Irã pode aceitar proposta do Brasil. E agora Obama? E agora capitulacionistas?

France Presse

05/05/2010 06h40 – Atualizado em 05/05/2010 08h07

Presidente do Irã apoia proposta do Brasil para trocar combustível nuclear

Ahmadinejad conversou com Hugo Chávez sobre a proposta brasileira.

Potências temem que Irã use seu programa atômico para fins militares.

Responder

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 22h07

Vejam o Brasil produzindo petróleo na Amazônia: http://www.tvbrasil.org.br/webtv/

Responder

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 03h52

    Petróleo há em muitos locais. Na Amazônia, na pré-sal da costa oeste da África, na pré-sal da costa leste dos EUA, no Golfo Pérsico, no Texas, na Rússia, Venezuela, no interior da Bahia. O problema é o custo de exploração. Como o petróleo no mercado internacional está atualmente na faixa de US$ 85 o barril (159 litros) há locais que não há viabilidade econômica na sua exploração, como é o caso da pré-sal americana. Já no Brasil, independente do custo de perfuração e produção os ufanistas e demagogos pensam que o importante é produzir, mesmo que seja inviável economicamente.
    Esperamos que a aventura da borracha amazônica não se repita.

    Fernando

    06 de maio de 2010 às 09h52

    O custo de produção do pré -sal brasileiro já foi pesquisado,analisado e tornado público.
    Informe-se melhor.

    Milton Hayek

    06 de maio de 2010 às 11h34

    É isso aí,Fernando!São 14 dólares por barril para um preço de venda em trono de 80 dólares(enquanto o dólar for moeda de resreva do comércio mundial-(FGV)

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 12h10

    Você está enganado. O custo qual você se refere é o custo atual de produção médio da Petrobras para produzir os 2 milhões de barris diários em seus diversos campos em terra e no mar em pequenas lâminas dágua. Para produção na pré-sal, qual dista até 700 km da costa, terá lâmina dágua de até 5.000 m e será necessário se perfurar mais até 3.000m abaixo da camada de sal o custo de perfuração e produção anunciado pelo Gabrielli é de US$ 45 por barril. Como já lhe informei, somados os custos da Petrobras, da empresa parceira, da Petrossal e dos investimentos chegaremos facilmente a US$ 100 o barril. Traduzindo: se o preço permanecer no patamar atual de US$ 85 o barril no mercado mundial, é completamente inviável.
    E não diga que o preço do petróleo vai subir porque isso é uma incógnita. Se por um lado, caminhamos para uma possível redução nas reservas, por outro lado, novas energias inclusive mais renováveis estão aparecendo para substituição parcial do petróleo. Energia eólica, carro elétrico, biocombusíveis, etc…
    E lembre-se que vez ou outra descobre-se novas reservas de petróleo.

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 16h47

    Petróleo é sensível – sensibilíssimo – às nuances políticas, e os Estados Unidos, envolvidos em guerras, construiu uma economia que implica no consumo de 20 milhões de barris dia.

    Hayek
    Qual o preço do galão de gasolina nos EUA?
    Nos tempos da primeira guerra do golfo, em 1991, vi uma charge de publicação norte-americana que desmontava a afirmação de que o preço, aí, não é subsidiado.
    É subsidiado, sim, pois não leva em conta o custo da manutenção de tropas mundo afora, com destaque para o Oriente Médio.

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 18h40

    Carlos,
    Pegando um gancho na sua preocupação com subsídios da gasolina nos EUA, a nossa gasolina é subsidiada. Sim subsidiada para a venda na Argentina cujo preço nas bombas de lá é o equivalente a R$ 1,40 o litro, qual exportamos aos hirmanos. Se você não sabe, no fracionamento do petróleo, durante o refino há excesso de gasolina, qual exportamos aos argentinos. Aqui compramos da Petrobras a gasolina mais cara do mundo (exceto em locais em guerra) para que possamos agradar os americanos quais possuem 61% das ações e para provermos de muitos cabides nossa Petrobras.

