VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Santayana: Que autoridade ética tem os EUA para avaliar democracia alheia?


18/04/2013 - 18h00

por Mauro Santayana, em seu blog

Vamos aceitar o fato de que a vitória de Nicolas Maduro sobre Henrique Capriles, domingo, na Venezuela, foi muito apertada. É preciso recordar as evidentes fraudes na Flórida, em favor de Bush, em 2000, e a decisão da Suprema Corte confirmando a sua espúria vitória – sem a devida recontagem dos votos. O governo norte-americano agora se nega a reconhecer o resultado do pleito na Venezuela e anuncia “consultas” com a OEA e a União Européia, enquanto exige a recontagem estrita dos sufrágios.

A Espanha, que continua com a presunção de que os latino-americanos são seus súditos, contestou os resultados eleitorais, exigindo também a recontagem e colocando em dúvida a lisura do pleito, em pronunciamento de sua chancelaria. Maduro, em reação explicável diante da crônica das tumultuadas relações recentes entre Caracas e Madri, mandou chamar seu embaixador na Espanha para consultas, e ameaçou tomar todas as medidas contra a ingerência espanhola – o que levou o Ministro de Relações Exteriores da Espanha, Garcia Margallo, a amenizar suas declarações e a declarar que houvera um mal entendido. Na realidade, a Espanha espera ganhar algum tempo, enquanto aguarda as ordens de Washington.

Em Madri houve quem se lembrasse da vitória de Aznar sobre Felipe González – que conduziu o país à guinada para a direita – por apenas 300.000 votos, quase a mesma diferença entre Maduro e Capriles, sem esquecer que a população espanhola é de 47 milhões de habitantes e, a da Venezuela, de cerca de 30 milhões. Ninguém, em nenhuma “democracia” ocidental, contestou a vitória de Aznar sobre Gonzalez.

Na Espanha é comum que, nas municipalidades, de cinco a dez votos decidam as eleições.

Se os Estados Unidos e a OEA persistirem na mesma atitude de contestar o resultado eleitoral e de apoio incondicional a Capriles, estaremos diante de uma crise diplomática complicada. O Brasil, que, como outros países do mundo, acompanha as eleições na Venezuela de perto, com os seus observadores, reconheceu o novo governo, em manifestação pessoal da Presidente Dilma Roussef, em telefonema a Maduro. A Colômbia e o México também o fizeram no primeiro momento. A Unasul também o fez.

O sistema eleitoral na Venezuela se faz com os votos eletrônicos sendo impressos e colocados em uma urna. De acordo com a lei, 54% dos votos impressos são contados – se a relação corresponder aos votos eletrônicos, considera-se legítimo o resultado total.

De que autoridade ética dispõem os Estados Unidos, para avaliar a democracia alheia, quando mantêm o campo de concentração de Guantánamo, em que há prisioneiros, sem julgamento, há quase tanto tempo quanto durou o regime de Hitler?

Os “caprilistas” começaram a matar nas ruas de Caracas. O que ocorrer, depois disso, será responsabilidade daqueles que os açulam.

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25 comentários

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FrancoAtirador

19 de abril de 2013 às 16h56

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BOMBA!

GOLPE DEFINITIVO NO PARAGUAI:
NO QUE RESTAVA DE DEMOCRACIA
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OperaMundi
19/04/2013 – 14h56

ELEIÇÃO PARAGUAI

Em meio a denúncias de corrupção,
justiça eleitoral paraguaia rompe com órgão do governo

Assessor da Presidência do TSJE do Paraguai,
afirma que Setic, órgão diretamente subordinado
ao presidente Federico Franco
violou um acordo de confidencialidade

A dois dias de eleição presidencial,
os dois maiores partidos do país
estão envolvidos com acusações criminosas

Por Vitor Sion, enviado especial a Assunção, no Opera Mundi

O TSJE (Tribunal Superior de Justiça Eleitoral) do Paraguai anunciou nesta sexta-feira (19/04), a dois dias das eleições gerais no país, o cancelamento de um acordo com a Setic (Secretaria de Tecnologias de Informação e Comunicação), órgão diretamente subordinado ao presidente Federico Franco.

A razão para o rompimento, segundo a entidade eleitoral, é o vazamento de informações confidenciais para os partidos políticos.

“A Setic violou um acordo de confidencialidade. A avaliação deles estava com os partidos políticos antes de chegar a nós”, afirmou, em entrevista coletiva, o assessor da Presidência do TJSE, Carlos Maria Ljubetic.

Segundo ele, o rompimento não afetará a eleição deste domingo (21/04), nem coloca em dúvida a transparência do pleito, pois a secretaria “era apenas um dos observadores que acompanham o processo ”. “O perigo verdadeiro para todo país seria se não cancelássemos o acordo”.

Ljubetic, que não quis responder se algum partido em especial havia sido favorecido pelo recebimento do relatório da Setic, disse que “o importante é que nenhuma senha foi divulgada”.

Compra de votos

Na reta final da campanha, os dois maiores partidos do país, o Colorado e o PLRA (Partido Liberal Radical Autêntico), se veem envolvidos em acusações de corrupção.

Na edição desta quinta-feira (18/04), o jornal ABC Color divulgou um vídeo em que o senador colorado Silvio Ovelar oferece 100 mil guaranis (cerca de R$ 48) a cada voto para o partido, cujo candidato presidencial, Horacio Cartes, é favorito para vencer no domingo. Para apurar a denúncia, o Senado paraguaio realiza hoje, às 15 horas locais (16 horas de Brasília) uma sessão extra.

No último comício antes da eleição, na noite desta quinta-feira (18/04), o principal adversário de Cartes, Efraín Alegre, do PLRA, o mesmo de Federico Franco, fez referência indireta ao episódio. “Estão enganados aqueles que querem comprar vontades, porque o povo paraguaio não se vende.”
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O PLRA, por sua vez, é acusado de, por meio do presidente Franco, comprar o apoio do partido Unace (União Nacional dos Cidadãos Éticos), do ex-general Lino Oviedo, morto em fevereiro deste ano. Segundo a imprensa local, a aliança eleitoral, anunciada há duas semanas, foi firmada pouco depois da compra, por parte do governo, de terras superfaturadas que pertenciam a líderes oviedistas. O presidente do Congresso, Jorge Oviedo Matto, renunciou ao cargo após a divulgação dessa suspeita de favorecimento.

A transparência do pleito deste domingo é a exigência fundamental do Mercosul e da Unasul (Uniao das Nações Sul-Americanas) para acabar com a suspensão ao Paraguai em ambos os blocos. O país foi punido após o presidente Fernando Lugo ser destituído em junho de 2012 por meio de um golpe de Estado.

(http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/28456/em+meio+a+denuncias+de+corrupcao+justica+eleitoral+paraguaia+rompe+com+orgao+do+governo.shtml)

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Valmont

19 de abril de 2013 às 16h23

Em “O Segredo das Sete Irmãs”, documentário imperdível da francesa Sunset Press (vídeo HD no Youtube), pode-se ter uma noção da imoralidade dos EUA e do Reino Unido na manipulação dos destinos de nações de todo o mundo. Nele se encontram provas históricas a respaldar o pertinente questionamento de Santayana: EUA não têm moral para avaliar democracias, porque impõem a todo o mundo o JUGO ILEGÍTIMO e opressivo dos seus interesses privados, em detrimento de milhões de vidas humanas. As vítimas das intervenções imperialistas podem ser vistas em todo lugar, mas especialmente no Oriente Médio, na África e na América Latina, onde seres humanos inocentes morrem aos montes, sob o manto hipócrita de uma mídia dominada pelos mesmos assassinos.
Vejam o vídeo no Youtube, porque ele jamais será exibido pela rede goebbels de manipulação.

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Messias Franca de Macedo

19 de abril de 2013 às 16h21

A CASA BRANCA QUE NÃO É BRANCA! ENTENDA

… LÁ NAS TERRAS DO TIO SAM é assim, ‘o suspeito pode ser você’! Encontrado, a polícia ‘tem carta branca da Casa Branca’ (sic) para matar, sem pestanejar! Há de se dar resposta imediata à opinião pública; primeiro aos estadunidenses, depois, ao restante do mundo!… E se, depois(!), ficar comprovado que o suspeito assassinado não passava de um mero suspeito?! Aspas para o FBI(!): “Os Estados Unidos já terão varrido da face da Terra e se livrado de outros tantos suspeitos! É imperioso manter acesa a chama da fé em nosso [colossal] povo!…”