    Milton Hayek

    06 de maio de 2010 às 10h13

    Deixa de ser ranzinza,Ubaldo.Quando você veio passar um tempo aqui nos EUA(pago por uma multinacional que tem isenções fiscais para esse tipo de viagem) você não reclamou do Brasil.
    Você é que nem galo com gogo,babando sua gosma lamacenta e reacionária pelO bico,quero dizer,pela boca.Acho que errei porque você é tucano,tendo o bico muito maior do que a cabeça…..
    O petróleo está acabando,meu filho.Se você estudasse um pouco veria o valor enorme que a PETROBRÁS tem para o BRasil.Olha aqui sua anta:
    http://resistir.info/peak_oil/arguimbau_23abr10_p…

    O iminente declínio do abastecimento de petróleo

    " Olhem para este gráfico e tremam. Não foi feito pelo Earth First [NT 1] . Não foi feito pelo Serra Club [NT 2] . Não foi desenhado por socialistas nem por nazis nem por Osama Bin Laden nem por ninguém da Goldman- Sachs [NT 3] . Se você for adepto dos ' tea-partier " [NT 4] Republicanos, fiquem descansado que ele não foi feito por nenhum Democrata progressista. E vice-versa. Foi desenhado pelo Departamento da Energia dos Estados Unidos, e os militares do Joint Forces Command dos Estados Unidos contribuíram para a sua feitura".

    COMO É O GOVERNO DOS EUA QUE ESTÁ DIZENDO(O GOVERNO VERDADEIRO DESSA DITADURA AQUI, QUE É O PENTÁGONO APARELHADO PELAS CORPORAÇÕES) EU SEI QUE VOCÊ VAI ACEITAR.

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 12h13

    Milton Hayek,
    Petróleo há talvez até na lua. O problema é extrai-lo de lá, com viabilidade econômica.

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 16h38

    Confio na Petrobrás, que já afirmou: a produção é economicamente viável – e os técnicos da empresa estudam alternativas para reduzir custos.

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 16h38

    Confio na Petrobrás, que já afirmou: a produção é economicamente viável – e os técnicos da empresa estudam alternativas para reduzir custos.

    Milton Hayek

    06 de maio de 2010 às 10h13

    Deixa de ser ranzinza,Ubaldo.Quando você veio passar um tempo aqui nos EUA(pago por uma multinacional que tem isenções fiscais para esse tipo de viagem) você não reclamou do Brasil.
    Você é que nem galo com gogo,babando sua gosma lamacenta e reacionária pelO bico,quero dizer,pela boca.Acho que errei porque você é tucano,tendo o bico muito maior do que a cabeça…..
    O petróleo está acabando,meu filho.Se você estudasse um pouco veria o valor enorme que a PETROBRÁS tem para o BRasil.Olha aqui sua anta:
    http://resistir.info/peak_oil/arguimbau_23abr10_p…

    O iminente declínio do abastecimento de petróleo

    " Olhem para este gráfico e tremam. Não foi feito pelo Earth First [NT 1] . Não foi feito pelo Serra Club [NT 2] . Não foi desenhado por socialistas nem por nazis nem por Osama Bin Laden nem por ninguém da Goldman- Sachs [NT 3] . Se você for adepto dos ' tea-partier " [NT 4] Republicanos, fiquem descansado que ele não foi feito por nenhum Democrata progressista. E vice-versa. Foi desenhado pelo Departamento da Energia dos Estados Unidos, e os militares do Joint Forces Command dos Estados Unidos contribuíram para a sua feitura".

    COMO É O GOVERNO DOS EUA QUE ESTÁ DIZENDO(O GOVERNO VERDADEIRO DESSA DITADURA AQUI, QUE É O PENTÁGONO APARELHADO PELAS CORPORAÇÕES) EU SEI QUE VOCÊ VAI ACEITAR.

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 22h05

Eu tô ligado no Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.tvbrasil.org.br/webtv/

Responder

eduardo ayrton

05 de maio de 2010 às 21h05

Resposta é simples:

ELA

Responder

Michel

05 de maio de 2010 às 20h34

E dá-lhe falsa polarização conservadora. Pergunto: até quando?

Chico Buarque, na Cancion por la unidad latinoamericana ajuda:

"A História é um carro alegre
Cheio de um povo contente
Que atropela indiferente
Todo aquele que a negue"

Responder

    Donizeti - SP

    05 de maio de 2010 às 21h40

    As pessoas ficam se perguntando porque os ricos são totalmente contra a presença de um Estado atuante na vida do povo brasileiro ou de qualquer outro povo, vide EUA sob Obama.
    Resposta básica: os ricos não precisam de boas politicas públicas, afinal eles já tem o seu nicho de conforto e espaço economico/social garantido. Então Estado para eles sempre significa apenas mais impostos para pagar e não receber as contrapartidas que acham que deveriam receber.

    Já a parcela mais pobre do povo, estes dependem de boas e eficientes politicas públicas, como educação de qualidade, bons serviços médico/hospitalares, transporte coletivo moderno, rápido e com tarifas adequadas, rede de proteção social (tipo bolsa-família, previdencia pública).

    Os tucanos sempre defenderam a parte da sociedade que não precisa do Estado, daí a penetração de seu discurso do Estado Mínimo repercutir nesse segmento social.

    valmont

    05 de maio de 2010 às 23h01

    Perfeito.
    Estado mínimo é saúde pública mínima, educação mínima e assim por diante.
    A demonização do estado não faz sentido em um sistema democrático. O estado verdadeiramente democrático representa os interesses da sociedade, segundo os princípios constitucionais.
    O combate que se trava hoje em todo o mundo é contra a ditadura do poder econômico PRIVADO, das grandes corporações, como é o caso da nossa oligarquia midiática, exemplo acabado de usurpação de poder.

    antonio aguiar

    06 de maio de 2010 às 13h42

    eles precisam sim ,do estado para sugá-lo. o maior medo do rico e ficar pobre.

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 19h22

É assim que se faz!!!!Vejam o gráfico lá no Brizola Neto:
http://www.tijolaco.com/?p=14000

Ó xente, que maravilha, bá! O Nordeste puxa a a fila.

Há uma notícia que vai ser pouco lida, porque só saiu no Valor Econômico, mas que eu faço questão de dividir aqui com vocês. A região Nordeste vem aumentando sua participação no volume total do crédito no Brasil. No fim de 2004, estavam lá 9,5% do saldo das operações de crédito, este ano, subiram 11,6% ,em janeiro. No mesmo período, a participação do Norte passou de 3,21% para 3,58%, e a do Centro-Oeste foi de 9,23% para 9,32%.

O Nordeste tem 27% da população brasileira. Essa, portanto, deve ser sua participação ideal numa economia equilibrada. O avanço, que pode parecer pequeno, representa, proporcionalmente, muito. Principalmente porque tem sido enorme a expansão do crédito no país, como um todo.

Diz a matéria que o Nordeste lidera a expansão do crédito nos últimos cinco anos em termos percentuais, com alta acumulada de 331,5% até o fim de 2009. Em segundo lugar aparece o Norte, com avanço de 296%, seguido por Centro-Oeste (259%), Sul (245,7%) e Sudeste (243,6%). De olho neste potencial, os bancos estão aumentando sua rede de agências e postos na região.

Sinal que esta região historicamente injustiçada está avançando e- que bom para todos nós – tornando o Brasil um país menos desigual. Ano passado, uma matéria do Estadão mostrou que mesmo no pior da crise, no Governo Lula, o crescimento do Nordeste ficou acima da média nacional. Um carioca-gaúcho como eu só pode ficar feliz vendo nossos irmãos nordestinos, finalmente, tendo direito a um quinhão do progresso brasileiro……………………………………

Responder

Beto Crispim

05 de maio de 2010 às 22h12

O que será decisivo é quem fez mais por sua cidade, por sua região. Em qual governo ele ou ela, conseguiu comprar a geladeira ou a tv nova? Em qual governo seu filho ou filha conseguiu entrar na universidade, seja pública ou particular, desde que ele não precisasse desembolsar um centavo? Em qual governo ele ou ela, seu irmão, sua irmão, seu visinho ou um de seus filhos conseguiu emprego com carteira assinada? Em qual governo ele ou ela conseguiu dar uma Natal digno á sua familia? Em qual governo ele ou ela conseguiu comprar um computador para os filhos? Em qual governo ele ou ela consegue colocar comida na prato todos os dias? Creio que será este debate e com certeza, quem conseguiu algo não quer perder e quer continuar conseguindo mais. A comparação será inevitavel, virá quase que naturalmente. será uma comparação muito recente. Governos como os de Getúlio, JK , Militares ou Sarney não estarão na pauta do debate. O que serão debatidso são os dois ultimos, FHC e Lula e o eleitor escolherá aqule ou aquela que estiver mais próximo ou mais distante de um dos dois.