E mais: Atentados nos EUA
Caçada por suspeito de atentado para Boston
Um dos suspeitos de atacar a maratona foi morto em confronto com a polícia
em http://www.cartacapital.com.br/internacional/cacada-por-suspeito-de-atentado-para-boston/

NOTA FÚNEBRE: a matéria traz também mais uma pérola:
(…)
Houve uma intensa troca de tiros e um dos suspeitos acabou gravemente ferido, morrendo mais tarde no hospital. “Acreditamos que eles são os mesmos indivíduos responsáveis pelas bombas de segunda-feira na maratona”, disse o coronel Timothy Alben, chefe da polícia estadual. “Também acreditamos que eles são responsáveis pela morte do policial no MIT.”

RESCALDO: o coronel estadunidense afirmou peremptoriamente: “… [Nós] acreditamos…”
RESCALDO II: é verdade: acredite (sic) se quiser!

CÂMBIO: de alguma Central Telefônica de um hospício/manicômio qualquer! E é ‘NOIS’ que somos os loucos!…

Mundo de ‘Nois’ [suspeitos(!)] Bananas!
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Urbano

19 de abril de 2013 às 14h19

Com esse título não ficou nadinha pra mim (rsrsrsrs)… Mas se dá um jeito: não fosse a elevada estatura média que têm, sentiriam bem mais forte a escaterina que exala da terra…

Responder

FrancoAtirador

19 de abril de 2013 às 12h54

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PAÍSES LATINO-AMERICANOS PRESSIONAM INSULZA

E OEA DECLARA LISURA DA DEMOCRACIA VENEZUELANA.

ESPANHA VOLTA ATRÁS E TAMBÉM RECONHECE MADURO.

OEA segue países latino-americanos e reconhece Maduro como presidente da Venezuela

Órgão continental mudou da posição adotada na segunda-feira, em que defendia a recontagem

Por Luciana Taddeo, enviada especial a Caracas, no OperaMundi

O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) reconheceu, nesta quarta-feira (17/04), Nicolás Maduro como presidente da Venezuela. “Desejamos ao presidente eleito o maior êxito no cumprimento de suas funções”, afirmou José Miguel Insulza, em sessão extraordinária do organismo multilateral, que ainda não emitiu comunicado oficial sobre a posição.

Maduro foi proclamado presidente da Venezuela na última segunda-feira (15), após ser eleito com 50,75% dos votos. O resultado é contestado por seu principal opositor, Henrique Capriles, que pede uma recontagem integral dos sufrágios. “A organização e a secretaria geral sempre foram respeitosas das decisões dos órgãos internos constitucionais dos países”, afirmou Insulza.

Inicialmente, em consonância com a posição dos Estados Unidos, a OEA se expressou a favor da reivindicação do candidato opositor, que obteve 48,98% dos votos. Capriles chegou a mencionar, nesta terça-feira (16), durante uma coletiva de imprensa, o respaldo do organismo multilateral à auditoria do resultado eleitoral. “Pedi aos chefes de Estado, no âmbito de sua política internacional, que advoguem para que se faça a recontagem (…) essa foi a posição da OEA”.

Na sessão de hoje, Insulza afirmou que intenção do organismo era “reforçar o que foi nossa intenção desde o começo, que não foi outra que nos associarmos à disposição de ambos os candidatos na noite da eleição de se submeter às recontagens que fossem necessárias”. Segundo ele, o intuito inicial era promover o apoio a um “diálogo efetivo entre as forças políticas do país para um avanço, sobretudo quando se produzem resultados tão estreitos”.

Em entrevista à Rádio Mitre, da Argentina, o secretário-geral explicou que a OEA queria um processo mais calmo. “Mas eles tomaram uma decisão e eu acato essa decisão”, afirmou, complementando que “diante da divisão em duas partes do país, é preciso encontrar pontes”. Insulza deixou claro, no entanto, que estas pontes devem ser estabelecidas de “maneira soberana”: “Nós não devemos nos meter”, ressaltou, segundo o jornal argentino La Nación.