Responder

Beto Crispim

05 de maio de 2010 às 22h12

Concordo com o professor Marcos Coimbra, grande parcela de nosso eleitorado está muito longe desse debate e não será ele decisivo na hora de digitar o número do candidato na urna.

Responder

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 22h05

Eu tô ligado no Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.tvbrasil.org.br/webtv/

Responder

Ramon

05 de maio de 2010 às 17h56

Todos nós já tivemos 8 anos de governo FHC, e conhecemos bem as suas ações e os seus resultados. Temos 8 anos de governo Lula para contrapor e dizer à grande maioria do povo brasileiro quem melhorou de vida? O restante é conversa de quem quer te vender o Cristo Redentor.

Responder

ferrera13

05 de maio de 2010 às 17h23

Penso que onde o Estado não está, instala-se o caos. Quem perde? As massas que não dispõem de recursos para inchar os tribunais com reclamações judiciais. O Estado tem que regular e o seu papel tem de estar voltado para as classes menos favorecidas.
Como alguém que é parte dessa massa, vivo e convivo com ela todos os dias, nos trens que fazem Japeri-Central; ou nos ônibus, nas vans, sinto que as pessoas se sentem mais protegidas com LULA. O Azenha já escreveu um post que fala disso e eu concordo: elas (as pessoas menos favorecidas) não conseguem ver o papel do Estado nas política públicas. O que vêem é a figura do presidente LULA e pensam que aquele/a a quem ele indicar, será o escolhido por elas.

Responder

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 19h22

É assim que se faz!!!!Vejam o gráfico lá no Brizola Neto:
http://www.tijolaco.com/?p=14000

Ó xente, que maravilha, bá! O Nordeste puxa a a fila.

Há uma notícia que vai ser pouco lida, porque só saiu no Valor Econômico, mas que eu faço questão de dividir aqui com vocês. A região Nordeste vem aumentando sua participação no volume total do crédito no Brasil. No fim de 2004, estavam lá 9,5% do saldo das operações de crédito, este ano, subiram 11,6% ,em janeiro. No mesmo período, a participação do Norte passou de 3,21% para 3,58%, e a do Centro-Oeste foi de 9,23% para 9,32%.

O Nordeste tem 27% da população brasileira. Essa, portanto, deve ser sua participação ideal numa economia equilibrada. O avanço, que pode parecer pequeno, representa, proporcionalmente, muito. Principalmente porque tem sido enorme a expansão do crédito no país, como um todo.

Diz a matéria que o Nordeste lidera a expansão do crédito nos últimos cinco anos em termos percentuais, com alta acumulada de 331,5% até o fim de 2009. Em segundo lugar aparece o Norte, com avanço de 296%, seguido por Centro-Oeste (259%), Sul (245,7%) e Sudeste (243,6%). De olho neste potencial, os bancos estão aumentando sua rede de agências e postos na região.

Sinal que esta região historicamente injustiçada está avançando e- que bom para todos nós – tornando o Brasil um país menos desigual. Ano passado, uma matéria do Estadão mostrou que mesmo no pior da crise, no Governo Lula, o crescimento do Nordeste ficou acima da média nacional. Um carioca-gaúcho como eu só pode ficar feliz vendo nossos irmãos nordestinos, finalmente, tendo direito a um quinhão do progresso brasileiro……………………………………

Responder

    Admar

    05 de maio de 2010 às 22h18

    Fico muito feliz ao ler e sentir que independente de norte ou sul, leste ou oeste somos Uma Nação, obrigado Milton por me dar este prazer de saber que homens de BEM neste pais tem pensamentos justos!!!

Leider_Lincoln

05 de maio de 2010 às 16h12

De um lado: manutenção do salário maternidade, do Bolsa Família, das elevações reais e constantes dos níveis salariais e do outro as ideias do Ubaldo, o homem que teme a dívida brasileira mas se esquece da paulistana, que, de maneira conveniente, ele se esquece que entra como partícipe da dívida nacional… Vamos votar, gente?

Responder

Glecio_Tavares

05 de maio de 2010 às 15h59

O desespero da mídia mostra que quando começar o horário político e Lula apresentar Dilma como a continuidade de seu aprovadissimo governo, não tem como perder. Lógico que vamos continuar difundindo para todo mundo, nas ruas, todos os dias, que o candidato do atraso representa os bilionários e a volta das crises e emprestimos do FMI. Ao arroucho salarial e o desemprego generalizado, as greves politicas e as agressões policiais.

Responder

@rldigital

05 de maio de 2010 às 15h10

A questão não é a "sensação" de bem-estar do eleitor, mas O bem-estar do eleitor.

Responder

Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 14h31

Permita-me discordar.Eu quero um capitalismo onde as empresas privadas deixem de usar o Estado para colocar a carga tributária nas costas dos pagadores de impostos usando a dívida pública interna,os impostos indiretos e a venda de legislação tributária e política monetária que beneficiam o sistema financeiro.
Eu quero um capitalismo de massas,com crédito farto para milhares de pequenos empresários que produzem e geram empregos.Não quero apenas crédito farto para grandes empresários amigos do poder como,por exemplo,em São Paulo.
Enfim,chega de socialismo para os ricos aí no Brasil.É esse o modelo que José Serra representa.
Aqui está um exemplo claro de aparelhamento do Estado pela iniciativa privada.Feito por Paulo Renato,ex-ministro da educação de FHC e unha-e-carne com José Serra:

sábado, 1 de maio de 2010
Paulo Renato y sus hermanos de España – Relações de um projeto pedagógico
http://namarianews.blogspot.com/2010/05/paulo-ren…

Aqui tem outro exemplo de aparelhamento do Estado pela iniciativa privada feito pela ABRIL,a editora que impirme a revista VEJA-aquela que defende o Estado para os ricos e o mercado para a massa ignara:

Editora Abril: outros bons negócios com a educação paulista

Estávamos nós buscando atualizações da ilicitada compra do El País, pelo Sr. Paulo Renato Costa Souza, em nome da Diretora de Projetos Especiais da FDE (Sra. Cláudia Aratangy) e ratificada pelo Presidente da FDE (Sr. Fábio Bonini) , para os CEL's paulistas, quando eis que nos deparamos com esta pequena nota no Diário Oficial (30/abril/2010):
http://namarianews.blogspot.com/2010/05/editora-a…

EU NÃO AGUENTO MAIS PAGAR IMPOSTOS PARA PRIVILEGIAR EMPRESÁRIOS PROTEGIDOS PELO ESTADO!!!!!!!!!!!!

"Queremos um capitalismo no qual o Estado é ingerente, com uma burocracia permeada por influências partidárias e mais sujeita à corrupção, ou preferimos um capitalismo no qual o Estado permanecerá básico, mas valorizará a liberdade empresarial, o controle público das decisões e a capacidade de gestão?”

Responder

    Milton Hayek

    05 de maio de 2010 às 15h50

    Repetiram meu comentário.Eu tinha respondido ohttp://twitter.com/jruiz31 com um comentário dentro de outro comentário meu.

Pedro Luiz Paredes

05 de maio de 2010 às 17h04

Infelizmente essa é a pura verdade, se o brasileiro fosse mais politizado e culpo a ditadura militar por jogar agua fria na politização que se fazia crescente há algumas décadas, estaríamos combatendo o lobby privado que corrompe quem quer que seja e afasta a possibilidade de uma maquina pública independente. Estaríamos falando de política energética, agrária com amplo apoio da sociedade civil à reforma, coisa qual ela é avessa hoje até por quem não tem terra nem debaixo da unha.
Falaríamos de educação com mais voracidade e a segurança pública seria vista no tocante às fronteiras federais e à legalização do uso doméstico.
Alguns temas se fazem presente, mormente dotado de superficialidades, não por má vontade dos que debatem, mas porque a falta de politização não permite o aprofundamento do debate. Outros temas são guardados na vaga lembrança de quem os propõe, são combatidos já em qualquer editorial.
Eu tenho dois temas como principais para retomar a caminhada à politização da massa e democracia: Educação e Financiamento público de campanha.