Na noite de terça-feira (16/04), a presidente argentina Cristina Kirchner pediu que os Estados Unidos reconhecessem a eleição de Maduro. “Não incentivem as brigas, porque as brigas terminam em mortes. Pedimos [o reconhecimento] com humildade e respeito. Esta é a melhor maneira de honrar a paz, não só com discursos, mas com ações concretas”, afirmou, em referência aos incidentes registrados no dia anterior, quando Capriles convocou um panelaço contra a proclamação de Maduro como presidente.

“O intervencionismo dos Estados Unidos nos assuntos internos da Venezuela durante esses últimos meses e particularmente durante a campanha eleitoral foi brutal, vulgar”, afirmou Maduro nesta quarta. “Sua coordenação direta com a burguesia amarela [cor com a qual a oposição é identificada], corrupta, profundamente corrompida, é realmente obscena, ainda que tapada pelos meios de comunicação da burguesia”, disse o mandatário, em discurso realizado no Palácio de Miraflores.

Reconhecimento

Durante a sessão extraordinária da OEA o triunfo de Maduro foi defendido pelos países latino-americanos. Um comunicado do Mercosul – bloco comercial ao qual a Venezuela se integrou em dezembro do ano passado – foi lido pelo representante uruguaio, no qual se parabenizava o povo venezuelano pela alta participação eleitoral, superior a 80%, e se ressaltava o compromisso dos integrantes do bloco comercial com os princípios democráticos e a transparência do pleito.

A representante venezuelana no organismo agradeceu aos países da Unasul, Mercosul, Caricom e Alba pelas expressões de apoio “à decisão da maioria dos venezuelanos”. “Em 14 anos, realizamos 18 eleições e amadurecemos cada vez mais nossa consciência política”, disse, ressaltando aos integrantes do organismo que “os resultados de domingo foram os que o povo decidiu”.

“Exigimos respeito ao povo. Como em toda democracia, existem diferenças que nós saberemos resolver internamente”, complementou a venezuelana, afirmando que o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) de seu país “é um organismo de ampla trajetória, possui um sistema fortalecido que não pode ser corrompido e que não será corrompido”.

Entre as nações europeias que reconheceram a proclamação de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela estão França, Portugal e Espanha, que alterou sua posição inicial ao reconhecer os resultados eleitorais.

(http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/28425/oea+segue+paises+latino-americanos+e+reconhece+maduro+como+presidente+da+venezuela.shtml)

Responder

Julio Silveira

19 de abril de 2013 às 11h18

Perfeita observação. Os Venezuelanos tem hoje, e isso já vem a algum tempo a partir de Chaves, governantes que não se curvam a globalização da vassalagem.
Uma praga que contaminou boa parte de lideranças regionais que não respeitam a historia de seus países. Lideres despersonalizados, que transformam seus paises em patrias despersonalizadas, propagando a falta de identidade e o desrespeito entre a propria cidadania. Aqui mesmo tivemos nossa dose desses lideres, alguns ainda padecem desse mal aqui e no mundo, ainda sofrem, para vergonha daqueles cidadãos apegados a sentimento patrio nos paises que esses lideres dizem representar, da sindrome da colonagem adquirida.

Responder

renato

19 de abril de 2013 às 08h59

Quem são estes lazarentos.
Para ficar enchendo o saco
do povo venezuelano.
Espanha é um país porco,
Usa outro pais porco,
Se Lula ganhasse por dois votos.
Ia haver recontagem, vistoriados
por estes dois países espúrios.
USA me lembra um cara fardado com armas.
Espanha me lembra um cara com calças apertadas
e sapatilhas, e muitas mirabolantes voltas e
revoltas, com uma capa rosa e vermelha.
Escondendo uma faca para te apunhalar pelas costas.
Já o Primeiro te joga uma bomba dentro da tua casa.
Não é a toa que grande parte do mundo os odeia…

Responder

grilo

19 de abril de 2013 às 00h11

Deve ter rolado muita grana nesta eleição na Venezuela para que o resultado fosse assim apertado. O lógico e esperado era o Maduro dar uma lavada no Capriles que já é freguês velho (o Serra de lá). Mas valeu, e parece que o homem (o Maduro) não é de brincadeira não, é valente e não come nada engasgado. A AL precisa de grandes lideres.

Responder

H. Back™

18 de abril de 2013 às 22h58

“Não fale da sujeira da casa do vizinho, se a soleira de sua porta está suja.”

Responder

Marat

18 de abril de 2013 às 21h52

Muito bem lembrado o caso da (supostamente) eleição fraudada do Bush. Este, aliás, um verdadeiro terrorista, ladrão, mentiroso, além de um vil e reles assassino. Só que esse terrorista ninguém tem a coragem de lhe dizer na cara!

Responder

Jayme Vasconcellos Soares

18 de abril de 2013 às 21h51

Os Estados Unidos não têm nenhuma envergadura moral para opinar sobre resultado de eleições para Presidente de um Pais, em que este processo é considerado um dos mais perfeitos do mundo, senão o mais avançado e tecnicamente de maior lisura. Os Estados Unidos, um País imperialista, que não admite a liberdade e autodeterminação político-social dos povos,e que, através de uma mídia comprometida, chama de ditadores os Presidentes destes Países, eleitos democraticamente, não têm nenhuma condição para contestar o resultado das eleições ali realizadas, como é o caso da Venezuela. Para os Estados Unidos todos os Presidentes dos Países socialistas são tachados de ditadores, porque não adotam, subservientemente, a sua política de mercado, neoliberal, perversa, imperialista,

Responder

    Fabio Passos

    18 de abril de 2013 às 23h15

    Exato. Nada mais manjado que a interferencia nefasta dos ianques promovendo e apoiando golpes na America Latina em sociedade com oligarquias locais.
    Ainda pensam que ninguem percebe?

    Yankees go home!

Fabio Passos

18 de abril de 2013 às 21h30

8 assassinados pelos fascistinhas… sob aplausos dos ianques.

Os golpistas nao aceitam a vontade do povo.
Os ianques e seus capachos desprezam a democracia.

A direita zurra de odio por mais uma derrota eleitoral

Responder

ZePovinho

18 de abril de 2013 às 21h16

Viva a “democracia” dos EUA,onde não existe votação direta(como na Venezuela) para presidente da República.Os “cumpanheiro” de Wall Street decidem quem var ser o presidente em Washington,comprando 534 congressistas eleitos pelo povo que escolhem,POR ELEIÇÃO INDIRETA,o presidente dos EUA.Aliás,EXATAMENTE,como se faz em Cuba onde os delegados do PC cubano são eleitos pelo povo e escolhem o presidente do pais de forma indireta como nos EUA.

Responder

willian

18 de abril de 2013 às 20h45

De que adianta o papelzinho do Brizola se quando pedem a recontagem dizem que não dá?

Responder

Wilson das Neves

18 de abril de 2013 às 20h20

É verdade, cumpanhêro Santayana. E, quem tem autoridade para julgar de forma isenta a democracia em Venezuela é a ditadura cubana, certo? Viva Cuba, Viva Stalin, Viva Chavez! Abaixo o imperialismo; Fora FHC!

Responder

Fabio Passos

18 de abril de 2013 às 19h51

A “elite” branca perdeu mais uma para um candidato com a cara do povo… isto e inadmissivel para os escroques racistas que, tomados de odio, assassinaram militantes de esquerda.

Respeitem a vontade do povo, seus golpistas vagabundos!

Responder

    Cego

    19 de abril de 2013 às 10h27

    Concordo que a eleição Venezuelana valeu, mas esse seu discurso de “ianques”, “elite branca” está tão defasado como a União Soviética hein amigo… O Brasil já é um país relevante para o mundo, não somos mais apenas o “celereiro”, não precisa mais desse complexo de vira-lata seu…

lulipe

18 de abril de 2013 às 19h10

O mais importante nesta eleição é a demonstração que o chavismo morreu com o Chavez.A violência crescente e a inflação descontrolada colocarão a pá de cal nesta chaga que assolou a pobre Venezuela.