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Cecéu

05 de maio de 2010 às 16h34

FHC não está divagando. O que ocorre é que seus artigos são escritos apenas para meia dúzia de pessoas. Para ele, apenas estas pessoas lhe interessam, no Brasil. Se ele puder influenciá-las, terá cumprido sua missão.

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Leider_Lincoln

05 de maio de 2010 às 16h31

O que não muda, por mais que se troque "Estado Mínimo [ausente]" por "Estado Enxuto", "privatização" por "desestatização", é isto aqui:https://www.cia.gov/library/publications/the-worl… comhttp://www.faqs.org/docs/factbook/geos/br.html , o Brasil de 2002 com o Brasil de 2010, o Brasil que conseguiu sobreviver ao PSDB do Brasil que o PT está entregando. Comparem. Nem mil Ubaldos são capazes de mudar esta realidade…

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    Ubaldo

    05 de maio de 2010 às 19h35

    Leider,
    O Brasil de hoje, comparado com o Brasil anterior ao octaetéride de Lula é :

    Pior em Segurança, Saúde, Educação e Transporte Público, Serviços Públicos e Dívida Pública.
    É melhor em Salário Mínimo (2% a mais que no governo FHC) e Bolsa Família (mais gera custos permanentes).

    Carlos

    06 de maio de 2010 às 16h59

    Você é leviano, cara!
    Segurança é, fundamentalmente, responsabilidade dos estados.
    Saúde e Educação são de responsabilidade tripartite: União, estados, municípios – cada um com seu quinhão.
    O que o governo federal tem a ver com transporte público, de responsabilidade dos municípios? – e estados, em regiões metropolitanas.
    O que você chama de "Serviços Públicos"?
    Dívida Pública: Estado/União assumiu problemas de modo a evitar que recaíssem sobre a população.

    Salário Mínimo: convertido em dólar ou euro ou yen ou libra, quanto era no final do período FHC e quanto é hoje?

    Ubaldo

    06 de maio de 2010 às 19h31

    Carlos,
    De acordo com sua teoria, nada é de responsabilidade da Federação.
    Se a Economia vai bem, a responsabilidade é do governo federal, se vai mal, foi culpa dos empresários que não investiram, não é?
    O governo Federal é o responsável pelas políticas que norteiam os Estados e Municípios.
    Quanto ao Salário Mínimo, verifique o valor quando FHC assumiu o governo, quando deixou, idem para o Lula e se surpreenderá que os aumentos percentuais foram praticamente iguais.

Leider_Lincoln

05 de maio de 2010 às 16h31

O que não muda, por mais que se troque "Estado Mínimo [ausente]" por "Estado Enxuto", "privatização" por "desestatização", é isto aqui:https://www.cia.gov/library/publications/the-worl… comhttp://www.faqs.org/docs/factbook/geos/br.html , o Brasil de 2002 com o Brasil de 2010, o Brasil que conseguiu sobreviver ao PSDB do Brasil que o PT está entregando. Comparem. Nem mil Ubaldos são capazes de mudar esta realidade…

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Tweets that mention “Um pássaro na mão ou dois voando” | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

05 de maio de 2010 às 13h02

[…] This post was mentioned on Twitter by VIOMUNDO, Marcelo Arrifano, Julio Cotrin, Julio Cotrin, Antonio Arles and others. Antonio Arles said: RT @VIOMUNDO: "Um pássaro na mão ou dois voando"? – http://tinyurl.com/23848vo (via @viomundo) […]

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goijacksons

05 de maio de 2010 às 15h54

A idéia dele deve ser querer “flexibilizar” a legislação trabalhista, assim como o Serra propôs pro Mercosul.

De repente eles embarcam na campanha da Firjan, que diz: “A redução da jornada de trabalho é mesmo um negócio da China. É para lá que os empregos vão.”
A foto do cartaz tá nohttp://fanfraria.wordpress.com/2010/05/05/firjan-…

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goijacksons

05 de maio de 2010 às 15h54

A idéia dele deve ser querer “flexibilizar” a legislação trabalhista, assim como o Serra propôs pro Mercosul.

De repente eles embarcam na campanha da Firjan, que diz: “A redução da jornada de trabalho é mesmo um negócio da China. É para lá que os empregos vão.”
A foto do cartaz tá nohttp://fanfraria.wordpress.com/2010/05/05/firjan-…

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Milton Hayek

05 de maio de 2010 às 14h31

Permita-me discordar.Eu quero um capitalismo onde as empresas privadas deixem de usar o Estado para colocar a carga tributária nas costas dos pagadores de impostos usando a dívida pública interna,os impostos indiretos e a venda de legislação tributária e política monetária que beneficiam o sistema financeiro.
Eu quero um capitalismo de massas,com crédito farto para milhares de pequenos empresários que produzem e geram empregos.Não quero apenas crédito farto para grandes empresários amigos do poder como,por exemplo,em São Paulo.
Enfim,chega de socialismo para os ricos aí no Brasil.É esse o modelo que José Serra representa.
Aqui está um exemplo claro de aparelhamento do Estado pela iniciativa privada.Feito por Paulo Renato,ex-ministro da educação de FHC e unha-e-carne com José Serra:

sábado, 1 de maio de 2010
Paulo Renato y sus hermanos de España – Relações de um projeto pedagógico
http://namarianews.blogspot.com/2010/05/paulo-ren…

Aqui tem outro exemplo de aparelhamento do Estado pela iniciativa privada feito pela ABRIL,a editora que impirme a revista VEJA-aquela que defende o Estado para os ricos e o mercado para a massa ignara:

Editora Abril: outros bons negócios com a educação paulista

Estávamos nós buscando atualizações da ilicitada compra do El País, pelo Sr. Paulo Renato Costa Souza, em nome da Diretora de Projetos Especiais da FDE (Sra. Cláudia Aratangy) e ratificada pelo Presidente da FDE (Sr. Fábio Bonini) , para os CEL's paulistas, quando eis que nos deparamos com esta pequena nota no Diário Oficial (30/abril/2010):
http://namarianews.blogspot.com/2010/05/editora-a…

EU NÃO AGUENTO MAIS PAGAR IMPOSTOS PARA PRIVILEGIAR EMPRESÁRIOS PROTEGIDOS PELO ESTADO!!!!!!!!!!!!

"Queremos um capitalismo no qual o Estado é ingerente, com uma burocracia permeada por influências partidárias e mais sujeita à corrupção, ou preferimos um capitalismo no qual o Estado permanecerá básico, mas valorizará a liberdade empresarial, o controle público das decisões e a capacidade de gestão?”

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    @jruiz31

    05 de maio de 2010 às 15h03

    Oi Milton, eu concordo com a sua resposta mas entendo que a massa (o povão, que é quem decide mesmo) não enxerga esses nuances… Tanto é verdade que recentemente vivemos uma situação exemplo: a queda na economia (crise mundial de 2008/2009) provocou uma queda no índice de aprovação do presidente Lula (que não tinha nada a ver com o problema)… Infelizmente as pessoas não discutem modelo político, sequer votam em partidos (uma pena). O que eu acho que garante a Dilma em 2010 é o governo bem sucedido do Lula. E só… tá indo bem, continua… não tá, troca… simples assim…

    Neo

    05 de maio de 2010 às 15h51

    .
    Em matéria de FHC/Serra e neoliberalismo privatizante,
    prefiro o projeto estadista/desenvolvimentista de Lula/Dilma
    ,
    ,
    Mas vale um passarinho na mão que dois no fiofó ….
    .
    .

    Klaus

    05 de maio de 2010 às 20h42

    Lula não teve na a ver com a queda da economia, mas tudo a ver com sua subida. Nunca ficou tão claro como pensa um petista. Os acertos são de Lula mas os erros não. Assim até eu.

    @marisps

    05 de maio de 2010 às 22h46

    Klaus, você "pode mais" que isso; o que foi comentado nesse caso não tem nada a ver em "como pensa um petista", não houve tentativa nenhuma de livrar a cara de ninguém. Não sofisme; o exemplo foi a crise global, que realmente não foi criada pelo Presidente Lula, e nem sequer foi citado o sucesso (sim, foi um sucesso mesmo do governo Lula) no "combate" à famigerada.


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