Responder

    Luís Carlos

    18 de abril de 2013 às 19h47

    O que morreu, há muito, é a supremacia cínica e assassina dos EUA sobre os povos latinos. Os corruptos estadunidenses com suas eleições presidenciais forjadas por crimes eleitorais como as duas eleições de Bush tirando direito de voto de negros daquele país, sua mídia tendenciosa e sua democracia de dois únicos partidos querem dizer quem é o presidente da Venezuela? Ainda existem pessoas que seguem essa cartilha ianque. O chavismo viverá sempre, pois está no seio do povo, diferentemente do neoliberalismo que não tem a menor identidade com os povos de todo mundo, apenas se locupleta com a miséria humana, usando mentiras e mais mentiras. Há quem goste disso e defenda essa farsa, não é mesmo? Felizmente o povo venezuelano derrotou novamente essa mentira assassina.

    Gersier

    18 de abril de 2013 às 20h59

    Não perca seu tempo respondendo esse babaca que deve ser um trol a serviço dos emplumados entreguistas ou um pobre idiota alienado.
    Esse tipo são como insetos que voam em direção a luz das luminárias de um poste.
    Morrem esturricados.

Ana Cruzzeli

18 de abril de 2013 às 18h37

Ah,agora eu entendi essa eleição de voto impresso. Não sabia desse detalhe.
Muito interessante, quer dizer que o cara não leva o recibo para casa e seu nome com certeza não sai na cédula já imprensa.
Eu quero esse sistema aqui também.
Muito bom, eu achei que era um recibo que se levava para casa. O trem é a prova de fraude MESMO. Nunca vi coisa igual.Esse Chávez tava preparado para tudo mesmo…

Responder

    Fabio Passos

    18 de abril de 2013 às 19h54

    Eu tambem quero. O Brizola ja alertava que sem o papel corremos risco de golpe.
    La na Venezuela a “elite” branca e golpista teve de botar a viola no saco exatamente pela lisura do pleito.

Francisco

18 de abril de 2013 às 18h34

Santayana foi longe para falar de coisa simples: a eleição nos EEUU é indireta e, na prática, bipartidária.

Aqui no Brasil, até o mais despolitizado e/ou humilde dos tabaréus brasileiros se coça, sorri sem jeito e murmura: “- Lá pode, né?”. Porque? Porque aqui isso é coisa do tempo da ARENA e do MDB.

Coisa do tempo do General Costa e Silva (toc, toc, toc!)!

Recentemente, Beyoncê visitou Cuba e foi um desconforto desgraçado.

Naquela repúbliqueta provinciana do hemisfério norte, as pessoas perguntavam se entreolhando: “- E se pode visitar Cuba???”.

Pouca gente sabe, mais o número de vistos permitidos de Cuba para os EEUU, SEMPRE foi (sempre foi!!!) maior que o número de vistos permitidos dos EEUU para Cuba. A “cortina de Coca-Cola” é terrivel!

É possivel classificar um Estado como sendo democrático se a única língua que ele sabe falar com os demais países soberanos do planeta é a linguagem da bomba? Depois ficam fazendo cara de surpresos e indignados, ou contra os povos do terceiro mundo, ou contra suas minorias neuróticas: Tea Party, fundamentalistas, racistas e quejandos…

Os EEUU alfabetizam o mundo na sua linguagem…

Os EEUU são um Estado sem a competência do falar e do dialogar. A competencia única é a do mando. O interesse nas liberdades democráticas é minimo.

Obama pediria recontagem se Maduro perdesse?

Quando chavez perdeu um plebiscito (o único que perdeu) por cerca de 20 mil votos, Obama não pediu revisão de votos. O motor dos EEUU é a busca da democracia e da verdade? É patetico.

A esquerda sabe que na democracia burguesa vale o que todo time visitante no futebol sabe de cór (menos o PT): “Trate de ganhar de goleada”.

Depois disso tudo, ai sim, cabem os argumentos do Santayana. Porque “antes de saber se Maradona foi o maior do mundo, é preciso saber se ele foi maior do que Garrincha…”.

Não sei se a democracia estadunidense foi “maior do que Biro-Biro”. Se é que você me entende…

Responder

Fabio Passos

18 de abril de 2013 às 18h12

Os ianques perderam a nocao do ridiculo.
As eleicoes nos eua sao sempre confusas e em alguns casos como Gore x bush uma desmoralizacao completa.

A realidade e evidente: As oligarquias capacho do imperialismo perderam no voto… e tentam o golpe.
As asneiras golpistas so enganam leitor de veja e similares de baixo QI

Respeitem a vontade do povo, seus golpistas vagabundos!

Responder

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O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.